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sábado, 1 de outubro de 2016

Pesquisadora lésbica afirma que ninguém nasce homossexual

Pe. Mark Hodges

Pesquisadora renomeada que trabalhou com a American Psychological Association (APA), e activista lésbica, reconheceu que os homossexuais não "nasceram assim". A Dra. Lisa Diamond, co-editora-chefe do "APA Handbook of Sexuality and Psychology" e uma das "mais respeitadas associadas" da APA, afirmou que a orientação sexual é "fluída" e não imutável.

Como psicóloga clínica, a Dra. Laura A. Haynes resumiu os capítulos de Diamond no "APA Handbook", no seu livro e nas palestras do YouTube, afirmando, "A batalha para refutar a crença 'Nascidos assim e não dá para mudar' terminou, e (Diamond) está a dizer aos activistas LGBT para pararem de promover o mito."

Ao contrário do argumento típico de que os homossexuais "nascem homossexuais", e "é assim que eles são", e que não conseguem mudar, a APA reconheceu oficialmente (em 2011) que a orientação sexual pode mudar. Diamond resumiu achados importantes na sua palestra na "Cornell University" (2013),  declarando que pesquisas abundantes têm agora confirmado que a orientação sexual - incluindo a atracção, o comportamento e a auto-identidade - são fluídas tanto para os adolescentes como para os adultos de ambos os sexos.

Estas novas alegações chocam de frente com as leis recentes, promovidas pelos activistas homossexuais e aprovadas por vários estados, banindo a "terapia reparativa", que visa ajudar os pacientes que sofrem de atracção homossexual indesejada.

A justificação usada para as leis banindo a "terapia reparativa" é que todas as pessoas que sentem atracção homossexual não só são homossexuais nascidas homossexuais, mas também que isso é um facto imutável, e a a "terapia reparativa" (dizem eles) não só é infrutífera como é também cruel. O argumento é mais ou menos assim: "Tu não consegues mudar quem tu és".

Para além disso, muitos activistas homossexuais qualificam a sua orientação sexual de "o assunto actual mais importante em relação aos direitos civis", análogo à raça.  No entanto, a APA e Diamond refutam este argumento.

O Padre Johannes Jacobse, fundador do "The American Orthodox Institute", qualificou o "correcção de curso" de Diamond de "reversão surpreendente" em relação às frequentemente repetidas justificações dos homoeróticos:

O desejo sexual é fluido, o desejo homossexual não está "fixo"; o slogan "nasci assim e não posso mudar" é um mito; os sentimentos não superam a vontade (o comportamento é uma escolha, e as pessoas não precisam de agir segundo todos os sentimentos - especialmente no que toca aos sentimentos sexuais); o argumento "nasci assim" é um argumento político e não científico; a orientação sexual encontra-se sujeita à mudança, tal como outros sentimentos.

A ideia de que o que a pessoa sente é o que ela é - o que Deus lhe criou para ser - é falsa. Se a pessoa sente desejos homossexuais, isso não significa que Deus lhe tenha criado homossexual. Se pessoa decide enveredar pelo comportamento homossexual, essa é uma decisão tomada livremente, mesmo que o desejo não o seja. Se a pessoa sente o desejo homossexual mas deseja mudar para uma heterossexualidade mas normativa, existem evidências abundantes que revelam que tal mudança é de facto possível.


O comentador Hieromonk Mark salientou que esta revelação "tem implicações profundas nas acções políticas dos anos recentes, basicamente invalidando quaisquer apelos feitos à ciência para justificar a legislação recente em áreas relacionadas com a sexualidade, tais como o reconhecimento do "casamento" homossexual, a imposição de acesso aos lavabos com base nos "sentimentos" ou na "auto-identificação" dos indivíduos em torno do seu sexo, e a restrição de liberdade de escolha em torno das opções terapêuticas, especialmente em relação aos menores, nas áreas da atracção sexual indesejada, confusão sexual ou disforia."

O Padre Jacobse disse à LifeSiteNews que a admissão de Diamond e da APA "assola as bases dos activistas homossexuais que alegam que o homossexualismo está embutido na pessoa, da mesma forma que a heterossexualidade o está. O 'nascido assim' já não vai voltar a funcionar"

Em vez disso, a APA descobriu que o desejo sexual é fluído, pode mudar, e frequentemente é isso que acontece. Dito isto, pode-se dizer então que o desejo sexual está fundamentado em algo mais que a genética, e que as questões em torno do que são as divisórias válidas e necessárias no que toca à sexualidade humana - as áreas da lei natural, moralidade, e religião - são muito importantes em moldar as nossas ideias em torno do florescimento pessoal e social.
 
O Padre Jacobse disse que as implicações da pesquisa de Diamond significa que os terapeutas podem ajudar aqueles que se querem ver livres de atracção homossexual não-desejada.

Têm que ser dadas mais considerações às pessoas que podem estar a sentir desejo homossexual indesejado. Antigamente, os conselheiros eram desaconselhados a ajudar os clientes nas suas tentativas de mudar duma orientação homossexual rumo à heterossexualidade natural sob a rubrica da ideologia "nascido assim". Até os estados foram envolvidos ao banirem a "terapia reparativa" (entre outras abordagens) em resposta ao activismo homossexual.

A realidade dos factos é que as pessoas mudam o tempo todo, e os conselheiros que têm uma pré-disposição ideológica em favor do homossexualismo deveriam ser excluídos do aconselhamento a clientes que não têm essa pré-disposição, em vez de dissuadirem o cliente de que mudar é algo de anti-natural.

~ http://bit.ly/2dcF5V

terça-feira, 17 de setembro de 2013

É a pedofilia uma "orientação sexual" ?

Por Jack Minor

Usando as mesmas tácticas usadas pelos activistas homossexuais, os pedófilos deram início a formas de obter o mesmo estatuto que o homossexualismo , alegando que o seu desejo por crianças é uma orientação sexual parecida à heterossexualidade e ao homossexualismo.

Há já muito tempo que os críticos do estilo de vida homossexual alegam que, mal se tornou aceitável definir o homossexualismo como "um estilo de vida alternativo", logicamente falando nada mais passou a estar para além dos limites. Os activistas homossexuais ficaram ofendidos com esta posição, insistindo que isso nunca aconteceria, mas sabe-se agora que alguns psiquiatras começaram a propor uma redefinição da pedofilia da mesma forma que o homossexualismo foi redefinido há alguns anos atrás.

No ano de 1973 a American Psychiatric Association (APA) desclassificou o homossexualismo da sua lista de desordens mentais. Um grupo de psiquiatras  associado ao "B4U-Act" levou a cabo recentemente um simpósio propondo uma nova definição da pedofilia no "Diagnostic and Statistical Manual of Mental Health Disorders" da APA.

O B4U-Act chama os pedófilos de "pessoas atraídas a menores", e o site da organização declara que o seu propósito é o de “ajudar os profissionais de saúde mental a aprender mais em relação à atracção por menores, e considerarem os efeitos dos estereótipos, do estigma e do medo.”

Em 1998 a APA emitiu um relatório alegando que "o 'potencial negativo' do sexo entre adultos e crianças é ‘exagerado’ e que uma vasta maioria de homens e mulheres não reportou efeito negativo sexual algum das experiências infantis de abuso sexual.”

A pedofilia já recebeu um estatuto de protecção por parte do Governo Federal. O "Matthew Shephard and James Byrd, Jr. Hate Crimes Prevention Act" lista a "orientação sexual" como uma classe protegida, mas não define o termo. Os Republicanos tentaram inserir uma emenda especificando que "a pedofilia não se encontra definida como orientação sexual," mas a emenda foi derrotada pelos Democratas [ed: esquerdistas e marxistas culturais]. O representante Alcee Hastings (Democrata-Fl) declarou que todos os estilos de vida alternativos deveriam estar protegidos pela lei:

Este projecto de lei lida com o nosso propósito de colocar um término na violência fundamentada no preconceito, e garantir que todos os Americanos, independentemente da raça, cor, religião, origem nacional, género, orientação sexual, identificação de género, incapacidade ou qualquer uma destas "filias", fetiches e "ismos" que foram avançados, não tenham que viver com medo por serem como são. Apelo aos meus colegas que votem em favor desta lei.

(...)

No princípio deste ano dois psicólogos do Canadá declararam que a pedofilia é uma orientação sexual tal como o homossexualismo e a heterossexualidade. Van Gijseghem, psicólogo e professor reformado da Universidade de Montreal, afirmou perante os membros do parlamento que “os pedófilos não são simplesmente pessoas que cometem pequenas ofensas pontualmente, mas sim pessoas que lutam com o que é equivalente a uma orientação sexual, tal como qualquer outro indivíduo pode estar a lutar com a heterossexualidade ou com o homossexualismo. (...) Os pedófilos genuínos têm uma atracção exclusiva por crianças, o que é o mesmo que ter uma orientação sexual. Não se pode mudar a orientação sexual desta pessoa; ela pode, no entanto, permanecer abstinente."

Quando lhe foi perguntado se ele pode comparar os homossexuais com os pedófilos, Van Gijseghem respondeu:

Se, por exemplo, vivêssemos numa sociedade onde a heterossexualidade é proscrita ou proibida [ed: ?!!!]  e se nos fosse dito que teríamos que obter terapia de modo a alterar a orientação sexual, muito provavelmente dirias que isso é ligeiramente maluco. Por outras palavras, não aceitarias isso de todo. Uso esta analogia para demonstrar que, sim, os pedófilos não mudam a sua orientação sexual.

O Dr. Quinsey, professor emérito de psicologia  na "Queen’s University" em Kingston, Ontario, concordou com Van Gijseghem. Quinsey afirmou que o interesse sexual dos pedófilos são as crianças e que "não há qualquer tipo de evidência que demonstre como este tipo de preferência pode ser alterado através de tratamento ou através de qualquer outra forma.”

Em Julho de 2010, a "Harvard Health Publications" afirmou

A pedofilia é uma orientação e muito pouco provável de ser alterada. O tratamento tem como propósito permitir que uma pessoa resista agir de acordo com os seus impulsos sexuais.

Linda Harvey (Mission America) afirmou que o "forcing" em favor da normalização da pedofilia vai-se tornar mais e mais comum à medida que os grupos LGBT  vão-se confirmando na sociedade.

Tudo isto faz parte do plano de empurrar as crianças para a sexualidade precoce e convencê-las de que a amizade normal é na verdade uma atracção sexual.

Milton Diamond, professor na Universidade do Hawaii e director da "Pacific Center for Sex and Society", declarou que a pornografia infantil pode ser benéfica para a sociedade uma vez que os "criminosos sexuais potenciais usam a pornografia infantil como um substituto para o sexo com as crianças.”

Diamond é um palestrante distinto do "Institute for the Advanced Study of Human Sexuality" em São Francisco. A IASHS defendeu abertamente a rejeição da proibição Revolucionária da presença de homossexuais nas forças militares. A IASHS enumera no seu site uma lista de "direitos sexuais básicos", onde estão incluíndos "o direito de se envolver em actos ou actividades sexuais de qualquer tipo, desde que não envolvam actos não-consentidos, violência, coação, ou fraude."

Um outro direito é o de "ser livre de perseguição, condenação, discriminação ou intervenção social devido a um comportamento sexual privado" e ser livre para "ter qualquer tipo de fantasia, pensamento ou desejo sexual." Por fim, a organização diz que ninguém deveria "ser desfavorecido devido à sua idade".

As leis que visam proteger as crianças foram já desafiadas em vários estados, incluindo a Califórnia, a Geórgia e o Iowa; as pessoas condenadas por crimes sexuais afirmam que as leis que os proibem de viver perto de escolas ou parques são injustas porque os penalizam para toda a vida.

* * * * * * * *
Não é por acaso que os grupos que mais se esforçam para que o estigma da pedofilia seja removido da sociedade sejam grupos homossexuais. Isto não significa que todos os homossexuais são pedófilos, mas sim que "os grupos que mais se esforçam para que o estigma da pedofilia seja removido da sociedade sejam grupos homossexuais".

Seria interessante saber como é que os activistas pró-LGBT (que não são todos homossexuais) explicam este facto.

Será que é "homofobia" dizer os grupos que mais militam pela normalização da pedofilia são grupos homossexuais? Ou é mais acertado dizer que há algo no homossexualismo que faz com que os seus practicantes vejam o sexo com crianças duma forma (ainda) aberrante para a maioria da população mundial?..

domingo, 30 de dezembro de 2012

Um estudo revela que pessoas criadas por homossexuais sofrem mais problemas

WASHINGTON DC, 14 Jun. 12 / 03:49 pm (ACI/EWTN Noticias).- O estudo de um perito da Universidade do Texas (Estados Unidos) demonstrou que as crianças criadas por duplas homossexuais enfrentam maiores dificuldades quando se tornam adultos, que aqueles criados por uma família estável constituída por um homem e uma mulher.

O autor do trabalho científico, Mark Regnerus, disse ao grupo ACI, no dia 12 de Junho, que a sua pesquisa revela "diferenças estatísticas significativas entre adultos que foram criados na sua infância com uma mãe que teve uma relação homossexual e aqueles que disseram que sua mãe e seu pai biológico estavam, e ainda estão, casados".

O estudo do Regnerus, que mediu as diferenças em 40 indicadores sociais e pessoais entre 3.000 americanos de idades entre 18 e 39 anos, criados em oito tipos diferentes de lares, foi publicado na edição de Julho da revista Social Science Research.

De acordo com o documento, as crianças criadas em "lares" homossexuais têm em média níveis mais baixos de ingressos económicos quando são adultos, e padecem mais problemas de saúde física e mental, assim como maior instabilidade em suas relações de casal.

O estudo revelou que os menores criados neste tipo de ambiente mostraram maiores níveis de desemprego, tabaquismo, necessidade de assistência pública e participação em crimes.

Para Regnerus, a instabilidade no lar é "uma marca" entre os lares cujos pais estiveram envolvidos em relações sentimentais homossexuais, já seja que esses lares estivessem "dirigidos por uma mãe ou um pai".

As descobertas do cientista americano desafiam, entre outros, à informação difundida em 2005 pela Associação Americana de Psicologia, que assegurou que "nenhum estudo descobriu que crianças de pais gays ou lésbicas sejam desfavorecidos em nenhum aspecto significativo com respeito a crianças de pais heterossexuais".

Segundo Regnerus, alguns destes influentes estudos foram feitos em poucas ou não representativas mostras de população, enfocando-se em casais homossexuais brancos, com alto nível de educação, para obter conclusões gerais sobre paternidade homossexual.

"A maioria das conclusões sobre paternidade homossexual foram obtidas de pequenas e convenientes mostras e ao azar", disse Regnerus num comunicado publicado pela Universidade do Texas, no dia 11 de Junho.

Regnerus disse que "os resultados desse enfoque levaram frequentemente aos estudiosos da família a concluir que não há diferenças entre crianças criadas em lares homossexuais e aquelas criadas em outros tipos de famílias. Mas esses estudos anteriores esconderam inadvertidamente a real diversidade entre as experiências de pais gays e lésbicas nos Estados Unidos".

O pesquisador disse ao grupo ACI que ele enfocou o projeto "sem ter ideia sobre as coisas que revelariam os dados". Sobre a análise, Regnerus disse que "revelou uma instabilidade muito maior nos lares com pais que tiveram relações homossexuais".

Ao anunciar seu estudo, no último dia 10 de Junho, Regnerus disse que a sua descoberta mais significativa "é, sem dúvida, que as crianças se mostram mais aptas para ter êxito como adultos quando passam sua infância completa com o pai e a mãe casados, e especialmente quando seus pais permanecem casados até a actualidade".

O sociólogo reconheceu que seu estudo já agitou uma "intensa e frequente" crítica, que ele considera como "desproporcionada em relação às limitações do estudo". O documento foi atacado pelo Family Equality Council, Human Rights Campaign, Freedom to Marry, e a Aliança Gay e Lésbica contra a Difamação.

Regnerus descreveu o ataque como "desafortunado" que seu próprio estudo "é de alta qualidade e está sendo difamado". 

O perito assinalou finalmente que seus resultados devem simplesmente sujeitar-se às normas da "ciência normal", que "exibe desacordos entre os pesquisadores a respeito de como medir isto ou aquilo".




terça-feira, 27 de novembro de 2012

Antigo presidente da APA afirma que a mudança é possível


Fonte

Um antigo presidente da APA (American Psychological Association) afirma que o politicamente correcto e a ideologia homossexualista controlam a organização, e que abandonar o "estilo de vida" homossexual é possível - posição contrária àquela mantida pelas entidades responsáveis pela APA.


Dr. Nicholas Cummings, o homem que esteve à frente do movimento que lutou com sucesso para a remoção do homossexualismo da lista das doenças mentais, afirmou junto da NARTH - organização composta por profissionais de psicologia dedicados a ajudar homossexuais a pôr término ao seu auto-destrutivo comportamento sexual (como forma de levarem a cabo vidas vidas adultas normais) - afirma que é um ávido defensor dos "direitos dos homossexuais."  No entanto, ele afirmou sem reservas que os homossexuais podem mudar, e que a actual posição da APA - que declara que a mudança é impossível - é falsa.

O psicólogo Joseph Nicolosi entrevistou Cummings e este disse que, não só é possível abandonar o estilo de vida homossexual, como é um "absurdo" afirmar que os homossexuais não podem mudar. "Já passei por isso mais do que uma vez", diz ele. Para além disso, Cummings afirmou que 20% dos homossexuais que buscou a sua ajuda para abandonar o homossexualismo foram bem sucedidos.

Cummings disse que ele tinha que se "prender" à determinação do paciente, tal como aquela energizada pela religião. Mas ele afirma que os grupos dos "direitos dos homossexuais", bem como outros grupos, afirmam que estes pacientes deveriam deixar de lado a sua religião e aceitar o seu "estilo de vida." Cummings afirma que aqueles que forçam os pacientes a colocar de lado o seu desejo de parar a erotopatia não respeitam as necessidades psicológicas dos pacientes.

Cummings disse que alguns homossexuais abandonam o seu estilo de vida mas mais tarde regressam, tal como acontece com os alcoólicos e os drogados, mas há relatos de sucesso. Cummings disse também que o comité da APA que considerou a possibilidade do sucesso da terapia reparativa não permitiu que apoiantes dessa terapia fizessem parte do comité. [Ou seja, fizeram um comité para analisar a validade duma hipótese mas não permitiram que um defensor dessa hipótese fizesse parte do comité.]

Por baixo da sua aparência científica, este tipo de viés domina a APA. Ela [APA] tornou-se monolítica . . . politicamente correcta. O politicamente correcto domina, e não a ciência.
Numa segunda entrevista, Cummings descreveu a resolução de remover o homossexualismo da lista das doenças mentais.

Tomei a resolução de que gay não era uma doença mental, mas que era caracteriológico. Não só ela foi aprovada pelo Conselho de Representantes, como foi o primeiro tópico a ser levantado. Eu disse também que, com isto, a APA, caso aprovasse a resolução, votaria para continuar com as pesquisas de modo a revelar o que quer que as pesquisas demonstrassem. Ou seja, pesquisa sem viés e totalmente aberta. Nunca aconteceu.

Por esta altura, o grupo dos psiquiátras adoptou o Princípio Leona Tyler (PLT) que mandatou a disponibilização de evidências científicas para todas as suas posições públicas. Tal princípio era primordial.

Cummings disse que a APA “respeitava o PLT." No entanto "[D]e repente as coisas começaram a mudar à medida que as coisas se tornaram mais políticas que científicas” e o PLT "desapareceu". O Princípio nunca foi retirado, afirma Cummings, mas não se encontra nos anais da APA e por meados da década 90 "foi completamente esquecido". Dentro da APA, disse ele, a política começou a dominar a ciência, e os membros "escolhiam os resultados" de modo a que estes se ajustassem às suas ideias políticas esquerdistas. Uma pesquisa pelos termos "leona tyler" no site da APA não revela qualquer resultado.

Cummings diz que "o movimento gay mais ou menos que capturou a APA." (....)

A mudança aconteceu porque as posições de liderança são alternadas com membros do mesmo grupo de oficiais esquerdistas .

Há anos que cerca de 200/250 membros controlam a APA . . e eles são um grupo muito selecto.

Eles são ultra-liberais. Como tudo o que não era ultra-liberal era anátema, questionar algumas declarações em torno dos "direitos" dos gays e das lésbicas não era aceite. Isto tornou estes assuntos em assuntos relacionados com os direitos civis e não com a ciência.

Cummings ressalvou que ele é a favor dos "direitos gay" e do "casamento" homossexual, mas afirma que cada indivíduo deve decidir o que fazer com a sua orientação, e não a APA ou os activistas homossexuais. Ele afirma que as pessoas têm o direito de discordar com os "direitos dos gays" e com o "casamento homossexual", mas "entre a liderança da APA isso não é permitido. Só se ouve um dos lados do assunto."

Cumming disse que a APA precisa de fazer pesquisas honestas e levar a cabo um diálogo mais aberto em torno da terapia reparativa.

Desconectados com a realidade

Em 2006, Cummings falou numa convenção da APA e ofereceu uma longa lista de posições da APA que demonstravam que esta instituição não só estava completamente desligada do resto da sociedade, como se havia tornado numa anedota. A APA havia até tomado posição em relação ao nome das mascotes das equipas atléticas.
Este não é um assunto primordial que a sitiada profissão e ciência da psicologia enfrente.

Depois disto, ele forneceu alguns dados que demonstram como a APA está totalmente desligada dos americanos:

Embora um enorme corpo de evidências exteriores à psicologia demonstrem que crianças criadas só por um dos pais são mais susceptíveis de se envolver em problemas durante a adolescência e durante a vida adulta, porque é que a psicologia não está a analisar isto? Não será porque é politicamente incorrecto questionar as alternativas ao casamento tradicional? A mulher tem o direito de ser mãe solteira, mas não temos nós a obrigação de a ajudar a tomar uma decisão mais informada?

As raparigas adolescentes que são sexualmente activas são três mais susceptíveis de sofrer de depressão, e de levar a cabo tentativas de suicídio, do que as raparigas que não são sexualmente activas. Onde está a pesquisa psicológica em torno disto? Será porque é politicamente correcto aconselhar as adolescentes a usar latex mas incorrecto encorajá-las a evitar o sexo precoce ?

Cummings queria também saber o porquê dos psicólogos não estudarem o papel da oxitocina, hormona feminino libertado após actividade sexual, que pode "justificar o porquê das jovens mulheres se sentirem mais devastadas que os homens com a casualidade do sexo casual."

Seria de interesse prioritário os psicólogos estudarem que a emissão da oxitocina pode ser condicionada, normalmente com consequências inesperadas - tais como causando que a fêmea seja mais susceptível que os homens a entrar em depressão durante relações superficiais. Ou então confiar demasiado em homens que não mereçam. Onde está a pesquisa psicológica? É politicamente incorrecto afirmar que os homens não são iguais aos homens, neste ponto?

Os médicos não hesitam em avisar as mulheres de que elas são duas vezes mais susceptíveis que o homem de contrair cancro do pulmão. Eles não hesitam em dizer às mulheres que elas são várias vezes mais susceptíveis que os homens de sofrer algum tipo de doença devido a consumo excessivo de álcool. Será que eles têm um compromisso mais forte com a ciência e mais fraco com o politicamente correcto do que nós? 

Outra falta de harmonia entre os psicólogos e os americanos envolve a religião, diz ele: “60% dos físicos e dos químicos nas faculdades professam algum tipo de afiliação religiosa, ao mesmo tempo que só 10% dos psicólogos o faça.”

A religião é vista como não-científica. Serão os físicos menos científicos do que nós, que habitamos dentro das assim-conhecidas ciências inexactas, ou estão eles menos preocupados com o politicamente correcto? Quase 90% dos americanos expressa crença em Deus. Será que esta desarmonia está a causar a que mais e mais americanos religiosos desconfiem da psicoterapia e peçam por mais conselheiros com filiação religiosa, resultando na rápida prolifieração de centros de aconselhamento baseados na fé religiosa?

Os homossexuais podem mudar

Cummings descreveu também de forma detalhada o seu trabalho com homossexuais. Durante os seus 20 anos de exercício junto dos homossexuais de São Francisco, ele e a sua equipa viram cerca de 18,000 pacientes. Segundo Cummings, a maioria deles não queria mudar, mas chegavam ao seu consultório ....

. . devido aos mais variados motivos e insatisfações em torno do seu estilo de vida, que eventualmente expressavam um desejo de mudança. Estes motivos incluiam a natureza transitória dos seus relacionamentos, repugnância ou sentimentos de culpa devido à promiscuidade, medo das doenças, o desejo de ter uma família tradicional, etc..

Não sei exactamente quantos é que expressaram à partida um desejo de mudar, mas era uma minoria - possivelmente menos de 10% dos 18,000 pacientes (...)


* * * * * * *

Assumindo os 18,000 reportados pelo Dr Cummings, e sabendo que 20% dos 10% de homossexuais que pediam ajuda para abandonar o homossexualismo eram bem sucedidos, isto significa que 360* homossexuais foram bem sucedidos em abandonar o homossexualismo. Isto só com um profissional.

Levando em conta os 20 anos de exercício de actividade, podemos também deduzir que cerca de 18 homossexuais abandonavam o homossexualismo todos os anos (mais do que um por mês!). E isto é aquilo que os esquerdistas e os activistas homossexuais afirmam ser "impossível".

* 10% de 18,000 (aqueles que pediam ajuda para abandonar o homossexualismo) = 1800
* 20% dos 1800 (aqueles que eram bem sucedidos) = 360

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Dr. Rick Fitzgibbons: as consequências médicas do homossexualismo estão a ser ignoradas por motivos ideológicos

Em 2003 a Zenit News publicou uma entrevista alongada com o Dr. Rick Fitzgibbons onde foram discutidas as  consequências médicas sérias do comportamento homossexual que estão a ser ignoradas - senão suprimidas - durante o actual debate em torno do homossexualismo. O Dr. Fitzgibbons não só é o principal contribuinte da declaração "Homosexuality and Hope" levada a cabo pela "Catholic Medical Association", como é também alguém que já falou inúmeras vezes deste assunto.

Fitzgibbons indicou que as recentes alterações históricas em torno da visão institucional do homossexualismo não ajudaram aqueles que se encontram a agir de acordo com esta disposição. Ele afirma que "O homossexualismo foi diagnosticado e tratado como doença do foro psiquiátrico - comportamento anormal - até 1973, quando foi retirado da "Diagnostic and Statistical Manual" meramente como resultado de pressão política."

Ele continua afirmando que "As prácticas sexuais nas quais os homossexuais se envolvem acarretam consigo riscos de saúde sérios e doenças. Especificamente, a sodomia como um comportamento sexual está associada a significativos problemas que podem colocar a vida em risco." Durante a entrevista, e de modo mais detalhado, Fitzgibbons  fornece as evidências que confirmam as suas alegações e os resultados das pesquisas que ele e outros levaram a cabo em torno deste assunto.

Em torno das consequências mentais, Fitzgibbons declara que existe "uma forte ligação entre o sexo homossexual e o suicídio, bem como uma conexão entre o homossexualismo e problemas emocionais e mentais."

Os jovens que exibem este tipo de desordens eram quatro vezes mais susceptíveis que os seus pares de sofrer depressão séria, três vezes mais susceptível de sofrer desordem de ansiedade generalizada, quase quatro vezes mais susceptíveis de exibir desordens comportamentais, cinco vezes mais susceptíveis de ter uma dependência com a nicotina, seis vezes mais susceptíveis de sofrer de desordens múltiplas, e de serem mais de seis vezes mais susceptíveis de ter tentado o suicídio.

Os activistas homossexualistas afirmam que a causa primária por trás dos problemas mentais experimentados pelas pessoas que tomam parte em actos homossexuais é a falta de aceitação social, mas Fitzgibbons disponibiliza evidências que refutam esta alegação. Ele reporta que um extensivo estudo levado a cabo na Holanda, onde o homossexualismo foi aceite há já algum tempo - sendo até protegido pela lei - indica que  a "doença psiquiátrica não pode ser atribuída à rejeição social ou à homofobia".

A elevada taxa de desordens psiquiátricas associadas ao comportamento homossexual na Holanda contradiz a alegação dos activistas homossexuais em torno da causa destes transtornos presentes junto dos homossexualistas.

Fitzgibbons expressa preocupação de que as pessoas envolvidas no homossexualismo tenham sido abandonadas num estilo de vida de elevado risco pela maior parte dos grupos médicos  que "adoptaram a agenda homosexual e estão a promover este estilo de vida, apesar de todos os estudos científicos e evidências médicas demonstrarem a existência de riscos médicos e psicológicos."

Fitzgibbons diz ainda que "a agenda homossexual politicamente correcta está a sobrepor-se à ciência."
 

...

terça-feira, 19 de junho de 2012

Tendo como base as consequências médicas, porque é que o homossexualismo não é qualificado de desordem?

Por Kathleen Melonakos, M.A., R.N.

Durante os anos 80 e 90 trabalhei como RN na Stanford University Medical Center, onde pude ver alguns dos estragos que os homossexuais levavam a cabo nos seus próprios corpos com algumas das suas prácticas. Como resultado dessa experiência reveladora, eu admiro o trabalho que a NARTH leva a cabo na pesquisa e no tratamento do homossexualismo.

Há já algum tempo que me preocupo com as sérias consequências médicas que resultam das atitudes de "afirmação" gay que predominam na San Francisco Bay Area. Por exemplo, eu conhecia pessoalmente um dermatologista, um dentista, um engenheiro e um cabeleireiro que morreram na casa dos 40 devido a doenças infecciosas relacionadas com o padrão do seu comportamento homossexual. Conheço muitos outros que morreram jovens como resultado do estilo de vida homossexual que levavam.

A co-autora do meu livro médico de referência, Saunders Pocket Reference for Nurses, foi directora do departamento de cirurgia em Stanford. Ela relatou casos de homossexuais a precisarem de cirurgia de emergência devido ao "fisting", "brincar com brinquedos" (inserir objectos no recto) e outros actos bizarros.

Tendo como base a minha experiência clínica e o tempo que investi a fazer um estudo considerável em torno disto, estou certa que a homossexualidade não é nem normal nem benigna; pelo contrário, é um vício comportamental letal, tal como o Dr. Jeffrey Satinover demonstra no seu livro Homosexuality and the Politics of Truth [Satinover, Jeffrey, Homosexuality and the Politics of Truth, Hamewith/Baker Books, 1996.].

Tanto quando sei, com a excepção dos homossexuais activos, não há outro grupo de pessoas nos EUA que morre na casa dos 40 como resultado de doenças infecciosas. Isto, para mim, é trágico, especialmente quando sabemos que, em muitos casos e com suficiente motivação e ajuda, a homossexualidade pode ser prevenida ou substancialmente tratada durante a vida adulta.

Hoje em dia vivo em Delaware e trabalho em união com a Delaware Family Foundation para informar o público acerca das questões homossexuais. Actualmente temos estado a debater com activistas homossexuais que tentam acrescentar "descriminação sexual" ao nosso código anti-descriminação.

Ao tentarmos construir um argumento em favor da tese de que a homossexualidade não é saudável e não deveria ser encorajada, lutamos contra o facto da American Psychiatric Association e a American Psychological Association não a reconhecerem como uma desordem. Os nossos opositores afirmam que estamos a usar a "táctica do medo".

O Dr. Satinover brilhantemente disponibilizou no seu livro "Homosexuality and the Politics of Truth" evidências sólidas e irrefutáveis que demonstram a existência de consequências letais na práctica das actividades normais do homossexualismo masculino - isto é, a promiscuidade e o sexo anal.

Não é preciso ser alguém com conhecimentos médicos para reconhecer que, como Brian Camenker (Parent Right's Coalition) disse num canal nacional, "Um vida inteira de sexo anal não faz coisas boas ao teu corpo." Brian acrescentou ainda:

Por mais perturbadora que esta declaração possa soar, a verdade é que não há argumento contra ela.
Portanto, a mais comum das pessoas reconhece o que deveria ser óbvio, especialmente para aqueles com conhecimentos médicos e que estão cientes dos factos básicos em torno do homossexualismo. Parece-me que os profissionais médicos deveriam estar mais cientes e preocupados com as consequências de se envolver regularmente em sexo anal promíscuo, bem como outras prácticas orais-anais de homossexuais activos. [http://www.cprmd.org/, "Homosexual Myths—Male Homosexuals are Healthy and Have Normal Sex Lives."]

O risco de cancro anal aumenta de forma impressionante para 4000%, e duplica mais uma vez entre os seropositivos.

Será que alguém pode refutar o facto do sexo anal rasgar revestimento do recto do parceiro receptor - quer se use ou não um preservativo - e o subsequente contacto com matéria fecal leva a uma série de doenças?

O tipo de doenças a que os homossexuais activos são vulneráveis são classificadas do seguinte modo:

Doenças clássicas sexualmente transmitidas (gonorrhea, infections with Chlamydia trachomatis, syphilis, herpes simplex infections, genital warts, pubic lice, scabies);

Doenças entéricas (infections with Shigella species, Campylobacter jejuni, Entamoeba histolytica, Giardia lamblia, ["gay bowel disease"], Hepatitis A, B, C, D, and cytomegalovirus);

Trauma (related to and/or resulting in fecal incontinence, hemorroids, anal fissure, foreign bodies lodged in the rectum, rectosigmoid tears, allergic proctitis, penile edema, chemical sinusitis, inhaled nitrite burns, and sexual assault of the male patient); and the acquired immunodeficiency syndrome (AIDS).

Pode alguém refutar o facto do incremento da morbidez e mortalidade ser um resultado incontornável do sexo entre homens - sem falar nas maiores taxas de alcoolismo, uso de drogas, depressão e outras doenças que frequentemente acompanham o estilo de vida homossexual? Pessoas com este conjunto de problemas comportamentais são de alguma forma "normais"?

A minha questão principal é: tendo como base apenas e só as suas consequências médicas, porque é que o homossexualismo não é considerado uma desordem? O Dr. Satinover e outros construíram um argumento sólido sobre o porquê do homossexualismo ter paralelos com o alcoolismo como um vício insalubre. Devido a isso, deveria ter um diagnóstico paralelo.

Existe uma vasta gama de literatura, incluindo no site da NARTH, que discute a forma como a homossexualidade foi removida da lista de diagnósticos em 1973. O argumento contra a mudança parece centrar-se em coisas como "padrões sociais", relativismo moral, "angustia subjectiva" do cliente e se há ou não forma objectiva para se determinar o que é a normalidade "psicológica" ( por exemplo, o debate entre Joseph Nicolosi e o Dr. Michael Wertheimer em "A Clash In Worldviews: An Interview with Dr. Michael Wertheimer").

Embora estas considerações sejam importantes, parece-me que podemos temporariamente pôr de lado a discussão se deveríamos ou não classificar a homossexualidade de transtorno do desenvolvimento. De modo aparentemente simples, uma pessoa objectiva que olhe para as consequências do homossexualismo teria que classificar esse estilo de vida como um tipo de patologia.

Essa conduta diminui ou não diminui de modo drástico o tempo de vida? Os estudos dizem que diminui, chegando até aos 40% - sendo o estudo de Cameron apenas um dos muitos que sugerem exactamente isto.

Levando tudo em consideração, estes estudos demonstram que o homossexualismo é mais mortífero que fumar, o álcool ou o vício da droga. No entanto. tendo como base as suas adversas consequências para a saúde, parece que poucos médicos ou outros profissionais estão a levantar argumentos em favor da homossexualidade como diagnóstico.


Enquanto fazia pesquisa em torno dos eventos por trás da decisão de 1973 de remover o homossexualismo do manual de diagnósticos, fiquei chocada ao descobrir o raciocínios sobre qual a decisão foi baseada, e como médicos qualificados permitiram que a decisão se mantivesse.

No dia 2 de Fevereiro de 2002, correspondi-me por email com o Dr. Robert Spitzer da APA e pedi-lhe que me enviasse referências para os artigos e estudos sobre os quais o seu comité se baseou na sua decisão de remover o homossexualismo da lista de diagnósticos. Ele indicou-me que o mais próximo existia dum documento de posição (American Journal of Psychiatry,130:11, 1207-1216), e disse:

Não existia uma lista específica de referências mas o que se revelou igualmente influente foi o estudo de Evelyn Hooker Rorshach e o estudo comunitário de Eli Robins community study.
Eu já li muitas críticas ao estudo de Hooker - como os inquiridos foram escolhidos a dedo e não escolhidos de forma aleatória, e outras limitações metodológicas.

O Dr. Charles Socarides (...) informa-nos que Spitzer foi influenciado pelo Relatório Kinsey, que foi reconhecido em 1976 por "progressistas sociais" tais como o Prof. Paul Robinson da Stanford como "manifestação patética da ingenuidade filosófica de Kinsey . . uma mecânica invenção que . . . não tinha muitas relações com a realidade," e que desde então já foi desacreditado pelo trabalho de Judith Reisman e pelo trabalho de outros.

É mais do que óbvio que o Dr. Socarides estava certo quando afirmou que a decisão de remover o homossexualismo da lista de diagnóstico "envolvia uma rejeição frontal não só de centenas de artigos e relatórios de pesquisa psiquiátrica e psicanalítica, como outros estudos sérios levados a cabo por grupos de psiquiatras, psicólogos, e educadores durante os últimos 70 anos".

Torna-se cada vez mais óbvio que uma colecção substancial de evidências que demonstram que o homossexualismo envolve um comportamento perigoso para a saúde associado a uma componente aditiva foram ignoradas.

domingo, 10 de abril de 2011

A bíblia dos psiquiatras

Por Orlando Braga

No seguimento do postal anterior, há que contar a estória da evolução da APA (Associação Americana de Psiquiatria) desde meados dos anos 60 do século passado, para entendermos como é que possível que a ciência seja manipulada pela política com consequências catastróficas para a sociedade. A APA publica regularmente desde 1952, uma espécie de manual das doenças mentais, que tem a designação genérica de DSM (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders).


O DSM é a bíblia dos psiquiatras. Se na próxima edição do DSM que está prevista sair lá para 2012, a APA decidir que a pedofilia é uma virtude e não uma doença mental, vamos ter o Dr. Machado Vaz a defender as virtudes da pedofilia na Antena 1 da RDP (ou, em alternativa, passa à reforma).

Isto parece humor negro mas não é: em 1994, a APA publicou a quarta edição do DSM e decidiu que um determinado número de parafilias (comportamentos desviantes) deveriam ser retiradas da categoria de “parafilias”, e classificadas de “comportamentos desviantes” somente em caso de causarem alarme social ― ou seja, a quarta edição do DSM previa que a pedofilia, o exibicionismo, a necrofilia, a bestialidade, entre outras parafilias, só deveriam ser consideradas como doenças mentais se quem tivesse esse comportamento fosse “apanhado com a boca na botija” através de uma denúncia. Ora, uma doença mental não depende do facto de a pessoa que a tem ser apanhada ou não no acto desviante. Em consequência da edição de 1994 da DSM, a sociedade americana mobilizou-se e o assunto chegou ao senado dos EUA, e a APA foi obrigada a reescrever a sua bíblia.

Em 2000, a APA editou uma versão revista do DSM (DSM-IV-TR) em que a pedofilia foi mantida como doença mental. No entanto, esta edição da APA excluiu o sexo com animais do rol das doenças mentais ― “comer” uma jumenta ou uma cabra, segundo a APA, é coisa normalíssima. Segundo o argumento da APA, quando o consentimento não é necessário ― como é o caso do sexo com animais (bestialidade) ou o sexo com pessoas mortas (necrofilia) ― ou quando o consentimento é dado, como no caso do sado-masoquismo, esses comportamentos sexuais são normais. Portanto, segundo a bíblia da Associação Americana de Psiquiatria (a mesma que retirou a homossexualidade do rol das doenças mentais em 1973), comer uma cadela ou uma mula, entrar numa capela mortuária e fornicar uma pessoa morta na noite do velório, ou ter práticas sado-masoquistas, são coisas das mais normais do mundo.

O senso-comum chega a uma conclusão: a APA é, em primeiro lugar, um antro de malucos que se dedica a absolver e a justificar outros malucos. Por isso é que a homossexualidade foi retirada da lista das doenças mentais: nenhum maluco gosta de ser considerado como maluco.

O comportamento dos mentores da APA revela que a doença mental passou a ser um mito. Já não há malucos como existiam antes do assalto gay à APA a partir de 1967, que relatarei mais adiante. Pelo contrário, a existirem doidos, eles são hoje as pessoas que não têm comportamentos sexuais desviantes. As pessoas normais são consideradas “suspeitas” pela psiquiatria moderna: um indivíduo que não fornica a cadela ou a jumenta, que não “monta” cadáveres, que não toma no cu, etc., é “suspeito” porque certamente algo de muito errado se passa com ele; provavelmente é “intolerante”, ou guloso, ou comprador compulsivo. Segundo a psiquiatria moderna, uma pessoa normal tem que ser maluca.

Informações do interior da APA revelam que a edição de 2012 da bíblia dos psiquiatras incluirá os gordos como doentes mentais. Vejam só o absurdo: segundo a APA, um gay gordo (como, por exemplo, o José Carlos Malato) não é doente mental porque toma no cu ou porque eventualmente se engaje em comportamentos sado-masoquistas, mas é maluco porque é gordo…!
A “intolerância” também passará a ser uma doença mental: quem não aceitar os excessos comportamentais dos outros, passa a ser maluco. O mesmo se passa com os compradores compulsivos: passam a ser considerados doentes mentais pela APA; mas um indivíduo que se deixa chicotear com violência, gemendo de prazer, já é uma pessoa absolutamente normal! Em vez de servir a ciência, os “cientistas” da APA legitimaram algumas práticas sociais desviantes em função de pressões políticas.

É esta Associação Americana de Psiquiatria que dita quem é oficialmente maluco e quem não é. Depois do assalto violento do movimento gay americano às estruturas da APA a partir de 1967 ― que incluíram actos de violência por parte dos psiquiatras gayzistas, como o encerramento violento e compulsivo do congresso da APA de 1970.

Em 1963, a academia de medicina de Nova Iorque (New York Academy of Medicine) publicou um relatório em que consta o seguinte trecho:

“A homossexualidade é uma doença mental. Os homossexuais são indivíduos com distúrbios emocionais que não adquiriram a capacidade normal de desenvolver relações heterossexuais satisfatórias”.

Mas em 1970, a facção gayzista da APA argumenta que a Associação Americana de Psiquiatria deve mudar a sua posição sobre a homossexualidade porque ela representa “a psiquiatria como uma instituição social” (sic) “em vez de ser um corpo exclusivamente científico”.

Temos aqui a evidência da política a condicionar a ciência. Constatamos que o gayzismo nasceu de um movimento político que atacou a ciência no seu âmago. No entanto, e como escrevi no postal anterior, todos sabemos que a ciência é descritiva, e não prescritiva. As prescrições nascem de valores, e não de factos. A retirada da homossexualidade do rol das doenças mentais, por parte da APA, foi um acto de prescrição, e constitui um atentado contra a ciência.

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