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domingo, 16 de março de 2014

A mentira do homossexual Richard Kennedy

Estudante de drama que se tornou numa sensação da internet depois de alegar ter sido violentamente espancado "por ser homossexual", admitiu publicamente que as lesões que tem foram causadas por ele mesmo quando tropeçou num passeio. Richard Kennedy, de 18 anos, morador em Blackpool (Inglaterra), disse à polícia que foi encurralado por "um gangue de homofóbicos" depois ter saído dum bar homossexual em Preston, Lancashire, alegação que levou a policia a apelar por mais informações em torno do que eles chamaram de "ataque particularmente sórdido".

Para além da alegação, Kennedy postou no Facebook fotos da sua cara ensanguentada, dos dentes deslocados e das feridas nos joelhos. Junto com as fotos, ele colocou a frase, "Eis aqui um exemplo do porquê a homofobia estar errada, e de ser nojento o facto disto ainda existir em 2014". O post recebeu mais de 182,000 mensagens de apoio.

Mas agora, o jovem que estuda "Teatro e Performance Contemporânea" na "University of Central Lancashire" admitiu ter inventado tudo. Depois de lhe terem sido exibidas imagens CCTV dele escorregar e a cair de cara no chão, Kennedy admitiu que "o ataque homofóbico totalmente desumano" do qual ele falou nunca aconteceu. A policia de  Lancashire, que levou a cabo "uma investigação detalhada" da alegação, confirmou que as imagens de CCTV mostravam que o adolescente não havia sido atacado por ninguém, mas que pura e simplesmente tinha caído.

Apesar da mentira, os oficiais da polícia alegaram que Kennedy não será alvo de qualquer penalização (por ter causado a que a polícia perdesse tempo) visto que eles são de opinião que Kennedy realmente acreditava que havia sido atacado quando falou com a polícia. O Inpector-Detective Paddy O’Neill disse:

Conseguimos recuperar algumas imagens CCTV que mostram a parte lesada [Kennedy] a cair no chão. Nós mostramos-lhe as imagens e ele agora aceita que as suas lesões ocorreram durante a queda. (...) Havendo supervisionado a investigação . . . aceito que a sua queixa tenha sido feita com boas intenções. (...) Estou perfeitamente consciente que as informações iniciais em torno deste incidente foram perturbadoras para um certo número de pessoas, e a cidade de Preston foi colocada sob uma luz bastante negativa. Felizmente, não houve qualquer tipo de ataque homofóbioc nem qualquer outro tipo de ataque.

Depois do alegado "ataque" à porta do clube Evoque pouco depois das 3:30 da madrugada do dia 26 de Fevereiro, Kennedy disse que foi derrubado para o chão e pontapeado com tal ferocidade que 4 dos seus dentes foram deslocados do sítio. Ele disse também que foi com muito esforço que conseguiu andar, depois de ter sofrido lesões em ambos os joelhos.

Mais tarde, o estudante relatou as ocorrências no Facebook duma forma enervada, postando fotos do "Ante"s e "Depois", e lamentando ter sido "estúpido" por ter ido para casa sozinho. Depois de publicado, esse post tornou-se viral. Ele escreveu:

Eis aqui a minha cara antes de depois do ataque homofóbico: 4 dos meus dentes desapareceram - não caíram; estão sim enfiados na minha gengiva e nas minhas bochechas.....a minha cara inchou, ambos os meus joelhos encontram-se seriamente lesionados, e tenho dificuldade em andar. A minha cara está a latejar constantemente e agora tomo 4 tablets por dia para as dores. E ainda posso precisar duma cirurgia para resolver os danos. E qual foi a causa disto tudo? A minha sexualidade.

Inicialmente, a polícia disse que Kennedy estava tão desorientado com o "ataque" que nem sabia exactamente onde é que havia sido atacado. Crê-se que, durante algum tempo, ele andou pela cidade de Preston confuso e perturbado antes da polícia ter sido alertada por pessoas que passavam por perto. Numa entrevista dada a um jornal local, Kennedy afirmou:

Ouvi um grupo de homens a gritar palavras homofóbicas contra mim. A próxima coisa que me lembro é ser esmurrado na parte traseira da cabeça. Fui atacado violentamente - e tudo por causa da minha sexualidade. Fiquei coberto de sangue e a minha cara foi pontapeada, o que causou a que os meus dentes retrocedessem. Posso vir a precisar de cirurgia como forma de reparar os estragos que foram feitos. É uma desgraça total atacar pessoas só por causa daquilo que elas são.

Depois de tudo o que passou, tudo o que quero é que as pessoas fiquem conscientes. Quero que as pessoas vejam o que pode acontecer se forem estúpidas como eu e andem sozinhas à noite.


A mais recente mensagem da página pessoal de Kennedy não diz nada da investigação policial. Tudo o que ela diz é: "Se és homossexual, então és homossexual. Se és heterossexual, então ainda bem".

Daily Mail

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Como dito previamente, existem vantagens sociais em ser uma "vítima credenciada". O problema é que não há motivos suficientes que justifiquem o estatuto de "vítima" de alguns grupos, e como tal, os membros desses grupos inventam histórias: as feministas vêm "opressão" onde ela não existe, os negros e as outras minorias étnicas vêem racismo onde ele não existe, e os homoeróticos vêem "homofobia" onde ela não existe.

Uma coisa é certa: uma vez que os membros desses grupos "protegidos" se vêem na "obrigação" de inventar crimes de ódio como forma de justificarem o  seu auto-conferido estatuto de "vitima", é seguro afirmar que tais "crimes de ódio" reais fazem-se notar pela sua ideologicamente problemática ausência.

Mas os principais culpados deste estado de coisas, e por haver mulheres, minorias étnicas e homossexuais com forte inclinação para mentir como forma de justificar o seu estatuto de "vítima", são as pessoas que classificaram esses grupos de "vítimas" sem que eles o fossem. Agora, os membros desses grupos vêem-se na "obrigação" de viver segundo as expectativas de pessoas que apenas usam a sua "raiva" artificial incutida como forma de obter ganhos políticos e sociais.


sábado, 14 de dezembro de 2013

A mentira da garçonete lésbica

Aparentemente, a garçonete de New Jersey que se tornou numa celebridade menor depois de ter alegado que um dos clientes se recusou a dar-lhe gorjeta devido ao facto dela (a garçonete) ser lésbica, foi despedida ou despediu-se depois de terem sido produzidas evidêncidas que demonstram que ela inventou a história toda.

No Sábado à tarde, o restaurante onde ela trabalhava - Gallop Asian Bistro - colocou uma nota na sua página do Facebook afirmando que eles haviam levado a cabo uma investigação e que após a sua conclusão, e numa "decisão comum", a garçonete Dayna Morales "não continuará a trabalhar no restaurante."

O post recusou-se a declarar de modo definitivo se Dayna tinha inventado todo o incidente, caracterizando o que foi apurado de "inconclusivo".

Os problemas tiveram início no mês passado, numa página do Facebook de temática homoerótica, quando a empregada colocou uma foto dum recibo de restaurante que tinha a mensagem supostamente escrita pelo cliente que ela serviu:

"Sinto muito, mas não lhe posso dar qualquer tipo de gorjeta porque não concordo com o seu estilo de vida e nem com a forma como você vive."


A história da Dayna quase que imediatamente recebeu uma quantidade enorme de cobertura mediática. A CNN, as estações locais de televisão e numeros sites e jornais dedicaram bastante tempo a este evento. Pessoas simpatéticas com o seu alegado "sofrimento" começaram a enviar donaticos para a compensar.

Mas as coisas começaram a se desembaraçar quando a estação de televisão WNBC (de Nova Yorque) falou com o homem e a mulher que alegaram ser o casal em questão e que eles tinham, de facto, deixado gorjeta. 

Eles apresentaram também uma cópia do recibo e uma declaração do cartão de credito indicando que eles tinham deixado uma gorjeta de $18 na sua refeição de $93.55.


A reportagem da WNBC levou a que o restaurante Gallop Asian Bistro desse inicio à sua investigação que, por fim, levou a que Dayna Morales abandonasse o restaurante.

Fonte

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Quando um grupo "oprimido" vê-se constantemente na contingência de inventar casos de "opressão", é seguro afirmar que esse mesmo grupo não sofre a "opressão" que serve de base para o seu vitimismo militante. A lésbica mentiu porque ela sabe que a cultura, no seu todo, se colocará do seu lado, mas o próprio acto dela ter que mentir para ganhar a simpatia social demonstra que ela não a merece.

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