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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Curitiba: as caras do ódio

Todas as fotos são da autoria da página "Pensamento Limpo"













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sábado, 19 de janeiro de 2013

Não são os homossexuais franceses que querem o "casamento" homossexual

PARIS, 15 Jan. 13 / 01:37 pm (ACI/EWTN Noticias).- Nathalie de Williencourt é uma lésbica francesa e uma das fundadoras de Homovox, uma das maiores associações de gays da França. À diferença do que afirmam certos meios de imprensa, considera que a maioria de homossexuais, incluindo ela mesma, não querem nem o matrimónio nem a adopção de crianças e estão em desacordo com o projeto de lei do presidente François Hollande de legalizar ambas práticas.

Em uma entrevista concedida no dia 11 de Janeiro ao site de notícias italiano Tempi.it, Nathalie assinalou que "o casal homossexual [sic] é diferente do heterossexual por um mero detalhe: não podemos dar origem à vida".

Williencourt afirmou com claridade: "sou francesa, sou homossexual, a maioria dos homossexuais não querem nem o matrimónio, nem a adopção de crianças, sobre tudo não desejamos ser tratados do mesmo modo que os heterossexuais porque somos diferentes, não queremos igualdade, mas justiça".

A líder gay assinalou ainda que os próprios homossexuais "acreditam que as crianças têm direito a ter um pai e uma mãe, possivelmente biológicos, que possivelmente se amem. Uma criança que nasce do fruto do amor de seu pai e de sua mãe tem o direito de sabê-lo. Se os casais homossexuais [sic]  adoptarem crianças que já estão privadas de seus pais biológicos, então (as crianças) estariam sem um pai e sem uma mãe pela segunda vez".

"Os casais heterossexuais estão esperando anos para poder adoptar uma criança, e corre-se o risco que muitos países não permitam mais adopções a cidadãos franceses se esta lei for passada, já que países como a China e outros da Ásia contam com procedimentos que excluem casais [sic] do mesmo sexo. Isto significaria fazer que a adoção por casais conformados por um homem e uma mulher seja ainda mais difíceis", acrescentou Williencourt.

A porta-voz do Homovox considerou logo que a família, constituída sobre o matrimónio entre um homem e uma mulher, é a base para a paz.

"A paz se constrói na família e para ter paz na família é necessário dar às crianças a imagem mais natural e mais segurança infunde para crescer e chegar a ser grande. Quer dizer, a composição clássica de homem e mulher".

Williencourt denunciou logo que "na França nos censuram (Homovox.com). Escuta-se sempre o lobby dos ativistas LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais) que sempre falam nos meios, mas a maior parte dos homossexuais estão irritados pelo facto de que esta organização faz lobby em nosso nome. Nós não votamos por eles para que nos representem".

Nathalie explicou que os membros do lobby gay já têm uma ferida em relação à sua própria homossexualidade "porque não a aceitam, reivindicam ser como os heterossexuais. Em vez disso nosso movimento reivindica que os homossexuais sejam tratados de modo distinto que os heterossexuais porque somos diferentes".

"Não podemos pedir igualdade para situações que são diferentes. Não é a igualdade o que é importante, mas a justiça. É uma desigualdade justa e uma igualdade injusta", precisou.

Sobre sua oposição e a de toda sua associação ao projeto de lei impulsionado pelo presidente Hollande, Nathalie Williencourt disse que "eu e meus amigos gays não podemos ser acusados de homofobia, por não permitir a lei".

O que solicitam, explicou, é "um diálogo entre Hollande e o povo, porque ele tinha prometido que não ia aprovar uma lei à força se os franceses não estavam de acordo. Esperemos que se abra o diálogo com os Estados Gerais sobre o matrimónio e um referendum para consultar todos os cidadãos deste tema".

Homovox é a associação que reúne a maioria de homossexuais na França. A associação foi uma das organizações gays que marcharam pelas ruas de Paris no dia 13 de janeiro junto a mais de um milhão de pessoas em defesa do autêntico matrimónio.


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Isto confirma o que já se sabia: ser gay não implica ser-se gayzisa. Nathalie é gay mas não é gayzista. Paralelamente, isto demonstra que resistir à agenda gayzista não é "ódio" ou "preconceito" contra os homossexuais uma vez que, segundo a homossexual Nathalie, os homossexuais não se sentem representados pelos grupos LGBT que falam em nome deles.

Dito de outra forma: os grupos LGBT, que tentam avançar com a agenda gayzista, alegam falar em nome dos homossexuais, mas a realidade dos factos é que eles trabalham para outros grupos totalmente não relacionados com o bem estar dos homossexuais.,

O movimento gayzista é um movimento político mascarado de movimento em prol dos direitos humanos. Eles usam os homossexuais como forma de obter proveitos politicos.
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domingo, 13 de janeiro de 2013

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Paris: Autarcas manifestaram-se contra "casamento" homossexual

Dezenas de autarcas e outras autoridades reuniram-se hoje, em Paris, para denunciar o projecto de lei sobre o "casamento" homossexual, na véspera de uma grande manifestação de apoiantes do "casamento para todos".

Os manifestantes, do grupo "Autarcas pela Infância", estiveram reunidos na praça de Trocaderó, sob uma bandeira azul, branca e vermelha, que trazia a inscrição "Liberdade, igualdade e fraternidade para as crianças também", presenciou o jornalista da agência noticiosa francesa AFP.

 Os autarcas vieram de várias regiões de França e pediram "solenemente ao Presidente da República para retirar o projecto de lei sobre o casamento e adopção por pessoas do mesmo sexo", que será debatido a 29 de Janeiro no Parlamento francês.

Centenas deles, com lenços tricolores, apelaram a "todos os funcionários públicos unirem-se aos franceses no dia 13 de Junho a Paris (data de uma outra manifestação organizada pelo movimento contra o casamento homossexual) para manifestarem-se pelo compromisso com o "casamento" entre um homem e uma mulher e lembrar que uma criança precisa de pai e mãe". 

Brigitte Kuster, da UMP (União Por um Movimento Popular, de direita) e responsável do 17º distrito de Paris, denunciou "o debate retraído" sobre o tema e pediu "a revogação do texto que se apresenta".
 
"Tocamos na fundação da sociedade, cujo acto fundador é o casamento. Que duas pessoas do mesmo sexo queiram unir-se, é normal, mas o casamento tem o propósito de criar uma família e vemos um problema nisso (no "casamento" homossexual) ", disse Brigitte Kuster.

O grupo "Autarcas para a Infância" reúne cerca de 17 mil autarcas e adjuntos de vários partidos.
O encontro de hoje aconteceu na véspera de uma "manifestação pela igualdade", que acontecerá na tarde de Domingo, em Paris, e que está a ser chamada de "Inter-LGTB".

Fonte





sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Meios de comunicação ao serviço dos activistas homossexuais

Sem surpresa alguma, os órgãos de comunicação apressam-se a dar um "empurrão" aos activistas homossexuais. O Público, o Diário de Notícias, o P3 e o Expresso são apenas alguns que reportam o caso da nega que os activistas homossexuais receberam à sua "publicidade".

Diga-se de passagem que fomentar um beijo público como forma de rejeitar as acusações de promiscuidade talvez não seja boa ideia.

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Este tipo de notícias demonstram de forma bem gráfica como os activistas homossexuais possuem ligações ao mais alto nível.

Não há qualquer tipo de padrão jornalístico que obrigue vários órgãos de informação a repetir este mantra como se o Metro de Lisboa tivesse impedido um membro dum grupo étnico o acesso às suas instalações.

A utilidade deste evento é puramente cultural e ideológica; os homossexuais são tão livres para seguir a sua sexualidade agora, como o eram antes do Metro recusar a "publicidade" da "Manhunt". (Só o nome "Manhunt" é repulsivo o suficiente)

Não é "homofobia" não querer exibir de modo gráfico a natureza dos "relacionamentos" homossexuais. As pessoas fazem o que elas bem entenderem com o seu próprio dinheiro. Se eles acham que exibir este tipo de imagens (cenas de intimidade homossexual) de alguma forma chocaria os seus clientes (a sua fonte de subsistência), então eles têm o direito de recusar este tipo de "publicidade".

Que eu saiba, ninguém é obrigado a publicitar "serviços" com os quais não está de acordo. Mas talvez os activistas homossexuais se guiem por um sistema legal distinto do sistema legal que vincula o resto da cidade de Lisboa.

A intolerância da gaystapo portuguesa

Um grupo de cidadãos deverá reunir-se hoje à tarde na estação de metro da Baixa-Chiado, Lisboa, para trocar beijos para "repudiar" o que consideram ser uma "discriminação" da transportadora para com uma rede social de encontros para homossexuais.

O responsável pela rede social ManHunt em Portugal, Iúri Vilar, disse à Agência Lusa que o Metro de Lisboa recusou uma campanha da empresa, justificando que "os temas de teor sexual não estão autorizados nas redes" de múpis (espaços publicitários).

A ManHunt apresentou um primeiro cartaz, que seria afixado em 15 'mupis' em seis estações de metro, nos quais eram visíveis dois homens em tronco nu e quase a beijar-se.

Acto "discriminatório e homofóbico"

Depois de este cartaz ter sido rejeitado, "sem justificação", apontou Iúri Vilar, foi apresentado um segundo, também não aceite, em que os dois modelos vestem polos e estão abraçados.

Para Iúri Vilar, este ato do Metro foi "discriminatório e homofóbico", uma vez que "existem múpis com campanhas ousadas e altamente carregadas de teor sexual", como as das marcas de roupa interior.

O representante da rede considerou que estas imagens mostram também "pessoas em trajes íntimos e com as partes sexuais bem definidas e explícitas, capazes de ser vistas a olho nu através da pouca roupa que é utilizada".

Beijos, abraços ou mãos dadas.

Perante esta situação, que tem sido abordada nas redes sociais, um grupo no Facebook está a convocar um 'flash mob' (mobilização espontânea) para que "todos os que são contra discriminações, independentemente da sua orientação sexual", se concentrem na estação da Baixa-Chiado, junto às bilheteiras, para se beijarem.

O 'Flash mob beijoqueira' quer "repudiar" aquilo que consideram ser uma "discriminação do Metro" em relação à orientação sexual da ManHunt.

A ideia é que as pessoas se beijem, abracem ou dêem as mãos entre as 19h00 e as 20h00 naquela estação ou mesmo em "qualquer linha ou paragem do metro".

Contactado pela Lusa, fonte oficial do Metro de Lisboa afirmou que a empresa "não autorizou a campanha no âmbito de uma orientação genérica vigente na empresa de não aceitar publicidade que não se coadune com a imagem de um serviço público, que se dirige a uma multiplicidade de clientes, com sensibilidades várias, sendo passível de ferir susceptibilidades, independentemente da orientação sexual do respectivo público-alvo".

A mesma fonte disse que "esta análise é feita em função da imagem e da mensagem, tendo sempre em conta o que se pretende publicitar e não a quem se dirige".

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Ficamos a saber, portanto, que não querer publicitar a homossexualidade é "homofobia".

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