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segunda-feira, 13 de abril de 2015

Activista lésbica acusa o lobby lgbt de ser "fascista" e "totalitário"

Por Ben Johnson

Depois dos donos duma pizzaria de Indianapolis terem sido forçados a fechar as portas e a esconderem-se devido às ameaças de morte provenientes de activistas homossexuais, uma defensora de longa data dos direitos dos homossexuais falou contra o assédio.

Tammy Bruce, apresentadora de programa, lésbica e antiga líder da filial de Los Angeles do grupo "National Organization for Women", disse durante a semana passada que o assédio por parte dos membros do lobby lgbt à "Memories Pizza" - bem como aos floristas, às pastelarias e aos fotógrafos Cristãos que se recusam a participar em cerimónias de "casamento" homossexual devido às suas convicções religiosas - é uma forma de intimidação que roça o "fascismo".

Ela disse que a pressão e a coerção actuais estão em oposição à filosofia que aprendeu quando entrou no activismo político: "Nós abraçamos os movimentos dos direitos civis deste país, que se centram em permitir que a pessoa viva a sua vida da forma que ela ache melhor." Mas ela avisou que o movimento lgbt actual não tem interesse na filosofia vive-e-deixa-viver.


Sermos nós a colocar esta bota totalitária sobre as pequenas empresas é claramente nós passarmos a ser os monstros contra quem sempre lutamos. Este tipo de intimidação, este tipo de fascismo em nome da igualdade, não faz sentido algum. 

Tammy está longe de ser a única pessoa a ter esta opinião. O jornalista libertário John Stossel (Fox Business Network) disse que o movimento homossexual "passou da tolerância para o totalitarismo. É o totalitarismo da Esquerda.”

Os críticos conservadores avisaram que a perseguição aos Cristãos e a outras pessoas que têm uma aversão religiosa a participar em uniões homossexuais irá intensificar-se à medida que a guerra cultural vai aquecendo.

Mark D. Tooley, presidente do Institute on Religion and Democracy disse:

As futuras turbas de linchamentos irão atacar as empresas Cristãs que se recusam a concordar com o pensamento de grupo secular.

O Corpo de Cristo na América, juntamente com todas as pessoas que se colocam de lado da liberdade de expressão, terão que correr em sua defesa, se é para que os Estados Unidos continuem a ser a terra dos livres e casa dos bravos.


* * * * * * *

Tammy Bruce, apesar das suas palavras acertadas, não sabe que o que está a acontecer actualmente é o propósito real do movimento homossexual; toda a conversa em torno da "igualdade" e do "respeito" foram formas de anestesiar o inimigo, e ir alterando a cultura de modo a fazer o ataque final. Agora que a cultura já está totalmente controlada pelo esquerdismo, os esquerdistas sentem-se mais confiantes para lançar um ataque frontal ao Cristianismo - que sempre foi o seu propósito.

Os activistas homossexuais que se deixam usar pelos esquerdistas irão descobrir mais tarde que este foi um erro grave, quando os Cristãos começarem a reagir e a lançar ataques frontais a quem lhes ataca. Por essa altura, os esquerdistas irão abandonar o lobby lgbt, e deixá-los sozinhos para lidar com os Cristãos enraivecidos.

O marxismo Cultural é isto que se vê nestes eventos - o uso duma minoria para atacar a civilização Cristã. Mal esse ataque seja bem sucedido, os marxistas deixam de ver utilidade no grupo que eles usaram para atacar a civilização Cristã, e cortam s ligações com o esse mesmo grupo.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Uma campanha de bullying homossexual?

«Ela é lésbica e estamos bem com isso» – lê-se num cartaz profusamente difundido nas escolas oficiais, a par de outro análogo, a favor dos «gays». Em ambos, consta também uma séria advertência contra o «bullying homofóbico», expressão que peca, entre outros males de maior monta, pelo uso de uma palavra estrangeira que podia e devia ter sido traduzida, se a tanto chegasse o engenho e a arte dos actuais educadores oficiais da mocidade portuguesa.


Os adolescentes exibidos nos dois cartazes, três em cada, mostram-se sorridentes e bem-dispostos, com a maior naturalidade. Não em vão: deste jeito, insinua-se que a lésbica ou o «gay» do trio não se diferenciam dos seus colegas. Mas, se são como os outros, porquê chamar a atenção para a diferença? E, se não são iguais, porquê aparentar que o são?

Uma coisa é um louvável projecto de inclusão de todas as minorias étnicas, religiosas, culturais, etc. Mas outra, muito diferente, é a apologia de certos comportamentos. Ou seja, é bom que todas as pessoas da escola sejam acolhidas com respeito pela sua diversidade e comum dignidade, mas legitimar as suas opções morais já não decorre da obrigação ética do respeito mútuo.

Esta campanha, de facto, visa a homossexualidade e não as pessoas que têm essa tendência ou que fizeram essa opção e que, como é óbvio, são dignas de todo o respeito. Se fosse este o caso, dir-se-ia: «ela é lésbica», ou «ele é gay», e nós «estamos bem com ela», ou «com ele». Mas os seus colegas não estão bem com ele ou com ela, mas com «isso» que os distingue e que, por esta via, se pretende legitimar.

Se se dissesse, por absurda hipótese, «ele é toxicodependente e estamos bem com isso», é evidente que a mensagem seria de aprovação do consumo de drogas, e não de consideração pelas pessoas que usam estupefacientes. É óbvio, portanto, que as entidades que promovem esta campanha publicitária perseguem um claro propósito: incentivar, entre os adolescentes, a homossexualidade, sob a aparência de uma normalidade que, aliás, a ciência não confirma.

Por isso, é inquietante a conclusão autoritária que, depois, se impõe: «o bullying homofóbico não é aceitável na nossa escola». Primeiro, pelo tom intimidatório da afirmação, sem qualquer respeito por quem pensa e age de outro modo. Depois, porque contradiz o permissivismo de que se faz gala, a não ser que se entenda que ser publicamente homossexual é virtuoso, mas ser contra, mesmo respeitando as pessoas em causa, é ser homofóbico e, portanto, punível com a irradiação escolar. Mas um tal procedimento não é, afinal, «bullying» homossexual?!

A campanha em curso pretende ser uma iniciativa da «nossa escola». Mas, se a escola é nossa, porque razão os pais, os professores e os alunos não foram ouvidos? Se a escola é nossa, porque financiada pelo erário público, porque motivo aposta em interesses ideológicos claramente minoritários?

De facto, este esbanjamento dos dinheiros do Estado, este relativismo moral, esta rejeição liminar dos princípios éticos naturais e de todas as religiões que, como a cristã, os afirmam, não são nossos, mas apenas dos responsáveis por esta campanha, a qual, por tudo isto e o que fica por dizer, «não é aceitável na nossa escola».
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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Católicos defendem a Catedral de Lima contra provocação de invertidos

No sábado, 19 de Fevereiro, centenas de católicos reuniram-se no átrio da catedral de Lima (Peru) para rezar um terço pela paz, perante a provocação "Beijos contra a homofobia", na qual um reduzido grupo de invertidos e invertidas se beijaram na Praça Maior, localizada em frente ao principal templo católico do Peru.
Os invertidos tinham convocado este evento, realizado originalmente no sábado, 12 de Fevereiro, tendo sido desalojados pela polícia por beijar-se nas escadarias da catedral.

Para esta segunda edição, contaram com o apoio explícito da prefeita de Lima, Susana Villarán, que em diversas ocasiões expressou o seu apoio às uniões de invertidos.

Os invertidos e invertidas fizeram uma intensa campanha mediática para a convocação do evento do último sábado, 19, mas só conseguiram reunir 8 pessoas dispostas a beijar-se na Praça Maior.

Um recente inquérito da empresa CPI, realizada entre 1 e 6 de Fevereiro, assinala que 75 % dos peruanos se opõem ao chamado "matrimónio" de invertidos.

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