sábado, 8 de dezembro de 2012
David Cameron apoia a perversão da doutrina Cristã como forma de satisfazer Bruxelas e o minoritário lobby gay
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Político católico derrota pressões do lobby gay e vence eleição no Parlamento Europeu
sábado, 27 de outubro de 2012
Os Sérvios e a parada da vergonha
Dacic acrescentou ainda que "Isto não implica uma capitulação ou recuo", insistindo que a administração não está a dar relevância às palavras dos ultra-nacionalistas que ameaçaram atacar a parada.
Poucas horas antes do anuncio oficial, o Patriarca da Igreja Ortodoxa Irinej havia já apelado a Dacic que banisse a marcha, não por motivos de segurança, mas sim por ele qualificar a parada gay de "a parada da vergonha" - a Igreja Ortodoxa qualifica o homossexualismo de pecado, e já falou previamente contra eventos locais pró-homossexualismo.
Esta é a segunda parada gay seguida que é banida na Sérvia, depois de protestos violentos terem ameaçado o evento do ano passado. Por toda a internet circularam mensagens ameaçadoras e avisos intimidatórios foram pintados com spray por toda a cidade. A primeira e única parada gay na Sérvia realizou-se em 2010, e resultou em confrontos que causaram cerca de 150 feridos.
Não só o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo é ilegal na Sérvia, como não existe qualquer tipo de providência legal que reconheça as uniões homossexualistas. Para além disso, com frequência os conservadores atacam as tentativas que visam levar a cabo eventos com temática homossexualista.
A AFP notou que a escolha de Dacic - de banir a parada gay - pode não ser bem recebida pelos outros representantes Europeus, especialmente depois da Ministra Sueca dos Assuntos Europeus - Birgitta Ohlsson - ter sido colocada como uma das oradoras principais do evento, afirmando que seria um "gesto de solidariedade". A Sérvia só se candidatou à União Europeia em Fevereiro último.
Os organizadores do evento criticaram o governo, afirmando que a decisão de banir o evento foi um gesto que o colocou ao lado dos ultra-conservadores. Goran Mileti, um dos organizadores, afirmou
Fonte: Christian Post
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Como é normal no "Christian" Post, a maneira como eles colocam a questão parece sugerir que ser contra o homossexualismo é algo que a Igreja Ortodoxa inventou, e não algo que é ensinado pela Bíblia. Mas isso já é normal nestas organizações "Cristãs".
Paralelamente a isto, o "Christian" Post, ao contrário de outras organizações genuinamente Cristãs, continua a usar o termo "casamento" sem aspas quando se refere ao "casamento" entre pessoas do mesmo sexo (que não é casamento nenhum mas uma paródia do mesmo).
segunda-feira, 26 de março de 2012
Inglaterra: O verdadeiro motivo por trás do "casamento" homossexual
Sendo já o alvo de várias críticas internas por ter cedido às pressões da anti-democrática União Europeia, o Primeiro Ministro (PM) inglês David Cameron surpreendeu tudo e todos quando subitamente deu início a movimentações que visam legalizar o "casamento" homossexual, num gesto que visa antecipar uma decisão legal da Comissão Europeia que pode declarar a actual definição de casamento existente no país como "discriminatória".Nigel Farage, líder do popular partido inglês UKIP não só é desta opinião como acrescenta:
Nos 12 anos que tenho sido um MEP, recebi uma quantidade enorme de mensagens provenientes dos constituintes - pedindo-me que desse apoio a uma coisa ou que me opusesse a outra causa. Nunca durante este tempo todo alguém me pediu que me opusesse ou desse apoio ao "casamento" homossexual.Farage descreveu um encontro não esperado em Bruxelas que contou com a presença do activista homossexual Peter Tatchell, cujo caso contra a definição legal britânica de casamento está em vias de ser analisada pelo Tribunal Europeu dos Direitos Humanos (TEDH).
Farage diz:
Mas é claro! Fui tão estúpido. Porque é que não pensei nisso antes? Tinha que existir um ponto de vista europeu por trás disto.Os conselheiros legais do partido de Farage, UKIP, afirmam que o caso trazido por Tatchell ao TEDH quase de certeza que será vitorioso, o que colocaria Cameron na posição de ter que se submeter à mais uma decisão dum tribunal estrangeiro, sobejamente odiado pela população britânica.
Isto revelaria Cameron como fraco e ineficiente.
O comboio Tatchell foi visto a aproximar-se e como tal, Cameron está a fazer os possíveis para se afastar do seu caminho.Cameron foi já alvo de fortes críticas devido à sua decisão de ignorar uma promessa eleitoral tendo em vista um referendo a papel da Grã-Bretanha na União Europeia.O facto de Cameron subitamente ter dado início a esta causa, que nem estava nos horizontes, sugere que o caso [de Tatchell] dirige-se a uma audição eminente e os seus conselhos jurídicos são os mesmos que os meus.
A relação entre a Grã-Bretanha e a União Europeia estão já a ser alvo de escrutínio crescente, numa altura em que 80% das leis que são aprovadas em Westminster são cópias de directrizes da União Europeia.
A última coisa que Cameron precisa agora é ter os tribunais Europeus declararem a nossa lei discriminatória e exigir que ele a altere.O esforço de Cameron em torno do "casamento" homossexual é oposto por virtualmente todas as forças religiosas do país, e 70% da opinião pública.
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Portanto, o avanço do "casamento" homossexual na Inglaterra é só uma forma de David Cameron não ser mais uma vez humilhado pela União Europeia quando estes exigirem que ele altere a vigente definição de casamento de modo a que o homossexualismo seja artificialmente elevado para a posição única da sexualidade normal.
Impressionante como bastou um activista homossexual (Peter Tatchell) para que o PM britânico desse início a um processo que visa destruir uma instituição como forma de satisfazer o lobby homossexual e os desejos imperialistas da União Europeia.
O facto de 70% da população se opor a alteração da definição de casamento é irrelevante. O que interessa é o que a elite quer.
Como é normal em virtualmente todos os movimentos esquerdistas, o gayzismo é um movimento duma elite, e não algo que parte do grupo que essa elite diz representar. Os próprios homossexuais não parecem muito interessados no "casamento" homossexual. Veja-se este e este texto.
Falando no programa diurno da ITV "Loose Women", ele disse: "Sou muito contra o casamento [homossexual] porque penso que isso é para os heterossexuais."
Biggins, que tomou parte numa união civil no ano de 2006, disse ainda:
Não podemos remover tudo; temos que nos agarrar a alguma coisa.As suas palavras ecoam comentários seus feitos em 2005, quando as uniões civis forma introduzidas. Na altura ele disse:
Na minha opinião, o casamento deve sempre estar reservado para a união entre um homem e uma mulher primariamente com o propósito de gerar uma família.Mas como já foi dito em cima, a opinião da população não é relevante para o lobby gay.Dar mais um passo e elevar as uniões civis para o estatuto de casamento seria gozar com a instituição [do casamento] que, apesar das suas falhas, há muitos séculos que tem sido positiva para a sociedade.
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Ditadura europeia: “Não queremos populações que iniciem oposição ao ‘casamento’ homossexual”

A notícia é antiga, mas o assunto é relevante. Segundo informa o blog Talpa Bruxelliensis (8/9/2010), duas intervenções de Viviane Reding (foto acima), vice-presidente da Comissão Europeia e Comissária para Justiça, Direitos Fundamentais e Cidadania, no plenário do Parlamento Europeu, representam uma séria ameaça para as famílias europeias e a instituição do matrimonio tradicional.
Viviane Reding defendeu, naquela sessão consagrada ao debate sobre o "casamento" homossexual e a sua respectiva legislação diversificada nos países membros da União Europeia, que "se você vive em uma parceria ou 'casamento' homossexual legalmente reconhecida em um país A, você tem o direito - e que é um direito fundamental, diz ela - de aproveitar esta situação e a de seu parceiro no país B... Se não, isso é uma violação das leis da União Europeia".
Sobre o "casamento" homossexual, Reding ressaltou que “a maneira de olhar o tema não é o mesmo em toda a Europa" e que "para alguns Estados-Membros esta é uma questão política e social muito delicada".
Por isso Reding sugere um avanço "com cautela". "Nós temos, continua ela, que fazer, passo a passo, com que os Estados-Membros resistentes aceitem as regras gerais, porque o que não queremos é ter populações que iniciem oposições ao ‘casamento’ entre homossexuais e ao reconhecimento dos seus direitos".
"Então temos que avançar passo a passo" e "levar os Estados-Membros a aceitar as regras," insistiu Viviane Reding, destacando que isso vai acontecer "agora e não em cinco ou dez anos". Mas a comissária reconhece que uma lei aceita pelos políticos necessariamente não significa uma aceitação da opinião pública de seus países e diz que não sabe se haverá uma "mudança de mentalidade nos diferentes Estados-Membros".
Viviane Reding lança ainda uma ameaça. Se não houver entendimento legislativo entre os países para favorecer o “casamento” homossexual, então, “medidas mais duras devem ser aplicadas".
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Parlamento da UE nega que homossexualidade seja doença
O Parlamento europeu aprovou nesta Quarta-Feira uma resolução que defende o respeito dos direitos dos gays, lésbicas, bissexuais e transgénero e argumentou que a Organização Mundial da Saúde (OMS) deveria deixar de considerar a homossexualidade como uma doença mental.
"O Parlamento pede para que a OMS tire os transtornos de identidade sexual da sua lista de transtornos mentais e de comportamento", afirmou o texto, aprovado com ampla maioria.
Os eurodeputados condenaram o fato de a homossexualidade, bissexualidade e transsexualidade sejam consideradas como doenças mentais que necessitam tratamento psiquiátrico em alguns países, inclusive membros da UE.
A resolução também indica que países da União Europeia devem oferecer asilo aos cidadãos de outros países que são vítimas de perseguições por causa da sua orientação sexual.
-Fonte-
Do ponto de vista da preservação da espécie, a homossexualidade não é um comportamento que uma sociedade normal deve promover uma vez que quanto maior for a propagação da homossexualidade, menos pessoas há dispostas a gerar nova vida através do normal acto sexual.
Para além disso, seria importante saber que novas evidências é que o Parlamento da UE descobriu que lhe conferem o direito de exigir que outros países deixem de prestar ajuda psicológica a quem voluntariamente a buscar. Este parece ser mais uma jogada política tendo em vista a satisfação dos propósitos da gaystapo.
Por fim, o que são os "direitos dos gays, lésbicas, bissexuais e transgénero" ?
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
União Europeia desencadeia revolta ao financiar grupos homossexuais na República dos Camarões
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