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terça-feira, 5 de maio de 2015

Destrinchando falácias anti-família e anti-crianças

Um comentador afirma o seguinte em relação ao post "6 evidências de que os relacionamentos homoeróticos são prejudiciais e destrutivos" (http://bit.ly/1OpvhIo):

Destrinchando falacias medievais 

"1. É negada à criança a possibilidade de ter um pai ou uma mãe".

a proibição da união civil natural não vai impedir que uma criança possa ser criada por dois homens, seria simples eles contratarem uma barriga de aluguel ou até pedir a uma parente pra conceber uma criança e um deles registrar como pai, como vocês iria proibir isso? 

A legalização da adopção homoerótica irá causar a que haja crianças que nunca venham a ter a chance de ter uma família normal (um pai, uma mãe). Se tu dizes que criança X pode ser adopta por dupla homoerótica Z (assumindo a raridade dessa dupla ficar junta para sempre),essa criança X nunca vai ter uma família normal. 

esse tipo de critica é um atentado a liberdade individual, não adianta pegar estudos feitos por ultra-conservadores com intuito de desqualificar as pessoas, isso foi feito com negros também.

Os estudos "ultra-conservadores" não têm o intuito de "desqualificar pessoas" mas sim demosstrar como a criança se desenvolve melhor criada pelo pai e pal mãe, e não só com o pai, ou só com a mãe, ou criada por uma dupla homeorótica.

"2- Os relacionamentos homossexuais irão muito provavelmente causar a que as crianças cresçam "sexualmente confusas" 

" da mesma forma que existm estudos que dizem que crianças criadas por um casal homo cresce bem e feliz, tudo vai depender do pesquisador, ou seja, pesquisas não trazem verdades absolutas. por exemplo http://super.abril.com.br/.../4-mitos-filhos-pais-gays... 

1. Não há "casais" homo porque só podem formar um casal as pessoas que podem biologicamente ACASALAR. Um homem estéril e uma mulher fértil são um casal porque são um macho e uma fêmea, e para acasalar é isso que é preciso. O facto deles não poderem procriar é consequência pessoal e não do acto em si. Um dupla homossexual saudável nunca pode ser um casal porque o seu acto é um acto estéril.

2. Também há crianças que criadas por mães solteiras ou pais solteiros que crescem "bem e felizes" mas isso não quer dizer que essa seja a situação óptima.

3. As pesquisas feitas por cientistas junto de adultos que foram criados por duplas homoeróticas revelam que esses adultos têm mais problemas sociais, psicológicos, económicos e emocionais do que as crianças educadas pelo pai e pele mãe: "Estudo de Mark Regnerus cientificamente válido".

O "3-"casamento" homossexual falha ao não criar uma família, produzindo em seu lugar uma união estéril"

Então casais estereis não podem casar? e como já disse, gay também faz filho, basta achar alguém do outro sexo que queira cooperar rs 

Os casais estéreis não deixam de ser um pai e uma mãe. Se esse casal resolver adoptar uma criança, há grandes probabilidades dessa criança vir a ter um desenvolvimento mais saudável do que a mesma criança adoptada por uma dupla homoerótica.

"4) O "casamento" homossexual é potencialmente perigoso e "infiel"" 

Engraçado, a galera diz que homossexuais são promíscuos, mas quando eles querem um avida estável as mesmas ficam de mimimi

O facto de se querer uma vida estável, não quer dizer que se vai ter uma vida estável. Para além disso, o problema não é o que os homoeróticos querem mas o que é o melhor para a criança. Vocês têm que parar de pensar nos adultos e pensar primeiro nas crianças.

a promiscuidade existe independente de sexualidade e não existem dados confiáveis para dizer que um é diferente do outro!

Existem muitos dados que demonstram como a promiscuidade é comparativamente, percentualemente e proporcionalmente maior  entre os homoeróticos (especialmente entre os homens homoeróticos).

5) Os outros itens eu não vou nem comentar, são tão ridículos que os que eu já respondi abarca eles, e você estagiário , aceita que doí menos!

Sem refutação, então. Ainda bem.



terça-feira, 24 de março de 2015

Adopção homoerótica é violência psicológica contra as crianças

Por Lindsey Bruce

A pergunta mais comum que oiço da parte dos defensores do "casamento" homossexual é "Quem é que será prejudicado?", e esta é uma boa questão. Se dois homens ou duas mulheres se querem "casar", isso não me afecta de maneira alguma visto que o meu dia-a-dia não sofrerá qualquer tipo de alteração. Logo, porque é que esse assunto deveria ser da minha conta? O problema é que crianças são trazidas para dentro da questão, e a pergunta citada em cima torna-se perigosa.

Recentemente 4 adultos educados por duplas homossexuais - conhecidos como o "quarteto da verdade" - submeteu um depoimento ao "5th U.S. Circuit Court of Appeals" em oposição aos "casamentos" homossexuais. O tribunal, que está a deliderar se deve ou não manter as leis que defendem o casamento homem-mulher intactas no Texas, na  Louisiana  e no Mississippi, irá ouvir os argumentos em New Orleans na 6ª-Feira.

Uma mulher, Dawn Stefanowicz, disse que o seu pai estava tão obcecado no sexo que quando ela trouxe para casa um colega de escola, tanto o pai como o seu parceiro sexual propuseram sexo ao rapaz.

B.N. Klein, outra mulher criada por uma dupla homossexual, disse que a sua mãe e a sua parceira lésbica desdenhavam por completo as famílias heterossexuais. Ela não teve  pista alguma sobre a interacção diária entre um marido e a sua esposa até que foi para um orfanato.

Robert Oscar Lopez cresceu emocionalmente tão confuso relativo ao relacionamento lésbico da sua mãe que quando era adolescente envolveu-se em prostituição homossexual e em relacionamentos homossexuais e bissexuais já na idade adulta.

Claro que não é isto que acontece em todos os casos de adopção homossexual; Will Miller, de 28 anos, foi educado por duas amorosas parceiras lésbicas, e disso ao tribunal que, enquanto crescia no Mississippi com as suas duas mães, elas "deixaram bem claro" que ele não tinha nada que mentir ou esconder a sua vida perante elas. Miller escreveu:

Elas amavam-me e isso é o que importa. A minha infância foi extraordinária porque ela foi normal.

Will destacou-se na vida académica e está agora a viver uma vida bem sucedida, tal como as duas mães biólogas que o educaram.

Infelizmente não foi isso que aconteceu no caso da senhora Stefanowicz, que afirmou que a sua vida era tudo menos normal. "Tu acabas por não ter um lar de verdade. Os nossos ambientes familiares têm características únicas e instáveis" devido à presença ou ausência dos pais biológicos, pais legais ou guardiões ou vários parceiros sexuais dos pais, escreveu Stefanowicz, que passou os primeiros 30 anos da sua vida associada à subcultura gay, lésbica, bissexual e transsexual, e alguém que já falou com dezenas de adultos que foram educados por duplas homossexuais.

"Passas a tua infância a tentar agradar os adultos", escreveu ela, explicando que muitos adultos - até os antigos parceiros sexuais dos pais - sentem que podem falar sobre "o local onde vives, a quem é que visitas, em que escola tu andas, quais os médicos que visitas, quais os procedimentos médicos que executas, qual é a fé/religião que prácticas. Fui exposta a actividades sexuais evidentes tais como a sodomia, a nudez, a pornografia, o sexo em grupo, o sadomasoquismo, e todas essas coisas,"  escreveu a senhora Stefanowicz, adicionando que às vezes acontecia o seu pai levá-la para as suas visitas de "cruzeiro" a galerias de arte homossexual, praias de nudismo e parques públicos.

Tal como outras filhas de homens homossexuais com quem ela falou, a senhora Stefanowicz disse que sentia que ela, e a sua feminidade, não foram valorizadas e afirmadas. Isto não quer dizer que ser educado num ambiente homossexual é garantia de infância doentia. Deus sabe que existem famílias heterossexuais que negligenciam as suas crianças e educam-nas em ambientes desastroso. Quer apoiemos ou não o acto de duplas homossexuais educarem crianças, o facto permanece que a criança está a ver-lhe negada a possibilidade de ter um pai e uma mãe.

Em alguns casos esse facto não importa, mas noutros é devastador.

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