quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Nuno Dias, o Mentiroso

O comentador Nuno Dias fez-nos uma acusação a propósito do texto onde partilhei a denúncia de que o ateu militante inglês Peter Tatchell pretende legalizar a pedofilia. Facto que não motiva nenhum alarido junto dos ateus militantes portugueses que se fingem preocupados com o abuso de menores. Comentário de Nuno Dias:

Analisemos o que ele disse, contra o que vocês insinuam."The law on the age of consent should take into account the fact that over 50 percent of young people have their first sexual experience before they are 16. Consenting sex involving partners under 16 should not be prosecuted, providing they are of similar ages and there is no evidence of pressure, manipulation or exploitation." According to OutRage! in 2000, "A 20 year old man who has consenting gay sex with a man aged 17 is categorised as a pædophile and forced to sign the Sex Offenders' Register. In contrast, a 19 year old heterosexual man who has unlawful sexual intercourse with a girl aged 13 does not have to sign the register."

http://en.wikipedia.org/wiki/OutRage!#Age_of_consent

Sexo consentido envolvendo parceiros menores de 16 anos.

"A mentira só dura enquanto a verdade não chega."

Segundo este sujeito chamado Nuno Dias, nós mentimos neste blogue. E ele desmascarou-nos. Será?

Em primeiro lugar, a fonte dele é uma citação da wikipedia relativa à organização de Peter Tatchell. A citação que faz é de 2000, quando Tatchell conseguiu que se baixasse a idade de consentimento sexual para os 16 anos.

Já a nossa fonte, são declarações mais recentes em que Peter Tatchell volta agora a defender que se baixe mais a idade de consentimento sexual. Desta vez, para os 14 anos.

Para que o leitor não se perca:

1- Apresentámos declarações de Peter Tatchell, de 2010, para demonstrar que ele pretende legalizar a pedofilia.

2- Nuno Dias acha que mentimos e para o demonstrar cita Tatchell, em 2000, quando ele pretendia legalizar a pedofilia.

Já isto seria suficiente para demonstrar quem é o mentiroso. Aquilo que Tatchell realmente disse, e aquillo nós "insinuámos", certo?

Mesmo que, em teoria, Tatchell tivesse dito em 2000 o contrário daquilo que defendeu em 2010, isso não revelaria que mentimos ao citar aquilo que ele defende agora. Até porque não fizémos. Basta consultar os textos e fontes originais referenciados.

Mas o caso ainda se torna mais vergonhoso para o Nuno Dias. Porque entre 2000 e 2010, não há nenhuma diferença da posição do homossexual Peter Tatchell. A não ser que em 2000 ele conseguiu baixar a idade de consentimento sexual para 16, e agora propõe que se baixe para 14. Não ficaremos surpreendidos que ele daqui a dez anos proponha que se baixe para 12, e por aí fora.

Mas a maior mentira do Nuno Dias ( ou será incapacidade para ler o que cita), é insinuar que Tatchell apenas defendeu a legalização das relações sexuais entre menores. Atira-nos esperto:

"Sexo consentido envolvendo parceiros de 16 anos"

Como já vimos, agora a proposta é de 14 anos.

E não saberá ele a diferença "envolvendo" e "entre". Ou seja:

"Involving" parceiros de 16 anos,

não é o mesmo que

"Between" parceiros de 16 anos.

Mas para quê gastar latim? A própria citação do Nuno Dias desmascara-o:

"According to OutRage! (organização de Tatchell) in 2000, "A 20 year old man who has consenting gay sex with a man aged 17 is categorised as a pædophile and forced to sign the Sex Offenders' Register. In contrast, a 19 year old heterosexual man who has unlawful sexual intercourse with a girl aged 13 does not have to sign the register."

( repare-se no excelente argumento: sexo entre homens e meninas de 13 não é considerado pedofilia. Vamos lutar para que passe a ser? Não, vamos considerar isso um bom motivo para sexo entre homens e adolescentes também não seja tido como pedofilia.)

Segundo o delírio de Nuno Dias, parece que este activista gay adulto só está preocupado com a legalização dos actos sexuais entre adolescentes. Já defendeu os direitos dos adolescentes de 16 anos, e agora age preocupadíssmo com a satisfação sexual entre os de 14. Esta preocupação com o consentimento sexual não é para dar mais liberdade a pedófilos. A retórica de que as crianças têm direitos sexuais e tudo vá bem desde que aceitem livremente relacionamentos sexuais, não é para dar aos pedófilos o direito de tentarem seduzir e conquistar menores.Que o próprio texto citado por Dias refira relações sexuais entre idades diferentes, de adultos com adolescentes, também não importa.

É que ele é um mentiroso, que gosta de lançar a confusão para que depois seja o acusado a ilibar-se dos seus ataques. Para ele é fácil: lança a mentira e os outros que percam tempo a refutá-la. Mais, faz disso um modo de vida e orgulha-se publicamente da decisão. Como queremos deixá-lo satisfeito, vamos dar-lhe mais um troféu:


Nuno Dias: estás banido deste blogue!


Agora já podes contar a toda a gente que foste banido do "homossexualismo". Que tal ? Ah, escusas de responder. Tens um blogue, mete lá o teu lixo!

Casal Cristão é Proibido de Adoptar Criança ou Prestar Assistência Social Por Ser Contra a Homossexualidade


O lobby pró-sodomia continua a restringir os direitos humanos dos cristãos.

Original


Um casal cristão na Inglaterra, fez várias tentativas para prestar assistência social às crianças, mas foi bloqueada por causa de suas opiniões sobre a homossexualidade.

Eunice e Owen Johns estavam escalados para enfrentar o Supremo Tribunal, na segunda-feira, e os seus advogados dizem que o desfecho do caso poderia afetar o futuro de acolhedores cristãos e os pais adoptivos.

"Pode não ser muito cedo que as autoridades locais decidam que os Cristãos não podem cuidar de algumas das crianças mais vulneráveis na nossa sociedade, simplesmente porque eles desaprovam a homossexualidade," disse o Centro Legal Cristão, em um comunicado.

Os Johns aplicaram em 2007 para serem prestadores de cuidados temporários de crianças entre as idades de cinco e dez. Uma assistente social visita a sua casa em Derby, na Inglaterra, a cada duas semanas como parte do processo de avaliação. Durante uma das visitas, a assistente social mencionou que, se uma criança chegou da escola e disse aos pais adoptivos que ele ou ela é homossexual, os pais teriam de dizer ao filho que está tudo bem.

Eunice Johns respondeu: "Como Cristão crentes na Bíblia, eu não acho que eu possa fazer isso."

Com isso, o Conselho da cidade de Derby City suspendeu o processo de candidatura. Os Johns, em seguida, enfrentaram um grupo de pelo menos uma dúzia de pessoas e afirmaram novamente que se recusam a dizer a uma criança que está tudo bem em ser um homossexual.

"Eu disse a eles que eu sei que eles não vão me deixar adoptar ... mas não há nenhuma maneira que eu possa fazer isso como um Cristão crente na Bíblia e que eu não tenha que dizer isso," disse ela.

Uma semana depois, o casal recebeu uma carta do conselho dizendo "obrigado por retirar sua candidatura."

O Centro Legal Cristão apontou a ironia na matéria em que os Johns serviram anteriormente como pais adoptivos para o município Derby mesmo por cerca de 12 anos.

"Os Johns são um casal cristão amoroso, que no passado, e no futuro, darão uma casa maravilhosa para uma criança vulnerável," disse Andrea Minichiello-Williams, diretora do centro, de acordo com Telegraph UK.

O Conselho da cidade de Derby reintegrou pedido do casal e foram convidados pelo Centro Legal Cristão para clarificar a sua política sobre a adequação das famílias de acolhimento, com as visões tradicionais sobre ética sexual. O painel de aprovação do Conselho falharam em tomar uma decisão final sobre o pedido dos Johns.

Como o caso enfrenta o Tribunal Superior, o Centro Legal Cristão diz: "este é um processo vital para a liberdade cristã."

"O município tem a obrigação de respeitar as crenças religiosas dos Johns, mas também para cumprir a lei da igualdade, que proíbe a discriminação por orientação sexual. O caso vai decidir se os Johns serão capazes de promover, sem comprometer suas crenças," explicou o centro.

O Novo Ato de Igualdade do Reino Unido entrou em vigor no mês passado. A lei consolida nove peças de legislação de anti-discriminação em um estatuto e abrange áreas como pagar, género, deficiência, religião e crença. A nova lei visa impedir a discriminação de uma ampla gama de sectores, incluindo o local de trabalho, educação e serviços.

Fonte: Christian Post
Via: Libertos do Opressor

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Promover a Sodomia para Lutar contra SIDA

Texto originalmente publicado no blogue Paio Com Ervilhas, a 14 de Janeiro de 2010


O tentáculo vai-se alastrando: agora o contribuinte, através o Ministério da Saúde, do Alto Comissariado da Saúde e da Coordenação Nacional para a Infecção VIH/SIDA, paga o incentivo público a práticas homossexuais.

Se já era estúpido fazer campanhas pela luta contra a SIDA incentivando comportamentos de risco heterossexuais em videos onde a mensagem principal é "olha para estas pessoas tão modernas e sofisticadas, elas fazem sempre o que lhes apetece, desde que usem preservativo", alargar a estupidez aos actos homossexuais é ainda mais criminoso e nojento.

No primeiro video parece que a prevenção faz parte da rotina do Francisco e do Pedro.

E que hábito saudável é que também fará parte dessa rotina entre dois homens, que o video não conta, e que torna necessário o uso do preservativo?!




No outro dizem-nos "às vezes o inesperado acontece, esteja sempre prevenido", mas...que inesperado será esse? Será assim uma coisa tão inesperada, um homem entrar num carro com outro e inesperadamente precisar de utilizar preservativos?!





Preparemo-nos para o pior, porque o próximo passo é ensinar nas escolas pagas pelo contribuintes, aos filhos do contribuintes, que são normais, naturais, saudáveis ou mesmo fundamentais para o equilíbrio afectivo-emocional de certas pessoas, as práticas homossexuais nojentas que as duas excelentes produções acima não podiam dizer quais são, sob pena de se tornar ainda mais evidente a contradição de pretender lutar-se contra a SIDA enquanto se incentiva, banaliza e caracteriza como romântica e aventureira a sodomia. Na prática, é isso que o contribuinte está a pagar.


A tal ignomínia, há quem chame progresso!

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

União Europeia desencadeia revolta ao financiar grupos homossexuais na República dos Camarões

Esta notícia revela bem como o lobby homossexualista não tem o mínimo respeito pela lei internacional. Se fosse uma organização cristã a fazer enviar informação médica contra a homossexualidade, o lobby homossexual chama a isso de "discurso ódio", mas interferir com as leis locais como forma de avançar com a sodomia pelos vistos já é perfeitamente aceitável.

CAMARÕES, 21 de janeiro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Autoridades governamentais e organizações civis na nação africana de Camarões estão denunciando uma decisão tomada pela União Europeia de enviar mais de 300.000 euros para três organizações locais que trabalham contra as leis anti-sodomia da nação.
A sodomia homossexual é ilegal em Camarões e acarreta uma sentença máxima de cinco anos de prisão.
Em 13 de janeiro, o ministro das Relações Exteriores de Camarões, Henri Eyebe Ayissi, se encontrou com o representante da União Europeia, Raoul Mateus Paula, para expressar a “desaprovação do governo [a esse] financiamento”.
“O povo de Camarões não está pronto nem disposto a ir na direção da evolução dessas práticas em seu território”, Ayissi disse no jornal Cameroon Tribune.
Muitas organizações estudantis e juvenis estão também protestando contra a decisão, chamando-a de um ataque contra a soberania da nação. Elas estão exigindo que o dinheiro seja impedido de chegar aos grupos que estão promovendo a prática insalubre da sodomia e estão pedindo para que a população proteste contra a União Europeia.
“As autoridades de Camarões deveriam interceptar esses subsídios ilegais que aliás constituem uma grave intromissão na soberania de Camarões”, escreveu Sismondi Barlev Bidjocka, porta-voz da organização “Jovens de Camarões”. “Convoco a Assembleia dos Jovens de Camarões a liderar uma campanha no começo do ano escolar em favor da conscientização contra a gangrena da homossexualidade nas escolas secundárias”, acrescentou ele.
Em anos recentes, Camarões também vem sendo atacado pelo Comitê de Direitos Humanos da ONU, o qual está pressionando a nação a legalizar a sodomia, embora os acordos de direitos humanos não reconheçam a prática como um “direito”.
A nação está também sob pressão de autoridades da ONU para descriminalizar o aborto. Quando foi repreendido por um comitê da ONU em 2009 pelas leis do país que proíbem o assassinato de bebês em gestação, o governo de Camarões revidou imediatamente com uma resposta denunciando a tendência de elevar o aborto, que Camarões chamou de “assassinato”, “ao nível de um direito e dignidade”.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Pedofilia, um Ideal Respeitável

Ludwig Krippahl choramingava assim há tempos no seu blogue, sobre os casos de ocultação dos crimes de pedofilia na Igreja Católica:

"Se querem saber porque é que os ateus perdem tanto tempo a falar de religião têm aqui um bom exemplo daquilo que nos preocupa."

Foi então levantada uma questão factual sobre a afirmação acima pelo Mats:

"Se fosse isso, então haveria a mesma preocupação com organizações que tentam legalizar a pedofilia (grupos homossexuais). Como os ateus não se preocupam com esses grupos, o cristão pode inferir que isto é só uma auto-justificação."

O Mats tinha-se referido anteriormente ao partido pedófilo holandês. Um membro da claque do krippahlismo-tretismo, Barba Rija, responde-lhe nestes termos:

"Mats, a tua insinuação de que os homossexuais são pedófilos revela a tua homofobia nojenta."
Não houve nenhuma insinuação como vimos. O Mats afirmou que grupos homossexuais tentam legalizar a pedofilia. Isso é um facto; não uma insinuação de que todos os homossexuais sejam pedófilos. Disse ainda o Barba Rija:

"Mas concordo contigo na perplexidade perante a criação de tal partido.
Não façamos é uma tempestade num copo de água. Aquilo que tu vês é uma sociedade decadente, o que eu vejo é uma sociedade sem tabus a discutir as questões que importam aos seus cidadãos, por mais idiotas que sejam. Tenho confiança no bom senso dos cidadãos para que as políticas desta gente sejam sempre repudiadas. "



Quando li o que está acima a negrito, pensei que estar perante um caso isolado de estupidez como nunca vira no Ktreta. Mas aqui ficam mais excertos horripilantes que se seguiram sobre o assunto da pedofilia, escritos por alguém que aparentemente também condena essa prática mas que, afinal, até nem se importam que ela vá a votos. Parecendo inventadas, as citações abaixo fazem mesmo parte de um diálogo que então se desenrolou entre alguns crocodilos, Mats e eu próprio.
Sobre a legitimidade dos pedófilos para se organizarem em partidos com vista a defenderem a legalização da pedofilia, Ludwig Kripphal pensa assim:

"Uma organização que dentro da lei se manifeste a favor de um ideal é aceitável. Podemos não concordar com o que defendem, mas a ideia da democracia e liberdade de expressão não pode ser permitir apenas aquilo com o qual concordamos."
Repita-se, tolerar a pedofilia enquanto "ideal", pelo qual uma organização deve ter o direito de lutar, é aceitável, segundo este hipócrita sem vergonha na cara.

"Abusar de crianças (qualquer que seja o seu sexo) está errado. Mas formar um partido a dizer que querem diminuir para 12 anos a idade de consentimento para ter relações sexuais não é algo que mereça ser proibido por si."
Ou seja: pedófilos, o que vocês querem fazer ou já fizeram é errado; mas podem formar partidos que lutem para que um dia o possam fazer legalmente. A esquizofrénica imbecilidade no seu esplendor.

"Se disser só "discordo, e quero que isso vá a votos", reconheço-lhe esse direito. Voto contra, mas não o quero preso por isso."
Muita estupidez e ingenuidade existem na mente de quem diz tal coisa. Não existe direito MORAL de votar a pedofilia! Imaginar apenas essa possibilidade tira o sono a qualquer pai ou mãe decentes. Eu não votaria contra, destruiria a mesa de voto da minha freguesia ao pontapé! Um pedófilo que, em vez de procurar ajuda psiquiátrica, queira lutar pela legalização da pedofilia, deve apanhar prisão perpétua. No mínimo! É um perigo público e um antissocial assumido, a sua vontade é instaurar a destruição generalizada de vidas inocentes. Terroristas devem ser reprimidos, não protegidos.

"Uma coisa é defender que as pessoas não sejam presas só por exprimir ideias com as quais discordamos. Outra coisa bem diferente é que não sejam presas por violar crianças."
Chamam alguns à luta pela legalização da pedofilia "ideia com a qual discordamos", chamam outros à noção de que pedófilos têm de ser presos, a mesma coisa: "ideia com a qual discordamos". Quem está errado ou certo, se se começar por admitir que a questão pode ser votada, e que os dois lados têm os mesmos direitos de se exprimir? O relativismo moral é mesmo uma cobardia intelectual nojenta!

"Infelizmente, há por aí muitas crianças que sentiram na pele uma grande diferença entre a violação e a formação de partidos políticos..."
O tipo quer condenar apenas o acto, já que na sua cabeça, a intenção não causa sofrimento às crianças. Não saberá ele que todo o acto pedófilo só pode ser intencional, que sem intenção ele não se concretizaria?! É na intenção, que seria protegida e tolerada a um ponto vergonhoso permitindo-se partidos pedófilos ( o que já sucedeu em alguns sítios); que reside todo o problema. Alguém que lute por legalizar a pedofilia, é alguém que já teve ou quer ter actos pedófilos. Vamos dizer aos tarados da nossa sociedade que eles têm o direito de tentar violar os nossos filhos sob protecção da lei? Que abominação!

"O PPM foi fundado para promover a reinstauração da monarquia em Portugal.Acham que a fundação desse partido é exactamente igual a um golpe de estado para derrubar a república e instaurar uma monarquia?Acham que, por ser a monarquia inconstitucional, todos os afiliados do PPM devem ser presos?Se responderam não a essas duas perguntas sugiro que pensem um bocadinho. Não muito, não vão torcer alguma coisa. Mas um bocadinho."
Só uma mente moralmente vegetativa compararia estas situações. É claro que os militantes monárquicos não devem ser presos, pois a monarquia é um regime constitucional moralmente aceitável. Os monárquicos portugueses não pretendem instaurar nenhuma ditadura, apartheid, escravatura ou expulsão de legítimos cidadãos do território. Também não pretendem legalizar a pedofilia, o que faz toda a diferença! Mais, um partido monárquico não pretende necessariamente levar a cabo um golpe de estado (simplesmente pede a possibilidade constitucional do povo escolher o tipo de regime); ao contrário do pedófilo militante que necessariamente terá a intenção de violar crianças! Pior, mesmo que alguém queira elaborar golpes de estado, estes podem ser moralmente legítimos, se for para acabar com um regime que tolere a pedofilia por exemplo; enquanto a pedofilia é sempre imoral!


Eu condeno os padres pedófilos, mas não condeno a organização chamada Igreja Católica. Esta nunca defendeu que a pedofilia era um assunto discutível ou que os pedófilos têm o direito de lutar pela legalização democrática das suas taras. Aos anti-católicos que no seu íntimo se alegram com o facto de padres terem violado crianças, por julgarem ter agora armas de arremesso poderosíssimas contra a Religião e crença em Deus; e depois dizem que os partidos pedófilos têm o direito de se exprimir e lutar pela legalização da pedofilia; a esses sim, considero-os cúmplices morais com a pedofilia. Enquanto uns atacam o problema e tentam limpar o mal das suas próprias casas, há cobardes que dariam a possibilidade aos que querem banalizar e legalizar a pedofilia de defenderem o seu "ideal". É o caso deste Ludwig Kripphal.


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