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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Bloco de Esquerda lança petição contra referendo no Parlamento Europeu

A petição promovida pelas bloquistas Marisa Matias e Alda Sousa apela ainda ao Presidente da República Portuguesa, Cavaco Silva, e às "instituições responsáveis" para que "não cedam perante a agenda conservadora".

"Em democracia não se sujeita a plebiscito o exercício de direitos humanos. Em democracia não se deve referendar os direitos das minorias, porque estas não se podem confundir com a vontade das maiorias", pode ler-se na petição promovida pelas bloquistas Marisa Matias e Alda Sousa.

A missiva refere que "em fevereiro do ano passado, o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos apontou Portugal como um dos países que viola a Convenção Europeia dos Direitos Humanos, ao não permitir que ambos os membros de um casal do mesmo sexo possam adotar, em conjunto, um criança".

"Consideramos que a coadopção de crianças não é uma matéria referendável porque é um direito fundamental e acima de tudo deve estar o direito das crianças aos melhores pais adoptivos ou coadoptivos", advogam os peticionários.

O BE refere que a petição, cujos dez primeiros subscritores são eurodeputados de todas as famílias políticas do Parlamento Europeu, é aberta a todos os eurodeputados e deputados nacionais de toda a União Europeia.

Na terça-feira, o Presidente da República enviou para o Tribunal Constitucional (TC) a proposta de referendo sobre a coadoção e adoção de crianças por casais do mesmo sexo, aprovada a 17 de Janeiro apenas com os votos do PSD.

Os juízes do ´Palácio Ratton' têm 25 dias para se pronunciar sobre a constitucionalidade da proposta. Contando a partir de quarta-feira, o prazo terminará a 22 de Fevereiro. Contudo, visto ser um sábado, o prazo poderá estender-se até segunda-feira, dia 24 de Fevereiro.

Se o TC declarar a proposta conforme à Lei Fundamental, Cavaco Silva decide sobre a convocação do referendo no prazo de 20 dias após a publicação da decisão do Palácio Ratton.

A resolução da Assembleia da República propõe que os eleitores sejam chamados a pronunciar-se sobre duas questões, uma relativa à coadopção e outra à adoção por casais homossexuais.

Fonte

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Aqueles que temem a vontade do povo certamente que têm algo a esconder.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

O "fait divers" da esquerda

"Só existe uma forma de família e essa é constituída por um homem e uma mulher, os quais, são o único garante da continuidade de um povo através dos seus filhos. Como tal, não existe família tradicional, porque assim subentender-se-ia que existem outras formas de família, o não é certo.
Segundo ponto, sim, existe um superior interesse da criança, a qual, por motivos vários, poderá ver esses mesmos interesses lesados.

Dizer não à co-adopção não é irresponsabilidade alguma, dizer não à co-adopção é uma atitude que revela, isso sim, uma responsabilidade maior para com as crianças, já que tem em conta precisamente a estabilidade emocional da criança e o seu crescimento num ambiente são.

Sejamos claros, esta ideia da co-adopção tem subjacente obedecer à vontade de uma estrita minoria, os homossexuais. Estes, como não reconhecem que são pessoas padecentes de uma deficiência psicossomática, a qual os impossibilita entre si de procriarem NATURALMENTE, porque a NATUREZA lhes é contrária, procuram subterfúgios que visem alcançar os seus caprichos.

Ora bem, em forma de exemplo, o que a co-adopção permitirá é que o fulano A, divorciado da senhora B, pais da criança X, possa, no momento da sua união de facto, ou casamento, com o indivíduo Y, este último passe a ser igualmente o pai da criança X. Equação simples.

Levanta-se a questão; acaso a criança X não tem já a sua mãe e pai? Para que precisa de um outro pai ou outra mãe? Porque ficam os papéis dos avós, padrinhos e tios excluídos de toda esta equação? E a criança X, quererá ela ter um pai para além do seu pai biológico? Ou outra mãe que não a sua progenitora?

Relativamente à questão das crianças ficarem ao encargo de instituições sociais e orfanatos é um sofismo que só tem adesão entre os ignaros, pois revela ser falaciosa e facilmente desmontável.

A co-adopção é mais um "fait divers" do lóbi homossexual magistralmente controlado pela esquerda, desde há muito apostado na destruição do agregado familiar. Basta ler Engels ou Marcuse para saber disso, porque pensar que isto é uma marcha evolutiva só revela candura de espírito, tão bem aproveitada pelos inimigos da civilização, vulgo esquerdistas." 


- J.M.

Fonte: http://ow.ly/sQQEh

domingo, 15 de dezembro de 2013

Referendo Croata demonstra mais uma vez que gayzismo é crença minoritária junto da população


No Domingo, dois terços daqueles que votaram deram o seu apoio à iniciativa que visa alterar a constituição do país de modo a definir o casamento como união entre um homem e uma mulher. Mais de 700,000 assinaram a petição apoiada pela Igreja Católica pedindo um referendo sobre o assunto.

O Cardeal Jozip Bozanic afirmou que "o casamento é a única união que permite a procriação".

Foi perguntado às pessoas que votassem em torno da questão: "Concorda que o casamento é o matrimónio entre um homem e uma mulher?"

Porta-voz do governo confirmou que a constituição será agora alterada visto que, tal como está, ela não define o que é o casamento, embora os grupos defensores dos direitos humanos aleguem que irão apelar a decisão, afirmando que ela encontra-se em oposição aos direitos humanos básicos do país. 

A petição foi colocada em público depois de se saber que uma proposta de lei governamental iria permitir às duplas homoeróticas registarem-se como "parceiros de vida", e preocupações foram levantadas de que o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo viria a seguir. [ed: E viria, porque é sempre assim que a agenda funciona.]

O número de assinaturas atingiu um número tal que o governo teve que considerar o assunto. Dois terços do parlamento votou em favor de que se faça um referendo. 

Zeljka Markic, a líder do grupo que deu início à petição, disse ao média que as pessoas têm o direito de dizer o que pensa do que é o casamento. Ela disse ainda:
Queríamo-nos certificar de que, se assim os cidadãos decidissem, ao apresentarmos o casamento como a união entre um homem e uma mulher iríamos impedir qualquer governo de alterar a substância do casamento sem consultar os cidadãos da Croácia.
O Primeiro-Ministro e o Presidente da Croácia ficaram desapontados com os resultados do referendo.

Fonte: http://shar.es/DDMKR.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

A "homofobia" dos Croatas

Uma iniciativa católica reuniu na Croácia mais de 700 mil assinaturas para convocar um referendo para definir o casamento na constituição como uma “união de homens e mulheres”

A campanha “Em nome da família” pergunta no referendo: “Você é a favor que se inscreva que o casamento é uma comunhão entre homem e mulher na Constituição da Croácia?”

“Queremos que os cidadãos croatas tenham o direito de dizer ... se eles acreditam que a definição do casamento como uma união de uma mulher e um homem deve ser parte da constituição”, disse Zeljka Markic, uma das responsáveis desta iniciativa.

A acção vem à medida que o governo social-democrata prepara uma lei que deve regular os direitos dos familiares das minorias sexuais [sic]. Tal lei abre caminho para legalizar uniões de pessoas do mesmo sexo.

Zeljka afirma que espera que seu governo “respeite a Constituição, as leis e a vontade dos cidadãos”. 

Segundo ela, definir o casamento como união entre um homem e uma mulher, “não discrimina ninguém, ao mesmo tempo que se garantem os direitos humanos tanto aos homossexuais quanto aos heterossexuais”.

Grupos que apoiam a iniciativa acreditam que as crianças que crescem em famílias de pais homossexuais têm elevado risco de suicídio. Eles defendem também que não é bom que elas aprendam na escola que a homossexualidade é errada.

Em 15 dias, a campanha reuniu as assinaturas de 20% do censo eleitoral do país que possui 4,2 milhões de pessoas.

Diversas paróquias da Igreja Católica participaram activamente para a campanha, sugerindo que os fieis assinassem o pedido do referendo, em seu site. As paróquias apontam para “graves consequências” do casamento gay na Espanha e em outros países.

Opositores da campanha afirmam que os direitos dos grupos minoritários não podem ser decididos via referendo.  As assinaturas passaram pelo Parlamento, que vai verificar autenticidade e decidir sobre a convocação do referendo.





......

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

O ridículo da geração


Nos múltiplos referendos anexos às últimas eleições americanas, três estados votaram a favor do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Na França, a medida foi aprovada há pouco e Nova Zelândia, Inglaterra e Escócia preparam-se para a adoptar. Existe claramente uma onda triunfal, sobretudo entre países ricos, que parece inverter o panorama neste tema. Assim esta geração muda a milenar definição de matrimónio. O mais espantoso nisto é ninguém parecer dar-se conta do ridículo da situação.

Primeiro, esta suposta grande conquista dos direitos humanos não envolve nada de realmente importante. Não estão em causa pessoas mortas, feridas, presas ou sequer incomodadas na sua vida pessoal. É literalmente uma questão de secretaria. Quando a nossa geração pretende emular as lutas dos tempos heróicos contra escravatura, pena de morte ou pelos direitos dos trabalhadores e minorias, o melhor que consegue é isto. A seguir deve ir tratar de maçanetas para canhotos ou semáforos para daltónicos. Não é por falta de assuntos graves, pois, entre muitas outras injustiças clamorosas que passam impunes, temos milhões de embriões chacinados pelo aborto todos os anos. Mas esta geração toma isso como conquista democrática.

O segundo aspecto é que o tema escolhido cai logo na área em que as nossas instituições têm feito ultimamente os maiores disparates. Durante milénios, o Estado não casava ninguém, deixando isso ao costume social ou às entidades religiosas. Em Portugal, o casamento civil só surgiu em 1832, obrigatório a partir de 1911. Na Inglaterra foi apenas em 1837, na Alemanha em 1875; até a França, a mais antiga, teve-o unicamente em 1792. A situação anterior é razoável por ser sumamente aberrante o rei pretender regulamentar o amor. Só um tempo como o nosso, com uma doentia ânsia legislativa, aspira a tal coisa.

O pior é que nestas poucas décadas o Estado conseguiu fazer uma salganhada de uma responsabilidade tão importante. Neste momento, em Portugal, custa mais despedir a criada do que o marido, pois o contrato de casamento é mais frágil do que o de trabalho ou sociedade. Como além disso a lei fez questão de estender aos solteiros os direitos dos casados, através da promoção das uniões de facto, a instituição do casamento civil é hoje quase inepta. Afinal os antigos tinham razão. De fora até pode parecer que o Estado ocupou-se da instituição apenas para a abandalhar.

Não admira que as pessoas ultimamente se tenham deixado disso. Os valores de 2010, último ano disponível, são de 3.8 casamentos por mil habitantes, descendo de mais de sete em 1992 e quase dez em 1973. Parece que hoje em dia os homossexuais são os únicos que querem casar-se. Aliás nem esses, pois, após séculos de repressão, o surto inicial de casamentos civis entre pessoas do mesmo sexo gerado pela Lei 9/2010 de 31 de Maio foi de... 266 em 2010. Uma marcante conquista da civilização, como se vê!

O pior é que este campo, onde tantos activistas se esforçam generosamente por conseguir avanços, é precisamente aquele em que se situam as grandes calamidades desta geração. Só que não é desse lado, mas precisamente do oposto. Os dramas da solidão, traição, traumas infantis, promiscuidade são consequência directa da mesma ideologia antifamília que triunfa nestes supostos avanços. A taxa de divórcio já é 2.6 por mil habitantes. Ou seja, por cada 19 uniões novas desfazem-se 13. A nossa taxa de fertilidade, 1.3 filhos por mulher, das mais baixas do mundo, está ao nível de catástrofe demográfica. Os problemas psicológicos, educacionais, culturais, sociais, económicos e financeiros que isto cria seriam inimagináveis se não os observássemos quotidianamente. É um processo de demolição da sociedade e civilização portuguesa e ocidental sem precedentes.

Será difícil as gerações futuras entenderam como foi possível ignorar problemas tão vastos, graves e influentes, indo perder tempo com questões laterais e menores. Mas seremos pouco castigados, pois a devastação desta geração tornará as seguintes pequenas, esparsas e traumatizadas.


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