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sábado, 6 de fevereiro de 2016

Lésbicas acusadas de espancar um rapaz

Por Warner Todd Huston

Dupla lésbica de Oklahoma foi presa pela polícia por alegadamente espancar e torturar um rapaz de 5 anos de tal forma, que ele passou por dois problemas vasculares cerebrais desde que foi admitido no hospital.

A polícia de Muskogee, OK, prendeu a mãe do rapaz, Rachel Stevens, de 28 anos, e a sua "madrasta" Kayla Jones, de 25 anos, por aquilo que os médicos dizem parecer serem meses de abuso infantil perverso.

O caso acabou por chegar à polícia depois da criança ter sido transsferida duma clínica em Muskogee para o St. John Medical Center em Tulsa devido a lesões na sua cara e devido também a convulsões. Mas quando o rapaz chegou a Tulsa, os médicas suspeitaram das suas lesões e determinaram que ele havia sido abusado, e que não estava só a sofrer de algum tipo de doença, como afirmou a dupla lésbica.

Os médicos rapidamente disseram à polícia que o abuso que o rapaz havia sofrido era tão sério que ele havia tido duas complicações desde que havia sido hospitalizado em Dezembro. As autoridades afirmaram que, desde que as duas lesbicas haviam dado início à sua relação, há 18 meses atrás, que o abuso ao rapaz havia sido constante. Os médicos disseram que o rapaz tinha vários ossos quebrados em várias fases de cura, e que se encontrava mal nutrido quando a polícia o retirou da dupla.

Segundo documentos legais, o rapaz afirmou que ele havia sido repetidamente amarrado, silenciado com fita na boca, fechado num quarto pequeno durante longos períodos de tempo, e que ambas as mulheres o haviam espancado periodicamente, por vezes com um cinto. O rapaz disse que a sua própria mãe havia esmagado a sua mão com um martelo, e que a sua "madrasta" o havia pontapead nos testículos com tanta força que ele havia sangrado.

O Promotor-Público de Muskogee, Orvil Loge, disse o seguinte em relação ao caso chocante:

Sempre que temos um caso de abuso de menores, ou abuso sexual, é sempre complicado visto que estamos a lidar com uma vítima muito inocente.

No entanto, as lésbicas afirmaram que o abuso era, de algum forma, auto-infligido, que o rapaz estava constantemente "a cair" e a aleijar-se. Segundo a News On 6, a dupla havia até iniciado uma página GoFundMe dedicada a angariar fundos de modo a que a dupla lésbica pudesse pagar as despesas hospitalares devido ao facto dele estar a ter "convulsões" com causas desconhecidas.

A página foi entretanto apagada, e ambas as mulheres foram acusadas de abuso infantil criminoso com lesões, e negligência infantil, e estão retidas na Prisão de Muskogee. Stevens tem mais duas crianças que também foram mantidas pelas autoridades.

- http://bit.ly/1Om8slV

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Este é o tipo de violência doméstica que as feministas normalmente ignoram visto que não podem instrumentalizá-la e obter mais benesses sociais e financeiras. Tanto os homens como as mulheres são igualmente capazes de levar a cabo actos de violência e barbárie, mas a nossa cultura tem passado a mensagem de que a violência tem sempre o homem como agente causador, e as mulheres como vítimas eternas.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Homossexual violou e matou criança de 9 anos

Fonte


O menino João Victor dos Santos, de nove anos foi encontrada morto com sinais de violência na manhã desta Quarta-Feira (03), na praia do Coqueiro em Luís Correia no Piauí. A polícia descobriu que a criança havia saído de casa na noite de Terça-Feira (02) para dormir na casa de um empresário, no Coqueiro da Praia, a convite do caseiro do imóvel, Dárcio Rodrigues dos Santos, de 23 anos.

Dárcio, ao ser interrogado, disse que ingeriu muita bebida alcoólica à noite e não lembra de nada. Ele negou que havia matado a criança. O corpo de João Victor foi encontrado com ferimento profundo no ombro direito e ferimentos leves no rosto e nas costas.

A Polícia Militar do município de Parnaíba (PI) confirmou que o menino João Victor dos Santos, de nove anos, encontrado morto na praia do Coqueiro em Luís Correia, na manhã desta Quarta-Feira (03), foi assassinado e jogado no mar pelo caseiro Dárcio Rodrigues dos Santos, de 23 anos. Roupas da criança foram encontradas no quarto do acusado. As investigações apontam que a criança foi espancada ainda na garagem da residência, onde Dárcio ingeria bebida alcoólica.

Segundo a polícia, Dárcio Rodrigues é homossexual e passou a noite de terça-feira (02) em companhia de João Victor. Ele espancou o menino dentro da casa. Após a agressão, o caseiro arrastou o menino da casa até a praia, pois achava que João estava morto. O acusado estrangulou a criança dentro do mar, mas as águas devolveram o corpo para a areia da praia. 

O corpo da criança foi encontrado com marcas de violência, incluindo feridas no ombro, que teriam sido ocasionadas por mordidas de peixe. Agora, a polícia investiga a tia de João Vitor, que é suspeita de ter aliciado o menor para que o mesmo mantivesse relações sexuais com Dárcio Rodrigues.

Vêr também este link para mais informações.



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sexta-feira, 26 de abril de 2013

O assassinato de Jesse Dirkhising

A imprensa, normalmente tão ávida em dar cobertura mediática aos assim-chamados "crimes de ódio" contra os practicantes do homossexualismo, practicamente ignorou este crime horrível levado a cabocontra este jovem rapaz por membros da comunidade homossexual.

Jesse era o filho de Tina e Miles Yates Jr. e vivia na pequena localidade de Prairie Grove, Arkansas. Eles tinham um amigo chamado David Carpenter, de 38 anos, que geria um salão de beleza e vivia com outro homossexual chamado Joshua Macave Brown, de 22 anos. Os pais de Jesse acreditavam no mito de que não existe qualquer tipo de relação entre o homossexualismo e a pedofiflia, e inocentemente pensaram que, como Carpenter e Brown se poderiam sodomizar mutuamente, eles não eram um perigo para os jovens rapazes.

Carpenter tornou-se amigo do jovem Jesse e convidou-o para o ajudar no salão de beleza durante os fins-de-semana. O que os pais de Jesse não sabiam é que  ele era frequentemente convidado para o apartamento da dupla homossexual onde o homossexual Brown começou a abusardele sexualmente . Mais tarde o homossexual Brown alegou que o rapaz havia "consentido" na relação homossexual embora legalmente ele não tivesse idade para dar esse "consentimento".

No dia 26 de Setembro de 1999 a polícia respondeu a uma chamada de emergência e chegou ao apartamento de Carpenter para o encontrar a ele, Brown e o jovem Jesse juntos. Havia só uma pequena diferença: Jesse estava morto.

Ambos os homossexuais estavam alterados devido ao consumo de anfetaminas, tal como costumam estar muitos sodomitas quando levam a cabo as suas prácticas sexuais. Jesse havia sido drogado, atado, amordaçado com fita adesiva, e amarrado ao colchão. Depois disto, ele foi sodomizado e violado analmente com vários objectos antes de morrer por asfixiação

Sem surpresa alguma, material com conteúdo pedófilo foi encontrado na casa de Carpenter, incluindo instrucções em como sedar crianças, um diagrama da forma como amarrar e posicionar o rapaz , e outras notas sobre fantasias em torno do abuso de crianças. Foi especulado que um dos homossexuais havia planeado a agressão sexual enquanto o outro a levava a cabo. Brown qualificou a molestação de ‘horseplay‘.

Os órgãos de "informação" dos EUA e de todo o mundo (complacentes com a agenda homossexual) ignoraram por completo este caso, preferindo em seu lugar concentrarem-se no caso de Mathew Shepard , um jovem homossexual que supostamente foi vítima de "crime de ódio". Mais tarde ficou-se a saber que a sua morte em nada estava relacionado com o seu comportamento sexual.

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De maneira nenhuma o texto afirma que todos os homossexuais são pedófilos. O que o autor do texto diz é que acreditar que não existe qualquer tipo de relação entre o homossexualismo e a pedofilia pode ter consequências trágicas.


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