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domingo, 30 de novembro de 2014

Luis Pabon: "Já não quero ser homossexual"

Por Luis Pabon

Já não quero ser homossexual. Sei que superficialmente esta declaração tresanda a negação, auto-aversão, e homofobia internalizada, coisas tipicamente associadas à aceitação e à integração da sua própria homossexualidade, mas a verdade é que eu já não quero ser homossexual. Este estilo de vida durou para além do seu prazo de utilidade. Vivi todos os aspectos dessa vida e posso afirmar com segurança que ela já não está de acordo com a pessoa que sou ou quero vir a ser.

Nem sempre me senti assim. Inicialmente vim para esta comunidade em busca de amor, intimidade, e irmandade. Em vez disso, obtive trevas, infidelidade, solidão e desunião. A auto-aversão que existe dentro da comunidade homossexual leva-nos a encontrar uma série de homens emocionalmente desequilibrados que são auto-destrutivos, nocivos, cruéis e vingativos uns para com os outros.

Lutei para modificar o meu código moral de modo a que se ajustasse aos comportamentos concomitantes inerentes ao estilo de vida, mas parece que esse estilo de vida está a forçar-me para longe de tudo o que amo e valorizo. Por mais que eu tente purgar a minha percepção das suas crenças estabelecidas e preconceitos distorcidos, os mesmos estereótipos clássicos dos homens homossexuais continuam a aparecer na minha mente. O sexo indiscriminado, a superficialidade, os relacionamentos instáveis, o auto-ódio, o síndrome Peter-Pan, as uniões ocultas, o preconceito com a idade ["ageism"], os momentos sombrios, a solidão, a preocupação com o sexo, o preconceito, e a aversão à intimidade são coisas que parecem surgir do chão onde eu pensava que elas estavam enterradas.

Parece que os homens homossexuais têm dificuldade em transcender os estereótipos e os clichés associados ao seu estilo de vida, e isso está tornar-se desanimador.

Já se passaram 7 anos desde que tomei a decisão de abertamente viver a minha vida como um homem homossexual, e a caminhada não tem sido fácil. A mesma tem estado  cheia de dor e angústia, que inicialmente eu tentei esconder com o álcool, com as drogas, com o sexo e com as festas. Inicialmente, foi difícil admitir que eu gostava de outros homens, mas gostava de homens e isso era uma experiência libertadora. Ela deu-me a oportunidade de afirmar a minha identidade depois de ter passado anos a batalhar com isto. Ela deu-me também a oportunidade de ser o meu próprio activista e enfrentar a oposição da minha família, dos meus amigos, e da sociedade como um todo.

Eu sentia orgulho no meu orgulho homossexual, e sentia como se isso fizesse parte de algo maior do que a minha vida - um movimento de homens que amava outros homens e que não tinha receios em exibi-lo. Era suposto o nosso amor ser um acto revolucionário, mas a realidade dos factos é que nós não nutríamos amor uns pelos outros; nós apenas estávamos apaixonados com a ideia de pertencermos a algo, e com a ideia de estarmos na contra-mão.

Nós gostávamos da liberdade e do tabu de nos revoltarmos contra os costumes sociais. O amor que nós pensávamos que fazia parte da afirmação da nossa revolução nada mais era que uma faca que nós viramos contra nós próprios sob a máscara de entretenimento e de momentos de diversão.

Pessoalmente, eu acho que amor é sacrifício, e actualmente não há muitos homens homossexuais que estejam dispostos a se sacrificar pelos seus irmãos. Inicialmente, o espírito de auto-sacrifício esteve saliente durante a crise da SIDA, no princípio dos anos 80, quando os recursos eram poucos e as pessoas estavam assustadas. Mas hoje, parece existir uma preocupação com a sedução do risco à medida que os homens homossexuais vão brincando com o fogo, tentando dar início a uniões com significado na sua perpétua auto-descoberta.

O prémio maior da intimidade é normalmente deixado de lado em favor da gratificação imediata dum encontro casual na craigslist ou num encontro geo-social no Grindr. Os carros passaram a ser os novos quartos, e o sexo não precede conversas de almofada mas sim conversas do tipo, "Blo and Go", “Pump and Dump” e “Skeet and Leave”. Esta vida começa a parecer (e muito) como uma morte lenta a ferver sobre fogo brando, e para mim, ela já não tem o mesmo apelo que no passado chegou a ter. Esta é uma vida a precisar desesperadamente de renovações.

Antigamente os homens eram homens, e aproximavam-se de ti com uma pitada de coragem cavalheiresca. Hoje em dia, eles escondem-se por trás de máscaras electrónicas ou posicionam-se na tua vizinhança dentro dos clubes, esperando que tu dês início ao contacto apenas e só para arrogantemente recusar os teus avanços numa tentativa de projectar o seu desconforto. Eles querem homens que não os querem, homens que se assemelham à distância emocional ou ausência dos seus pais.

Sou demasiado novo para ter saudades dos bons dias do passado, mas esta vida faz com que tenhas saudades do que significava ser homossexual. Faz com que tenhas saudades dos tempos em que um homem te saudaria e te ofereceria uma bebida, em oposição a ele dizer-te o tamanho do seu pénis e as suas estatísticas sexuais. O meio termo da cortesia foi eliminado e em seu lugar foi colocado um diabo imoral que diariamente te assiste na tua destruição.

Embora eu reconheça a minha atracção por homens, escolho não mais me associar com uma vida que existe fora da moralidade e da bondade. O estilo de vida homossexual é como o amor dum bad boy cuja atenção e amor tu inicialmente buscas, mas eventualmente avanças para além desse estado. Já não é aí que eu me revejo.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Actriz lésbica causa furor ao afirmar que a homossexualidade é uma escolha

A actriz Cynthia Nixon (Sex and the City), que em 2004 decidiu anunciar ao mundo que era lésbica, veio agora afirmar em público que ser homossexual é uma escolha.

Previsivelmente, os activistas homossexuais expressaram insatisfação pela revelação deste segredo muito bem guardado pelos mesmos.

Pior ainda, Nixon fez este comentário duas vezes, a primeira das quais numa entrevista ao New York Times, causando imediatamente uma reacção muito forte (e intolerante) por parte dos perpétuamente insatisfeitos activistas homossexuais. Estes últimos negam de todo que a homossexualidade seja uma escolha, mas sim que é algo geneticamente predeterminado - coisa que nunca foi confirmada nem nunca vai ser.

A actriz afirmou no NYT:

Recentemente dei um discurso . . . . a uma audiência gay onde usei a expressão "Já fui heterossexual e tenho sido gay, e ser gay é melhor."

Eles [os activistas homossexuais] tentaram que eu alterasse a frase porque, disseram eles, isto implica que a homossexualidade é uma escolha.

Joy Behar, co-apresentadora esquerdista do programa "The View", expressou confusão em relação à decisão de passar a ser homossexual:
Não sei como responder a isto. Não sei como é que alguém neste mundo pode escolher ser homossexual levando em conta todo o vilipêndio que aqueles que se identificam como tal recebem. Quem é que alguma vez escolheria ser homossexual?
O que a gorda da Joy Behar quer dizer é: "ninguém escolhe ser homossexual porque ser homossexual acarreta algum tipo de animosidade por parte da sociedade. Como tal, o que a Cynthia Nixon diz sobre a sua própria vida deve ser falso porque ninguém escolhe propositadamente colocar-se numa posição frágil."

Claro que este argumento, para além de ignorar o que a pessoa em questão disse sobre a sua própria vida, ignora o facto de que a alegada "perseguição" que os homossexuais recebem "do mundo" é muito subjectiva.

Embora os homossexuais sejam alvo de genuínos atentados aos direitos humanos nos países islâmicos, no ocidente eles de forma alguma são "perseguidos" de uma forma que lhes impeça de "sair do armário".

Para além disso, é difícil acreditar que alguém que se identifique como homossexual sofra "perseguição" em Hollywood ou Nova York. Se isto fosse assim, provavelmente a própria Cynthia faria todos os esforços para manter as suas novas escolhas sexuais em segredo.

No entanto, como ela sabia que não sofreria qualquer tipo de perseguição no seu meio artístico, ela anunciou ao mundo que agora decidiu ser lésbica.

Dado isto, o argumento da Joy Behar é invalido.

Nixon questionou o porquê da homossexualidade não poder ser uma escolha:

Sinto-me incomodada com esta tópico. Porque é que a homossexualidade não pode ser uma escolha? Porque é que isto é de alguma forma menos legítimo?
A Cynthia obviamente não sabe que se a homossexualidade é uma escolha, então um dos grandes pilares do gayzismo cai por terra. Para eles, a homossexualidade é uma característica biológica inata - como a cor do cabelo ou a cor dos olhos.

Se o que a Cynthia afirma sobre a sua vida é verdade, então todos os mentirosos que catalogavam de "homofóbico" quem quer que declarasse que a homossexualidade é uma escolha, vão ter que 1) mudar a sua forma de falar ou 2) qualificar a Nixon de "homofóbica", pese embora ela seja homossexual.

Outra consequência disto é que o tratamento que a homossexualidade recebe vai sem dúvida ser alterado. A noção do "born this way" cai por terra e toda a população fica a saber que quando lida como um homossexual, está a lidar com alguém que escolheu esse estilo de vida auto-destrutivo. Ele não nasceu assim; ele escolheu ser assim.

Randy Thomas, vice-presidente executivo do ministério "Exodus International" - uma das maiores organizações mundiais que oferece apoio aos homossexuais que voluntariamente requisitem ajuda para lidar com atracção homossexual indesejada - e alguém que deixou a homossexualidade para trás, estando actualmente casado e pai de 3 crianças, diz:

Se algum dia se comprovar a existência do gene homossexual no meu ADN, então porque é que esses genes não me controlam a vida actualmente?
Alan Chambers, presidente do ministério "Exodus International" e um ex-homossexual, concorda que a homossexualidade é uma escolha afirmando que "Nós temos a liberdade para escolher."

Fonte

. . . . . . .

Mais uma alegação da gaystapo (activistas homossexuais) que cai por terra.


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