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terça-feira, 29 de julho de 2014

Homem espanca homossexual

O pai dum rapaz de 11 anos espancou um homossexual até o deixar inconsciente depois de o ter apanhado a violar o seu filho. Depois chamou a polícia. O pai, que não foi identificado por nome, chegou a casa e encontrou Raymond Frolander, homossexual de 18 anos, na cama com o seu filho. Frolander foi severamente espancado e arrastado para a sala de estar antes do pai da criançar ligar para o 911:

Cheguei a casa e dei com um homem adulto a molestar [o meu filho]... Deixei-o totalmente ensanguentado para vocês da polícia.

A pessoa que atendeu a chamada perguntou, "Você usou alguma arma?" ao que o pai respondeu:

Só os meus pés e os meus punhos. Não lhe fiz qualquer tipo de perguntas. Ele está desmaiado no chão, prontinho para vocês da polícia. Arrastei-o para a sala de estar. [Quando cheguei ao quarto] Ele pôs-se de pé, e as suas calças estavam pelos seus tornozelos; nada mais era preciso dizer. Fiz o que tenho o direito de fazer, excepto que não o matei. Mandem uma ambulância porque ele vai precisar duma.

O homossexual foi então tratado e libertado do hospital antes de ser transferido para a prisão de "Volusia Count", onde ele foi questionado pela polícia. Frolander, que apareceu no tribunal machucado e com a cara inchada, admitiu que ele havia tido contacto homossexual com o rapaz. A criança disse à polícia que o abuso homossexual já ocorria há três anos, e que ele tinha medo de dizer alguma coisa.

A polícia declarou que inicialmente Frolander fez com que o rapaz se sentasse no seu colo, antes de o levar para o quarto onde abusou dele - até que o pai da criança entrou no quarto.

O pai não será acusado de nada por ter espancado o homossexual que já abusava o seu filho há três anos. O Chefe-Policial de Daytona Beach, Mike Chitwood, disse o seguinte:

O pai agiu como um pai; não vejo nada que sirva de fundamento para um processo legal contra ele. O que nós temos aqui é uma pessoa de 18 anos que claramente escolheu o seu alvo, incitou o seu alvo, e teve contacto sexual com ele múltiplas vezes. Quando a vítima de sentou no colo do jovem de 18 anos, ele sabia o que se seguiria. O jovem rapaz temeu que se não pactuasse, ele poderia ser ferido de alguma forma.

No princípio deste ano, o homossexual Walter Lee Hampton III colocou um vídeo no YouTube afirmando que não permitira que o seu filho ficasse sozinho com homossexuais devido à  preponderância de homens a perseguir jovens rapazes:

Tenho estado de modo activo na comunidade homossexual desde os meus 17 anos, e quando me assumi, não conseguia entender o porquê de tantos homens mais velhos estarem tão interessados em mim. De modo literal, estes homens mais velhos perseguiam-me, embora eu fosse ainda uma pequena criança.

Com o passar dos anos, vi muitos dos meus amigos a perseguir rapazes adolescentes com menos de 18 anos.... Devido a isto, pensei comigo mesmo, se eu alguma vez vier a ter filhos - se alguma vez tiver filhos adolescentes - haveria de mantê-los bem longe da vasta maioria dos homens homossexuais uma vez que sei como as coisas funcionam. (....) Vi isto com bastante frequência; isto não é algo anormal. Já vi isto milhares de vezes.



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Da forma como as coisas estão a evoluir, qualquer dia um pai que impeça que o seu filho seja sexualmente abusado por um pedófilo pode ser acusado de "homofobia".

terça-feira, 23 de abril de 2013

Lésbica mata rapaz por este se recusar a chamá-la de "pai"

Fonte

Jandre Botha, de quatro anos, recusou-se a chamar de "pai" à mulher que vivia com a mãe: por este acto, ele pagou com a sua vida.

O pai de Jandre, Jan Botha, encontrava-se na galeria pública do tribunal regional de Vereeniging quando a sua antiga esposa, Hanelie Botha, de 31 anos, e a sua parceira, Engeline de Nysschen, 33 anos, foram consideradas culpadas pelo macabro assassinato do seu filho. Ele sentou-se no tribunal, de mãos dadas com a sua noiva (Yolanda Deysel) ouvindo atentamente a Juíza Rita Willemse a aceitar as evidências de que entre outras razões que levaram à morte de Jandre estava a sua recusa em chamar de "pai" a De Nysschen.

O tribunal ouviu evidências trazidas a público por Lydia Nkomo e a sua filha Aletta Lesiba, que trabalharam para a dupla lésbica na sua loja, de que De Nysschen havia agredido Jandre violentamente ao mesmo tempo que exigia que este a chamasse de "pai". Ambas testemunharam que durante a altura em que Jandre estava a ser agredido, a sua mãe não interviu e nem o protegeu. As evidências revelaram que ele suportou lesões horríveis, incluindo a fractura do crânio e danos no cérebro, bem como pernas, clávicula, mãos e pélvis partidos.

O tribunal aceitou as evidências do Professor Mohammed Dada, perito em lesões, de que as mazelas do rapaz eram semelhantes às lesões de alguém que havia caído dum edifício com dois andares.

Enquanto verbalizava a sua decisão, Rita Willemse reconheceu que não existiam evidências substâncias que ligavam Hanelie às agressões, mas que ela era igualmente culpada pelo assassínio por falhar no seu dever legal de proteger a criança de abusos e violações. O tribunal apurou que Hanelie havia mentido a membros duma equipa médica (que havia tratado Jandre) ao afirmar que as lesões do rapaz eram o resultado duma queda durante o banho. O tribunal determinou que ela havia mentido para proteger a sua parceira lésbica, De Nysschen.

Os médicos que examinaram Jandre rejeitaram totalmente a versão da dupla homossexual de que o rapaz havia caído no banho uma vez que, segundo a equipa médica, uma força excessiva era necessária para causar as lesões fatais que o corpo de Janfre tinha. Condenando as duas, Willemse colocou de parte a sua versão, e disse que tinha perante si evidências médicas substanciais em torno da natureza das lesões sofridas por Jandre.

Aceitei as evidências da equipa médica, perita nesta área. Estavam perante mim documentos médicos substanciais, e a maioria dos profissionais envolvidos tem experiência médica superior a 15 anos. Todos eles colocaram de parte a versão das acusadas, e foram unânimes em afirmar que as lesões do falecido foram infligidas durante um certo período de tempo.

É impensável que a mãe da criança não soubesse destas lesões fatais. O falecido tinha também pernas partidas e a sua mãe estaria ciente disto.

A magistrada criticou Hanelie ao não reportar aos assistentes sociais o abuso que Jandre sofria às mãos da sua amante lésbica, depois dela ter obtido a guarda da criança após uma longa batalha legal contra o seu ex-marido. Ela falhou também ao não reportar o abuso ao ex-marido.

O pai da criança tomou conhecimento do abuso que Jandre sofria apenas e só no dia da sua morte, no dia 12 de Junho de 2003, quando De Nysschen entrou em contacto com ele e lhe disse que Jandre havia caído e morrido.

Willemse questionou a habilidade de Hanelie para ser mãe, afirmando que os seus próprios pais entraram em contacto com o seu ex-marido como forma de lhe concederem apoio financeiro na sua batalha pela guarda da criança.

Repreendendo Hanelie, Willemse disse:

Hanelie não estava indefesa. Ela estava bem ciente das reacções violentas de Engeline. Ela poderia ter chamado o pai da criança para a ajudar, mas ela falhou ao não faze-lo. Ela nada fez para proteger o seu próprio filho.

A magistrada qualificou Engeline de mentirosa e de testemunha sem valor visto que se havia contradito no seu testemunho.

Mais tarde, Hanelie e De Nysschen foram condenadas por agressão com propósito de causar danos físicos graves, e negliência infantil por falharem em fornecer ou buscar tratamento para as lesões que Jandre tinha nos membros.


Via

domingo, 17 de março de 2013

Universitário é espancado por travestis e homossexuais em Vitória

VITÓRIA - Um universitário de 18 anos foi espancado por um grupo de homossexuais e travestis, na madrugada de Domingo, na Praia da Esquerda, na Ilha do Boi, em Vitória. A agressão, segundo o rapaz, teria acontecido depois que um conhecido dele fez piadas ofensivas ao grupo na praia. Ele levou 10 pontos na face e está com marcas de mordidas nas costas e nos dedos das mãos.

O estudante contou que participava de um luau no local. Por volta das 4h30m de Domingo, ele saiu com esse conhecido da praia, em direcção ao ponto de ônibus de um shopping, na Enseada do Suá. No caminho, ele e o outro rapaz passaram por um grupo de travestis e homossexuais.

"Ele começou a fazer piadinhas com o grupo. Eles, então, vieram atrás da gente. Eu acabei pagando o pato. Ele conseguiu escapar e eu fui agredido. Não fiz nada, não sou preconceituoso. Quebraram uma garrafa de vidro nas minhas costas, me deram mordidas e me arranharam" - contou o universitário.

Três moradoras da Ilha do Boi, ao ver a cena, começaram a gritar. Assustado, o grupo se dispersou. O rapaz, então, chegou a ligar para o Samu para pedir uma ambulância. Mas, como foi dito que não havia veículo disponível, as próprias moradoras o socorreram, levando-o para o Hospital São Lucas.

O universitário levou 10 pontos na face e ficou com hematomas. No Domingo à tarde, após sair do hospital, ele foi até o Departamento de Polícia Judiciária (DPJ) de Vitória registrar queixa. Nesta segunda, ele fez exame de lesão corporal no Departamento Médico Legal (DML) e prestou depoimento na Divisão de Homicídios.

A polícia vai pedir as imagens das câmeras da Praia da Esquerda, na Ilha do Boi, Vitória, para ver se a acção do grupo que agrediu o estudante foi gravada. Também serão analisadas imagens de câmaras de casas próximas. O universitário agredido está confiante na identificação dos suspeitos. 

"Eu fui me divertir e aconteceu isso. Não sou preconceituoso, nunca me incomodei com a opção sexual das pessoas. Pela violência deles, a intenção era me matar" - disse.

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Não esperem que este tipo de notícia seja difundida pelos orgãos de "informação" sob o controle dos marxistas culturais.

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