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terça-feira, 25 de julho de 2017

Mãe de traficante julgará ação de homofobia no Mato Grosso do Sul

A desembargadora e seu filho traficante

Preso com 130 quilos de maconha, uma arma e 270 munições, o filho da presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS) Tânia Garcia de Freitas Borges, Breno Fernando Solon Borges, de 37 anos, alegou estado de “insanidade mental” e pediu à Justiça a suspensão do seu processo.

Breno Fernando conseguiu uma liminar no Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul (TJMS) para substituir sua prisão preventiva por internação médica. Ele deixou o presídio na última sexta-feira e foi para uma clínica, cujo nome não foi divulgado.

A defesa alegou que Breno sofre de Síndrome de Borderline, conhecida como transtorno de personalidade que leva seu portador a alternar momentos estáveis com surtos psicóticos, e não seria responsável por seus atos.

Divulgamos em maio deste ano que Tânia Garcia de Freitas Borges, além de mãe deste traficante, vem a ser a relatora da Apelação numa Ação Civil Pública movida em desfavor do jornalista Roberto Flávio Cavalcanti, em razão de suposto “conteúdo homofóbico” veiculado em seu blogue de internet no ano de 2007, dando conta de críticas à distribuição de verbas públicas a uma associação de travestis.

Em primeira instância, Roberto Flávio Cavalcanti foi condenado a indenizar um fundo público ligado aos travestis e transexuais do Mato Grosso do Sul na cifra de R$ 15 mil reais.

O jornalista recorreu da sentença, e embora sua apelação não tenha ainda sido julgada, vem sustentando que Tânia Garcia de Freitas Borges não ostenta isenção para julgar o caso, pois além de ter envidado esforços como corregedora do TJMS para aprovar ato administrativo que converteu uniões homossexuais em casamento homossexual[1], foi agraciada com o “Troféu Apolo Amigos da Causa”, da Rede Apolo/Rede de Homens Gays e Bissexuais de Mato Grosso do Sul, conjuntamente à Promotora Jaceguara Dantas da Silva Passos, que subscreveu a referida Ação Civil Pública[2].

Por conta disso, o jornalista ingressou com um incidente de suspeição em face de Tânia Garcia Borges, que acabou por ela rejeitado e, recentemente, julgado improcedente pelo Desembargador Amaury da Silva Kuklinski.

Ao que parece, estaremos diante de mais um julgamento inidôneo do já desmoralizado Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul.



[1] Disponível em <http://diarionline.com.br/index.php?s=noticia&id=56556> Último Acesso em 25/07/2017
[2] Disponível em <https://amp-ms.jusbrasil.com.br/noticias/118538518/ministerio-publico-recebe-trofeu-por-criar-promotoria-para-combater-a-discriminacao-e-preconceito> Último Acesso em 25/07/2017

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Professora é espancada por travestis após 'esbarrão' dentro de Rodoviária

Uma professora universitária foi espancada, dentro da Rodoviária de Santos, no litoral de São Paulo, após esbarrar em dois travestis que estavam no local. Júlia Fernandes estava acompanhada do pai, de 63 anos, quando ambos foram atacados pela dupla no momento em que aguardavam um ônibus que iria para a cidade de São Paulo. Ninguém foi preso.

Segundo Júlia, ela e o pai tinham acabado de fazer um saque em um dos caixas eletrônicos da rodoviária de Santos e buscavam uma cadeira para aguardar o ônibus. “Estávamos aguardando o ônibus, já que estávamos uns 20 minutos adiantados. Fizemos um saque e fomos procurar um banco para sentarmos”, conta.

Quando procurava um lugar para sentar, dois travestis trombaram nela e no pai. “Ambos passaram pela gente dando um esbarrão. Logo em seguida eu perguntei se eles não enxergavam. Isso foi suficiente para um deles partir para cima de mim e do meu pai”, explica.

Após as agressões, Júlia conta que não teve ajuda dos seguranças da rodoviária. Segundo ela, não houve nenhum movimento para separar a briga. “Após caírmos no chão e nos levantarmos, os dois ainda estavam no local. Eu pedi para os seguranças não deixarem eles fugir. Não nos estenderam nem o braço para nos ajudar a sair do chão. Nossos pertences ficaram espalhados pela rodoviária”, conta.

A professora registrou boletim de ocorrência contra os travestis e fez o exame de corpo de delito em São Paulo, cidade onde mora. Ela diz que entrará na Justiça contra a rodoviária de Santos e também fará uma queixa na ouvidoria da cidade.

A Prefeitura de Santos afirmou, por meio de nota, que a vigilância na rodoviária de Santos é feita por uma empresa contratada pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), que é responsável pela administração do serviço e que, conforme o relatório da empresa, um dos vigilantes percebeu o desentendimento e agiu de imediato para separar os envolvidos.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Problemas no Travequistão OU a transfobia das feministas e das lésbicas.

As feministas e as lésbicas têm ficado chocadas e consternadas pela intrusão do seu "espaço" feito pelos homens transsexuais. Aqueles que promovem a protecção dos transgéneros gostariam de passar a imagem de que, se aqueles que rejeitam o seu sexo natural estivessem legalmente reconhecidos, as suas vidas seriam mais satisfatórias e mais realizadas. Isto é, se as igrejas, os hospitais, as escolas, as clínicas e todas as instalações sanitárias fossem condicionadas (=obrigadas) a proteger aqueles que tentam alterar o seu género (com multas para quem quer que faça um comentário negativo ou crie um "distinção" devido aos travestis), os transgéneros ficariam então contentes.

E daí talvez não. Parece que há um pequeno problema no Travequistão: as lésbicas não consideram os homens transgéneros como mulheres genuínas, e recusam-se a ter qualquer tipo de contacto sexual com eles. As lésbicas levam isto a mal, alegando que os homens transgéneros estão a tentar forçar a sua presença no meio delas. Eles consideram os homens transgéneros como imitadores de mulheres.

Por sua vez, os transgéneros olham para as lésbicas como pessoas que exercem algum tipo de discriminação contra eles devido ao facto deles, em algumas situações, terem mantido os seus órgãos genitais masculinos.

No dia 12 de Março de 2012, a Planned Parenthood de Toronto, sempre disposta a encorajar a actividade sexual em todo o lugar, e com qualquer pessoa, levou a cabo um seminário aberto só aos homens transgéneros. O propósito do seminário era o de ajudar os indivíduos transgéneros a lidar com o problema das lésbicas recusarem-se a ter qualquer tipo de contacto sexual com eles. O seminário tinha o nome de "O Tecto de Algodão", o algodão como referência ao hábito das lésbicas usarem roupa interior de algodão.

Conferência Transfóbica

As feministas estão chocadas e alarmadas com a intrusão do seu espaço por parte dos homens transgénero - quer seja nos bares para lésbicas, nas companhias discográficas, nas estâncias termais ("spas"), nos festivais e nas livrarias. Elas olham para eles como a mais recente form dos homens roubarem poder às mulheres, Consequentemente, no dia 5 de Julho de 2013, um grupo feminista com o nome de Radfem Rise Up!, organizou uma conferência com a duração de 3 dias para "as mulheres que nasceram mulheres" ("womyn-born womyn") onde, segundo os homens transgéneros, estiveram presentes várias palestrantes transfóbicas.

Em resposta, os transgéneros inundaram a conta de Twitter do grupo feminista com comentários adversos e planearam levar a cabo um protesto físico. O protesto foi  frustrado pelo facto da conferência ter mudado de local horas antes do início agendado. Como resposta, os transgéneros queixaram-se à MPP de Toronto Cheri DiNovo cujo projecto de lei, "Toby's Act", se tornou lei  em 2012. Nesse projecto de lei estavam incluídas provisões que visam proteger a "identidade de género" e a "expressão de género", items que foram acrescentados ao Código dos Direitos Humanos de Ontário

Cheri DiNovo declarou que reuniões só para pessoas do mesmo sexo (isto é, só para homens ou só para mulheres) eram ilegais segundo o Toby's Act; ela apelou ainda à Comissão dos Direitos Humanos de Ontário como forma de solidificar a sua posição legalmente. Se ela for bem sucedida, a sua interpretação do Toby's Act significa que reuniões só para mulheres - qualquer que seja o motivo da reunião, desde discussões em torno dos "direitos reprodutivos, reuniões islâmicas, ou grupos de suporte lésbicos - serão proibidos segundo a lei. Obviamente que isto também se aplica a todas as reuniões exclusivamente masculinas.

É difícil não aceitar que isto são consequências inesperadas do Toby's Act.

A resposta da Comissão dos Direitos Humanos de Ontário à queixa da senhora DiNovo foi a de que eles se encontravam a "monitorizar" a situação, mas que a Comissão não tinha actualmente uma posição legal definitiva uma vez que ainda se encontrava no processo de definição da sua política em torno da "identidade de género".

Será que a Comissão se livrará deste problema aplicando o senso comum? É muito pouco provável. Como especialistas em "sentimentos magoados", "stress", "insultos", e "ambientes tóxicos", eles não saberiam como fazer as coisas.

domingo, 25 de março de 2012

Homossexual é morto na esquina onde se prostituía

Um homossexual foi assassinado com três tiros na madrugada deste sábado (24) em Fortaleza. O crime ocorreu no cruzamento das ruas Oscar Araripe com Maria Júlia, no bairro Bom Jardim. A vítima foi Samuel Ferreira do Nascimento, de 22 anos.

De acordo com informação de populares, ele era travesti e se prostituía na esquina em que foi morto. Até o momento, a polícia não tem conhecimento de nenhum suspeito, nem das motivações do homicídio.

O caso será investigado pela Divisão de Homicídios e Protecção à Pessoa (DHPP).

Fonte.

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Muitas das pessoas cuja morte é usada para avançar com medidas criadas para "acabar com a homofobia" (seja lá qual for a definição de "homofobia" usada esta semana) são mortas não por serem homossexuais mas por se encontrarem em locais onde qualquer outra pessoa seria também morta. As mortes que são causadas exclusivamente por motivos de ódio aos homossexuais são uma ínfima minoria das mortes anuais.

Como diz o filósofo Católico Olavo de Carvalho, não faz sentido nenhum destruir as normas sociais - em vigência desde o aparecimento do Homem na Terra - como forma de dar término à algo tão ínfimo como o assassinato de pessoas por motivos de escolha sexual.

Não quer isto dizer que não se deve lutar para acabar com a morte de pessoas por motivos de orientação sexual. Isto quer dizer, sim, que as medidas que estão a ser tomadas tendo em vista tal fim não são as correctas.

Há algum tipo de estudo que confirme a tese de que o ódio aos homossexuais - que é algo infinitesimal no ocidente, repito - pode ser terminado com a introdução de kits gays ou indoutrinação homossexual nas escolas públicas?

Se é preciso legislação estatal com o propósito de indoutrinar crianças alheias com material "didáctico" preparado por pessoas politicamente interessadas no avanço da agenda sexual do lobby gay, como forma de acabar a violência contra os homossexuais, que tipo de material "didáctico" vai ser disseminado entre a comunidade homossexual como forma de dar término a desproporcional violência que ocorre entre os mesmos? (Alguma dessa violência entre homossexuais é verdadeiramente perturbadora.)

Mais grave ainda é o facto dos activistas homossexuais concentrarem os seus esforços de "combate a homofobia" no Ocidente, tradicionalmente mais tolerante, e não nos países islâmicos onde os homossexuais são enforcados publicamente.

Isto demonstra de forma clara que os activistas homossexuais não se preocupam com a vida dos homossexuais, mas sim usam-nos para avançar com a sua política sexual e social.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Ex-jogador de basquete quer entrar para o Guiness como travesti mais alta do mundo

O ex-jogador de basquetebol Greg Walker quer o título de travesti mais alto do planeta. Isso mesmo, Lindsey, como é conhecido agora o ex-atleta, quer o Guiness, livro dos recordes, lhe conceda esse título, de acordo com o site “Small World News Service”.

Quando actuava, Walker era um travesti que chamava a atenção das líderes de torcida que sempre o cobiçavam. Apesar disso, o ex-jogador sempre resistiu as investidas.

A carreira do atleta parou aos 21 anos quando Greg começou a beber, pois estava com crise de identidade. Hoje, aos 25 anos, o ex-atleta em 2,13m de altura e 127 quilos.

Fonte

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Mais um pobre coitado que se convenceu que é algo que nunca vai ser.

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