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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Hillary: "todos os países precisam aprovar leis de direitos civis para os indivíduos LGBT, mesmo quando essas leis ofendem a maioria"

Se dúvidas existissem em torno da natureza fascista do movimento homossexual, Hillary Clinton dissipou-as.
Na terça-feira, Clinton disse que a promoção da aceitação mundial de “gays, lésbicas, bissexuais e transgéneros” é um “dos últimos desafios de direitos humanos de nossa época”, comparando com as campanhas para acabar com a discriminação racial, sexual ou religiosa.
É escusado tentar fazer a pessoas como a Hillary Clinton que raça e comportamento sexual são esferas distintas. No entanto, as pessoas que lêem as suas palavras tem que saber isso mesmo: ninguém nasce homossexual, transgénero, bissexual, trissexual, tetrassexual ou outra coisa qualquer.

Nós nascemos macho ou fêmea; branco, ou preto, ou chinês, loiro ou ruivo, olhos grandes ou olhos pequenos, etc, etc. Isto são características inatas ao ser humano e não comportamentos que são adquiridos mais tarde.

Ela comentou que talvez a “questão mais desafiante surge quando as pessoas citam valores religiosos ou culturais como motivo para violar ou não proteger os direitos humanos de cidadãos LGBT”. Essas objecções, disse ela, “não são diferentes da justificativa oferecida para práticas violentas para com mulheres como assassinatos de honra, queimar viúvas ou mutilação genital feminina”.
Repare-se que os exemplos que esta esquerdista usou ocorrem predominantemente nos países islâmicos. Se isto é assim, porque é que quando ela viaja para esses países não trata de levantar estas questões?
Ela declarou que as “opiniões mundiais estão ainda em fase de evolução” acerca da homossexualidade assim como ocorreu com a questão da escravidão, e “o que outrora era justificado como sancionado por Deus é agora correctamente vilipendiado como violação irracional dos direitos humanos”.
Ou seja, como no passado ERRADAMENTE se apelou a "Deus" para justificar a escravatura racial, então TUDO aquilo que as pessoas defendem com apelo a Deus está igualmente errado.

Esta é a "lógica esquerdista". Não lhe passa pela cabeça que a veracidade duma posição não depende da falta de veracidade da outra. Ambas têm que estar erradas apenas e só porque a segunda interessa aos esquerdistas.

Outra coisa que convém ressalvar é que nos EUA, o partido que defendeu a escravatura com unhas e dentes foi o partido da Hillary Clinton, o partido democrata.

“Em cada um desses casos, acabamos aprendendo que nenhuma prática ou tradição [religiosa] é mais importante do que os direitos humanos que pertencem a todos nós”, disse ela.
Ou seja, NADA do que é suportado com apelo a Deus é válido; apenas o "direitos humanos" que a Hillary diz que defende é que são válidos. Notaram o fascismo?

A Hillary tem que explicar também o porquê dela pensar que os direitos humanos "pertencem a todos nós". Se Deus não existe, quem disse que os seres humanos possuem direitos inatos?

Ela insistiu em que a ONU tem a obrigação de se opor a todas as formas de violações de direitos humanos contra os homossexuais e transgéneros, desde a execução e desterro até a criminalização da “condição ou conduta” LGBT,
Feito por países muçulmanos, os mesmos que a Hillary nunca menciona.
Clinton disse que as noções de que “os gays são pedófilos, de que a homossexualidade é uma doença que se pode apanhar ou curar, ou de que os gays recrutam outros para se tornarem gays” são “simplesmente mentiras”.
Primeiro, ninguém diz que os homossexuais são pedófilos. O que se diz é que os homossexuais estão desproporcionalmente representados nos casos de pedofilia.

Segundo, é possível abandonar o estilo de vida homossexual.

Terceiro, os próprios homossexuais afirmam que querem recrutar outros para o seu estilo de vida.

A secretária de Estado acrescentou que todos os países precisam aprovar leis de direitos civis para os indivíduos LGBT, mesmo quando essas leis ofendem a maioria dos cidadãos de um país.

“Liderança, por definição, significa assumir posturas diante de seu povo quando necessário”, disse Clinton. “Cada um de nós é livre para crer no que escolher… Mas o progresso só vem quando as leis são mudadas”.

Repararam no fascismo sodomita? Ela diz que a agenda homossexual tem que avançar MESMO QUE SEJA CONTRA A VONTADE DA MAIORIA. Ou seja, o que a maioria pensa, para a esquerdista Hillary Clinton é irrelevante.

O mais importante para ela é avançar com a sua ideologia, mesmo que para isso tenha que passar por cima dos direitos humanos da maioria - os mesmos direitos que algumas linhas acima ela disse que queria promover.

E para informação da Hillary, liderança não significa ignorar a vontade da maioria.

O discurso apresentou cinco argumentos de que os direitos LGBT não são diferentes dos direitos humanos
São sim.
de que a homossexualidade não é exclusivamente ocidental
Ninguém disse que era, mas ela age como se fosse visto que, quando se encontra nos países islâmicos, estes assuntos não são abordados.
de que a religião não é uma defesa válida
Não apresentou nenhum motivo válido para esta posição.
de que não existe nenhum argumento sério contra a conduta sexual pública
Quem é que define o que é um "argumento sério"?
e de que todos os seres humanos têm de fazer sua parte para avançar direitos para os indivíduos LGBT.
Quer eles queiram, quer eles não queiram. A Hillary decidiu que o que a maioria pensa é irrelevante, e o que realmente importa é a agenda esquerdista/homossexual. Como tal, todos nós temos que celebrar a sodomia, mesmo que isso seja repugnante para nós.
A nova iniciativa é apenas a mais recente de uma série de medidas que o governo de Obama vem adoptando para promover, com pressões, os direitos homossexuais em outros países.
Excepto nos países islâmicos. Nesses países o Obama nem se atreve a iniciar debates e discussões em torno do "tratamento dado aos homossexuais" porque os islâmicos não lhe darão qualquer margem de manobra.

Como tal, Obama vira-se para os países africanos (Cristãos), onde ele pensa ser mais fácil impor a agenda sodomita.

Claro que isto é só fachada uma vez que Obama não preocupa minimamente com o que acontece com os homossexuais. Para ele, o importante é avançar com a sua agenda política e manter as alianças estratégicas com o bloco islâmico. Para quê danificar essas parcerias mencionando os homossexuais?

No ocidente, onde os islamitas são (por enquanto) uma minoria, e os Cristãos são uma maioria, Obama já se sente confortável para avançar com a agenda sodomita.

Mas, como dito em cima, é só uma jogada táctica até que a cultura Crista seja destruída. Depois disso, os esquerdistas vão-se ver livres dessa aliança com o lobby gay, tal como as ditaduras esquerdistas do passado ignoravam por completo os "direitos dos homossexuais".

Quantas paradas gay há na Coreia do Norte? Quantas paradas gay havia na URSS? Quantas paradas homossexuais há no Zimbabwe do socialista Mugabe?

Os representantes dos EUA na ONU avançaram uma medida se opondo à criminalização da homossexualidade no Conselho de Direitos Humanos da ONU em março que ganhou o apoio de 85 nações.
Para horror do lobby gay, a ONU é dominada por muçulmanos e africanos. Tradicionalmente, estes dois blocos têm um nojo incrível à sodomia. Como tal, os esquerdistas que apoiam o avanço da causa islâmica no mundo estão a avançar com a agenda dum dos blocos mais anti-sodomia do mundo.

A ironia é gritante.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Países africanos revoltam-se contra o imperialismo sodomita britânico


O presidente do Gana lidera a investida à medida que vários países africanos se mostram firmes em relação à ameaça britânica de suspender a ajuda económica a países que consideram os actos homossexuais ilegais.

Na altura, quando este tipo de notícia foi veiculada percebeu-se logo que os países ocidentais não tinham em vista os países árabes e islâmicos (onde os homossexuais são com frequência executados em público) mas sim os países africanos. Estes países africanos são, na maioria, países que estiveram sob o império britânico, e como tal, possuem uma cultura mais Cristã que os países islâmicos.

O imperialista David Cameron sente-se mais à vontade em forçar a homossexualidade aos países africanos do que aos países árabes.

O presidente do Gana John Atta Mills, numa declaração oficial, diz:

Eu, como presidente desta nação, nunca irei dar início a manobras que visem legalizar a homossexualidade no Gana.
David Cameron, falando no programa de Andrew Marr em Perth durante a sua estadia na Austrália, disse:
A ajuda britânica tem que ter alguns fios agarrados. Nós somos uns dos principais países do mundo quando se trata de ajuda humanitária, e como tal, queremos ver os países que recebem a nossa ajuda a aderir às convenções em torno dos direitos humanos. Isto inclui a forma como as pessoas tratam os homossexuais e as lésbicas.
Cameron esqueceu-se no entanto, de dizer que parte da Declaração dos Direitos Humanos fala nos "direitos" que são adquiridos mal alguém passe a levar a cabo actos homossexuais.

O presidente ganês John Mills respondeu a Cameron e disse que ele não tem o direito de tentar alterar a cultura e os valores morais do Gana:

Ninguém pode negar ao PM Cameron o direito de levar a cabo políticas ou tomar iniciativas que sejam um reflexo das normas sociais mantidas por ele.

Mas ele não tem o direito de intervir em nações soberanas em relação à forma como eles devem agir, especialmente onde as normais sociais e os ideiais são distintos daqueles que existem na sociedade do PM Cameron.

Embora nós reconheçamos a assistência financeira e todo o apoio humanitário que nos foi dado por parte dos nossos parceiros em desenvolvimento, nós não aceitaremos qualquer tipo de ajuda que tenha "cordas agarradas" a ela se essa ajuda não estiver de acordo com os nossos interesses, ou se a implementação - ou a utilização - de tal ajuda-com-cordas-agarradas for piorar o nosso sofrimento como nação, ou destruir a mesma sociedade que nós queremos melhorar com a tal ajuda financeira.

A porta-voz do governo do Malawi, Patricia Kaliati disse que era um "infortúnio" que a Grã-Bretanha esteja a considerar "cordas pró-homossexualismo" na sua ajuda financeira, acrescentando que os actos homossexuais são ilegais no Malawi. Ela ressalvou também que tais leis são um legado britânico.

Os representantes do Uganda, Tanzânia e Zanzibar afinam pelo mesmo diapasão e mostram-se profundamente ofendidos pela atitude imperialista britânica. John Nagenda do Uganda disse que os ugandeses "estavam cansados deste sermões" e que "não deveriam ser tratados como crianças".

Se bem se lembram, o Uganda é um país soberano, cansado de receber este tipo de sermões. Se querem suspender o seu dinheiro, então que seja.
Bernard Membe da Tanzânia disse:
A Tanzânia nunca irá aceitar a proposta de Cameron uma vez que nós temos os nossos valores morais. A homossexualidade não faz parte da nossa cultura e como tal, nunca iremos legalizá-la.

Estamos prontos a terminar os nossos laços diplomáticos com a Grã-Bretanha se esta impuser condições que joguem em favor da legalização da homossexualidade.

Somos guiados pela nossa tradição. Temos famílias compostas por uma mãe, um pai e os filhos. O que Cameron está a fazer pode levar ao colapso da Commonwealth.

Zanzibar fez ouvir a sua insatisfação pelo jogo pró-sodomia que Cameron quer levar a cabo:
Temos uma forte cultura islâmica e zanzibari que despreza as actividades gay e lésbicas. A todos aqueles que nos dizem que o apoio ao nosso desenvolvimento depende da nossa aceitação destas prácticas, nós respondemos "Não".
Presidente ganês John Evans Atta Mills - anti-imperialista.

Portanto, ou os países africanos legalizam o uso do ânus como órgão sexual, ou os países ocidentais deixam-nos morrer à fome.

O governo de Obama bem como o governo inglês dão ajuda financeira a países islâmicos mundialmente conhecidos por violarem os VERDADEIROS direitos humanos (liberdade de religião, liberdade de expressão). No entanto, estes dois países não querem dar ajuda financeira a países pobres pelo facto destes criminalizarem os actos homossexuais (e não os homossexuais).

Por aqui se vê que, para o esquerdume político, é mais importante um país aceitar a sodomia como práctica sexual normal do que ter o que comer.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Previsivelmente, muçulmanos e africanos não aprovam o criação de "direitos" com base em vícios sexuais

Sem dúvida que uma delegação da Stonewall (organização sodomita inglesa) vai a caminho de África e dos países muçulmanos para lhes explicar como faz todo o sentido conferir "direitos humanos" a pessoas que se deixaram agarrar pelo vício da homossexualidade.


Estes "laicos" realmente pensam que todo o mundo tem que aceitar o que eles chamam de "normal". Pelos vistos esquecem-se que a esmagadora maioria da população mundial não quer ter nada a ver com a homossexualidade.

Pior, as pessoas no ocidente que alegadamente "protegem" os homossexuais, só o fazem por motivos tácticos (como se pode vêr nesta notícia). Quando o movimento homossexual chocar com o marxismo cultural - como invariavelmente vai acontecer - as mesmas pessoas que hoje dão palmadas nas costas dos homossexuais vão-se libertar deles o mais depressa possível.

O avanço do homossexualismo está a ser feito pelos esquerdistas não porque eles considerem essa práctica como algo positivo, mas sim pela sua utilidade na luta contra o Cristianismo (destruição do casamento e dos valores tradicionais).

É devido a isso que uma minoria ínfima como os homossexuais pode ter tanta influência nas leis dum país. Apesar de serem muito poucos (menos de 3%?) eles têm do seu lado toda a esquerda política bem, como uma larga percentagem da "direita".

Assumindo esta posição como plataforma segura para avançar com a sua agenda, o lobby sodomita quer usar a ONU para atingir os seus objectivos.

No entanto, a julgar pelo vídeo, os seus planos não parecem estar a receber muito boa aceitação. Tal como dito em cima, o mundo não ocidental tem coisas mais importantes a pensar do que a criação de "direitos humanos" com base em preferências sexuais.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

União Europeia desencadeia revolta ao financiar grupos homossexuais na República dos Camarões

Esta notícia revela bem como o lobby homossexualista não tem o mínimo respeito pela lei internacional. Se fosse uma organização cristã a fazer enviar informação médica contra a homossexualidade, o lobby homossexual chama a isso de "discurso ódio", mas interferir com as leis locais como forma de avançar com a sodomia pelos vistos já é perfeitamente aceitável.

CAMARÕES, 21 de janeiro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Autoridades governamentais e organizações civis na nação africana de Camarões estão denunciando uma decisão tomada pela União Europeia de enviar mais de 300.000 euros para três organizações locais que trabalham contra as leis anti-sodomia da nação.
A sodomia homossexual é ilegal em Camarões e acarreta uma sentença máxima de cinco anos de prisão.
Em 13 de janeiro, o ministro das Relações Exteriores de Camarões, Henri Eyebe Ayissi, se encontrou com o representante da União Europeia, Raoul Mateus Paula, para expressar a “desaprovação do governo [a esse] financiamento”.
“O povo de Camarões não está pronto nem disposto a ir na direção da evolução dessas práticas em seu território”, Ayissi disse no jornal Cameroon Tribune.
Muitas organizações estudantis e juvenis estão também protestando contra a decisão, chamando-a de um ataque contra a soberania da nação. Elas estão exigindo que o dinheiro seja impedido de chegar aos grupos que estão promovendo a prática insalubre da sodomia e estão pedindo para que a população proteste contra a União Europeia.
“As autoridades de Camarões deveriam interceptar esses subsídios ilegais que aliás constituem uma grave intromissão na soberania de Camarões”, escreveu Sismondi Barlev Bidjocka, porta-voz da organização “Jovens de Camarões”. “Convoco a Assembleia dos Jovens de Camarões a liderar uma campanha no começo do ano escolar em favor da conscientização contra a gangrena da homossexualidade nas escolas secundárias”, acrescentou ele.
Em anos recentes, Camarões também vem sendo atacado pelo Comitê de Direitos Humanos da ONU, o qual está pressionando a nação a legalizar a sodomia, embora os acordos de direitos humanos não reconheçam a prática como um “direito”.
A nação está também sob pressão de autoridades da ONU para descriminalizar o aborto. Quando foi repreendido por um comitê da ONU em 2009 pelas leis do país que proíbem o assassinato de bebês em gestação, o governo de Camarões revidou imediatamente com uma resposta denunciando a tendência de elevar o aborto, que Camarões chamou de “assassinato”, “ao nível de um direito e dignidade”.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Uganda: Evangélico fanático por trás da morte de activista homossexual

O post colocado no blog "Darwinismo" com o título "Morte de homossexual ugandês atribuida ao “discurso ódio” de evangélicos" gerou as reacções previsíveis:
"Pensas é que as campanhas homofóbicas dos Evangélicos americanos nada tem a ver com isto e que isto é reflexo apenas duma mentalidade africana homofóbica, machista, poligámica e animista e com muita feitiçaria à mistura." (João Melo)
Aparentemente foram os evangélicos que mataram o activista homossexual. E evangélicos americanos, ainda por cima.

Mas o comentário mais directo foi sem dúvida o do nosso sempre-pronto-a-descobrir-fanáticos Nuno Dias:

qual o motivo de estas pessoas terem sido mortas que não fosse o fanatismo religioso?
Infelizmente para o Nuno, para o João Melo e para todos os que erradamente queriam acusar os evangélicos (ou os "fanáticos", como lhes chama o Nuno - sem no entanto definir o que é um "fanático"), o assassino foi descoberto.
[N]a quarta-feira a polícia prendeu um homem de nome Nsubuga Enock que dizem era um dos parceiros sexuais de Kato e que havia confessado ter cometido o assassinato.
Ai está o teu "fanático", Nuno. Ai está o teu africano "homofóbico, machista, polígamo e animista", João Melo: o parceiro sexual do David Kato.

Pergunta curiosa: qual é a orientação sexual de homens que tem relações sexuais com outros homens de livre vontade? Se é o que eu penso que é, será que isto quer dizer que o David Kato foi morto por outro homossexual? Mas...mas....e os evangélicos?!! E os "fanáticos?!!" Será que eles não tem culpa nenhum nisto tudo?

Eis a notícia:

KAMPALA, Uganda, 4 de fevereiro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Depois do assassinato brutal do ativista gay ugandense David Kato na semana passada, os meios de comunicação, os ativistas homossexuais e os grupos de direitos humanos afirmaram que o assassinato foi consequência dos sentimentos anti-homossexualismo de Uganda.

Contudo, na quarta-feira a polícia prendeu um homem de nome Nsubuga Enock que dizem era um dos parceiros sexuais de Kato e que havia confessado ter cometido o assassinato.

De acordo com o superintendente da polícia Kale Kayihura, o suspeito disse que “havia negociado com o morto para ser pago em dinheiro para ser usado como um parceiro sexual”.

Ele disse que o homem então fez sexo, mas Kato não pagou. “No dia seguinte, Nsubuga confessa que pegou um martelo que estava no banheiro e bateu na cabeça dele”, disse Kayihura.

“Não há nada concreto que indique que Nsubuga tivesse sido motivado por ódio, embora não estejamos descartando isso”.

Se o assassino tivesse sido um "cristão", o ódio seria a primeira motivação citada. Como foi assassinado por um homossexual, então "não há nada concreto que indique" que o ódio tenha sido factor determinante.
Kato foi assassinado em 24 de janeiro. Os meios de comunicação e os ativistas gays do mundo inteiro imediatamente denunciaram a morte dele como um ataque direto à postura homossexual dele e Kato está sendo descrito como um ativista herói e “modelo”.
Aqui concordo com os homossexualistas: foi a sua "postura homossexual" (busca de sexo com outros homens) que lhe causou a morte. Se ele não tivesse buscado sexo com este homem, provavelmente ainda estaria vivo.
A entidade Human Rights Watch (Vigilância dos Direitos Humanos), cuja sede está em Nova Iorque, divulgou uma declaração na quinta-feira passada exigindo uma investigação minuciosa do caso.
Algo me diz que não vão gostar do resultado da investigação.
“A morte de Kato é uma perda trágica para a comunidade de direitos humanos”
A morte de Kato é uma tragédia, quer ele estivesse envolvido nos "direitos humanos" ou não. O lobby homossexualista não se preocupa com o homem mas sim com o uso que podem fazer com a sua trágica morte. Agora que se sabe que ele foi morto por outro homossexual, não creio que esta organização divulgue muitos mais anúncios.
“David havia enfrentado corajosamente as crescentes ameaças aos indivíduos LGBT ugandenses e nós sentiremos muita falta dele”.
Aparentemente ele tinha o seu foco no lado errado. A pessoa que acabou por lhe matar era da sua própria comunidade sexual.
Os jornais da América do Norte na semana passada criticaram cruelmente Uganda como um país “profundamente” anti-homossexual e citou o envolvimento famoso de Kato com grupos homossexuais como o motivo para o assassinato.
Sim, foi o envolvimento de Kato com homossexuais que lhe causou a morte, mas não da forma que os jornais esquerdistas americanos esperavam.
De acordo com as reportagens deles, Kato recebeu “muitas ameaças de morte” durante os últimos meses depois que ele, junto com outros ativistas homossexuais, foi “tirado do armário” num jornal que publicou sua foto.
De acordo com as reportagens de quem?

Um homem morreu e isso em si é uma tragédia. Não interessa a cor, a etnia, o estatuto social ou a orientação sexual: nada justificava a morte de David Kato. O homossexual que o matou vai ser alvo do rigor da lei.

A única razão (ou a maior razão) pelo qual nós sabemos do nome de David Kato (e nada sabemos sobre as muitas outras pessoas que diariamente morrem no Uganda) é porque o lobby homossexual do Ocidente queria usar a sua morte para gerar mais simpatia pelo movimento sodomita. Este tipo de lógica já foi usado no passado com a morte de Matthew Shepard:

Six years ago, on a cold October night on the outskirts of Laramie, Wyo., 21-year-old gay college student Matthew Shepard was brutally beaten, tied to a fence and left for dead. He was found 18 hours later and rushed to the hospital, where he lingered on the edge of death for nearly five days before succumbing to his injuries.

The story garnered national attention when the attack was characterized as a hate crime. But Shepard's killers, in their first interview since their convictions, tell "20/20's" Elizabeth Vargas that money and drugs motivated their actions that night, not hatred of gays.

Ou seja um rapaz homossexual morreu, e o lobby usou a sua morte para gerar simpatia. A situação com Kato parecia desenvolver-se nesse sentido, mas aparentemente não houve sentimento anti-homossexual no assassínio.

Será que os esquerdistas que atacaram os cristãos irão admitir o erro?

Ficamos à espera.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Morte de homossexual ugandês atribuida ao "discurso ódio" de evangélicos

É-nos informado:
A morte de Kato está a ser associada às palavras de ódio por parte de evangélicos Americanos uma vez que estes lutaram publicamente contra a homossexualidade e os direitos dos homossexuais.
Ainda não foi bem esclarecido quais são os "direitos" de quem resolve inserir os seus apêndices reprodutores na parte final do sistema digestivo de outro homem.
Durante os últimos anos, a homofobia alastrou-se por toda a África, mas especialmente no Uganda onde uma controversa lei anti-homossexualidade propôs a pena de morte para alguns homossexuais.
Curioso que os esquerdistas internacionais estejam tão focados no que se passa em África (chegando ao ponto de interferir com as leis locais como forma de avançar com a "preciosa" sodomia) mas estão totalmente imobilizados com os enforcamentos que se verificam nos países islâmicos.

Reparem também que a lei é contra comportamentos e não contra pessoas. Para se vêr a distinção imaginem o seguinte cenário:

Um homem aproxima-se da entrada de um café com um cigarro na mão e tenciona entrar. Quando já está muito próximo da entrada principal um dos funcionários aproxima-se dele e de forma simpática diz-lhe que é proibido fumar enquanto aponta para o sinal "No Smoking". O cliente pede desculpa, apaga o cigarro e depois entra.

O homem era tão fumador antes de entrar tal como o era depois de entrar, mas como a lei está focada num comportamento (fumar) e não naquilo que a pessoa é (fumador), o cliente pôde entrar livremente no café.

O mesmo se passa com as leis que os africanos tem contra a homossexualidade. O seu foco é contra aqueles que exercitam um comportamento que eles consideram nojento e desprezível, e não contra a pessoa que afirma gostar de tais comportamentos.

O que normalmente se passa é que os esquerdistas confundem "rejeição de um comportamento" com a "rejeição da pessoa que exibe preferência por tal comportamento". Eles fazem isto porque ninguém quer ser chamado de "preconceituoso" quando de outras pessoas se trata. Por isso confundem as duas como se fosse a mesma coisa.

Nós podemos ser contra comportamentos sem ser contra a pessoa, mas os esquerdistas não aceitam isso quando se tratam de comportamentos que eles aprovam.

As evidências sugerem que os evangélicos americanos estiveram envolvidos na composição da tal lei. Em Março de 2009 um evangelista com o nome de organizou uma conferência anti-gay em Kampala. Poucos dias depois, David Bahati, um legislador e amigo pessoal de Lively, introduziu a proposta de lei no Parlamento.
O facto de que o desprezo pelo comportamento homossexual ser normal entre os africanos parece ser um dado ignorado pelos esquerdistas. Não era necessário os evangélicos "trazer" desprezo por tal comportamento para África porque os africanos já desprezam-no - mesmo sem influência evangélica. Claro que os esquerdistas europeus não podem atacar de frente os africanos sem perder toda a sua pose de "politicamente correcto", portanto atacam o seu grupo "preferido": os cristãos brancos americanos.

Aparentemente os homofilicos assumem que toda a população mundial considera "normal" o que eles chamam de normal.


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