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sábado, 8 de dezembro de 2012

David Cameron apoia a perversão da doutrina Cristã como forma de satisfazer Bruxelas e o minoritário lobby gay

As igrejas e organizações religiosas vão poder realizar "casamentos" entre pessoas do mesmo sexo de acordo com a legislação que o Governo britânico vai apresentar para a semana para legalizar os "casamentos" gay. Sim, porque como se sabe, esse sempre foi o sonho das igrejas e das organizações religiosas: organizar eventos que contradizem as suas doutrinas. elas agora vão poder fazer isso.

O primeiro-ministro, David Cameron, apoia esta proposta de legalização e de a "cerimónia" se estender ao religioso, o que o pode vai colocar em rota de colisão com os deputados mais tradicionalistas do seu Partido Conservador, bem como com a Igreja de Inglaterra e a hierarquia católica.

Sou um fervoroso apoiante do casamento [sic] e não quero que os homossexuais sejam excluídos dessa grande instituição”, disse Cameron, citado pelo jornal The Guardian. Curioso que Cameron diga isto quando se sabe que a grandeza do casamento prende-se com o facto do mesmo estar estabelecido (também mas não só) para a perpetuação da espécie, coisa que só a heterossexualidade pode fazer.

Mas deixem-me ser cem por cento claro, se houver uma igreja, sinagoga, ou mesquita, que não queira celebrar casamentos [sic] entre pessoas do mesmo sexo, não serão, de forma alguma, forçados a fazê-lo”.

Essa ressalva, sublinhou o primeiro-ministro “está absolutamente clara na legislação”. “E também quero deixar absolutamente claro que o voto da próxima semana é livre para os deputados, mas eu, pessoalmente, vou apoiar esta nova lei”, disse Cameron.


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Frase chave: "não quero que os homossexuais sejam excluídos dessa grande instituição". Isto significa que vamos passar do "vocês têm a liberdade para não "casar" os homossexuais" para "vocês não podem descriminar os homossexuais ao se recusarem a "casar" uma dupla deles nas vossas igrejas".

E assim avança a agenda gayzista, esmagando pelo caminho toda a oposição.



sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Político católico derrota pressões do lobby gay e vence eleição no Parlamento Europeu


Superando as fortes pressões do lobby gay e abortista contra sua eleição, o político católico maltês Tonio Biorg foi confirmado para a Comissão de Saúde e Consumo da União Europeia (UE).

O Parlamento da UE decidiu a vitória de Borg ontem, 21, por 386 votos a favor e 281 em contra e 28 abstenções.

Conforme assinala a plataforma espanhola pró-família HazteOir (HO), esta votação "vinha precedida de uma formidável polêmica internacional, provocada pela agressão de determinados lobbys radicais –financiados pela própria UE–".

Entre estes grupos estão a Federação Humanista Européia, a Associação Internacional de Lésbicas e Gays (ILGA) e a multinacional abortista Federação Internacional de Planejamento Familiar (IPPF), "que quiseram impor o veto ao político maltês exclusivamente por suas convicções morais e religiosas".

Com o caso do Borg, assinala HO, "o verdadeiro respeito a um dos valores indisputáveis da Europa –a liberdade de consciência– foi novamente posto à prova. E o resultado, defendido por milhares de cidadãos através do alerta da HO, não pôde ter sido mais satisfatório: venceu a liberdade. Venceram os cidadãos".

O alerta do grupo espanhol HazteOir pedindo a nomeação de Borg passou de 21 mil assinaturas no dia 20 de novembro a 37 526 (mais de 15 mil novas assinaturas) em menos de 24 horas.

Durante as últimas semanas Borg, ministro maltês de Assuntos Exteriores foi submetido ao escrutínio do Parlamento Europeu para comprovar sua idoneidade para o cargo.

Como parte do processo de escrutínio da Euro câmara, Borg respondeu por escrito a cinco perguntas dos deputados e respondeu às perguntas dos representantes de três comissões parlamentares da câmara em uma audiência de três horas de duração.

sábado, 27 de outubro de 2012

Os Sérvios e a parada da vergonha

Parada gay que estava agendada para o dia 6 de Outubro em Belgrado (Sérvia) foi cancelada depois de ultra-nacionalistas terem ameaçado a marcha, e após a condenação da Igreja Ortodoxa. Em palavras registas pela AFP, o Primeiro Ministro Ivica Dacic afirmou:

Tendo como base as estimativas e as recomendações de segurança, em prol da segurança dos cidadãos, o ministro do interior tomou a decisão de banir todos os ajuntamentos anunciados para o dia 6 de Outubro, incluindo a marcha de orgulho.

Dacic acrescentou ainda que "Isto não implica uma capitulação ou recuo", insistindo que a administração não está a dar relevância às palavras dos ultra-nacionalistas que ameaçaram atacar a parada.
No entanto, estima-se que, no presente momento, a ordem pública poderia ser seriamente colocada em risco, o que poderia colocar em perigo os interesses dos cidadãos e do estado.

Poucas horas antes do anuncio oficial, o Patriarca da Igreja Ortodoxa Irinej havia já apelado a Dacic que banisse a marcha, não por motivos de segurança, mas sim por ele qualificar a parada gay de "a parada da vergonha" - a Igreja Ortodoxa qualifica o homossexualismo de pecado, e já falou previamente contra eventos locais pró-homossexualismo.

Esta é a segunda parada gay seguida que é banida na Sérvia, depois de protestos violentos terem ameaçado o evento do ano passado. Por toda a internet  circularam mensagens ameaçadoras e avisos intimidatórios foram pintados com spray por toda a cidade. A primeira e única parada gay na Sérvia realizou-se em 2010, e resultou em confrontos que causaram cerca de 150 feridos.

Não só o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo é ilegal na Sérvia, como não existe qualquer tipo de providência legal que reconheça as uniões homossexualistas. Para além disso, com frequência os conservadores atacam as tentativas que visam levar a cabo eventos com temática homossexualista.

A AFP notou que a escolha de Dacic - de banir a parada gay - pode não ser bem recebida pelos outros representantes Europeus, especialmente depois da Ministra Sueca dos Assuntos Europeus - Birgitta Ohlsson - ter sido colocada como uma das oradoras principais do evento, afirmando que seria um "gesto de solidariedade". A Sérvia só se candidatou à União Europeia em Fevereiro último.

Os organizadores do evento criticaram o governo, afirmando que a decisão de banir o evento foi um gesto que o colocou ao lado dos ultra-conservadores. Goran Mileti, um dos organizadores, afirmou
Se o estado capitulou este ano, isto é uma coligação aberta com os hooligans, considerando que os representantes do braço executivo do governo adoptaram por completo os argumentos das organizações extremistas, e até as suas exigências.

Fonte: Christian Post

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Como é normal no "Christian" Post, a maneira como eles colocam a questão parece sugerir que ser contra o homossexualismo é algo que a Igreja Ortodoxa inventou, e não algo que é ensinado pela Bíblia. Mas isso já é normal nestas organizações "Cristãs".

Paralelamente a isto, o "Christian" Post, ao contrário de outras organizações genuinamente Cristãs, continua a usar o termo "casamento" sem aspas quando se refere ao "casamento" entre pessoas do mesmo sexo (que não é casamento nenhum mas uma paródia do mesmo).

Em relação ao evento em si, ou à proibição do mesmo, não parece que haja muito a dizer: uma minoria de sérvios queria levar a cabo eventos de temática homossexual que são ofensivos para a esmagadora maioria dos habitantes de Belgrado. O Estado, como servo da população, seguiu os desejos da maioria.


segunda-feira, 26 de março de 2012

Inglaterra: O verdadeiro motivo por trás do "casamento" homossexual

Sendo já o alvo de várias críticas internas por ter cedido às pressões da anti-democrática União Europeia, o Primeiro Ministro (PM) inglês David Cameron surpreendeu tudo e todos quando subitamente deu início a movimentações que visam legalizar o "casamento" homossexual, num gesto que visa antecipar uma decisão legal da Comissão Europeia que pode declarar a actual definição de casamento existente no país como "discriminatória".

Nigel Farage, líder do popular partido inglês UKIP não só é desta opinião como acrescenta:

Nos 12 anos que tenho sido um MEP, recebi uma quantidade enorme de mensagens provenientes dos constituintes - pedindo-me que desse apoio a uma coisa ou que me opusesse a outra causa. Nunca durante este tempo todo alguém me pediu que me opusesse ou desse apoio ao "casamento" homossexual.
Farage descreveu um encontro não esperado em Bruxelas que contou com a presença do activista homossexual Peter Tatchell, cujo caso contra a definição legal britânica de casamento está em vias de ser analisada pelo Tribunal Europeu dos Direitos Humanos (TEDH).

Farage diz:

Mas é claro! Fui tão estúpido. Porque é que não pensei nisso antes? Tinha que existir um ponto de vista europeu por trás disto.
Os conselheiros legais do partido de Farage, UKIP, afirmam que o caso trazido por Tatchell ao TEDH quase de certeza que será vitorioso, o que colocaria Cameron na posição de ter que se submeter à mais uma decisão dum tribunal estrangeiro, sobejamente odiado pela população britânica.

Isto revelaria Cameron como fraco e ineficiente.

O comboio Tatchell foi visto a aproximar-se e como tal, Cameron está a fazer os possíveis para se afastar do seu caminho.

O facto de Cameron subitamente ter dado início a esta causa, que nem estava nos horizontes, sugere que o caso [de Tatchell] dirige-se a uma audição eminente e os seus conselhos jurídicos são os mesmos que os meus.

Cameron foi já alvo de fortes críticas devido à sua decisão de ignorar uma promessa eleitoral tendo em vista um referendo a papel da Grã-Bretanha na União Europeia.

A relação entre a Grã-Bretanha e a União Europeia estão já a ser alvo de escrutínio crescente, numa altura em que 80% das leis que são aprovadas em Westminster são cópias de directrizes da União Europeia.

A última coisa que Cameron precisa agora é ter os tribunais Europeus declararem a nossa lei discriminatória e exigir que ele a altere.
O esforço de Cameron em torno do "casamento" homossexual é oposto por virtualmente todas as forças religiosas do país, e 70% da opinião pública.

Fonte

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Portanto, o avanço do "casamento" homossexual na Inglaterra é só uma forma de David Cameron não ser mais uma vez humilhado pela União Europeia quando estes exigirem que ele altere a vigente definição de casamento de modo a que o homossexualismo seja artificialmente elevado para a posição única da sexualidade normal.

Impressionante como bastou um activista homossexual (Peter Tatchell) para que o PM britânico desse início a um processo que visa destruir uma instituição como forma de satisfazer o lobby homossexual e os desejos imperialistas da União Europeia.

O facto de 70% da população se opor a alteração da definição de casamento é irrelevante. O que interessa é o que a elite quer.

Como é normal em virtualmente todos os movimentos esquerdistas, o gayzismo é um movimento duma elite, e não algo que parte do grupo que essa elite diz representar. Os próprios homossexuais não parecem muito interessados no "casamento" homossexual. Veja-se este e este texto.

A celebridade homossexual Christopher Biggins afirma que está feliz com a união civil mas não quer redefinir o casamento uma vez que "nós não podemos ver-mo-nos livre de tudo".

Falando no programa diurno da ITV "Loose Women", ele disse: "Sou muito contra o casamento [homossexual] porque penso que isso é para os heterossexuais."

Biggins, que tomou parte numa união civil no ano de 2006, disse ainda:

Não podemos remover tudo; temos que nos agarrar a alguma coisa.
As suas palavras ecoam comentários seus feitos em 2005, quando as uniões civis forma introduzidas. Na altura ele disse:
Na minha opinião, o casamento deve sempre estar reservado para a união entre um homem e uma mulher primariamente com o propósito de gerar uma família.

Dar mais um passo e elevar as uniões civis para o estatuto de casamento seria gozar com a instituição [do casamento] que, apesar das suas falhas, há muitos séculos que tem sido positiva para a sociedade.

Mas como já foi dito em cima, a opinião da população não é relevante para o lobby gay.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Ditadura europeia: “Não queremos populações que iniciem oposição ao ‘casamento’ homossexual”



A notícia é antiga, mas o assunto é relevante. Segundo informa o blog Talpa Bruxelliensis (8/9/2010), duas intervenções de Viviane Reding (foto acima), vice-presidente da Comissão Europeia e Comissária para Justiça, Direitos Fundamentais e Cidadania, no plenário do Parlamento Europeu, representam uma séria ameaça para as famílias europeias e a instituição do matrimonio tradicional.

Viviane Reding defendeu, naquela sessão consagrada ao debate sobre o "casamento" homossexual e a sua respectiva legislação diversificada nos países membros da União Europeia, que "se você vive em uma parceria ou 'casamento' homossexual legalmente reconhecida em um país A, você tem o direito - e que é um direito fundamental, diz ela - de aproveitar esta situação e a de seu parceiro no país B... Se não, isso é uma violação das leis da União Europeia".

Sobre o "casamento" homossexual, Reding ressaltou que “a maneira de olhar o tema não é o mesmo em toda a Europa" e que "para alguns Estados-Membros esta é uma questão política e social muito delicada".

Por isso Reding sugere um avanço "com cautela". "Nós temos, continua ela, que fazer, passo a passo, com que os Estados-Membros resistentes aceitem as regras gerais, porque o que não queremos é ter populações que iniciem oposições ao ‘casamento’ entre homossexuais e ao reconhecimento dos seus direitos".

"Então temos que avançar passo a passo" e "levar os Estados-Membros a aceitar as regras," insistiu Viviane Reding, destacando que isso vai acontecer "agora e não em cinco ou dez anos". Mas a comissária reconhece que uma lei aceita pelos políticos necessariamente não significa uma aceitação da opinião pública de seus países e diz que não sabe se haverá uma "mudança de mentalidade nos diferentes Estados-Membros".

Viviane Reding lança ainda uma ameaça. Se não houver entendimento legislativo entre os países para favorecer o “casamento” homossexual, então, “medidas mais duras devem ser aplicadas".

A ditadura do vício é aonde se chega quando os povos, como a Europa, recusam suas raízes cristãs e o governo da virtude, fruto do sangue redentor de Cristo. Agradecemos ao blog Talpa Bruxelliensis (toupeira de Bruxelas) que andando pelo subterrâneo da capital da União Europeia nos trouxe à luz do dia mais uma iniciativa anti-cristã.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Parlamento da UE nega que homossexualidade seja doença

O Parlamento europeu aprovou nesta Quarta-Feira uma resolução que defende o respeito dos direitos dos gays, lésbicas, bissexuais e transgénero e argumentou que a Organização Mundial da Saúde (OMS) deveria deixar de considerar a homossexualidade como uma doença mental.

"O Parlamento pede para que a OMS tire os transtornos de identidade sexual da sua lista de transtornos mentais e de comportamento", afirmou o texto, aprovado com ampla maioria.

Os eurodeputados condenaram o fato de a homossexualidade, bissexualidade e transsexualidade sejam consideradas como doenças mentais que necessitam tratamento psiquiátrico em alguns países, inclusive membros da UE.

A resolução também indica que países da União Europeia devem oferecer asilo aos cidadãos de outros países que são vítimas de perseguições por causa da sua orientação sexual.

-Fonte-


Sem sombra de dúvida que a homossexualidade é um desvio da normalidade sexual. Agora, de que ordem é esse desvio, isso é mais complexo.

Do ponto de vista da preservação da espécie, a homossexualidade não é um comportamento que uma sociedade normal deve promover uma vez que quanto maior for a propagação da homossexualidade, menos pessoas há dispostas a gerar nova vida através do normal acto sexual.

Para além disso, seria importante saber que novas evidências é que o Parlamento da UE descobriu que lhe conferem o direito de exigir que outros países deixem de prestar ajuda psicológica a quem voluntariamente a buscar. Este parece ser mais uma jogada política tendo em vista a satisfação dos propósitos da gaystapo.

Por fim, o que são os "direitos dos gays, lésbicas, bissexuais e transgénero" ?

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

União Europeia desencadeia revolta ao financiar grupos homossexuais na República dos Camarões

Esta notícia revela bem como o lobby homossexualista não tem o mínimo respeito pela lei internacional. Se fosse uma organização cristã a fazer enviar informação médica contra a homossexualidade, o lobby homossexual chama a isso de "discurso ódio", mas interferir com as leis locais como forma de avançar com a sodomia pelos vistos já é perfeitamente aceitável.

CAMARÕES, 21 de janeiro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Autoridades governamentais e organizações civis na nação africana de Camarões estão denunciando uma decisão tomada pela União Europeia de enviar mais de 300.000 euros para três organizações locais que trabalham contra as leis anti-sodomia da nação.
A sodomia homossexual é ilegal em Camarões e acarreta uma sentença máxima de cinco anos de prisão.
Em 13 de janeiro, o ministro das Relações Exteriores de Camarões, Henri Eyebe Ayissi, se encontrou com o representante da União Europeia, Raoul Mateus Paula, para expressar a “desaprovação do governo [a esse] financiamento”.
“O povo de Camarões não está pronto nem disposto a ir na direção da evolução dessas práticas em seu território”, Ayissi disse no jornal Cameroon Tribune.
Muitas organizações estudantis e juvenis estão também protestando contra a decisão, chamando-a de um ataque contra a soberania da nação. Elas estão exigindo que o dinheiro seja impedido de chegar aos grupos que estão promovendo a prática insalubre da sodomia e estão pedindo para que a população proteste contra a União Europeia.
“As autoridades de Camarões deveriam interceptar esses subsídios ilegais que aliás constituem uma grave intromissão na soberania de Camarões”, escreveu Sismondi Barlev Bidjocka, porta-voz da organização “Jovens de Camarões”. “Convoco a Assembleia dos Jovens de Camarões a liderar uma campanha no começo do ano escolar em favor da conscientização contra a gangrena da homossexualidade nas escolas secundárias”, acrescentou ele.
Em anos recentes, Camarões também vem sendo atacado pelo Comitê de Direitos Humanos da ONU, o qual está pressionando a nação a legalizar a sodomia, embora os acordos de direitos humanos não reconheçam a prática como um “direito”.
A nação está também sob pressão de autoridades da ONU para descriminalizar o aborto. Quando foi repreendido por um comitê da ONU em 2009 pelas leis do país que proíbem o assassinato de bebês em gestação, o governo de Camarões revidou imediatamente com uma resposta denunciando a tendência de elevar o aborto, que Camarões chamou de “assassinato”, “ao nível de um direito e dignidade”.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

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