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quarta-feira, 18 de março de 2015

A "homofobia" de Domenico Dolce e de Stefano Gabbana

Os dois homossexuais responsáveis pela marca Dolce & Gabbana - uma das marcas de moda mais importantes do mundo - afirmam que as "famílias" homossexuais não são famílias no verdadeiro sentido do termo.

Domenico Dolce e Stefano Gabbana, ícones do mundo da moda, parceiros de negócios há décadas, e parceiros sexuais até se terem separados há alguns anos atrás, não só não apoiam o "casamento" homossexual, como vêem a público criticá-lo.

Numa entrevista dada à revista Panorama e traduzida para a LGBT News Italia, a antiga dupla e designers bilionários veio a público de maneira decidida:

A única família que existe é a família tradicional. Nenhuma descendência química ou útero alugado: a vida tem o seu ciclo natural, e há coisas que não deveriam ser alteradas.

O site de noticias Italiano ABC.es disponibilizou mais comentários à sua entrevista para a Panorama. A procriação "tem que ser um acto de amor", disse Domenico Dolce. "Eu chamo às crianças provenientes da química, crianças sintéticas;: úteros alugados, sémen escolhido num catálogo."

"A família não é uma moda" adiciona Stefano Gabbana. "Nela há a sensação sobrenatural de pertença."

A sua posição contra o "casamento" homossexual não é nova - é  uma que eles já defendem há anos - mas atacar "famílias" lideradas por duplas homossexuais é nova. Numa entrevista de 2013  dada ao Londrino The Telegraph, Dolce menciona, “Sou Católico practicante."

Foi perguntado aos dois designers se eles alguma vez consideraram "casar" um com o outro. "O quê?!! Nunca!" responderam eles em coro. "Não acredito no casamento [sic] homossexual" ri-se Dolce. Na Itália Católica, a sua sexualidade alguma vez foi um problema? "Não. Nunca," responde Dolce. "O mundo da moda está cheio de homossexuais."

Em 2006, Stefano Gabbana disse ao Daily Mail que "Sou contra a ideia duma criança crescer com dois pais homossexuais."


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sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Activistas homossexuais Italianos estão cada vez mais violentos

Um lobby homossexual Italiano cada vez mais violento levou a cabo uma séria de ataques violentos contra uma pacífica demonstração pró-família que decorreu no país. Pelo menos uma padre Italiano e uma mulher tiveram que ser levados para um hospital devido aos ferimentos infligidos pela turba homossexual que durante, as últimas semanas, atacou um largo número de demonstradores pró-família silenciosos um pouco por toda a Itália.

Os heterossexuais que fizeram parte da demonstração - e que eram pessoas que faziam parte de todos os quadrantes da vida - formam um movimento cada vez mais popular na Itália, conhecido como "Sentinelas de Pé" (“Sentinelle in Piedi”). Eles receberam este nome porque tudo o que eles fazem é ficar em pé em praças públicas, formando linhas igualmente separadas, e lendo em silêncio. 

O movimento emergiu no ano passado, depois do parlamento Italiano - sob a liderança do extremista partido esquerdista que se encontra no poder - ter dado entrada a uma lei que ilegaliza "a discriminicação com base na homofobia" - isto é, tornando ilegal o acto de escolher não se associar, ou associar o seu negócio, com homossexuais.

[ed: na verdade, não é com homossexuais mas sim com o homossexualismo e com tudo o que promove este comportamento auto-destrutivo]

As demonstrações dos “Sentinelle in Piedi”, que são levadas a cabo em conjugação e com a participação do partido nacionalista Forza Nuova, ocorreram recentemente em Bolonha, Turim, Génova, Aostra, e em pelo menos 100 outras cidades. Estima-se que, há duas semanas, pelo menos 10,000 pessoas tenham participado num só dia - precisamente quando o primeiro ataque homossexual violento ocorreu.

Segundo alguns relatos, na cidade nortenha de Rovereto uma turba de homossexuais enlouquecidos começou por destruir os materiais publicitários dos Sentinelas, gritando ameaças e atirando ovos, mas depois disto esta turba começou a atacar fisicamente os demonstradores, esmurrando, pontapeando e cuspindo nas mulheres e nas crianças de forma igual.

Foi neste encontro que o sacerdote, o Padre Matteo Graziola, e uma jovem mulher, que não foi identificada, ficaram feridos.

A turba de homossexuais voltou-se posteriormente contra a polícia - que demorou a chegar - e atacou-os de igual modo.

Em Bolonha a cena foi caótica à medida que os participantes dos Sentinela se viram forçados a sofrer as atitudes de demonstradores que gritavam, diziam palavrões e dificilmente eram contidos pela polícia local. Os activistas homossexuais haviam sido chamados para se demonstrarem contra o evento pelo lobby homossexual organizado com o nome de "Arcigay".

Um porta-voz dos Sentinelas disse ao Tempi.it que os homossexuais atiravam garrafas, cuspiam e gritavam obscenidades, embora estivessem presentes crianças dentro do grupo dos Sentinelas:

Cerca de 80 pessoas foram incapazes de chegar à praça pública devido ao caos, ao mesmo tempo que famílias com crianças eram forçadas a abandonar o local. Uma mãe que empurrava um carrinho de bebé foi coberta de insultos e cuspida; este foi o facto que mais tristes nos deixou.


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Se nem os bebés e as mulheres os activistas homossexuais respeitam, a quem é que eles irão respeitar? E se eles não respeitam bebés, porque é que estes activistas pensam que merecem o respeito de alguém?


sexta-feira, 8 de abril de 2011

Tribunal Europeu dos Direitos Humanos avaliza presença dos crucifixos nas escolas italianas

Autor: Orlando Braga,


O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos deu o dito pelo não dito, e avaliza agora a presença dos crucifixos nas escolas italianas. A ler, sobre este assunto:

Desde logo, a profissão de fé gayzista do José Carlos Malato, gorou-se; esfumou-se; escafedeu-se.

E depois, o tribunal constatou o óbvio: a presença dos crucifixos nas salas de aula não está associada a uma obrigatoriedade de seguir a religião cristã, por um lado, e que a religião maioritária em um determinado país desempenha um papel preponderante no âmbito escolar, mas que não supõe um acto de doutrinamento, por outro lado.

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