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quinta-feira, 5 de novembro de 2015

O argumento da infertilidade para o "casamento" homossexual

Por  Bill Vallicella

Imaginemos que um casal de 70 anos resolve casar. Eles podem fazê-lo e o seu casamento será reconhecido como válido pela lei. E isso apesar de casais com essa idade não poderem procriar. Mas em muitos locais, a lei não reconhece o "casamento" entre duplas do mesmo sexo que, obviamente, também não podem procriar. Qual é a diferença entre os casais heterossexuais e as duplas homossexuais? Qual é a diferença que justifica a diferença no reconhecimento legal? (É preciso levar em conta que estamos a falar do reconhecimento legal do casamento; o ponto aqui não é a assim-chamada união civil.).

Vamos assumir que ambos os tipos de união - a heterossexual e a homossexual - são orientados pelas normas seguintes: monogamia, permanência, e exclusividade. Para pouparmos tempo nesta discussão, vamos assumir que a união heterossexual infértil e a união homossexual são monogâmicas, exclusivas e não-procriativas. Qual é então a distinção entre estes dois casos que justifica a diferença de tratamento?

Se a única diferença é que um tipo de união é entre duas pessoas do sexo oposto e a outra entre duas pessoas do mesmo sexo, então essa é a diferença e ela não justifica a diferença de tratamento. Dizer que uma é entre duas pessoas do sexo oposto e a outra entre duas pessoas do mesmo sexo é dizer o que ja sabemos, e isso não justifica a diferença de tratamento.

Eis aqui a diferença relevante; é biologicamente impossível que uma união homossexual produza descendência. É biologicamente possível, e, de facto, biologicamente provável, que as uniões heterossexuais produzam descendência. Esta é uma diferença profunda fundamentada num facto biológico e não na lei ou em algo convencional. Este é o facto subjacente que justifica, ao mesmo tempo, o interesse estatal na regulação do casamento, e na restrição estatal do casamento para as duplas com sexos opostos.

Temos aqui dois pontos, e ambos têm que ser discutidos. O primeiro centra-se na justificação do envolvimento estatal no casamento. É óbvio, espero eu, que o estado não se deva envolver em todas as formas de associação humana. O envolvimento do estado num tipo particular de associação humana tem que ser, desde logo, justificada. Nós queremos o envolvimento do estado o quanto for necessário, mas não mais do que isso.

Por natureza, o estado é coercivo (e tem mesmo que ser assim se por acaso ele quer ser capaz de aplicar os seus mandatos e exercer as suas funções legítimas) e como tal, está em oposição à liberdade e à autonomia dos cidadãos. É óbvio que o governo nunca se deveria envolver no negócio so casamento; ele é que justificar a sua intervenção e a sua regulação.

Mas há um motivo que justifica o envolvimento do estado. O estado tem um interesse legítimo na sua perpetuação e na sua manutenção através da produção de crianças, a sua socialização, a sua protecção, e a sua transformação em cidadãos produtivos que irão contribuir para o bem comum.  (O meu uso de "o estado" não tem que envolver uma hipostatização ilícita.) Este é o interesse que justifica o reconhecimento e a regulamentação estatal do casamento como a união entre um homem e uma mulher.

Acabei de especificar um motivo para o envolvimento estatal no casamento, mas esta justificação está ausente no caso das duplas homossexuais visto que elas não são, e nem pode ser, produtoras de crianças. Temos aqui portanto o porquê do estado não dever reconhecer o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo. O mesmo facto biológico justifica, ao mesmo tempo, a regulamentação e o reconhecimento estatal do casamento, e justifica a restrição de tal reconhecimento para as duplas homossexuais. Mais uma vez, o facto é que só os heterossexuais é que podem procriar.

Os defensores do "casamento" homossexual não ficarão satisfeitos com o que foi mencionado em cima, e continuarão a sentir que há algo de injusto "discriminador", isto é, injustamente discriminador, em torno do reconhecimento estatal da união entre heterossexuais como casamento válido, mas não das uniões homossexuais. (Obviamente que nem toda a discriminação é injusta).

Levemos em conta o argumento que se segue, sugerido num artigo recente por William Saletan, com o título de "Homossexualidade como Infertilidade".  Saletan escreve:

As pessoas que são contra o casamento [sic] homossexual podem vir aceitá-lo como moralmente válido mal eles entendam que a homossexualidade é um tipo de infertilidade.

O ponto aqui não é se o "casamento" homossexual é moralmente válido, mas som se ele deve ser legalmente reconhecido como casamento. Deixando de parte este jogo de palavras, o artigo de Saletan avança com o seguinte argumento:
1. As duplas homossexuais são inférteis tal como as duplas heterossexuais inférteis são inférteis; não há diferença no que toca à infertilidade.
2. As duplas heterossexuais têm permissão legal para casar.
3. Casos parecidos têm que ser tratados da mesma forma.
... Logo
4. As duplas homossexuais deveriam ter permissão legal para casar.
Pode-se ver o porquê de algumas pessoas sentirem-se tentadas a usar este argumento, mas o mesmo é infundados visto que a premissa é falsa.

Para demonstrar isto, irei inicialmente conceder alo que talvez não deva ser concedido, nomeadamente, que o predicado "infértil" pode ser correctamente aplicado às duplas homossexuais. A justificação para esta concessão seria a proposição de que qualquer coisa que não seja F, mesmo que não possa ser F, é não-F. Logo, qualquer coisa que não seja fértil, mesmo que não possa ser fértil, é infértil. Portanto, as duplas homossexuais são inférteis tal como os números, os rolamentos de esferas, e os pensamentos são inférteis.

Mesmo com esta concessão, existe uma diferença importante entre as duplas homossexuais e as duplas heterossexuais. As primeiras são essencialmente inférteis enquanro que as duplas heterossexuais são acidentalmente inférteis. Com estas últimas isto significa que não há nada na natureza que impeça que as uniões heterossexuais de procriar, mas no caso das uniões homossexuais, a própria natureza da união invalida a possibilidade da procriação.

Portanto, o ponto (1) mencionado em cima é falso. As duplas homossexuais não são inférteis da mesma forma que as duplas heterossexuais o são; as primeiras são inférteis por natureza enquanto que as últimas não o são. Esta é a diferença que justifica a diferença de tratamento. Obviamente que temos que tratar casos iguais da mesma maneira, mas o que mostrei em cima é que os dois casos não são iguais.

O ponto fica ainda mais claro se adoptarmos o ponto de vista de que "fértil" "infértil" são predicados que só podem ser aplicados de forma coerente àqueles cuja natureza inclui o poder e procriar. Consequentemente, as duplas homossexuais são tão inférteis tal como os martelos e os pregos são sem vida.

Nós temos aqui duas opções interpretativas, e ambas disponibilizam uma distinção que justifica a diferença no tratamento.

Opção A: Aquilo que não é fértil é infértil; logo, as uniões homossexuais são inférteis. Mas elas não são inférteis da mesma forma que as uniões heterossexuais o são. As uniões homossexuais são essencialmente inférteis devido à sua própria natureza, enquanto que as uniões heterossexuais, quando são inférteis, são-no acidentalmente. (É por isto que as duplas heterossexuais inférteis podem às vezes ficar férteis através da intervenção médica).

Opção B: Se x ou é fértil ou infértil, então x tem uma natureza que inclui o poder de procriar. Logo, as duplas homossexuais não são nem férteis e nem inférteis

Em qualquer uma das opções a posição de Saletan de que "a homossexualidade é um tipo de infertilidade" é falsa. Isto fica ainda mais claro se levarmos em conta que uma dupla é chamada de "infértil" porque um dos dois da dupla ou é infértil ou é impotente. Mas a união de dois homossexuais na sua maioria dos casos inclui duas mulheres férteis ou dois homens potentes.

Desde logo, chamar de "infértil" a uma dupla homossexual é usar esse termo duma forma diferente daquela que é usada quando se chama a duma dupla heterossexual de "infértil". As duplas homossexuais são inférteis porque, falando de forma directa, os dildos e os dedos dentro duma vagina ou o pénis no ânus não levam à procriação - e não devido a algum defeito ou anormalidade ou impedimento etário por parte dos parceiros.

Acabei de mostrar que o argumento (1)-(4) que visa ampliar o reconhecimento legal de casamento às duplas homossexuais não é convincente. Mesmo assim, ainda existirão pessoas que irão sentir que há algo de injusto com o facto de, por exemplo, duas pessoas com 70 anos terem permissão para casar mas as duplas homossexuais não. Pode parecer irrelevante o facto da natureza das uniões heterossexuais não colocar de parte a procriação da mesma forma que as uniões homossexuais o fazem. Porque é que um homem e uma mulher com 70 anos podem ver a sua união reconhecida como casamento embora ela seja incapaz de gerar filhos?

Neste ponto, gostaria de lembrar o leitor que a lei não pode satisfazer a vontade de casos individuais e nem a uma classe pouco usual de casos. Tomemos como exemplo as leis que regulam a idade acima da qual se pode conduzir; se a idade legal para conduzir são 16 anos, isto é injusto para todas as pessoas com idades que vão dos 13 aos 16 anos que são condutores competentes. (Por exemplo, rapazes e raparigas do campo que aprenderam a trabalhar com maquinaria pesada antes dos 16 anos.)

Se por acaso a lei fosse satisfazer todos estes casos, ela tornar-se-ia excessivamente complexa e a sua aplicação e a sua execução seriam bem mais complicadas. Uma legislação práctica tem que estabelecer uma demarcação que é clara e facilmente reconhecida, e desde logo, "injusta" para alguns.

Uma melhor analogia é a capacidade de voto. Para se poder votar é preciso que a pessoa satisfaça alguns requerimentos mínimos tais como a idade, a residência, etc. Desde logo, a lei em torno do voto sanciona uma situação onde os votos informados e maduros provenientes de pessoas maduras, bem sucedidas e membros produtivos da sociedade têm o mesmo peso os votos de pessoas que, por vários motivos, não têm que ter lugar num ponto de voto.

Por exemplo, nós não impedimos que um idoso senil vote embora essas pessoas vivam no passado, totalmente desconhecedoras dos tópicos do dia, e incapazes de pensar de forma coerente em relação aos mesmos. Nós não os excluímos, e nem excluímos outros grupos, por motivo muito bom: isso iria complicar em muito a lei em relação do voto, e duma forma bem complicada. (Mentalizem a imagem de panteras grisalhas a deambular pelos corredores do Congresso, armados com focados.)

Claro que há uma certa dose de injustiça nesta permissividade: é injusto que votantes bem-pensantes e competentes vejam os seus votos cancelados por parte dos descuidados e dos incompetentes. Mas nós que fazemos parte da tribo dos competentes e bem-pensantes simplesmente temos que "comer" (isto é, aceitar) a injustiça como uma consequência inevitável de estarmos perante uma lei de voto operacional.

Semelhantemente, qualquer que seja a injustiça residual para com os homossexuais que exista com o facto de se dar o estatuto de casamento aos idosos que se casem embora estejam para além da idade fértil (e depois dos meus argumentos anteriores terem sido totalmente digeridos), essa é uma injustiça que nós simplesmente temos aceitar se por acaso quisermos termos leis matrimoniais operacionais.

Resumindo. O lugar certo para se começar este debate é com a questão lógica antecedente: o que é que justifica o envolvimento do estado no casamento? A única boa resposta para isto é que o envolvimento do estado justifica-se porque é do interesse do estado a sua própria perpetuação através da produção de crianças e do seu desenvolvimento em cidadãos produtivos. (Temos também, em segunda instância, a protecção daquelas sobre quem recai o peso da procriação, isto é, as mulheres.)

É a possibilidade da procriação que justifica o reconhecimento e a regulamentação estatal do casamento, mas não há possibilidade de procriação dentro das uniões homossexuais. Logo, estas uniões não merecem ser reconhecidas pelo estado como "casamento". Isto não é para levantar oposição às uniões civis que tornam possível a transferência de benefícios sociais, etc..

O argumento da infertilidade que tenta ampliar o reconhecimento estatal do casamento para as uniões homossexuais foi neutralizado com as palavras prévias.

terça-feira, 5 de maio de 2015

Destrinchando falácias anti-família e anti-crianças

Um comentador afirma o seguinte em relação ao post "6 evidências de que os relacionamentos homoeróticos são prejudiciais e destrutivos" (http://bit.ly/1OpvhIo):

Destrinchando falacias medievais 

"1. É negada à criança a possibilidade de ter um pai ou uma mãe".

a proibição da união civil natural não vai impedir que uma criança possa ser criada por dois homens, seria simples eles contratarem uma barriga de aluguel ou até pedir a uma parente pra conceber uma criança e um deles registrar como pai, como vocês iria proibir isso? 

A legalização da adopção homoerótica irá causar a que haja crianças que nunca venham a ter a chance de ter uma família normal (um pai, uma mãe). Se tu dizes que criança X pode ser adopta por dupla homoerótica Z (assumindo a raridade dessa dupla ficar junta para sempre),essa criança X nunca vai ter uma família normal. 

esse tipo de critica é um atentado a liberdade individual, não adianta pegar estudos feitos por ultra-conservadores com intuito de desqualificar as pessoas, isso foi feito com negros também.

Os estudos "ultra-conservadores" não têm o intuito de "desqualificar pessoas" mas sim demosstrar como a criança se desenvolve melhor criada pelo pai e pal mãe, e não só com o pai, ou só com a mãe, ou criada por uma dupla homeorótica.

"2- Os relacionamentos homossexuais irão muito provavelmente causar a que as crianças cresçam "sexualmente confusas" 

" da mesma forma que existm estudos que dizem que crianças criadas por um casal homo cresce bem e feliz, tudo vai depender do pesquisador, ou seja, pesquisas não trazem verdades absolutas. por exemplo http://super.abril.com.br/.../4-mitos-filhos-pais-gays... 

1. Não há "casais" homo porque só podem formar um casal as pessoas que podem biologicamente ACASALAR. Um homem estéril e uma mulher fértil são um casal porque são um macho e uma fêmea, e para acasalar é isso que é preciso. O facto deles não poderem procriar é consequência pessoal e não do acto em si. Um dupla homossexual saudável nunca pode ser um casal porque o seu acto é um acto estéril.

2. Também há crianças que criadas por mães solteiras ou pais solteiros que crescem "bem e felizes" mas isso não quer dizer que essa seja a situação óptima.

3. As pesquisas feitas por cientistas junto de adultos que foram criados por duplas homoeróticas revelam que esses adultos têm mais problemas sociais, psicológicos, económicos e emocionais do que as crianças educadas pelo pai e pele mãe: "Estudo de Mark Regnerus cientificamente válido".

O "3-"casamento" homossexual falha ao não criar uma família, produzindo em seu lugar uma união estéril"

Então casais estereis não podem casar? e como já disse, gay também faz filho, basta achar alguém do outro sexo que queira cooperar rs 

Os casais estéreis não deixam de ser um pai e uma mãe. Se esse casal resolver adoptar uma criança, há grandes probabilidades dessa criança vir a ter um desenvolvimento mais saudável do que a mesma criança adoptada por uma dupla homoerótica.

"4) O "casamento" homossexual é potencialmente perigoso e "infiel"" 

Engraçado, a galera diz que homossexuais são promíscuos, mas quando eles querem um avida estável as mesmas ficam de mimimi

O facto de se querer uma vida estável, não quer dizer que se vai ter uma vida estável. Para além disso, o problema não é o que os homoeróticos querem mas o que é o melhor para a criança. Vocês têm que parar de pensar nos adultos e pensar primeiro nas crianças.

a promiscuidade existe independente de sexualidade e não existem dados confiáveis para dizer que um é diferente do outro!

Existem muitos dados que demonstram como a promiscuidade é comparativamente, percentualemente e proporcionalmente maior  entre os homoeróticos (especialmente entre os homens homoeróticos).

5) Os outros itens eu não vou nem comentar, são tão ridículos que os que eu já respondi abarca eles, e você estagiário , aceita que doí menos!

Sem refutação, então. Ainda bem.



sexta-feira, 15 de agosto de 2014

10 mitos avançados pelos activistas homossexuais

Por Gisele Roy e Christopher Doyle

A minha verdade pode dizer que roubar as ferramentas do meu vizinho não está errado porque eu realmente preciso das ferramentas e ele sempre pode comprar ferramentas novas. Com isto, eu racionalizei e deu legitimidade ao meu furto, qualificando-o de "bom", visto que funcionou para mim. Eu posso manipular a verdade de modo a que ela se torne subjectiva, mas analisemos outro cenário de uma forma mais objectiva.

Eu, hoje, posso entrar num avião, voar para qualquer parte da Terra, e ser lançado de para-quedas para o meio duma tribo qualquer. Se eu corresse para junto da pessoa mais próxima e tirasse algo das suas mãos e chamasse a isso de "meu", isso seria objectivamente um roubo. Qualquer pessoa do planeta, na sua língua, diria que eu roubei.

A "minha verdade" pode defender que sair do emprego antes da hora estabelecida está certo, desde que o meu patrão nunca venha a descobrir. A minha verdade pode defender que o meu computador é uma torradeira, mas independentemente do quanto que eu acredito nisso, o computador ainda é um computador. Acreditar em algo não torna isso numa verdade porque a verdade é objectiva.


Vejamos o que os activistas homossexuais definem como verdades (aqui identificadas como "mitos") e ver o que as realidades objectivas são.

MITO #1: As pessoas nascem homossexuais.

Existem muito poucas evidências credíveis de que as pessoas nascem com o "gene homossexual" ou mesmo "pré-dispostas" para se tornarem homossexuais. Objectivamente falando, os cientistas confirmaram que gémeos idênticos [que têm o mesmo ADN] nem sempre são ambos heterossexuais, e nem ambos homossexuais. Se por acaso existisse um gene que determinasse a preferência sexual, ou o "gene homossexual", os gémeos idênticos seriam ambos homossexuais ou ambos heterossexuais em todas as ocasiões.

Análises de estudos examinando gémeos idênticos geram percentagens (de ambos os gémeos serem homossexuais) na ordem de menos de 12%. Isto significa que em 88% do tempo, os gémeos não são ambos homossexuais. Isto leva-nos a afirmar que deve existir uma variedade de factores pós-natal a contribuir para os sentimentos homossexuais.

Objectivamente falando, os pesquisadores concluíram que a auto-percepção sexual não se desenvolve até aos 18 meses. Entre os 18 e os 36 meses, a criança torna-se ciente das distinções sexuais e identifica-se mais com o mesmo ou com o sexo oposto.

Objectivamente, entre outros factores, os teóricos acreditam que a confusão sexual pode inicialmente resultar (sub-conscientemente) quando o parente do mesmo sexo está ausente [emocionalmente ou fisicamente], ou quando o parente e/ou pares do mesmo sexo da criança causam a que ela passe por reacções/traumas emocionais negativos quando estão juntos. Estes factores, entre outros, podem contribuir para um desenvolvimento posterior desta atracção homossexual. Se não acreditam em mim, podem sempre ler o livro do Dr Neil Whitehead "My Genes Made Me Do It! A Scientific Look at Sexual Orientation".
Mito #2:  A única definição para uma alteração na atracção homossexual é nunca mais sentir atracção por alguém do mesmo sexo

Objectivamente, o uso desta definição não faz sentido nenhum. Qualquer pessoa que usa o seu cérebro faz percursos de memória, e mais cedo ou mais tarde ele/ela lembrar-se-á. Usar a definição "... nunca mais sentir atracção por alguém do mesmo sexo" para o entendimento de "mudança" irá alterar a definição de mudança em muitas outras situações. Por exemplo:
"Eu não fumo há mais de 10 anos, mas de vez em quando ainda penso e sinto o desejo de fumar um cigarro uma vez por dia. Mas agora que esta definição diz que eu nem posso desejar um cigarro para estar realmente curado, acho que ainda sou um fumador. Segundo esta definição, eu não posso ser um não-fumador mesmo que eu viva até aos 100 anos sem fumar cigarro algum!" 
"Eu não bebo há mais de 30 anos, mas hoje pensei em beber um copito. Sou levado a concluir que não estou sóbrio visto que, enquanto eu pensar que  posso gostar de beber, serei sempre um alcoólico incorrigível." 
“Bem, embora me tenha apercebido que fui tratado como uma rapariga desde o princípio da minha vida,  que fui constantemente violado pelo homem do lado, e fui gozado pelos meus amigos, e vim a entender que tinha feridas emocionais e físicas dos meus tempos de criança.... e mesmo que tenha trabalhado duramente para lidar com isso através da terapia, e tenha avançado com a minha vida... e embora eu tenha uma atracção sexual muito forte pela minha esposa . . . . e esteja casado e  feliz, pai de 4 crianças. . . . . se eu algum dia tiver um pensamento efémero de algum homem que tenha um bom aspecto, é mais do óbvio que ainda sou homossexual e não mudei nada."
O uso de tal definição de "mudança",  exactamente o que muitos activistas homossexuais fazem, iria resultar no facto de muitos indivíduos que batalham com uma variedade de questões admitir que, na verdade, eles não chegaram a mudar. Isto iria incluir qualquer tipo de vício, onde a recaída durante o processo de recuperação é uma realidade. No entanto, se levarmos em conta que a mudança significa reduzir, diminuir ou atenuar a frequência e a intensidade da atracção homossexual, e o aumento da atracção heterossexual (em alguns casos, esta mudança pode ser até mais dramática visto que pode até nunca ter existido atracção heterossexual antes da terapia) então milhares de pessoas já mudaram.

Mito #3: Qualquer pessoa que diga que ele ou ela "mudou", está num estado de negação, e mais cedo ou mais tarde voltará para o estilo de vida homossexual.

Analisemos as evidências objectivas. Os testemunhos de ex-homossexuais dizem exactamente o contrário (...):

  1. Voice of Change
  2. LDS/Mormon Voices of Hope
  3. Parents and Friends of Ex-Gays and Gays Stories of Change
  4. Dennis Jernigan’s Story of Change
  5. Prodigal Magazine
  6. Homosexual Anonymous Testimonies of Change
  7. The Heart of the Father Ministries
  8. International Healing Foundation: Real Stories of Healing
  9. JONAH Stories of Change
  10. The Third Way: Homosexuality and the Catholic Church
Mito #4: Não permitir a proliferação de apoio, aconselhamento e de livros lgbt é discriminação, viés e censura. No entanto, não permitir a proliferação de apoio, aconselhamento e livros sobre ex-homossexuais é um acto moralmente responsável. Não podemos permitir que as nossas crianças sejam expostas a "prejudiciais" histórias de mudança.

No seu esforço de "proteger" os jovens, os activistas homossexuais frequentemente censuram a literatura que apresenta a alternativa da sua teoria "nascidos assim". Ao mesmo tempo que promovem a igualdade para os indivíduos lgbt, eles negam igualdade para qualquer pessoa que tenha um ponto de vista contrário ao seu. O seu modus operandi é o antigo tema Orwelliano:

Todos os animais são iguais mas alguns animais são mais iguais que outros.

Verdade objectiva: Censura é censura. Por mais que uma pessoa ou um grupo possam não gostar dum ponto de vista contrário ao seu, isso não lhes dá o direito de censurar. A terapia "Sexual Orientation Change Effort" (SOCE) já ajudou milhares de jovens a superar, reduzir e/ou diminuir a sua atracção homossexual. Para mais informações, vejam:: Successful Outcomes of SOCE Therapy by Dr. James Phelan.

Mito #5:  Se por acaso tu falas em favor da terapia SOCE, ou se falas contra o comportamento homossexual, estás a atacar um grupo minoritário protegido (lgbt) e tens que ser processado visto que, afinal, a ciência já determinou que a homossexualidade está embutida no ser humano, como tal, disponibilizar ou apoiar a terapia SOCE para ajudar aqueles com atracção homossexual é impossível e desde logo, criminoso. 

A ideia de que atacar um tópico é atacar um grupo minoritário é propaganda no seu melhor. George Orwell disse:

A linguagem política . . . . está construída para fazer com que as mentiras soem verdadeiras e o assassinato respeitável, e para dar a aparência de solidez ao vento puro.

Verdade objectiva: Discutir um assunto como a sexualidade e apresentar pontos de vista lógicos e razoáveis não é atacar a pessoa (argumentum ad hominem). Por exemplo, muitas pessoas são ateístas. Se eu der motivos para o porquê de eu acreditar em Deus, será que isto é atacar os ateus pessoalmente? Será que eles me podem processar ou mandar a polícia prender-me? Não, eles têm que ter a liberdade para dizer o que pensam, e eu defenderei o seu direito de falar o que pensam. Certamente que eu não os processaria devido ao tipo de coisas que eles afirmam.

Mas é exactamente isto que a organização com o nome de "Southern Poverty Law Center" (SPLC) está a fazer a uma pequena organização sem fins lucrativos, "Jews Offering New Alternatives to Healing" (JONAH). Alegando que os seus ensinamentos e os seus serviços terapêuticos equivalem a Fraude do Consumidor, a SPLC recrutou vários ex-clientes mal-sucedidos da JONAH e fez-lhes uma lavagem cerebral levando-os a acreditar que eles haviam sido "prejudicados" pela sua terapia só porque eles não experimentaram a mudança que supostamente lhes foi prometida. Para mais informação, visitem o site Freedom of Conscience Defense Fund.

A liberdade de expressão e de consciência é-nos garantida pela Constituição e ela permite-nos colocar todas as cartas na mesa. Todos nós temos o direito de acreditar no que  bem entendermos, e debater as ideias no mercado livre de ideias. Que a verdade vença no fim!

Mito #6: Visto que em muitos estados os homossexuais podem casar [sic] e ter o mesmo estatuto legal, as suas famílias são equivalentes às famílias heterossexuais.

Verdade objectiva e biológica: Só um homem e uma mulher podem co-criar outro ser humano, e podem dar o beneficio de ter um pai macho e uma mãe fêmea. Os "casamentos" homoeróticos não dão todas as vantagens que as crianças dos lares heterossexuais têm. Embora os activistas homossexuais apontem para um recente estudo Australiano que supostamente revela como as crianças de duplas homossexuais se saem de modo igual, ou melhor, que as crianças dos casais, o estudo foi na verdade baseado numa amostra de conveniência e não numa amostra aleatória - tal como o estudo levado a cabo por Mark Regnerus (Universidade do Texas), cujo estudo apurou que em todos os items analisados, as crianças educadas por duplas homossexuais estavam [em média] em pior condição do que as crianças dos casais. Para mais informação, clique aqui.

Mito #7: Não está certo cometer bullying contra os homossexuais, mas está perfeitamente correcto intimidar, caluniar e ridicularizar os ex-homossexuais.

Verdade objectiva: Não está certo intimidar, caluniar ou ridicularizar quem quer que seja. Uma vez que os homossexuais são muito vocais, bastante proeminentes, e sobre-representados nos média, as suas vozes soam bastante alto e de forma bem forte. Isto causa a que as personalidades mediáticas frequentemente promovam causas homossexuais, tais como o anti-bullying, a tolerância, e a promoção descarada das causas lgbt nas escolas e nos locais de trabalho.

Um exemplo disto: recentemente uma pesquisa levada a cabo pelo Chase Bank perguntou aos empregados que marcassem com "Sim" ou "Não" à pergunta se eles eram "aliados" da comunidade lgbt. Ninguém sabe o que pode acontecer com os empregados que não marcarem a "opção correcta". Muito provavelmente acabarão por ser despedidos tal como aconteceu com o antigo CEO da "Mozella Corporation" Brendan Eich, que em 2008 deu $1,000 à Proposition 8 da Califórnia, apenas para ser pressionado anos mais tarde e ser forçado a demitir-se devido à sua posição política pouco popular. (Fonte)

Ao mesmo tempo, é impensável as escolas promoverem a tolerância para os ex-homossexuais ou promover materiais que apresentam todos os lados da questão em torno da preferência sexual. Por exemplo, dois distritos escolares de Maryland têm sido abertamente hostis ao ponto de vista dos ex-homossexuais. O "Montgomery County" negou que panfletos feitos pela organização "Parents and Friends of Ex-Gays and Gays" (PFOX) fossem distribuídos aos estudantes dentro do seu programa de distribuição sem fins lucrativos, mas permitiu que organizações lgbt promovessem as suas causas no seu distrito.

Semelhantemente, os oficiais do "Prince George’s County" em Maryland removeram o "Acception: Bullying Prevention Film and Health Curriculum" depois de terem sido pressionados por activistas homossexuais devido ao facto do mesmo conter informação que dava apoio aos alunos com atracção homossexual indesejada que desejassem  alterar a sua orientação [sic] sexual.

Mito #8: A Bíblia sanciona a homossexualidade.

Verdade objectiva: Ter atracção homossexual não é pecado [ed Lucas: É sim, visto que, segundo o 10º Mandamento, toda a cobiça é pecado]. Segundo a Bíblia, agir de acordo com essa atracção é pecado. Não se pode ser morno em relação a isto visto que o Senhor Jesus disse que nos cuspiria da Sua Boca se assim agíssemos. Olhemos para o que a Bíblia diz:
Não sabeis que os injustos não hão-de herdar o reino de Deus? Não erreis: nem os devassos, nem os idolatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores, herdarão o reino de Deus. E é o que alguns têm sido; mas haveis sido lavados, mas haveis sido santificados, mas haveis sido justificados, em nome do Senhor Jesus, e pelo Espírito do nosso Deus. (1 Cor 6:9-11)
Embora muitos activistas homossexuais tenham tentado justificar o comportamento homossexual reinterpretando a Bíblia, os estudiosos Bíblicos rejeitaram tais teorias.  Para mais informações, ler “Welcoming But Not Affirming: An Evangelical Response to Homosexuality” por Stanley Grenz.

Mito #9: Qualquer pessoa que discorde com as filosofias lgbt é intolerante ou homofóbico.

Verdade objectiva: Chamar nomes é uma técnica de propaganda. Qualquer pessoa que discorde com as filosofias lgbt é uma pessoa com uma visão diferente, mas isso não transforma nessa visão em "discurso de ódio". No entanto, no seu site, a SPLC continua a qualificar as organizações que se colocam contra o comportamento homossexual, incluindo o "Family Resource Council",  a "American Family Association", e a "Liberty Counsel", de "grupos de ódio". Recentemente, o FBI usou o SPLC como recurso para identificar os grupos de ódios legítimos, mas actualmente deixou de usar os recursos de grupo.

Mito #10: Não se pode orar para deixar de ser homossexual

Verdade objectiva: Concordo! Não podes orar para afastar o homossexualismo. Não tens esse poder. Podes orar a Deus para que Ele te mostre o significado da tua atracção homossexual de modo a que possas resolver as questões que levaram a esse desenvolvimento. Se Deus quiser que tu mudes, isso pode acontecer.

Há esperança.  O Evangelho Segundo João, capítulo 10, versículo 10, diz:

Eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância.

Tu podes também ser guiado pelo Espírito de modo a encontrar a graça, a paz, a castidade e a cura. Só Deus muda os corações. Que a Sua vontade seja feita.

Fonte:  http://bit.ly/1n0QM2H

quarta-feira, 19 de março de 2014

10 respostas que refutam a agenda gayzista

1. “Somos iguais perante a lei, e como tal, vamo-nos casar."

É verdade que somos todos iguais perante a lei, mas esta igualdade, que é jurídica e não biológica, não anula - e nem pode alunar - as distinções anatómicas, fisiológicas e psicológicas entre os sexos - diferenças essas que geram as condições para o casamento e são o seu fundamento natural.

Em relação ao casamento, e igualdade jurídica significa que todos aqueles com a capacidade natural para casar, têm o direito de o fazer. Esta igualdade jurídica não cria as condições biológicas necessárias para o casamento. O acto conjugal está intrinsecamente ligado ao casamento, e a natureza requer dois indivíduos do sexo oposto para esta performance. Este requerimento natural esta totalmente ausente entre duas pessoa do mesmo sexo que planeiam casar, e como tal, o princípio da igualdade perante a lei não se aplica.

2. “Os homossexuais nascem dessa forma.”

O argumento de que os homossexuais "nascem assim" levou à busca do assim chamado gene homossexual. Três projectos de pesquisa têm sido normalmente mal-interpretados como forma de apoiar essa conclusão - nomeadamente, os projectos de pesquisa do Dr. Simon LeVay, dos Drs. J. Michael Bailey e Richard C. Pillard, e do Dr. Dean Hamer. A Associação Médica Católica sumariza estes factos no seu artigo "Homossexualismo e Esperança":

Os média têm promovido a ideia de que o "gene homossexual" já foi descoberto... mas apesar de várias tentativas, nenhum dos estudos amplamente publicitados foram cientificamente replicados. Um certo número de autores fez uma revisão cuidadosa a estes estudos e apurou que não só estes estudos não provam a base genética para a atracção homossexual, como nem sequer chegam a fazer tal alegação.

Se a atracção homossexual fosse geneticamente programada, então seria de esperar que os gémeos idênticos fossem idênticos na sua atracção sexual. No entanto, existem várias reportagens em torno de gémeos idênticos que não são idênticos na sua atracção sexual.

3. “Actos homossexuais entre adultos com consentimento não te afectam.”

O consentimento nem sempre significa a legitimização dum acto. A moralidade dum acto não depende apenas da intenção e do consentimento das pessoas que o levam a cabo; o acto em si tem que se conformar à lei moral. Logo, o consentimento mútuo entre parceiros homossexuais nunca pode legitimar os actos homossexuais, que são desvios anti-naturais do verdadeiro e natural propósito do acto sexual.

Para além disso, os actos homossexuais consentidos podem de facto afectar o resto da sociedade. A propagação do homossexualismo fragiliza a moralidade publica e a família natural e desde logo, fragiliza o bem comum da sociedade e a perpetuação da raça humana.

Nós somos seres sociais. John Donne correctamente declarou que nenhum homem é uma ilha. Como seres sociais, não nos podemos desassociar da sociedade e da sua decadência. Se nós não batalharmos em favor do casamento tradicional hoje, quando os sinos da morte ecoarem sobre a nossa sociedade dissoluta, ninguém irá perguntar para quem os sinos tocam visto que tocarão para nós.

4. “O que nós fazemos em privado não é da conta de ninguém.”

Sem dúvida que a privacidade da casa é sagrada, mas ela não é absoluta. Quando um acto maligno é levado a cabo em público, a escândalo consequente agrava a sua  intrínseca natureza maligna. No entanto, um acto maligno não se torna aceitável quando o mesmo é feito em privado; a sua natureza maligna permanece inalterável.

Embora os actos homossexuais sejam mais graves se forem levados a cabo em público, eles continuam a ser "intrinsecamente malignos" quando são levados a cabo em privado. De igual modo, a inviolabilidade do lar não protege os actos imorais e socialmente destrutivos tais como a prostituição infantil, a poligamia e o incesto.

5. “A moralidade não é competência do governo.”

Segundo a lei natural, o Estado tem o dever de preservar a moralidade pública. Isto não significa que o Estado tem que forçar a prática de todas as virtudes e banir a práctica de todos os actos imorais, tal como é tentado pelos ayatollahs actuais. Pelo contrário, o que isto significa é que sempre que legisla sobre assuntos morais, o governo tem que decidir se algo afecta directamente o bem comum, e então legislar de modo a favorecer a virtude e a obstruir a imoralidade.

Uma vez que o homossexualismo, o adultério, a prostituição e a pornografia fragilizam os fundamentos da família (a base da sociedade), o Estado tem o dever de usar o seu poder coercivo para os banir ou limitá-los em nome dos interesses do bem comum.

6. “'O casamento' homossexual não ameaça o casamento tradicional. Ambos podem coexistir lado a lado.”

O "casamento" entre pessoas do mesmo sexo destrói a integridade do casamento genuíno ao transformar o casamento tradicional numa sub-espécie dentro do género de casamentos. O alargado género do casamento supostamente iria englobar o casamento tradicional, as uniões homossexuais ou heterossexuais, e qualquer outra nova relação que entretanto surgisse. Este novo género de "casamento" não é, no entanto, casamento.

O casamento é o laço permanente e sagrado que une o homem e a mulher que tenham planos de constituir uma família e enfrentar as tribulações da vida juntos. O casamento envolve a dedicação altruísta, devoção e sacrifício. O casamento e a família são instituições sagradas que fomentam o bem comum da sociedade. A legalização do "casamento" homossexual e a sua colocação ao mesmo nível que o casamento tradicional destrói o bem comum da sociedade.

Quando a autoridade pública e a sociedade no geral negam a singularidade e a insubstituível contribuição para o bem comum do casamento tradicional, e os indivíduos podem encontrar incentivos e regalias legais mais facilmente nas imitações, então o casamento verdadeiro está a caminho da extinção. [ed: Esse o objectivo da agenda homossexual: destruir o casamento natural]

7. “O 'casamento' homossexual é um assunto centrado nos direitos civis e não na moralidade.”

Isto é o mesmo que dizer que os direitos civis não têm nada a ver com a moralidade, o que não é verdade. Embora muitos hoje em dia façam uma separação entre os "direitos civis" e a moralidade, a realidade dos factos é que não existem "direitos civis" sem um fundamento moral. Os actos humanos têm que estar de acordo com a razão e com a lei natural. "Nada mais insensato pode ser dito ou concebido do que a noção de que, uma vez que o homem é, por natureza, livre, ele encontra-se, portanto, livre da lei".

A moralidade é mais alargada que a lei. A lei precisa de ser justificada com a moralidade. Leis que não se encontram enraízadas na moralidade não têm qualquer propósito visto que as leis existem para o bem maior da sociedade. No seu famoso tratado em torno da lei natural, o Padre Taparelli D’Azeglio afirmou:

A ordem moral é a base para a sociedade visto que todos os deveres fundamentam-se na ordem moral que resulta da ordem natural. A ordem é a regra natural para o intelecto. No intelecto, a ordem simplesmente é a verdade, e desde que esta lidera a vontade, a ordem é bondade.

8. “A igreja permite o casamento de pessoas estéreis, e como tal, ela tem que permitir o "casamento" homossexual"”

Este argumento é frequentemente usado por activistas homossexuais "Católicos", mas não há comparação possível entre a esterilidade natural dum casal e a esterilidade anormal da união homossexual.

No primeiro caso, o acto conjugal levado a cabo pelo marido e pela mulher têm a possibilidade de gerar nova vida. A concepção pode não acontecer devido a alguma disfunção orgânica quer no marido ou como consequência dos naturais períodos de infertilidade da esposa. Esta falta de concepção resulta de razões ou circunstâncias acidentais. Logo, em casos de esterilidade acidental ou não desejada no casal, nada é feito para frustrar o propósito do acto conjugal.

Nos actos homossexuais, no entanto. a esterilidade não é acidental, mas sim consequência da fisiologia do acto, que é infértil por natureza. Tal como um documento de 2004 do Vaticano declara:

Tais uniões [homossexuais] não são capazes de contribuir de uma forma própria para a procriação e sobrevivência da raça humana. A possibilidade de se usarem métodos recentemente descobertos para a reprodução artificial, para além de envolverem uma grave falta de respeito pela dignidade humana, nada alteram a esta inadequação.


9. “Proibir os "casamentos" homossexuais é discriminação.”

Não é descriminação. "A negação do estatuto legal e social do casamento para formas de coabitação que não são e nem podem ser ser maritais não se opõe à justiça; pelo contrário, a justiça exige isso mesmo

10. “É injusto não permitir que os homossexuais se casem uns com os outros, forçando-os a uma castidade não desejada.”

Tal como diz São Paulo, quem não é casto, não entrará no Reino dos Céus. Todos estão obrigados a practicar a castidade segundo o seu estado de vida. Esta obrigação procede da ética natural e da moralidade revelada que a Igreja não pode alterar. Os casados têm que viver de uma forma casta observando a fidelidade matrimonial, e os solteiros têm que viver de forma casta, abstendo-se de todo o contacto sexual.

Se a pessoa não tem condições físicas, psicológicas ou qualquer outra condição, para contrair o matrimónio, ela tem que practicar a castidade perfeita no celibato. Não só há glória em escolher o celibato por amor ao Reino dos Céus, como há também o mérito de se aceitar a castidade que as circunstâncias exigem como forma de alguém se sujeitar à Santa vontade de Deus.

Fonte

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