domingo, 10 de abril de 2011

A bíblia dos psiquiatras

Por Orlando Braga

No seguimento do postal anterior, há que contar a estória da evolução da APA (Associação Americana de Psiquiatria) desde meados dos anos 60 do século passado, para entendermos como é que possível que a ciência seja manipulada pela política com consequências catastróficas para a sociedade. A APA publica regularmente desde 1952, uma espécie de manual das doenças mentais, que tem a designação genérica de DSM (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders).


O DSM é a bíblia dos psiquiatras. Se na próxima edição do DSM que está prevista sair lá para 2012, a APA decidir que a pedofilia é uma virtude e não uma doença mental, vamos ter o Dr. Machado Vaz a defender as virtudes da pedofilia na Antena 1 da RDP (ou, em alternativa, passa à reforma).

Isto parece humor negro mas não é: em 1994, a APA publicou a quarta edição do DSM e decidiu que um determinado número de parafilias (comportamentos desviantes) deveriam ser retiradas da categoria de “parafilias”, e classificadas de “comportamentos desviantes” somente em caso de causarem alarme social ― ou seja, a quarta edição do DSM previa que a pedofilia, o exibicionismo, a necrofilia, a bestialidade, entre outras parafilias, só deveriam ser consideradas como doenças mentais se quem tivesse esse comportamento fosse “apanhado com a boca na botija” através de uma denúncia. Ora, uma doença mental não depende do facto de a pessoa que a tem ser apanhada ou não no acto desviante. Em consequência da edição de 1994 da DSM, a sociedade americana mobilizou-se e o assunto chegou ao senado dos EUA, e a APA foi obrigada a reescrever a sua bíblia.

Em 2000, a APA editou uma versão revista do DSM (DSM-IV-TR) em que a pedofilia foi mantida como doença mental. No entanto, esta edição da APA excluiu o sexo com animais do rol das doenças mentais ― “comer” uma jumenta ou uma cabra, segundo a APA, é coisa normalíssima. Segundo o argumento da APA, quando o consentimento não é necessário ― como é o caso do sexo com animais (bestialidade) ou o sexo com pessoas mortas (necrofilia) ― ou quando o consentimento é dado, como no caso do sado-masoquismo, esses comportamentos sexuais são normais. Portanto, segundo a bíblia da Associação Americana de Psiquiatria (a mesma que retirou a homossexualidade do rol das doenças mentais em 1973), comer uma cadela ou uma mula, entrar numa capela mortuária e fornicar uma pessoa morta na noite do velório, ou ter práticas sado-masoquistas, são coisas das mais normais do mundo.

O senso-comum chega a uma conclusão: a APA é, em primeiro lugar, um antro de malucos que se dedica a absolver e a justificar outros malucos. Por isso é que a homossexualidade foi retirada da lista das doenças mentais: nenhum maluco gosta de ser considerado como maluco.

O comportamento dos mentores da APA revela que a doença mental passou a ser um mito. Já não há malucos como existiam antes do assalto gay à APA a partir de 1967, que relatarei mais adiante. Pelo contrário, a existirem doidos, eles são hoje as pessoas que não têm comportamentos sexuais desviantes. As pessoas normais são consideradas “suspeitas” pela psiquiatria moderna: um indivíduo que não fornica a cadela ou a jumenta, que não “monta” cadáveres, que não toma no cu, etc., é “suspeito” porque certamente algo de muito errado se passa com ele; provavelmente é “intolerante”, ou guloso, ou comprador compulsivo. Segundo a psiquiatria moderna, uma pessoa normal tem que ser maluca.

Informações do interior da APA revelam que a edição de 2012 da bíblia dos psiquiatras incluirá os gordos como doentes mentais. Vejam só o absurdo: segundo a APA, um gay gordo (como, por exemplo, o José Carlos Malato) não é doente mental porque toma no cu ou porque eventualmente se engaje em comportamentos sado-masoquistas, mas é maluco porque é gordo…!
A “intolerância” também passará a ser uma doença mental: quem não aceitar os excessos comportamentais dos outros, passa a ser maluco. O mesmo se passa com os compradores compulsivos: passam a ser considerados doentes mentais pela APA; mas um indivíduo que se deixa chicotear com violência, gemendo de prazer, já é uma pessoa absolutamente normal! Em vez de servir a ciência, os “cientistas” da APA legitimaram algumas práticas sociais desviantes em função de pressões políticas.

É esta Associação Americana de Psiquiatria que dita quem é oficialmente maluco e quem não é. Depois do assalto violento do movimento gay americano às estruturas da APA a partir de 1967 ― que incluíram actos de violência por parte dos psiquiatras gayzistas, como o encerramento violento e compulsivo do congresso da APA de 1970.

Em 1963, a academia de medicina de Nova Iorque (New York Academy of Medicine) publicou um relatório em que consta o seguinte trecho:

“A homossexualidade é uma doença mental. Os homossexuais são indivíduos com distúrbios emocionais que não adquiriram a capacidade normal de desenvolver relações heterossexuais satisfatórias”.

Mas em 1970, a facção gayzista da APA argumenta que a Associação Americana de Psiquiatria deve mudar a sua posição sobre a homossexualidade porque ela representa “a psiquiatria como uma instituição social” (sic) “em vez de ser um corpo exclusivamente científico”.

Temos aqui a evidência da política a condicionar a ciência. Constatamos que o gayzismo nasceu de um movimento político que atacou a ciência no seu âmago. No entanto, e como escrevi no postal anterior, todos sabemos que a ciência é descritiva, e não prescritiva. As prescrições nascem de valores, e não de factos. A retirada da homossexualidade do rol das doenças mentais, por parte da APA, foi um acto de prescrição, e constitui um atentado contra a ciência.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Tribunal Europeu dos Direitos Humanos avaliza presença dos crucifixos nas escolas italianas

Autor: Orlando Braga,


O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos deu o dito pelo não dito, e avaliza agora a presença dos crucifixos nas escolas italianas. A ler, sobre este assunto:

Desde logo, a profissão de fé gayzista do José Carlos Malato, gorou-se; esfumou-se; escafedeu-se.

E depois, o tribunal constatou o óbvio: a presença dos crucifixos nas salas de aula não está associada a uma obrigatoriedade de seguir a religião cristã, por um lado, e que a religião maioritária em um determinado país desempenha um papel preponderante no âmbito escolar, mas que não supõe um acto de doutrinamento, por outro lado.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Rainha da Espanha se diz contra casamento gay

Fonte

Para rainha Sofia, união entre pessoas do mesmo sexo deveria receber outra denominação
Está sendo lançado esta semana na Espanha o livro “La Reina muy de cerca” (A rainha bem próxima), de Pilar Urbano. Na obra, a autora traz depoimentos exclusivos da rainha Sofia, prestes a completar 70 anos, revelando sua opinião acerca de assuntos polêmicos, como religião, aborto, eutanásia e casamento homossexual.

Sobre a união entre pessoas do mesmo sexo, a rainha opina:
“Posso compreender, aceitar e respeitar que haja pessoas com outra tendência sexual, mas que essas pessoas se sentem orgulhosas por serem gays? Que subam em trios e saiam em manifestações? Se todos os gays saíssem em manifestações... o trânsito entraria em colapso.

Se essas pessoas querem viver juntas, vestirem-se de noivos e casarem-se, podem estar em seu direito, ou não, segundo as leis de seu país: mas que não chamem isso de casamento, porque não é. Há muitos nomes possíveis: contrato social, contrato de união”.

Na Espanha, desde 2005, o casamento homossexual é permitido em todo o país. Espanha, Bélgica e Holanda são os três únicos países europeus a darem direitos plenos a casais do mesmo sexo.

Fonte: Dykerama UOL

terça-feira, 5 de abril de 2011

Arábia Saudita: homem viola criança de 11 anos

Homem saudita usou uma faca para raptar e violar um rapaz de 11 anos. Seis horas depois o violador foi apanhado pela polícia. O rapaz não identificado disse à polícia que não conhecia o homem que o tinha raptado perto de casa, e que o tinha levado a um local deserto onde o violou.
Ele ameaçou-o com uma faca e depois violou o rapaz. Ele deu à polícia a descrição do homem, e o mesmo foi capturado seis horas mais tarde.

O jornal online (em árabe) Ajel Daily reportou que o rapaz reconheceu o suspeito numa linha de identificação, e que a polícia havia iniciado os interrogatórios.

(Fonte)


Apesar da desproporcional presença de homossexuais nos casos de pedofilia, ainda há pessoas que acham uma "boa ideia" a adopção gay. Para quê sujeitar uma criança aos desígnios do politicamente correcto? Será a ideologia superior ao bem estar da criança?

domingo, 3 de abril de 2011

O homofóbico Lula da Silva

Como disse o leitor que enviou o vídeo (CONFERENCISTA RICARDO RIBEIRO), "Se é prá punir Bolsonaro, Lula tem que ser também!".


Claro que o Lula não vai ser punido porque o Lula é um marxista cultural, um socialista e um agente ao serviço da causa homossexual. O lobby gay vai deixar esta piadinha passar sem criticismo porque o que interessa ao lobby homossexual não são as "sensibilidades" dos activistas homossexuais mas sim a aquisição do poder total. Atacar o Lula seria contraproducente para o movimento sodomita, e portanto esta eles deixam passar.

Os grandes inimigos dos activistas homossexuais (para além deles próprios) são os Cristãos e não os marxistas como o Lula. Como tal, um marxista cultural pode dizer o que ele bem entender àcerca dos homossexuais sem se preocupar em represálias.

Afinal, se os homossexuais se voltarem contra os socialistas, quem combaterá por eles? Quem perverterá a lei de modo a que desejos sexuais sejam colocados ao mesmo nível da única união sexual capaz de garantir a perpetuação da espécie humana (a heterossexualidade)?

O mesmo acontece com os africanos; um socialista pode dizer o que ele bem entender em relação ao negros sem se preocupar em ser qualificado de "racista". Porquê? Ora, porque por definição é impossível um esquerdista ser racista. Racismo é coisa de conservadores!

Por isso é que o Joe Biden pode dizer coisas que fazem com o que Al Sharpton faça cara feia sem se sentir em posição fragilizada. Porquê? Porque o Joe Biden é um esquerdista tal como Al Sharpton.

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