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domingo, 29 de março de 2015

Homossexual Irlandês é contra o "casamento" homossexual

Por Keith Mills

"O casamento tem que permanecer como a pedra angular da unidade familiar, e não precisa de ser redefinido."

Quando o debate público em torno do vindouro referendo relativo ao casamento [sic] homossexual começou a avançar durante a semana passada, poderia-se pensar que os dois lados em guerra resumiam-se a toda a comunidade homossexual e todos os partidos políticos em favor da redefinição do casamento, com a oposição a vir apenas da Igreja Católica e organizações Católicas tais como o Iona Institute. A verdade, no entanto, é mais complexa e eu sei muito bem o quão complexa ela é, sendo eu um homossexual agnóstico em favor do voto no "Não" em Maio próximo. [ed: "Não" à redefinição do casamento]

Embora eu não tenha dúvidas de que a maior parte das pessoas da comunidade homossexual "fora do armário" seja em favor do voto "Sim", sei que não sou a única voz a apelar por uma rejeição, mas sou um dos poucos dispostos a elevar a minha cabeça acima do parapeito. É bem sabido que vários políticos tiveram algumas reservas em relação à mudança da legislação, mas não estão preparados para falar em público visto temerem o chicote partidário.

As minhas objecções ao casamento [sic] entre pessoas do mesmo sexo baseiam em dois princípios: o Estado, as suas agências e os outros responsáveis pelo bem estar das crianças, deveriam ser capazes de favorecer a unidade familiar que disponibiliza uma mãe e um pai, e, em segundo lugar, acredito também que as parcerias civis são uma melhor forma de reconhecer legalmente os relacionamentos homossexuais, e também de conferir todos os direitos e benesses associadas ao casamento civil (para além de serem também uma melhor forma de expressar a diversidade).

Infelizmente para muitos daqueles que apoiam a sua redefinição, não se pode discutir o casamento na Irlanda sem discutir a família. Para além das limitações em torno dos divórcios, a única vez que o casamento é mencionado na Constituição é na secção 41, onde o Estado se compromete a proteger o casamento como a instituição sobre a qual se baseia a família. Vários Procuradores-Gerais já disseram aos seus colegas do governo que o casamento [sic] homossexual encontra-se em conflicto com isto.

Claro que existem outras unidades familiares, e as crianças podem ser muito bem educadas fora do casamento tradicional, e embora todas as crianças devam ser igualmente protegidas perante a lei, o casamento permanece como a pedra angular da unidade familiar, e a melhor forma de fazer isso é não o redefinindo-o.

A consequência de se permitir que as duplas homossexuais se casem [sic] é que as agências a quem se confiou a tarefa de encontrar pais para adopção e para a manutenção de crianças não podem legalmente favorecer famílias que fornecem uma mãe e um pai, que todas as evidências sugerem ser o melhor ambiente para as crianças.

Vale a pena lembrar que outros países tais como Portugal separaram a introdução do casamento [sic] homossexual do direito [sic] de adopção homossexual e embora as duplas homossexuais se possam casar [sic], elas não podem adoptar. Na Irlanda, os assuntos em torno à família e aos direitos de adopção devem ser resolvidos na vindoura "Children & Family Relationships Bill", que foi prometida há mais de um ano. Quando esta projecto de lei se tornar numa lei, as crianças que vivem com duplas homossexuais, ou pais solteiros, etc, terão os mesmos direitos que todas as outras crianças. Se esta lei não tivesse sido atrasada, ela poderia ter permitido um debate mais claro sobre os perigos e os méritos da redefinição do casamento.

Mesmo que não se veja mérito algum no favorecimento do Estado, e das suas agências, das famílias que podem dar às crianças um pai e uma mãe, existem outros motivos para se votar no "Não" no referendo de Maio próximo. 

Há cinco anos atrás nós demos entrada às parcerias civis com o apoio de todos os partidos do Dail, e estas têm sido muito bem sucedidas, permitindo que as duplas homossexuais vejam os seus relacionamentos reconhecidos pela lei. A taxa de adopção desta medida demonstrou que os homossexuais claramente olham para a união civil como uma instituição com mérito próprio no apoio aos direitos de herança, estatuto de parente-próximo, e benefícios laborais, etc.

Em quase todas as áreas onde a união civil é distinta do casamento civil essas áreas encontram-se relacionadas com crianças e a sua educação, e quaisquer que sejam as deficiências, elas serão removidas pela "Children & Family Relationships Bill". Consequentemente, fico irritado quando aqueles que promovem o casamento [sic] homossexual tentam caracterizar a união civil como um "casamento de segunda classe". Certamente que essa não é a forma como eu e a maioria das pessoas olha para ela.

As uniões civis são distintas dos casamentos civis porque as uniões são dissolvidas sem forçar as duplas homossexuais a passar por um processo de divórcio difícil e por vezes dispendioso, e o adultério não é considerado motivo para se dissolver a união civil, embora o seja para o casamento civil. Esta diferença centra-se no facto das uniões civis não serem consumadas da mesma forma que os casamentos, e os casamentos não-consumados podem também ser dissolvidos.

Se as duplas homossexuais querem alterar as uniões civis, permitindo que o adultério possa ser base para se colocar um ponto final na união, forçando todas as duplas a enfrentar processos de divórcio em nome da "igualdade", em acho bem que tenhamos esse debate em vez de se redefinir o casamento - instituição que foi criada para apoiar as crianças e que não reflecte a realidade da maioria dos relacionamentos homossexuais.

Pessoalmente, acho que as uniões civis são uma forma mais adequada de reflectir a realidade da maioria das uniões homossexuais e a ideia de que o método dum casamento civil "de tamanho único e para todos",  como forma de reconhecer todas as uniões, falha ao não levar em conta o facto do relacionamento que um homem forma com um homem sr intrinsecamente diferente do relacionamento que um homem forma com outra mulher. A diferença é tão fundamental como o homem o é da mulher.

Na Irlanda temos a sorte das pessoas terem o direito de decidir se o casamento deve ser protegido da forma como está, ou se deve ser redefinido segundo as intenções duma pequena e vocal minoria. O pequeno número de países que legalizou o casamento [sic] homossexual fê-lo sem um voto e muitas vezes contra os desejos da opinião pública, causando doses elevadas de ressentimento.

Como um homossexual, penso em formas melhores de gastar os €20m que este referendo irá custar, como forma de beneficiar a comunidade homossexual e a sociedade como um todo. Este referendo é desnecessário e deveria ser rejeitado como forma de manter como especial a posição única das mães e dos pais, e para reconhecer legalmente a diversidade dos relacionamentos homossexuais.

  - http://goo.gl/Tl9MK6


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Em Portugal, a Esquerda política (a verdadeira força por trás do "casamento" homoerótico) já tentou por 4 vezes em 4 anos legalizar a adopção homoerótica mas o seu projecto de lei, graças a Deus, chumbou sempre.


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domingo, 25 de janeiro de 2015

A mentira do amor "gay"

Por Andrew Comiskey

O facto do mal aparecer sob a forma de luz, de fidelidade, de renovação, de necessidade histórica, de justiça social, é, para o observador com senso comum, algo que confirma a profundidade da sua maldade.

Todos nós experimentamos e reconhecemos a realidade ética não através da astúcia, não através da invenção de truques, mas apenas e só por nos posicionarmos de forma directa na verdade de Deus, e olhando para essa verdade com olhos por ela criada de forma simples e sábia. -  Dietrich Bonhoeffer

A cultura Ocidental actual foi cativada pela mentira do amor "gay". Do ídolo que nós fizemos da expressão sexual, fortalecidos pelas injustiças que nós cometemos contra as pessoas fracas na sua segurança sexual, o nosso inimigo comum idealizou uma das estratégias mais divisionistas do nosso século: ou é a maneira "gay", ou não há maneira alguma.

Nos dias de hoje o cidadão Ocidental é considerado "culto" se aceitar a noção de que o homossexualismo é inato e imutável, e que a sua expressão é digna de todos os privilégios atribuídos ao casamento e à família. Por defender o casamento e discordar com o bem ético da práctica "gay", o mesmo cidadão é considerado, na melhor da hipóteses, como um ignorante, e na pior das hipóteses, como uma pessoa intolerante, intimidadora, e cheia de "ódio" 

Acusações criminosas podem ser feitas contra ele; quem quer que se encontre fora da carruagem "gay", perderá a sua reputação, chegando até a poder perder o seu negócio se por acaso se recusar a cooperar com casamentos [sic] "gay".

Buscando relevância, a Igreja foi reduzida ao silêncio e depois do silêncio, à lenta concessão do que é uma feroz mas bem camuflada "agenda gay". (Eu mesmo testemunhei esta "agenda" visto que eu saí do homossexualismo no final dos anos 70, e mesmo por essa altura era aparente que os abastados políticos homossexuais tinham como objectivo o anel dourado do "casamento gay"). 

A táctica é bem simples e ela procede desta forma: 'As pessoas "gays" são amorosas e encontram-se feridas. Porque é que nós os haveríamos de ferir mais ainda recusando-lhes aquilo que eles pedem? Afinal de contas, nós acreditamos na busca pela felicidade, certo?' Tentando ser "amorosa", a Igreja verga-se a tais questões superficiais com respostas superficiais.

Fiquei chocado com a entrevista dada pelo Cardeal Schonborn (pessoa por quem tenho profundo respeito) depois do Sínodo sobre a Família onde ele disse:

Conheço um maravilhoso casal "gay" na minha diocese e eles realmente preocupam-se um com o outro.

Com base nisto, Schonborn encorajou (e, acredito eu, falsas) mudanças na abordagem da Igreja Católica em relação às pessoas com atracção homossexual.

O mais novo inimigo da Igreja no entendimento claro da sexualidade humana é "agradável". Sem dúvida que muitas pessoas com atracção homossexual (eu não uso a palavra "gay" visto que a mesma é uma identificação socio-política que impede as pessoas de resolver a atracção) são simpáticas, amorosas e capazes de compromissos sérios. 
Não é essa não é a questão.

A questão é: qual é o propósito da sexualidade humana? Se nós como Cristãos não formos claros em afirmar que o propósito do eu, que se encontra em perigo, é amadurecer de forma suficiente para sermos dádivas para outros, de modo a que possamos, juntos, criar nova vida, então já perdemos o nosso rumo.

Não fazemos favores a ninguém quando alteramos as linhas divisórias de modo a que elas aceitem amizades sexualizadas entre pessoas do mesmo sexo, da mesma forma que fizemos uma desserviço ao acomodar o sexo fora do casamento com base no argumento de que "os Cristãos também o fazem".

Os nosso jovens estagiários e eu estudamos recentemente o livro ‘The Bible and Homosexual Practice’ (Abingdon Press, Dr. Robert Gagnon), o melhor e a mais sábia abordagem ao assunto. Sem sombra de dúvida que, do princípio até ao final, as Escrituras proíbem todos os actos homossexuais com base na tese de que a "descomplementaridade" sexual é um acto de traição contra Deus e contra o nosso próximo. Ponto final.

Os nossos corações "amorosos" enganam-nos. A "agenda" enganou-nos. Um inimigo comum enganou-nos. Pode ser demasiado tarde para a nossa nação trazer de volta o casamento das garras dessa agenda, mas o Próprio Senhor Jesus não deixará que a Sua noiva seja enganada. Temos que acordar e arrepender-mo-nos. Ainda não é tarde para colocarmos de parte as nossa concessões "simpáticas" em favor dum inimigo que "veio para roubar, matar e destruir" as nossas vidas (João 10:10).

Conjuntamente com Aquele que veio ao mundo de modo a que "todas possam ter vida e vida em abundância" (João 10:10), que nós possamos abrir de forma escancarada as portas dos nossos corações e das nossas igrejas e disponibilizar um seio misericordioso onde todos se podem arrepender da decepção que os está a destruir.

Mas vós, amados, lembrai-vos das palavras que vos foram preditas pelos apóstolos do nosso Senhor Jesus Cristo, Os quais vos diziam que, nos últimos tempos, haveria escarnecedores que andariam segundo as suas ímpias concupiscências. Estes são os que causam divisões, sensuais, que não têm o Espírito.

Mas vós, amados, edificando-vos a vós mesmos, sobre a vossa santíssima fé, orando no Espírito Santo,

Conservai-vos a vós mesmos no amor de Deus, esperando a misericórdia do nosso Senhor Jesus Cristo para a vida eterna; E apiedai-vos de alguns, que estão duvidosos; E salvai alguns, arrebatando-os do fogo; tende deles misericórdia, com temor, aborrecendo até a roupa manchada da carne. (Judas 17-23)

- http://goo.gl/F7k2RO

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

O incesto como um "direito fundamental"

Por Justin Huggler

As leis Alemãs que proíbem o incesto entre irmão e irmã podem ser colocadas de lado depois dum comité de ética governamental ter dito que elas são uma "intrusão inaceitável" para dentro da auto-determinação sexual. Numa declaração, o Concílio de Ética Alemão afirmou:

A lei criminal não é o meio próprio para se preservar um tabu social. O direito fundamental dos irmãos adultos à auto-determinação sexual tem que pesar mais do que as ideias abstractas da protecção da família.

A sua intervenção segue-se a um caso notório onde um irmão e uma irmã viveram como parceiros na Saxónia, onde já tinham 4 filhos. O casal havia sido criado separadamente e só se haviam encontrado mais tarde quando o irmão, Patrick S, a conheceu sendo ele já adulto e a irmã, Susan K tendo apenas 16 anos. Patrick S foi condenado a mais de 3 anos de prisão por incesto e os esforços da dupla ver a sentença anulada por parte do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos têm falhado.

A família foi forçada a viver divida depois dos tribunais terem decidido que havia o dever de proteger as crianças das consequências da sua relação. Duas das crianças são deficientes e acredita-se que o incesto acarreta consigo um risco maior, o que pode resultar em crianças com anomalias genéticas. Mas o Concílio de Ética colocou de lado esse argumento com base na tese de que casais deficientes não se encontram proibidos de ter filhos.

O Concílio disse que a sua recomendação tem como base "pesquisas extensivas" onde foi apurado que várias duplas incestuosas são forçadas a viver em segredo. Num caso, foi apurado que uma mulher estava a ser vítima de chantagem por parte do pai e do ex-namorado, que lhe ameaçaram de cortar o seu acesso aos filhos a menos que ela colocasse um fim ao seu relacionamento com o seu meio-irmão.

No Reino Unido, bem como na maioria dos países Europeus, o incesto ainda é ilegal, embora a França tenha abolido as suas leis do incesto e na Alemanha exista um crescente debate em torno deste tabu. Segundo uma estimativa do Instituto Max Planck, cerca de 4% dos Alemães já tiveram "experiências incestuosas".

Mas uma porta-voz de Angela Merkel indicou que muito dificilmente o governo iria adoptar as recomendações do Concílio de Ética. Elizabeth Winkelmeier-Becker, porta-voz legal do grupo parlamentar do Partido dos Cristãos Democratas (partido de Angela Merkel) afirmou:

A abolição da ofensa do incesto entre irmãos iria enviar a mensagem errada. A eliminação da ameaça de castigo a actos incestuosos que ocorrem dentro das famílias mitigaria contra a protecção do desenvolvimento tranquilo das crianças

Fonte: http://bit.ly/1v856tX

sábado, 24 de maio de 2014

Uma carta reveladora

Um concílio local inglês foi forçado a pedir desculpas depois de ter emitido uma carta que incorrectamente exigia as igrejas que se licenciassem de modo a poderem executar "casamentos" homossexuais. O Essex County Council escreveu a todas as igrejas do condado, registadas como locais de casamento, dizendo-lhes que, de "modo imediato", elas "tinham" que ser licenciadas de modo a poderem "levar a cabo casamentos [sic] entre pessoas do mesmo sexo".

As palavras "imediato" e "mesmo [sexo]" estão a negrito e sublinhadas, sendo que esta última está em letras maiúsculas.

Simon Calvert (Christian Institute) disse que a carta do Concílio revela a necessidade das igrejas saberem mais dos seus direitos:

Não existem motivos legais para que as igrejas parem de levar a cabo casamentos da forma que sempre levaram a cabo. Elas são livres para o fazer.

O "The Christian Institute" produziu um novo guia legal que assegura as igrejas de que elas estão bem dentro da lei quando se recusam a levar a cabo cerimónias de homoerotismo dentro as suas instalações. Simon Calvert acrescenta:

O comportamento do "Essex County Council" só demonstra o porquê das igrejas precisarem de saber mais dos seus direitos legais visto que os burocratas que querem forçar o casamento [sic] homossexual irão tentar avançar para além do que é permitido pela lei. Queremos deixar bem claro que os Cristãos ainda têm o direito de expressar a sua crença de que o casamento é entre um homem e uma mulher. Os Cristãos têm todos os motivos do mundo de ficarem confiantes e corajosos quando apoiam a verdade em torno do casamento.

Colin Hart, Director de Campanha da "Coligação em Favor do Casamento" (Coalition for Marriage), que liderou a oposição à introdução do "casamento" homossexual, afirmou:

Isto é o tipo de coisas que nós temíamos que acontecesse. Se já está a acontecer em Essex, então há um perigo real de que este tipo de pressão seja aplicada um pouco por todo o país por parte de oficias não-eleitos.

Para além de afirmar que esta carta "levanta um pouco do véu em torno futuro Orweliano que esta lei mal-pensada levanta", e para além de ter apelado ao  Governo que disponibilizasse rapidamente aconselhamento às autoridades locais à luz desta nova lei, Colin Hart disse também que o Concílio de Essex deveria, urgentemente, levar a cabo uma investigação sobre o "porquê desta carta ameaçadora ter sido enviada às igrejas quando é suposto elas estarem isentas dos efeitos desta legislação."

Um porta-voz do "Essex County Council" afirmou::

A orientação do Essex County Council em torno do registo de instalações certificadas como Locais de Adoração Religiosa para os casamentos [sic] entre pessoas do mesmo sexo só se aplicam às instituições que querem levar a cabo tais cerimónias. Uma carta enviada às igrejas em Abril último pode ter criado impressão diferente e como tal, no espaço duma semana emitimos um esclarecimento explicando o procedimento correcto.

Fonte

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Não há forma de ter a certeza disto, mas é seguro afirmar que se as igrejas não tivessem reagido de forma assertiva, as "sugestões" da carta do Concílio de Essex tornar-se-iam vinculativas. A agenda esquerdista por vezes é tão óbvia que é difícil entender o porquê de ainda se chamar de "teoria da conspiração" algo que é público e bem óbvio.


quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Comité da Virgina vota contra proposta de lei que visava limitar a liberdade dos homossexuais

Depois da lei que visava ilegalizar essa práctica ter chumbado no sub-comité da Câmara na passada Quinta-Feira, os pais ficaram a saber que podem continuar a enviar as suas crianças para terapias de conversão homossexual, que buscam formas de alterar a preferência sexual da pessoa - de homossexual para heterossexual.

A proposta gerou testemunhos emocionais de apoiantes da lei, bem como opositores, antes da "House Health", e da "Welfare and Institutions Subcommittee" a terem chumbado.

Enquanto crescia, Gail Dickert, de 35 anos, disse que foi sujeita à terapia de conversão por parte de várias pessoas das mais variadas igrejas que a sua família frequentou em diferentes partes do país. Quando tinha 5 anos de idade, esses congregantes disseram-lhe que ela estava "perdida e confusa" porque tinha sentimentos fortes por uma colega de escola.

Eles disseram-lhe também que ela seria vítima de bullying por não "estar a bem com Deus", e que ela não poderia seguir a sua carreira na igreja se ela não mudasse. Ela demorou mais de 20 anos para recuperar das "cicatrizes emocionais" que ela diz terem sido infligidas pela terapia, cicatrizes que ela diz nenhuma criança deveria suportar.

No entanto, outros ex-homossexuais afirmam que a terapia funcionou para eles. Christopher Doyle, um homem de 32 anos e da Virginia do Norte, disse que batalhou com sentimentos homossexuais indesejados até que buscou ajuda quando tinha 20 e poucos anos.

Para ele, o abuso sexual bem como outras questões foram a causa da atracção por pessoas do mesmo sexo. Actualmente, ele está casado há 7 anos com a mesma mulher, plenamente feliz, para além de trabalhar como conselheiro clínico profissional licenciado ajudando aqueles que lutam contra os sentimentos homossexuais indesejados:

Hoje em dia, eu vivo um sonho, sem qualquer atracção por pessoas do mesmo sexo. Ninguém nasce homossexual.... Esta lei [que visava banir toda a ajuda prestada a quem livremente quisesse abandonar o homossexualismo] não está relacionada a ajuda dada às pessoas; na realidade, ela centra-se na imposição duma agenda política.

Pilotonline

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Ninguém obriga os homossexuais a buscarem ajuda para abandonar o seu vício sexual auto-destrutivo, mas o Estado e os governos não podem proibir quem queira ajudar as pessoas que LIVREMENTE buscam ajuda. Dizer que há casos onde essa ajuda não funciona, e que desde logo toda a terapia deve ser banida, é o mesmo que dizer que, como há pessoas que tentam deixar as drogas e não conseguem, ninguém deve buscar ajuda para abandonar esse vício.

domingo, 22 de dezembro de 2013

Tribunal Supremo Australiano defende casamento natural

O Tribunal Supremo Australiano anulou a legislação em torno do "casamento" homossexual que, por um breve período de tempo, permitiu que cerimónias homoeróticas ocorressem no "Australian Capital Territory" (ACT). Esta pequeno território aprovou a sua "Marriage Equality (Same Sex) Act 2013" em Outubro deste ano, mas os tribunais anularam a lei recentemente aprovada numa decisão unânime, determinando que ela é inconsistente com a lei federal. 

O "Australian Christian Lobby", pela voz do seu director Lyle Shelton, aprovou a decisão do Tribunal Supremo, acrescentando:

Esta decisão legal demonstra que não é faz parte da jurisdição dos estados legislarem em torno do casamento. É importante que as leis em torno do casamento continuem a ser geridas federalmente - foi por isso que o "Marriage Act" foi aprovado em 1961 para existir leis uniformes.

O Tribunal Supremo Australiano afirmou que "mantinha que o parlamento federal tem poder, segundo a Constituição Australiana, para legislar em torno do casamento [sic] entre pessoas do mesmo sexo." A decisão legal irá afectar 27 duplas que entretanto se "casaram" depois da lei ter sido aprovada em Novembro.

O director nacional da "Marriage Equality" Australiana, Rodney Croome, descreveu a decisão como uma "derrota temporária".

A lei federal "Marriage Act" foi revista em 2004 e ela especifica que o casamento é a união entre um homem e uma mulher.

Shelton acrescenta:

O debate em torno da modificação da definição de casamento recebeu tempo de suficiente durante os últimos três anos, com 9 tentativas parlamentares para a modificar. Tal como o debate republicano, o público e os parlamentares tiveram tempo suficiente para avaliar as alegações e agora é tempo de avançar.

Recentemente, a Croácia deu início à proibição do pseudo-casamento homoerótico depois dum referendo nacional ter determinado que 2/3 dos votantes apoia a definição de casamento como sendo a união entre um homem e uma mulher.

Fonte

domingo, 3 de novembro de 2013

Jeremy Irons e as consequências do homossexualismo

Jeremy Irons, actor Britânico vencedor de pelo menos um Óscar, provocou raiva geral  sugerir que as leis em torno do pseudo-casamento homoerótico podem levar a que um pai se "case" com o seu próprio filho como forma de evitar o imposto de herança. Para além disso, Irons expressou receios de que a batalha pelos direitos iguais possa vulgarizar a lei em torno do casamento.

O actor de 64 disse que "não tenho sentimentos fortes para qualquer um dos lados" no que toca ao "casamento" homossexual, mas sugeriu que ele pode ser manipulado de modo a que os pais passem os seus bens os filhos sem serem taxados. Ele disse "Pode um pai não casar com o seu filho?"

Quando ele foi lembrado de que existem leis que proíbem as relações sexuais entre membros familiares, ele respondeu "Não é incesto se for entre homens", acrescentando que "o incesto existe para nos proteger da endogamia, mas os homens não se reproduzem entre si."

Como é normal, a comunidade lgbt e os seus idiotas úteis evitaram de lidar com o argumento levantado por Irons, e em vez disso, trataram de o atacar pessoalmente nas redes sociais. Um utilizador do Twitter escreveu: "Odeio pessoas que declaram não ter sentimentos fortes em relação a algo, mas procedem vomitando sentimentos ofensivos e ignorantes. Outro utilizador disse que isto "era a evidência de que um sotaque Britãnico posh não era sinal de inteligência".

Um porta-voz do grupo homossexual Stonewall disse que, "Poucas pessoas irão concordar com as 'preocupações' bizarras em torno da igualdade no casamento." Levando em conta o seu papel como Papa Alexandre VI na série televisiva "Os Bórgias", o porta-voz disse ainda, "Infelizmente, os seus comentários parecem indicar que ele levou o seu papel de Papa na série Os Bórgias demasiado a sério."

Jeremy Irons disse ao Huffington Post que deseja "toda a sorte do mundo que quem vive com outra pessoa porque isso é fantástico. . . . Viver com outro animal, quer seja um marido ou um cão, é muito bom. É adorável ter alguém a quem amar e acho que o sexo não importa. O que se chama a isso não importa de todo".

Irons, que tem dois filhos e foi casado com a actriz Irlandesa Sinead Cusack durante 34 anos, deu também a sua opinião em torno do "casamento" homossexual versus a união civil:

Parece-me que estão a lutar pelo mesmo. O que me preocupa é que isso signifique que nós vulgarizemos ou alteremos o que o casamento realmente é. Eu só me preocupo com isso.

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Se as leis em torno do "casamento" homossexual não tivessem o objectivo de mudar radicalmente a ideia que temos do casamento, essas leis não teriam qualquer tipo de utilidade. O propósito primário do "casamento" homossexual é mesmo alterar para sempre a definição de casamento de modo a que isso afecte toda a sociedade (e não só os homossexuais).

sábado, 21 de setembro de 2013

Só 600 “casamentos” homossexuais em três meses na França desanima socialistas


Passados três meses da entrada em vigor da lei que legalizou o casamento [sic] homossexual, apenas 600 “casamentos” foram realizados em toda a França, segundo dados das 50 maiores cidades do país, informou a rádio pública France Inter.

Desde o primeiro “casamento” sodomita celebrado em Montpellier com grande espalhafato midiático, 596 uniões semelhantes aconteceram em todo o país.

O número corresponde a apenas 1% dos casamentos registrados no período, acrescentou a rádio.
O jornal Le Monde acha que os homossexuais franceses estão intimidados pelas gigantescas manifestações populares contra esse “casamento”.

Apenas 1% em três meses é pouco, reconheceu a rádio do governo que impôs esse alardeado “casamento”.

É largamente afirmado, até por ativistas da agenda homossexual, que os LGBT não desejam casar pois preferem a frenética rotatividade de parceiros em que consomem sua vida.

O próprio ministro socialista de Educação Vincent Pellion, no entanto, se encarregou de esclarecer o fundo do assunto.

Para ele, leis como as de “casamento” homossexual visam enxotar o catolicismo da moral pública e instalar em seu lugar uma religião laica e ateia, que realize assim plenamente o sonho da Revolução Francesa de 1789. VEJA AS PALAVRAS DO MINISTRO PELLION


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domingo, 1 de setembro de 2013

Lésbicas usam o sistema legal para atacar liberdade religiosa

Há sete anos atrás, a lésbica Vanessa Wilcock pediu à "Elane Photography" em Albuquerque, New Mexico, que fotografasse a cerimónia de compromisso entre ela e a sua parceira sexual lésbica. Elaine Huguenin declinou o pedido afirmando que ela só fotografava casamentos tradicionais e que não fotografava eventos homoeróticos.

A lésbica Wilcock, apesar de encontrar outra empresa mais barata para lhe fotografar a cerimónia, apresentou uma queixa junto da "New Mexico Civil Rights Commission", que determinou que Huguenin havia violado a lei estadual da anti-discriminação. Mais tarde, a decisão foi mantida por um tribunal de apelação.

Há poucos dias atrás, o "New Mexico Supreme Court" decidiu de modo unânime em favor da decisão do tribunal de apelação. Mas mais perturbador que a decisão do tribunal contra a liberdade religiosa de Huguenin é a linha de pensamento empregue para justificar a decisão. Todos os apelos feitos em favor da liberdade religiosa foram colocados de parte como se a frase "livre exercício" não aparecesse em parte alguma da Constituição Americana. Ao vindicar o direito duma minoria - as duplas homoeróticas -  o tribunal esvaziou os direitos de outros, nomeadamente, os direitos daqueles que aderem aos ensinamentos tradicionais em torno da sexualidade.

Segundo o tribunal, a recusa da Elane Photography "violava a lei, da mesma forma que violaria se eles se tivessem recusado a fotografar casamentos entre pessoas duma raça distinta." Portanto, e tal como afirmou Rod Dreher, o tribunal nem levou em conta o facto de "existir uma dimensão moral para o desejo e para a expressão sexual" que não existe quando se fala na raça ou na etnia.

Para além disso, o tribunal não se interessou em levar em conta a distinção (que a Elane Photography fez em todos os seus apelos) entre a objecção a uma acção e objecção a uma pessoa. O problema não era fotografar alguém viciado no homossexualismo, algo que Elane estava disposta a fazer, mas sim dar o seu apoio à união homoerótica fotografando uma cerimónia de compromisso com essa temática.

Mais perturbador ainda foi o parecer favorável do Juiz Richard Bosson quando ele afirmou que, segundo a lei do Novo México, a família Huguenin "é obrigada . . . a colocar de lado as crenças religiosas que servem de inspiração para as suas vidas." Ele afirmou ainda que esta obrigação irá deixar "marcas tangíveis nos Huguenins e nas outras pessoas com posições similares." No entanto, esta acomodação, segundo Bosson, "é o preço da cidadania." Embora os Huguenins sejam livres para acreditar no que eles bem entenderem. fora de casa eles são obrigados a "canalizar a sua conduta, não as suas crenças, de modo a deixar margem de espaço para os outros Americanos que acreditam em coisas distintas."

Bosson qualificou este ajuste como "parte da cola que nos mantém unidos como nação, a tolerância que lubrifica as partes distintas de todos nós, como pessoas."

Existem dois problemas enormes com esta forma de pensar. O primeiro é esta distinção artificial entre crença e conduta. É uma distinção que é especialmente irónica vinda de um tribunal que não pôde encarar a distinção entre levantar objecções a uma orientação sexual, e levantar objecções a actos sexuais específicos.

Se o que os homossexuais fazem é inseparável daquilo que eles são, então porque é que os Cristãos são obrigados a separar a crença das acções? Esta forma de pensar é claramente uma dualidade de critérios gritante.

Igualmente gritante é a suposição não verbalizada de que as únicas pessoas que têm que ajustar a sua forma de pensar são os Cristãos. Quando os Huguenin recusaram o pedido da lésbica Wilcock, ela, e como a sua contribuição para a "cola", poderia ter dito "Bem, encontrei outro fotógrafo," e ter deixado as coisas tal como elas estavam. Mas ela não fez isto, e ninguém lhe deu sermões sobre o "preço da cidadania."


quinta-feira, 15 de agosto de 2013

O lado sombrio do Batman

À medida que a cultura europeia vai decaindo, os super-heróis vão ficando cada vez menos apelativos.
Os sussurros em torno do justiceiro mascarado de Gotham City foram confirmados na edição com o nome de "Erotic Lives of the Superheroes", que caracteriza Batman e Robin como uma dupla homossexual cuja vida sexual se tornou inexistente.
Escrito pelo autor Italiano Marco Mancassola, a novela retrata fantasias em torno das obsessões eróticas do Superhomem, do Mister Fantastic e da Mystique à medida que as suas habilidades heróicas vão perdendo vigor à medida que vão envelhecendo. Aclamado aquando da sua publicação na Itália, o livro, que se centra num mistério em redor dum assassinato, chega ao Reino Unido esta semana.
Segundo Mancassola, o homossexualismo é apenas um dos aspectos secretos da vida erótica do Batman. Sem dúvida que muitas pessoas ficarão surpresas por saber que o Batman tinha uma "vida erótica secreta". Falando para o The Independent, Mancassola afirmou:

O Batman sempre teve um lado muito negro e como tal, o facto de, na minha versão, ele se envolver em formas estranhas de fetichismo e levar a cabo prácticas sexuais extremas não podem não pode ser coisas surpreedentes. (...) O narcissismo é o seu abismo interior.

Fonte

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Sinceramente, será que existe alguma área alguma da vida pública que os activistas homossexuais não pervertam em favor da sua agenda sexual e política? 
 
Aparentemente "ter um lado sombrio" equivale a "ser sodomita". Curioso que o "lado sombrio" destas e outras "figuras"  do conhecimento público não envolvam coisas como ir à igreja ou ser um ávido leitor da Bíblia. Os "lados sombrios" invariavelmente envolvem prácticas aprovadas pelo Marxismo Cultural e pela agenda homossexualista.

Igualmente impressionante é a forma como estas figuras icónicas vão sendo gradualmente modificadas para se ajustarem à agenda da esquerda militante (especialmente se com isso for possível levar a cabo uma indoutrinação mais eficaz aos jovens).

Talvez num futuro próximo, em nome da justiça social, o Batman se dedique a combater os intolerantes Cristãos homofóbicos que se recusam a aceitar que um homem a ter atracção sexual por outro homem é normal.



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sábado, 11 de maio de 2013

O verdadeiro propósito do movimento homossexual

Por Micah Clark

Mesmo sabendo que existem radicais em todos os movimento, isso não diminui o impacto da admissão da jornalista lésbica Masha Gessen. Num recente programa de rádio Gessen admitiu que os activistas homossexuais mentem quando falam da sua radical agenda politica. Ela afirma que os activistas homossexuais não querem ter acesso à instituição do casamento, mas sim redefini-la e eventualmente eliminá-la.

Isto foi o que ela disse recentemente numa entrevista de rádio:
É absurdamente natural que (os activistas homossexuais) tenham o direito de casar [sic], mas é também absurdamente óbvio que a instituição do casamento não deveria existir. . . Lutar em favor do casamento [sic] homossexual envolve mentir em relação aos planos que temos para o casamento, mal cheguemos lá - porque mentimos quando dizemos que a intituição do casamento não vai mudar, e isso é uma mentira.
A instituição do casamento vai mudar, e tem mesmo que mudar. E digo outra vez, eu acho que nem deveria existir. Para além disso, não gosto de tomar parte na criação de ficção com a minha vida uma vez que não foi com esse propósito que eu "saí do armário" há 30 anos atrás.
Tenho 3 filhos que têm 5 pais, mais ou menos, e não vejo o porquê de não poderem ter 5 pais legalmente. . . . Conheci a minha nova parceira, e ela tinha acabado de ter um bebé, e o pai biológico desse bebé é o meu irmão, e o pai biológico da minha filha é um homem que vive na Rússia, e o meu filho adoptivo considera-o como um pai.
Portanto, os 5 pais dividem-se em grupos de 3 . . . E, sinceramente, eu gostaria de viver debaixo dum sistema legal capaz de aceitar esta realidade, e isso não é compatível com a instituição do casamento.
(Fonte: http://www.abc.net.au/radionational/programs/lifematters/why-get-married/4058506)
Há já algum tempo que os defensores do casamento natural tentam ressalvar que o verdadeiro propósito da agenda homossexual não é a "igualdade no casamento", mas sim a total subversão do casamento e a remoção dos valores tradicionais da sociedade. (Invariavelmente, isto incluirá esforços para silenciar e punir as igrejas que abertamente se mantenham firmes nos sens ensibnos religiosos em torno do casamento e da moral sexual).

Embora poucos homossexualistas tenham sido tão vocais como esta activista lésbica, nós temos vários exemplos que confirmam o seu argumento: sempre que existe a oportunidade de casar [depois da definição de casamento ter sido pervertida de modo a englobar o homossexualismo], quando comparados com os heterossexuais, poucos homossexualistas se dão ao trabalho de "casar". Isto levanta questões em torno da verdadeira necessidade de se subverter o casamento de modo a que os seus benefícios sejam "justamente" extendidos para as duplas homossexuais.

Apenas 12% dos homossexuais holandeses se casam, comparados com 86% dos seus pares heterossexuais. Em 1998 na Califórnia, menos de 20% das duplas homossexuais a viver em regime de coabitação se "casou" quando teve essa possibilidade.  Em contraste, 91% das duplas heterossexuais da Califórnia a viver na mesma casa encontra-se casada.

Claramente, tudo gira em torno duma mudança cultural e da destruição da ética familiar tradicional uma vez que a maior parte dos homossexuais a viver em regime de coabitação não precisa e nem quer casar - embora os activistas tenham planos para alterar de modo radical a instituição do casamento.

Os gays e as lésbicas são livres para viver como eles bem entenderem - nós vivemos numa cultura que rotinamente os aplaude tal como nunca os aplaudiu no passado - mas eles não têm o direito de impor sobre a sociedade a visão e os planos que eles têm para o casamento.



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Como já dito no passado por várias pessoas, a utilidade do movimento homossexual vem com um prazo de validade. Como se pode ver pelas linhas de cima, o movimento homossexual mente quando diz que quer "igualdade no casamento" uma vez que, dada a escolha, os homossexuais universalmente rejeitam casar. Isto leva-nos a concluir que 1) o movimento homossexual não reflecte os verdadeiros propósitos dos homossexuais, mas sim 2) os propósitos duma elite política esquerdista que deseja ardentemente destruir o NOSSO casamento (mantendo o deles intacto).

Olhar para o "casamento homossexual" como uma arma de subversão social (e não como uma genuína aspiração da comunidade homossexual) faz-nos entender o porquê duma minoria ínfima como os homossexuais ter tanto poder político. Na verdade, não são eles que têm essse poder, mas sim a esquerda militante

Quando falamos do "movimento homossexual", portanto, estamos a falar de esquerdistas que usam o homossexualismo como arma contra o Cristianismo (inimigo número um do Marxismo Cultural), contra a tradição, contra a ética social conservadora, e tudo que joga contra a esquerda política. Isto é importante de se reter sempre que algum conservador se sentir constrangido em levantar argumentos contra o homossexualismo.

A verdade dos factos é que existem muitos homossexuais que se encontram do lado dos conservadores na luta pela preservação da instituição do casamento; portanto o homem ou a mulher que levanta críticas ao "movimento homossexual", pode muito bem ter ao seu lado outros gays a apoiar as suas palavras.

Como dito em cima, este "movimento homossexual", vem com um prazo de validade: isto significa que, como ele nada mais é que uma arma de ataque ao Cristianismo, se por acaso os esquerdistas forem bem sucedidos nas suas ofensivas e na sua neutralização das vozes Cristãs, o "movimento homossexual" perde toda a utilidade para a esquerda militante.

Isto leva-nos a concluir que os homossexuais que, directamente ou indirectamente, dão ao seu apoio ao "movimento homossexual", estão a preparar o caminho para uma futura ditadura da esquerda militante. Essa ditadura pode ter várias facetas, mas nenhuma delas será boa para a sociedade (e em especial para os próprios homossexuais).


sábado, 5 de janeiro de 2013

A contaminação do México

A lei que impedia homens que tivessem sexo com homens de doar sangue foi revogada e no Natal entrou em vigor a jeito de presente natalício. A alteração á lei não foi muito notada, aprovada em Agosto e publicada em diário no passado mês de Outubro, entrou em vigor no passado dia de 25 de Dezembro, dia de Natal, dando assim por terminada a proibição que até então existia.

A lei anterior proibia explicitamente os homens homossexuais e bissexuais de doarem sangue com base na “lógica” [sic]  que as práticas sexuais destes os tornava mais susceptíveis de contrair VIH/Sida e hepatites. Com a nova lei a discriminação existente com base na orientação sexual desapareceu passando a lei a barrar os dadores portadores de VIH e hepatites bem como os seus companheiros, isto independentemente da orientação sexual destes.

O Reino Unido e a China também alteraram a lei recentemente, levantando a proibição existente até então de gays de doarem sangue. Nos EUA a lei com 29 anos de idade que limita os dadores de sangue com base na orientação sexual também tem sido contestada nos últimos tempos.

Em Portugal essa proibição já foi levantada, e o IPS (Instituto Português do Sangue) diz ter alterado os questionários feitos aos dadores, contudo continuam a existir relatos de discriminação em algumas dependências hospitalares, que impedem a dádiva de sangue a algumas pessoas com base exclusivamente na sua orientação sexual.


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O texto original coloca "lógica" entre aspas como se a alegação de que os HSH (homens que têm sexo com homens) são mais susceptíveis de contrair o HIV fosse uma teoria da conspiração e não algo fundamentado em factos médicos.



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