quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
Genético
sábado, 23 de março de 2013
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
domingo, 9 de dezembro de 2012
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Ameaças gay.
sábado, 30 de junho de 2012
Activista homossexual Larry Brinkin apanhado na posse de pornografia infantil
Previsivelmente, as organizações que lutam pelos "direitos" da sodomia dos homossexuais colocaram-se do seu lado e questionaram a legitimidade das acusações. Theresa Sparks, directora executiva da Comissão dos Direitos Humanos (CDH), disse:
Isto é quase inacreditável. Não há forma nenhuma de eu acreditar nisto. Ele sempre foi um dos meus heróis, para além de ser um epítome do activismo dos direitos humanos. Este é o homem que cunhou a frase que nós usamos no nosso dia a dia. Apoio o Larry a 100%; se tudo correr bem, a investigação irá expor tudo.Ficamos a saber portanto que, segundo a Theresa Sparks, pessoas que cunham frases e que lutam pelos "direitos humanos" são incapazes de se envolver em situações que envolvam a posse de pornografia infantil. Note-se também o tradicional solipsismo feminino na frase "Não há forma nenhuma de eu acreditar nisto". Alguém deveria dizer à Theresa que o que ela pessoalmente acredita ou deixa de acreditar é irrelevante.
Brinkin, que trabalhou em São Francisco na CDH até 2010 e é melhor conhecido por defender os interesses dos sodomitas e das lésbicas, foi libertado sob fiança no Sábado, depois de passar 6ª-Feira a noite na prisão.
Dois portáteis, um computador de mesa, uma diskette e várias flashdisks pertencentes à casa de Brinkin forma apreendidas. Na 2ª-Feira, Stephanie Ong Stillman,, promotora, afirmou que "ainda estamos a rever o caso."
As acusações contra Brinkin, de 66 anos, incluem posse de imagens pornográficas que aparentemente exibem crianças com idades compreendidas entre 1 e 3 anos envolvidas em actos sexuais com homens adultos. As evidências para este material foram encontradas na conta de email de Brinkin.
A "Los Angeles Police Department", que está a trabalhar no caso, rastreou o endereço de IP dos emails que continham as imagens pornográficas, o que lhes levou até ao computador do activista pelos direitos dos homossexuais - que havia pago pelas imagens com o seu cartão de crédito.
Aparentemente, a conta de email de Brinkin foi também conectada com um grupo de discussão da empresa Yahoo, onde o tema de conversa é a exploração sexual de rapazinhos e de meninas.
Não pode ser um pedófilo porque cunhou uma frase.
domingo, 1 de janeiro de 2012
Família
terça-feira, 1 de novembro de 2011
sábado, 18 de junho de 2011
A parada homossexual lisboeta
Mais um artigo jornalístico que a volta falar na mitológica "igualdade", e, tendo isso como pano de fundo, exige tratamento igual entre a heterossexualidade e a homossexualidade.A Marcha do Orgulho Gay regressa hoje às ruas de Lisboa em defesa dos direitos das pessoas lésbicas, gay, bissexuais e transgénero (LGBT), sendo que, este ano, pretende também alertar para as questões da parentalidade.Os sodomitas e as lésbicas já tem os mesmos direitos que os heterossexuais. Chama-se a isso "direitos humanos". Agora, as prácticas sexuais que cada grupo decide levar a cabo não são fonte de "direitos".
Não, não é. Alguns dos objectivos das paradas homossexuais sãoO objectivo da marcha, que vai na 12.ª edição, é “dar mais passos na luta contra a discriminação em função da orientação sexual e identidade de género.
1. Dessensibilizar a maioria em relação às auto-destrutivas prácticas homossexuais;
2. Exibição de força em relação aos adeptos da normal sexualidade humana.
Sobre a parentalidade, o responsável referiu que as famílias LGBT são uma realidadeTal como a pedofilia é uma realidade. O facto de algo ser real não o torna moralmente (ou socialmente, ou clinicamente) aceitável.
A questão não é se existem homossexuais que conseguiram trazer crianças para a sua confusão sexual, mas sim se isso alguma vez deveria ocorrer. Os "relacionamentos" homossexuais são em média de curta duração, portanto convém perguntar a sabedoria de se deixarem crianças inocentes no meio de duas pessoas sexualmente desviadas (e a prazo).
Mas mesmo que fossem de duração eterna, o problema não é só que são (em média) de curta duração, mas sim que isso é uma violência contra as crianças. Qualquer profissional não alinhado com o marxismo cultural dirá que a criança tem maiores probabilidade de ter um crescimento mental saudável se tiver um pai e uma mãe, do que se tiver dois "pais" ou duas "mães", ou se só tiver um pai ou só uma mãe.
O conceito da homossexualidade como comportamento capaz de gerar um ambiente saudável para o desenvolvimento da criança está errado. Quem defende o contrário não está a pensar no bem estar das crianças mas sim em formas de promover uma determinada ideologia política ou agenda sexual (ou ambas).
e que as crianças que estão no seio dessas famílias “exigem exactamente a mesma protecção que é dada às demais”As crianças que foram infelizmente engolidas para o seio dessas uniões não "exigem" nada. Quem exige isso são os sodomitas e as lésbicas que lançaram mãos sobre elas.
O presidente da ILGA Portugal disse também que a Marcha do Orgulho Gay é feita para “celebrar” a igualdade, a liberdade e a solidariedadeSó faltou a "fraternidade" para termos um dos slogans da violenta e anti-Católica revolução francesa.
Mas pondo isso de lado, porque é que a homossexualidade deveria ter os mesmos direitos que a heterossexualidade? A última é uma necessidade básica do homem tendo em vista a sua continuidade e preservação, mas a primeira é um gosto/vício sexual auto-destrutivo. Porque é que deveríamos tratar ambas como equivalentes se elas evidentemente não o são?
Todo o argumento em favor da "igualdade" assente numa crença falsa, nomeadamente, que a heterossexualidade e a homossexualidade deveriam ter os mesmos direitos. Isto é falso e enganador.
A iniciativa é aberta a todas as pessoas que “se revêem naqueles valores, valores que são comuns a todos e que é fundamental promover”Para já, os "valores" que o lobby sodomita visa inventar não são "comuns a todos". Eis aqui alguns dos "valores" defendidos pelo sodomitas.
Segundo, não é "fundamental" defender os "valores" que os activistas homossexuais visam defender. Aliás, há homossexuais que não vêem valor nenhum nestas paradas (para além de serem uma provocação):
Será que sou a única lésbica que desaprova o "gay pride"? Parece-me que sim e acho que isso poderia causar problemas na minha já-de-si trémula relação com a minha namorada - e já estou com ela há 3 anos.Como esta lésbica temos também o homossexual Justin Raymondo que consegue vêr que os activistas homossexuais estão a agir de modo destrutivo.Acho isso tão desnecessário e provocativo. Porque é que nós não aceitamos a forma como somos e tentamos viver a nossa vida o melhor que podemos sem irritar a maioria das pessoas?
Será que temos que provar alguma coisa com o "gay pride"? Pois, eu não.
[U]m movimento político baseado em orientação sexual é uma aberração grotesca.Em uma sociedade livre, não existem direitos gays, apenas direitos individuais.
Homossexuais são e sempre serão uma raridade, uma pequena minoria necessariamente distante da família tradicional. O “viés” heterossexual das instituições sociais não é algo que precisa ser imposto em uma sociedade relutante por um estado opressivo, mas uma predilecção que surge de forma natural e inevitável. Se isto é “homofobia”, então a natureza é intolerante.
Se os gays usam o poder do estado para corrigir esta “injustiça” histórica, eles estão envolvidos em um ato de hostilidade que irá ser encarado justamente como um desafio à primazia da família tradicional.
É tempo de desafiar a ficção de que o movimento de “direitos gays” fala por todos ou mesmo pela maioria dos gays. Eles não falam.
Esperar aprovação ou sanção oficial para uma matéria tão pessoal como sexualidade é um sinal de caráter fraco.
Conclusão:
terça-feira, 29 de março de 2011
sexta-feira, 11 de março de 2011
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