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sexta-feira, 12 de junho de 2015

Como o pseudo-casamento homoerótico mudou o Canadá

Por Diane Robertson

Em 2005, o Canadá sorrateiramente legalizou o "casamento" homossexual. Ao contrário dos Estados Unidos, não houve batalhas legais e, basicamente, polémica alguma em relação a isso; apenas aconteceu. E desde então, não ouvimos alguém dizer que o "casamento" homossexual havia mudado alguma coisa no Canada.

Até agora.

A cidadã Canadiana e filha dum homem homossexual, Dawn Stefanowicz deu início a uma discussão não só sobre a sua vida como criança dum homem homossexual, mas também do que o "casamento" homossexual tem feito ao Canadá. Estas são as 3 formas através das quais o "casamento" homossexual tem mudado a sociedade Canadiana:

1. Paternidade.

As leis relativas à paternidade e às leis paternas mudaram imediatamente. A lei que legalizou o "casamento" homossexual ("Bill C-38") incluía uma provisão para redefinir a paternidade de "pais naturais" para "pais legais". As crianças já não têm o direito legal aos pais biológicos, e os pais biológicos jã não têm o direito legal aos seus filhos.

Para além disso, o "casamento" homossexual infringiu direitos paternais de todos os pais. A Human Rights Commission começou a regular a habilidade paterna de ensinar às crianças as sus crenças, as suas opiniões, e a sua fé, se por acaso as crenças dos pais fossem diferentes das crenças que a escola ensina e promove. Stefanowicz explica:

Se por acaso vocês ensinam aos vossos filhos que os relacionamentos homoeróticos estão errados, e que todas as crianças merece um pai e uma mãe, e que o único sexo que é permitido é o que ocorre dentro do casamento entre um homem e a sua esposa, vocês podem correr o risco de ver a polícia a vir-vos fazer perguntas em relação às crenças, especialmente se os vossos filhos as discutem dentro das salas de aulas.

Consequentemente, os pais sentem a interferência Estatal quando falam de assuntos centrados em questões morais e em questões de valores e ensinamentos relativos à família, à paternidade, e à educação sexual nas escolas.

2. Liberdade de Expressão

O discurso de ódio passou a ser um crime em 2004, e ele pode ser definido como qualquer pessoa que discorde com o comportamento sexual. Embora a secção focada no discurso de ódio que se encontrava na lei tenha sido repelida em 2014, a maior parte das províncias têm leis de discurso de ódio adicionais que têm o mesmo efeito. Antes da revogação, a Human Rights Commissions do Canadá tinha uma taxa de condenação na ordem dos 100%. Se por acaso alguém fosse acusado de "discurso de ódio" por outra pessoa, a primeira teria que pagar milhares de dólares em custos legais.

A Human Rights Commission [ed: isto é, o governo] ainda tem o poder de entrar dentro das residências particulares e retirar qualquer coisa pertinente a uma investigação envolvendo o discurso. De modo efectivo, isto anulou a habilidade dos Canadianos falar e escrever livremente, incluindo na internet. A Canadian Radio-television e a  Telecommunications Commission censurou todos os média. As licenças de emissão podem ser anuladas se as estações televisivas ou radiofónicas  emitirem algo que pode ser considerado anti-lgbt

3. Liberdade Religiosa

Donos de empresas, quer sejam empresas grandes ou pequenas, domésticas ou na posse de famílias, não têm a liberdade de negar prestar serviços que violam as suas convicções religiosas, se esses serviços forem pedidos por membros do grupos lgbt. Não houve nenhuma batalha a envolver bolos para cerimónias homossexuais; isso é puramente ilegal.

De facto, aquilo que é pregado nas igrejas pode ser levado para junto da Human Rights Commission. Mais uma vez, Stefanowicz explica:

A liberdade de associação e liberdade de expressão em relação a tópicos centrados no casamento homem-mulher, na família e na sexualidade encontra-se restritos. Os activistas muitas vezes tomam parte de cultos e serviços religiosos, prestando atenção a qualquer coisa que eles consideram discriminador contra os lgbt, para depois reportarem à Human Rights Commission. A maior parte dos líderes comunitários passou a ser politicamente correcta como forma de evitar multas e perda do estatuto de instituição de caridade

Já se passaram dez anos desde que o "casamento" passou a ser legal no Canadá. Desde então, leis que garantiam a liberdade de expressão, liberdade de imprensa, e liberdade religiosa, foram essencialmente revogadas em favor da protecção dos sentimentos duma pequena minoria da população Canadiana. Os direitos dos pais e das crianças foram lançados fora.

Conclusão: A mudança das leis em torno do casamento afecta toda a nação. Nenhuma nação pode redefinir a família, a unidade básica da sociedade, sem que ocorram consequências que afectam todos.

- http://goo.gl/HjYjQo

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Como sempre acontece, os conservadores ainda não se aperceberam que a agenda lgbt é uma fachada que o governo usa para aumentar os seus (do governo) poder. A elite esquerdista que controla o Canadá não colocou em práctica as leis pró-lgbt para proteger os homossexuais mas sim para atacar os Cristãos. Pensem assim: será que os mesmos activistas que entram nas igrejas e escutam as pregações que lá ocorrem fazem o mesmo dentro das mesquitas do Canadá? A resposta é óbvia.

Como já foi dito, a guerra não é lgbt vs Cristãos, nem homossexuais vs Cristãos, mas sim governo vs Cristãos. O texto diz que "os pais sentem a interferência Estatal quando falam de assuntos centrados em questões morais" e esse é o foco da questão; o governo que ensinar uma nova moralidade à sociedade mas isso não pode acontecer enquanto existirem pessoas que pregam a moralidade Bíblica. Mas como o governo não pode declarar uma guerra aberta aos Cristãos (como o fizeram os Comunistas e a Nacional Socialista), o que ele faz é usar a agenda homossexual como arma bélica.

Aquilo que as pessoas vêem é um governo a "defender" os homossexuais mas o que as pessoas têm que ver é um governo a aumentar o seu poder e a usar esse poder para silenciar as pessoas que não concordam com a sua agenda cultural e moral. Por enquanto, os governos ocidentais estão ocupados a atacar os Cristãos, mas mal a oposição Cristã esteja vencida, eles vão-se virar para outros "inimigos" (tal como Estaline começou a atacar os membros do seu próprio partido mal viu o seu poder consolidado).

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Fazer sexo em escolas públicas não é motivo para se perder o emprego de professor.....

....desde que se faça parte de um dos "grupos protegidos" da esquerda militante.

Um painel de apelação composto por 5 membros (2 homens e 3 mulheres) determinou que é permitido aos professores terem relações sexuais nas salas de aulas sem que percam o seu emprego. Os professores têm é que ser homossexuais.

Os juízes da "Manhattan Appellate Division" ordenaram a "James Madison High School" que voltasse a aceitar as professoras lésbicas que foram despedidas depois do porteiro as ter encontrado em actividade sexual numa das salas de aulas enquanto lá fora decorria um evento escolar.

A professora de Francês Cindy Mauro, de 38 anos, e a professora de Espanhol Alini Brito, 34 anos, foram a um bar depois de terem estado na escola, e regressaram mais tarde para presenciarem a competição de voz que decorreu em Janeiro de 2011. Elas abandonaram o evento e foram para a sala 337 onde foram encontradas pelo porteiro envolvidas numa actividade sexual. Ambas estavam nuas da cintura para cima.

A escola despediu as duas, mas ambas tinham "tenure". As professoras negaram algum tipo de transgressão (afirmando que Alini precisava de algo para comer como forma de estabilizar o açucar no sangu) e processaram a escola.

Na Quinta-Feira o painel determinou que, "a penalização de término do seu emprego é chocantemente desproporcional à sua má conduta". Eles acrescentaram ainda que as professoras havia ido mais além do que as exigências da sua profissão ao tomarem parte do evento escolar, algo que "não era exigido a elas". O advogado Michael Valentine disse que, "Ambas são boas no que fazem".

A decisão legal foi assinado pelos juízes Richard Andrias, Leland DeGrasse, Helen Freedman, Judith Gische, e Angela Mazzarelli.

Bill Donohue, da Liga Católica, disse que a falta de cobertua mediática em relação a esta história com 3 anos revelou um óbvio padrão duplo:

Se dois padres tivessem sido encontrados envolvidos em actividade sexual numa sala de aula, e tivessem recebido "luz verde" por parte das autoridades católicas, isso seria a notícia mais mediática do momento, recebendo cobertura nacional. No entanto, esta história quase que nem passa o nível duma história local visto que as mulheres eram lésbicas, professoras numa escola pública, tinham obtido "tenure", condições que representam um "trio".

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Ficamos a saber portanto que os homossexualistas (lésbicas e sodomitas) têm permissão para se envolverem em actividade sexual dentro das escolas públicas, mas os heterossexuais não (e nem querem).

Isto demonstra mais uma vez que quando se pertence a um "grupo oprimido", tudo é permitido. Homossexuais, mulheres, minorias étnicas e minorias religiosas têm um estatuto mais valioso dentro da agenda esquerdista, e como tal, as suas más acções têm que ser analisadas à luz dos "anos de opressão histórica". Para um esquerdista o certo e o errado tem que ser analisados à luz da sua utilidade pragmática para o avanço da sua ideologia.





segunda-feira, 14 de abril de 2014

Activistas homossexuais atiram fezes sobre crianças e seus pais

O "Observatory on Intolerance and Discrimination against Christians", que documenta os incidentes anti-Cristãos na Europa, informou que nos momentos em que os pais Alemães protestam contra o novo curriculo da "diversidade sexual" pró-homossexual, os activistas homossexuais têm lançado fezes contra eles e destruído as suas propriedades. Uma declaração feita pelo Observatory, descrevendo os incidentes nos comícios recentes em Baden-Württemberg e Colónia reportou:

Os protestantes foram agredidos fisicamente e a sensação que ficou foi a de que a polícia falhou ao não conseguir proteger o direito que os pais têm de se reunir.

Segundo algumas testemunhas, diz o Observatory, "Os pais Cristãos foram atacados com obscenidades”:

Eles foram cuspidos, atiraram-lhes ovos, bem como sacos com fezes ou cores. Cabos de altifalantes foram arrancados. Foram rasgadas páginas da Bíblia e usadas para limpar traseiros, e depois feitas em bolas e atiradas aos pais Cristãos. Durante este processo, os Cristãos foram profundamente magoados. Pelo menos um cartaz foi arrancado das mãos e destruído à frente dum dos pais. Chefes de protocolo foram atacados com sprays. Os gritos feitos pelos contra-manifestantes tornou o discurso público impossível.

O Observatory reporta que muitos pais ficaram "chocados com a quantidade de ódio e com a inactividade da polícia, e com o facto da sua liberdade religiosa ter sido severamente prejudicada." Ainda segundo o Observatory, uma demonstração levada a cabo por pais e que deveria ter ocorrido em Fevereiro último, em Estugarda, foi perturbada e teve que terminar mais cedo devido a uma contra-demonstração levada a cabo pelos homossexualistas:

Mais de 1000 pais, muitos com os seus filhos, vieram expressar a sua irritação com a sexualização dos seus filhos.

O protesto, que estava autorizado e que foi levado a cabo por vários pais que se revoltaram contra o novo plano de educação sexual promovido pelos partidos governamentais "Os Verdes" e pelos Socialistas, era suposto ocorrer na Schlossplatz de Estugarda:

Era suposto o comício decorrer através de Estugarda por um via autorizada, mas uma turba agressiva composta por grupos de jovens esquerdistas e ANTIFA formaram uma contra-demonstração, insultando os pais, atirando bombas coloridas e atacando fisicamente o pacífico grupo de pais.

Testemunhas oculares afirmaram que muitos pais juntamente com os filhos e apoiantes, rapidamente abandonaram a área uma vez que não se sentiam seguros.

A polícia apelou aos organizadores que dissolvessem o ajuntamento como forma de evitar o "agravamento". Os organizadores da demonstração expressaram a sua desilusão com a falta de apoio por parte da polícia, e com o facto dum direito básico - o direito à reunião - não ter sido protegido.

Um dos pais afirmou que, "Aparentemente eles [a polícia ] não esperava uma contra-demonstração embora nós tenhamos expressado antecipadamente as nossas preocupações nesse sentido." Segundo uma reportagem levada a cabo pela agência noticiosa "The Local", os apoiantes do programa de educação sexual, iniciado pela coligação governante Verdes/Socialistas de Baden-Württemberg, afirmam que "irão promover tolerância de lésbicas, gays, bissexuais, transgénros, transsexuais e pessoas interssexuais."

No entanto, segundo os críticos, o programa de educação sexual "irá mais além do que simplesmente prevenir a discriminação" e irá defender "a ideologia do arco-iris."

Uma petição iniciada por pais e professores que são contra o ensino do homossexualismo às crianças já recolheu quase 200,000 assinaturas. A petição, que segundo o The Local foi iniciada por um professor, afirma que o currículo promotor do homossexualismo irá causar "uma re-educação educacional, moral e ideológica do sistema escolar no seu todo."

Fonte

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Está a ficar cada vez mais óbvio que a esquerda militante (os Verdes e os Socialistas, etc) está cada vez mais corajosa nas suas iniciativas de tentar ilegalizar a moral Cristã do Ocidente. Seria interessante saber se este currículo pró-homossexualismo será também forçado nas escolas com larga presença de alunos muçulmanos; e se por acaso os pais destas crianças se revoltarem, será que estes mesmos activistas da extrema-esquerda estão dispostos a arrancar páginas do Alcorão e arremessá-las aos maometanos?

sábado, 22 de junho de 2013

Activistas homossexuais recomendam o uso de papel celofane como preservativo . . .

. . . às crianças


Distrito escolar de Maine pediu desculpas depois de estudantes do ensino médio terem aprendido jogos sexuais preliminares de cariz homossexual durante aquilo que deveria ser uma apresentação celebrando "O Dia da Diversidade". “Não quero que a minha criança aprenda os preliminares heterossexuais, e muito menos os homossexuais," afirmou a enraivecida mãe Kristy Howard.

O director da "Gorham Middle School" enviou uma carta aos pais pedindo desculpas pela natureza gráfica da apresentação levada a cabo pela PRYSM, Proud Rainbow Youth of Southern Maine. Numa carta obtida pelo The American Journal, Robert Riley afirma:

Eles [os activistas homossexuais] foram mais além daquelas que eram as nossas intenções, discutindo tópicos que nós não consideramos apropriados para a nossa escola secundária . . .  Não temos planos de os expor a ideias que não se encontrem dentro do âmbito do ensino por nós mantido em torno da cidadania responsável, e que nem se encontrem dentro do nosso código de conduta.

O incidente, que ocorreu duas semanas antes do estado levar a votos a questão do pseudo-casamento homoerótico, envolveu 25 alunos do 8º ano.  O filho de 13 anos de Kristy Howard foi um dos que voltou para casa chocado com a natureza gráfica da apresentação. Falando para a Fox News, Kristy afirmou:

Eles falaram de sexo e afirmaram que, se não tivessem na sua posse um preservativo, poderiam usar papel celofane no lugar do dique de borracha [usado pelos dentistas]  . . . Tudo isto é novidade para mim.

Kristy Howard disse ainda que os palestrantes da PRYSM usaram de calão vulgar e questionaram se as crianças haviam alguma vez recebido informação em torno de actos homossexuais seguros. James Hagen, o presidente do comité escolar, disse ao The American Journal que os professores sentiram-se pouco à vontade com a apresentação e reportaram o sucedido ao director. “Os professores ficaram chocados,” disse ele ao jornal. “Todos eles ficaram congelados.”

O director Riley defendeu a forma como os professores lidaram com a situação - notando que a conversa em torno dos preliminares homossexuais ocorreram perto do final da apresentação. Ele disse à Fox News que, "Se isso tivesse ocorrido durante mais tempo, eles teriam intervido". Riley disse ainda que a escola está a tomar medidas de modo a impedir que isto não volte a acontecer.

Este dia particular não tinha nada a ver com o sexo [ed: que pena que ninguém avisou isso aos activistas homossexuais], mas sim com a tolerância, a bondade e a tentativa de se erradicar das nossas instalações a ideia de que é perfeitamente aceitável agir-se de um modo mesquinho com o próximo.

Kristy Howard disse que o facto dos professores não terem intervido na altura foi perturbador
Era um aula em torno da diversidade homossexual durante a qual era suposto ser ensinado a tolerância. Quando ela passou dos limites, alguém deveria ter colocado um fim a apresentação.
Bob Emrich, do grupo "Protect Marriage Maine", afirmou que não estar surpreendido com o conteúdo da assim chamada aula de "diversidade":
Os activistas homossexuais raramente publicitam que têm planos de indoutrinar as crianças com o seu ponto de vista. . . Tudo é feito às escondidas, através das obrigatórias lições em torno da "diversidade, do anti-bullying e da tolerância".
Se existiam dúvidas de que o "casamento" homossexual será ensinado às crianças das escolas de Maine, tal como o é em Massachusetts e no Canadá, essas dúvidas têm que ser colocadas de lado. Se eles estão dispostos a ensinar aos nossos filhos o tipo de actividades que estão envolvidas nos preliminares homossexuais, acham mesmo que eles não forçarão o ensino do "casamento" homossexual mal ele se torne legal?

Como consequência deste actos dos activistas homossexuais, os pais foram forçados a ter conversas pouco usuais com os seus filhos. Diz Kristy Howard:

Este incidente gerou um tipo de conversa na nossa casa que normalmente nós não deveríamos ter.  . . .  O meu filho sabe a sua identidade.

Ela informou também ao filho que, contrariamente ao que os activistas homossexuais do grupo PRYSM afirmaram, o papel celofane só deve ser usado para proteger comida.

Tive que lhe dizer que, aconteça o que acontecer, a minha sugestão não é o celofane. A minha sugestão é a abstenção.

Sem surpresa alguma, a abstinência não foi mencionada durante a apresentação.

Kristy, que tenciona vocalizar a sua preocupação na próxima reunião do comité escolar, acrescentou:

O tempo em que se ensinava a leitura, a escrita e matemática terminou. Hoje em dia temos crianças a acabar o secundário sem saber ler correctamente.

Mas pelo menos em Gorham eles sabem o que fazer com o papel celofane.

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Ficamos a saber (mais uma vez) que o verdadeiro propósito das lições em torno do "anti-bullying" mais não é que o ensino e a normalização do comportamento homossexual, e não a defesa da integridade física de quem se encontra viciado no homossexualismo.

Se os activistas homossexuais não sentem qualquer tipo de objecção moral no ensino do sexo anal a crianças de 13 anos, que mais têm eles em mente para os nosso filhos?

sábado, 13 de abril de 2013

A ditadura homossexual veio para ficar?


Um estudante de Fort Worth, Texas, foi enviado para o escritório do director da escola por declarar a um colega que acredita que o homossexualismo é uma práctica sexual errada. Holly Pope afirmou que ficou "totalmente surpreendida" quando recebeu uma chamada do assistente do director da escola (Western Hills High School) informando que o seu filho, Dakota Ary, havia sido enviado para a suspensão escolar.

“O Dakota é um jovem de 14 anos com os pés bem assentes na terra,” afirmou Hollu Pope à Fox News Radio, ressalvando que o seu filho é um excelente aluno, joga na equipa de futebol da escola, e é um membro activo do grupo de jovens da igreja. “Ele tem estado na igreja desde que nasceu, e como consequência ele foi ensinado a firmar-se naquilo em que acredita.”

E foi isso que lhe causou problemas. 

Dakota encontrava-se numa aula de Alemão quando a conversa passou a centrar-se na religião e no homossexualismo na Alemanha. A dada altura da conversa, Dakota virou-se para um amigo e disse que ele era um Cristão e que "ser homossexual está errado." Dakota afirmou à Fox que:
O que eu disse não foi dirigido a ninguém senão ao meu amigo que estava sentado atrás de mim. Provavelmente o professor ouviu-me. Ele começou a gritar. e disse que escreveria uma nota de infracção e enviar-me para o escritório.
Dakota foi sentenciado a um dia de suspensão na escola, e dois dias de suspensão completa.
 

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Como já dito por várias pessoas no passado, o movimento gay é um movimento político que visa silenciar as vozes conservadoras, e todas as vozes que se levantam contra a agenda política da esquerda militante. Pensar que o movimento gay representa os homossexuais é o mesmo que pensar que os Nazis representavam os alemães.

Mas o mais importante nesta história é mesmo a perseguição que está ser feita aos Cristãos. uma vez que, aparentemente, não lhes é permitido ter uma opinião contrária àquela que a esquerda militante quer que a sociedade tenha. Mas esta perseguição é bastante selectiva uma vez que os muçulmanos no Ocidente dizem coisas piores que estas (apelando atè à morte dos homossexuais) mas não sofrem qualquer tipo de retaliação. Isto leva-nos a concluir que o ódio dos activistas homossexuais é dirigido exclusivamente aos Cristãos.
 
Gayzismo
 
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quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Mais ataques à liberdade religiosa


Liz Truss, uma ministra responsável pela educação, recusou-se a colocar de parte a possibilidade dos professores serem penalizados se se recusarem a promover o "casamento" homossexual junto das crianças - mesmo que sejam escolas religiosas.  Por religiosas entenda-se "Cristãs" visto que os políticos ingleses não forçarão as escolas islâmicas a promover o gaysamento.

A senhora Truss simplesmente disse que, nesta altura, é impossível saber qual será o impacto que tal legislação terá no futuro. A sua admissão chegou depois dum MP Conservador, David Burrowes, lhe ter levantado questão em torno deste assunto numa carta..

David Burrowes, Cristão practicante, escreveu a carta à senhora Maria Miller, ministra da Igualdade, levantando preocupações em torno do impacto que os planos da Coligação (que governa o país e quer impôr o "casamento" homossexual) teria sobre as escolas. Esta carta seguiu-se à publicação duma opinião legal de Aidan O’Neill QC comissionado pela "Coalition for Marriage", que está a desenvolver esforços contra a destruição da definição de casamento

O sr O’Neill, perito nos direitos humanos, disse que as escolas podem ter bases legais para despedir professores que se recusam a usar livros que promovem o "casamento" homossexual. Os pais que levantem objecções ao "casamento" homossexual não terão o direito de retirar os seus filhos das aulas, alegou O'Neill.
Teoricamente, segundo O'Neill, o facto de serem escolas religiosas não fará qualquer diferença.

Um cenário sobre o qual ele se debruçou foi o que aconteceria se uma escola primária pedisse a um professor Cristão que usasse um livro chamado "Rei & Rei", uma história onde um príncipe se "casa" com um rei, e se recusasse a fazer uma peça de teatro com base no mesmo livro.  O’Neill concluiu:

Se o professor se recusar a obedecer às instruções legais do patrão, então isto será suficiente para que ele seja despedido.

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E assim, passo a passo, a liberdade religiosa dos Cristãos vai sendo limitada até ser virtualmente obrigatório celebrar o homossexualismo.

Seria curioso saber se os defensores da normalidade do homossexualismo concordam com esta medida. Deve um Cristão ser despedido por não ensinar aos alunos que o" casamento" pode ser entre dois homens ou entre duas mulheres? Será que as escolas Cristãos devem ser forçadas a ensinar algo que viola o Cristianismo?

Se sim, então qual é o limite?
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sábado, 20 de outubro de 2012

Quando o normal passa a ser "anormal"



Tal como 2 +2 = 5, depravações sexuais repugnantes, propagadoras de doenças, mas politicamente correctas, são agora consideradas normais. A consequência lógica disto é que qualificar como normal o acto sexual do qual é gerada nova vida é agora algo anormal.
O programa escolar piloto “Proud Schools”, implementada em 12 escolas públicas de Sydney na Hunter [Region], tem como propósito eliminar a "homofobia, transfobia . . . e heterosexismo" . . .
Segundo o "Relatório Consultivo Proud Schools", o programa define como "heterosexismo" a práctica de "posicionar a heterosexualidade como a norma dentro dos relacionamentos humanos".
O programa deve-se "focar em reverter o domínio do heterosexismo e não na homofobia", segundo as minutas do comité da Proud Schools. 

Como é normal, o avanço da agenda sodomita tem o apoio total do "dinheiro do Estado" (= dinheiro dos contribuintes); segundo se sabe, os burocratas foram aos bolsos dos cidadãos e desviaram $250,000 para este programa-piloto. Ou seja,  aquelas pessoas que não consideram o ânus um órgão sexual vão ser na mesma forçadas a subsidiar um projecto governamental que visa ensinar isso mesmo aos alunos - para além de lhes ensinar que a heterossexualidade não é a norma entre o ser humano.
O programa piloto teve como inspiração um outro programa similar levado a cabo em Victoria, o "Coligação Escolas Seguras" como forma de "dar apoio a diversidade sexual nas escolas, que defende que o género [sic] e a sexualidade não são conceitos fixos mas fluidos.
Em Victoria, cada escola participante é aconselhada a eregir um cartaz especialmente para os gays, lésbicas, transssexuais e jovens que "questionam o seu género".
Um relatório consultivo da Proud Schools recomenda também que as escolas os programas existentes [Desenvolvimento Pessoal, Saúde e Educação Física] "incorporem o ensino da natureza da atracção entre pessoas do mesmos sexo, bem como o ensino da diversidade sexual".
Porque é que os governos ocidentais sistematicamente tentam indoutrinar as crianças alheias normalizando comportamentos sexuais pouco saudáveis e clinicamente auto-destrutivos? A destruição da inocência como consequência do amor pelo mal parece ser a melhor explicação. 

Fica ao critério de cada um prever quanto tempo sobreviverá uma cultura que defende que o sexo que garante a perpetuação da espécie não é normal.


quarta-feira, 25 de abril de 2012

Uma campanha de bullying homossexual?

«Ela é lésbica e estamos bem com isso» – lê-se num cartaz profusamente difundido nas escolas oficiais, a par de outro análogo, a favor dos «gays». Em ambos, consta também uma séria advertência contra o «bullying homofóbico», expressão que peca, entre outros males de maior monta, pelo uso de uma palavra estrangeira que podia e devia ter sido traduzida, se a tanto chegasse o engenho e a arte dos actuais educadores oficiais da mocidade portuguesa.


Os adolescentes exibidos nos dois cartazes, três em cada, mostram-se sorridentes e bem-dispostos, com a maior naturalidade. Não em vão: deste jeito, insinua-se que a lésbica ou o «gay» do trio não se diferenciam dos seus colegas. Mas, se são como os outros, porquê chamar a atenção para a diferença? E, se não são iguais, porquê aparentar que o são?

Uma coisa é um louvável projecto de inclusão de todas as minorias étnicas, religiosas, culturais, etc. Mas outra, muito diferente, é a apologia de certos comportamentos. Ou seja, é bom que todas as pessoas da escola sejam acolhidas com respeito pela sua diversidade e comum dignidade, mas legitimar as suas opções morais já não decorre da obrigação ética do respeito mútuo.

Esta campanha, de facto, visa a homossexualidade e não as pessoas que têm essa tendência ou que fizeram essa opção e que, como é óbvio, são dignas de todo o respeito. Se fosse este o caso, dir-se-ia: «ela é lésbica», ou «ele é gay», e nós «estamos bem com ela», ou «com ele». Mas os seus colegas não estão bem com ele ou com ela, mas com «isso» que os distingue e que, por esta via, se pretende legitimar.

Se se dissesse, por absurda hipótese, «ele é toxicodependente e estamos bem com isso», é evidente que a mensagem seria de aprovação do consumo de drogas, e não de consideração pelas pessoas que usam estupefacientes. É óbvio, portanto, que as entidades que promovem esta campanha publicitária perseguem um claro propósito: incentivar, entre os adolescentes, a homossexualidade, sob a aparência de uma normalidade que, aliás, a ciência não confirma.

Por isso, é inquietante a conclusão autoritária que, depois, se impõe: «o bullying homofóbico não é aceitável na nossa escola». Primeiro, pelo tom intimidatório da afirmação, sem qualquer respeito por quem pensa e age de outro modo. Depois, porque contradiz o permissivismo de que se faz gala, a não ser que se entenda que ser publicamente homossexual é virtuoso, mas ser contra, mesmo respeitando as pessoas em causa, é ser homofóbico e, portanto, punível com a irradiação escolar. Mas um tal procedimento não é, afinal, «bullying» homossexual?!

A campanha em curso pretende ser uma iniciativa da «nossa escola». Mas, se a escola é nossa, porque razão os pais, os professores e os alunos não foram ouvidos? Se a escola é nossa, porque financiada pelo erário público, porque motivo aposta em interesses ideológicos claramente minoritários?

De facto, este esbanjamento dos dinheiros do Estado, este relativismo moral, esta rejeição liminar dos princípios éticos naturais e de todas as religiões que, como a cristã, os afirmam, não são nossos, mas apenas dos responsáveis por esta campanha, a qual, por tudo isto e o que fica por dizer, «não é aceitável na nossa escola».
...

domingo, 11 de março de 2012

O panfleto "homofóbico"


Um panfleto enviado para as casas através dos estudantes da escola secundária de Maryland deu início a uma controvérsia devido ao facto do mesmo afirmar que "ninguém nasce homossexual".

O folheto de uma página, feito pelo grupo “Pais e Amigos de Ex-Gays e Gays" (“Parents and Friends of Ex-Gays and Gays” = PFOX) e distribuído aos estudantes da "Albert Einstein High School" em "Montgomery County", alega que "milhares de pessoas com atracção homossexual indesejada tomam a decisão de deixar para trás a identidade gay."

Segundo a WTTG, o panfleto foi enviado para casa dos alunos segundo procedimentos que estão de acordo com a política da escola no que toca a distribuição de panfletos: basta que a organização consiga comprovar que é uma organização sem fins lucrativos para ter autorização para distribuir os folhetos aos alunos.

Karen Yount-Merrell, uma assistência social clínica, afirmou à WTTG que ficou "perturbada" quando o seu filho trouxe um dos panfletos.
Não gosto.
Mas o panfleto não foi feito para ela, portanto, o facto dela gostar ou não gostar é irrelevante.

É impressionante como muitas mulheres (e infelizmente um crescente número de homens efeminizados) realmente pensam que as suas emoções pessoais e os seus "sentimentos" de alguma forma servem como argumento válido contra uma proposição.

"Não gostei" ou "não gosto" ou "fiquei ofendida" são irrelevantes para a veracidade duma sugestão.

A solíptica Karen Yount-Merrell continua:
Tudo neste panfleto passa a mensagem de que o propósito é deixar de ser gay e deixar de ser lésbica. Este tipo de atitude não é abrangente em relação a uma orientação diferente.
Esta ignorante continua a usar os seus sentimentos como argumento válido. O facto dela achar que o panfleto não é "abrangente" em relação a uma "orientação distinta" é irrelevante. O panfleto não foi feito para "abranger" as "diferentes orientações" mas oferecer ajuda a quem voluntariamente quiser deixar o homossexualismo.
Isto [o panfleto] reitera uma visão social que afirma existir algo de "errado" em ti se tu não te conformas às normas - se não és heterossexual.
E como solução para isso, a Karen sugere que as pessoas que tenham atracção homossexual indesejada se "conformem" às novas normas politicamente correctas.

Estupidez autêntica.

A verdade dos factos é que o panfleto apenas oferece ajuda a quem quiser ser ajudado. Que eu saiba, ainda é legal oferecer ajuda a quem quiser.

Peter Sprigg, membro do grupo que criou o dito panfleto (PFOX) afirmou que o mesmo apenas apela à tolerância em torno duma visão distinta da homossexualidade.
Se as pessoas fossem ler o que o panfleto realmente diz, notariam que não há nada de insultuoso em relação aos homossexuais. Tudo o que o mesmo diz aos jovens é que eles não tem que ser homossexuais se não quiserem ser homossexuais.
Obviamente.
. . . . . . . . .
Se fosse um panfleto a oferecer ajuda a quem quisesse deixar de fumar ou a quem quisesse deixar as drogas, será que haveria esta suposta "comoção"? Ou é o homossexualismo o único comportamento sexual que nunca pode ser abandonado pelos practicantes, mesmo que não estejam felizes nele?

domingo, 18 de dezembro de 2011

Ensinando o transgenerismo a crianças de 5 anos

Documento governamental inglês revela que o mesmo está a considerar o ensino da "igualdade transgénera" a crianças com idades que podem chegar aos 5 anos. O gesto, que está em análise por parte do Departamento de Educação (DE), foi ressalvado num plano governamental que tem em vista o avanço da "igualdade transgénera" (seja lá o que isso for).

Estes movimentos em torno da "igualdade" usam e abusam do termo mas nunca dizem onde está a igualdade.

  • A homossexualidade não é igual à heterossexualidade: a última é uma necessidade básica do ser humano para que haja reprodução; a primeira é um gosto anti-natural e auto-destrutivo.
  • O transgenerismo não é igual à heterossexualidade: a primeira é algo levado a cabo por pessoas mentalmente instáveis enquanto a segunda é o resultado normal duma educação saudável.

Devido a isto convém perguntar: porque é que se deve lutar pela "igualdade" se os comportamentos não são iguais?

Margaret Morrisey, fundadora da organização Parents Outloud, disse:

Isto são tópicos adultos que nunca deveriam ser ensinados às crianças enquanto elas não fossem suficientemente crescidas ou quando elas perguntassem.

O problema é que já estamos a sobrecarregar as crianças com assuntos que eles nem deveriam considerar nessa idade.

O plano de acções do governo inglês diz que a DE está a considerar o "ensino da igualdade e da diversidade, incluindo a igualdade transgénera" na sua revisão da educação pessoa, social, de saúde e económica (Personal, Social, Health, Economic = PSHE).

Embora o governo tenha rejeitado a inclusão da educação PSHE no currículo nacional, o mesmo está a considerar tornar alguns elementos do assunto estatutários.

O plano de acção diz que o governo identificou "uma gama de compromissos de modo a ajudar as escolas a tornarem-se mais inclusivas para as crianças de género variável, e ajudar a providenciar apoio e protecção escolar aos pupilos transgéneros."

O que é "uma criança de género variável" ?!!

O plano, delineado num documento de 20 páginas e que inclui um prefácio assinado pela Theresa May (Home Secretary) e pela Lynne Featherstone (Minister for Equalities), é tido como "um passo inicial".

Durante o ano passado esta mesma Lynne Featherstone sugeriu que os transsexuais poderiam obter reconhecimento oficial do seu sexo assumido e manter o casamento com o parceiro existente. A possibilidade de tal gesto iria pela primeira vez criar de facto o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo na Grã-Bretanha.

Actualmente, se uma pessoa já é casada e quer reconhecimento oficial do seu "sexo assumido" ("sexo imaginado", seria um termo mais apropriado), ela primeiro tem que se divorciar do esposo/esposa antes de obter o reconhecimento legal.

Fonte

. . . .

O que é que se pode pensar de pessoas que querem ensinar o transgenerismo a crianças de 5 anos? Alguém ainda acha que a esquerda política (e os seus aliados na "direita") não quer destruir a familiar, pervertendo as noções de sexualidade que a superior civilização ocidental mantém há pelo menos 2000 anos?

Atenção que quando digo "ensinar o transgenerismo" isso não é anulado afirmando que as escolas apenas querem "criar um ambiente seguro" aos perturbados mentais que um dia acham que são mulheres, mas no outro já se consideram homens.

A promoção de ideologias de "igualdade" envolve normalizar aquilo que se quer tornar "igual". É impossível querer tornar algo "igual" à heterossexualidade (a normalidade) sem primeiro definir o que é.

Durante este processo, julgamentos de valor irão surgir, permitindo assim que os "professores" possam dizer às crianças que um homem que um dia decide que é uma mulher é perfeitamente "normal".

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Escola inglesa planeia falar de sexo com crianças de 4 anos

Escola primária inglesa enfrenta a revolta de vários pais depois destes saberem que os responsáveis têm planos para levar a cabo aulas de educação sexual a crianças com idades que podem chegar aos 4 anos.

Alega-se que mais de 20 famílias estão prontas a retirar os seus filhos das aulas de "educação sexual" devido a receios de que os seus filhos estejam a ser sexualizados demasiado cedo devido a temas como a homossexualidade, a masturbação e os orgasmos.

Segundo o que está planeado, as crianças de seis anos teriam aulas em torno dos relacionamentos homossexuais e a diferença entre o "mau toque e o bom toque". Já os alunos com dez anos terão aulas que incluem o orgasmo e a masturbação.

A Grenoside Community Primary em Sheffield já oferece educação sexual aos alunos nos dois anos mais elevados, mas agora tenciona dar o mesmo tipo de aulas aos mais jovens.

Mais um bom exemplo que a agenda sexual visada pelos esquerdistas avança por etapas. No entanto, ela só avança se o povo conservador deixar. Se os pais mais conservadores se revoltarem, como fizeram as famílias de Sheffield, eles terão mais dificuldade em implantar programas como os descritos aqui.

Algumas famílias ficaram chocadas por saber dos detalhes das lições rebeladas durante os encontras de consultação. O director da escola, Colin Fleetwood, não só alega que o material não é explícito, como defende que o plano de estudo está de acordo com o curriculum nacional. No entanto, ele não disse como é que tenciona ensinar a homossexualidade a crianças de 6 anos sem ser com material explícito.

Louise Leahy – que tem 4 filhos na escola com idades que vão dos 4 aos 10 - é uma das mães furiosas:

Há muito informação nestas aulas que as crianças em tão tenra idade não precisam de saber. É como se as lições e os vídeos passassem a mensagem "Deixa de lado os teus brinquedos. Chegou a altura de cresceres".
Louise não só disse que algum do vocabulário usado durante os primeiros 2 anos não é apropriado, como levantou objecções a um DVD para crianças mais velhas onde se vê uma homem por cima duma mulher.

Aparentemente, segundo o director da escola, um homem deitado por cima duma mulher (presumivelmente nua) não constitui "material explícito".

Outro material "não-explícito" incluía videos de pessoas a auto-acariciarem-se e a encorajar as crianças a "pensar de uma forma sexual".

Uma das responsáveis da escola disse-me que a sua filha precisa de saber destas coisas [isto é, homossexualismo, orgasmos, masturbação, etc] porque ela vê programas como Emmerdale e EastEnders. Mas os meus não vêem esses programas e nem quero que vejam.
Segundo a lógica da responsável aludida em cima, como a filha vê perversão sexual na TV, ela tem que receber aulas de perversão sexual na escola. Usando a mesma lógica, como as televisões mostram violência, então as escolas tem que ensinar a violência às crianças.

Katie Burrell, 26, cujo filho de 6 anos anda na escola concordou e disse:

O meu filho ainda acredita no pai natal; ele não precisa que lhe digam este tipo de coisas [isto é, homossexualismo, orgasmos, masturbação, etc].

As aulas dirigidas às crianças de 6 e 7 anos são demasiado explícitas. Acho que muitos pais tirarão os seus filhos deste tipo de "aulas".

Espera lá. O director da escola diz que as aulas não são explícitas, mas as mães das crianças dizem que, sim, as aulas são explícitas.

Em quem é que vamos acreditar? No burocrata cuja subsistência financeira depende da subscrição e promoção de "programas de educação" culturalmente marxistas, ou nas mães das crianças cuja única preocupação é o crescimento saudável dos seus filhos?

Escolha "difícil".

Cumprindo o seu papel na guerra cultural ao falar de sexo com crianças de 4 anos.



sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Escola chinesa incentiva masculinidade para acabar com "meninos mariquinhas"

Notícia antiga mas mesmo assim relevante.

Um colégio para machos. Preocupada com a mudança de comportamento dos rapazes , uma escola chinesa decidiu colocar em prática uma iniciativa chamada 'Procurando Homens de Verdade'. A ideia é justamente 'incentivar a masculinidade' de seus alunos.

Segundo a Qinlinglu Elementary School, que fica na cidade de Zhengzhou, os meninos devem agir mais como homens e menos como maricas. Assim, eles são ensinados a agir de forma mais masculina e são obrigados a jurar que são 'homens de verdade', relata o jornal Daily Dahe.

Wang Jianhua, professor da escola há 14 anos, disse que os garotos estavam apresentando cada vez mais um comportamento de mulherzinha. "O jogo favorito era pular corda, que é uma brincadeira de menina", explica o professor. "E os meninos são muito frágeis. Uma pequena bronca e eles já estavam chorando alto".

Em contrapartida, Wang disse que as meninas estavam cada vez mais selvagens. "Elas gostavam de lutar e adoptavam características cada vez mais fortes", disse.

Agora, a escola pretende contratar mais professores do sexo masculino para dar aos meninos exemplos de homens fortes. "As mães tendem a ser responsáveis pelos filhos em casa. Na China, devido à política de um só filho, os pais são excessivamente protectores e acabam estragando seus próprios filhos", explica Cao Jianping, o director da escola.

Com a masculinização dos rapazes chineses e a feminização dos homens europeus e americanos, em caso de guerra, quem vencerá?

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Activistas homossexuais processam escolas por estas usarem filtros anti-pornografia que bloqueiam sites homossexuais

Escolas do Missouri estão a ser alvo de processo legal por terem activado filtros contra sites pornográficos uma vez que, segundo os activistas homossexuais, esses filtros bloqueiam sites homossexuais.

Os esquerdistas da "American Civil Liberties Union" (ACLU) (que iniciaram o processo legal) querem que os filtros sejam desligados até que o assunto esteja resolvido.

O super-intendente Tim Hadfield (Camdenton School District) disse:

Nós não bloqueamos especificamente sites que promovem estilos de vida alternativos. Nós bloqueamos sites que são desapropriados e vamos continuar a fazê-lo.
A "Alliance Defense Fund" (ADF), grupo legal que defende a liberdade religiosa afirmou:
Os distritos escolares não deveriam ser pressionados a aceitar que os seus alunos fiquem expostos a material sexualmente explícito.
A ADF avisou algumas escolas distritais que, se elas sucumbirem às exigências da ACLU, as crianças ficarão expostas a material pornográfico. Numa carta aos distritos, a ADF disse que as escolas estão bem dentro dos seus direitos legais ao manterem os filtros Scare activos.

Um dos advogados da ADF, David Cortman, afirmou que

A ACLU está a forçar a sua agenda sexual radical ao intimidar as escolas distritais com uma longa linha de tácticas de medo mascaradas de preocupações com a censura.

Inquestionavelmente, as escolas distritais não tem obrigação alguma em ceder às exigências da ACLU. As crianças estão em primeiro lugar.

Aparentemente as crianças estão em primeiro lugar excepto quando o seu bem estar choca com a agenda dos activistas homossexuais; para eles, a sua agenda política está em primeiro lugar, mesmo que isso implique fazer crianças passar fome - tomemos o incidente envolvendo o blogueiro Cristão Júlio Severo como exemplo; a sua conta da PayPal foi fechada devido à perseguição da gaystapo. O Júlio tem 4 filhos para alimentar e a PayPal era uma das formas de obter financiamento.

Outro advogado da ADF disse:

Os pais esperam que os lugares onde colocaram os seus filhos sejam lugares de aprendizagem e não lugares onde eles podem aceder a sites pornográficos.
Os esquerdistas da ACLU afirmam que as escolas tem a "obrigação legal" de permitir que os estudantes acedam a sites lésbicos, sodomitas, bissexuais e relativos a assuntos transgéneros. O facto de alguns destes sites serem, aparentemente, pornográficos não parece preocupar a ACLU.

Antes do processo legal ter iniciado, Tim Hadfield explicou que o seu distrito possui um filtro feito à medida.

-Fonte-


Por aqui se vê o quão destrutiva a agenda homossexual é. Estes activistas preferem que as crianças fiquem expostas à depravação da pornografia - uma vez que assim podem aceder aos sites homossexuais - do que proteger as crianças de ter acesso a esses sites.

A agenda homossexual não se importa com mais nada que não seja o seu avanço. Isto é algo que todos nós temos que pensar sempre que virmos os activistas a promoverem medidas alegadamente para o "bem das crianças".

sábado, 24 de setembro de 2011

Aluno suspenso por falar contra o vício da homossexualidade

Um estudante secundário foi punido pela sua escola por afirmar que acredita que "ser homossexual está errado". Dakota Ary, de 14 anos, disse que a sua declaração fazia parte duma discussão que ele levava a cabo com um colega durante as aulas de Alemão.

Acho que [o professor] ouviu-me. Ele começou logo a gritar. Disse-me que escreveria uma carta de infracção e enviar-me para o escritório.
Holly Pope, a mãe do Ary, disse que nem queria acreditar no castigo.
O meu filho está no quadro de honra devido às suas notas altas. Não tenho problemas nenhuns com ele.
A mãe não ficou satisfeita quando o director escolar reduziu a suspensão escolar de 2 para 1 dia. Quando se encontrou com o dito director - trazendo consigo um advogado - exigiu garantias de não-retaliação devido ao evento. Ela pede também que o castigo seja removido dos registos do filho.

O advogado Matt Krause afirmou:

Os estudantes não perdem os seus direitos relativos à 1ª Emenda [Liberdade de Expressão] quando entram numa escola.
Embora sejam comuns em países como o Canadá e o Reino Unido, castigos a pessoas que se oponham à destrutiva agenda homossexual estão em crescimento nas escolas e universidades americanas.

Um professor de Biologia venceu um acordo legal onde lhe foi dada uma soma no valor de $100,000. Isto chegou a este ponto porque ele respondeu a uma pergunta dum estudante em torno de pesquisas que mostram como o comportamento homossexual pode ser influenciado pela genética e pelo ambiente onde a pessoa cresce (família, etc).

[Segundo os activistas da gaystapo, os homossexuais "já nascem assim". Como tal dizer que o ambiente onde crescem pode influenciar a sua orientação sexual é algo do desagrado da gaystapo"]

Na universidade de Illinois os dirigentes despediram um professor de Teologia (Católico) por este ter afirmado que, segundo a fé Católica, a homossexualidade é contra a Lei Moral. Após milhares de pessoas terem protestado durante dias, o Prof. Kenneth Howell foi readmitido .

Estes exemplos mostram a noção de "igualdade" que os activistas homossexuais têm em mente. Essa "igualdade" envolve ninguém ter a liberdade de se opôr ao auto-destrutivo comportamento homossexual.
Dakota Ary: Suspenso por dizer que o ânus não é um órgão sexual.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Indoutrinação homossexual nas escolas públicas

Está a ficar cada vez mais difícil para os pais com o mais pequeno vestígio de moralidade tradicional sentenciar os seus filhos a 12 anos de propaganda feminista e homossexual complementada com a lobotomização intelectual.

As escolas públicas na Califórnia vão requerer que se ensine às crianças as "contribuições" feitas por parte de lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros. O governador Jerry Brown assinou a lei controversa e como tal o tópico vai ser acrescentado ao currículo das ciências sociais (claro).

Embora a compra dos livros tenha sido atrasada até ao ano de 2015 devido à crise com o orçamento, os livros escolares agora têm que incluir informação em torno dos americanos LGBT bem como em torno dos americanos com deficiências.

Os grupos que defendem os "direitos" dos homossexuais declararam que vão estar atentos como forma de garantir que as escolas por toda a Califórnia levam avante a lei.

-Fonte-


Vez após vez, os perversos são forçados a descobrir da forma mais difícil que o facto de Deus ser "tardio em irar-Se" não significa que Ele pode ser Zombado. Eu não ficaria surpreendido se os livros nem chegassem a ser impressos.

Sem dúvida que é informativo saber que num tempo de crise educacional, quando muitos alunos da Califórnia não sabem ler, escrever ou falar inglês, eles serão educados de forma tornarem-se em alimento para os "chickenhawks" (homossexuais pedófilos que abusam crianças).

Há dez anos atrás o escritor Vox Day argumentou que as escolas públicas deveriam ser ilegalizadas, os edifícios escolares desmantelados e os solos cobertos com sal. Suspeita-se que algumas das pessoas que discordaram com ele então estão finalmente a descobrir que o propósito das escolas públicas não é a educação mas sim indoutrinação estatal.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Pós-Graduação em Homossexulogia

○Fonte○
Recebemos por email a informação de que o ISCTE tem uma pós-graduação sobre as realidades LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgénero).

http://www.iscte-iul.pt/cursos/pos_graduacoes/14706/Apresentacao.aspx

Sobre a instituição onde é ministrado o curso:
O ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL), é uma instituição pública de ensino universitário, criada em 1972.

Os seus objectivos estratégicos são a inovação, a qualidade, a internacionalização e o desenvolvimento de uma cultura empreendedora.

Retirado do site institucional do ISCTE
Fará esta pós-graduação parte dos objectivos estratégicos do ISCTE?

Este é um caso paradigmático de como uma instituição pública é tomada de assalto por um grupo de activistas ideológicos.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Pais não podem excluir filhos de aulas pró-homossexualismo

Em mais um ataque coordenado da gaystapo canadiana, (e um ataque à autoridade paterna sobre os seus próprios filhos) a Comissão de Directores do Distrito de Toronto (CDDT) está a proibir os pais de retirar os seus filhos de aulas que abordam a sodomia.

("Abordam" até nem é um termo correcto uma vez que o que estas "aulas" fazem é promover a homossexualidade e não só "abordar" a homossexualidade.)

A sua política sugere que as crianças sejam forçadas a tomar parte no curriculum compreensivo "anti-homofobia" dos directores, o mesmo que promove a marcha de "orgulho gay" de Toronto entre as crianças de jardins infantis, e procure transformar as crianças em activistas sociais quando estas chegarem ao fim da escola secundária.

O curriculum escolar promovido pela comissão de directores tendo em vista a "equidade" para os homossexuais, chamado de ‘Challenging Homophobia and Heterosexism’, diz que os pais não podem apelar às suas crenças religiosas como forma de retirar os seus filhos das aulas de "educação em torno dos direitos humanos".

O documento diz:

Se um pai pede permissão para que o seu filho ou filha seja dispensado das discussões em torno dos assuntos familiares da LGBTQ por motivos religiosos, este pedido não pode ser aceite porque viola a política dos Direitos Humanos.
O artigo não só defende que a liberdade religiosa "não é absoluta" como também que a acomodação religiosa, segundo a administração escolar, "é levada a cabo dentro dum contexto mais abrangente do sistema de educação secular".

Repararam no fascismo homossexual? As convicções religiosas dos pais que não achem normal que um homem insira o seu pénis no ânus de outro homem de nada servem se estas convicções chocarem com a definição de "normal" que os activistas homossexuais e os seus aliados esquerdistas subscrevam.

Por outras palavras, os direitos que os Cristãos tem (tinham?) de educar os seus filhos dentro do Cristianismo estão a ser retirados pela gaystapo. Como diz um blogueiro português, qualquer dia vai ser obrigatório ser homossexual.

Para se vêr que o propósito destas medidas é só o ataque ao Cristianismo, o documento diz que os professores não estão autorizados a evitar a abordagem de assuntos controversos que possam violar crenças religiosas.

Os professores que se recusarem a criar nas salas de aula um ambiente inclusivo, seguro e apoiante para todos os estudantes estariam a criar um ambiente de aprendizagem envenenado.
Traduzido: se não se indoutrinarem crianças em favor do auto-destrutivo comportamento homossexual, as salas de aula não serão seguras, apoiantes e "inclusivas".

Acresce-se ainda que, segundo estes administração escolar, as escolas não podem enviar notas de permissão aos pais da criança antes de se abordarem "assuntos LGBTQ" uma vez que tratar a orientação sexual de uma forma diferente poderia ser considerada "discriminatória".

As actividades para os jovens no fim do jardim de infância até à terceira classe incluem discussões que tem em vista convencer os estudantes da importância de participar na parada anual de "orgulho" gay. Embora seja catalogada de "amiga da família", o evento já foi identificado como "a parada do sexo" uma vez que é normal ela conter pessoas semi-nuas ou totalmente nuas, e homossexuais a levarem a cabo actividades sexuais em público.

Entre o 4º e o 6º ano is alunos são encorajados a trazer o grosseiro jornal homossexual Xtra!. O mesmo é conhecido por dispôr publicidade contendo homens nus.

○Fonte○


Notícias como esta encerram em si os perigos de se conferirem "direitos humanos" a vícios sexuais. Segundo esta nova ideologia, se um pai disser que não quer que o seu filho seja alvo de engenharia social em favor dum comportamento sexual claramente destrutivo, a elite esquerdista que controla o Canadá acha por bem retirar o direito humano que os pais possuem de educarem os seus filhos segundo as suas crenças religiosas.

Para estes activistas, as escolas públicas não são suficientemente inclusivas se não oprimirem a liberdade dos Cristãos. É por estas e por outras que os esquerdistas são grandes proponentes das escolas públicas: é nelas que são preparadas as novas gerações de futuros votantes de esquerda.

Reparem como estas instituições escondem a promoção da sodomia por trás dos "direitos humanos". Hoje em dia, oposição à sodomia é uma "ataque aos direitos humanos" - pese embora seja normal a sociedade criticar todos os outros comportamentos sociais. Só a sodomia está protegida.

Se és um esquerdista e dás apoio à agenda dos sodomitas, então prepara-te porque mais cedo ou mais tarde os teus filhos vão ser enlistados no movimento homossexual, sejam eles homossexuais ou não.


sábado, 4 de junho de 2011

Professor Evangélico Fecha Alunos em Sala de Aula e Obriga-os a Assistir Filme Cristão

Correcção: o que realmente aconteceu foi que um "professor" fechou os alunos numa sala de aula e obrigou-os a assistir aos vídeos do kit-sodomia kit gay.

Claro que aos olhos dos activistas homossexuais isto é aceitável (e aconselhável) uma vez que, se não se ensinarem as crianças sobre a sodomia (por enquanto, através de filmes, mas no futuro se calhar com aulas prácticas), elas podem crescer com ideias e noções erradas (do tipo, o homem foi feito para a mulher e a mulher para o homem).

Este evento mostra também que para a gaystapo, as leis e as regras são para os outros. Para eles, as leis não se aplicam. Claro que os grandes culpados disto tudo são os socialistas que usam os homossexuais como forma de atacarem o Cristianismo, mas isso já nós todos sabemos.


Escândalo: Alunos do Acre são trancados em salas de aula e obrigados a assistir aos vídeos do kit gay
Comentário de Julio Severo: Ministro da educação havia dito que “kit gay” não tinha sido aprovado, mas escolas do Acre, com a permissão do MEC, forçam alunos a assistir vídeos homossexuais do kit. Se os alunos tivessem sido trancados em sala de aula para aprender sobre Cristianismo, a TV Globo, a TV Record, todos os jornais, o Congresso e outras autoridades estariam exigindo a prisão de todos os responsáveis pelo crime de forçar alunos ao Cristianismo. Mas e agora que o caso envolve a glorificação do “amor” anal entre homens?

Quem está pedindo cadeia para os criminosos que forçaram alunos a assistir vídeos do kit gay em salas de aula trancadas? Onde está a justiça? Onde estão os direitos das crianças tão proclamados por esse governo? Onde estão os direitos dos pais?

O Pr. José Ildson, que comandou a mobilização contra o crime contra os alunos, está de parabéns. Em fevereiro de 2008, tive uma longa conversa pessoal com ele e considero-o um grande um batalhador.

A denúncia a seguir foi feita por Reinaldo Azevedo:

FORA, HADDAD! Alunos do Acre, governado pelo PT, estavam sendo obrigado a assistir filmes do “kit gay” vetado por Dilma

Reinaldo Azevedo
Você já gritou hoje “FORA, HADDAD!”? Ainda não? Então tem agora mais um motivo para fazê-lo. Atenção! O tal “kit gay” já tinha sido distribuído a escolas de Rio Branco, capital do Acre — governado por Tião Viana, do PT — e, consta, de Recife, o que não consegui confirmar.
Isso significa que, para não variar, Fernando Haddad, ministro da Educação — aquele que acha mais evoluído matar pessoas depois de ler livros do que matá-las sem os ter lido —, deixou de dizer a verdade ao afirmar que o material não tinha sido ainda aprovado pelo MEC.
É escandaloso que o governador Tião Viana permita que os estudantes do Acre tenham acesso a um material considerado inadequado por diversos especialistas e que foi vetado pela própria presidente da República. Pior: os alunos estavam sendo obrigatoriamente submetidos às sessões, o que, na prática, até um secretário de estado admite.
FORA, HADDAD! Leiam o que informa agazeta.net, do Acre:

Governo suspende distribuição do Kit Gay em Rio Branco

O secretário [Henrique Corinto, de Justiça e Direitos Humanos] foi convocado pela bancada evangélica na Assembléia Legislativa do estado para explicar denúncias de que estudantes da rede estadual de ensino estavam sendo obrigados a assistir aos vídeos distribuídos pelo MEC na luta contra a homofobia. Os deputados fizeram questão de assistir os vídeos na presença do secretário.
“Nós recebemos denúncias de estudantes e de pais de alunos que, na escola Armando Nogueira, os professores estavam obrigando os alunos a assistir aos vídeos. Muitos estudantes reclamaram que nem sequer puderam sair da sala, que foi trancada. O próprio diretor da escola confirmou que estava sendo obrigado pelo secretário de educação a exibir os vídeos”, explicou o deputado Astério Moreira (PRP).
Os deputados, que não gostaram do filme que trata da paixão de um adolescente do sexo masculino por outro do mesmo sexo, ficaram ainda mais indignados ao saber que, apesar de proibidos nos outros estados da federação, os vídeos continuaram a ser exibidos para os estudantes acreanos porque a ação faz parte de um plano piloto em execução em Rio Branco e em Recife. “Isso é crime. Quer dizer que estão usando nossas crianças como cobaias”?, reclamou a deputada Antônia Sales (PMDB).
Já o pastor José Ildson, presente à reunião, informou ao secretário que, se o governo insistisse na divulgação do material, a sociedade seria mobilizada contra a prática. “Se é proibido falar de religião nas escolas, por que é obrigado falar de homossexualismo? Não vejo bom senso nessa medida, e vamos reagir contra. Não podemos ser punidos por defender a família, o que não significa que sejamos contra os homossexuais. Somos contra a indução, a apologia à prática”, esclareceu o pastor.
Após a conversa de aproximadamente duas horas, o secretário de Direitos Humanos declarou suspensa a exibição dos vídeos nas escolas da rede pública da capital. “O assunto é polêmico e deve ser mais bem esclarecido. Não queremos alimentar polêmica; por isso decidi suspender a partir de hoje”, disse Henrique Corinto.
A propósito: Marina Silva, que é “governo” no Acre, vai se calar?
Divulgação: www.juliosevero.com

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