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segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Estilo de vida homossexual repleto de violência doméstica

Pe. Mark Hodges

O "National Intimate Partner and Sexual Violence Survey" (NISVS) feito pelo "Centers for Disease Control" apurou que, de maneira desproporcional, os homossexuais sofrem e infligem violência uns aos outros. A pesquisa da CDC é a primeira deste tipo a apresentar uma comparação da vitimização separada pela preferência sexual dos homens e das mulheres. Os dados indicam que os homossexuais sofrem taxas de violência doméstica muito mais elevadas do que os homens e as mulheres heterossexuais.

Vinte e seis porcento dos homens homossexuais e 37% dos homens bissexuais sofrem violação sexual, violência física, e/ou perseguição ["stalking"] por parte dum parceiro íntimo a dada altura da sua vida.

Quarenta e oito porcento das lésbicas e 61% das mulheres bissexuais sofrem violação sexual, violência física e/ou perseguição por parte da parceira íntima no decorrer das suas vidas. Metade (48%) das mulheres bissexuais que foram violadas, sofreram a sua primeira violação completa entre os 11 e os 17 anos de idade.

O relatório do CDC apurou que, para muitos transsexuais homossexuais e para muitas mulheres bissexuais, a violência sexual teve início durante a infância. No entanto, o CDC não extraiu qualquer tipo de conclusão em relação à violência sexual durante a infância ter sido a causa dos homens se tornarem homossexuais ou das mulheres se tornarem bissexuais.

O grupo activista homossexual com o nome de "Human Rights Campaign" cita a "pobreza, a estigmatização e a marginalização" como causas da violência, mas os críticos da agenda homoerótica afirmam que a violência é intrínseca dos conflictos internos da preferência homossexual.

"Nós enfrentamos também taxas mais elevadas de violência motivadas pelo ódio" alegou a "Human Rights Campaign" e "as formas através das quais a sociedade.....estigmatiza os nossos relacionamentos podem levar à violência entre os parceiros íntimos que emana da homofobia internalizada e da vergonha." Mas os críticos afirmam que a sodomia em si é um violento acto de ódio, e não de amor, e que as elevadas taxas de violência entre os homossexuais não são surpreendentes.

Lauren Paulk, do grupo "National Center for Lesbian Rights'", afirma que a comunidade homossexual tem ignorado a violência sexual:

Até a bem pouco tempo, a violência sexual intra-comunitária [entre as pessoas lgbtq] era, em larga escala, ignorada, especialmente entre as mulheres que têm sexo com outras mulheres.

Paulk admite que:

Uma dinâmica particularmente perturbadora aparece quando a violência é levada a cabo por outro membro da comunidade lgbt. Negação, desconhecimento e a rejeição da preocupação oriunda de pessoas que estão fora da comunidade lgbt, qualificando-a de homofobia latente, são exemplos de respostas que são dadas à violência que ocorre entre membros da comunidade lgbt.

Os sobreviventes de violência podem não saber a quem recorrer, quer seja por pensarem que ninguém irá acreditar neles ou dar-lhes algum tipo de apoio, ou quer seja porque eles não querem caluniar outro membro da comunidade ou reforçar os estereótipos negativos.

A taxa de perseguição entre os as mulheres bissexuais (37%) é mais do dobro daquela que ocorre entre as mulheres heterossexuais. Quase uma em cada 3 mulheres bissexuais (37%) foi ferida como resultado duma violação, violência física, e/ou perseguição por parte duma parceira íntima.

- http://bit.ly/1R2eOJp

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Henry Makow: A adopção homossexual é abuso de menores.


Se eu fosse um advogado, teria como especialidade processar as 9 províncias Canadianas e os 15 estados que permitem a adopção homossexual. Os meus clientes seriam os jovens adultos cujas vidas foram destruídas porque estas jurisdições ignoraram a sua heterossexualidade inata. Aposto que este desprezo pela natureza custaria centenas de milhões em restituições.

Façam uma pesquisa no Google por "coming out" e comparem os recursos disponíveis aos jovens homossexuais com a insensível indiferença dirigida às inocentes crianças heterossexuais que não têm os exemplos heterossexuais em casa e não sabem o que se passa. O exemplo mais chocante desta negação Bolshevique das diferenças sexuais é a história de David Reimer, que foi criado como uma rapariga porque os seus genitais foram deformados após uma circumcisão mal feita.

Esta guerra oculta contra os heterossexuais (disfarçada de "direitos dos homossexuais" e "direitos das mulheres") está feita para desestabilizar a sociedade como forma de avançar com a Nova Ordem Mundial. Há já muito tempo que a destruição da família nuclear tem sido um objectivo dos Comunistas illuminati; eles querem fazer dum atraso no desenvolvimento (homossexualismo) algo normal. O lesbianismo é a agenda oculta do feminismo.

O casamento e a família são essenciais para o nosso desenvolvimento natural, mas apesar da propaganda enganosa, a maior parte dos homens homossexuais não está interessada no casamento ou em "ter" filhos; eles querem sexo. Vejam este gráfico de 1969 da "Planned Parenthood" (organização financiada pela família Rockefeller) que planeia promover o homossexualismo e o feminismo como forma de diminuir a fertilidade nos EUA. (Gráfico de Berelson-Jaffe)

Visto que a promoção do homossexualismo faz parte da agenda da elite, as pesquisas em torno da "paternidade" de duplas homossexuais estão altamente politicizadas. Devido a isto, temos actualmente numerosos "estudos" descabidos que alegam que os "pais" homossexuais são igualmente bons, ou melhores, que um estável casamento heterossexual.

Eis aqui um estudo que alega que mais de metade dos homens homossexuais querem filhos! O mesmo afirma que em 2007, cerca de 2 milhões de pessoas glb (gays, lésbicas e bissexuais) estavam interessadas na adopção. Estima-se que cerca de 65,500 crianças se encontravam a viver com um pai ou mão homossexual. Mais de 16,000 crianças adoptadas estão a viver com pais homossexuais na Califórnia, o número mais elevado nos EUA. Os "pais" homossexuais estão a criar 4pct de todas as crianças que foram adoptadas nos EUA. Eu não digo que não há mérito nestes "pais"; o que eu digo é que está errado colocar crianças heterossexuais com duplas homossexuais.

Talvez seja demasiado cedo para se ouvir falar de vítimas de "famílias" homossexuais, mas uma jovem mulher, Dawn Stefanowicz, cujo pai era homossexual, publicou um livro com o nome "Out from Under-The Impact of Homosexual Parenting." Ainda não li o livro mas uma apreciação por parte de "Real Women of Canada" indica que o seu pai, que morreu em 1991 de SIDA, agiu tal como se temia:

O pai dela falhou por completo ao não lhe proteger e não lhe encorajar tanto como pessoa bem como uma mulher. Em vez disso, o seu pai, que era ele mesmo o resultado dum pai abusivo e bêbado que lhe tinha molestado sexualmente e fisicamente quando ele era criança, passou toda a sua vida em busca duma figura paterna que lhe amasse, lhe encorajasse e lhe atendesse as suas necessidades. Isto é, através do seu estilo de vida homossexual, e como forma de satisfazer as suas necessidades emocionais, ele ansiava e buscava obter uma companhia masculina que o amasse.

Ao fazer isto, ele falhou ao não dar atenção e afecto à sua esposa e à sua filha, que tiveram que lidar com tudo isto sozinhas. Infelizmente, a mãe de Dawn era uma pessoa ineficaz e submissa que estava sobrepujada com as suas carências, e pouco fez para ajudar a criança em agonia. 

O pai da Dawn trouxe uma sucessão de amantes para casa, onde os seus actos sexuais foram levados a cabo e a Dawn por vezes testemunhou-os... A Dawn foi forçada pelo pai a observar videos sexualmente pervertidos e violentos.

A lição aprendida através do livro é que a exigência homossexual pelo "direito" de adoptar crianças, ou trazê-las para para dentro dum relacionamento homossexual através da tecnologia médica, tendo como base a noção de que os homossexuais são tão bons pais tais como os hetereossexuais, é uma fraude. Crianças vulneráveis precisam tanto do pai como da mãe como forma de serem protegidas por eles. Para além disso, as crianças não deveriam ser usadas como instrumentos de experiências sociais por parte de pessoas narcisistas que buscam a sua gratificação sexual e a sua identidade fora da família tradicional. (Reality, Jan-Fev. 2009, p 10)

Embora ela seja Canadiana, os média do Canadá ignoraram o seu livro. (Em contraste, outlets conservadores dos EUA e da Austrália já lhe entrevistaram). A CBC (estação financiada pelo governo) propaga a mesma propaganda pró-adopção homossexual e não é suposto essa propaganda ter algum tipo de oposição. Mas o que é dito é que Stefanowicz está a reportar "o outro lado da história". Isto é um caso de a minha crença é liberdade de expressão, mas a tua crença é 'ódio', mas a verdade só é "equilibrada" quando ambos os lados são ouvidos.

O tipo mais comum de "paternidade" homossexual é aquele composto por duas lésbicas. O Dr. Dean Byrd (psiquiatra) afirmou que "as pesquisas demonstraram que as mães lésbicas têm um efeito feminizador nos seus filhos e masculinizador nas suas filhas. Os rapazes que foram criados por mães lésbicas comportaram-se de uma forma tradicionalmente menos masculina, e as raparigas, particularmente as adolescentes e as jovens raparigas criadas por mães lésbicas, parecem ter sido sexualmente mais aventurosas e menos castas."

Uma imagem vale mil palavras. Repare-se na foto do Zack, que foi criado com duas "mães".


O Dr Byrd continuou:

As crianças aprendem sobre as diferenças entre os homens e as mulheres através dos exemplos dos pais. O relacionamento paternal pai-mãe oferece às crianças um modelo do casamento - o relacionamento mais significativo e duradouro que a larga maioria dos indivíduos irá ter durante as suas vidas.

As raparigas precisam da validação do pai para afirmar a sua feminidade e eventualmente estabelecer um laco com um homem. Os rapazes também precisam do exemplo do pai para se tornarem em homens fortes e independentes capazes de liderar uma família.

É precisamente isto que a maçonaria Bolshevique tenciona sabotar. A sociedade está nas mãos duma conspiração satânica a longo prazo mascarada de "progressista", que tenta concentrar toda a riqueza nas mãos dos presidentes de bancos centrais e dos seus aliados. Eles estão a re-criar a raça humana de modo a que ela os possa servir nesta nova ordem mundial feudal.

Isto é o que se pode chamar de "ódio", e nós não nos deixaremos enganar nem nos deixaremos coagir.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Crianças e a sabedoria da adopção homoerótica

Três crianças esfomeadas, incluindo uma delas acorrentada ao chão como forma de impedir que ela obtenha comida, foram encontradas no mês passado numa casa esquálida do norte da Califórnia. Segundo o Sherife Scott Miller, de Monterey County, todos os três - dois rapazes e uma menina - foram levados para custódia protectora, e uma delas foi hospitalizada.

As autoridades descobriram as crianças em Salinas, Califórnia, no dia 14 de Março, depois de dois dos jovens terem faltado a alguns compromissos. O Sherife Miller afirma:

Este é um caso particularmente hediondo. As crianças mal tinham comido durante os meses passados.

Os rapazes têm 3 e 5 anos, e a rapariga tem 8 anos, afirmaram as autoridades. Todos eles exibem marcas e sinais de brutalidade física, bem como brutalidade emocional. A rapariga, que parece ter sofrido mais abuso, estava acorrentada ao chão como forma de impossibilitar que ela tivesse acesso a comida:

Parece que a rapariga foi a maior vítima do abuso. Ela tinha a aparência duma vítima dum campo de concentração.

A rapariga esteve no hospital durante cinco dias e parecia estar "traumatizada." Miller afirmou que existem algumas evidências de que ela pode ter sido ocasionalmente acorrentada pelo tornozelo e, por outras vezes, acorrentanda com um "colar" à volta do pescoço.

Eraca Dwa Craig, de 31 anos, e Christian Jessica Deana, de 44 anos, foram presas no local sob suspeitas de crueldade infantil, falso encarceramento e outras acusações.

As mulheres, que eram parceiras (lésbicas), não parecem ter qualquer tipo de registo criminal no Monterey County. Ambas foram indiciadas no Monterey County Court Terça-Feira, e está agendada uma audiência preliminar no dia 28 de Março.

As autoridades afirmam que as mulheres estavam a fazer preparativos para abandonar o local antes de terem sido presas. Os investigadores encontraram muito pouca comida dentro de casa - casa essa que, segundo algumas reportagens, estava suja e desordenada. A rapariga e o rapaz mais velho eram adoptados, mas o rapaz mais novo era o filho biológico de uma das mulheres.

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Violência entre lésbicas

Os oficias da policia pensavam que estavam a responder a uma chamada doméstica quando chegaram à casa, perto de Aspen e Houston. Mas quando chegaram ao local, o que encontraram foi um caso (mais um) de violência entre lésbicas e rapto.

A polícia bateu à porta, mas ninguém respondeu. Eles, então, ouviram mais de perto e escutaram a voz duma mulher a pedir ajuda. Os polícias derrubaram então a porta e puderam localizar Ashlee Larson e a sua namorada não identificada.

A polícia disse que a namorada exibiu claros sinais de ter sido vitima de agressão, e Larson encontrava-se em cima da namorada, impedindo-a de se movimentar. A vítima disse à polícia que Larson a havia encurralado dentro de casa, e não a deixava sair.

A polícia disse também que Larson não estava pronta para ir para a delegacia de forma pacífica. Para além de ter continuado a agredir a sua namorada e, ela recusou-se a colocar as algemas. Eventualmente, Larson foi subjugada e colocada na Tulsa County Jail na 3ª-Feira à tarde.

Ela enfrenta agora acusações de rapto, violência doméstica e resistir a uma prisão.

domingo, 23 de março de 2014

Menina revela a natureza sombria da agenda homossexual


No princípio desta semana, o nosso editor-chefe Steve Jalsevac publicou uma slideshow com as suas fotos da parada homossexual de Toronto de 2011. Sem surpresa alguma, muitas das fotos eram chocantes. Mas um comentador ressalvou um detalhe que provavelmente muitas pessoas não viram.

A foto diz tudo: homens nus a marchar na parada de orgulho de Toronto, exibindo o que os apoiantes celebram como sendo um avanço dos "direitos gay" e "emancipação sexual". Os homens nus passam em frente a homens, mulheres e até crianlas. Todos são encorajados a celebrar a "diversidade".


Espera. Mas o que é isto? Uma menina de cabelo loiro com uma t-shirt azul sabe que alguma coisa não está certa.


A menina, com 8 ou mesmo 9 anos, não quer ver homens nus a exibir a sua genitália. Ela sente-se agredida com o que vê. Ela sabe instintivamente que a sua inocência está a ser ameaçada com o que vê. Ela sabe que alguma coisa não está certa com o que está a acontecer à sua frente.


O que ela faz é a coisa mais natural do mundo: ela tapa a cara para se proteger. Ela não quer ver os órgãos sexuais de homens nus.

* * * * * * * *
Esta é a tragédia da agenda homossexual: a destruição da verdadeira visão do que é a sexualidade humana. Mas, claro, para as pessoas com uma agenda politica e sexual a implantar, as crianças são "casualidades de guerra". O que importa é que as normas sexuais sejam pervertidas e que os desviados sexuais se sintam "bem" com o seu papel na destruição da família e da normalidade.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Activistas homossexuais agridem Cristão durante uma marcha homoerótica

Um pregador de rua foi repetidamente esmurrado na cabeça e pontapeado no corpo por dois homens durante a "Seattle’s Pridefest" neste Domingo que passou - e todo o confronto foi gravado.

No vídeo perturbador que se encontra no youtube e reportado pela "Seattle’s KOMO news", dois pregadores de rua Cristãos podem ser vistos sobre a relva. Um dos pregadores tem um placard onde se lê "Jesus Salva e Cura" e "Arrependam-se", enquanto o outro tem na sua mão uma Bíblia.

No princípio do vídeo um homem corpulento aproxima-se raivosamente dos dois pregadores, ao mesmo tempo que uma das mulheres empurra de forma repetida o homem que tem a Bíblia e exige que ele se vá embora.

A situação continua a escalar até ao ponto onde um certo número de pessoas tenta tirar o placard das mãos do Cristão. Quando um dos homens consegue por fim retirar o sinal das mãos do Cristão, uma luta corpo a corpo ocorre e o homem corpulento visto no princípio do vídeo corre e esmurrra várias vezes a cabeça dum dos pregadores ao mesmo tempo que outro homem o pontapeia repetidamente. Outros tentam acabar com a luta.

A polícia prendeu Jason Queree (36 anos) que se crê ter sido o atacante principal. Alegadamente, Jason tem uma longa história de prisões e condenações por uma variedade de comportamento criminoso. Um segundo suspeito foi também preso.

AVISO: O vídeo contém profanidades e violência perturbadora por partes dos activistas homossexuais. A violência levada a cabo pelos activistas gays pode ser vista a partir do minuto 2:35.


Este incidente é parecido com outro que ocorreu na parada de "orgulho" gay de Toronto do ano passado (também grava em vídeo) onde um pregador Cristão foi rodeado por uma turba enraivecida de homossexuais. No entanto, nesse caso, a polícia tomou o lado dos participantes da marcha homossexual e disse ao pregador que "Vocês estão a promover o ódio." Por fim, a polícia forçou David Lynn e a sua equipa do ministério com o nome "Christ’s Forgiveness Ministries" a abandonar a área e a acabar com a pregação.

O ataque levado a cabo em Seattle é mais um exemplo da crescente onda de violência levada a cabo pelos activistas homossexuais. Em Agosto último um activista homossexual quase que foi bem sucedido na sua tentativa de matar funcionários da "Family Research Council"; o que impediu o sucesso dos seus propósitos anti-Cristãos foi o gesto heróico de um dos guardas.

Em Janeiro deste ano um grupo de Católicos brasileiros que se organizou e se manifestou publicamente ara marchar contra o aborto e contra a normalização do homossexualismo, foi vítima de ataques por parte de activistas homossexuais. Os Católicos foram cuspidos, assediados, e agredidos fisicamente pela turba de gays,  lésbicas e simpatizantes com a agenda homossexual.

Em Abril deste ano o líder da Igreja Católica na Bélgica, o arcebispo Andre-Joseph Leonard, permaneceu calmo e sentado, com os olhos fechados e em oração, à medida que 4 activistas lésbicas o atacavam com gritos e profanidades, e atiravam água contra ele.

No ano passado, um grupo homossexual auto-intitulado “Angry Queers” assumiu a responsabilidade por ter atirado pedras do tamnho duma bola de basebal para 9 janelas da  "Portland’s Mars Hill Churc", conhecida por ser a favor do casamento natural.


* * * * * * *

Não há forma alguma de existir algum tipo de paz ou acordo entre os defensores do homoerotismo e os Cristãos. A guerra aproxima-se e ela vai deixar marcas e casualidades em ambos os lados.

terça-feira, 23 de abril de 2013

Lésbica mata rapaz por este se recusar a chamá-la de "pai"

Fonte

Jandre Botha, de quatro anos, recusou-se a chamar de "pai" à mulher que vivia com a mãe: por este acto, ele pagou com a sua vida.

O pai de Jandre, Jan Botha, encontrava-se na galeria pública do tribunal regional de Vereeniging quando a sua antiga esposa, Hanelie Botha, de 31 anos, e a sua parceira, Engeline de Nysschen, 33 anos, foram consideradas culpadas pelo macabro assassinato do seu filho. Ele sentou-se no tribunal, de mãos dadas com a sua noiva (Yolanda Deysel) ouvindo atentamente a Juíza Rita Willemse a aceitar as evidências de que entre outras razões que levaram à morte de Jandre estava a sua recusa em chamar de "pai" a De Nysschen.

O tribunal ouviu evidências trazidas a público por Lydia Nkomo e a sua filha Aletta Lesiba, que trabalharam para a dupla lésbica na sua loja, de que De Nysschen havia agredido Jandre violentamente ao mesmo tempo que exigia que este a chamasse de "pai". Ambas testemunharam que durante a altura em que Jandre estava a ser agredido, a sua mãe não interviu e nem o protegeu. As evidências revelaram que ele suportou lesões horríveis, incluindo a fractura do crânio e danos no cérebro, bem como pernas, clávicula, mãos e pélvis partidos.

O tribunal aceitou as evidências do Professor Mohammed Dada, perito em lesões, de que as mazelas do rapaz eram semelhantes às lesões de alguém que havia caído dum edifício com dois andares.

Enquanto verbalizava a sua decisão, Rita Willemse reconheceu que não existiam evidências substâncias que ligavam Hanelie às agressões, mas que ela era igualmente culpada pelo assassínio por falhar no seu dever legal de proteger a criança de abusos e violações. O tribunal apurou que Hanelie havia mentido a membros duma equipa médica (que havia tratado Jandre) ao afirmar que as lesões do rapaz eram o resultado duma queda durante o banho. O tribunal determinou que ela havia mentido para proteger a sua parceira lésbica, De Nysschen.

Os médicos que examinaram Jandre rejeitaram totalmente a versão da dupla homossexual de que o rapaz havia caído no banho uma vez que, segundo a equipa médica, uma força excessiva era necessária para causar as lesões fatais que o corpo de Janfre tinha. Condenando as duas, Willemse colocou de parte a sua versão, e disse que tinha perante si evidências médicas substanciais em torno da natureza das lesões sofridas por Jandre.

Aceitei as evidências da equipa médica, perita nesta área. Estavam perante mim documentos médicos substanciais, e a maioria dos profissionais envolvidos tem experiência médica superior a 15 anos. Todos eles colocaram de parte a versão das acusadas, e foram unânimes em afirmar que as lesões do falecido foram infligidas durante um certo período de tempo.

É impensável que a mãe da criança não soubesse destas lesões fatais. O falecido tinha também pernas partidas e a sua mãe estaria ciente disto.

A magistrada criticou Hanelie ao não reportar aos assistentes sociais o abuso que Jandre sofria às mãos da sua amante lésbica, depois dela ter obtido a guarda da criança após uma longa batalha legal contra o seu ex-marido. Ela falhou também ao não reportar o abuso ao ex-marido.

O pai da criança tomou conhecimento do abuso que Jandre sofria apenas e só no dia da sua morte, no dia 12 de Junho de 2003, quando De Nysschen entrou em contacto com ele e lhe disse que Jandre havia caído e morrido.

Willemse questionou a habilidade de Hanelie para ser mãe, afirmando que os seus próprios pais entraram em contacto com o seu ex-marido como forma de lhe concederem apoio financeiro na sua batalha pela guarda da criança.

Repreendendo Hanelie, Willemse disse:

Hanelie não estava indefesa. Ela estava bem ciente das reacções violentas de Engeline. Ela poderia ter chamado o pai da criança para a ajudar, mas ela falhou ao não faze-lo. Ela nada fez para proteger o seu próprio filho.

A magistrada qualificou Engeline de mentirosa e de testemunha sem valor visto que se havia contradito no seu testemunho.

Mais tarde, Hanelie e De Nysschen foram condenadas por agressão com propósito de causar danos físicos graves, e negliência infantil por falharem em fornecer ou buscar tratamento para as lesões que Jandre tinha nos membros.


Via

sexta-feira, 22 de março de 2013

O choque dos grupos-vítima



Uma cena chocante (e inusitada) está repercutindo nas redes sociais. Um vídeo amador registrado por alunos da Escola Estadual Ignácio Shevinski Filho, localizada no município de Sorriso (396 km de Cuiabá) mostra a surra levada por uma estudante.

A adolescente teria sido espancada por um jovem homossexual da mesma escola porque o namorado dela teria ameaçado o agressor por causa de sua orientação sexual. O ato covarde do rapaz teria sido uma espécie de vingança.

O vídeo, que ao que tudo indica foi gravado com a intenção de mostrar o feito, mostra o rapaz cruzando o caminho da garota num corredor da escola e após uma breve discussão, partindo para agressão.

O adolescente desfere um soco no rosto da garota e continua a bater nela enquanto a mesma desce rolando um barranco. Outros colegas do agressor incentivam-no a bater mais.

Após o ocorrido, pixações foram feitas no muro da escola com dizeres ‘vai morrer’ e outras ameaças.

Em entrevista a uma TV local, a directora da escola, Shirlei Mello, disse que vai levar o caso ao Conselho Tutelar.




Fonte

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O único homem que pode agredir uma mulher sem que o lobby feminista se manifeste é o homem homossexual.


terça-feira, 21 de agosto de 2012

Espancado por recusar avanços sexuais de um homossexual

Um soldador de 42 anos foi vítima de espancamento na madrugada de Domingo passado, 19 de Agosto, depois de rejeitar uma proposta para um programa homossexual. Ele contou à Polícia Militar que estava alcoolizado quando encontrou o homem que lhe ofereceu R$150 para que mantivesse relações sexuais com ele. O soldador até chegou a aceitar, mas depois desistiu. Indignado, o homossexual que fez a proposta deu socos e chutes na vítima.

O caso aconteceu na avenida Cristina Gazire, altura do bairro Juca Rosa. O soldador contou que o agressor, de porte avantajado, parecia ter cerca de 35 anos. Segundo ele, o autor aproveitou de seu estado alcoolizado para seduzi-lo para o programa. O soldador chegou a ir a um matagal antes de desistir no meio do caminho.

O homossexual ficou irritado e desferiu socos e chutes no peito e no rosto do soldador. A vítima sofreu cortes no nariz e nos lábios, além de ter um dente quebrado. Ele foi atendido pelo Samu e levado ao Pronto Socorro Municipal de Itabira, onde permaneceu sob cuidados médicos por causa de uma suspeita de fratura na face.

Após as agressões, o autor fugiu a pé. Policiais militares de Itabira fizeram rastreamento pelas imediações do local do crime, mas não encontraram suspeitos com as características descritas pela vítima.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Homossexual acusado de homicídio afirma que agiu a mando do marido da vítima

Homem acusado de ter morto dona de casa e atirado o corpo para dentro dum rio, disse em seu depoimento que cometeu o crime a mando do marido da vítima com ele quem mantinha um relacionamento amoroso.

Em entrevista à Reportagem do JORNAL DE UBERBA (JU), o acusado Erisvado dos Santos disse que matou Rosângela Rodrigues Motta, 27 anos, por causa de seu marido, Rubens Ferreira da Silva, 24 anos.

Ele disse ainda que, no dia do crime, o casal estava no quarto da residência praticando sexo, quando ele chegou e Rubens fez sinal com as mãos para que ele enforcasse a vítima.

Erisvaldo disse que essa não foi a primeira vez que Rubens ordenou que matasse Rosângela.

Segundo informações da Polícia Civil, o homicídio aconteceu na manhã do último sábado (14), em uma fazenda que fica às margens da rodovia BR-262, próximo ao bairro rural de Ponte Alta, quando Rosângela estava acompanhada de seus dois filhos e foi morta por asfixia, sendo que seu corpo foi jogado em um riacho que fica nos fundos da propriedade rural onde o casal morava.

Ao prestar depoimentos na delegacia de Polícia Civil, Rubens negou envolvimento com o crime e disse que havia saído para trabalhar, quando Erisvaldo chegou até o curral e lhe disse que sua mulher havia entregado veneno de rato para seus filhos e fugido.

Após prestarem depoimentos, os acusados foram levados para a penitenciária Professor Aluísio Ignácio de Oliveira, onde permanecem à disposição da Justiça. (JC)

Fonte

sábado, 2 de junho de 2012

Activistas homossexuais enviam ameaças de morte à filha de Sarah Palin

Bristol Palin, filha de Sarah Palin, recebeu críticas maldosas, carregadas de ódio e incendiárias - incluindo ameaças de morte - depois de escrito num blogue que se opõe ao "casamento" entre pessoas do mesmo sexo.

Ela revelou o ódio a que foi submetida num post posterior intitulado “Hate in the Name of Love, Bullying in the Name of Tolerance,”

Para além de ter recebido mais de 3,000 comentários - que, segundo Bristol, eram compostos maioritariamente por bullying e ofensas pessoas mas vazios de genuínos argumentos - ela levantou o véu em torno de alguns dos comentários demasiado ofensivos para serem postados:

  • “Tu és um nojento pedaço de m---- senhorita Palin. Desejo para ti e para a tua família tudo de mau. Todos vocês, incluindo o teu filho, merecem uma morte lenta, dolorosa e miserável. Que a morte se abata sobre vocês.

  • “Não, tu é que és o verdadeiro problema e os Estados Unidos deveriam te matar por isso”;

  • “bristol: mata-te sua f--- gorda”;

  • “tu és um argumento em favor do aborto”;

  • “mata-te.”

Bristol Palin está longe de ser a única pessoa a receber este tipo de tratamento "tolerante" por parte dos defensores da agenda homossexual apenas e só defender que o casamento é entre um homem e uma mulher.

Há alguns dias atrás activistas ameaçaram incendiar a igreja Católica St. Francis Xavier em Acushnet (Massachusetts) por esta ter colocado uma mensagem na sua igreja onde se lia "Dois homens são amigos e não cônjuges.”

Sarah Crank, uma criança de 14 anos, recebeu ameaças de morte depois de ter testemunhado perante o Senate Judicial Proceedings Committee em Janeiro. Durante o seu testemunho, Sarah afirmou que as crianças que vivem com uma dupla homossexual "não sabem as maravilhosas experiências que estão a perder."

A Mars Hill Church em Portland teve tijolos atirados pelas janelas a dentro - acto levado a cabo por um grupo sodomita com o nome de "angry queers" - depois dum pastor afiliado a outro dos seus ramos ter afirmado que o homossexualismo é pecado.

Num vídeo com o nome de “Attacked by Tolerance,” os voluntários da American Society for the Defense of Tradition, Family and Property (TFP) descrevem como foram fisicamente atacados por activistas homossexuais depois deles (os membros da TFP) se terem firmado na defesa do casamento natural.

Fonte

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A definição de "tolerância" dos activistas homossexuais é bastante distinta da usada pelo resto da sociedade não-esquerdista. Para eles, "tolerância" significa ausência de oposição à sua agenda sexual e política. Quem quer que se oponha à sua agenda é "culpado" pela violência que os activistas homossexuais desencadeiam contra os "adversários" - mesmo que os "adversários" sejam meninas de 14 anos.


domingo, 1 de abril de 2012

Violência doméstica termina com circo gay

Como é dia 1 de Abril, não sei se isto é verdade ou não, mas o vídeo parece genuíno.

Isto eram os "pombinhos" em 2010.

Mas o Manuel (esquerda) foi rejeitado pelo Fernando. Pior, o Fernando trocou o Manuel por uma mulher.

O genuíno é sempre melhor que a cópia e um homem nunca vai ser uma mulher.

Eis aqui o vídeo com o testemunho do rejeitado. Preparem os lenços porque a história é hilariante comovente.

Não se esqueçam: a esquerda militante (e a "direita" pró-sodomia) quer entregar crianças inocentes a pessoas com este tipo de desvios.

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