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quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Homossexualismo e as drogas

O Departamento de Saúde Britânico afirma que existem evidências anedóticas provenientes das clínicas de Londres de que o uso de drogas recreativas, ou drogas de clubes por parte do homens homossexuais, pode estar ligado ao aumento das taxas de infecção com o HIV. Para além disso, o Departamento avisou que "as elevadas taxas de transmissão ainda persistem".

No princípio deste mês, o "National AIDS Trust" (NAT) avisou que, de modo crescente, os homens homossexuais têm usado novas substâncias, tais como a N-metilanfetamina (inglês: "crystal meth"), mefedrona, e o GHB/GBL [gama-butirolactona], ao mesmo tempo que partilham agulhas no contexto do comportamento sexual arriscado.

Num dos centros de tratamento para pessoas dependentes de substâncias, 85% dos homens homossexuais reportou usar uma ou mais destas 3 drogas mencionadas em  cima, comparados com os 3% em  2005.

Novas pesquisas publicadas hoje no "The Lancet" revelam que tem havido um crescimento acentuado no número de homens bissexuais e homossexuais que foram positivamente testados com o HIV.

Em Janeiro de 2013, pensava-se que 1,296 novas infecções de HIV haviam sido detectadas em Londres entre os homens que têm sexo com outros homens (MSM = "Men who have sex with men") durante o ano de 2011; mas dados mais recentes provenientes da Public Health England (PHE), reflectindo a mais recente informação submetida pelos serviços da saúde sexual, actualizaram este número de 2011 para 1,420 novas infecções.

Os dados mais recentes em relação ao ano de 2102 registaram 1,720 novas infecções, um aumento de 21% em relação aos número de 2011. No entanto, tomando como base a forma como os dados foram actualizados durante os anos passados, o número final de 2012 pode muito bem aumentar para 1,999 ou mais. O aumento dos testes de detecção do HIV podem explicar algum deste aumento, levando em conta que se realizaram 43,404 testes junto dos MSM durante o ano passado.

Valerie Delpech, responsável máxima pela monitorização do HIV no Public Health England, disse:

Os dados mais recentes demonstram que o aumento dos diagnósticos de ano para ano continuaram durante o ano de 2012, com um aumento vincado em Londres. AS boas notícias são que o aumento dos testes nos anos mais recentes podem explicar algum deste aumento das novas contaminações entre os homens homossexuais, no entanto a incidência do aumento observado revela que as elevada taxas de contaminação continuam.

Fonte

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Quem foram os gémeos Kray?


Os gémeos Kray twins, Ronnie e Reggie, foram gangsteres famosos que aterrorizaram o East End de Londres durante de 20 anos - nos anos 50 e 60 do século passado. Eles geriam uma organização que se dedicava à "protecção", e estavam envolvidos em comércio de drogas, chantagem e prostituição. Eles disparavam para matar, cortavam pescoços ou causavam danos físicos sérios em quem quer que se atrevesse a oferecer-lhes resistência.

As suas vítimas eram espancadas, as suas casas e lojas eram queimadas, e as suas famílias eram ameaçadas com morte ou violação se alguém se atrevesse a dirigir-se à polícia. Até ao fim, as testemunhas estavam demasiado assustadas para se disponibilizarem para falar; como consequência, era dado às testemunhas anonimidade e uma nova identidade em qualquer outra zona ou mesmo país até que eles fossem chamados para testemunhar contra "A Firma" (nome pelo qual eles eram conhecidos).

O líder do gangue, Ronnie Kray, era um homossexual incorrigível, e o seu irmão Reggie era bissexual. Ambos eram o pior tipo de intimidadores homossexuais e as suas carreiras foram exemplos claros de intimidação por parte de homossexuais. Uma das formas favoritas de Ronnie de castigar as vítimas era o de cortas as suas nádegas com uma lâmina de barbear (o que lhe dava um pervertido sentimento de gratificação).  

Um jornal reportou em 1964 que a Scotland Yard estava a investigar um possível relacionamento entre Ronnie Kray e um MP com o nome de Lord Boothby. A verdade dos factos é que Boothby e muitos outros iam ter com os Krays para que estes os fornecessem rapazes para fins homossexuais. Era normal Ronnie movimentar-se publicamente na companhia dum dos seus "rapazes de estimação".

No ano de 1966, no pub com o nome de Blind Beggar (Whitechapel), George Cornell chamou Ronnie de “fat poof”. O líder do gangue disparou sobre a sua cara. O lema de Ronnie era "Atirem sempre com o propósito de matar. Os mortos não causam distúrbios.”

Em 1969 os Krays foram declarados condenados de uma série de assassinatos brutais, e acabaram as suas vidas numa prisão de segurança máxima. Uma reportagem de 1977 revelou:

Ronald Kray continua a ser um homossexual activo e predador, não se importando muito com quem sabe disso.

Outra reportagem descreve a forma como Kray foi encontrado na cama com outro preso.

Não só eles eram homossexuais e bissexuais, como numa confissão bizarra feita antes de morrer, Ronnie afirmou que quando ambos eram adolescentes, os irmãos se haviam envolvido numa relação homossexual incestuosa.

sábado, 14 de abril de 2012

Londres: campanha cristã em favor do casamento censurada

Em resposta a uma campanha visível nos autocarros londrinos que defende o "casamento" gay, um grupo cristão determinou-se a levar a cabo uma campanha sua onde se lê o que já se sabe há muito tempo: é possível sair do homossexualismo.

"Não gay! Pós-gay, ex-gay e orgulhoso. Aceite isso!". Esta era a frase que o grupo cristão Core Issues Trust tencionava colar nos autocarros da capital britânica a partir da próxima semana - em resposta a uma campanha dos activistas homossexuais pertencentes ao grupo Stonewall, organização que usa do poder estatal para avançar com a sua agenda política e sexual.

Na campanha deste último grupo lê-se "Algumas pessoas são gay. Aceite isso!" Claro que nenhum grupo cristão do mundo defende que sodomitas não existem.

As autoridades responsáveis pelos transportes de Londres cederam perante os activistas sodomitas e confirmaram que a campanha do Core Issues Trust foi recusada depois de "terem recebido várias queixas".

O motivo da recusa da campanha cristã deve-se à crença não cientifica de que é impossível alguém deixar de ser homossexual, algo que contradiz os vários testemunhos pessoas de ex-homossexuais espalhados um pouco por todo o mundo. Mas quem disse que a ciência importa alguma coisa quando se tem uma agenda política esquerdista a cumprir?

Desde o dia 1 deste mês, mil autocarros londrinos circulam com a campanha que promove a ideia de que a noção de casamento pode incluir pessoas do mesmo sexo, algo que não faz sentido nenhum visto que casamento é sempre a união entre duas pessoas do sexo oposto.

Fonte

sábado, 4 de junho de 2011

Londres: 1 em cada 7 homossexuais está infectado com o HIV

Um em cada sete homens homossexuais da vida gay de Londres está infectado com o HIV. Os promotores da "saúde sexual" continuam a avançar com a mensagem do preservativo enquanto que as taxas de contaminação aumentam.

Já foi dito várias vezes no passado por pessoas conhecedoras do assunto que a promoção do uso do preservativo como forma de combater as DST não funciona. Só uma mudança de comportamentos pode reverter as incidências, mas como uma mudança de comportamento envolve coisas 'horríveis' como abstinência e fidelidade, o mundo ateu não está interessado nisso.

Além disso, não interessa aos líderes mundiais elevar o nível médico das sociedades uma vez que isso pode conduzir a um aumento populacional. O que os líderes mundiais querem, pressionados pelos grupos da extrema esquerda ambientalista e não só, é reduzir a população mundial a todo o custo, mesmo que isso envolva deixar de prestar ajuda médica a quem precise.

Quando nós olhamos para algumas medidas (falhadas) da elite mundial no que toca à sexualidade e no que toca aos seus desejos de "controle populacional", as coisas começam a fazer mais sentido. Percebe-se o porquê dos mesmos insistirem em coisas que manifestamente só nos causam problemas de saúde.


Segundo um grupo de saúde homossexual, as taxas de contaminação do vírus HIV entre os homens londrinos que tem relações sexuais com outros homens (HSH) aumentaram dramaticamente nos últimos 7 anos. O "The Terrence Higins Trust" (THT) anunciou números que mostram como 1 em cada 7 homossexuais em Londres está infectado com o HIV, quando no resto do país a incidência é de 1 em cada 20. O número aumentou de 299 novos casos no ano 2000 para 710 em 2007.

De acordo com a agência de consciencialização sobre a SIDA, a AVERT, nos finais de 2008 os HSH eram estimados como sendo 38% dos casos de HIV na Grã-Bretanha, isto apesar dos mesmos serem uma população bem pequena no que toca à população total. Claro que o mundo secular não se questiona sobre as razões que levam a que uma porção tão pequena da população total possa ter uma incidência tão elevada de DST. Para os esquerdistas, isto não é relevante. O que interessa é avançar com um estilo de "vida" que torna um homem mais propenso a tornar-se mais um ser humano criado à Imagem de Deus contaminado com uma doença tão letal.

Alan Wardle, líder do "Health Promotion" da THT disse que os homens da "cena gay" estão genuinamente chocados com estes números.

A verdade é que, depois de Brighton, Londres tem a mais alta prevalência de HIV no país.

Apesar do falhanço evidente das campanhas em torno do uso do preservativo como forma de controlar as taxas de HIV, tanto o THT como a "Health Protection Agency" (HPA) concluíram que o "sexo seguro" era a única solução. Alan Wardle disse que a THT vai lançar a campanha "Um em cada Sete" como forma de "lembrar" os homens da cena gay acerca do uso do preservativo.

Ou seja, apesar destes métodos não estarem a funcionar, as agências que (fingem que) lutam contra o avanço da SIDA vão continuar a insistir neles e com isso a contribuir para o avanço da SIDA entre os HSH.

Vejam a forma como a Ruth Smith (cientista sénior do Centro de Infecções da HPA) diz uma coisa que mostra como as pessoas podem ter as evidências bem à sua frente mas rejeitá-las por motivos puramente ideológicos:

Nós temos que reforçar continuamente a mensagem do sexo seguro: usar o preservativo com todos os novos parceiros sexuais (ou com os casuais) é a forma mais certa de assegurar que as pessoas não se tornem seriamente infectadas com uma DST como o HIV.
Em vez de se tentar mudar os comportamentos sexuais da comunidade gay (e terminar com o sexo casual ou a promiscuidade), os centros 'médicos' apenas e só lutam contra os sintomas, deixando a doença (promiscuidade) completamente intocável.

Só uma palavra para o sr Alan Wardle: o preservativo não é a única solução para combater a SIDA ao nível social. Aliás, como mostram as evidências, essa medida nem funciona. É, sim, a "única" que a vossa ideologia ateísta aceita. A realidade dos factos mostra que há medidas bem mais eficientes e bem menos dispendiosas.

Qual é a solução para as epidemia das DST? O Centro de Controle de Doenças delineou um modo simples e eficiente para travar o avanço destas doenças:

A maneira mais segura de se evitar a transmissão de doenças como a sífilis, é abster-se do contacto sexual ou estar num relacionamento a longo prazo mutuamente monogâmico com um parceiro que já foi testado e de quem se sabe estar limpo de doenças.
...........
Abster-se de contacto sexual (abstinência) ou estar num relacionamento mutuamente monogâmico a longo prazo (ex: casamento). Isto parece algo tirado de um Certo Livro Antigo escrito há séculos atrás por "pastores ignorantes".

Conclusão:

A "receita" médica para combater a epidemia de DST é exactamente aquilo que a Bíblia nos diz sobre uma conduta sexual saudável.

Deve ser uma "coincidência" que a Medicina e a Bíblia estejam de acordo.

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