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sexta-feira, 1 de maio de 2015

Homossexual contra o "casamento" homossexual

Por Richard Waghorne

Não sou fá de pessoas que fazem argumentos em torno do que, ou de quem, elas são. Quando, há um ano atrás, fiz o argumento contra o "casamento" homossexual, não senti a necessidade de mencionar que eu mesmo sou homossexual. Os argumentos são validados ou refutados através aquilo que alegam, e não através força da pessoa que por acaso os está a afirmar. Para além disso, e não me importo de acrescentar, eu não quis arrastar a minha vida pessoal para o que normalmente é um debate acalorado. Mas estou suficientemente preocupado com a forma como as coisas estão para abrir um excepção.

Dizer às pessoas que és contra o "casamento" homossexual mesmo sendo tu um homossexual, tende a gerar, inicialmente, uma resposta perplexa. Isto é compreensível dada à forma rápida como o debate em torno do "casamento" homossexual pode descambar para alegações de homofobia. A mensagem, implícita ou explícita, é frequentemente que ser contra o "casamento" homossexual é, de alguma forma, ser contra os homossexuais.

Tenho observado com irritação crescente a forma como opositores do "casamento" (com princípios) têm sofrido uma vastas gama de abuso por explicarem a sua oposição.

As figuras públicas que tentam fazer isto têm frequentemente que lidar com acusações de que são homofóbicos intolerantes. Quando Lucinda Creighton (Fine Gael) confirmou a sua oposição ao "casamento" homossexual durante a campanha das eleições gerais, houve apelos para que ela fosse despedida por parte de Enda Kenny. Por fazer argumentos semelhantes, David Quinn, do grupo pró-casamento Iona Institute", é constantemente atacado com termos extraordinários.

Eles não são os únicos; a resposta reflexiva por parte de muitos defensores do "casamento" homossexual tem como objectivo caracterizar os adversários como pessoas com algum tipo de preconceito, como se os únicos motivos para se defender o casamento tal como ele tem existido até hoje estejam fundamentados em algum tipo de intolerância ou desequilíbrio psicológico.

Na verdade, os homossexuais deveriam defender o entendimento tradicional do casamento de forma tão vincada como todas as outras pessoas. Dado que esta instituição está a ser fragilizada em nome dos homossexuais, com consequências para gerações futuras, é ainda mais importante que os homossexuais que são contra o "casamento" homossexual falem.

Esta semana marca o início do registo das primeiras uniões civis desde que as mesmas passaram a ser oficias desde que foram aprovadas numa legislação do ano passado. Isto garante que aos homossexuais quase todas as provisões legais. Muitos de nós conhecemos pessoas que irão ser beneficiadas com isto agora, ou num futuro próximo. Usando um cliché comum, esta era uma boa altura para declarar vitória e voltar para casa.

Em vez disso, a exigência agora é o "casamento" homossexual em cima disto tudo, algo que o "Programme for Government" se compromete a explorar. Isto não só é desnecessário como é egoísta.

O apoio e o estatuto que o casamento tem não é um bónus social por alguém se apaixonar por alguém, e concordar em fazer com que a relação dure. Isto, claro está, não quer dizer que o amor e o romance não são partes importantes do casamento. Mas estas coisas não são os motivos que conferem ao casamento o seu estatuto especial. Se o romance fosse motivo suficiente para se apoiar o casamento, então não existiriam motivos para se distinguir quais os relacionamentos que deveriam ser incluídos e quais os que não deveriam. Mas essa não é e nunca foi a natureza do casamento.

O casamento é o pano de fundo vital dentro do qual as crianças podem ser criadas de modo a que se tornem em homens e mulheres. Obviamente que nem todos os casamentos envolvem a educação de crianças, e claro está, há há duplas homossexuais a educar crianças. Mas a realidade é que os casamentos pendem em direcção às crianças enquanto que os relacionamentos homossexuais não.

Eu estou bem ciente disto quando levo em consideração o meu próprio círculo de amizades, alguns dos quais se casaram recentemente ou irão fazê-lo brevemente no futuro. Muitos, se não todos, irão educar crianças. Se, no entanto, eu ou amigos homossexuais formarmos uniões civis, estas estão muito pouco inclinadas a envolver a educação de crianças. Portanto, a questão é: Porque é que os relacionamentos homossexuais deveriam ser tratados como um casamento, apesar desta diferença fundamental?

Uma riqueza de pesquisas demonstram que o casamento entre um homem e uma mulher disponibilizam para a criança o melhor dos resultados para a sua vida, e que as crianças de casamentos que permanecem têm os melhores resultados em toda a linha. Isto certamente que não é forma de lançar calúnias sobre as outras famílias, mas é preciso salientar a importância do casamento como instituição.

É por isso que a exigência em favor do "casamento" homossexual está duplamente errado. Ela não é uma exigência em favor da extensão do casamento para os homossexuais, mas sim uma exigência em favor da redefinição do casamento. O entendimento do casamento como uma instituição que existe e é apoiada pelo bem das famílias fortes para um entendimento onde o casamento meramente é o ponto final do romance.

Se as duplas homossexuais forem consideradas igualmente elegíveis para "casamento", embora os relacionamentos homossexuais não tendam para a educação de crianças e não podem, por definição, dar à criança um pai e uma mãe, o entendimento crucial do propósito fulcral do casamento foi descartado.

O que isto gera é um tipo de "casamento" que coloca os interesses dos adultos acima dos interesses das crianças . Isso, na minha opinião, é, em última análise, um gesto egoísta e um preço demasiado elevado para ser pago simplesmente  pelo gesto simbólico de tratar da mesma forma os relacionamentos heterossexuais e os relacionamentos homossexuais. E ele nada mais é que um gesto simbólico.

Não é senso comum tratar situações distintas de maneira distinta? Colocando as coisas de maneira pessoal, eu não me sinto de maneira nenhuma discriminado com o facto de não poder me casar [sic] com alguém do mesmo sexo. Eu entendo isso e aceito que existem bons motivos para isso ser assim.

Embora os homossexuais e os relacionamentos homossexuais se estejam a tornar cada vez mais visíveis, não me surpreenderia nada se por acaso no futuro os argumentos em favor do "casamento" homossexual enfraqueçam. A maior parte do apoio ao "casamento" homossexual que actualmente existe é instintivo, emanando do facto das pessoas não quererem ser vistas como anti-homossexuais. Mas o próprio impulso só existe porque ainda vivemos à sombra do passado recente.

Num futuro já visível, as atitudes anti-homossexuais serão tudo menos impensáveis, da mesma forma que a homofobia actual já tem uma qualidade antiquada, vagamente atemorizadora.

Certamente que já é hora de termos uma conversa séria em torno do "casamento" homossexual, uma conversa onde as pessoas não mais são forçadas a sentir que, se não derem um apoio automático a ele, serão classificadas de anti-homossexuais. Só então irá a essência e o verdadeiro motivo de se apoiar o casamento tradicional terá permissão de vir à tona. O melhor interesse das crianças da nação tem sempre que estar em primeiro lugar.

http://wp.me/p1oELK-1w


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sábado, 20 de julho de 2013

A homofobia de John McKellar

Em 1999, o homossexual John McKeller descreveu o estilo de vida homossexual da seguinte forma:

O sexo compulsivo e anónimo nas casas de banho e nos parques é muito mais comum do que os média querem admitir.

McKellar descreveu os balneários homossexuais como "sujos, com um cheiro de nitrato de amilo e fezes humanas. O nitrato de amilo era absorvido através do nariz ("sniffado") como forma de obter erecções mais duradouras, e o sexo anal ocorria o tempo todo - com ou sem protecção. Alguns homens ficavam nos balneários a noite toda e tinham sexo com seis parceiros distintos. Era animalesco."

McKellar declarou que a comunidade homossexual acha necessário "atingir as crianças enquanto elas são jovens de modo a condicioná-las e torná-las recrutas simpatéticas para com o comportamento homossexual, mesmo que nunca se tornem elas mesmas homossexuais. É por isso que eles querem que o homossexualismo e todas as suas perversões sejam ensinadas às crianças o mais cedo possível."

McKellar acreditava que a maioria dos homossexuais não apoia a agenda pedófila que visa normalizar o sexo entre adultos e crianças.

McKellar diz que sente mais pena pelos transsexuais:

Eles, mais do que qualquer outro grupo, são os mais neuróticos, os mais viciados em drogas, os mais imersos no mundo da prostituição visto que eles estão totalmente confusos em relação à sua sexualidade.

Em relação aos sado-masoquistas e aos homens de cabedal, McKellar diz que "o que eles gostam é de dominação sexual e submissão. Também eles têm uma fixação imatura pela sua sexualidade." McKellar diz que estes grupos practicam tipos de sexualidade muito perigosas uma vez que "entraram no lado selvagem, e mal eles violam um conjunto de tabus, eles prosseguem violando outros tabus como forma de obter algum tipo de satisfação sexual."

Em relação às operações de "mudança de sexo" subsidiadas com o dinheiro dos contribuintes:

Não acredito na maioria da medicina homossexual ; isso é mais mutilação do que medicina. A comunidade homossexual é muito bem subsidiada ; eles deveriam pagar pelos seus próprios procedimentos electivos.

McKellar acredita que é possível curar a condição homossexual. Ele admite que ainda luta com isso, e que ainda tem alguns falhanços, mas que decidiu abandonar a cena gay "oficial" porque "era demasiado arriscada  e os relacionamentos eram sempre becos sem saída."

Ele diz ainda que a terapia reparativa é benéfica e necessária para ajudar alguns homens gays e algumas lésbicas a abandonar esse estilo de vida. McKellar diz ainda que mais atenção deveria ser dada aos benefícios e às histórias de sucesso associadas à terapia reparativa, ao mesmo tempo que se diz que o auto-controle e a disciplina são virtudes  necessárias para qualquer tipo de batalha sexual que as pessoas levem a cabo como forma de controlar a sua sexualidade.

Em 1997 McKellar fundou a organização "Homosexuals Opposed to Pride Extremism" em resposta ao que ele chama de "a brigada do triângulo cor de rosa." Isto é uma referência aos militantes homossexuais que gostariam de impor os comportamentos mencionados em cima ao resto do país.

Quando lhe foi perguntado se ele qualificava o comportamento homossexual de moralmente condenável, McKellar disse:

Não, eu não entro em assuntos pessoais. Eu lido apenas com os assuntos políticos.  As pessoas podem decidir por si sobre os assuntos morais.

Quando lhe foi perguntado qual era a sua opinião pessoal em torno da moralidade dos actos homossexuais, ele disse que preferia manter as pessoas, especialmente os membros da comunidade homossexual, a adivinhar "como forma de os impedir de saber quais são os meus pontos de partida."

John McKellar faz um resumo do activismo homossexual afirmando:

Eu pura e simplesmente ignorei oas activistas homossexuais uma vez que eles nunca tinham algo para me dizer. À medida que o tempo foi passando, e especialmente com o advento da epidemia da SIDA, eu pude observar o quão monomaníacos e niilistas eles se estavam a tornar.

Fonte

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Uma coisa que os activistas homossexuais não se questionam é do porquê os globalistas e os governos financiarem a sua agenda sexual...

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Homossexual mata namorado com água quente

A Polícia Militar prendeu no bairro Santa Terezinha, em Alagoinhas, o homossexual assumido Edvanio Pereira Pinho de 46 anos. Segundo a polícia, ele é acusado de matar com água quente o próprio amante, Erick Patrick Vila Flor de 36 anos.

A vítima teve 70% do corpo queimado e morreu logo após ter sido socorrido pelo SAMU.

Edvanio também é acusado de outro homicídio que ocorreu há 21 anos. Em 1991, ele flagrou o amante Edmundo Marcelo com a namorada e desferiu vários golpes de faca nas costas do rapaz, que morreu no local.

Fonte

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Sem dúvidas que este triste incidente vai ser contabilizado como mais um "crime homofóbico".

domingo, 25 de março de 2012

Homossexual é morto na esquina onde se prostituía

Um homossexual foi assassinado com três tiros na madrugada deste sábado (24) em Fortaleza. O crime ocorreu no cruzamento das ruas Oscar Araripe com Maria Júlia, no bairro Bom Jardim. A vítima foi Samuel Ferreira do Nascimento, de 22 anos.

De acordo com informação de populares, ele era travesti e se prostituía na esquina em que foi morto. Até o momento, a polícia não tem conhecimento de nenhum suspeito, nem das motivações do homicídio.

O caso será investigado pela Divisão de Homicídios e Protecção à Pessoa (DHPP).

Fonte.

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Muitas das pessoas cuja morte é usada para avançar com medidas criadas para "acabar com a homofobia" (seja lá qual for a definição de "homofobia" usada esta semana) são mortas não por serem homossexuais mas por se encontrarem em locais onde qualquer outra pessoa seria também morta. As mortes que são causadas exclusivamente por motivos de ódio aos homossexuais são uma ínfima minoria das mortes anuais.

Como diz o filósofo Católico Olavo de Carvalho, não faz sentido nenhum destruir as normas sociais - em vigência desde o aparecimento do Homem na Terra - como forma de dar término à algo tão ínfimo como o assassinato de pessoas por motivos de escolha sexual.

Não quer isto dizer que não se deve lutar para acabar com a morte de pessoas por motivos de orientação sexual. Isto quer dizer, sim, que as medidas que estão a ser tomadas tendo em vista tal fim não são as correctas.

Há algum tipo de estudo que confirme a tese de que o ódio aos homossexuais - que é algo infinitesimal no ocidente, repito - pode ser terminado com a introdução de kits gays ou indoutrinação homossexual nas escolas públicas?

Se é preciso legislação estatal com o propósito de indoutrinar crianças alheias com material "didáctico" preparado por pessoas politicamente interessadas no avanço da agenda sexual do lobby gay, como forma de acabar a violência contra os homossexuais, que tipo de material "didáctico" vai ser disseminado entre a comunidade homossexual como forma de dar término a desproporcional violência que ocorre entre os mesmos? (Alguma dessa violência entre homossexuais é verdadeiramente perturbadora.)

Mais grave ainda é o facto dos activistas homossexuais concentrarem os seus esforços de "combate a homofobia" no Ocidente, tradicionalmente mais tolerante, e não nos países islâmicos onde os homossexuais são enforcados publicamente.

Isto demonstra de forma clara que os activistas homossexuais não se preocupam com a vida dos homossexuais, mas sim usam-nos para avançar com a sua política sexual e social.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Director de grupo anticonservador sofre extorsão de amante gay traído


Júlio Severo
David Brock, fundador e director Media Matters, teve de pagar aproximadamente 1 milhão e meio de reais para seu ex-parceiro gay William Grey. Mas isso não foi o suficiente, e o caso está agora na polícia e nos tribunais.
Media Matters é uma organização ultra-esquerdista dos Estados Unidos dedicada a atacar organizações conservadoras, inclusive o WorldNetDaily, ou WND, cujos artigos sempre divulgo no meu blog.
A missão de Media Matters é levantar suspeitas, promover difamações muito bem orquestradas e lambuzar ao máximo a reputação de organizações conservadoras. É um comportamento tipicamente esquerdista ou homossexualista, conforme você preferir.
Agora, o director do Media Matters está envolvido num escândalo — que deveria deixá-lo ocupado demais para prosseguir seus chiliques e ataques aos conservadores. David Brock descartou seu antigo amante e arrumou um novo parceiro gay, James Alefantis, um empresário do sector de restaurantes em Washington.
O ex-amante William Grey, que viveu com o dono do Media Matters durante mais de 10 anos, foi tomado por uma incontrolável fúria gay.
Grey teria primeiro avisado Brock para atender às suas exigências num email de 2008. “Por favor, termine isso hoje mesmo, de modo que eu não desperdice meu tempo mandando um email a alguém — Biden, Coulter, Carlson, Huffington, Drudge, Ingraham,” Grey escreveu.
Num email de 2010, Grey ameaçou delatar o que ele presumivelmente viu como problemas financeiros do Media Matters dignos da atenção da Receita Federal e dos que faziam generosas doações para Brock.
Esse negócio vai feder para você se você não resolver isso agora”, escreveu Grey.
A pior coisa entre gays é briga por causa de um novo namorado. Por que acha que a violência doméstica gay leva a tantos assassinatos — inchando a imaginação maldosa dos que querem atirar o rótulo de “crime homofóbico” ao primeiro sinal de gay assassinado?
Se a briga resultar em assassinato, aí a imprensa esquerdista atacará WND e outros conservadores com suas habituais acusações de incitação de “homofobia” como motivação para um assassinato cometido por outro gay.
Contudo, até o momento Grey apelou apenas para a extorsão.
Outros recorrem ao assassinato mesmo. E poderia chegar a isso, porque a segunda coisa pior é um gay cujas reivindicações não são atendidas.
Para evitar maiores dores de cabeça com o ex-parceiro, Brock lhe deu quase 1 milhão e meio de reais, extraídos da venda de sua casa de praia no valor de quase 3 milhões de reais. Mas o ex-amante quis mais, muito mais, provando conclusivamente que um gay reivindicante ou traído é insaciável, birrento, chiliquento, intolerável e intolerante.
Por causa das reivindicações insaciáveis do amante traído, o caso agora está na polícia e nos tribunais. Enquanto estão brigando, Media Matters presumivelmente ficará ocupada demais para atacar os conservadores e o meu site favorito: WND!

David Brock, fundador e director Media Matters, e vítima de homofobia por parte do ex-namorado.

Fonte


domingo, 25 de dezembro de 2011

Transsexual é condenado por empurrar para frente de trem advogado que se vestia como mulher

Transsexual que empurrou um advogado que costumava se vestir de mulher em uma estação do metro na região central de Londres em 2010 foi condenado a cumprir pelo menos sete anos de prisão por homicídio culposo.

(Não se percebe bem como é que ele é condenado à "prisão perpétua" mas tem que "cumprir pelo menos sete anos de prisão". Isto demonstra que mais cedo ou mais tarde, este perturbado mental vai voltar às estradas.)

David Burgess, também chamado por amigos e família de Sonia Burgess, de 63 anos, foi empurrado para a frente de um trem que se aproximava na estação de King's Cross em Outubro de 2010.

Senthooran Kanagasingham, também conhecido como Nina, foi condenado à prisão perpétua pela Justiça na última quinta-feira e deve cumprir pelo menos sete anos da pena.

Kanagasingham era amigo de Burgess, um famoso advogado defensor dos direitos humanos e dos direitos dos imigrantes.

Antes de sua morte, Burgess já havia sinalizado que temia pelo estado mental do amigo, e inclusive havia indicado um médico para que ele se consultasse.

Burgess disse a amigos próximos que Kanagasingham estava ficando psicótico e "implodindo" e acrescentou que temia pelos efeitos dos hormónios receitados para Kanagasingham.

O transsexual, de 35 anos, encontrava-se a meio de um tratamento para mudança de sexo na época em que assassinou Burgess, empurrando-o para debaixo do metro.

A defesa alegou que Kanagasingham sofria de esquizofrenia paranóica.

'Calmo'

Testemunhas do momento em que Kanagasingham empurrou Burgess afirmaram que ele parecia "calmo" e, quando outros passageiros o cercaram, ele disse: "Sou culpado, sou culpado, me rendo".

Um bilhete foi encontrado na mochila usada por Kanagasingham onde o transexual afirmava estar "deprimido e sofrendo de transtorno de identidade de género".

O promotor do caso, Brian Altman, afirmou que Burgess, que tinha três filhos, tinha uma "reputação brilhante e invejável".

Os filhos da vítima compareceram ao julgamento, vindos do Canadá e da Coreia do Sul, onde vivem actualmente.

Dechem, uma das filhas, declarou que Burgess queria "romper as fronteiras e permitir que indivíduos fossem o que quisessem desde que não ferissem ninguém".

"Em relação a Senthooran Kanagasingham, esperamos que ele receba a ajuda que precisa, isto é o que Sonia gostaria que acontecesse e, na verdade, ela estava tentando ajudá-lo", afirmou uma declaração divulgada pela família de Burgess.

Fonte

David/Sonia Burgess: assassinado por um transsexual perturbado

sábado, 3 de setembro de 2011

Quando a orientação sexual do assassino não interessa

Julio Severo
Nesta semana, dois homens foram encontrados mortos a facadas num apartamento de São Paulo. Não, não foi um crime “homofóbico”. Aliás, a imprensa diz que a motivação do crime é “incerta”.
Quando um homossexual é assassinado às altas horas da madrugada numa zona de drogas, prostituição e violência, salve-se quem puder: ninguém está a salvo de ataques da imprensa, que não tem nenhuma incerteza sobre a “motivação” do crime. Pastores, padres e membros de igrejas cristãs viram automaticamente alvos de acusações impiedosas de jornalistas que sem nenhum escrúpulo os chamam de “homofóbicos” e incitadores de ódio e violência.
Mas quando o homossexual é autor de crimes, a imprensa varre sua identidade homossexual para debaixo do tapete.
Quando o praticante de sodomia é vitima, a imprensa faz questão de destacá-lo abundantemente como “homossexual”. Quando ele é o criminoso, a imprensa faz questão de apresentá-lo apenas como homem ou mulher.
A imprensa dá ampla cobertura aos seus favorecidos homossexuais em seus crimes, protegendo-os de constrangimentos provocados por seu estilo de vida. Mas não há proteção alguma para quem está fora dos favores da mídia descaradamente parcial.
Os homossexuais, pois, não podem reclamar de que não têm nenhuma proteção, que é por eles recebida em excesso por uma mídia tão disposta a favorecê-los que acoberta seus pecados e crimes. Os exemplos são abundantes, mas vou citar apenas o caso desta semana:
SUSPEITO DOPOU VÍTIMAS ANTES DE MATÁ-LAS NA RUA OSCAR FREIRE
O suspeito de assassinar duas pessoas em um apartamento da rua Oscar Freire, área nobre da zona oeste de São Paulo, dopou as vítimas antes de cometer o crime.
Segundo a polícia, Lucas Cintra Zanetti Rosseti, 21, misturou medicamentos tarja preta (de uso controlado) nas bebidas do analista de sistemas Eugênio Bozola, 52, e do modelo Murilo Rezende da Silva.
"O suspeito era mais fraco que os dois. Para matá-los a facadas tinha que fazer com que eles, de alguma forma, ficassem mais vulneráveis", disse o delegado Mauro Dias, do DHPP (departamento de homicídios).
Rosseti, segundo a polícia, matou Bozola e Rezende a facadas. Antes de fugir do prédio com o carro do analista de sistemas, deixou suas roupas, seu tênis e as facas usados no crime espalhadas pela casa.
Nas paredes do apartamento, deixou inscrições como CV, ZO e viado. Todas feitas com o sangue das vítimas.
"Ele tentou dissimular o crime. Queria passar a falsa impressão de que o crime teria sido cometido pelo Comando Vermelho ou por alguém da zona oeste de São Paulo", afirmou Dias.
Natural de Igarapava (446 km de São Paulo) Rossetti estava hospedado na casa de Bozola desde o dia 14 de agosto.
"Eles se conheciam de Igarapava. O Eugênio [Bozola] costumava trazer amigos de lá para passar uma temporada em São Paulo", contou o delegado.
Confesso que quando li essa “reportagem”, não vi nada homossexual, pois o texto não faz a mínima referência à homossexual ou homossexualidade. Tudo o que deu para pensar foi: que crime hediondo e inexplicável!
Depois, acabei lendo outro jornal:
HÓSPEDE É APONTADO COMO SUSPEITO POR ASSASSINATOS NA OSCAR FREIRE
SÃO PAULO — Um jovem de 21 anos é apontado pela polícia como principal suspeito pela morte do analista de sistemas Eugênio Bozola, de 52, e do modelo Murilo Rezende da Silva, de 21, em um apartamento na Rua Oscar Freire, na zona oeste da capital paulista. Segundo os investigadores, o suspeito é Lucas Zannetti. Natural de Igarapava, no interior de São Paulo, mesma cidade de Eugênio, ele estaria como hóspede no apartamento do analista desde o Dia dos Pais.
A polícia chegou ao rapaz por relatos de amigos das vítimas. No fim de semana anterior ao assassinato, Lucas teria ido com Eugênio e outro colega a uma boate gay na zona oeste da cidade, e depois a uma pizzaria. A identificação foi feita através de imagens de câmeras de segurança dos locais. De acordo com a polícia, um tênis encontrado no apartamento era o mesmo que ele usava naquele dia. Havia marcas de sangue, que chegaram a ser lavadas.
Ainda segundo a polícia, o carro do analista com que Lucas fugiu foi visto pela última vez no pedágio do município de São Simão, no interior paulista. A motivação do crime, ocorrido na madrugada da última terça-feira, continua incerta
É verdade que o Estadão também não disse que o assassino é homossexual, mas sem querer ou não, deixou uma pista de fora:
No fim de semana anterior ao assassinato, [o assassino] Lucas teria ido com Eugênio e outro colega a uma boate gay na zona oeste da cidade.
Apesar disso, ambos os jornais não ousam identificar o assassino como homossexual. A Folha de S. Paulo nem quis citar que eles estiveram numa boate gay — uma informação altamente comprometedora. Qualquer identificação homossexual foi varrida directamente para debaixo do tapete. Quanto mais clara é a motivação homossexual de um crime, mais a imprensa esquerdista trabalha para maquiá-la e acobertá-la.
O grande problema é que acobertar o pecado gera injustiças e crimes. Por isso, se as leis começarem a proteger os homossexuais do jeito que a imprensa esquerdista já faz há muito tempo, a sociedade verá mais injustiças e crimes violentos. Só não verá a motivação deles, pois tudo estará escondido debaixo do tapete. Com a ajuda da Folha de S. Paulo e outros jornais, tudo o que a sociedade verá são crimes com “motivação incerta”.
Fonte: www.juliosevero.com
[Meu Comentário] Por quanto tempo mais a imprensa esquerdista mundial vai tentar esconder a realidade de que alguns dos crimes mais violentos contra os homossexuais são feitos por outros homossexuais? A violência entre homossexuais é superior que a violência entre heterossexuais. Porque é que muito poucos falam nisso?

Estas agências noticiosas, que deveriam reportar a verdade, hoje em dia são soldados do esquerdismo ao proteger um dos grupos sociais que mais rapidamente faz avançar o socialismo: os homossexuais.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Rússia: Canibal homossexual mata e cozinha namorado


Um jovem de 21 anos foi detido pelas autoridades de Mourmansk, noroeste da Rússia, acusado de matar e comer um homem de 32 anos que conheceu na internet, num site de encontros homossexuais.

A história remonta ao passado dia 19 de Agosto, data em que o jovem canibal atraiu a sua casa o namorado virtual que acabou morto por envenenamento, retalhado com mão de mestre e cozinhado com requinte de grande ‘chef’.

Durante uma longa semana, o canibal de Mourmansk cozinhou os restos mortais do companheiro com muita imaginação e competência culinária, a saber, filetes, croquetes, salsichas... "O único móbil do crime do homicida era, precisamente, comer carne humana", conclui o relatório policial, divulgado ontem.

O desaparecimento da vítima foi denunciado pela mãe, tendo a polícia chegado ao seu trágico fim através do computador . O criminoso enfrenta agora uma pena de 15 anos de prisão.

Em 2002, quando veio a público o caso do canibal alemão Armin Meiwes, contratado pela vítima, via internet para a matar e comer, as autoridades alemãs estimaram em 10 mil os entusiastas do canibalismo nas suas duas variantes: activa e passiva.

-Fonte-



sábado, 30 de julho de 2011

Homem é morto, queimado e decapitado em Aparecida

Comentário de Julio Severo: Sei que a mídia esquerdista fez o juramento sagrado de nunca apresentar como assassino ou agressor quem pratica atos homossexuais, mas preciso quebrar esse bloqueio. Aí vem outra notícia que a grande mídia não mostra: gay mata parceiro gay. E agora? Mais um número para as estatísticas dos “assassinatos homofóbicos”?

Homem é morto, queimado e decapitado em Aparecida

O corpo de um homem foi encontrado amarrado, decapitado e queimado na manhã de ontem na Avenida Dom Abel, no Parque Trindade I, em Aparecida de Goiânia. Não há pistas sobre os suspeitos e a motivação para o crime.
De acordo com a Polícia Militar, próximo ao terreno baldio, onde o corpo foi encontrado, haviam rastros de sangue que a levaram a uma residência, supostamente habitada pela vítima. Junto ao cadáver, haviam vestígios de pneus queimados, que podem ter sido usados para facilitar a carbonização. A cabeça da vítima ainda não havia sido encontrada até o fechamento dessa edição.
Não havia ninguém na casa, mas a PM encontrou sangue espalhado por quase todos os cômodos. A cama, facas e uma pá, as quais podem ter sido usadas no assassinato, também tinham sangue. A polícia afirma que sinais de luta corporal foram identificados no local.
Testemunhas contam que na residência mora um casal homossexual. A polícia encontrou duas identidades com nomes de M. C. L., 21, e W. E. S., 35, além de cartões bancários em nome de W. Trabalha-se com a hipótese de que o crime seja passional e teria sido cometido por um dos dois, devido a briga entre o casal.
Na tarde de ontem, a delegada responsável pelo caso, Marcella Cordeiro Orçai, da Delegacia de Homicídios de Aparecida de Goiânia, esteve em Anápolis para investigar o caso. Segundo testemunhas e documentos encontrados na residência, W. teria parentes na cidade.
Segundo a dona do imóvel, que pediu para não ser identificada, W. e M. alugaram o local há cerca de um mês. Ela afirma que o casal era aparentemente tranquilo, sem qualquer suspeita, e que nunca presenciou ou ouviu brigas entre eles.

Violência homossexual:
Artigos de Julio Severo:
Onde estão os espancadores e assassinos homossexuais?

domingo, 24 de julho de 2011

Homossexual mata namorado com vassoura após recusar sexo oral

Fernando Amaral, de 44 anos, andava revoltado com o facto de o namorado, Manuel Santos, de 66, ter começado a pedir esmola nos mesmos locais, pelo que, quando o companheiro lhe pediu que fizesse sexo oral recusou prontamente.

Os dois homens começaram então a discutir e envolveram-se numa violenta luta que apenas terminou quando Fernando espetou o cabo de uma vassoura na boca do namorado, provocando a sua morte. Foi a 3 de Agosto do ano passado, em Valença, e Fernando está agora acusado de homicídio qualificado.

"Ele não sofreu muito, só gritou duas vezes e apenas demorou duas horas a morrer, não é muito tempo", disse o homicida, que viu o namorado agonizar. Contou-o à PJ quando foi detido.

Segundo a acusação do Ministério Público, que o Correio da Manhã consultou, além de andar furioso por Manuel pedir esmola nos mesmos locais, Fernando desconfiava ainda que tinha sido o namorado a denunciar à Segurança Social que aquele deixava outras pessoas dormir na sua casa, que era paga pela instituição.

No dia do crime, o casal [sic] bebeu sete caixas de garrafas de vinho e chegou a casa por volta das 22h30. Manuel tentou manter contactos sexuais com o parceiro, mas aquele recusou-se e começou a agredi-lo. O cabo acabou por partir, o homicida espetou-o na boca do namorado e rodou-o várias vezes. Não satisfeito, Fernando saltou ainda para cima da vítima e pulou diversas vezes em cima do seu corpo. Permaneceu ao seu lado e acabou por se entregar à GNR.

TOMOU BANHO E BEBEU CERVEJA APÓS O CRIME

Após assassinar o namorado, Fernando pegou em todas as fotografias e documentos de Manuel e cortou-os com uma tesoura. De seguida, tomou banho e mudou de roupa. Antes de sair de casa, o homicida tirou os chinelos da vítima, lavou-os e colocou-os no caixote do lixo juntamente com as fotografias que tinha cortado.

Fernando dirigiu-se então até a um café próximo de casa, bebeu uma cerveja, comprou cigarros e só depois confessou ao proprietário o que tinha feito. "Matei uma pessoa à vassourada e ao pontapé", disse o homem. De seguida foi entregar--se à GNR de Valença.

Fonte


Mais um crime a adicionar à lista de crimes causados pela "homofobia". Ou não?

Para além disso, não deixa de ser curioso que a notícia não tenha uma única vez a palavra "homossexual" lá escrita. Mas todos nós já sabemos que, para o esquerdismo, o que importa é o avanço da ideologia e não a verdade.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Não são só os maometanos que matam os apóstatas

Adolescente tenta deixar de ser gay e é morto por ex-companheiro gay

A mãe de José Vanderlan Medeiros Barroso, Maria José, afirmou que o filho tentava 'deixar de ser homossexual' e rompeu o relacionamento com o namorado, identificado apenas como Varlei. De acordo com Maria, ele teria se convertido no Ministério Apostólico Gerando Vidas quando separou-se do companheiro. "Varlei passou a perseguí-lo desde então, o ameaçava de morte e chegou a esmurrá-lo, na semana passada", afirmou a mãe.
Ainda segundo Maria José, contou aos investigadores que ele e a vítima estavam na Ponta Negra foram assaltados. "O ex-namorado foi até a polícia dizer que os dois teriam sido roubados por um trio, mas que ele havia conseguido fugir. A questão é que ele só apareceu no domingo a noite, quase 24 horas depois do acontecido", assinalou.
José Vanderlan foi encontrado morto na Prainha da Ponta Negra, local conhecido como Garden e que seria usado por homossexuais. Próximo ao corpo, a polícia descobriu vários preservativos usados. Ele levou 10 garrafadas e estava completamente nu.
Divulgação: www.juliosevero.com

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Aplicativo informático sodomita causa morte e facilita a pedofilia

No dia 15 de Maio de 2011 o Roberto Cavalcanti reportou a "febre" que um aplicativo informático está a fazer no sub-mundo sodomita carioca.
Estamos falando do Grindr, conhecido como “GPSexo”. É só baixar o programa, botar uma foto (geralmente do peitoral ou do abdómen) e activar o GPS. Na mesma hora, o Grindr indica onde está o parceiro em potencial mais próximo.
Isto é o sonho de qualquer promíscuo (seja homossexual ou heterossexual): saber onde encontrar parceiros sexuais o mais rapidamente possível.

Mas como é normal em tudo o que os demónios inspiram, isto vem com um preço demasiado alto.

De acordo com a polícia de Phoenix, um homem local foi morto por um jovem de 19 anos que ele havia conhecido através de um aplicativo do IPhone usado pela comunidade homossexual para encontrar parceiros.

Mark G. Woodland, de 54 anos, foi encontrado morto no seu apartamento depois do companheiro de quarto ter voltado e ter notado que a casa havia sido assaltada. O companheiro de quarto chamou a polícia e estes, depois de terem vasculhado o apartamento, encontraram o corpo agredido e esfaqueado de Woodland na casa de banho.

O companheiro de quarto disse à polícia que Woodland lhe havia enviado um sms às 17:00 dizendo que ele iria em busca de companhia sexual masculina. O Mark enviou ainda outro sms às 18:00 para se certificar se o companheiro de quarto já havia saído do apartamento.

Depois do corpo ter sido encontrado, a polícia seguiu as pistas até um amigo de Woodland, que declarou que este havia encontrado um homem através duma rede social informática usada pelos homossexuais como forma de se conhecerem uns aos outros. A aplicação usa um sistema de posicionamento GPS para localizar "pares" baseado na proximidade entre um e outro.

Foi dado à polícia o username que o parceiro usava dentro do aplicativo, bem como uma descrição física do último homem visto com Woodland. A polícia não só seguiu as pistas até ao IPhone através do qual o encontro com Woodland foi combinado, como pôde observar que o dono correspondia à descrição fornecida.

Tommy Reed, de 19 anos, foi preso e levado aos estabelecimentos policiais para questionamento. Mais tarde Tommy Reed foi acusado de assassínio em segundo grau


Entretanto, em Vancouver um homossexual de 54 anos e uma criança de 15 anos encontraram-se através do aplicativo Grindr. As coisas não correram muito bem, mas mesmo não estando na posse de todos os detalhes, o homossexual de 54 anos foi apreendido e acusado de interferência sexual, convite para acareciamento sexual e abuso sexual.

A Sargento Jeanette Theisen (Unidade de Crimes Sexuais) afirma:

Os avanços na tecnologia e nas redes sociais facilitam o contacto das nossas crianças com indivíduos que as podem magoar ou aproveitarem-se delas.
Sim, a culpa é das redes sociais e da tecnologia. Não é da cultura vazia de temor a Deus (e cheia de vontade de preencher esse vazio com outras "emoções"). Também não é do ambiente que promove a promiscuidade e nem é da inclinação para a promiscuidade de certos "estilos de vida".

Não, não é nada disso. A culpa é da tecnologia e das redes sociais. Curioso que quando se chegou a hora de prender alguém, não se prenderam os inventores do Grindr. Porque será?


Se bem se lembram, há algumas semanas atrás ficamos a saber que os activistas sodomitas americanos conseguiram que uma empresa deixasse de colocar nos seus IPhone um aplicativo que oferecia ajuda a quem livremente solicitasse ajuda para deixar o auto-destrutivo comportamento homossexual.

Portanto, para o lobby sodomita, a proliferação de aplicativos informáticos que tentem ajudar homens e mulheres a deixar o vício da homossexualidade é algo a combater, mas a proliferação de aplicativos que visem colocar num local reservado dois estranhos potencialmente perigosos, já é uma coisa boa.

domingo, 15 de maio de 2011

Organização Homossexual da Califórnia Admite que a SIDA é uma "Doença Gay"

Por Júlio Severo

Washington, D.C., EUA — Em declaração pública no dia 8 de fevereiro de 2008, Matt Foreman, diretor executivo da Força Tarefa Nacional Gay e Lésbica, perturbou o movimento homossexual militante ao se juntar à Vigilância Sanitária americana, a organizações pró-família e a um número crescente de ativistas homossexuais dispostos a admitir que a conduta homossexual representa risco extremo e é a principal responsável pela propagação do HIV/AIDS nos EUA.

Tratando do assunto da AIDS, Foreman se desviou drasticamente da linha partidária do lobby gay ao confessar:

Internamente, quando esses números são divulgados, a classe de militantes gays parece reagir com indiferença em massa, como se isso não fosse nosso problema. Gente, com 70 por cento dos portadores do HIV deste país sendo gays ou bissexuais, não podemos negar que o HIV é uma doença gay. Temos de aceitar isso e enfrentar a verdade.
Pouco mais de um ano atrás, Lorri Jean, diretora-executiva do Centro Gay e Lésbico com sede em Los Angeles, de forma semelhante chocou o movimento homossexual ao declarar: “O HIV é uma doença gay. O HIV é nosso. Acabemos com ele”.

A confissão de Foreman vem logo após a carta de Matt Barber, diretor de questões culturais de Concerned Women for America, convidando Foreman e outros ativistas homossexuais a cooperar para desencorajar os homossexuais de se engajarem nas condutas de alto risco que pesquisadores recentemente determinaram são responsáveis pela propagação epidêmica de uma variante potencialmente mortal de uma infecção estafilococa entre certos segmentos da população gay.

A Vigilância Sanitária reconheceu que muitas dessas mesmas condutas de alto risco, tais como o sexo anal entre homens, são as principais responsáveis pela propagação do HIV/AIDS.

Matt Barber falou com relação à confissão de Foreman:
“É extremamente animador ver que Matt Foreman, um ativista homossexual que por muito tempo negou os perigos do estilo de vida que ele promovia, publicamente agora aceita a verdade de que esse estilo de vida traz perigos inegáveis.

“Só espero que agora ele pare de promover a conduta homossexual e faça campanhas para que as elites liberais, principalmente os que administram as escolas públicas, tomem a mesma atitude.

Os educadores precisam sinceramente tratar das conseqüências potencialmente mortais do estilo de vida ‘gay’.

“É crime e falta de juízo a Associação Nacional de Educação e os educadores liberais colocarem os modismos politicamente corretos e uma agenda política enganosa acima das vidas, saúde e bem-estar das crianças da nação.

A evidência está aí para todos verem.

Homossexualismo não tem a ver com ‘quem’ são eles, mas com ‘o que’ fazem eles. A Força Tarefa Nacional Gay e Lésbica tem agora, de fato, reconhecido essa realidade. A honestidade deles é estimulante e inesperada”,

concluiu Barber.

Título do original: Top “Gay” Organization Comes Clean: “HIV is a gay disease.”

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: Concerned Women for America.

domingo, 6 de março de 2011

Homossexual Justin Raymondo critica agenda gay

(Fonte)

Abaixo um ótimo texto escrito por um intelectual gay, Justin Raymondo.

Leiam abaixo, e depois comento:

Os ativistas gays do passado pediam que o governo os deixasse em paz. Seu programa político era focado em descriminalizar relações homossexuais entre adultos que consentiam a relação. Mas hoje, proporcionalmente ao crescimento da tolerância à homossexualidade, ativistas gays estão cada vez mais pedindo ao governo para impor sua agenda sobre a sociedade. Mesmo que o poder do estado tenha sido usado contra gays desde a Idade média, repentinamente líderes gays atuais parecem compor uma união declarando: “Agora é a nossa vez”. Isso é uma grande ironia – e uma causa em potencial de problemas para os homossexuais e tumultos para a America.

A origem do movimento de liberação gay na America pode ser definida como a tarde de Junho, 27, 1969, quando patrocinadores do Stonewall Inn, um bar homossexual em Manhattan, resistiram a uma tentativa da polícia fechar o local. Por três dias, uma rebelião na vizinhança evitou de forma efetiva que a polícia executasse uma velha tradição de fechar as portas dos bares gays e prender aqueles que não pagassem propina. Na queixa oficial, os operadores do Stonewall foram citados pela ausência de licença para vender bebidas. Mas mesmo que eles tivessem essa licença, temos dúvidas se sua requisição seria atendida: o comitê de licenciamento estadual era naturalmene hostil aos grupos gays. Os primeiros militantes gays modernos estavam, então, se rebelando contra regulação. De fato, se tornar livre do governo geralmente era uma idéia central da liberação gay.

Mas algo aconteceu para distanciar o movimento gay de seu objetivo original. Hoje, o chamado movimento pelos direitos gays vê o governo como a agência, não como inimigo, da liberdade. Da medicina socializada à legislação anti-discriminação até as lições obrigatórias de “tolerância” nas escolas, não há sequer um esquema focado em aumento do poder do governo que esses alegados lutadores da liberdade não apóiem.

Enquanto atos homossexuais entre adultos sob consentimento são ilegais em alguns estados, eu acredito que as organizações dedicadas à repelir essa idéia tem um lugar legítimo na constelação de causas por direitos humanos. Além deste objetivo estritamente limitado, entretanto, um movimento político baseado em orientação sexual é uma aberração grotesca. As evidencias mostrando que os movimentos de direitos gays têm assumido um estilo cada vez mais autoritário é o resultado inevitável de assumir as causas políticas com base em lealdade de clã, ao invés de princípios filosóficos.

Em uma sociedade livre, não existem direitos gays, apenas direitos individuais. Para os homossexuais e heterossexuais em geral, estes direitos se resumem a um único princípio: o direito de ser deixado em paz. Politicamente, os movimentos de direitos gays deveriam retornar às suas raízes libertárias. Isso iria iniciar o processo vital de despolitizar a homossexualidade e minar a criação de uma cultura de guerra que a minoria gay jamais poderá vencer.

Mesmo a “neutralidade” estatal que gays “centristas” como Andrew Sullivan defendem iria forçar o tratamento governamental de forma equânime à heterossexualidade, como visto nas requisições de Sullivan pelo pseudo-“casamento” gay e a presença de gays assumidos no exército. Verdadeira neutralidade, entretanto, não iria envolver reconhecimento, mas indiferença, ausência de atenção, inércia. Um estado neutro não iria penalizar nem promover o comportamento homossexual. Ele não iria nem sequer proibir nem dar status legal ao casamento gay. Em um ambiente militar, um estado neutro iria submeter toda sexualidade à mesma rigorosa regulação.

Gays deviam rejeitar a idéia nonsense que eles são oprimidos pelo “heterosexismo”, uma ideologia má que subordina e denigre homossexuais pela insistência da centralidade da heterossexualidade na cultura humana. Não há uma base para isso na biologia humana, entretanto algo que pode ser chamado de projeto reúne acadêmicos organizados em uma imaginação que define a sexualidade humana como uma “construção social” a ser alterada conforme a vontade. Homossexuais são e sempre serão uma raridade, uma pequena minoria necessariamente distante da família tradicional. O “viés” heterossexual das institutições sociais não é algo que precisa ser imposto em uma sociedade relutante por um estado opressivo, mas uma predileção que surge de forma natural e inevitável. Se isto é “homofobia”, então a natureza é intolerante. Se os gays usam o poder do estado para corrigir esta “injustiça” histórica, eles estão envolvidos em um ato de hostilidade que irá ser encarado justamente como um desafio à primazia da família tradicional.

Mesmo muitos liberais gays reconhecem que o modelo de direitos gays já tornou obsoletas quaisquer utilidades que alguma vez já existiram. A idéia de que pessoas gays, particularmente homens gays, como um grupo de vítimas é tão contrário à realidade que não é sustentável. Em cenários econômicos, políticos e culturais, a influência gay ocorre em maior proporção do que seus números, um fato que tem alimentado várias teorias da conspiração. Dos Cavaleiros de Malta medievais ao “Homintern” misterioso de tempos modernos, o tema com a idéia de uma cabala homossexual poderosa é persistente na literatura conspiratória, que mimetiza a forma e o estilo da campanha anti-semita.

Coberto com a propaganda de vitimização dos últimos 20 anos, esta imagem do poder homossexual secreto é combinada para produzir um perfil extremamente desagradável: uma criatura de altos privilégios que lamenta-se constantemente sobre sua situação. Se a liderança política gay realmente está tão preocupada sobre o alegado crescimento da liderança anti-gay, talvez eles deveriam se preocupar em projetar uma imagem menos atacável.

Como se fosse um contingente militar especializado em empurrar o socialismo “multicultural” goela abaixo dos habitantes da América, o lobby gay capitaliza nas piores inseguranças de seus membros. Sempre mantendo em voga o bicho-papão da “Direita religiosa”, para manter suas tropas em linha, os políticos gays apontam para Jesse Helms e dizem: “Sem nós, você não teria chance alguma contra eles”.

Mas na verdade nenhum dos grandes conservadores religiosos propôs medidas legais contra homossexuais. A Christian Coalition, o Eagle Forum, e outros ativistas conservadores arraigados apenas se envolveram em atividades políticas “anti-gay” de forma defensiva, trabalhando para reverter as legislações de direitos gays que atacaram suas crenças mais valorizadas.

A liderança do movimento gay está brincando com fogo. A grande tragédia é que eles não serão os únicos queimados. A volatilidade das questões que eles têm levantado – que envolvem religião, família, e as premissas mais básicas do que significa ser humano – criam o risco de uma explosão social pela qual eles devem ser responsabilizados. O arrojo da tentativa de introduzir um currículo “positivo” gay nas escolas públicas, a posição militante de vítima que não aceita nenhum questionamento, a intolerância absurda uma vez que ganham o poder em guetos urbanos como San Francisco – tudo isso, combinado com o fato de que o paradigma de direitos gays em si representa uma invasão insuportável da liberdade, tendem a produzir uma reação da maioria.

É tempo de desafiar a ficção de que o movimento de “direitos gays” fala por todos ou mesmo pela maioria dos gays. Eles não falam. A legislação de direitos gays viola os princípios ao liberalismo autêntico, e homossexuais deveriam se voltar contra ela – para se distanciar dos excessos de um movimento militante destrutivo, para ajudar a evitar danos sociais e corrigir alguns erros graves. Estes erros são o assalto político cometido contra a família heterossexual pelos teóricos da revolução dos direitos gays; a infinita ridicularização da religião promovida pela imprensa gay; e o ilimitado desprezo por toda tradição e “valores burgueses” que permeiam a subcultura homossexual.

E a busca por uma “etnicidade” gay é tanto uma via sem saída como um esforço para solidificar um movimento político gay. Em nenhum sentido homossexualidade é comparável, vamos dizer, a ser um Armênio. Não existe cultura gay separada da cultura em geral, e a despeito de alegações pseudo-científicas em contrário, não há uma raça gay codificada nos genes. Há apenas comportamento assumido por um grupo diverso de indivíduos, cada um agindo a partir de seus motivos e predisposições particulares.

Esforços para santificar tal comportamento, ou para explicá-lo de forma que ele não tenha conteúdo moral, são contraprodutivos além de serem inconvincentes. Esforços para reconciliar a homossexualidade com os costumes e crenças religiosas da maioria é conceder ao grupo o direito que as pessoas, gays ou não, realmente não possuem – o direito, aliás, não deve justificar sua existência.

A obsessão com a idéia de “sair do armário”, e a auto-centralização basicamente feminina que tal ritual implica, é certamente outro aspecto do qual o movimento gay deve se afastar. Nós realmente precisamos saber o inclinamento sexual de nossos vizinhos e parceiros de trabalho, ou mesmos nossos irmãos e irmãs, tias e tios?

Esperar aprovação ou sanção official para uma matéria tão pessoal como sexualidade é um sinal de caráter fraco. Para uma solicitação (não, demanda) tão desaforada, tal aprovação sob a forma de algum ato do governo é um ato de incomparável mau gosto. Da mesma forma, é uma confissão de tão devastadora falta de amor próprio, de vazio interior, que sua expressão pública é difícil de dimensionar. Auto-estima não é uma qualidade a ser obtida nos outros, nem pode passar a existir via legislação.

A história do movimento gay revela que ideologia e Eros são antípodas. Política, como disse Orwell, é simplesmente um “sex gone sour”, na qual sour (ácido) certamente descreve a visão de mundo dos dogmatistas dos direitos gays. Isso é evidente apenas ao olharmos para eles: sitiados por todos os lados por uma sociedade “heterossexual”, e geralmente demasiadamente sozinhos para arrumar um encontro, estas pobres almas tem dessa forma que politizar sua sexualidade que mal podem alegar realmente existir.

Ao invés do excessivo moralismo da “visibilidade” gay, uma resolução razoável da Questão Gay deveria solicitar um retorno às maravilhas da vida privada, a redescoberta da discrição ou mesmo anonimidade. A politização do cotidiano – do sexo e as principais instituições da cultura – é uma moda que deve ser fortemente resistida, não apenas por gays mas também por amantes da liberdade em qualquer esfera da atividade humana.

Meus comentários

Mas não é que o Justin Raymondo está correto?

Ele me lembra os discursos do Clodovil, que sempre rejeitou a ditadura gay.

Enfim, Clodovil era gay, mas não um gayzista. Assim como Raymondo.

Precisamos saber se os movimentos gays falam por todos os gays ou apenas por grupos de esquerda que querem USAR os gays de forma política.

Vale o mesmo em relação aos neo ateus/humanistas. Será que eles representam todos os ateus ou apenas são um grupo USANDO os ateus de forma política?

É importante investigarmos essa postura, pois temos que retaliar tanto os ataques dos movimentos gays como dos movimentos humanistas.

Mas isso não implica um ataque aos gays e ateus.

Somente àqueles que estão contra nós.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Violência entre homossexuais é superior do que entre heterossexuais

Aparentemente a homofobia estende-se para além do mundo heterossexual. Alguns comentários meus pelo meio.
Apesar de invisível, a violência nas relações homossexuais é “tendencialmente mais elevada”. Esta é a ideia-chave de um estudo que acaba de ser feito na Universidade do Minho (UM): 39,1 por cento dos participantes admitiram ter adoptado algum comportamento violento e 37,7 revelaram ter sido vítimas de, pelo menos, um acto abusivo no ano anterior.

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“A amostra é pequena e específica”, ressalva Carla Machado, co-autora com Laura Gil Costa e Rute Antunes. Responderam ao inquérito 151 indivíduos dos 15 aos 60 anos ligados a associações de defesa dos direitos dos homossexuais – 37,7 por cento eram estudantes, 19,9 exerciam profissões intelectuais e científicas, e as pessoas “mais escolarizadas tendem a identificar como violentos comportamentos banalizados pelas menos escolarizadas”.

Analisando o que cada um admite já ter praticado, a violência psicológica é mais frequente (30,5) do que a física (24,5). Analisando o que cada um diz já ter sofrido, a tendência mantém-se: 35,1 por cento foram vítimas de, pelo menos, um acto de violência emocional e 24,5 de uma agressão física no último ano.

O mais comum é insultar, difamar, humilhar, partir ou danificar objectos de propósito ou deitar a comida no chão para assustar, gritar ou ameaçar, dar uma bofetada. Foi encontrada uma forma específica de abuso: o “outing” ou ameaça de “outing” (revelação indesejada da orientação sexual do parceiro se este tentar acabar a relação). O que pode causar “perda de emprego, abandono de familiares e amigos ou da custódia de um filho”.

Igual a outros países

Estes resultados vão ao encontro das taxas encontradas noutros países.

Homofobia internacional.
A tendência para maior violência é clara: numa investigação sobre violência conjugal heterossexual, que teve por base 2391 famílias, 22,2 por cento dos sujeitos assumiram-se como vítimas e 26,22 por cento como agressores.

A professora da UM diz que a violência entre casais do mesmo sexo tem sido “negada ou ocultada” pela comunidade homossexual, já que reforça estereótipos negativos, e pelos investigadores da área, já que interroga o pressuposto feminista de que a violência é filha da desigualdade de género.

Sim, é sempre mau quando a realidade se recusa a conformar com mitologias feministas.
Como nas relações heterossexuais, “a vítima sente-se isolada, vulnerável, presa à relação”. Prende-a o amor. Prende-a o factor financeiro quando a relação implica rendimentos, negócios, aquisições conjuntas. Há, porém, uma “importante diferença”: o preconceito.
Pronto. Aqui começa a desculpabilização da homossexualidade em si como um dos factores geradores de tensão nas parcerias homossexuais.
Teia de silêncio

Diversos mitos ajudam a construir uma teia de silêncio. A sociedade tende a encarar as “relações homossexuais como igualitárias”, “imunes à violência íntima”.

Não sei como se chegou a esta conclusão. Como é que ela sabe que a sociedade vê as parcerias homossexuais como "imunes à violência"?
E a acreditar na suposta “facilidade (emocional e financeira) que a vítima teria em abandonar a relação”. Como se as suas relações fossem “meramente sexuais”.
Uma vez que a vida homossexual é caracterizada pela promiscuidade (busca de mais e mais parceiros sexuais, especialmente entre os homens), a inferência de que a homossexualidade seja "meramente sexual" é justificada até certo ponto.
Múltiplos estudos sugerem que os homossexuais são “profundamente discriminados em diversos sectores da sociedade”. Na família, no acesso a trabalho e morada, no emprego, na escola, na polícia, no exército e noutras instituições.
Atenção que para os esquerdistas a palavra "descriminação" tem um entendimento muito vago. Por exemplo, se dois homossexuais se estiverem a beijar à porta de um jardim de infância, e alguém sair de dentro e expulsá-los dali, para muitos isto é "descriminação". Se um cristão estiver a citar a Bíblia e a mostrar que a homossexualidade é um desvio do Plano de Deus para a sexualidade humana, os homossexuais podem gritar "descriminação!" mesmo que o dito cristão não esteja a apelar a violência.

Para os marxisstas culturais "descriminação" é tudo o que é feito por pessoas que não pactuam com as suas ideologias.

Podem “sentir que estão sós contra o mundo – e esse sentimento pode alimentar a relação, mas também torná-la mais tensa”, explica.
Sim, a homossexualidade parece ser uma vida de grande solidão e isolamento.
A homofobia pode gerar “baixa auto-estima ou sentimento de inadequação sexual, que o sujeito procura compensar através da subjugação do parceiro”.
Reparem como a palavra "homofobia" é introduzida no texto sem nos ser dito o que ela significa. O que é a "homofobia"? Por "fobias" nós entendemos como sendo um medo irracional por algo. Será que a escritora deste artigo quer mesmo dizer que o que leva um homossexual a espancar outro homossexual é o "medo irracional" que a sociedade tem dos homossexuais? Como é que ela sabe disto?
Também pode “funcionar como um legitimador da violência sofrida, uma vez que o indivíduo acredita que é merecedor ou até mesmo culpado da violência”.
Não é isto algo semelhante ao Síndrome de Stockholm? O que é que isso tem a ver com a "homofobia" (seja lá o que isso for)?
As vítimas homossexuais têm em regra menos apoio.
Não nos é dito como é que ela sabe disto. Se um homem ou mulher é agredido por outra pessoa, a lei aplica-se a ambas independentemente das prácticas sexuais que elas adoptem. Não há motivo nenhum para se pensar que ser-se homossexual reduz as hipóteses duma pessoa de ser tratada com dignidade pela lei vigente.
Por vezes, os familiares nem sabem que elas têm uma relação íntima.
Se não sabem é porque o homossexual não disse.
Revelar a violência também pode ser encarado como uma forma de reforçar a imagem negativa que a família tem da homossexualidade.
Não há mal nenhum em ter uma imagem negativa de um comportamento auto-destrutivo.
As vítimas chegam a preferir “manter um relacionamento íntimo violento a permitir comentários do tipo: 'Eu bem te avisei.’”
O resto da população não tem culpa nenhuma que um homem decida ficar envolvido num relacionamento onde ele é abusado fisicamente pelo parceiro.
E os serviços? Não há casas abrigo para homens. E Carla Machado questiona-se sobre a sensibilidade que terá quem trabalha em casas abrigo destinadas a mulheres e crianças para lidar com lésbicas vítimas de violência doméstica.
Mas se já há casas de abrigo para mulheres que sofram violência dos maridos, estas também servem para quem sofra violência da parceira. Mesmo as mais ávidas instituições cristãs nunca rejeitariam de prestar ajuda a um homossexual vítima de violência só porque ele ou ela é homossexual.

Mas neste ponto é preciso ver que a escritora pode ter alguma razão: não parece haver casas de apoio para homens vítimas de violência doméstica. Mas isso se calhar se deve à crença feminista de que a violência doméstica é sempre feita pelo homem.

“A prevalência alerta-nos para a necessidade de maximizarmos a visibilidade deste fenómeno”, conclui o artigo científico, que foi há uns dias para publicação numa revista científica. “Num contexto social preconceituoso, sem campanhas de informação adequadas ou serviços específicos, muitas vítimas de violência íntima não são sequer capazes de reconhecer as suas relações como abusivas”.
Não sabemos o que este "artigo científico" entende como "contexto social preconceituoso".
As investigadoras julgam importante criar serviços ou, pelo menos, alargar os já existentes aos homossexuais. Acham que “o maior desafio face à violência nas relações homossexuais continua a ser a cegueira inerente à homofobia”.
É normal as pessoas terem cegueira em torno de um comportamento tão ínfimo (medo irracional dos homossexuais).

Conclusão:

O artigo começa bem mas depois termina colocando a maior parte da culpa da violência doméstica no "contexto social preconceituoso". Não há evidências para tal alegação, portanto podemos assumir que esta foi feita apenas com o propósito de desculpabilizar o comportamento como agente gerador de tensão entre os parceiros.

Eis aqui uma boa leitura sobre o que verdadeiramente é a vida homossexual.

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