"Girls who are boys
Who like boys to be girls
Who do boys like they're girls
Who do girls like they're boys
Always should be someone you really love"
sábado, 5 de julho de 2014
Como funciona a propaganda
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
Elena Isinbaeva apoia a protecção das crianças russas
domingo, 18 de agosto de 2013
O imperialismo homocultural do Ocidente
Sem surpresa alguma, alguns segmentos do mundo ocidental sugerem que se faça um boicote aos Jogos Olímpicos de Inverno (que se vão realizar na Rússia) como retaliação contra o que eles entendem ser uma política injusta por parte das autoridades Russas contra a comunidade LGBT. Onde estavam eles quando a NATO estava a metralhar alvos civis na Líbia? E não são as leis Russas feitas para os Russos?
O primeiro ponto da questão é levar em conta o enquadramento legal que cobre todos os Russos. A idade do consentimento na Rússia é de 16 anos, independentemente da orientação sexual; os transsexuais e os transgéneros têm a permissão para modificar o seu género legal; segundo a lei Russa, a homossexualidade não é considerada uma doença mental e não é uma ofensa criminosa; os solteiros podem adoptar crianças, independentemente da sua orientação sexual, e os homossexuais podem servir no exército sem qualquer tipo de restrição.
Segundo: examinemos a lei que foi recentemente aprovada com 436 votos a favor e zero contra pela DUMA Russa (ou parlamento); esta lei proíbe a propagação de actividades sexuais não-tradicionais junto dos menores. Dito de outra forma, é uma lei que proíbe a distribuição ou disseminação de actos homossexuais junto das crianças. Portanto, todos aqueles que estão a levantar um alvoroço em torno dos Jogos Olímpicos de Inverno, e fazem planos de boicotar, perguntem o seguinte: o que é que vocês sentiriam se alguém exibisse imagens eróticas gráficas de duas ou mais pessoas do mesmo sexo? Será que eles dariam um passo atrás e bateriam palmas?
O terceiro ponto da questão aqui são os valores culturais e o respeito pelos mesmos. A sociedade Russa actual encontra-se de modo sólido do lado dos valores familiares tradicionais, e regra geral, os Russos não entendem, ou apoiam, o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo. Ponto final. Não é competência do Ocidente se queixar em relação a isso, do mesmo modo que não é competência do Russo comum lançar uma campanha contra Londres apenas e só porque ainda é ilegal correr ou cantar no "Burlingdon Arcade" entre "Piccadilly" e a "Cork Street".
Se uma mulher afegã deseja usar a burqa de modo a que ela só se revela para o seu marido, isso é uma questão cultural - do mesmo modo que é uma questão cultural o facto das mulheres ocidentais não se vestirem com mini-saias ou calças reveladoras e invadirem as mesquitas da Arábia Saudita. Semelhantemente, é algo aceite de modo geral na Catedrais italianas que as mulheres se cubram mais do que o normal.
Se um homem ou uma mulher entram numa sinagoga, é suposto eles cobrirem as suas cabeças em sinal de respeito. Numa mesa de jantar no ocidente ninguém arrota de modo ruidoso ou diz "shabash" (alegra-te) como forma de mostrar que a rejeição era do seu agrado, mas quando isto é feito no Norte da Índia, o acto é tomado como um elogio ao chefe. Muitas sociedades Africanas não aceitam bispos Anglicanos homossexuais mas isto é considerado aceitável em algumas comunidades no Reino Unido e na América do Norte.
Depois de 500 anos de intrusão, colonialismo e imperialismo, depois de enfiar o seu nariz nos assuntos de sociedades alheias, depois espalhar a sua moral e a sua moralidade por todo o globo, impondo-o do topo para a base, depois duma atitude arrogante, assassina, recheada de massacres, será que Ocidente não pode deixar a vida alheia e dedicar-se à sua própria, aceitando que as coisas não têm que ser todas iguais em todo o mundo?
Portanto, independentemente da posição pessoal em relação a comunidade LGBT, independentemente do que as pessoas pensam dos transgéneros, das lésbicas, dos gays ou dos bissexuais dentro duma sociedade, e quer a pessoa tenha ou não algum tipo de interacção pessoal com estas pessoas na vida social, ou se se relaciona com outros tendo em vista a defesa dos seus direitos, o facto a reter é que a comunidade LGBT não é discriminada segundo a lei federal Russa. Esta lei não só reflecte a posição da sociedade Russa ao não reconhecer as uniões homoeróticas, como reflecte os esforços dos Russos de prevenir os menores de serem expostos a imagens desnecessárias em tão tenra idade.
(...)
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Os marxistas culturais do ocidente encontram-se frustrados com o amplo apoio da lei federal Russa porque temem que isso se possa espalhar para outros países da Europa (especialmente para o Ocidente).
Uma coisa que é preciso reter é que os Russos não são mais morais que o resto da Europa; o que se passa é que na Rússia o Politicamente Correcto (PC) não parece ter muito poder. Devido a isso, os Russos são livres para dizer o que realmente pensam da promoção do homossexualismo junto de crianças, e agir em conformidade.
Se o PC fosse removido da Europa Ocidental, os activistas homossexualistas descobririam, horrorizados, que, para além da elite esquerdista, muito poucas pessoas estão interessadas na sua sexualidade, e menos ainda em deixar que eles manifestem essa "sexualidade" junto de crianças impressionáveis.
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Coitadinhos dos “gayzinhos”!
por Nuno Serras Pereira
quinta-feira, 11 de abril de 2013
“Direitos dos homossexuais não são violados na Rússia”, diz Putin
Fonte
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domingo, 9 de dezembro de 2012
Gayzistas tentam forçar Cristãos a contradizer a sua fé
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| Vítimas de preconceito e ódio gayzista. |
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
Gayzismo russo com os dias contados?
Fonte
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quinta-feira, 7 de junho de 2012
Amanda Gigliotti (Christian Post Portuguese) não parece muito convencida
Com essa medida, além de outras leis contra a ‘propaganda homossexual’, a Rússia parece se tornar o país europeu mais hostil com as minorias sexuais.Várias perguntas:
- Porque é que a Amanda colocou propaganda homossexual entre aspas?
- Porque é que ela chama os homossexuais de "minorias sexuais"?
- Estando ela a escrever para um fonte (supostamente) Cristã, não deveria ela usar uma identificação mais Bíblica do homossexualismo?
- Porque é que a Amanda quer dar um estatuto de "minoria oprimida" aos homossexuais qualificando-lhes de "minoria sexual"?
- Se se vai chamar de "minoria sexual" todas as pessoas com gostos sexuais contra-natura, será que se pode chamar um pedófilo de "minoria sexual"? E aqueles que praticam o bestialismo serão eles também uma "minoria sexual"?
Ela continua:
As iniciativas vem sendo tomadas à medida em que activistas tentam realizar manifestações em defesa dos direitos gays.O que são os "direitos dos gays"? Quem é que decidiu que fazer propaganda homossexual (sem aspas) é um "direito?
Os grupos homossexuais encontram também grande resistência dos ortodoxos russos.Esses malignos ortodoxos russos que não deixam que homens semi-nus dancem em frente a criancinhas. Onde já se viu tamanho ódio?
Recentemente, ativistas da Igreja Cristã Ortodoxa Russa entraram em confronto com manifestantes homossexuais durante uma manifestação gay.Manifestação ilegal - algo que a Amanda aparentemente não se lembrou de dizer.
A Igreja Ortodoxa Russa considera um ‘sacrilégio’ as passeatas do orgulho gay e pediu ainda extensão da lei municipal contra a propaganda homossexual, aprovada pelo Governo de São Petersburgo.Sim, a Igreja Ortodoxa Russa acordou um dia, e decidiu que o homossexualismo é pecado. Não, não é a Bíblia que diz isso; é a Igreja Ortodoxa Russa.
Repare-se também que aqui propaganda homossexual já não está entre aspas.
Não é inocente o facto do artigo da Amanda citar as palavras do activista homossexual russo mas não se preocupar em saber o que a Igreja Ortodoxa e os legisladores pensam. Aparentemente só vale à pena saber a opinião de um dos lados.
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O Christian Post Portuguese está infiltrado por pessoas sem aliança nenhuma com a Palavra de Deus, pelos vistos. Já não é a primeira vez que este tipo de atitude se manifesta entre eles. Há alguns meses atrás tiveram a arrogância de afirmar que a Bíblia "sugere" que o homossexualismo é pecado.
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Ser contra a homossexualidade significa ser um gay enrustido?
“Essa propaganda já existe há 40 anos, e agora eles a estão trazendo de volta”
domingo, 22 de abril de 2012
86% dos russos apoia leis que protegem o público (especialmente as crianças) da propaganda homossexual

Recentemente, o delegado da Federação Russa para a cimeira G8 recusou-se a defender uma declaração comum dos ministros presentes que incluía o grupo "lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros" na afirmação dos direitos humanos. Uma nota de rodapé dizia:
A Federação Russa desassocia-se da linguagem aqui fornecida dada a ausência de qualquer definição explícita ou provisão relacionada com tal grupo ou tais pessoas como possuidores de direitos distintos segundo as leis internacionais em torno dos direitos humanos.Sergei Ryabkov, vice-ministro das Relações Exteriores russas, afirmou que "sob o pretexto de proteger as chamadas "minorias sexuais" existe, de facto, uma propaganda agressiva e uma imposição de certos comportamentos e valores que podem ser um insulto para a maioria da sociedade."
No entanto, 85% dos inquiridos de Moscovo e São Petersburgo, e 96% das zonas rurais - 94% no total - afirmou que nunca havia visto qualquer tipo de "propaganda gay". A pesquisa verificou que a forma principal que serve de fonte ao material de propaganda é a televisão, que representa 57% das instâncias. 80% dos sondados referiu-se ao ubíquo "culto da homossexualidade" nos média.
Em Março último, o governo da cidade de São Petersburgo gerou ultraje quando aprovou uma lei que bania a promoção das relações homossexuais e da pedofilia junto dos menores. Activistas nacionais e internacionais apelaram ao boicote de São Petersburgo (ponto popular de turismo) como destino de viagem.
Uma lei similar foi entretanto introduzida no parlamento federal e a agência noticiosa RIA afirmou que oficiais da cidade de Moscovo afirmaram esta semana que a capital está também a considerar banir a promoção da sodomia.
O repórter do Washington Post Michael Birnbaum afirma que, durante as recentes eleições nacionais, um sentimento anti-ocidente, incluindo fortes críticas à cultura homossexual e a sua aceitação geral, fizeram presença regular na retórica eleitoral.
São Petersburgo impõe multas equivalentes a $17,000 por disseminar "propaganda da sodomia, lesbianismo, bissexualismo ou transgenarismo entre menores." Isto inclui "informação que forma concepções erradas de equivalência social das relações matrimoniais tradicionais e não-tradicionais."
Estas leis estão destinadas a ter aceitação popular num país onde uma sondagem de 2010 verificou que 74% dos russos afirma que os homossexuais são "moralmente dissolutos ou deficientes" e acredita que a homossexualismo é "um desvio mental amoral."
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A rejeição popular do gayzismo por parte dos russos demonstra de certa forma o porquê do lobby gayzista evitar consultas e referendos populares a medidas que eles tentam impôr à sociedade. A gaystapo está bem ciente que o seu comportamento sexual é repulsivo para a maioria da população, e como tal, eles circum-navegam à volta do que a população quer para si e para os seus filhos, e fazem lobby político junto da elite - elite esta que está sempre desejosa de alargar o seu poder sobre as massas.
É esta união entre a elite ocidental e os activistas homossexuais - e não a maior aceitação da sodomia por parte da população ocidental - que explica o avanço do gayzismo no mundo ocidental.
Um exemplo ilustrativo deste ponto é a resistência que o lobby gayzista inglês (unidos ao "conservador" Cameron) está a ter em artificialmente colocar a sodomia e o lesbianismo como prácticas sexuais idênticas à heterossexualidade; o chamado "casamento" homossexual está a ser rejeitado pela maioria da população inglesa - isto num país onde as leis punem um casal cristão, que por ser cristão, não pode adoptar uma criança, mas onde as duplas homossexuais já podem.
Outra coisa que convém ressalvar é que se a elite russa visse utilidade do gayzismo, eles fariam o mesmo que os políticos ocidentais; no entanto, como eles (os políticos) já controlam o povo com uma semi-ditadura, o gayzismo é-lhes totalmente desnecessário.
O mesmo vai acontecer no ocidente: enquanto não estivermos a viver sob um tipo de "política" análoga à russa (ou norte-coreana), os políticos darão todo o seu apoio ao gayzismo e às leis da "igualdade" ou "identidade sexual". Quando os políticos tiverem por fim um controle ditatorial sobre a população, os planos dos activistas homossexuais serão colocados em segundo plano - ou mesmo censurados como o são na Rússia.
Resumindo:
O gayzismo nada mais é que manobra política esquerdista e não algo que tenha a ver com genuína preocupação com a comunidade LGBT. Isto é feito notório pelo facto dos grandes gayzistas ocidentais estarem totalmente silenciosos perante a genuína homofobia que existe nos países islâmicos - onde os homossexuais são publicamente enforcados por serem homossexuais.
terça-feira, 13 de março de 2012
Igreja Ortodoxa russa pede proibição de propaganda homossexual

"A obstinação das minorias sexuais e seus planos para manifestar-se de novo na frente de centros infantis demonstra como foi oportuna a aprovação da lei regional", disse Dmitry Pershin, chefe do comité de juventude da IOR, citado pela agência oficial RIA Novosti.
Pershin, que também é membro da comissão parlamentar para a família e os assuntos infantis, afirmou que "a lei deve receber um status federal o mais rápido possível, um trabalho que compete aos deputados" da Duma (Câmara Baixa do Parlamento).
O representante da IOR foi um dos analistas que participou da redação da lei aprovada na semana passada pelo governador da região de Leningrado, onde passou a ser proibida por lei a propagação de informação sobre a homossexualidade, bissexualidade, transsexualidade e a pedofilia. A lei prevê uma pena com multas administrativas que variam entre US$ 170 e US$ 17 mil.
As organizações homossexuais criticaram a lei por considerá-la uma violação da liberdade de expressão e que servirá de pretexto para continuar proibindo as manifestações de orgulho gay.
Leis similares foram aprovadas nos últimos meses nas regiões de Astrajan, Kostroma e Ryazan. A última tentativa de realizar uma passeata de orgulho gay em maio de 2011 na capital russa terminou em confrontos violentos entre activistas homossexuais e ultranacionalistas, além da detenção de dezenas de pessoas.
O Tribunal Europeu de Direitos Humanos ditou uma sentença que considera que a proibição de manifestações de orgulho gay em Moscovo em 2006, 2007 e 2008 "contradiz a Convenção Europeia de Defesa dos Direitos Humanos e das Liberdades Fundamentais".
Até 27 de maio de 1993 não havia sido abolido o artigo 121 do código penal da Rússia, que sancionava com penas de prisão as práticas homossexuais. Nesse mesmo ano também se deixou de considerar as relações entre pessoas do mesmo sexo como uma doença mental.
domingo, 22 de janeiro de 2012
Não, as coisas não vão melhorar
Borges é o segundo propagandista homossexual a tirar a sua vida nos meses recentes.Depois de 19 anos no planeta, durante os quais ele suportou níveis chocantes que ostracismo, abuso e rejeição, o cineasta gay Eric James Borges decidiu esta semana que as coisas não estavam a melhorar e como tal matou-se.
No vídeo "It Gets Better" ("Vai Melhorar"), que ele filmou há cerca de um mês atrás, Borges descreve a sua odisseia de vida através dos variados anéis dum inferno-na-Terra: foi gozado desde o jardim infantil, os seus pais tentaram levar a cabo um exorcismo nele quando souberam que ele era homossexual, foi vítima de "bullying" durante a escola secundária.
Jamey Rodemeyer, de 14 anos, não tinha muitos amigos masculinos. Passava o seu tempo com raparigas, na internet - onde celebrava o seu amor pela Lady Gaga - no Tumblr, escrevia um blogue pessoal, usava o Twitter, abriu uma conta no Formspring (arrependendo-se desse gesto mais tarde, como muitas outras pessoas) e colocava vídeos seus no YouTube.É dito com frequência que a marca da insanidade é levar a cabo os mesmos procedimentos, vez após vez, e esperar resultados distintos.Em Maio de 2011 Jamey Rodemeyer chegou a fazer um vídeo "It Gets Better", onde relata que, apesar do bullying, os seus verdadeiros amigos suportavam a sua decisão de "sair do armário" [assumir-se publicamente como homossexual].
James agradeceu à Lady Gaga por o ter ajudado a gostar mais dele mesmo.
No Domingo passado Jamey Rodemeyer foi encontrado morto perto da sua casa no que parece ter sido um suicídio.
Dado que já passaram 43 anos desde Stonewall, e a geração actual de crianças é a segunda geração sucessiva a ser submetida a indoutrinação pró-homossexualismo, anti-bullying, desde o jardim infantil até à universidade, acho que é seguro concluir que repetir insistentemente que "ser gay é ser okay" e que "a homofobia é um pecado mortal" não terá qualquer tipo de impacto na redução do suicídio entre os homossexuais.
De facto, é inteiramente possível que a propaganda infindável possa ser mais responsável por aquilo que a lésbica Ellen Degeneres descreveu como "epidemia de suicídio entre homossexuais adolescentes" do que o bullying em si.
Se a propaganda encoraja jovens instáveis a afundarem-se mais num estilo de vida depravado - estilo de vida esse há já muito tempo relacionado com várias desordens relacionadas com a saúde, incluindo a saúde mental - então essa tal propaganda está a contribuir para o aumento das taxas de suicídio e não para a sua redução.
O problema central aqui é que, ao focarem a sua atenção no bullying a que estes adolescentes homossexuais são submetidos, aqueles que querem reduzir as taxas de suicídio podem estar a ignorar o factor que causa o suicídio.
Embora seja razoável assumir que o bullying seja a causa, o falhanço da propaganda tende a sugerir que não é. Há outros grupos que de forma similar sofrem de bullying - os pequenos, os feios, os "especiais" - e estes não parecem cometer suicídio em taxas semelhantes.
Se as pessoas genuinamente querem desencorajar os jovens adolescentes de cometer o suicídio, eles tem que repensar as suas pressuposições em torno da questão, e ponderar se o suicídio dos jovens homossexuais têm aumentado ou diminuído com a sua aceitação e a visibilidade social, e se há algum tipo de relação directa entre a quantidade de bullying a que uma pessoa é sujeita com as probabilidades dela se suicidar.
Embora possa ser auto-gratificante culpar os "homofóbicos" e a sempre-insuficiente-admiração-social por tudo o que os homossexuais "sofrem", o peso das evidências observáveis actualmente não tende a indicar que haja qualquer tipo de correlação com o problema actual.
Entretanto, quem quer que esteja à frente do projecto "It Gets Better" tem que fazer um trabalho melhor na análise dos seus porta-vozes visto que, actualmente, e de modo inadvertido, esse empreendimento parece ser uma campanha em favor do suicídio de adolescentes homossexuais tirada directamente do filme Heathers.
Tudo o que falta agora é uma banda dos anos 80 a cantar "Suicídio adolescente homossexual, não o faças!"
Recrutar jovens instáveis para mentir aos adolescentes não é uma receita de longo prazo para o sucesso.
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Mais uma instância onde se vê claramente que os activistas homossexuais não se preocupam com o genuíno sofrimento de quem não é feliz na vida homossexual.
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