sábado, 5 de maio de 2012

Bar gay proíbe casal de se beijar

A decisão de um bar gay dinamarquês de proibir um casal de se beijar dentro de suas instalações está a causar polémica mesmo entre a comunidade gay. O assunto ganhou destaque depois duma mulher contar à imprensa que foi impedida por seguranças de beijar o seu namorado no local.

O dono do bar Never Mind, Christian Carlsen, defende que a regra não é discriminatória, mas sim uma forma de proteger os seus clientes gays visto que Copenhaga é rica em bares heterossexuais, enquanto que as opções para homossexuais é mais restrita. Para ele, os bares gays na região atraem muitos heterossexuais e isso limita a quantidade da comunidade GLS nesses locais.

É importante para a comunidade gay que o Never Mind continue como um lugar gay”, disse Carlsen.

Porém nem mesmo a comunidade gay apoia o dono do bar. O fundador da organização LGBT Homosocialt Fællesskab, Jobbe Joller, afirma que a atitude é equivalente a expulsar clientes pela cor da sua pele.

Em um primeiro momento, achei que fosse uma piada. Disse-lhe [ao dono do bar] em tom muito sério que isso era doentio e a comunidade LGBT considera que todos devem ter direitos iguais", disse Joller à agência de notícias Pink News.

Fonte

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Tal é o domínio cultural que o lobby sodomita tem na Dinamarca que eles sentem-se razoavelmente à vontade para discriminar os casais.

Corrigindo o activista homossexual Jobbe Joller, expulsar uma pessoa com base no seu comportamento sexual não é o mesmo que expulsar uma pessoa com base na sua composição genética.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Página denunciada por violação dos termos de utilização do Facebook

O Pedro Godinho acordou mal disposto. Veja-se aqui.

Rússia: activista homossexual sofre 1ª condenação por propaganda gayzista

Tribunal de São Petersburgo condenou esta Sexta-Feira um líder da GayRussia por propaganda homossexual, tornando-se assim no primeiro gayzista a ser condenado com base na nova lei proíbe a promoção do homossexualismo e da pedofilia em espaço público.

Nikolai Alexev informou à AFP ter sido condenado a uma multa de 5 mil rublos (128 euros) por ter infringido este texto que castiga os autores de qualquer "acto público que promova a homossexualidade ou a pedofilia ante os menores."

O activista homossexual foi detido pela polícia no início de Abril por ter se manifestado ante os jovens de São Petersburgo, perto da Casa de Cultura, agitando cartazes com frases do tipo "os homossexuais também nasceram na Terra - Não se pode mentir às crianças".

O activista sodomita acrescenta:

Isso mostra o absurdo desta lei que associa homossexualidade e pedofilia.
De facto, não se entende como é que as pessoas continuam a associar o homossexualismo com a pedofilia.

Luiz Mott. Líder do activismo sodomita brasileiro.

O mesmo Luiz Mott com outra criança - desta vez de carne e osso.
Quão apropriado que ele tenha na sua mão direita um tridente.

Alexev, que vai recorrer à Corte Europeia dos Direitos Humanos, espera que a fraca liderança europeia possa de alguma forma reverter a lei russa. Boa sorte.

A homossexualidade foi considerada crime na Rússia até 1993 e doença mental até 1999. As tentativas de organizar o Dia do Orgulho Gay desde 2006 foram proibidas pelas autoridades e dispersadas pela polícia.

Fonte

29% dos filhos de "pais" homossexuais são vítimas de pedofilia por parte dum dos "pais"

Por Pedro Picoito

A minha última crónica provocou reacções, nomeadamente de pessoas que me pediram para fundamentar cientificamente as dúvidas sobre a adopção por duplas homossexuais. Vou tentar responder-lhes no curto espaço de que disponho.

Partamos de uma evidência consensual entre os especialistas: a formação da identidade sexual da criança não se faz apenas em confronto com o pai ou a mãe, individualmente considerados, mas no contexto da relação entre o pai e a mãe (Brazelton e Cramer, The Earliest Relationship. Parents, Infants and the Drama of Early Attachment, 1991; tradução portuguesa: A Relação Mais Precoce, 1993).

Por outras palavras, a criança interioriza os papéis masculino e feminino observando o pai e a mãe, mas também observando o modo como o pai se relaciona com a mãe e a mãe com o pai.

É importante repetir isto porque as reservas à adopção gay não implicam que alguém com tendências homossexuais, seja qual for o grau, não possa ser um bom pai numa relação heterossexual. Implicam, isso sim, que uma relação homossexual pode ser um ambiente muito negativo para o desenvolvimento de uma criança.

Porquê?

Em primeiro lugar, porque os gays tendem a ter relações afectivas muito instáveis. Numa obra de 1973, M. Saghir e E. Robins sustentam que as relações homossexuais duram em média dois a três anos (Male and Female Homosexuality, 1973, p. 225), valor reafirmado em 1982 por M. Pollak (“L`homosexualité masculine, ou le bonheur dans le ghétto?”, in P. Ariès e A. Bejin, ed., Sexualités Occidentales, 1982, pp. 56-80), que o atribui à promiscuidade (“centenas de parceiros ao longo da vida”).

A este respeito, um estudo recente do perfil demográfico de 2583 homossexuais afirma que “a variação modal para o número de parceiros [da maioria dos indivíduos estudados] é de 101 a 500”, sendo de 501 a 1000 para cerca de 15% e de mais de 1000 para outros 15% (Paul Van de Ven et al., “A Comparative Demographic and Sexual Profile of Older Homosexually Active Men”, in Journal of Sex Research, 34, 1997, p. 354).

Ao citar estes números, não faço qualquer juízo moral. Cada um é livre de viver como bem entende, desde que não prejudique terceiros. O que contesto é que o estilo de vida da maioria dos gays, segundo tais estudos, seja o ideal para criar um filho, tarefa que exige relações familiares fortes e estáveis.

Será legítimo sujeitar crianças que vêm de uma primeira desagregação da família biológica à hipótese provável de uma segunda desagregação da família adoptiva – em nome do preconceito de que não há diferenças entre heterossexuais e duplas homossexuais?

Mais.

De acordo com D. Island e P. Letellier, “a incidência de violência doméstica entre os homossexuais masculinos é quase o dobro da que se verifica na população heterossexual(Men Who Beat the Men Who Love Them. Battered Gay Men and Domestic Violence, 1991, p. 14), enquanto uma investigação sobre 1099 lésbicas, também de 1991, indicava que “ligeiramente mais de metade” tinha sofrido violência física ou verbal da parte das parceiras (Gwat Yong Lie and Sabrina Gentlewarrier, “Intimate Violence .in Lesbian Relationships. Discussion of Survey Findings and Practice Implications”, in Journal of Social Service Research, 15, 1991, pp. 41-59).

Sabe-se que as crianças tendem a reproduzir o comportamento violento, dentro e fora da família, dos adultos de referência.

Mas não só.

Como disse acima, os papéis sexuais tendem igualmente a ser replicados. A probabilidade de uma rapariga criada por lésbicas vir a ser uma lésbica activa é quatro vezes superior à de uma rapariga criada por heterossexuais (F. Tasker e S. Golombok, “Adults Raised as Children in Lesbian Families”, in American Journal of Orthopsychiatry, 65, 2, pp. 203-215).

No caso dos rapazes, segundo J. M. Bailey, a percentagem de homossexuais adultos criados por gays é de 9%, quando a taxa de homossexuais exclusivos no total da população é de 1 a 2% (“Sexual Orientation of Adults Sons of Gay Fathers”, in Developmental Psychology, 31, 1995, pp. 124-129).

Judith Stacey e Timothy Biblarz confirmaram a maior taxa de homossexualidade entre adultos criados em lares homoparentais, chegando mesmo a descrever esta conclusão como “politicamente incorrecta (“How Does the Sexual Orientation of Parents Matter”, in American Sociological Review, 66, 2001, pp. 174 e 179).

Último dado, talvez o mais preocupante: segundo um estudo, 29% dos filhos de duplas homossexuais são vítimas de pedofilia por parte de um dos pais, pelo menos, contra 0,6% dos filhos de heterossexuais (P. Cameron e K. Cameron, “Homosexual Parents”, in Adolescence, 31, 1996, p. 772).

Não faço juízos de valor, repito, mas repito também que negar a adopção a duplas homossexuais não é discriminá-los - é proteger as crianças. Adoptar é dar uma família a uma criança e não uma criança a uma família.

A adopção não é um direito. Muito menos se exigido por um grupo que usa as crianças como escudo humano contra uma suposta injustiça, ao mesmo tempo que difunde uma cultura que tão claramente as prejudica.

Modificado a partir do original

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Ser contra a homossexualidade significa ser um gay enrustido?

“Essa propaganda já existe há 40 anos, e agora eles a estão trazendo de volta”

Jack Minor
Um novo estudo que alega que os opositores do homossexualismo não passam de homossexuais enrustidos não passa de uma versão recauchutada de uma propaganda utilizada na década de 70, de acordo com uma ex-esquerdista que hoje alerta sobre a agenda homossexual.
“Isso é tão batido, eles diziam isso na década de 70, quando eu era da esquerda progressista. Naquela época, isso já era um tema padrão na doutrinação a respeito do homossexualismo”, afirma Linda Harvey, fundadora da organização Mission America. “Essa propaganda já existe há 40 anos, e agora eles a estão trazendo de volta”.
O site de notícias Science Daily noticia que, de acordo com um novo estudo, “a homofobia é mais evidente em indivíduos com uma atração desconhecida pelo mesmo sexo, que cresceram com pais autoritários que proibiram tais desejos”.
Netta Weinstein, palestrante da Universidade de Essex e principal autora do estudo, afirma que as pessoas que se identificam como heterossexuais “podem se sentir ameaçados por gays e lésbicas porque os homossexuais os fazem se lembrar de tendências parecidas dentro deles mesmos”.
Peter LaBarbera, da organização Americans for Thruth About Homossexuality (AFTAH) [Americanos Pela Verdade sobre o Homossexualismo] afirma que a estória não passa de pseudociência com hormônios.
“Antes de isso se tornar ‘normalizado’ e politicamente correto, foi estudado. Em uma sociedade saudável, a patologia é estudada, mas agora tudo está invertido, e eles estão tentando fazer com que os que estudam o homossexualismo se tornem os doentes”, afirma.
O artigo afirma que o fato de os “homofóbicos” serem homossexuais enrustidos explica a causa por trás da perseguição direccionada aos gays e às lésbicas. Ele afirma que as notícias sobre esses incidentes costumam informar que os agressores se sentiram ameaçados pelos homossexuais, e que “as pessoas em negação da sua própria orientação sexual podem se tornar agressivos porque os alvos gays ameaçam e trazem à tona esse conflito interno”.
Eles citam o exemplo de Ted Haggard, um eminente pastor evangélico que se opunha ao homossexualismo, mas que mais tarde foi pego envolvido em um escândalo sexual gay em 2006.
LaBarbera reconhece que pessoas como Haggard existem, mas estão longe de ser a norma, e são mais indicativos de uma natureza pecaminosa.
“Jimmy Swaggart pregava contra o adultério e mais tarde foi descoberto em um caso extraconjugal. Isso significa que todos os que pregam contra o adultério o cometem em segredo?” afirma.
O estudo foi conduzido utilizando estudantes universitários cuja orientação sexual era determinada pela autoidentificação e pelo desempenho em uma tarefa que levava uma fração de segundo. Eles viam palavras e figuras em uma tela de computador, e pediam a eles para colocá-los nas categorias “gay” ou “hetero”. Antes dos testes, mostravam aos participantes a palavra “eu” ou “outros” durante 35 milésimos de segundo.
Depois disso, mostravam a eles fotos de casais gays e heteros, e as palavras “gay”, “hetero”, “homossexual” e “heterossexual”.
De acordo com os autores, as pessoas que tiveram uma reação mais rápida com as palavras “eu” e “gay” eram considerados homossexuais, independente da orientação que afirmavam ter.
Os autores concluíram que as pessoas que se declararam heterossexuais, embora o tempo de reação indicasse que eles eram homossexuais, costumavam reagir com hostilidade a “gay outros”. O estudo afirmou que a hostilidade ao estilo de vida gay por parte desses indivíduos revela que a homofobia é possivelmente resultado de uma orientação sexual oprimida.
O coautor do estudo, Richard Ryan da Universidade de Rochester, afirma que existem perigos para as pessoas que “estão em guerra consigo mesmos”.
Ele cita como exemplo o assassinato de Matthew Shepard em 1998 em Wyoming.
“A homofobia não é algo para rir. Às vezes ela pode ter consequências trágicas”, afirma.
Vários relatórios associam o assassinato de Shepard à sua homossexualidade. As investigações policiais, no entanto, sugerem que um roubo foi a motivação do crime.
LaBarbera afirma que a academia nunca faria um estudo sério dessas questões dentro da comunidade homossexual.
“Temos todas essas patologias no mundo homossexual: homens que batem nos seus parceiros, um alto nível de DSTs disparando entre homens que fazem sexo com outros homens, e mesmo assim nada disso merece um estudo que serviria para dizer que o homossexualismo é errado”, lamenta. “Não existem estudos objetivos saindo dos meios acadêmicos sobre a questão do homossexualismo, porque eles estão mais interessados em serem politicamente corretos”.
Ele continua: “Esse estudo mais cedo ou mais tarde será citado em algum livro didático escolar ou ensinado na Califórnia, onde não se pode falar nada negativo a respeito do estilo de vida homossexual”.
Harvey compartilha a preocupação de LaBarbera, de que o estudo será usado para ensinar as crianças ainda muito cedo que, caso se oponham ao homossexualismo devido à sua educação religiosa ou aos seus impulsos normais sob o argumento de não é algo normal, elas são na verdade homossexuais enrustidos.
“Eles querem visar nossos filhos e introduzir o sexo às crianças cada vez mais cedo, para que passem a enxergar em termos sexuais qualquer tipo de relação que tiverem com qualquer pessoa, seja ela criança ou adulta”, afirma Harvey.
Ela afirma que a linha de raciocínio apresentada no estudo era parte integrante dos ensinamentos feministas com relação à liberação sexual da década de 70, quando seus integrantes eram ensinados a virar a mesa contra os opositores do homossexualismo, acusando-os da coisa mesma à qual se opunham.
“Isso é claramente uma tática de intimidação para convencer a maioria das pessoas que sabem que há algo errado com o homossexualismo de que, em vez disso, há algo errado com elas. Fizemos isso na década de 70, quando Anita Bryant soava o alerta contra o movimento homossexual”, afirma. “Esse estudo não passa de uma recauchutagem das mesmas coisas que o movimento homossexual estava ensinando na década de 70".
Harvey afirma que durante os anos 70, ela foi voluntária por pouco tempo na rede de clínicas de aborto Federação de Planejamento Familiar.
“Como parte do processo, eles faziam uma selecção meticulosa e entregavam um questionário bastante detalhado. O objectivo disso era ver quão esquerdista você era, e faziam perguntas sobre o homossexualismo para ver se você era tolerante a ele ou não. Tudo isso é parte do feminismo radical”.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do WND: “Anti-'gay' means you're a closet homosexual?
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