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domingo, 15 de dezembro de 2013

Referendo Croata demonstra mais uma vez que gayzismo é crença minoritária junto da população


No Domingo, dois terços daqueles que votaram deram o seu apoio à iniciativa que visa alterar a constituição do país de modo a definir o casamento como união entre um homem e uma mulher. Mais de 700,000 assinaram a petição apoiada pela Igreja Católica pedindo um referendo sobre o assunto.

O Cardeal Jozip Bozanic afirmou que "o casamento é a única união que permite a procriação".

Foi perguntado às pessoas que votassem em torno da questão: "Concorda que o casamento é o matrimónio entre um homem e uma mulher?"

Porta-voz do governo confirmou que a constituição será agora alterada visto que, tal como está, ela não define o que é o casamento, embora os grupos defensores dos direitos humanos aleguem que irão apelar a decisão, afirmando que ela encontra-se em oposição aos direitos humanos básicos do país. 

A petição foi colocada em público depois de se saber que uma proposta de lei governamental iria permitir às duplas homoeróticas registarem-se como "parceiros de vida", e preocupações foram levantadas de que o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo viria a seguir. [ed: E viria, porque é sempre assim que a agenda funciona.]

O número de assinaturas atingiu um número tal que o governo teve que considerar o assunto. Dois terços do parlamento votou em favor de que se faça um referendo. 

Zeljka Markic, a líder do grupo que deu início à petição, disse ao média que as pessoas têm o direito de dizer o que pensa do que é o casamento. Ela disse ainda:
Queríamo-nos certificar de que, se assim os cidadãos decidissem, ao apresentarmos o casamento como a união entre um homem e uma mulher iríamos impedir qualquer governo de alterar a substância do casamento sem consultar os cidadãos da Croácia.
O Primeiro-Ministro e o Presidente da Croácia ficaram desapontados com os resultados do referendo.

Fonte: http://shar.es/DDMKR.

sábado, 8 de dezembro de 2012

David Cameron apoia a perversão da doutrina Cristã como forma de satisfazer Bruxelas e o minoritário lobby gay

As igrejas e organizações religiosas vão poder realizar "casamentos" entre pessoas do mesmo sexo de acordo com a legislação que o Governo britânico vai apresentar para a semana para legalizar os "casamentos" gay. Sim, porque como se sabe, esse sempre foi o sonho das igrejas e das organizações religiosas: organizar eventos que contradizem as suas doutrinas. elas agora vão poder fazer isso.

O primeiro-ministro, David Cameron, apoia esta proposta de legalização e de a "cerimónia" se estender ao religioso, o que o pode vai colocar em rota de colisão com os deputados mais tradicionalistas do seu Partido Conservador, bem como com a Igreja de Inglaterra e a hierarquia católica.

Sou um fervoroso apoiante do casamento [sic] e não quero que os homossexuais sejam excluídos dessa grande instituição”, disse Cameron, citado pelo jornal The Guardian. Curioso que Cameron diga isto quando se sabe que a grandeza do casamento prende-se com o facto do mesmo estar estabelecido (também mas não só) para a perpetuação da espécie, coisa que só a heterossexualidade pode fazer.

Mas deixem-me ser cem por cento claro, se houver uma igreja, sinagoga, ou mesquita, que não queira celebrar casamentos [sic] entre pessoas do mesmo sexo, não serão, de forma alguma, forçados a fazê-lo”.

Essa ressalva, sublinhou o primeiro-ministro “está absolutamente clara na legislação”. “E também quero deixar absolutamente claro que o voto da próxima semana é livre para os deputados, mas eu, pessoalmente, vou apoiar esta nova lei”, disse Cameron.


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Frase chave: "não quero que os homossexuais sejam excluídos dessa grande instituição". Isto significa que vamos passar do "vocês têm a liberdade para não "casar" os homossexuais" para "vocês não podem descriminar os homossexuais ao se recusarem a "casar" uma dupla deles nas vossas igrejas".

E assim avança a agenda gayzista, esmagando pelo caminho toda a oposição.



terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Dean Smith (homossexual) vota a favor do casamento natural

O Parlamento nacional australiano repeliu o projecto de “casamento” homossexual: 98 deputados votaram contra e 42 a favor.

Foi significativo que o senador assumidamente homossexual Dean Smith votasse contra, justificando seu voto como um honesto reconhecimento das características únicas e especiais da união chamada ‘casamento’” entre um homem e uma mulher.

Os activistas militantes homossexuais tinham ilusões com o estado da Tasmânia, mas ali o projecto foi também repelido. Os partidários do projecto alegavam que o “casamento” homossexual atrairia milhões de dólares em rendas turísticas.

Os “casais” homossexuais sem continuidade familiar gastariam seus recursos materiais em divertimentos antes de acabar prematuramente suas vidas em virtude de maus hábitos contraídos.

Fonte


quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Evidência da natureza política do "casamento" homossexual

Os homossexuais encontram-se indiferentes aos esforços de David Cameron em favor do "casamento" homossexual, com apenas 4 em cada 10 homossexuais a acreditar que tal questão é prioritária para a sua comunidade.

Para além disto, existe um grande cepticismo em torno dos motivos do Primeiro Ministro, com metade deles a afirmar que ele apenas quer prolongar a definição de casamento de modo a que esta englobe o homossexualismo como forma de "dar uma imagem mais compassiva ao seu partido, e não porque ele tem convicções alinhadas com as suas propostas".

A esmagadora apatia em torno do "casamento" homossexual foi revelada na primeira votação online junto da comunidade LGBT em torno deste assunto. Pouco mais de 1/4 - 27% - afirmou que se "casaria" se a lei permitisse, 1% mais que o número de votantes que afirmou enveredar pela via da união civil - introduzida pelo partido Labour quando este se encontrava no poder.

Os resultados desta votação são uma desilusão enorme para o Primeiro Ministro, que está a defender o "casamento" homossexual de forma agressiva.

A pesquisa apurou que menos de metade dos inquiridos acredita no argumento do grupo activista homossexual Stonewall quando este afirma que a distinção legal entre a união civil e o casamento "perpetua a discriminação". Mais de um quarto - 26% - acredita que não há necessidade de alterar a lei porque a união civil já dá aos homossexuais os mesmos direitos. 

Cerca de 72% acredita que "o casamento centra-se mais no amor entre duas pessoas do que em educar crianças".

Estes dados espelham os comentários feitos pelo ex-Secretário da Cultura do partido Labour, Ben Bradshaw, quando este afirmou que o "casamento" homossexual não é uma prioridade para a maior parte das pessoas. Bradshaw, que se encontra numa parceria civil, disse que David Cameron estava apenas a "fazer jogos politicos" em torno do assunto à medida que ele tenta "arrastar os Conservadores para o mundo moderno pontapeando e gritando".

O Dr Austen Ivereigh, director do grupo Catholic Voices, que comissionou a sondagem, afirmou:

Pedimos à ComRes que levasse a cabo esta pesquisa importante porque sabiamos que as pessoas estavam descontentes com os planos do Governo de redefinir o casamento. O que ela (a pesquisa) mostra é que, para os homossexuais, este assunto está muito longe de ser algo que envolva os direitos humanos, igualdade ou discriminação

Os homossexuais não olham para o "casamento" como uma prioridade, colocando, no seu lugar, mais entusiasmo nas uniões civis que dão as mesmas vantagens legais
.
Ele disse que os números mostram como poucas pessoas seriam beneficiadas caso esta lei fosse oficializada. 

Não só o Governo não tem o mandato para esta medida pouco popular, como parece haver muito pouco entusiasmo junto daqueles que supostamente seriam beneficiados. Os números não mentem. 

Esta iniciativa é puramente política, sem qualquer apoio popular, mas mesmo assim terá consequências de longo alcance no estatuto legal do casamento.

Colin Hart, da Coalition for Marriage (C4M), que representa MPs (Membros do Parlamento), activistas e grupos religiosos, disse:

Esta sondagem confirma mais uma vez que apenas um pequeno grupo de pessoas está a forçar o governo a redefinir o casamento. Mesmo junto da comunidade gay, não existe maioria em torno de quem pensa que isto é uma prioridade. O cepticismo da comunidade homossexual em torno dos motivos do PM (Cameron) ecoa o ponto de vista da população no geral. 

Ben Bradshaw estava coberto de razão quando descreveu estes planos como nada mais que "jogos políticos". O Governo deveria colocar de parte estas propostas, que são profundamente pouco democráticas, e que nunca foram sujeitas à vontade do povo Britânico.
 
Mais de 543,000 pessoas assinaram uma petição da C4M que se opõe a qualquer tipo de redefinição do casamento.  


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Fica mais uma vez confirmado o que é por demais aparente: o avanço da agenda gay em nada está relacionada com os anseios e desejos da dita comunidade, mas sim com o que uma elite pensa que é o caminho a seguir. Como diz o homossexual Bradshaw, o "casamento" homossexual é puro jogo político.

domingo, 23 de setembro de 2012

Parlamento australiano rejeita destruição da definição de casamento

 
 
O Parlamento Australiano rejeitou de modo maciço as tentativas de legalizar o "casamento" homossexual em duas votações decisivas. Os MPs (Membros do Parlamento) votaram contra a redefinição do casamento  (98 contra 42 votos) ao mesmo tempo que uma medida similar foi derrotada no Senado (41 contra 26).

A PM (Primeira-Ministra) Australiana Julia Gillard era pessoalmente contra a redefinição do casamento mas  concedeu permissão aos membros do seu Partido Labor para votar segundo a sua consciência.

O líder do grupo "Australian Christian Lobby", Jim Wallace,  disse que o Parlamento havia expressado um ponto de vista decisivo em torno do assunto.

Já estamos todos fartos deste debate. Tem sido uma das campanhas mais efervescentes que eu pessoalmente já assisti, e a mesma tem demonizado muitas boas pessoas publicamente, tais como o psicólogo chefe de Victoria, Kuravilla George, que perdeu o seu emprego como membro da "Victoria’s Equal Opportunity Commission" apenas e só por dar o seu apoio ao casamento.

Os apoiantes do "casamento" homossexual estavam desiludidos. Anthony Albanese, ministro governamental, afirmou:

Acho que algures num futuro próximo o nosso parlamento irá estar em sintonia com a opinião comunitária, tal como aconteceu com os outros tópicos. . . . . Quando a igualdade no casamento finalmente chegar, as pessoas vão-se questionar do porquê todo este frenesim




sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Parlamento Português chumba adopção homossexual

O projecto de lei do BE sobre a adopção homossexual foi rejeitado com os votos contra do PSD, do CDS e do PCP e de apenas nove deputados do PS.

Dos 63 socialistas presentes, a maioria (38) votou a favor da iniciativa bloquista, assim como nove do PSD e um do CDS-PP.

A abstenção foi o sentido de voto escolhido por 12 deputados do PS (entre os quais o líder parlamentar Carlos Zorrinho), um do CDS (João Rebelo) e dois do PSD.

Também o projecto do Partido Ecologista “Os Verdes”, que também propunha eliminar a possibilidade da adopção de casais do mesmo sexo, foi chumbado com idêntica votação. Apenas na bancada socialista se registou mais um voto a favor (39) face ao projecto bloquista e menos uma abstenção – 11 parlamentares.

A iniciativa de “Os Verdes” registou os votos contra do PSD e do CDS, do PCP, e de oito deputados socialistas. Na bancada laranja registou-se ainda nove votos favoráveis, e duas abstenções. Entre os democratas cristãos, Adolfo Mesquina Nunes também voltou a votar a favor, enquanto João Rebelo repetiu a abstenção anterior.

O debate sobre a adopção por casais do mesmo sexo durou cerca de 15 minutos e não suscitou intervenções inflamadas. Na verdade, foi uma discussão morna, antecipando o chumbo dos projectos de lei do BE e do PEV.

Fonte

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Entretanto, uma bloquista demonstrou de forma clara como funciona a agenda gay:

Cecília Honório, do BE, lembrou que Portugal "é o único país do mundo em que os homossexuais podem casar, mas não adoptar."
Primeiro, o "casamento", depois a adopção. Onde é que isto irá parar?

Outra coisa que convém notar é que os homossexuais sempre se puderam casar. Houve alguma lei alguma em Portugal que proibisse um homossexual de se casar?

Se um homem homossexual e uma lésbica se apresentassem num cartório com intenções de se casarem um com o outro, eles receberiam aprovação. A sua orientação sexual seria irrelevante visto eles estarem a agir de acordo com a definição do que é um casamento (1 homem + 1 mulher).

Portanto, a legalização do "casamento" entre dois homossexuais não acrescentou direito algum aos mesmos: apenas elevou a homossexualidade (artificialmente, entenda-se porque a heterossexualidade nunca vai ser igual a homossexualidade) para um patamar mais ou menos análogo ao da heterossexualidade.

Os activistas homossexuais teimam em apagar a distinção entre descriminar comportamentos e descriminar pessoas.

Outra ignorante (Heloísa Apolónia, do PEV) insistiu que "a adopção de crianças não deve ter como critério a orientação sexual dos candidatos."

Exacto. Portanto, se uma pessoa tem a "orientação sexual" de copular com animais, isso não deve ser levado em conta na altura de deixar uma criança ao seu cuidado.

A classe política portuguesa é um autêntico lixo moral.

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