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domingo, 23 de novembro de 2014

Empresa Cristã forçada a imprimir t-shirts para evento homoerótico

Na Quarta-Feira a Christian News reportou que um examinador da Comissão dos Direitos Humanos de Kentucky havia ordenado uma serigrafia Cristã a imprimir t-shirts pró-homossexualismo e a se submeter a um "treino de diversidade" devido ao facto de, há dois anos atrás, ela se ter recusado a fazer t-shirts para uma celebração de "orgulho gay".

No ano de 2012, a "Gay and Lesbian Services Organization of Lexington" (GLSO) apresentou uma queixa junto da Lexington-Fayette Urban County Human Rights Comission (HRC) depois do gerente da Hands On Originals, Blaine Adamson, se ter recusado a imprimir t-shirts para o Festival de Orgulho Gay de Lexington devido às suas convicções religiosas. Na Terça-Feira, o examinador do HRC determinou que a recusa de Blaine Adamson de violar as suas convicções religiosas violavam o Lexington Fairness Ordinance, determinando que Adamson havia "discrimanado contra a GLO devido à orientação [sic] actual ou imputada dos seus membros".

Quando a queixa legal foi inicialmente feita, Adamson citou as suas convicções Bíblicas que afirmam que o homem não pode tomar parte nos pecados de outro homem (1 Timóteo 5:22, Efésios 5:7), e rejeitou a noção de que ele havia discriminado contra alguém:
Não se dá o caso de eu ter uma sinal à porta onde se lê "Não é permitida a entrada a homossexuais" Nós trabalhamos com qualquer pessoa, mas se existe uma mensagem específica que entra em rota de colisão com as minhas convicções religiosas, então eu não a posso promover.
Aaron Baker, representante da GLSO, reconheceu que a decisão legal significava de modo eficaz que empresas com donos homossexuais teriam que imprimir t-shirts para organizações como a Westboro Baptist Church, conhecida pelas suas mensagens anti-homossexualismo, consequência que Baker aceitou [ed: porque sabe que dificilmente isso irá acontecer]:
Acredito que qualquer empresa de impressão cujos donos sejam homossexuais teria que imprimir t-shirts para a Westboro Baptist Church, e se os membros da mesma dissessem algo do tipo, "Vejam uma coisa: nós somos uma igreja e estamos a promover os valores da nossa igreja ao imprimir os nossos nomes na t-shirt", não vejo de que forma é que isso poderia ser negado.
A Alliance Defending Freedom (ADF), o grupo legal Cristão que está  a prestar assistência à empresa Hands On Originals, discorda de modo firme com as conclusões de Bajer, e Jim Campbell  - assessor jurídico sénior - escreveu que os cidadãos não deveriam ser forçados a promover algo com a qual não concordam:
Ninguém deveria ser forçado pelo governo - ou por qualquer outro cidadão - a endossar ou promover ideias com as quais eles não concordam. Blaine recusou-se a imprimir as t-shirts não devido a uma característica das pessoas que fizerem esse pedido, mas sim devido à mensagem que tais t-shirts iriam comunicar.
Na sua decisão, Munson determinou que a Hands On Originals tem que aceitar pedidos para imprimir t-shirts ou outros produtos que tenham uma mensagem que promove o homossexualismo; para além disso, ele determinou que a empresa deve tomar parte dum "treino de diversidade".
O respondente [réu] está permanentemente proibido de discriminar contra indivíduos devido à sua orientação sexual [sic] actual ou imputada, ou devido à sua identidade de género. O respondente está ordenado a participar em treino de diversidade, levado a cabo pela Lexington-Fayette Urban County Human Rights Commission, no espaço de 12 meses após a emissão desta ordem.


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A prova de que a recusa de Blaine não está relacionada com as pessoas que fizeram a encomenda mas sim com a mensagem da mesma, é que se um grupo de homens  heterossexuais fizesse o mesmo pedido, o mesmo seria igualmente recusado. Os Cristãos não podem ser obrigados por lei a promover pontos de vista com o qual não concordam. Se os activistas homossexuais e os seus aliados dentro do governo e do sistema legal acham que sim, então eles consideram os Cristãos como pessoas merecedoras de menos direitos que o resto da sociedade - posição claramente discriminatória e ilegal.

Qualquer pessoa vê que o sistema legal está a ser usado para atacar o Cristianismo - e não para defender os homossexuais - e qualquer pessoa tem que levar em conta que este tipo de coisas irá acontecer em todos os lugares onde a agenda homoerótica for ganhando uma maior aceitação pública...

sábado, 18 de agosto de 2012

Rússia sem "orgulho" durante os próximos 100 anos.

O Tribunal Supremo de Moscovo não volta atrás. A celebração do orgulho gay na capital russa está proibido nos próximos 100 anos, repetiu o tribunal municipal nesta sexta-feira, após o recurso interposto pelo defensor dos direitos dos homossexuais, Nikolai Alexeyev.

Apesar de “ilegal e injusta”, a decisão “não é uma surpresa, os tribunais russos raramente falam dos direito dos gays e lésbicas”, reagiu Alexeyev numa entrevista ao El País, garantindo que vai recorrer da decisão.

O activista tinha solicitado autorização para a realização de 102 manifestações para celebrar o orgulho gay, até 2112. O tribunal respondeu proibindo-as pelos mesmos 100 anos.

Entre 2006 e 2008, as petições do jornalista e advogado já tinham chegado à justiça europeia, depois de a Câmara de Moscovo ter proibido as manifestações, alegando perigo de desordem pública. Em Estrasburgo, Nikolai Alexeyev falou de uma violação ao direito da liberdade de reunião, consagrado no artigo 11 da Convenção Europeia dos Direitos do Homem.

A história terminou com as autoridades russas a indemnizar o activista com 12 mil euros (mais 17.510 de despesas). Mas agora o objectivo é outro, garante Nikolai Alexeyev: “Queremos que se garanta que podemos celebrar o orgulho gay no futuro.

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sexta-feira, 8 de junho de 2012

Russos livres de gayzismo durante os próximos 100 anos?

A Justiça russa proibiu ontem as marchas de "orgulho gay" durante os próximos 100 anos, decisão de que o lóbi homossexual já disse que vai recorrer para o Tribunal dos Direitos Humanos em Estrasburgo.

"Em Estrasburgo declaram ilegais essas decisões. O tempo passa e continuaremos a pedir autorização para novas acções, mesmo que sejam rejeitadas", afirmou Nikolái Alexéyev, líder dos homossexuais russos, citado por agências locais.

O tribunal municipal de Moscovo rejeitou o recurso interposto pelo activista confirmando a legalidade de uma disposição anterior da autarquia em que se proibiam as paradas até 2112.

Dezenas de activistas homossexuais foram detidos no final de Maio quando tentavam levar a cabo uma marcha de "orgulho gay".

Várias cidades russas aprovaram este ano leis contra a propaganda homossexual, decisão que esta "minoria" tem tentado provar que é uma violação da "liberdade de expressão".

Fonte

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