quinta-feira, 1 de outubro de 2015
Joseph Sciambra: "O porquê de eu ter sido homossexual"
domingo, 27 de setembro de 2015
Se tu não fores um pai para o teu filho, há muitos homens homossexuais dispostos a sê-lo
O meu primeiro amante dentro do balneário [homossexual] foi um homem de outra geração. Como ocorre sempre, os homens mais velhos e mais experientes irão iniciar os mais jovens dentro do mundo do sexo homossexual. A ordem cerebral segundo a qual muitos destes homens levam a cabo a sua tarefa tende a tomar um aspecto ritualista. Esta narrativa é comum dentro da pornografia homossexual.
Para o jovem, depois de ter tratado do assunto da sua primeira experiência desta forma, o neófito entra então dentro da comunidade homossexual para se misturar com as pessoas da sua idade. O ciclo repete-se de novo quando todos envelhecem. Então, aqueles que já não são os rapazes amados têm que procurar carne fresca; e e agora aquele que era procurado dá início à procura.
O procedimento é vampiristicamente repugnante. O jovem extrai algum poder masculino imaginário dos seus parceiros durante o encontro sexual inaugural, ao mesmo tempo que os machos mais velhos alimentam-se da jovem inocência e do vigor dos novos convertidos.
A partir do que posso concluir da minha experiência (vejam em cima o excerto do meu livro), um truísmo razoavelmente sólido dentro da cultura gay é o fenómeno de homens jovens, especialmente aqueles que são novos na cena, a emparelharem imediatamente com amantes mais velhos. Muito disto centra-se no "complexo de pai" ou ferido paternal, que existe entre muitos homens homossexuais.
O médico Richard P. Fitzgibbons resumiu de modo soberbo a psicologia em operação nestes cenários:
Embora irracional, a pressão de aceitação instantaneamente recebida por qualquer rapaz que entra no mundo homossexual, embora temporariamente, parece preencher o vazio. E, para um rapaz que cresceu alienado e sempre em busca de afirmação masculina, as memórias de ser o fracote que ninguém queria por perto, ou de ser chamado de efeminado e um maricas, subitamente parecem como um sonho distante; descobrimos, finalmente, que há homens dispostos a abraçar-nos.
Na maior parte das vezes, esses homens são mais velhos; um estudo Suíço apurou que:
No entanto, esta sensação de cura superficial vem com um preço:
Para aqueles que durante muito tempo sofreram e cresceram desesperados, tal como todas as invenções demoníacas, o homossexualismo parece inicialmente como a resposta final; mais tarde, o retorno é enorme.
- http://bit.ly/1IuX0ou
1. First anal intercourse and condom use among men who have sex with men in Switzerland.
Balthasar H1, Jeannin A, Dubois-Arber F.
Arch Sex Behav. 2009 Dec;38(6):1000-8. doi: 10.1007/s10508-008-9382-5. Epub 2008 Jun 17.
2. A Major HIV Risk Factor for Young Men Who Have Sex With Men Is Sex With Older Partners
Brian J. Coburn, PhD and Sally Blower, PhD
(J Acquir Immune Defic Syndr 2010; 54:113–114).
domingo, 14 de dezembro de 2014
5 razões pelas quais o "casamento" homossexual é mau para as crianças
Os defensores do "casamento" homoerótico acreditam que a única coisa que as crianças precisam é de amor. Tendo como base esta crença, eles concluem que é igualmente benéfico as crianças serem educadas por dois pais homossexuais amorosos, tal como o é serem educadas por dois pais heterossexuais amorosos. Infelizmente, esta pressuposição básica - e tudo o que procede da mesma - é falsa uma vez que só o amor não chega!
Em igualdade de circunstâncias, as crianças educadas por um pai e por uma mãe dentro dum casamento desenvolvem-se melhor. É dentro deste ambiente que as crianças são mais susceptíveis de ficar expostas a experiências psicológicas e emocionais que são necessárias para o seu desenvolvimento. Os homens e as mulheres trazem diversidade para a paternidade; cada um faz contribuições únicas para a educação das crianças - contribuições essas que não podem ser replicadas pelo outro. As mães e os pais pura e simplesmente não são permutáveis. Duas mulheres podem ambas ser boas mães, mas nenhuma delas pode ser um bom pai.
Eis aqui, portanto, cinco razões do porquê ser do melhor interesse das crianças elas serem educadas tanto pela mãe como pelo pai:
Primeiro: o amor de mãe e o amor de pai - embora ambos importantes - são qualitativamente distintos e produzem tipos de ligação pai-filho distintos. Especificamente, é a combinação do amor de tendência incondicional da mãe e o amor de tendência condicional do pai que é essencial para o desenvolvimento da criança. A presença duma destas formas de amor sem a presença da outra pode ser problemático visto que o que a criança precisa é do equilíbrio complementar que os dois tipos de amor paternal e apego possibilitam.
Só pais heterossexuais oferecem à criança a oportunidade de desenvolver relacionamentos com um pai do mesmo sexo, e outro do sexo oposto [ed: o termo certo é sexo complementar e não "oposto"]. Relacionamentos com ambos os sexos cedo na vida facilitam os relacionamento com ambos os sexos mais tarde na vida. Para a menina, ela irá entender melhor e interagir melhor com o mundo dos homens e sentir-se mais confortável no mundo das mulheres. Para os rapazes, o contrário é também verdade. Ter um relacionamento com o "outro" - pai do sexo oposto - aumenta também a probabilidade da criança ser mais empática e menos narcisista.
Segundo: as crianças crescem segundo etapas de desenvolvimento previsíveis e necessárias. Algumas etapas requerem mais da mãe, ao mesmo tempo que outras requerem mais do pai.. Por exemplo, durante a infância, os bebés de ambos os sexos tendem a se desenvolverem melhor sob os cuidados da mãe. As mães estão mais sintonizadas com as necessidades subtis dos seus filhos, e desde logo, são apropriadamente mais sensíveis. No entanto, a dada altura, se queremos que o jovem rapaz se torne num homem competente, ele tem que se desligar da sua mãe e identificar-se mais com o seu pai. Um rapaz sem pai não tem um homem com quem se identificar e é desde logo mais susceptível de ter problemas na formação duma identidade masculina saudável.
O pai ensina o rapaz a forma como canalizar de forma certa a sua agressividade e os seus impulsos sexuais. Uma mãe não pode ensinar a um filho como controlar os seus impulsos porque ela não é um homem e não tem os mesmos impulsos que um homem. O pai também coloca em práctica uma forma de disciplina junto do filho que a mãe não coloca - um tipo de disciplina e respeito mais prováveis de manter o rapaz controlado. Estas são as razões principais que fazem com que os rapazes que crescem se um pai sejam mais susceptíveis de se tornarem delinquentes e serem, consequentemente, colocados na prisão.
A necessidade do pai também está embutida na psicologia das meninas. Existem momentos da vida das meninas onde só o pai tem lugar. Por exemplo, o pai oferece um ambiente seguro não-sexual onde ela pode ter a sua primeira relação homem-mulher e ter a sua essência feminina afirmada. Quando a menina não tem um pai para preencher esse lugar, ela é mais susceptível de se tornar promiscua numa tentativa equivocada de tentar satisfazer a sua natural necessidade por atenção e validação masculina.
De forma geral, os pais [homens] desempenham um papel moderador na vida dos filhos. Eles restringem os filhos de agir de forma anti-social, e as filhas de agir de forma sexual. Quando não há um pai para levar a cabo estas funções, terríveis consequências ocorrem tanto para as crianças sem um pai, como para a sociedade onde estas crianças agem segundo os seus instintos não-controlados por um pai.
Terceiro: os rapazes e as raparigas precisam da figura paterna do sexo oposto para os ajudar a moderar as inclinações naturais associadas ao seu sexo. Por exemplo, os rapazes normalmente colocam a razão acima da emoção, as regras acima dos relacionamentos, correr riscos acima da precaução, e padrões acima da compaixão; as raparigas normalmente fazem o contrário. Pais de sexos opostos ajudam as crianças a manter as suas tendências naturais controladas, ao lhes ensinarem - verbalmente ou não - o valor das tendências do sexo oposto. Esse ensino não só facilita a moderação, mas expande também o mundo da criança - ajudando o rapaz ou a rapariga a olhar para além do seu limitado ponto de vista.
Quarto: o "casamento" homossexual irá aumentar a confusão sexual e as experiências sexuais entre os jovens. A mensagem explícita e implícita do "casamento" homossexual é que todas as escolhas são igualmente válidas e desejáveis. Portanto, mesmo as crianças dos lares tradicionais - educadas pela mensagem de que todas-as-opções-sexuais-são-iguais - crescerão a pensar que não importa com quem se relaciona sexualmente ou com quem a pessoa se casa. Adoptar tal crença irá levar alguns - se não muitos - jovens impressionáveis a considerar arranjos sexuais e maritais que de outra forma eles nunca iriam contemplar. E as crianças de lares homossexuais, que já são mais susceptíveis de levar a cabo mais experiências sexuais, irão levar a cabo estas experiências sexuais em números ainda maiores visto que a sua sexualidade não só teve o exemplo dos seus "pais", como também foi aprovada pela sociedade dentro da qual elas cresceram.
Não existem dúvidas e que a sexualidade humana é maleável. Levemos em contra a Grécia antiga, ou a Roma antiga - entre muitas outras sociedades antigas - onde a homossexualidade masculina e a bissexualidade eram quase omnipresentes. Isto não acontecia porque estes homens nasciam com o "gene homossexual" mas sim porque nessas civilizações o homossexualismo era tolerado. [ed: Homossexualismo na Grécia.] Aquilo que a sociedade sanciona, a sociedade obtém em maior número.
Quinto: se a sociedade permitir os "casamentos" homossexuais, ela terá também que permitir os outros tipos de "casamento". A lógica legal é simples: se proibir o "casamento" homossexual é discriminação, então proibir "casamentos" polígamos, poliamorosos, ou qualquer outro tipo de agrupamento marital é também considerado discriminação. As ramificações emocionais e psicológicas destes arranjos variados na psique e na sexualidade das crianças será desastroso.
E o que acontecerá às crianças quando um destes "casamentos" alternativos se dissolver e cada um dos "pais" voltar a "casar"? As crianças podem dar por si com 4 pais, ou dois pais e 4 mães, ou...coloquem a vossa sugestão.
Certamente que as duplas homossexuais pode ser tão amorosas como as duplas heterossexuais, mas a crianças precisam de muito mais do que isso. Elas precisam de disciplina e das naturezas complementares do pai e da mãe. A sabedoria acumulada de mais de 5,000 anos revela que a configuração marital e paternal ideal é composta por um homem e por uma mulher. Colocar de lado arrogantemente esta sabedoria validada pelo tempo, e usar as crianças como cobaias numa radical experiência é, na melhor das hipóteses, arriscado, e, na pior das hipóteses, cataclísmico.
O "casamento" homossexual certamente que não é no melhor interesse das crianças, e embora nós possamos ter empatia pelos homossexuais que anseiam casar e ter filhos, não podemos deixar que a nossa compaixão por eles seja colocada acima da nossa compaixão pelas crianças. Numa luta entre os desejos dos homossexuais e as necessidades das crianças, não podemos deixar que as crianças percam.
Fonte: http://bit.ly/1ojf4IG
Mais artigos da Drª Trayce Hansen:
Crianças educadas por duplas homoeróticas mais susceptíveis de se envolverem no homossexualismo
terça-feira, 29 de julho de 2014
Homem espanca homossexual
A pessoa que atendeu a chamada perguntou, "Você usou alguma arma?" ao que o pai respondeu:
O homossexual foi então tratado e libertado do hospital antes de ser transferido para a prisão de "Volusia Count", onde ele foi questionado pela polícia. Frolander, que apareceu no tribunal machucado e com a cara inchada, admitiu que ele havia tido contacto homossexual com o rapaz. A criança disse à polícia que o abuso homossexual já ocorria há três anos, e que ele tinha medo de dizer alguma coisa.
A polícia declarou que inicialmente Frolander fez com que o rapaz se sentasse no seu colo, antes de o levar para o quarto onde abusou dele - até que o pai da criança entrou no quarto.
O pai não será acusado de nada por ter espancado o homossexual que já abusava o seu filho há três anos. O Chefe-Policial de Daytona Beach, Mike Chitwood, disse o seguinte:
No princípio deste ano, o homossexual Walter Lee Hampton III colocou um vídeo no YouTube afirmando que não permitira que o seu filho ficasse sozinho com homossexuais devido à preponderância de homens a perseguir jovens rapazes:
Com o passar dos anos, vi muitos dos meus amigos a perseguir rapazes adolescentes com menos de 18 anos.... Devido a isto, pensei comigo mesmo, se eu alguma vez vier a ter filhos - se alguma vez tiver filhos adolescentes - haveria de mantê-los bem longe da vasta maioria dos homens homossexuais uma vez que sei como as coisas funcionam. (....) Vi isto com bastante frequência; isto não é algo anormal. Já vi isto milhares de vezes.
quarta-feira, 30 de abril de 2014
Como James Parker deixou de ser homossexual
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
Professora é espancada por travestis após 'esbarrão' dentro de Rodoviária
sábado, 7 de dezembro de 2013
O testemunho dum homem bissexual criado por duas lésbicas.
Durante as argumentações orais em torno da Proposição 8, o Juiz Anthony Kennedy referiu-se às crianças criadas por pessoas do mesmo sexo. Uma vez que eu fui uma dessas crianças - entre os 2 e os 19 anos, eu fui criado pela minha mãe lésbica e pela sua parceira - eu fiquei curioso em saber o que ele diria.
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Dois irmãos homossexuais enterram pai vivo
Os rapazes disseram ao delegado que eram frequentemente agredidos e humilhados pelo pai. O delegado Antônio Valente Filho disse:
Eles alegam que o pai não concordava com a opção sexual (sic) deles, que bebia muito e era violento. Eles resolveram colocar um fim nisso e agiram dessa forma. A mãe deles não tinha conhecimento do facto
“Nós estamos investigando qual foi a verdadeira motivação do crime. Acreditamos que o facto foi motivado por uma disputa pelo controle do terreiro de umbanda, que passaria a ser dirigido pelo filho mais velho. Não achamos que o motivo seja somente as brigas por causa da opção sexual(sic) dos irmãos.” Acrescentou o delegado
O crime foi descoberto depois que o vizinho comentou com pessoas da cidade sobre o buraco que havia sido cavado. “A conversa começou a se disseminar pela vizinhança. Eles se sentiram pressionados e acabaram confessando o crime para um tio, que chamou a polícia. Em depoimento, eles também confessaram.”
Fonte: http://ow.ly/pAvwx
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terça-feira, 14 de maio de 2013
A normalização do homossexualismo prepara o caminho para o incesto?
David Epstein foi acusado de incesto por alegadamente ter tido uma relação consensual com a sua filha durante 3 anos. O professor de ciência politica da Universidade de Columbia, e de 46 anos, alegadamente dormiu com a sua filha entre 2006 a 2009. Epstein, especialista em política americana e direito de voto, é também acusado de trocar mensagens de texto suspeitas com a filha durante o seu relacionamento.
Matthew Galluzzo, advogado de defesa de Epstein, disse que, embora a sua filha tenha sido qualificada de "vítima", ela pode muito bem "ser descrita como cúmplice". Galluzzo acrescentou ainda:
Temos que arranjar uma forma de determinar o porquê dum comportamento [homossexualismo] ser tolerado, mas o outro [incesto] não.
Fonte
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A lógica do advogado é perfeita: se o que ocorre consentidamente entre adultos é algo fora da jurisdição da lei e, desde logo, tolerável, porque não tolerar o incesto entre adultos? Que métrica é usada para qualificar uma de "normal" e a outra de "imoral"?
Notícias como esta revelam para onde caminha a nossa "moral" sexual, dominada que está pelo relativismo ético.
terça-feira, 23 de abril de 2013
Lésbica mata rapaz por este se recusar a chamá-la de "pai"
Jandre Botha, de quatro anos, recusou-se a chamar de "pai" à mulher que vivia com a mãe: por este acto, ele pagou com a sua vida.
O pai de Jandre, Jan Botha, encontrava-se na galeria pública do tribunal regional de Vereeniging quando a sua antiga esposa, Hanelie Botha, de 31 anos, e a sua parceira, Engeline de Nysschen, 33 anos, foram consideradas culpadas pelo macabro assassinato do seu filho. Ele sentou-se no tribunal, de mãos dadas com a sua noiva (Yolanda Deysel) ouvindo atentamente a Juíza Rita Willemse a aceitar as evidências de que entre outras razões que levaram à morte de Jandre estava a sua recusa em chamar de "pai" a De Nysschen.
O tribunal ouviu evidências trazidas a público por Lydia Nkomo e a sua filha Aletta Lesiba, que trabalharam para a dupla lésbica na sua loja, de que De Nysschen havia agredido Jandre violentamente ao mesmo tempo que exigia que este a chamasse de "pai". Ambas testemunharam que durante a altura em que Jandre estava a ser agredido, a sua mãe não interviu e nem o protegeu. As evidências revelaram que ele suportou lesões horríveis, incluindo a fractura do crânio e danos no cérebro, bem como pernas, clávicula, mãos e pélvis partidos.
O tribunal aceitou as evidências do Professor Mohammed Dada, perito em lesões, de que as mazelas do rapaz eram semelhantes às lesões de alguém que havia caído dum edifício com dois andares.
Enquanto verbalizava a sua decisão, Rita Willemse reconheceu que não existiam evidências substâncias que ligavam Hanelie às agressões, mas que ela era igualmente culpada pelo assassínio por falhar no seu dever legal de proteger a criança de abusos e violações. O tribunal apurou que Hanelie havia mentido a membros duma equipa médica (que havia tratado Jandre) ao afirmar que as lesões do rapaz eram o resultado duma queda durante o banho. O tribunal determinou que ela havia mentido para proteger a sua parceira lésbica, De Nysschen.
Os médicos que examinaram Jandre rejeitaram totalmente a versão da dupla homossexual de que o rapaz havia caído no banho uma vez que, segundo a equipa médica, uma força excessiva era necessária para causar as lesões fatais que o corpo de Janfre tinha. Condenando as duas, Willemse colocou de parte a sua versão, e disse que tinha perante si evidências médicas substanciais em torno da natureza das lesões sofridas por Jandre.
É impensável que a mãe da criança não soubesse destas lesões fatais. O falecido tinha também pernas partidas e a sua mãe estaria ciente disto.
A magistrada criticou Hanelie ao não reportar aos assistentes sociais o abuso que Jandre sofria às mãos da sua amante lésbica, depois dela ter obtido a guarda da criança após uma longa batalha legal contra o seu ex-marido. Ela falhou também ao não reportar o abuso ao ex-marido.
O pai da criança tomou conhecimento do abuso que Jandre sofria apenas e só no dia da sua morte, no dia 12 de Junho de 2003, quando De Nysschen entrou em contacto com ele e lhe disse que Jandre havia caído e morrido.
Willemse questionou a habilidade de Hanelie para ser mãe, afirmando que os seus próprios pais entraram em contacto com o seu ex-marido como forma de lhe concederem apoio financeiro na sua batalha pela guarda da criança.
Repreendendo Hanelie, Willemse disse:
A magistrada qualificou Engeline de mentirosa e de testemunha sem valor visto que se havia contradito no seu testemunho.
Mais tarde, Hanelie e De Nysschen foram condenadas por agressão com propósito de causar danos físicos graves, e negliência infantil por falharem em fornecer ou buscar tratamento para as lesões que Jandre tinha nos membros.
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domingo, 15 de julho de 2012
Homossexual e seu parceiro são acusados de abusar duas crianças, uma delas autista
Segundo a mãe dos meninos, o marido, Sérgio Viana da Silva, assumiu ser homossexual depois do casamento. De acordo com a denúncia, ele e o suposto amante, o comerciante Gilmar Florentino da Silva, praticavam sexo na presença das crianças e, depois, as abusavam. Um laudo médico confirmou o estupro.
De acordo com a mãe, o filho mais novo é autista e estaria se recusando a fazer as trocas de fraldas, além de apresentar problemas de relacionamento.
A Justiça decretou a prisão preventiva dos dois suspeitos. Eles foram encaminhados para uma cela separada dos outros presos e, depois, seriam enviados para uma unidade prisional em outra cidade, não informada.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Steve Abrams: "Não nasci nem escolhi ser homossexual"
Uma coisa que é preciso entender é que eu não acredito que alguém nasce homossexual. Digo isto com uma dor enorme porque a minha caminhada ou a minha vida não têm sido felizes. Muitas pessoas acreditam que nascem assim e afirmam que são felizes. Podem até ser, mas isso não significa que seja correcto. Muitas pessoas estão felizes com a sua condição mas eu não estou.
Mesmo quando vivia como homossexual na comunidade gay, sempre me senti desconfortável em relação a isso [homossexualismo] mas não poderia expressar isso a outros homossexuais sob pena de ser acusado de traidor e ter cedido à forma de pensar Cristã.
Mas a minha história tem que ser contada porque acredito que, embora estejamos em minoria, outras pessoas com tendências homossexuais estão também infelizes nesse estilo de vida e também estão incapazes de expressar o que sentem.
Eis então a minha história.
Quando assumi a identidade duma mulher, tornei-me como elas e perdi o contacto com a minha própria identidade. Consequentemente, a minha caminhada para Deus foi perturbada.
Quando era criança não fui abusado sexualmente e como tal, essa não foi a razão que me tornou no que sou hoje - embora eu pense que muitas crianças são abusadas sexualmente e isso pode leva-las ao homossexualismo. Isto depende de muitas coisas, e eu acredito na criança em si.
O meu pai morreu quando eu tinha apenas 5 anos. Devido à forma como foi educada, a minha mãe tinha uma raiva e desconfiança em relação aos homens. Esses sentimentos foram projectados em direcção a uma frágil criança que, posteriormente, identificou-se com os sentimentos da mãe e rejeitou a sua identidade masculina. Acredito que esta é a causa principal do homossexualismo. Há outras causas, mas esta é a principal.
À medida que fui crescendo, por volta dos 10 ou 11 anos, comecei a olhar para os homens de forma sexual. Isto, obviamente, perturbou-me visto que não sabia o que havia acontecido comigo. Causou confusão e conflito e é isso que tenho sentido desde então. Hoje entendo porquê.
Já em idade adulta, e depois de muita dor (sou seropositivo), apercebo-me que tudo o que eu pensava que eu era, e tudo o que me foi dito, foi uma mentira gigantesca.
Li com muito interesse os vários sites em torno dos Illuminati. Faz sentido que pessoas malignas, poderosas e milionárias, queiram controlar tudo e todos. A melhor forma de levar isto a cabo é destruindo a família - particularmente a relação entre as crianças e as figuras paternas.
A sociedade no geral está a aceitar a propaganda e a lavagem cerebral. Mesmo os Conservadores não se apercebem do que se está a passar. Todos encontram-se perdidos. Estranhamente, os Conservadores e os Cristãos parecem mais perdidos porque eles deveriam saber mais do que sabem, mas isso não acontece.
Muitos Cristãos sabem que a homossexualidade está está errada mas não entendem o porquê disso. Geralmente eles dizem coisas como "É uma escolha!" e eu posso falar por experiência própria: não é uma escolha. É uma compulsão gerada por mau desenvolvimento. Depois disto, ela torna-se um vício como o álcool ou as drogas.
Actualmente estou numa parceria civil com um homem e isso tem sido um problema para mim visto que a minha visão do mundo alterou-se. Esta parceria civil foi feita apenas por motivos económicos e nós vivemos como irmãos. Quero com isto dizer que não há qualquer tipo de relacionamento físico. Ele aceita isso.
Curiosamente, ele concorda comigo quando que digo que o casamento é para heterossexuais e que crianças criadas por um pai e uma mãe têm melhores probabilidades de ter uma boa vida. Ele também concorda que há uma excessiva presença do politicamente correcto e que a liberdade de expressão é importante, qualquer que seja a opinião. Portanto, talvez haja esperança para ele também.
Hoje tenho 51 anos e sou um homem que esbanjou a sua vida, com períodos de elevado tormento, e sinto-me perdido num mundo enlouquecido. Mas acordar para a verdade é melhor do que nunca ter acordado!
Fico perturbado quando vejo a forma como a sociedade levou uma lavagem cerebral de modo a aceitar a agenda homossexual. Penso também que nós, como sociedade, somos culpados por abandonar os nossos princípios e aceitar a dita agenda. É tempo da sociedade acordar!
Não sei se há esperança para a minha recuperação e para a vida que Deus tinha planeado para mim, mas sinto que este artigo é um bom primeiro passo.
Fonte
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Steve Abrams, de 51 anos, entende as causas do seu homossexualismo e guarda ressentimento contra a sociedade e contra os activistas homossexuais que lhe ocultaram a verdade.
Chegamos a um ponto da sociedade ocidental onde, por motivos puramente políticos, o Estado está a fomentar junto da população um transtorno do desenvolvimento.
Infelizmente, a maior parte da sociedade ocidental, desconhecedora dos verdadeiros propósitos da agenda gay, continua a olhar para as reivindicações dos activistas homossexuais como causas que giram em torno dos "direitos civis" e não como o que essas reivindicações realmente são: manobra política que visa destruir a família natural de modo a que a população seja mais facilmente controlada pela elite governamental.
Outra coisa que convém notar neste testemunho é a falta que uma figura paterna saudável faz na vida dum rapaz. Por melhor que seja a mãe, ela nunca pode ensinar a masculinidade a um rapaz.
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