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quarta-feira, 23 de setembro de 2015

O porquê do homossexualismo ser insustentável e do "casamento" homoerótico não ajudar.

Por Joseph Sciambra

Segundo um estudo em torno homossexuais masculinos sexualmente activos e residentes em Ontário (Canadá), de todos os novos casos de infecções com o HIV, “51%  foram através do sexo anal com o uso do preservativo e16%  através do sexo oral.” (1). O mesmo relatório apurou que “O falhanço do preservativo é frequentemente devido à rotura e à derrapagem, e por vezes (mas nem sempre) devido ao uso não-óptimo.”

Esta é a triste situação em que estamos porque os preservativos são mais susceptíveis de se romperem quando são usados analmente em oposição ao uso vaginal. De facto, a FDA nunca chegou a "esclarecer ou aprovar qualquer tipo de preservativo para uso especifico no sexo anal”. Isto é o que o site da FDA diz (2):

É mais provável que os preservativos se rompam durante o sexo anal do que durante qualquer outro tipo de actividade sexual devido à maior quantidade de fricção e de outro tipo de stress envolvido.

Para além disso, devido a  natureza frequentemente agressiva e até violenta do sexo homossexual masculino, o trauma anal, não só o rompimento do preservativo, é passível de ocorrer . Num estudo similar ao estudo Canadiano, pesquisadores Suíços apuraram que 28% dos homens homossexuais reportaram terem "trauma sexual passivo". (3)

Apesar disto, um argumento crucial em favor do "casamento" homossexual tem sido o de que a estabilidade dos emparelhamentos monogâmicos legalmente reconhecidos entre os homens homossexuais terá o efeito de baixar as taxas de contágio junto da população homossexual masculina. No entanto, outro estudo subverte por completo este argumento:. Numa pesquisa levada a cabo junto de duplas homossexuais, os pesquisadores apuraram que:

A maioria das duplas [homossexuais masculinas] permitia o sexo com parceiros externos. De modo geral, 65% dos homossexuais da amostra envolveu-se em
UAI [="unprotected anal intercourse"] com o parceiro primário.... Entretanto, 22% da amostra envolveu-se em pelo menos um episódio de UAI com um parceiro sexual externo, metade dos quais parceiros externos com um estatuto discordante ou desconhecido em relação ao HIV. (4)

Portanto, a psique dos homens homossexuais, que está pré-disposta para a promiscuidade, irá reduzir ou anular qualquer suposto benefício do "casamento" homossexual.

Mas porque é que isto acontece? Eis o que posso afirmar tendo como base a minha [do Joseph] experiência: Especialmente durante os dias iniciais do meu estilo de vida homossexual, sempre tive atracção por aqueles homens que representavam, ou pareciam projectar, uma qualidade ou uma característica que eu acreditava não ter. Na maior parte das vezes, eu senti isto como uma força claramente indefinível de confiança, estabilidade e masculinidade.

Houve um homem em particular que - pensava eu - encapsulava as três. No entanto, o facto de ter estado com ele, ter tido relações sexuais com ele, não mudou a minha auto-percepção visto que o meu sentimento de inadequação (que levou à minha incomum necessidade de afirmação masculina) não estava de maneira alguma relacionada com ele; ele não me poderia fazer no homem que eu pensava que não era.

Creio que o rapaz perdido que se encontrava dentro de mim queria um pai, mas como alguém que tentava passar a ser um homem, eu não queria um pai. Provavelmente se esta tivesse sido uma relação heterossexual as coisas teriam funcionado visto que a natureza complementar entre o homem e a mulher satisfaz e preenche ambas as partes da biologia e da experiência humana.

Mas nós fomos atraídos um para o outro numa falsa atracção magnética apenas para nos apercebermos que, tal como dois pólos [iguais], nós repelíamo-nos. O novelista homossexual Andrew Holleran provavelmente explicou este drama trágico quando escreveu:

Com dois egos masculinos é muito complicado. Os homens pura e simplesmente não foram criados para se prostrarem perante outros homens.

Em conclusão, o homossexualismo masculino é totalmente insustentável, até mesmo dentro do contexto "sexo-seguro" profilático, porque as forças naturais em operação geram um situação física onde a lesão, mesmo as menores, é sempre uma possibilidade distinta e, desde logo, deixa ambos os parceiros abertos à infecção e à doença.

Para além disso, uma vez que a sexualidade homossexual masculina é inerentemente impulsiva, ascendendo e caindo tão rapidamente como uma erecção, o impulso para executar estes cenários, mesmo quando estão cientes dos riscos físicos, por vezes está significativamente para além do controle dos participantes.

No entanto, esta mesma sexualidade homossexual masculina está tão enraizada e é patologicamente motivada por desejos infantis tão distantes que muitos homossexuais masculinos podem até nem ter lembrança de alguma vez terem outro tipo de sentimentos; devido a isto é que muitas vezes eles acreditam de modo firme que eles nasceram assim.

Dois estudos mostram que traços de personalidade, associados a papéis sexuais infantis confusos, frequentemente determinam a participação em certos actos e hábitos homossexuais quando se chega à idade adulta:

...... o FGI [Freund Feminine Gender Identity Scale] (e muitos dos seus factores e items) está significativamente associado a preferência por sexo anal receptivo.” (5)

Dito de outra forma, rapazes que cresceram a exibir características femininas frequentemente passam a ser adultos que preferem sexo anal receptivo.

Num outro estudo parecido, “MIPs [male insertive partners] desejavam sexo onde eles eram dominantes e no controle, ao mesmo tempo que MRPs [male receptive partners] desejavam sexo onde eles eram dominados ou 'tomados'. O desejado diferencial de poder era evidenciado através do tipo de comportamento sexual e através do tipo de parceiros desejados. Estes dados salientam a importância do poder como motivador sexual." (6)

Consequentemente, os homens homossexuais estão constantemente a reencenar o enredo dominante-submisso - uma perversão da relação pai-filho - numa tentativa de lidar com as memórias dolorosas. Então, quando invariavelmente se envelhece, ocorre esta bizarra reversão: o rapaz passa a ser o pai e tem agora que assumir o papel contrário. O problema é que nunca se passa a ser um homem, mas tu tentas provar o teu ténue entendimento da masculinidade dominando os jovens e os sem-experiência.

Este é um ciclo vicioso horrível. Do ponto de vista fisiológico, os homens homossexuais não podem continuar neste caminho; a sua única esperança para uma saúde, paz e cura genuínas é através dum programa de vida onde inicialmente abraçam a castidade, e posteriormente o aconselhamento espiritual e psicológico seguido de terapia reparativa.

~ http://bit.ly/1UfWJrA

Referências:

1. “HIV Transmission among Men Who Have Sex with Men due to Condom Failure”
Robert S. Remis, Michel Alary, Juan Liu, Rupert Kaul, Robert W. H. Palmer
Published: September 11, 2014DOI: 10.1371/journal.pone.0107540

2. http://www.fda.gov/ForPatients/Illness/HIVAIDS/ucm126372.htm

3. “Over Half of MSM in Swiss Study Group Don't Know About HCV Infection”
ICAAC 2014 54th Interscience Conference on Antimicrobial Agents and Chemotherapy
September 5-9, 2014, Washington, DC

4. “Relationship characteristics associated with sexual risk behavior among MSM in committed relationships.”
Hoff CC1, Chakravarty D, Beougher SC, Neilands TB, Darbes LA.
AIDS Patient Care STDS. 2012 Dec;26(12):738-45. doi: 10.1089/apc.2012.0198.

5. “Effects of recalled childhood gender nonconformity on adult genitoerotic role and AIDS exposure. HNRC Group.”
Weinrich JD1, Grant I, Jacobson DL, Robinson SR, McCutchan JA.
Arch Sex Behav. 1992 Dec;21(6):559-85.

6. Damon, Will (2001). “The relations of power and intimacy motives to genitoerotic role preferences in gay men: A pilot study.” Canadian Journal of Human Sexuality. 2000 Vol 9(1) 15-30.

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Como o pseudo-casamento homoerótico mudou o Canadá

Por Diane Robertson

Em 2005, o Canadá sorrateiramente legalizou o "casamento" homossexual. Ao contrário dos Estados Unidos, não houve batalhas legais e, basicamente, polémica alguma em relação a isso; apenas aconteceu. E desde então, não ouvimos alguém dizer que o "casamento" homossexual havia mudado alguma coisa no Canada.

Até agora.

A cidadã Canadiana e filha dum homem homossexual, Dawn Stefanowicz deu início a uma discussão não só sobre a sua vida como criança dum homem homossexual, mas também do que o "casamento" homossexual tem feito ao Canadá. Estas são as 3 formas através das quais o "casamento" homossexual tem mudado a sociedade Canadiana:

1. Paternidade.

As leis relativas à paternidade e às leis paternas mudaram imediatamente. A lei que legalizou o "casamento" homossexual ("Bill C-38") incluía uma provisão para redefinir a paternidade de "pais naturais" para "pais legais". As crianças já não têm o direito legal aos pais biológicos, e os pais biológicos jã não têm o direito legal aos seus filhos.

Para além disso, o "casamento" homossexual infringiu direitos paternais de todos os pais. A Human Rights Commission começou a regular a habilidade paterna de ensinar às crianças as sus crenças, as suas opiniões, e a sua fé, se por acaso as crenças dos pais fossem diferentes das crenças que a escola ensina e promove. Stefanowicz explica:

Se por acaso vocês ensinam aos vossos filhos que os relacionamentos homoeróticos estão errados, e que todas as crianças merece um pai e uma mãe, e que o único sexo que é permitido é o que ocorre dentro do casamento entre um homem e a sua esposa, vocês podem correr o risco de ver a polícia a vir-vos fazer perguntas em relação às crenças, especialmente se os vossos filhos as discutem dentro das salas de aulas.

Consequentemente, os pais sentem a interferência Estatal quando falam de assuntos centrados em questões morais e em questões de valores e ensinamentos relativos à família, à paternidade, e à educação sexual nas escolas.

2. Liberdade de Expressão

O discurso de ódio passou a ser um crime em 2004, e ele pode ser definido como qualquer pessoa que discorde com o comportamento sexual. Embora a secção focada no discurso de ódio que se encontrava na lei tenha sido repelida em 2014, a maior parte das províncias têm leis de discurso de ódio adicionais que têm o mesmo efeito. Antes da revogação, a Human Rights Commissions do Canadá tinha uma taxa de condenação na ordem dos 100%. Se por acaso alguém fosse acusado de "discurso de ódio" por outra pessoa, a primeira teria que pagar milhares de dólares em custos legais.

A Human Rights Commission [ed: isto é, o governo] ainda tem o poder de entrar dentro das residências particulares e retirar qualquer coisa pertinente a uma investigação envolvendo o discurso. De modo efectivo, isto anulou a habilidade dos Canadianos falar e escrever livremente, incluindo na internet. A Canadian Radio-television e a  Telecommunications Commission censurou todos os média. As licenças de emissão podem ser anuladas se as estações televisivas ou radiofónicas  emitirem algo que pode ser considerado anti-lgbt

3. Liberdade Religiosa

Donos de empresas, quer sejam empresas grandes ou pequenas, domésticas ou na posse de famílias, não têm a liberdade de negar prestar serviços que violam as suas convicções religiosas, se esses serviços forem pedidos por membros do grupos lgbt. Não houve nenhuma batalha a envolver bolos para cerimónias homossexuais; isso é puramente ilegal.

De facto, aquilo que é pregado nas igrejas pode ser levado para junto da Human Rights Commission. Mais uma vez, Stefanowicz explica:

A liberdade de associação e liberdade de expressão em relação a tópicos centrados no casamento homem-mulher, na família e na sexualidade encontra-se restritos. Os activistas muitas vezes tomam parte de cultos e serviços religiosos, prestando atenção a qualquer coisa que eles consideram discriminador contra os lgbt, para depois reportarem à Human Rights Commission. A maior parte dos líderes comunitários passou a ser politicamente correcta como forma de evitar multas e perda do estatuto de instituição de caridade

Já se passaram dez anos desde que o "casamento" passou a ser legal no Canadá. Desde então, leis que garantiam a liberdade de expressão, liberdade de imprensa, e liberdade religiosa, foram essencialmente revogadas em favor da protecção dos sentimentos duma pequena minoria da população Canadiana. Os direitos dos pais e das crianças foram lançados fora.

Conclusão: A mudança das leis em torno do casamento afecta toda a nação. Nenhuma nação pode redefinir a família, a unidade básica da sociedade, sem que ocorram consequências que afectam todos.

- http://goo.gl/HjYjQo

* * * * * * *

Como sempre acontece, os conservadores ainda não se aperceberam que a agenda lgbt é uma fachada que o governo usa para aumentar os seus (do governo) poder. A elite esquerdista que controla o Canadá não colocou em práctica as leis pró-lgbt para proteger os homossexuais mas sim para atacar os Cristãos. Pensem assim: será que os mesmos activistas que entram nas igrejas e escutam as pregações que lá ocorrem fazem o mesmo dentro das mesquitas do Canadá? A resposta é óbvia.

Como já foi dito, a guerra não é lgbt vs Cristãos, nem homossexuais vs Cristãos, mas sim governo vs Cristãos. O texto diz que "os pais sentem a interferência Estatal quando falam de assuntos centrados em questões morais" e esse é o foco da questão; o governo que ensinar uma nova moralidade à sociedade mas isso não pode acontecer enquanto existirem pessoas que pregam a moralidade Bíblica. Mas como o governo não pode declarar uma guerra aberta aos Cristãos (como o fizeram os Comunistas e a Nacional Socialista), o que ele faz é usar a agenda homossexual como arma bélica.

Aquilo que as pessoas vêem é um governo a "defender" os homossexuais mas o que as pessoas têm que ver é um governo a aumentar o seu poder e a usar esse poder para silenciar as pessoas que não concordam com a sua agenda cultural e moral. Por enquanto, os governos ocidentais estão ocupados a atacar os Cristãos, mas mal a oposição Cristã esteja vencida, eles vão-se virar para outros "inimigos" (tal como Estaline começou a atacar os membros do seu próprio partido mal viu o seu poder consolidado).

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Como o pseudo-casamento homossexual afecta negativamente toda a sociedade

I. Redefine a Pessoalidade

O "casamento" homossexual (tal como avançando pelo movimento lgbt) tornou-se numa ponte para que se deixe que pessoas com uma multitude de "identidades" não-biológicas vejam essa condição reconhecida e legalmente legitimada em todos os níveis da sociedade, e, de modo importante, dentro da instituição do casamento.

Logo, uma vez que a pessoalidade já não tem a biologia como o seu cerne fundamental, então o que significa ser uma pessoa muda de algo cimentado e concreto e imutável como a biologia, para algo subjectivo, mutável e com uma base instável nos sentimentos e na forma de pensar: http://wapo.st/1DBI4At , http://bit.ly/1IXSrP3

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II. Redefine a Paternidade (Corta a ligação e entre a Biologia e a Paternidade)


* a) Neutraliza toda a terminologia que existe na lei familiar que é um reflexo das distinções paternais biológicas: http://bit.ly/1DXi6tl

* b) Cria múltiplos pais, equivalentes perante a lei: http://bit.ly/1JE7LkL , http://bit.ly/1JE7LkL , http://bit.ly/1anA4XV , http://bit.ly/1ar9f5l

* c) Muda a presunção de paternidade para a presunção genericamente neutra de paternidade, e/ou deixa uma parente lésbica não-biológica assumir a presunção de paternidad:  http://wapo.st/1GGMokr , http://bit.ly/1GGMybC

* d) Cria e abre a porta a novas categorias de "pas" visto que a biologia é ainda mais separada da paternidade - parente de facto, parente psicológico, parente intencional, mãe-biológica, parente gestacional: http://bit.ly/1DDU70d , http://bit.ly/1H3jiu7

* e) Promove ainda mais a remoção do nome dum parente biológico do certificado de nascimento da criança, substituindo-o com o nome do "parente" não-biológico gay/lésbico/trans: http://usat.ly/1aOrQc6 , http://bit.ly/1aOrX7x

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III. Redefine o Casamento


* a) Muda o foco [do casamento] das crianças para o amor entre duas pessoas: http://herit.ag/1HnWlCg

* b) Altera a lei familiar em torno do casamento para se ajustas as normas lgbtq, que por sua vez faz com que a lei familiar fique desajustada em relação às famílias heterossexuais (o modelo único não funciona) e, em última análise, prejudica as crianças: http://bit.ly/1DZ8bDD , http://bit.ly/1CF3H , http://bit.ly/1DXi6tl

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IV. Perturna a Ordem Social Sexual


* a) O advento dos Direitos dos Trans e dos Direitos dos Não-Genericamente Binários deformou a sociedade de modo a deixar que os indivíduos que são do  sexo oposto àquele do qual se identificam, obtenham o "direito" de serem incluídos em:

1. Instalações do Sexo Oposto: http://bit.ly/1ari13k , http://bit.ly/1PHKYc0 , 

2. Estatísticas de Saúde do sexo do oposto: http://bit.ly/1CF6dCh

3. Equipas atléticas do sexo oposto: http://bit.ly/1yqO3bk

4. Abrigos para o sexo oposto: http://bit.ly/1FFqngh

5. Grupos Só-Para-Mulheres ou Só-Para-Homens (grupos de apoio, festivais, reuniões, encontros): http://bit.ly/1CF83mE


7. Situações onde se louvam homens que imitam mulheres: http://ti.me/1IIqQ7K

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V. Promove e Reforça métodos abusivos de obter crianças


* a) Barrigas de aluguer: http://bit.ly/1JGZKvl , http://bit.ly/1DE54yH

* b) Doação de Esperma / Fertilização in Vitro:  http://bit.ly/1FQzLjM

* c) Adopção (quando há melhores alternativas para a mãe da criança): http://bit.ly/1DeHHKH

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VI. Promove crianças que se identificam como "transgéneras"


O "casamento" homossexual abriu todas as questões em torno dos lgbtq e causou a que elas viessem para a linha da frente da sociedade como forma de receberem legitimidade e serem promovidas; o transgenerismo de crianças é um bom exemplo disso mesmo: http://bit.ly/1OalL6t , http://bit.ly/1GH1arf , 


terça-feira, 24 de março de 2015

Adopção homoerótica é violência psicológica contra as crianças

Por Lindsey Bruce

A pergunta mais comum que oiço da parte dos defensores do "casamento" homossexual é "Quem é que será prejudicado?", e esta é uma boa questão. Se dois homens ou duas mulheres se querem "casar", isso não me afecta de maneira alguma visto que o meu dia-a-dia não sofrerá qualquer tipo de alteração. Logo, porque é que esse assunto deveria ser da minha conta? O problema é que crianças são trazidas para dentro da questão, e a pergunta citada em cima torna-se perigosa.

Recentemente 4 adultos educados por duplas homossexuais - conhecidos como o "quarteto da verdade" - submeteu um depoimento ao "5th U.S. Circuit Court of Appeals" em oposição aos "casamentos" homossexuais. O tribunal, que está a deliderar se deve ou não manter as leis que defendem o casamento homem-mulher intactas no Texas, na  Louisiana  e no Mississippi, irá ouvir os argumentos em New Orleans na 6ª-Feira.

Uma mulher, Dawn Stefanowicz, disse que o seu pai estava tão obcecado no sexo que quando ela trouxe para casa um colega de escola, tanto o pai como o seu parceiro sexual propuseram sexo ao rapaz.

B.N. Klein, outra mulher criada por uma dupla homossexual, disse que a sua mãe e a sua parceira lésbica desdenhavam por completo as famílias heterossexuais. Ela não teve  pista alguma sobre a interacção diária entre um marido e a sua esposa até que foi para um orfanato.

Robert Oscar Lopez cresceu emocionalmente tão confuso relativo ao relacionamento lésbico da sua mãe que quando era adolescente envolveu-se em prostituição homossexual e em relacionamentos homossexuais e bissexuais já na idade adulta.

Claro que não é isto que acontece em todos os casos de adopção homossexual; Will Miller, de 28 anos, foi educado por duas amorosas parceiras lésbicas, e disso ao tribunal que, enquanto crescia no Mississippi com as suas duas mães, elas "deixaram bem claro" que ele não tinha nada que mentir ou esconder a sua vida perante elas. Miller escreveu:

Elas amavam-me e isso é o que importa. A minha infância foi extraordinária porque ela foi normal.

Will destacou-se na vida académica e está agora a viver uma vida bem sucedida, tal como as duas mães biólogas que o educaram.

Infelizmente não foi isso que aconteceu no caso da senhora Stefanowicz, que afirmou que a sua vida era tudo menos normal. "Tu acabas por não ter um lar de verdade. Os nossos ambientes familiares têm características únicas e instáveis" devido à presença ou ausência dos pais biológicos, pais legais ou guardiões ou vários parceiros sexuais dos pais, escreveu Stefanowicz, que passou os primeiros 30 anos da sua vida associada à subcultura gay, lésbica, bissexual e transsexual, e alguém que já falou com dezenas de adultos que foram educados por duplas homossexuais.

"Passas a tua infância a tentar agradar os adultos", escreveu ela, explicando que muitos adultos - até os antigos parceiros sexuais dos pais - sentem que podem falar sobre "o local onde vives, a quem é que visitas, em que escola tu andas, quais os médicos que visitas, quais os procedimentos médicos que executas, qual é a fé/religião que prácticas. Fui exposta a actividades sexuais evidentes tais como a sodomia, a nudez, a pornografia, o sexo em grupo, o sadomasoquismo, e todas essas coisas,"  escreveu a senhora Stefanowicz, adicionando que às vezes acontecia o seu pai levá-la para as suas visitas de "cruzeiro" a galerias de arte homossexual, praias de nudismo e parques públicos.

Tal como outras filhas de homens homossexuais com quem ela falou, a senhora Stefanowicz disse que sentia que ela, e a sua feminidade, não foram valorizadas e afirmadas. Isto não quer dizer que ser educado num ambiente homossexual é garantia de infância doentia. Deus sabe que existem famílias heterossexuais que negligenciam as suas crianças e educam-nas em ambientes desastroso. Quer apoiemos ou não o acto de duplas homossexuais educarem crianças, o facto permanece que a criança está a ver-lhe negada a possibilidade de ter um pai e uma mãe.

Em alguns casos esse facto não importa, mas noutros é devastador.

sábado, 26 de abril de 2014

Homossexuais contra o "casamento" homossexual

Dois comentadores homossexuais afirmaram que o "casamento" homossexual altera de um modo fundamental a definição da instituição de casamento, e apenas alguns poucos "protestantes" homossexuais é que queriam essa alteração.

O crítico de arte Brian Sewell e o colunista Andrew Pierce fizeram os seus comentários no momento em que os "casamentos" homossexuais começavam a ocorrer no Reino Unido. Escrevendo para o The Telegraph, Sewell disse que as uniões civis "pareciam ser a reforma final necessária":

Mas dentro de todas as minorias há um cerne de políticos e protestantes focados num só tópico que nunca estão satisfeitos e exigem sempre mais; entre os homossexuais, tanto homens como mulheres, isso não é excepção. Foi este núcleo barulhento que exigiu o casamento [sic] homossexual e, vendo um punhado de votos nisso, que levou David Cameron a dar o seu apoio.

Sewell comentou que, embora ele tenha "calmamente feito a minha parte na campanha pela igualdade", o "casamento" homossexual é "um direito que eu deploro". Ele disse ainda que a sociedade Britânica encontra-se "enraizada" no Cristianismo, e que a maior parte dos homossexuais "estão satisfeitos em respeitar a crença sincera e profunda mantida por Cristãos sérios e informados" que dão o seu apoio ao casamento entre um homem e uma mulher.

Sewell concluiu que foram "desperdiçados" recursos na "campanha errada".

Escrevendo para o Daily Mail, Andrew Pierce disse que o "casamento" homossexual teve o apoio do "políticos heterossexuais casados tais como David Cameron, que viram uma oportunidade cínica para polir as suas melosas credenciais liberais ao forçar o casamento [sic] homossexuals".

No entanto, disse Pierce, a introdução do "casamento" homossexual foi "politicamente, um erro de cálculo desastroso". Ele acrescentou que os políticos "ofenderam milhões de pessoas ao redefinirem arrogantemente o significado da relação entre um homem e uma mulher que há milhares de anos tem sido o pilar da sociedade":

Eles colocaram a Igreja numa posição desagradável ao sugerirem que ela tinha o dever moral de executar cerimónias homossexuais quando a larga maioria do clero e dos membros das congregações são contra elas. Pior ainda, os casamentos [sic] homossexuais que foram instalados não tornaram as duplas homossexuais mais "iguais" de qualquer forma significativa.

Fonte

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Estes homossexuais revelam o que já se sabia: a maior parte dos homossexuais não está interessada no "casamento" homossexual; só uma minoria de homossexuais politicamente motivada é que desenvolve esforços para perverter a definição de casamento.

Mas esta minoria de homossexuais não seria bem sucedida se não fosse a existência de políticos que olham com bons olhos a destruição da instituição do casamento. É essa elite política que é responsável pelo sucesso aparente da agenda homoerótica nos países Ocidentais. 

Resumindo: "Casamento" homossexual é uma manobra política que visa destruir o casamento natural, e não algo feito para beneficiar os homossexuais. Quem se opõe ao "casamento" homossexual não o faz motivado por ódio aos homossexuais, mas sim por amor à sociedade.

domingo, 19 de janeiro de 2014

A homofobia da Coca-Cola

A companhia Coca-Cola encontra-se a defender as suas acções depois de receber críticas por parte dos activistas homossexuais por ter cortado uma cena dum comercial de televisão que foi emitido na Irlanda. A companhia de bebida está actualmente a publicitar o seu produto na Europa correndo um comercial que faz parte da sua mais recente campanha "Reasons to Believe" [Razões para Acreditar].

A dita campanha tem como propósito inspirar o público mostrando que para cada situação negativa na vida há uma experiência positiva. A anúncio comercial inclui uma sequência de experiências negativas, tais como perder um combate ou vandalismo público, contraposto com uma situação positiva, tal como uma mãe a preparar um bolo ou pessoas a dançar ao som de música pública.

A maior parte das versões do novo anúncio, tal como as versões Holandesas, Norueguesas e Britânicas, terminam mostrando uma dupla homossexual a "casar-se". No entanto, a versão Irlandesa termina mostrando uma casal interracial caminhando pelo corredor duma igreja (em vias de casar) sob a frase: "Para cada demonstração de ódio, há 5,000 celebrações de amor."


A decisão de substituir a cena do pseudo-casamento homoerótico com um casal interracial fez com que os activistas homossexuais rapidamente passassem a lançar críticas à companhia através da internet. A Coca-Cola tornou-se num termo em voga na Irlanda à medida que as pessoas de ambos os lados partilhavam a sua opinião em relação à crítica.

Um porta-voz da companhia disse ao TheJournal.ie (jornal Irlandês) que a companhia não incluiu uma imagem da dupla homoerótica na Irlanda porque o "casamento" homossexual ainda não foi legalizado no pais, e cada anúncio publicitário levou em conta as sensibilidades culturais de cada país. Por exemplo, a versão do Reino Unido do comercial mostrou um árbitro com um cartão vermelho num jogo de futebol enquanto que a versão Irlandesa mostrou uma celebração do Dia de São Patrício ["St. Patrick’s Day celebration"].

Falando do incidente, o porta-voz da companhia afirmou:

O objectivo principal é o de que as vinhetas nos anúncios ressoem com as pessoas de cada país e que elas sejam realmente representativas dos tópicos culturais com os quais eles estão acostumados e que eles valorizam. Observarão, por exemplo, que a cena do Dia de São Patrício só está presente na versão Irlandesa da campanha uma vez que, em termos culturais, é só lá que isso é relevante.

Como vocês correctamente dizem, as imagens de casamento usadas no Reino Unido e em outras partes da Europa exibem dois homens a casar [sic]. O motivo pelo qual isto foi alterado na Irlanda é que, embora a união civil seja legal, o casamento [sic] gay ainda não é. Isto será alvo de referendo em 2015. Nós queríamos que cada cena de casamento fosse relevante e válido para cada um dos mercados.


A explicação do porta-voz foi considerada razoável por quase todos, mas muitos activistas homossexuais continuaram a exigir que a cena do "casamento" homossexual fosse recolocada no anúncio, embora o "casamento" homossexual não seja ainda legal na Irlanda. Jerry Buttimer, um político e homossexual assumido, pertencente ao partido "Ireland’s Fine Gael", tem sido uma das pessoas a apelar que a Coca Cola volte a colocar a cena dos dois homens a "casar" na versão Irlandesa da campanha:

Eu proporia que eles reinstalassem essa parte do anúncio. A Coca Cola já fez grandes campanhas no passado, e como tal, eles não deveriam marginalizar ou alienar ou discriminar nenhuma pessoa da ilha.

Alguns activistas homossexuais estenderam as suas críticas à Coca Cola, acusando a companhia de concordar em ser um patrocinador de peso dos Jogos Olímpicos de Inverno em Sochi, Rússia. Apesar da companhia Coca Cola ser presença habitual nos eventos olímpicos passados, e estando sempre presente nos maiores eventos desportivos, os activistas homossexuais afirmaram que a companhia deveria boicotar os Jogos na Rússia visto que o país aprovou recentemente legislação que proíbe os homossexuais de publicitarem o seu estilo de vida junto dos menores.

Os activistas homossexuais usaram a aprovação da nova legislação como forma de criticar o país, embora muitos tenham vindo a público afirmar que os activistas de outras nações deveriam respeitar a escolha dos Russos de se governarem segundo as suas leis.

Entretanto, o Comité Olímpico Internacional expressou total confiança na capacidade da Rússia de receber os Jogos Olímpicos de Inverno, para além de terem dito numa declaração que estavam "totalmente satisfeitos" com as leis Russas em torno do homossexualismo.

domingo, 3 de novembro de 2013

Jeremy Irons e as consequências do homossexualismo

Jeremy Irons, actor Britânico vencedor de pelo menos um Óscar, provocou raiva geral  sugerir que as leis em torno do pseudo-casamento homoerótico podem levar a que um pai se "case" com o seu próprio filho como forma de evitar o imposto de herança. Para além disso, Irons expressou receios de que a batalha pelos direitos iguais possa vulgarizar a lei em torno do casamento.

O actor de 64 disse que "não tenho sentimentos fortes para qualquer um dos lados" no que toca ao "casamento" homossexual, mas sugeriu que ele pode ser manipulado de modo a que os pais passem os seus bens os filhos sem serem taxados. Ele disse "Pode um pai não casar com o seu filho?"

Quando ele foi lembrado de que existem leis que proíbem as relações sexuais entre membros familiares, ele respondeu "Não é incesto se for entre homens", acrescentando que "o incesto existe para nos proteger da endogamia, mas os homens não se reproduzem entre si."

Como é normal, a comunidade lgbt e os seus idiotas úteis evitaram de lidar com o argumento levantado por Irons, e em vez disso, trataram de o atacar pessoalmente nas redes sociais. Um utilizador do Twitter escreveu: "Odeio pessoas que declaram não ter sentimentos fortes em relação a algo, mas procedem vomitando sentimentos ofensivos e ignorantes. Outro utilizador disse que isto "era a evidência de que um sotaque Britãnico posh não era sinal de inteligência".

Um porta-voz do grupo homossexual Stonewall disse que, "Poucas pessoas irão concordar com as 'preocupações' bizarras em torno da igualdade no casamento." Levando em conta o seu papel como Papa Alexandre VI na série televisiva "Os Bórgias", o porta-voz disse ainda, "Infelizmente, os seus comentários parecem indicar que ele levou o seu papel de Papa na série Os Bórgias demasiado a sério."

Jeremy Irons disse ao Huffington Post que deseja "toda a sorte do mundo que quem vive com outra pessoa porque isso é fantástico. . . . Viver com outro animal, quer seja um marido ou um cão, é muito bom. É adorável ter alguém a quem amar e acho que o sexo não importa. O que se chama a isso não importa de todo".

Irons, que tem dois filhos e foi casado com a actriz Irlandesa Sinead Cusack durante 34 anos, deu também a sua opinião em torno do "casamento" homossexual versus a união civil:

Parece-me que estão a lutar pelo mesmo. O que me preocupa é que isso signifique que nós vulgarizemos ou alteremos o que o casamento realmente é. Eu só me preocupo com isso.

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Se as leis em torno do "casamento" homossexual não tivessem o objectivo de mudar radicalmente a ideia que temos do casamento, essas leis não teriam qualquer tipo de utilidade. O propósito primário do "casamento" homossexual é mesmo alterar para sempre a definição de casamento de modo a que isso afecte toda a sociedade (e não só os homossexuais).

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

A consequência lógica do pseudo-casamento homoerótico.

Em mais um gesto rumo a destruição da instituição do casamento, dupla homossexual usada pelo Governo Britânico como forma de "vender" a ideia da legislação em favor do pseudo-casamento homoerótico, alegou agora que esta medida não vai suficientemente longe, e que estão a planear processar a Igreja.

Barrie Drewitt-Barlow afirmou que ele e o seu parceiro civil Tony levarão o assunto para os tribunais como forma de forçar as igrejas a albergar "casamentos" homossexuais. Ele afirmou ao Essex Chronicle que ele tomará as acções legais necessárias porque "Ainda não estou a obter o que quero".


Quando o governo Britânico deu os primeiros passos rumo à legalização do pseudo-casamento homoerótico, os críticos alegaram que os activistas não ficariam satisfeitos com a sua nova "igualdade", e que forçariam as instituições Cristãs a executar cerimónias homossexuais. Este novo desenvolvimento veio dar razão aos críticos.

A lei governamental legalizando o "casamento" homossexual foi aprovada recentemente pelo parlamento, mas a mesma incluia medidas que visavam proteger as igrejas de serem forçadas a realizar "casamentos" homossexuais. Drewitt-Barlow disse: 
Para nós, a única forma de avançar e desafiarmos a Igreja nos tribunais.
A dupla homoerótica ganhou fama em 1999 quando se tornou na primeira dupla homossexual britânica a ser nomeada nos certificados de nascimento dos filhos [sic]. Eles deram início à sua união civil em 2006 e alegadamente Barrie Drewitt-Barlow doou cerca de £500,000 para grupos de lobby que fazem activismo em favor da destruição do casamento.

Durante o ano passado, a Igreja de Inglaterra avisou que os planos do Governo de redefinir o casamento pode gerar problemas legais e acabar com a união de 500 anos entre a Igreja e o Estado.

Em Janeiro último um jurista eminente lançou um aviso premonitório, afirmando que os planos do governo colocavam a Igreja de Inglaterra aberta a ataques legais; o PM Britânico David Cameron recebeu uma cópia da opinião de Lord Carey, um antigo Arcebispo de Canterbury. Em Junho de 2012, Crispin Blunt MP, que era na altura o Ministro da Justiça, admitiu que os planos do Governo poderiam gerar questões legais. Blunt afirmou que o Governo busca formas de "proteger, e na verdade, evitar que as instituições religiosas tomem parte nos casamentos [sic] homossexuais", mas que "legalmente, isso pode ser problemático".


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Notaram que os activistas homossexuais só estão a processar os Cristãos embora exista outra confissão religiosa numerosa em Inglaterra que não "casa" os homoeróticos. Porque será que o foco dos activistas homossexuais se centra no Cristianismo?

"Casamento" entre dois homens?!!
Eles não se focam nos não-Cristãos porque a agenda homossexual foi especialmente criada para atacar o Cristianismo (e não para ajudar os homossexuais). Os homossexuais muçulmanos não têm qualquer tipo de protecção por parte dos gayzistas porque a agenda gay não foi feita para outra coisa que não seja reduzir a influência Cristã na cultura.

Devido a isto é seguro afirmar que o avanço da agenda homossexual depende sempre dum ataque à liberdade religiosa dos Cristãos. Se amanhã de manhã todas as denominações Cristãs se afirmarem em favor do gaysamento, o activismo homossexual deixa de existir (mesmo que os homossexuais continuem a ser vítima de violência física).

sábado, 3 de agosto de 2013

Parlamento da Nigéria aprova projecto contra pseudo-casamento homoerótico

O parlamento da Nigéria aprovou nesta quinta-feira um projecto de lei que prevê penas de até 14 anos de prisão para quem se casar [sic] com uma pessoa do mesmo sexo, informou a agência de notícias estatal do país africano, NAN. "O casamento [sic] ou a união civil entre pessoas do mesmo sexo não será formalizado em nenhum local de culto, seja igreja ou mesquita, nem em nenhum lugar da Nigéria", diz o texto aprovado.

O texto também torna ilegal a formação de grupos ou organizações homossexuais. Quem for testemunha do casamento [sic] ou ajudar o casal [sic] de qualquer forma pode ser condenado a até dez anos de prisão, pena máxima prevista também para quem registrar, colocar em funcionamento ou participar de clubes, organizações ou sociedades gays. Também está sujeito à pena qualquer um que der demonstrações públicas de estar em uma relação amorosa homossexual.

Aprovado pelo Senado em 2011, o projecto passou agora pela Câmara dos Deputados com algumas pequenas alterações. Uma comissão com membros das duas casas devem chegar a um acordo sobre o texto final que será encaminhado ao presidente Goodluck Jonathan para sanção.

O sexo gay é proibido no país. Em todo o continente, vários países já preveem penas de prisão para a homossexualidade. A proposta votada na Nigéria chamou a atenção de países europeus, alguns dos quais já ofereceram asilo a minorias sexuais com base em relações de gênero. O governo britânico recentemente ameaçou cortar a ajuda a países africanos que violam os direitos de cidadãos homossexuais.

Na Grã-Bretanha está em discussão um projecto no sentido contrário, de legalizar o casamento gay.


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