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segunda-feira, 29 de junho de 2015

"Os vossos filhos estão a sofrer"

Por Heather Barwick

Caros membros da comunidade homossexual: eu sou vossa filha.  A minha mãe criou-me com a sua parceira lésbica nos anos 80 e 90. Ela e o meu pai estiveram casados durante algum tempo. Ela sabia que era homossexual mesmo de se ter casado, mas por aquela altura as coisas eram diferentes. Foi assim que eu cheguei aqui.

Tal como podem imaginar, foi complicado. Ela deixou-o quando eu tinha 2 ou 3 anos, porque ela queria uma chance de ser feliz com alguém que ela realmente amasse: uma mulher.

O meu pai não era um pessoa espectacular, e depois dela o ter deixado, ele não mais se preocupou em ficar por perto. Lembram-se do livro “Heather Has Two Mommies”? Essa foi a minha vida. A minha mãe, a sua parceira e eu, vivíamos numa pequena casa acolhedora nos subúrbios dum área pequena mas muito liberal e muito de mente aberta.

A parceira da minha mãe tratava-me como se fosse filha dela. Juntamente com ela, eu também herdei a sua lista de amigos próximos dentro da comunidade de gays e lésbicas. Ou será que eles me herdaram?

De qualquer das formas, eu ainda sinto que os homossexuais são o meu povo. Aprendi muito convosco. Aprendi a ser corajosa, especialmente quando é difícil. Vocês ensinaram-me a empatia. Vocês ensinaram-me a ouvir, e ensinaram-me a dançar. Vocês ensinaram-me a não ter medo das coisas que são diferentes. E vocês também me ensinaram como me defender, mesmo que isso significasse ficar sozinha.

Estou a escrever-vos estas coisas porque estou a sair do armário.: eu não apoio o "casamento" homossexual. Mas não é pelas razões qeu vocês pensam.

As Crianças Precisam dum Pai e duma Mãe

Não é porque vocês são homossexuais. Eu amo-vos muito. É devido à própria natureza dos relacionamentos homossexuais.

Enquanto eu crescia, e até aos meus anos 20, eu apoiava e defendia o "casamento" homossexual. Só quando passou a haver algum tempo e distância em relação à minha infância que eu fui capaz de reflectir mais sobre as minhas experiências e reconhecer as consequências a longo prazo que a paternidade homossexual teve sobre mim. E só agora, à medida que eu observo os meus filhos a serem amados pelo seu pai diariamente, que eu posso ver a beleza e a sabedoria da casamento e da paternidade tradicional.

A paternidade e o "casamento" homossexual impede que a criança tenha contacto com a mãe e com o pai, ao mesmo tempo que lhe diz que isso não é importante, que é tudo igual; mas não é. Muitos de nós, muitas crianças, estamos a sofrer. A ausência do meu pai criou um vazio enorme em mim, e eu sofria todos os dias ansiando por um pai. Eu amava a parceira da minha mãe, mas outra mãe nunca poderia substituir o pai que eu havia perdido.

Cresci rodeada de mulheres que diziam que não precisavam de homem algum, mas quando eu era uma menina, eu desesperadamente queria um pai. É estranho e confuso andar um pouco por todo o lado com esta dor profunda por um pai, por um homem, numa comunidade que diz que os homens não são necessários. Houve alturas em que me senti zangada com o meu pai por não estar junto a mim, e houve outras alturas em que me senti zangada comigo mesma por querer um pai. Há partes de mim que até hoje, sentem a perda.

Eu não estou a dizer que vocês não podem ser bons pais; certamente que podem, e eu tive uma das melhores. Não quero também dizer que ser educada por pais heterossexuais é garantia de que tudo vai correr bem. 

Todos nós sabemos que há muitas formas através das quais a unidade familiar pode acabar e causar a que as  crianças sofram: divórcio, abandono, infidelidade, abuso, morte, etc. Mas, de forma geral, a melhor e a mais bem sucedida estrutura familiar é aquele onde as crianças estão a ser criadas tanto pela mãe como pelo pai.

Porque é que as crianças educadas por homossexuais não podem ser honestas?  O "casamento" homossexual não só redefine o casamento, mas também o faz à paternidade. Ele promove e normaliza uma estrutura familiar que necessariamente nega algo tão precioso e fundamental.

Ele nega-nos algo que precisamos e ansiamos, ao mesmo tempo que nos diz que não precisamos aquilo que nós naturalmente tanto ansiamos, que tudo vai ficar bem. Mas não estamos bem. Nós estamos em sofrimento.

Os filhos de pais divorciados são livres para dizer:
Pai, mãe, eu amo-vos mas o divórcio acabou comigo e tem sido difícil. Despedaçou a minha confiança e fez-me sentir como se fosse culpa minha. É tão difícil viver em duas casas diferentes.
As filhos adoptados são livres para dizer:
Pais adoptivos, eu amo-vos, mas isto tem sido difícil para mim. Sofro porque porque o meu relacionamento com os meus primeiros pais foi quebrado. Estou confuso e sinto a falta deles, embora eu nunca os tenha conhecido.
Mas os filhos criados por homossexuais não receberam a mesma liberdade. E não sou só eu a dizer isto. Muitos de nós estamos demasiado assustados para falar e dizer-vos mais sobre o nosso sofrimento e sobre a nossa dor porque, não sei porquê, parece que vocês não estão a prestar atenção, ou que vocês não querem ouvir. Se por acaso nós dissermos que estamos e, sofrimento porque fomos criados por pais homossexuais, somos ignorados ou qualificados de pessoas cheias de ódio.

Isto não tem nada a ver com ódio. Eu sei que vocês entendem a dor dum rótulo que não se ajusta e a dor dum rótulo que é usado para nos atacar ou nos silenciar. E eu sei que vocês realmente foram odiados e que vocês sentiram dor. Eu estava lá, nas marchas, quando eles tinham sinais que diziam "Deus odeia os homossexuais" e "A SIDA cura o homossexualismo!" Eu chorei e fiquei vermelha de raiva naquele momento, na estrada convosco.

Mas essa não sou eu. Nós não somos assim.

Sei que é uma conversa dura, mas nós temos que falar nisso. Se há alguém que pode falar de coisas difíceis, esse alguém sou eu. Vocês ensinaram-me isso.

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terça-feira, 24 de março de 2015

Adopção homoerótica é violência psicológica contra as crianças

Por Lindsey Bruce

A pergunta mais comum que oiço da parte dos defensores do "casamento" homossexual é "Quem é que será prejudicado?", e esta é uma boa questão. Se dois homens ou duas mulheres se querem "casar", isso não me afecta de maneira alguma visto que o meu dia-a-dia não sofrerá qualquer tipo de alteração. Logo, porque é que esse assunto deveria ser da minha conta? O problema é que crianças são trazidas para dentro da questão, e a pergunta citada em cima torna-se perigosa.

Recentemente 4 adultos educados por duplas homossexuais - conhecidos como o "quarteto da verdade" - submeteu um depoimento ao "5th U.S. Circuit Court of Appeals" em oposição aos "casamentos" homossexuais. O tribunal, que está a deliderar se deve ou não manter as leis que defendem o casamento homem-mulher intactas no Texas, na  Louisiana  e no Mississippi, irá ouvir os argumentos em New Orleans na 6ª-Feira.

Uma mulher, Dawn Stefanowicz, disse que o seu pai estava tão obcecado no sexo que quando ela trouxe para casa um colega de escola, tanto o pai como o seu parceiro sexual propuseram sexo ao rapaz.

B.N. Klein, outra mulher criada por uma dupla homossexual, disse que a sua mãe e a sua parceira lésbica desdenhavam por completo as famílias heterossexuais. Ela não teve  pista alguma sobre a interacção diária entre um marido e a sua esposa até que foi para um orfanato.

Robert Oscar Lopez cresceu emocionalmente tão confuso relativo ao relacionamento lésbico da sua mãe que quando era adolescente envolveu-se em prostituição homossexual e em relacionamentos homossexuais e bissexuais já na idade adulta.

Claro que não é isto que acontece em todos os casos de adopção homossexual; Will Miller, de 28 anos, foi educado por duas amorosas parceiras lésbicas, e disso ao tribunal que, enquanto crescia no Mississippi com as suas duas mães, elas "deixaram bem claro" que ele não tinha nada que mentir ou esconder a sua vida perante elas. Miller escreveu:

Elas amavam-me e isso é o que importa. A minha infância foi extraordinária porque ela foi normal.

Will destacou-se na vida académica e está agora a viver uma vida bem sucedida, tal como as duas mães biólogas que o educaram.

Infelizmente não foi isso que aconteceu no caso da senhora Stefanowicz, que afirmou que a sua vida era tudo menos normal. "Tu acabas por não ter um lar de verdade. Os nossos ambientes familiares têm características únicas e instáveis" devido à presença ou ausência dos pais biológicos, pais legais ou guardiões ou vários parceiros sexuais dos pais, escreveu Stefanowicz, que passou os primeiros 30 anos da sua vida associada à subcultura gay, lésbica, bissexual e transsexual, e alguém que já falou com dezenas de adultos que foram educados por duplas homossexuais.

"Passas a tua infância a tentar agradar os adultos", escreveu ela, explicando que muitos adultos - até os antigos parceiros sexuais dos pais - sentem que podem falar sobre "o local onde vives, a quem é que visitas, em que escola tu andas, quais os médicos que visitas, quais os procedimentos médicos que executas, qual é a fé/religião que prácticas. Fui exposta a actividades sexuais evidentes tais como a sodomia, a nudez, a pornografia, o sexo em grupo, o sadomasoquismo, e todas essas coisas,"  escreveu a senhora Stefanowicz, adicionando que às vezes acontecia o seu pai levá-la para as suas visitas de "cruzeiro" a galerias de arte homossexual, praias de nudismo e parques públicos.

Tal como outras filhas de homens homossexuais com quem ela falou, a senhora Stefanowicz disse que sentia que ela, e a sua feminidade, não foram valorizadas e afirmadas. Isto não quer dizer que ser educado num ambiente homossexual é garantia de infância doentia. Deus sabe que existem famílias heterossexuais que negligenciam as suas crianças e educam-nas em ambientes desastroso. Quer apoiemos ou não o acto de duplas homossexuais educarem crianças, o facto permanece que a criança está a ver-lhe negada a possibilidade de ter um pai e uma mãe.

Em alguns casos esse facto não importa, mas noutros é devastador.

domingo, 4 de maio de 2014

A vida duma criança com duas "mães"


Dito de forma simples, crescer com pais homossexuais foi muito difícil para mim, e não devido ao preconceito dos vizinhos. ... Quando a tua casa é tão drasticamente diferente das casas à tua volta, e duma forma fundamental que incide nas relações físicas básicas, tu cresces duma forma estranha. Não tenho qualquer tipo de desordem mental ou qualquer problema biológico; eu apenas cresci numa casa tão fora do comum que eu estava destinado a crescer como um pária social.

Robert Lopez
Os meus semelhantes aprenderam as regras de conduta implícitas e a linguagem corporal dentro das suas casas; eles entenderam o que era apropriado em certas situações e o que não era; eles aprenderam tanto os mecanismos sociais tradicionais masculinos como os femininos. Mesmo que os pais dos meus pares se tivessem divorciado, e muitos tinham, mesmo assim eles cresceram a observar modelos sociais masculinos e femininos. Eles aprenderam, de forma típica, como ser corajoso e inabalável por parte das figuras masculinas, e como escrever cartões de agradecimento e ser sensível por parte das figuras femininas.

Claro que isto são estereótipos, mas eles são úteis quando inevitavelmente se abandona o conforto do casa-reboque da mãe lésbica, e se tem que trabalhar para sobreviver num mundo onde toda as pessoas pensam duma forma estereotipada - até os homossexuais.

Eu nunca tive uma figura masculina a quem seguir, e a minha mãe bem como a sua parceira eram ambas totalmente diferentes dos pais tradicionais ou das mães tradicionais. Como resultado, eu tive muito poucas dicas sociais reconhecíveis a oferecer aos potenciais amigos e às potenciais amigas visto que eu nem era confiante nem sensível aos outros.

Sem surpresa alguma, eu raramente fazia amigos, e facilmente alienava os outros. Os homossexuais que crescem em casas com pais heterossexuais podem ter problemas com a sua orientação sexual, mas no que toca ao vasto universo social de adaptações não relacionadas com a sexualidade - como agir, como falar, como se comportar - eles têm a vantagem de aprender em casa. Muitos homossexuais não se apercebem da bênção que é ser criado numa família tradicional.

A minha casa não era tradicional e nem convencional. Devido a isso, eu sofri de formas que é difícil para os psicólogos classificar. Tanto nervoso mas frontal, mais tarde eu seria considerado estranho mesmo aos olhos dos homossexuais e bissexuais adultos que tinham pouca paciência para alguém como eu. Eu era demasiado estranho para eles, como o era para os heterossexuais.

A vida é difícil quando se é estranho. Mesmo agora, eu tenho muito poucos amigos e frequentemente sinto-me como se não entendesse as pessoas devido as dicas sexuais não-mencionadas que todas as pessoas à minha volta, mesmo os homossexuais criados em lares tradicionais, tomam por certo. Embora eu seja trabalhador e seja uma pessoa que aprende depressa, tenho problemas dentro dos ambientes profissionais porque os colegas de trabalho acham que eu sou bizarro.

Em termos de sexualidade, os homossexuais que cresceram em lares tradicionais beneficiaram do facto de pelo menos observarem alguns rituais de cortejamento à sua volta. Eu não sabia como me tornar mais atraente para as raparigas. Sempre que saia da casa-reboque da minha mãe, eu era imediatamente classificado como um pária devido aos meus maneirismos femininos, roupas estranhas, pronúncia defeituosa, e estranheza. Sem surpresa alguma, eu acabei a escola secundária sendo ainda virgem, nucna tendo tido uma namorada, e em vez disso, tendo ido a 4 bailes de formatura como um amigo próximo contador de piadas que apenas queria alguém que lhe ajudasse a obter uma limusine.

Quando entrei para a universidade, eu rapidamente activei os detectores de homossexuais (inglês: "gaydar") de todos, e o grupo lgbt da faculdade rapidamente caiu sobre mim, afirmando que estavam 100% certos que eu era homossexual. Quando eu me assumi como bissexual, eles disseram que eu estava a mentir e que eu apenas ainda não estava pronto para me assumir como homossexual.

O SUBMUNDO HOMOSSEXUAL

Assustado e traumatizado com a morte da minha mãe, deixei a faculdade em 1990 e caí no que só pode ser classificado de submundo homossexual. Coisas terríveis aconteceram comigo por lá.

Só quando tinha 28 anos é que subitamente dei por mim numa relação com uma mulher... Eu identifico-me como bissexual porqur seriam necessárias várias novelas para explicar o porque de ter acabado como "heterossexual" depois de quase 30 anos como homem homossexual. Não tenho vontade de lidar com activistas homossexuais a investigar-me da mesma forma que eles se envolvem e missões de "busca-e-destruição" contra os ex-homossexuais, "enrustidos", ou "homocons" [conservadores homossexuais].

Mark Regnerus
Embora eu tenha uma biografia particularmente relevante para os assuntos homossexuais, a primeira pessoa a entrar em contacto comigo, agradecendo-me por partilhar a minha perspectiva dos assuntos lgbt, foi Mark Regnerus num email com a data do dia 17 de Julho de 2012. Eu não fiz parte do seu estudo gigantesco, mas ele reparou num comentário que eu deixei num site em torno do estudo, e tomou a iniciativa de dar início a correspondência por email.

Já vivi 41 anos e ninguém - muito menos os activistas homossexuais - quis falar comigo de forma honesta acerca dos complicados tópicos homossexuais da minha vida. Só por esta razão, Mark Regnerus merece créditos - e a comunidade homossexual deveria agradecê-lo em vez de tentar silenciá-lo.

O estudo de Regnerus identificou 248 adultos que haviam sido educados por duplas homossexuais. Levados a dar uma resposta franca com a vantagem de já serem adultos, eles deram testemunhos pouco favoráveis em favor da agenda da igualdade do casamento [sic] homossexual. No entanto, os resultados tem o apoio duma coisa importante na vida chamada de senso comum: crescer duma forma diferente das outras pessoas é complicado e as dificuldades aumentam o risco da criança desenvolver desajustes  ou o risco de se auto-medicar com álcool e outros comportamentos perigosos. Sem dúvida que cada uma das 248 histórias humanas tinha muitas complexidades.

Tal como a minha história, a história destas 248 pessoas merece ser contada. O movimento homossexual está a fazer de tudo para que ninguém oiça estas histórias, mas eu preocupo-me mais com as histórias do que com os números (especialmente como professor de Inglês), e, sem ser a sua vontade, Regnerus deparou-se com uma narrativa preciosa como uma arca de tesouro.

Porquê, então, o código de silêncio por parte dos lideres lgbt? De onde me encontro, só posso especular. Valorizo muito a memória da minha mãe, mas não poupo palavras quando descrevo o quão duro foi crescer num lar homossexual. Estudos prévios examinaram crianças que ainda viviam com os seus pais [sic] homossexuais, e desde logo, eles não eram livres para falar, governados que estavam (tal como todas as crianças) por sentimentos de piedade paterna, culpa e medo de perder as suas mesadas. Por tentar falar de forma honesta, eu fui literalmente reprimido durante décadas.

SEXO DOENTIO LEVA A DOENÇAS

Especialmente prejudicial é a atitude liberal [esquerdista] de que não deveríamos fazer juízos de valor em relação ao sexo. No mundo homossexual de Bronx, eu limpei apartamentos suficientes de homens que morreram de SIDA para entender que resistir a tentação sexual é central para qualquer tipo de sociedade humana. O sexo pode ser prejudicial não só devido às infecções médicas, mas também porque nos deixa mais vulneráveis e mais susceptíveis de prendermo-nos emocionalmente a pessoas que não nos amam, de chorar aqueles que nos deixam, e de não saber como fugir daqueles que precisam de nós mas que nós não amamos. A esquerda política não entende nada sobre isto. É por isso que eu sou conservador.

As nossas crianças não chegam até nós com uma ficha limpa de imunidade legal. Embora eu seja bissexual, eu não posso lançar fora a mãe da minha criança como se ela fosse um incubadora usada. Eu tive que ajudar a minha esposa durante as dificuldades da gravidez e durante as dificuldades da depressão pós-parto. Quando ela batalha contra a discriminação contra as mães ou contra as mulheres nos locais de trabalho sexistas, eu tenho que ser paciente e escutar. Eu tenho que satisfazer as suas necessidades sexuais.

Mal eu passei  ser um pai, eu coloquei de lado o meu passado homossexual e fiz um compromisso de nunca me divorciar da minha esposa ou tomar outra pessoa - homem ou mulher - até morrer. Escolhi esse compromisso como forma de proteger a minha criança de lidar com drama prejudicial, até mesmo quando crescem e passam a ser adultos. Quando se é um pai, as questões éticas giram em volta da criança, e nós colocamos o nosso interesse próprio fora dos nossos planos . . . . para sempre.

* * * * * * *

O facto dos líderes lgbt quererem censurar as pessoas que revelam a verdadeira natureza dos relacionamentos homoeróticos diz muito sobre a sua verdadeira agenda. Nenhuma ideologia do lado da verdade teme a livre circulação de informação.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

O "fait divers" da esquerda

"Só existe uma forma de família e essa é constituída por um homem e uma mulher, os quais, são o único garante da continuidade de um povo através dos seus filhos. Como tal, não existe família tradicional, porque assim subentender-se-ia que existem outras formas de família, o não é certo.
Segundo ponto, sim, existe um superior interesse da criança, a qual, por motivos vários, poderá ver esses mesmos interesses lesados.

Dizer não à co-adopção não é irresponsabilidade alguma, dizer não à co-adopção é uma atitude que revela, isso sim, uma responsabilidade maior para com as crianças, já que tem em conta precisamente a estabilidade emocional da criança e o seu crescimento num ambiente são.

Sejamos claros, esta ideia da co-adopção tem subjacente obedecer à vontade de uma estrita minoria, os homossexuais. Estes, como não reconhecem que são pessoas padecentes de uma deficiência psicossomática, a qual os impossibilita entre si de procriarem NATURALMENTE, porque a NATUREZA lhes é contrária, procuram subterfúgios que visem alcançar os seus caprichos.

Ora bem, em forma de exemplo, o que a co-adopção permitirá é que o fulano A, divorciado da senhora B, pais da criança X, possa, no momento da sua união de facto, ou casamento, com o indivíduo Y, este último passe a ser igualmente o pai da criança X. Equação simples.

Levanta-se a questão; acaso a criança X não tem já a sua mãe e pai? Para que precisa de um outro pai ou outra mãe? Porque ficam os papéis dos avós, padrinhos e tios excluídos de toda esta equação? E a criança X, quererá ela ter um pai para além do seu pai biológico? Ou outra mãe que não a sua progenitora?

Relativamente à questão das crianças ficarem ao encargo de instituições sociais e orfanatos é um sofismo que só tem adesão entre os ignaros, pois revela ser falaciosa e facilmente desmontável.

A co-adopção é mais um "fait divers" do lóbi homossexual magistralmente controlado pela esquerda, desde há muito apostado na destruição do agregado familiar. Basta ler Engels ou Marcuse para saber disso, porque pensar que isto é uma marcha evolutiva só revela candura de espírito, tão bem aproveitada pelos inimigos da civilização, vulgo esquerdistas." 


- J.M.

Fonte: http://ow.ly/sQQEh

sábado, 7 de dezembro de 2013

O testemunho dum homem bissexual criado por duas lésbicas.

Por Robert Oscar Lopez

Nem todas as crianças educadas por "pais" homossexuais são a favor do "casamento" homossexual. Eu sei do que estou a falar porque que eu fui uma dessas crianças.

Durante as argumentações orais em torno da Proposição 8, o Juiz Anthony Kennedy referiu-se às crianças criadas por pessoas do mesmo sexo. Uma vez que eu fui uma dessas crianças - entre os 2 e os 19 anos, eu fui criado pela minha mãe lésbica e pela sua parceira - eu fiquei curioso em saber o que ele diria. 

Para além disso, antecipei também o que ele diria uma vez que eu tinha corrido enormes riscos profissionais e sociais ao dar entrada a um sumário amicus com Doug Mainwaring (que é homossexual e contra o "casamento" homossexual), onde nós explicamos que as crianças sentem profundamente a perda dum pai ou duma mãe, independentemente do quanto que amemos os nossos "pais" homossexuais, ou do quanto eles nos amem. As crianças sentem a perda porque eles são incapazes de impedir a decisão de os colocar sem um pai ou sem uma mãe, e a ausência do pai ou da mãe muito provavelmente será irreversível para eles.

Durante o último ano estive em contacto com adultos que foram criados por duplas homossexuais. Eles estão aterrorizados de falar em público em torno dos seus sentimentos, e como tal - visto que sai do armário, digamos assim - vários pediram-me para ser a voz das suas preocupações. Eu não posso falar por todos as crianças de duplas homossexuais, mas posso falar por um certo número deles, especialmente por aqueles que foram marginalizados pela assim-chamada "pesquisa sociológica científica"  em torno da paternidade [sic] homossexual. Aqueles que entraram em contacto comigo professaram uma enorme gratidão e um grande amor pelas pessoas que os educaram, motivo pelo qual é tão difícil para eles expressarem publicamente as suas reservas em torno da paternidade [sic] homossexual.

Mesmo assim, eles descreveram as dificuldades emocionais que vieram do facto de lhes faltar um pai ou uma mãe. Para listar alguns exemplos: 1) eles sentiram-se desligados das dicas sexuais das pessoas à sua volta, 2) sentiram uma raiva intermitente pelo facto dos seus "pais" [ou "mães] lhes terem privado do/da pai/mãe biológico/biológica (em alguns casos, de ambos pais biológicos), 3) desejaram ter um exemplo do sexo oposto, 4) sentiram vergonha ou culpa por terem "pais" amorosos que os forçaram a uma vida de ausência dum progenitor do sexo oposto.

Eu já ouvi pediatras e psicólogos a falar do suposto "consenso" em torno da robustez da paternidade [sic] homossexual, mas este consenso é francamente falso. É suposto os pediatras garantirem que as crianças não adoecem e nem faltam às vacinações - não conheço alguém que ponha em causa a habilidade dos pais homossexuais [sic] de garantir estas necessidades básicas das crianças. Os psicólogos chegam-nos da mesma área que tinha o "consenso" de que o homossexualismo era uma doença mental. Nenhuma destas áreas está equipada para responder aos dilemas existenciais da remoção legal da paternidade ou da maternidade como princípio humano, o que é o significado da total "igualdade matrimonial".

Eu apoio as uniões civis homossexuais  (...) mas sempre resisti à ideia de que o governo deveria encorajar as duplas homossexuais a imaginar que as suas parcerias são indistinguíveis dos casamentos de verdade. Tal auto-definição para os homossexuais seria fundamentada numa mentira, e qualquer coisa fundamentada numa mentira fará ricochete.

As duplas homossexuais mais abastadas e mais bem sucedidas não serão capazes de fornecer a uma criança algo que o casal mais pobre e financeiramente em apuros pode fornecer: um pai e uma mãe. Havendo passado 40 anos imerso na comunidade homossexual, eu vi como essa realidade desperta a raiva e a recriminação maliciosa por parte das duplas homossexuais - que ficam tentados a maldizer os assim-chamados "casais disfuncionais" ou "casais sem valor", e afirmar que "Nós merecemos ter filhos mais do que eles!"

Mas eu estou aqui para dizer que "Não", e que ter um pai e uma mãe é um valor precioso no seu direito próprio, e não algo que pode ser apagado, mesmo que a comunidade homossexual tenha uma enorme quantidade de verbas, possa enviar a criança para as melhores escolas, e educá-la de modo a que ela possa ser uma "Eagle Scout".

É perturbadoramente classisista e elitista por parte dos homens homossexuais pensar que eles podem amar a sua [sic] criança sem qualquer tipo de reserva depois de terem tratado a mãe-de-aluguer como uma incubadora, e por parte das lésbicas por pensarem que elas podem amar a criança incondicionalmente depois de terem tratado o doador de esperma como uma embalagem de pasta de dentes.

É também algo racista e condescendente por parte das duplas homossexuais pensar que elas podem fazer braço-de-ferro com os centros de adopção de modo a que estes lhes possam dar crianças órfãs depois dos homossexuais exibirem poder financeiro ou poder político. 

Um órfão da Ásia ou da baixa duma cidade foi entregue às autoridades de adopção de modo a que estas possam tomar a melhor decisão para a vida da criança e não para satisfazer uma exigência de mercado feita por homossexuais que querem crianças. Qualquer que tenha sido o trauma que causou a que as crianças passassem ser órfãs, esse trauma não pode ser aumentado entregando-lhes ao stress que é ser adoptado por uma dupla homossexual.

Finalmente, é prejudicial para todos se os homens homossexuais e as lésbicas dentro de casamentos com orientações sexuais mistas dão início ao processo de divórcio de modo a que possam dar início a um emparelhamento homossexual e educar as suas crianças com um novo parceiro homossexual, ao mesmo tempo que colocam de lado o parente biológico. Normalmente, as crianças querem que os pais parem de discutir, que coloquem de lado as suas diferenças, e que fiquem juntos - mesmo que um deles seja homossexual.

No meu caso familiar, a minha mãe era divorciada e, dadas as nossas circunstâncias, ela tomou a melhor decisão. Se por acaso ela tivesse premeditado criar uma família paternal homossexual [sic], eu provavelmente não me sentiria em paz com a sua memória visto que saberia que a minha falta por uma figura paternal forte durante a minha infância não era o resultado dum acidente na história da vida, mas sim do seu descuidado desejo de querer tudo. Sou abençoado por não ter que batalhar com tal pensamento traumático em relação à minha mãe. Amo-a porque eu sei que ela fez o possível para me dar uma boa vida.

Mesmo assim, aquilo que era o melhor, segundo as nossas circunstâncias, nada mais era que um estado de deprivação que é inconsciente forçar a uma criança inocente, se não for absolutamente necessário. O Juiz Kennedy aludiu à visão de crianças a serem adoptadas por duplas homossexuais como se os nossos desejos e as nossas preocupações fossem os mesmos e as mesmas das decisões tomadas pelos nossos pais [sic]. A realidade é mais complicada que isso.

Colocando de lado todas as analogias históricas com os movimentos civis e as platitudes sentimentais em torno do amor, o facto é que a paternidade homossexual [sic] sofre de problemas insuperáveis pelos quais as crianças pagam o preço por toda a sua vida.

Quer seja através das mães-de-aluguer, inseminação, divórcio ou adopção comercializada, os problemas morais abundam dentro das duplas homossexuais que insistem em replicar o modelo heterossexual da paternidade. As crianças lançadas para o interior destas dificuldades morais estão bem cientes do papel dos pais [sic] na criação da sua vida stressante e complicada, o que os deixa de lado de tradições tais como o Dia do Pai e o Dia da Mãe, e os coloca numa posição pouco invenjável de serem chamados de "homofóbicos" se eles simplesmente sofrem o stress natural criado pelos "pais" - e o admitem publicamente.

O casamento [sic] homossexual não seria problemático para mim se isso fosse apenas uma forma de duas pessoas estarem juntas. Como bissexual, eu entendo isso. Infelizmente, o movimento lgbt decidiu que a sua validação aos olhos dos outros depende duma redefinição do "casamento" de modo a incluir as parcerias homossexuais.

E eis-nos aqui, presos numa onda que encoraja vidas problemáticas para as crianças como forma de afirmar as duplas homossexuais, tal como o movimento [homossexual] exige. É por isso que eu sou a favor das uniões civis mas contra a redefinição do casamento. Mas a minha opinião não conta - eu não sou um juiz, nem médico, nem comentador televisivo, mas apenas e só uma criança que teve que limpar o lixo deixado para trás pela revolução sexual.


* * * * * * *

A tragédia do movimento homossexual é mesmo o seu foco ideológica na destruição da familiar. Quem sofre com isso são as crianças mas os activistas lgbt não levam isso em conta.

As palavras de Robert Lopez voltam a demonstrar o porquê de ser importante fazer uma distinção entre o movimento lgbt (que é um movimento político em nada relacionado  com os desejos dos homossexuais) e o homossexual comum (ou bissexual, no caso de Lopez). O movimento lgbt é um movimento opressor e ditador que não respeita opiniões alheias - mesmo que essas opiniões sejam feitas por pessoas que viveram o estilo de vida que este movimento diz ser "normal" - enquanto que o homossexual é um homem ou mulher com um gosto sexual auto-destrutivo.

A guerra entre o movimento lgbt e os não-simpatizantes com as suas ideias não é entre pessoas que querem ser livres para satisfazer os seus gostos sexuais e outros que querem controlar o que adultos fazem na sua privacidade, mas sim entre um grupo militante que quer destruir uma das estruturas sociais mais importante da civilização Ocidental, e aqueles que sabem que a destruição do casamento (1 homem + 1 mulher), através da sua "redefinição", significa o caos social (que é precisamente o que os financiadores do movimento lgbt desejam que ocorra). 

Uma das evidências de que o movimento lgbt não representa os homossexuais é precisamente a censura que esse movimento faz aos homossexuais que não se alinham com a sua agenda politica esquerdista. Como já afirmaram alguns homossexuais Republicanos Americanos, e como consequência das críticas do activistas lgbt, é mais difícil ser um Republicano homossexual do que o homossexual no armário.

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