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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Activismo homossexual coloca em causa o papel da mulher

Por Jemma Buckley

Germaine Greer criticou a dupla homossexual composta por Elton John e David Furnish por terem listado um homem como a "mãe" nas certidões de nascimento dos seus dois filhos. Ela disse que este gesto é mais um exemplo da forma como o conceito da maternidade tem "sido desconstruído", antes de criticar também o processo da Fertilização in Vitro (FIV).

Nos documentos dos seus dois filhos, Zachary (4 anos) e Elijah (2 anos), Sir Elton está listado como o pai e Furnish como a "mãe". Ambas as crianças nasceram da mesma mãe-substituta da Califórnia - que a dupla homossexual diz amar "como uma irmã" - e ambas partilham o mesmo doador de espema anónimo.

Germaine Greer é a mais recente celebridade a vocalizar a sua desaprovação às atitudes de Sir Elton, de 68 anos, e de Furnish, de 52. Recentemente, Elton esteve envolvido numa discussão notória com os estilistas Italianos Domenico Dolce e Stefano Gabbana, que deram o nome de "sintéticas" às crianças geradas a partir da FIV. O cantor Inglês respondeu aos comentários feitos a uma revista Italiana, e apelou a um boicote à casa de moda Dolce-Gabbana:

Como é possível que eles se atrevam a qualificar os meus dois maravilhosos filhos de "sintéticos"? Eles deveriam ter vergonha de agitar o seu dedo julgador contra a FIV, um milagre que tem permitido a legiões de pessoas amorosas - tanto heterossexuais como homossexuais - realizar o sonho de ter filhos.

Falando no Hay Festival, Greer, de 76 anos, disse:

Por vezes penso que o problema é o conceito de maternidade, que nós não conseguimos dar algum tipo de estrutura. Sir Elton e a sua "esposa" David Furnish colocaram nas certidões de nascimento dos seus dois filhos que David Furnish é a "mãe". Desculpem-me. Isso dá-nos uma ideia da forma como o conceito da maternidade foi esvaziado e desapareceu. Foi totalmente desconstruído.

Greer, que escreveu o best-seller com o nome The Female Eunuch no ano de 1970, continuou, criticando o processo de FIV através do qual os filhos da dupla homossexual nasceu:

Nós agora temos a mãe "genética", que fornece os ovos. Tudo depende donde se encontra e se ela terá permissão para saber o que irá acontecer com os seus ovos. E as mulheres normalmente tendem a ter essa preocupação. Um ovo não é um esperma. Nós não produzimos 400 milhões deles duma vez. Um ovo miserável aparece uma vez por mês.

Depois dão-te um folículo que simula hormonas, e tu tens cerca de 17 [ovos], e eles dão-te um FIV a bom preço e distribuem o resto dos ovos da forma que eles querem. Em alguns sítios tu tens permissão para saber o que aconteceu com os teus ovos, mas noutros sítios não.  O que nos resta é uma conta reduzida de FIV visto que a criança está a nascer através das pessoas envolvidas e usando os teus ovos.

Desculpem-me perguntar isto, mas alguém discutiu isto? Será que alguém se sentou e perguntou o que os ovos significam para as mulheres?

A activista de origem Autraliana continuou, fazendo a corajosa alegação de que ela suspeita que o "1967 Abortion Act" só foi introduzido devido às pressões políticas da indústria da fertilidade:

Todo este discurso foi distorcido desde o início por parte da indústria da fertilidade. Ultimamente tenho pensado nisso, e tenho uma suspeita, que ainda tenho que investigar mais, de que o aborto foi legalizado precisamente porque a indústria da fertilidade precisava disso. Não fomos nós. De certeza que não fomos nós.

Nós poderíamos ter marchado até que nos caíssem os pés, mas mesmo assim, eles não se preocupariam em dar-nos o aborto. Eles é que queriam ser capazes de colocar um ponto final da gravidez, para além de quererem manipular livremente os produtos da concepção.

Falando sobre o político Democrata Liberal David Steel, que foi responsável pela introdução do "Abortion Act" no parlamento, ela disse:

Ele é um político. Ele só pôde dar entrada à proposta de lei depois dos barões da fertilidade lhe terem dito o que eles queriam. Eles são muito poderosos dentro do establishment médico-legal.

~ http://goo.gl/vn6B4X
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domingo, 23 de novembro de 2014

Empresa Cristã forçada a imprimir t-shirts para evento homoerótico

Na Quarta-Feira a Christian News reportou que um examinador da Comissão dos Direitos Humanos de Kentucky havia ordenado uma serigrafia Cristã a imprimir t-shirts pró-homossexualismo e a se submeter a um "treino de diversidade" devido ao facto de, há dois anos atrás, ela se ter recusado a fazer t-shirts para uma celebração de "orgulho gay".

No ano de 2012, a "Gay and Lesbian Services Organization of Lexington" (GLSO) apresentou uma queixa junto da Lexington-Fayette Urban County Human Rights Comission (HRC) depois do gerente da Hands On Originals, Blaine Adamson, se ter recusado a imprimir t-shirts para o Festival de Orgulho Gay de Lexington devido às suas convicções religiosas. Na Terça-Feira, o examinador do HRC determinou que a recusa de Blaine Adamson de violar as suas convicções religiosas violavam o Lexington Fairness Ordinance, determinando que Adamson havia "discrimanado contra a GLO devido à orientação [sic] actual ou imputada dos seus membros".

Quando a queixa legal foi inicialmente feita, Adamson citou as suas convicções Bíblicas que afirmam que o homem não pode tomar parte nos pecados de outro homem (1 Timóteo 5:22, Efésios 5:7), e rejeitou a noção de que ele havia discriminado contra alguém:
Não se dá o caso de eu ter uma sinal à porta onde se lê "Não é permitida a entrada a homossexuais" Nós trabalhamos com qualquer pessoa, mas se existe uma mensagem específica que entra em rota de colisão com as minhas convicções religiosas, então eu não a posso promover.
Aaron Baker, representante da GLSO, reconheceu que a decisão legal significava de modo eficaz que empresas com donos homossexuais teriam que imprimir t-shirts para organizações como a Westboro Baptist Church, conhecida pelas suas mensagens anti-homossexualismo, consequência que Baker aceitou [ed: porque sabe que dificilmente isso irá acontecer]:
Acredito que qualquer empresa de impressão cujos donos sejam homossexuais teria que imprimir t-shirts para a Westboro Baptist Church, e se os membros da mesma dissessem algo do tipo, "Vejam uma coisa: nós somos uma igreja e estamos a promover os valores da nossa igreja ao imprimir os nossos nomes na t-shirt", não vejo de que forma é que isso poderia ser negado.
A Alliance Defending Freedom (ADF), o grupo legal Cristão que está  a prestar assistência à empresa Hands On Originals, discorda de modo firme com as conclusões de Bajer, e Jim Campbell  - assessor jurídico sénior - escreveu que os cidadãos não deveriam ser forçados a promover algo com a qual não concordam:
Ninguém deveria ser forçado pelo governo - ou por qualquer outro cidadão - a endossar ou promover ideias com as quais eles não concordam. Blaine recusou-se a imprimir as t-shirts não devido a uma característica das pessoas que fizerem esse pedido, mas sim devido à mensagem que tais t-shirts iriam comunicar.
Na sua decisão, Munson determinou que a Hands On Originals tem que aceitar pedidos para imprimir t-shirts ou outros produtos que tenham uma mensagem que promove o homossexualismo; para além disso, ele determinou que a empresa deve tomar parte dum "treino de diversidade".
O respondente [réu] está permanentemente proibido de discriminar contra indivíduos devido à sua orientação sexual [sic] actual ou imputada, ou devido à sua identidade de género. O respondente está ordenado a participar em treino de diversidade, levado a cabo pela Lexington-Fayette Urban County Human Rights Commission, no espaço de 12 meses após a emissão desta ordem.


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A prova de que a recusa de Blaine não está relacionada com as pessoas que fizeram a encomenda mas sim com a mensagem da mesma, é que se um grupo de homens  heterossexuais fizesse o mesmo pedido, o mesmo seria igualmente recusado. Os Cristãos não podem ser obrigados por lei a promover pontos de vista com o qual não concordam. Se os activistas homossexuais e os seus aliados dentro do governo e do sistema legal acham que sim, então eles consideram os Cristãos como pessoas merecedoras de menos direitos que o resto da sociedade - posição claramente discriminatória e ilegal.

Qualquer pessoa vê que o sistema legal está a ser usado para atacar o Cristianismo - e não para defender os homossexuais - e qualquer pessoa tem que levar em conta que este tipo de coisas irá acontecer em todos os lugares onde a agenda homoerótica for ganhando uma maior aceitação pública...

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Livros de homoerotismo para crianças com menos de 5 anos

Ruth Hunt, a nova líder do grupo homossexual Stonewall, afirma que quer colocar livros de histórias pró-homoeróticas nas escolas primárias, gesto que ela descreve de campanha "radical". Segundo ela, "um conjunto de livros que celebram todas as formas de diferença" poderiam ser comissionadas para grupos de crianças com menos de 5 anos.

Este grupo homoerótico já havia produzido um conjunto "didático" para as escolas, conjunto esse que dava o seu apoio a livros tais como And Tango Makes Three, que se centra num pinguim que é criado por dois pinguins machos. Falando para o The Independent, Hunt falou dos seus planos para as escolas pré-primárias:

Eu realmente quero - e isto é algo que, como organização, temos que falar - comissionar um conjunto de livros que celebram todas as formas de diferença, para crianças com menos de 5 anos, com todo o tipo de famílias e também pessoas com raças mistas, e enviar a todas as escolas. Isto também levará o seu tempo. Mas esta provavelmente é uma das campanhas mais radicais que nós poderíamos fazer.

Hoje em dia muitas crianças têm duas mães [sic] e dois pais [sic] - ou pelo menos tios e tias homossexuais.

Ela louvou também David Cameron por dar entrada à legislação em torno do pseudo-"casamento" homoerótico:

Não se pode minimizar a importância do casamento como forma de mudar as atitudes, e foi um passo incrivelmente corajoso de David Cameron. Ele não tinha que fazer isso.

Hunt foi anunciada como executora-chefe no final de Julho, havendo sido previamente Vice-Chefe do Executivo, e vive om a sua parceira civil num apartamento em Londres. Ben Summerskill, que precedeu Hunt, manteve a posição durante 7 anos.

Em 2011 ficou-se a saber que um pacote de informação produzido pelo grupo homossexual  Stonewall havia sido enviado às escolas primárias. Nesse pacote era promovidos livros pró-homossexuais tais como The Sissy Duckling e um livro sobre dois príncipes que se apaixonam e vivem felizes para sempre como o Rei e o Rei [?].

Esse mesmo pacote sugeria às crianças poderiam agir em conformidade com essas histórias em peças de teatro escolares.

Fonte: http://bit.ly/1yh3t0A




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sábado, 15 de novembro de 2014

A espada de Jeú e a derrota das mulheres

"E há-de ser que, o que escapar da espada de Hazael, matá-lo-á Jeú" - 1 Reis 19:17

Por Rivka Edelman

O recente artigo de Janna Darnelle publicado pelo site Public Discourse com o título de “Breaking the Silence:Redefining Marriage Hurts Women Like Me—and Our Children,” revela o que se encontra por trás das imagens reconfortantes de famílias [sic] homossexuais segundo o ponto de vista da mãe. Como alguém que foi educada por uma mãe lésbica, gostaria de deixar a minha opiniâo. Eu não só irei comentar como antiga criança que era toda sorridente nessas fotos, mas também como uma académica, mulher, mãe e feminista.

O artigo de Darnelle atingiu um nervo que tornou-se viral. Não é surpreendente que no espaço de algumas horas, os activistas lgbt se tenham organizado contra ela. Os guerreiros do teclado pegaram nos baluartes, e pouco tempo depois os bandidos do costume pegaram nos seus tacos e nos seus forcados.

Para aqueles de entre vós que evita a paisagem subterrânea dos debates em torno da paternidade homossexual que ocorrem online, é importante que fiquem a conhecer Scott “Rose” Rosenzweig, um activista lgbt virulentamente misógino. 

Mal o artigo de Darnelle foi publicado, Rose entrou em acção, enviando dardos a partir do seu blog Good As You para outros sites num esforço levado a cabo como forma de destruir Darnelle pessoalmente. (Os comentários obsessivos de Scott Rose feitos na internet atraíram também a atenção de outras agências noticiosas.) 

O ex-marido de Darnelle deu também a sua opinião: sendo um homem bastante prestável, ele deixou a informação pessoal dela na secção de comentários de vários blogues activistas [lgbt], incluindo o seu nome completo.

Janna Darnelle escreveu sob um pseudónimo como forma de proteger a sua família, mas infelizmente os comentários do seu ex-marido ajudaram Scott Rose a embarcar numa campanha de assédio e intimidação. Tal como irei discutir mais embaixo, Scott Rose não se limitou a tentar levar a cabo um assassinato de carácter pela internet, mas chegou a entrar em contacto com o patrão de Darnelle como forma de tentar que ela fosse despedida.

Os leitores certamente que se lembrarão que o artigo de Darnelle fala do seu divórcio com o seu ex-marido e a sua luta como mãe solteira levada a cabo como forma de providenciar algum tipo de orientação à sua família. Embora as suas conclusões sejam controversas, a sua história está bem escrita e bem articulada. Infelizmente, a resposta motivada pelo ódio da parte dos activistas lgbt extremistas e dos blogueiros confirma o que muitas mulheres começam a reparar. Embora estes activistas elogiem o ex-marido dela por "viver a sua verdade", eles têm as mulheres e as crianças em tão pouca consideração que se recusam a reconhecer a legitimidade das difíceis experiências vividas por ela como mãe.

Embora eles aleguem representar os desfavorecidos, certas alas do movimento pelos direitos dos lgbt funcionam como um grupo dos direitos dos homens totalmente composto só por homens brancos. No nosso clima actual, estes homens têm permissão para causar grandes males às mulheres e às crianças impunemente.

Apagando e Explorando as Mulheres

Superficialmente, o que Darnelle descreveu poderia ter paralelos com um divórcio heterossexual. Na maioria dos casos, o padrão de vida das mulheres cai significativamente depois dum divórcio, enquanto que o dos homens sobe de modo significativo [ed: ?]. Portanto, segundo este mentalidade, não houve nada de surpreendente na história da Janna: o juiz favoreceu o marido, que tinha um rendimento estável.

Os blogueiros e os activistas do blogue Good as You, de Jeremy Hooper, usaram a decisão do juiz para sugerir que Darnella era uma mãe incapaz. O artigo de Darnelle nõ forneceu detalhes sobre o arranjo feito em torno da custódia, já confirmei que a mãe tem 60% da custódia das crianças. Isto indica que ela não foi considerada "incapaz" de forma alguma.

O tropo de "mãe incapaz" é muito importante para os homens tais como Hooper e Rose, uma vez os ajuda a justificar a remoção dos filhos das mulheres, os seus ovos, ou o uso do seu útero. Darnella tem razão. A maior parte das famílias lideradas por duplas homossexuais masculinas são construídas na exploração das mulheres. Falando de forma práctica, Jeremy Hooper, Scott Rose, e os seus compatriotas formaram um grupo grupo dos direitos dos homens que busca forma de usar as mulheres como reprodutoras. Estas doadoras de ovos e mães de aluguer fornecem crianças para um movimentado mercado cheio de duplas homossexuais, para quem a reprodução é naturalmente e biologicamente impossível.

Em nome da igualdade, grupos tais como a GLAAD (que emprega Jeremy Hooper) avançaram com leis em torno da identidade de género que apagaram legalmente as mulheres. O termo "mulher" pode legalmente ser usado em referência a um homem que escolha identificar-se desta forma. Mal as mulheres tenham sido legalmente apagadas como grupo e como indivíduos, não é difícil apagar as "mães". Isto apoia a práctica de usar os ovos das mulheres e o útero de outra mulher como forma de fornecer crianças para as duplas homossexuais, obscurecendo o conceito de maternidade e tornando-o descartável.

Guia para a Cartilha de Scott Rose e de Jeremy Hooper

A publicação da história de Janna Darnelle gerou uma onda de posts cheios de vitríolo, chamando-a de "criatura lamentável", acusando-a de instabilidade mental, e questionado a sua própria existência. Com a ajuda dos comentários do ex-marido dela, Scott Rose dedicou o seu tempo a descobrir e a publicitar o máximo de informação pessoal possível sobre Darnelle, tais como notas da escola secundária e registos imobiliários. Scott Rose atacou Darnelle com mensagens ameaçadoras, entrou em contacto com o patrão dela, deixando a seguinte mensagem no Facebook da companhia:

Isto é uma QUEIXA contra [....], uma assistente-executiva na [...]. Sob o nom de plume de "Janna Darnelle", [...]  publicou uma horripilante, deformatório e longa opinião anti-gay no site “Public Discourse.” O primeiro problema será que ela está a gerar um clima de hostilidade para com os anciões gays e/ou os seus amigos ou familiares em visita. O segundo problema é que no seu texto, ela revela-se como uma pessoa desequilibrada. As suas palavras públicas de ataque anti-gay reflectem-se duma forma pobre na LLC.

Infelizmente, tudo isto esté de acordo com o previsível padrão de ataque. Se estudarem as rotinas que ocorrem sempre que Jeremy Hooper e Scott Rose conspiram para eliminar alguém, observarão padrões bem mecanizados.  Quatro passos são normalmente levados a cabo quando eles estão concentrados no assassinato de carácter.

Primeiro, eles chamam a pessoa de mentirosa e afirmam que a existência da pessoa não pode ser verificada sem qualquer outro tipo de dados sobre ela. Segundo, mal Hooper e Scott Rose estão na posse de tais dados, eles escrevem ao patrão da pessoa como forma de tentar que eles despeçam essa pessoa ou destruam a carreira profissional da mesma. Terceiro, se eles não conseguirem que a pessoa seja despedida, Hooper e Scott Rose atacam os membros familiares. Quarto, se eles não conseguirem voltar a família da pessoa contra ela, Hooper e Rose emitem ataques infindáveis contra a pessoa, tentando fazer com que a pessoa sinta medo ou se sinta insegura a todo o momento.

Eles têm também um saco cheio de truques retóricos. Aprendam quais são.

Descarrilamentos suaves:

E o que dizer dos divórcios, adopções e famílias misturadas dos heterossexuais?

Tais pontos marginais têm o propósito de distrair e gerar falsas equivalências. A realidade dos factos é que, todas as famílias lideradas por homens homossexuais tiveram que retirar a criança dos braços de outra pessoa. De forma a aceitar isto, tem que se aceitar que os homens têm o digito de usar os corpos das mulheres e comprar os filhos dela.

Descarrilamentos de choque:

Olhem quão péssimos pais os heterossexuais são.

A existência de tais pais, embora trágico, não dá aos homens o direito colher os ovos das mulheres, e usá-las como reprodutoras, ou tomar delas os seus bebés e os seus filhos.

Apelos emotivos:

Nós queremos filhos. O que é que deveríamos que fazer?

Esta rotina tenta fazer com que as pessoas se sintam culpadas ou envergonhá-las de forma que elas forneçam mulheres pobres de modo a serem usadas por homens ricos. A minha resposta: Eu não vos pedi que resolvam os meus problemas, ou pedi? Vocês não podem exigir que a sociedade legisle uma subclasse especial de mulheres de modo a que elas sejam explicitamente usadas como reprodutoras de modo a que vocês se sintam felizes.

A biologia "nasci assim":

Não vivam uma mentira; sejam honestos com vocês mesmos.

Esta táctica torna-se numa outra maneira de apagar as mulheres. Dentro deste esquema, é-nos pedido que aceitemos a importância da biologia masculina. Nunca poderia a um homem que sente atracção por outros homens que fique com a sua esposa visto que ele está biologicamente destinado a sentir atracção pelos corpos de outros homens. No  entanto, e ao mesmo tempo, é-nos dito que a biologia das mulheres - especialmente o seu laço biológico com a sua criança - não tem importância. Apesar ds evidências científicas da união maternal e fetal durante a gravidez, e apesar das longas histórias de mulheres que sofreram dor por toda a su vida devido ao facto de terem visto os seus filhos retirados dos seus braços, é suposto nós olharmos para as mulheres como animais reprodutores e acreditar que os homens têm o direito de criar os filhos de outras pessoas.

És um homem e queres-te casar [sic] com um homem? A sociedade não te deve os filhos das mulheres, os ovos das mulheres, ou os corpos das mulheres.

Não Nos Podem Calar Para Sempre

Ao escrever este artigo sei que corro o risco de ser chamada de intolerante. Tal como a Janna Darnelle, é bem provável que tenha que aguentar uma vasta gama de termos  misóginos. Serei chamada de maluca, desequilibrada, risível, amarga, gorda, velha, e feia. Dito de outra forma, sou uma mulher que se atreve a dizer que os privilegiados e ricos homens brancos não têm direito ao corpo ds mulheres ou às suas partes corporais.

Há já muitos anos que o prazer sexual dos homens tem sido um negócio protegido - tanto para os homossexuais como para os heterossexuais. De forma geral, a indústria explora as mulheres e as crianças e agora temos um novo negócio: as barrigas de aluguer. Quão progressista. E ao mesmo tempo, quão antigo e previsível.

Fonte: http://bit.ly/1rn1Y7m

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Não deixa de ser tragicamente previsível a forma como as mulheres (feministas e não só) descobrem que o movimento que elas tanto apoiam - o movimento homossexual masculino - nutre por elas um ódio maior que o ódio que esse mesmo movimento nutre por outras facções da sociedade.

Sinceramente, será que as mulheres nunca se haviam apercebido que o sucesso da agenda homossexual masculina é a derrota das mulheres? Seria preciso elas começarem a ver os seus filhos a serem arrancados dos seus braços, e entregues às duplas homoeróticas masculinas, para se aperceberem disso?

De que forma é que as mulheres pensavam que os homens homossexuais iriam obter crianças?

Qualquer pessoa minimamente inteligente vê que qualquer que seja o poder que a mulher tem sobre os homens, esse pode centra-se em larga medida na sua sexualidade e na forma como ela usa  a sua sexualidade para obter o que ela quer dos homens. Mas se os homens conseguem evitar sexualmente as mulheres (isto é, buscando gratificação sexual uns com os outros), as mulheres tornam-se sexualmente irrelevantes e descartáveis. Esta é uma das muitas formas como o movimento lgbt masculino torna as mulheres irrelevantes.

Outra coisa a levar em conta é que os homens homossexuais têm uma preferência clara por homens heterossexuais. Isto significa que, enquanto que no passado as mulheres tinham que competir umas pelas outras pela atenção masculina, elas agora têm que competir com outros homens pela atenção masculina (!). Há já muito tempo que vários quadrantes da sociedade têm avisado que a agenda homossexual é prejudicial para a sociedade, mas as mulheres só começaram a reparar nisso quando essa agenda começou a afectar a sua vida pessoal.

Por mais que esta feminista queira fazer deste ponto uma guerra "entre homens e mulheres" a realidade dos factos é que esta guerra é entre as mulheres e os homens homossexuais (e não "os homens"). Por mais difícil que isso possa ser para as mulheres, se elas querem ser mais eficazes na  defesa dos seus filhos e da inviolabilidade dos seus corpos, elas têm que se focar precisamente onde existe o problema, isto é, junto dos homens homossexuais (brancos ou não) que querem gerar "famílias" tirando crianças dos braços das suas mães.

Não deixa de ser irónico que as mulheres tenham batalhado tanto contra o "patriarcado" e contra a família natural, só para descobrirem que sem a protecção dessa instituição, os seus desejos e as suas vontades ficam ainda mais à mercê da vontade dos homens da elite ("homens brancos ricos e privilegiados"). As feministas e as mulheres têm escolhas complicadas a fazer:

1) Continuar a apoiar a agenda homossexual, o que aumentará o número de "famílias" lideradas por homens homossexuais e a busca destes por crianças; 
2) Colocarem-se do lado da normalidade, e desenvolver esforços para a preservação da instituição do casamento como a união entre um homem e uma mulher (a tal "opinião controversa" aludida por Rikva).
Do ponto de vista das feministas, elas escaparam do "patriarcado maligno" (a "espada de Hazael") e agora têm à sua frente o movimento homossexual masculino (a "espada de Jeú"). Uma vez que para elas estas são as únicas opções à sua disposição, elas que se preparem para se submeter a uma delas. Curiosamente, (e daí talvez não) foi o Rei Jeú quem matou a rainha Jezabel, grande ícone feminista:
E Jeú veio a Jezreel, o que ouvindo Jezabel, se pintou em volta dos olhos, e enfeitou a sua cabeça, e olhou pela janela. E, entrando Jeú pelas portas, disse ela: Teve paz Zimri, que matou a seu senhor? E levantou ele o rosto para a janela, e disse: Quem é comigo? quem? E dois ou três eunucos olharam para ele. Então disse ele: Lançai-a de alto a baixo. E lançaram-na de alto a baixo: e foram salpicados com o seu sangue a parede e os cavalos, e ele a atropelou. - 2 Reis 9:30-33


terça-feira, 28 de outubro de 2014

Estudo de Mark Regnerus cientificamente válido

A Universidade do Texas em Austin afirmou que levou a cabo uma investigação e não encontrou qualquer evidência de má-conduta no estudo que apurou que as crianças de "famílias" homossexuais "são mais susceptíveis de 1) reportarem estar sem emprego, 2) serem menos saudáveis, 3) serem mais deprimidos, 4) terem traído o/a esposo/a  ou o/a parceiro/a, 5) fumar,  6) ingerir drogas, 7) terem tido problemas com a lei" do que as crianças de famílias tradicionais pai-mãe. Num comunicado da Universidade do Texas, emitido recentemente, lê-se:

A Universidade do Texas determinou que nenhuma investigação formal é necessária em torno das alegações de má-conduta científica apresentadas contra o professor assistente Mark Regnerus em relação ao seu artigo de Julho último publicado na revista Social Science Research.

O comunicado dizia ainda que o painel consultivo composto por 4 altos-membros do corpo docente da universidade foi consultado, para além dum consultor externo com o nome de Alan Price, a quem foi pedido que revisse as acusações como parte do inquérito que a universidade estava a fazer devido às alegações feitas pelo homossexual  Scott Rosensweig numa carta enviada à escola.

A conclusão foi a de que os assuntos listados englobavam-se na cláusula de que "erros comuns, diferenças bem intencionadas de interpretação dos dados, desacordos académicos ou políticos, opiniões pessoais ou profissionais bem intencionadas, ou comportamentos ou pontos de vista morais e éticos não são má-conduta."

A universidade disse que considera o assunto fechado depois de Robert Peterson, Oficial da Integridade na Pesquisa, ter dito aos oficiais que "nenhuma das alegações de má conduta científica avançadas pelo senhor [Rosensweig]  foram confirmadas pelos dados físicos, pelo material escrito ou pela informação disponibilizada durante as entrevistas." Ele escreveu que "não existiam evidências" que apoiavam a inferência de Rosensweig de que, como ele acreditava que havia falhas no estudo, então tinha que ter ocorrido má-conduta científica.

Regnerus (na foto) havia escrito um comentário em torno do seu estudo no Slate.com, onde ele dizia que um "tema recorrente" entre os adultos, educados por "pais" do mesmo sexo e que reportavam "mais parceiros e parceiras sexuais, mais vitimização sexual, e eram mais prováveis de olhar negativamente para a sua infância" que as crianças de famílias pai-mãe, era "a instabilidade familiar, e muita dela."

Ele explicou que este estudo "recolheu dados de modo aleatório entre os jovens adultos Americanos - que, para além dos censos, foi o maior conjunto de dados populacional preparado para responder a questões em torno de famílias onde as mães ou os pais estavam num relacionamento homossexual."

Regnerus disse que todos os participantes que responderam de modo afirmativo foram entrevistados:

Como viemos a saber mais tarde, as diferenças eram numerosas. Por exemplo, 28 porcento dos adultos que foram educados por mulheres envolvidas numa relação homossexual encontravam-se presentemente sem emprego, comparados com os 8 porcento daqueles que foram educados em famílias compostas por um pai e uma mãe.

Quarenta porcento dos primeiros [educados por lésbicas]  admitem terem tido um caso enquanto já se encontravam casados ou em regime de coabitação, comparados com os 13 porcento daqueles que foram educados por um pai e uma mãe.

Dezanove porcento dos primeiros disse que se encontravam por essa altura, ou haviam estado recentemente, em psicoterapia devido a problemas com a ansiedade, depressão, ou com relacionamentos, comparados com os 8 porcento dos últimos. 
Estas são apenas 3 das 25 diferenças que descobri.

Ele disse que o ponto principal do estudo é que "os cientistas sociais, os pais, e os proponentes fariam uma decisão mais sensata se daqui para a frente simplesmente evitassem assumir que as crianças estão bem."

Num comentário também presente no Slte, William Saletan escreveu:

Mark Regnerus é intolerante e cheio de ódio. ... A sua mais recente pesquisa em torno da paternidade homossexual [sic] é intencionalmente enganadora, e busca rebaixar os pais gays e as mães lésbicas .... A sua "ciência-lixo" não merece cobertura ou credibilidade.

Rosensweig havia alegado que existiam problemas com o estudo de Regnerus devido ao facto dele ter "aparentemente falsificado os dados", "ter construído a metodologia de pesquisa duma forma aparentemente inadequada e inapropriada", ter sido "mal-intencionado, usado comparações inválidas" e que ele "aparentemente alimenta a confusão difamatória da NOM que associa os homossexuais com os pedófilos."

Mas a universidade determinou que "visto que nenhuma evidência foi disponibilizada que confirmasse que o comportamento em questão tenha sido fruto de má-conduta científica, nenhuma investigação formal é necessária.”

A Alliance Defending Freedom disse que o estudo da New Family Structures “sugere que existem distinções nos resultados para os jovens adultos criados nos mais variados ambientes, com experiências familiares distintas”. David Hacker, consultor jurídico sénior da ADF, afirmou:

As universidades Americanas devem sempre servir de mercados livres de busca da verdade. Discordar com as conclusões dum estudo não é o suficiente para se levantarem acusações de má-conduta. ... Nós não estamos surpreendidos com o facto dessas acusações terem sido determinadas como sem fundamento. Este estudo compreensivo, revisto por pares, foi composto por académicos e pesquisadores das mais variadas disciplinas e com pontos de vista ideológico distintos, num espírito de cordialidade e razoável averiguação dos factos. Concordamos com as conclusões do inquérito levado a cabo pela AT-Austin.

Fonte http://bit.ly/1mKXTys

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Agora que o estudo cientifico do Professor Mark Regnerus está confirmado como válido, as suas conclusões têm que ser levadas em conta por quem realmente acha que o ambiente homoerótico é um ambiente saudável para o desenvolvimento normal duma criança. A ciência claramente revela que esse ambiente não é benéfico para as crianças, mas as nossas elites, na sua sede de destruir a ordem social, continuarão a avançar com a sua agenda. Quem perde com isso são as crianças.



terça-feira, 7 de outubro de 2014

Homossexual é prontamente despedido por usar a sua posição para influenciar crianças

Os defensores do homoerotismo estão furiosos com o facto dum ministério infantil Cristão do Texas ter despedido um funcionário depois dele ter apresentado o seu namorado a um grupo de crianças que se encontravam ao seu cuidado. A "Children’s Home" de Lubbock é um ministério sem fins lucrativos do Oeste do Texas fundado em 1954 e com o apoio da "Broadway Church of Christ" em Lubbock. Segundo o site d igreja, a casa infantil dedica-se a trazer "esperança, cura, e senso de valor e estima para as vidas das crianças sem pai, crianças abusadas e negligenciadas":

Apesar das respostas comportamentais negativas, todas as crianças, bem como todas as famílias, serão tratadas com a dignidade e compaixão de Cristo. Este ministério une as pessoas de modo a que elas possam ser as mãos, os pés, os braços e o coração de Deus para defender a causa dos órfãos e das famílias em risco.

No entanto, o lar para crianças tornou-se alvo de controvérsia há algumas semanas quando Casey Stegall, um estudante universitário homossexual de 22 anos, foi despedido do ministério. Stegall, que traalhou no lar como cuidador de crianças durante 14 meses, descreve-se a si mesmo como um "homossexual Cristão":

Escrevendo para o blogue homoerótico Believe Out Loud, Stegall afirmou:

O meu noivo [sic] e eu estamos juntos há 3 anos, e nunca exibimos qualquer tipo de comportamento afectuoso em público um para o outro. Como vivemos numa povoação conservadora, sabíamos do risco que corríamos, como uma dupla.

No entanto, o emprego de Stegall no lar para crianças chegou ao fim no princípio deste mês depois dele ter convidado o seu "noivo" para um grupo de adolescentes que se encontravam ao seu cuidado. Segundo o Lubbock Avalanche-Journal, Stegall usou um dia de viagem para fora do lar como oportunidade para apresentar o seu parceiro homossexual aos jovens.

Lynn Harms, presidente do lar para as crianças, rapidamente demitiu Stegall da organização, informando-o que a sua conduta homossexual não era bem vinda no ministério infantil Cristão:

Como ministério fundamentado na fé, associado a uma igreja, disponibilizando serviços de apoio, se assim podemos dizer, a crianças e a famílias, existe um conjunto de valores Bíblicos com os quais nos encontramos associados. Quando se está a implementar planeamento de vida, e assim por diante - particularmente a crianças - enviar uma mensagem confusa é contra-produtivo.

Stegall ficou surpreendido com a decisão do ministério, alegando que foi injusto e discriminador por parte do ministério Cristão colocar um fim ao seu emprego:

Fui despedido por ser como sou.

Desde que Stegall foi despedido no dia 11 de Julho de 2014 que ele tem tentando encontrar um advogado que o represente num processo legal contra o lar para crianças, mas até agora não foi bem sucedido.

Nem acredito que no ano 2014 a discriminação ainda existe, e ela afecta as pessoas lgbtq um pouco por todo o país. A discriminação está errada e ela tem que acabar.

No entanto, Harms mantém-se firme na decisão dos responsáveis pelo lar para crianças, explicando que Stegall foi despedido por ele "apresentou às crianças um estilo de vida que é prejudicial para elas":

Se queres tentar forçar a nossa cultura a aceitar as tuas expectativas, isso não irá acabar bem. Não acredito que nesta situação a cultura tenha que se acomodar aos desejos que o indivíduo tem que o mundo seja diferente.

Segundo a lei do Texas, as organizações são livres para colocar um fim numa relação laboral com base no comportamento sexual. Como resultado, muitas pessoas louvaram a decisão do ministério para crianças. Um comentador afirmou:

Stegall sabia que era uma organização de inspiração Cristão, e como tal, porque é que ele procurou emprego por lá?

Outro comentador disse:

Um homem homossexual a tentar impor o seu estilo de vida às crianças? Acho que isso é um bom motivo para o despedir.

Fonte: http://bit.ly/1r9RgGg

* * * * * * *

O padrão  é sempre o mesmo: infiltração e perversão. Incrivel como os activistas homoeróticos usam sempre os mesmos métodos mas os Cristãos ainda caem no conto do vigário:

1. Por mais "simpático" e "amável" que seja o homossexual "Cristão", ele continua a ser homossexual. 
2. Sem uma rejeição firme, pública e confirmada pelas evidências do estilo de vida homoerótico, as igrejas nunca podem aceitar no seu meio alguém com atracção homossexual. 
3. Não há qualquer tipo de "diálogo" com pessoas que claramente não têm o mínimo respeito pela ética Cristã. 
4. Note-se que o Stegall sabe que o que ele fez está em oposição aos ensinamentos da congregação Cristã porque ele escolheu um dia FORA da igreja para apresentar o seu parceiro homoerótico. Ou seja, não se pode alegar falta de conhecimento da ética Crista quando o seu comportamento claramente revela que ele sabe que o que ele fez seria condenado pela liderança. 
5. Note-se mais uma vez como o grande objectivo do activismo homoerótico são precisamente as crianças.

sábado, 14 de dezembro de 2013

A mentira da garçonete lésbica

Aparentemente, a garçonete de New Jersey que se tornou numa celebridade menor depois de ter alegado que um dos clientes se recusou a dar-lhe gorjeta devido ao facto dela (a garçonete) ser lésbica, foi despedida ou despediu-se depois de terem sido produzidas evidêncidas que demonstram que ela inventou a história toda.

No Sábado à tarde, o restaurante onde ela trabalhava - Gallop Asian Bistro - colocou uma nota na sua página do Facebook afirmando que eles haviam levado a cabo uma investigação e que após a sua conclusão, e numa "decisão comum", a garçonete Dayna Morales "não continuará a trabalhar no restaurante."

O post recusou-se a declarar de modo definitivo se Dayna tinha inventado todo o incidente, caracterizando o que foi apurado de "inconclusivo".

Os problemas tiveram início no mês passado, numa página do Facebook de temática homoerótica, quando a empregada colocou uma foto dum recibo de restaurante que tinha a mensagem supostamente escrita pelo cliente que ela serviu:

"Sinto muito, mas não lhe posso dar qualquer tipo de gorjeta porque não concordo com o seu estilo de vida e nem com a forma como você vive."


A história da Dayna quase que imediatamente recebeu uma quantidade enorme de cobertura mediática. A CNN, as estações locais de televisão e numeros sites e jornais dedicaram bastante tempo a este evento. Pessoas simpatéticas com o seu alegado "sofrimento" começaram a enviar donaticos para a compensar.

Mas as coisas começaram a se desembaraçar quando a estação de televisão WNBC (de Nova Yorque) falou com o homem e a mulher que alegaram ser o casal em questão e que eles tinham, de facto, deixado gorjeta. 

Eles apresentaram também uma cópia do recibo e uma declaração do cartão de credito indicando que eles tinham deixado uma gorjeta de $18 na sua refeição de $93.55.


A reportagem da WNBC levou a que o restaurante Gallop Asian Bistro desse inicio à sua investigação que, por fim, levou a que Dayna Morales abandonasse o restaurante.

Fonte

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Quando um grupo "oprimido" vê-se constantemente na contingência de inventar casos de "opressão", é seguro afirmar que esse mesmo grupo não sofre a "opressão" que serve de base para o seu vitimismo militante. A lésbica mentiu porque ela sabe que a cultura, no seu todo, se colocará do seu lado, mas o próprio acto dela ter que mentir para ganhar a simpatia social demonstra que ela não a merece.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Pavel Astakhov e a maldição

O Procurador Geral para os Direitos das Crianças da Rússia, Pavel Astakhov, declarou que os políticos do país que apoiam os casamentos [sic] homossexuais devem ser amaldiçoados. 

Em entrevista à agência de notícias Interfax, ele afirmou que a chamada liberdade de relacionamentos não concede à mísera minoria o direito de destruir a humanidade.

Descrevendo a contemporaneidade como uma situação em que o entendimento da família é alterado para incluir noções como “qualquer união”, “quaisquer cidadãos” e “qualquer sexo”, Astakhov revelou temer que num futuro próximo os casamentos possam ser realizados também entre “qualquer quantidade” de pessoas.

Encarregado pelo Presidente russo, Vladimir Putin, para defender os direitos das crianças na Rússia, ele destacou que aqueles que apoiam a desestruturação da família devem ser banidos e amaldiçoados pelos séculos como destruidores da raça humana.

Fonte

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Sempre bom colocar a guerra entre o lobby homossexualista e a sociedade como uma guerra pela preservação da família e não uma forma de controlar o que as pessoas fazem na sua privacidade.

sábado, 24 de agosto de 2013

O pseudo-casamento homoerótico como arma de desestabilização social

O "casamento" homossexual irá desestabilizar ainda mais o casamento e a vida familiar na Grã-Bretanha, avisou uma socióloga renomeada ao Parlamento Britânico. A Dr Patricia Morgan disse à Casa dos Comuns que o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo reforça a ideia de que o casamento é irrelevante para a paternidade. 

Ela disse ainda que este foi o factor principal que causou um colapso das taxas de casamento entre os heterossexuais em países onde o "casamento" homossexual já foi introduzido - bem como um aumento acentuado da coabitação e do número de crianças geradas fora do casamento.

Segundo Morgan, que fez as suas alegações num documento de 22 páginas submetido ao "Committee Stage of the Marriage (Same Sex Couples) Bill", não há qualquer tipo de evidência que suporte a tese da Coligação Governamental de que o "casamento" homossexual irá fomentar a instituição. O documento continha uma análise detalhada das tendências do casamento na Suécia, Dinamarca, Espanha, Bélgica, Canadá e alguns estados dos EUA onde o "casamento" homossexual foi já legalizado.

A Drª Morgan afirmou:

Segundo aquilo que sabemos das tendências demográficas, é um absurdo alegar que as pessoas irão subitamente abraçar o casamento e abrandar ou reverter o seu declínio apenas e só porque os homossexuais se podem casar [sic]. Podemos ter a certeza de que o casamento [sic] entre pessoas do mesmo sexo não fará nada em favor do encorajamento de casamento estáveis, quer seja para os heterossexuais quer seja para os homossexuais. O casamento na Escandinávia, na Espanha, na Holanda e todo o lugar, encontra-se em declínio acentuado.  O casamento [sic] homossexual é, ao mesmo tempo, um efeito e uma causa da evisceração do casamento - especialmente a separação entre o casamento e a paternidade.

A Drª Morgan explicou que o "casamento" homossexual só se tornou concebível naqueles países onde o casamento natural já se encontrava em crise, devido ao aumento "dos nascimentos fora do casamento e do aumento das taxas de coabitação", e as coisas invariavelmente ficaram piores:

Se o casamento centra-se só nos relacionamentos, e não está intrinsecamente ligado à paternidade, porque não conceder o que resta do casamento aos homossexuais? À medida que o casamento é redefinido de modo a acomodar as duplas homossexuais, isto vai reforçando a irrelevância do casamento para a paternidade.  Em todos os outros sítios, o casamento [sic] homossexual é um instigador da precarização das uniões heterossexuais e da separação do casamento com a paternidade. O casamento [sic] homossexual é muito mais um término do casamento, ou o acto final de dissolução, do que uma força de revitalização da instituição em si.

O Governo de Coligação tem consistentemente alegado que a controversa proposta de lei  do "casamento" homossexual de David Cameron terá o efeito de fortalecer todos os casamentos ao abrir essa instituição às duplas do mesmo sexo. Durante o ano passado, a Ministra da Administração Interna, Teresa May, afirmou ao The Daily Telegraph que "os homossexuais serão missionários para a sociedade e tornarão o casamento mais forte". Mas as pesquisas da Drª Morgan, a respeitada analista das politicas familiares que cunhou a frase "casamento lite" para descrever a coabitação, fornece evidências sólidas de que o mais provável é que ocorra exactamente o contrário.

A Drª Morgan afirmou que na Espanha em particular observou-se uma queda acentuada dos números de todos os casamentos na ordem dos 15,000 nos três primeiros anos que se seguiram à legalização do "casamento" entre pessoas do mesmo sexo por parte do governo socialista (2005). A taxa de declínio foi superior ao dobro quando se verificaram 34,000 menos casamentos todos anos, desde 2008 até 2010.

A Drª Morgan produziu evidências que demonstram como o casamento heterossexual é menos estável nos países onde o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo foi introduzido uma vez que se esperava que eles (os casamentos heterossexuais) se conformassem aos valores das duplas homossexuais cujas uniões são, frequentemente, abertas (e não exclusivas) e muito mais susceptiveis de se desmoronarem. As duplas homossexuais coabitantes eram 12 vezes mais susceptiveis de se separarem que os casais, afirmou Morgan.

A Drª Morgan agoirou também uma victimização generalizada aos indivíduos e às instituições que se atrevessem a resistir à redefinição do casamento.

Algumas pessoas claramente esperam que a compulsão para executar casamentos [sic] homossexuais sirva de arma para separar a Igreja do Estado e empurrar ainda mais o Cristianismo para fora da arena pública e, consequentemente, da consciência. Minadas e estigmatizadas pela sua falta de irracionalidade e preconceito, a autoridade moral das instituições religiosas irá retirar-se ainda mais em favor da limitada ideologia secular, particularmente à medida que os comportamentos sexuais em oposição às normais tradicionais são encorajadas e avançadas.

O Primeiro-Ministro David Cameron sofreu críticas intensas por parte das Igrejas mainstream dentro do seu Partido Conservador por colocar em marcha (através do Parlamento) o "casamento" homossexual quando não havia qualquer tipo de mandato ou exigência em favor dele. (...)


segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Os bancos de sangue e a irresponsabilidade dos activistas homossexuais


A ACLU [American Civil LIberties Union] está a processar Estados americanos estratégicos como forma de remover a proibição médica em torno da doação de sangue e plasma por parte de homossexuais activos. Parece que para a ACLU não importa que há apenas 30 anos atrás, nos primeiros dias da SIDA, milhares de mulheres, crianças e homens inocentes tenham morrido de SIDA devido a transfusões de sangue contaminado. Dezenas de funcionários médicos dos centros de doação de sangue contraíram a doença devido ao seu contacto com sangue contaminado.

Os activistas homossexuais conseguiram de modo eficaz suprimir o facto do HIV e da sífilis estar em crescimento junto da comunidade homossexual masculina americana. Comparando 2008 com 2010, o número de novos contágios do vírus HIV entre os homossexuais aumentou 12% - de 26,700 em 2008 para 29,800 em 2010 - com um aumento de 22% entre os homossexuais com idades entre 14 aos 24 - de 7,200 em 2008 para 8,800 em 2010. Embora os homossexuais sejam apenas 7% da população masculina dos EUA, em 2010 os homens homossexuais constituíam 78% dos novos contágios com o HIV entre a população masculina (http://www.cdc.gov/hiv/statistics/surveillance/incidence/). 

Os homossexuais não practicam o "sexo seguro" por dois motivos.

  • Primeiro, tal como eu ouvi da boca dum prostituto homossexual, "não é divertido".
  • Segundo, o sexo homossexual depende da emoção e da sensação - eles atingem o clímax com os excessos e os extremos. 

Os "cruzeiros" homossexuais estão intimamente ligados às actividades de risco. Não é lógico acreditar que alguém que "snifa" [ingerir drogas através do nariz] metanfetamina e usa "adereços" para ter sexo anal com estranhos durante 2-3 dias de farra irá parar e perguntar, "Desculpa-me, mas posso ver o teu último resultado ao teste do HIV?", ou "dá-me só um momento enquanto eu troco este preservativo que se rompeu". 


Em Agosto último, e como resposta ao facto da indústria da pornografia da Califórnia ter sido fechada 3 vezes desde 2010 (devido à presença da sífilis e do HIV) - e apesar dos testes semanais obrigatórios - a "AIDS HEALTHCARE FOUNDATION" anunciou que "a auto-policiação e os testes por si só não funcionam". 

Segundo o "Los Angeles County Department of Public Health" (LADPH), as pessoas que trabalham [sic] na indústria dos filmes adultos são dez vezes mais susceptíveis de contrair uma DST do que membros da população geral.

E isto, note-se, apesar dos testes constantes. É virtualmente impossível suster um "estilo de vida" sodomita promíscuo "sem riscos".

A 'Gay & Lesbian Alliance Against Defamation (GLAAD)' encontra-se a lidar com as campanhas publicitárias. Eventos, multidões e demonstrações: o típico gerar de  não-eventos para os média como forma de saturar a televisão, a rádio e a imprensa.

Normalmente, a GLAAD caracteriza os homossexuais como mártires; ao questionarmos a sua doação de sangue, estamos a insultá-los, a marcá-los com uma "letra escarlate", a queimá-los na estaca, etc, etc, etc, etc. Vejam este pequeno vídeo em torno da motivação dos activistas homossexuais para doar o sangue homossexual:


Este vídeo é típico da "justiça social" do gayzismo onde a "igualdade" significa que todos nós tenhamos que partilhar o risco da roleta Russa que é o "estilo de vida homossexual". 

Serei acusado de difamação por afirmar isto, mas existem pessoas junto da elite da ACLU e da GLAAD cuja agenda é colocar a taxa de infecção dos heterossexuais ao mesmo nível da taxa de infecção existente junto da comunidade homossexual. Esta é a forma exacta de levar esta agenda avante.

Como é que tu te podes proteger e proteger os teus filhos dos riscos que podem existir numa transfusão levada a cabo numa instituição de emergência médica? Fala com os bancos de sangue locais e  organiza as coisas de modo a que possas doar o teu próprio sangue para teu uso futuro. 

Conclusão:


Pessoas inocentes serão infectadas com sangue contaminado, e isso também será suprimido pelos média.
..

domingo, 30 de junho de 2013

Obama tenta exportar o gayzismo para África

Barack Obama louvou a decisão do Tribunal Supremo dos EUA em torno do pseudo-casamento homoerótico, qualificando-a de uma "vitória para a democracia americana", mas entrou em rota de colisão com os seus anfitriões Africanos em torno dos "direitos" dos homossexuais, num sinal claro de que o movimento homossexual, apesar de ter tomado conta da elite (e não da população geral) no Ocidente, ainda é (felizmente) rejeitado no resto do mundo (especialmente em África).

Obama afirmou que o reconhecimento das "uniões" homossexuais nos EUA deveria se expandir para além dos estados individuais e que os "direitos iguais" deveriam ser reconhecidos universalmente. Falando durante a viagem para o Senegal, um dos muitos países que proíbe o homossexualismo, esta foi a primeira vez que Obama se debruçou em torno do assunto depois da decisão do Supremo Tribunal Americano.

O presidente senegalês Macky Sall rejeitou o apelo de Obama em torno da concessão de "direitos iguais" aos olhos da lei e afirmou que "Ainda não estamos prontos para descriminalizar o homossexualismo", embora tenha insistido que o país é "muito tolerante" e que precisa de mais tempo para digerir este assunto sem qualquer tipo de pressão. Sall disse ainda que "Isto não significa que nós sejamos homofóbicos."

Obama, por seu lado, disse que "As pessoas deveriam ser tratadas de igual forma, e que esse é um princípio que se aplica universalmente".

Como um gayzista profissional que é, Obama deliberadamente confunde a pessoa com o seu comportamento. O facto dum país criminalizar um comporto sexual auto-destrutivo não significa que os direitos da pessoa estejam a ser limitados. O que está a ser limitado é um comportamento anti-natural (homossexualismo) e não um direito inerente à condição humana.

Um relatório emitido na Segunda Feira pela Amnistia Internacional  revelou que 38 países Africanos criminalizam o homossexualismo. Em quatro desses 38 países - Mauritânia, norte da Nigéria, sul da Somália e Sudão - o castigo é a morte.

Como é normal, as leis contra o auto-destrutivo comportamento homossexual têm um largo apoio público. (É por isso que os activistas tentam a todo o custo evitar a consulta popular em torno do seu pseudo-casamento homoerótico). Em Junho último uma pesquisa levada a cabo pela Pew Research Center apurou que 9 eem cada 10 inquiridos do Senegal, do Quénia, do Gana, do Uganda e da Nigéria acredita que o homossexualismo não deveria ser aceite pela sociedade.

Papi Nbodj, estudante de 19 anos que se encontrava numa das ruas pela qual Obama passou a caminho para o palácio presidencial, afirmou que o homossexualismo é contra as crenças da maior parte do Senegal:
Vivemos num país muçulmano, e certamente que não podemos permitir isso por aqui. A título pessoal, posso dizer que isso não deveria ser permitido em lugar algum do mundo.

Fonte
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Seria interessante ver o Obama a adoptar este discurso dos "direitos humanos" adquiridos via anal junto de páises islâmicos...

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Nova Zelândia mostra qual é o propósito do "casamento" homossexual

Uma instituição de caridade pró-família da Nova Zelândia foi notificada que perderá o seu estatuto de agência de caridade por ter feito campanha em favor do casamento natural. O país legalizou recentemente o "casamento" homossexual e agora os oficiais avisaram a instituição de caridade ‘Family First NZ’ que ela perderá o seu registo.

O grupo afirma que o gesto é "fortemente politicizado" e é uma tentativa de silenciar aqueles que não concordam com o politicamente correcto. O regulador das caridades da Nova Zelândia afirmou que as crenças do grupo são políticas porque elas "não têm benefício público". 
 
O Partido "Os Verdes", cujos MPs (Membros do Parlamento) votaram de forma unânime em favor do "casamento" homossexual, colocaram-se do lado do grupo. Denise Roche, MP pelos "Verdes", disse que, em nome da democracia, as agências de caridade deveriam ter permissão para tomar parte em movimentos nos quais acreditam.

Bob McCoskrie, Director-Nacional da "Family First NZ", disse:

Esta  é uma decisão altamente politicizada que é uma evidência assustadora de que os grupos que pensam de forma diferente da posição politicamente correcta prevalecente serão vitimizados como forma de os silenciar.

Ele acrescentou ainda:

Sabemos que um país está com problemas quando um grupo familiar, que se dedica a falar, publicar e levar a cabo conferências em torno dos valores familiares, é rotulado de não ser do benefício público, e que é do interesse público que esse grupo seja punido. Parece que é ilegal ter um ponto de vista.

Mas a "Charities Registration Board" determinou que o propósito primário do grupo "Family First" era "promover pontos de vista em torno da vida familiar, promoção essa que é um propósito político uma vez que os pontos de vista não têm benefício público que é auto-evidente segundo o sistema jurídico vigente."

A "Family First NZ" perderá o seu estatuto de instituição de caridade a menos que faça um apelo ao Tribunal Supremo da Nova Zelândia no dia 27 de Maio.

Fonte

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