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sexta-feira, 8 de junho de 2012

Russos livres de gayzismo durante os próximos 100 anos?

A Justiça russa proibiu ontem as marchas de "orgulho gay" durante os próximos 100 anos, decisão de que o lóbi homossexual já disse que vai recorrer para o Tribunal dos Direitos Humanos em Estrasburgo.

"Em Estrasburgo declaram ilegais essas decisões. O tempo passa e continuaremos a pedir autorização para novas acções, mesmo que sejam rejeitadas", afirmou Nikolái Alexéyev, líder dos homossexuais russos, citado por agências locais.

O tribunal municipal de Moscovo rejeitou o recurso interposto pelo activista confirmando a legalidade de uma disposição anterior da autarquia em que se proibiam as paradas até 2112.

Dezenas de activistas homossexuais foram detidos no final de Maio quando tentavam levar a cabo uma marcha de "orgulho gay".

Várias cidades russas aprovaram este ano leis contra a propaganda homossexual, decisão que esta "minoria" tem tentado provar que é uma violação da "liberdade de expressão".

Fonte

domingo, 22 de abril de 2012

86% dos russos apoia leis que protegem o público (especialmente as crianças) da propaganda homossexual


Uma proposta que visa ilegalizar a propaganda homossexualista, especialmente aquela dirigida às crianças, deparou-se com um apoio sobrepujante por parte do público russo. Uma sondagem levada a cabo pela agência estatal VTsIOM demonstrou que 86% dos 1,600 inquiridos apoia a proibição da promoção dos relacionamentos homossexuais.

Recentemente, o delegado da Federação Russa para a cimeira G8 recusou-se a defender uma declaração comum dos ministros presentes que incluía o grupo "lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros" na afirmação dos direitos humanos. Uma nota de rodapé dizia:

A Federação Russa desassocia-se da linguagem aqui fornecida dada a ausência de qualquer definição explícita ou provisão relacionada com tal grupo ou tais pessoas como possuidores de direitos distintos segundo as leis internacionais em torno dos direitos humanos.
Sergei Ryabkov, vice-ministro das Relações Exteriores russas, afirmou que "sob o pretexto de proteger as chamadas "minorias sexuais" existe, de facto, uma propaganda agressiva e uma imposição de certos comportamentos e valores que podem ser um insulto para a maioria da sociedade."

No entanto, 85% dos inquiridos de Moscovo e São Petersburgo, e 96% das zonas rurais - 94% no total - afirmou que nunca havia visto qualquer tipo de "propaganda gay". A pesquisa verificou que a forma principal que serve de fonte ao material de propaganda é a televisão, que representa 57% das instâncias. 80% dos sondados referiu-se ao ubíquo "culto da homossexualidade" nos média.

Em Março último, o governo da cidade de São Petersburgo gerou ultraje quando aprovou uma lei que bania a promoção das relações homossexuais e da pedofilia junto dos menores. Activistas nacionais e internacionais apelaram ao boicote de São Petersburgo (ponto popular de turismo) como destino de viagem.

Uma lei similar foi entretanto introduzida no parlamento federal e a agência noticiosa RIA afirmou que oficiais da cidade de Moscovo afirmaram esta semana que a capital está também a considerar banir a promoção da sodomia.

O repórter do Washington Post Michael Birnbaum afirma que, durante as recentes eleições nacionais, um sentimento anti-ocidente, incluindo fortes críticas à cultura homossexual e a sua aceitação geral, fizeram presença regular na retórica eleitoral.

São Petersburgo impõe multas equivalentes a $17,000 por disseminar "propaganda da sodomia, lesbianismo, bissexualismo ou transgenarismo entre menores." Isto inclui "informação que forma concepções erradas de equivalência social das relações matrimoniais tradicionais e não-tradicionais."

Estas leis estão destinadas a ter aceitação popular num país onde uma sondagem de 2010 verificou que 74% dos russos afirma que os homossexuais são "moralmente dissolutos ou deficientes" e acredita que a homossexualismo é "um desvio mental amoral."

* * * * * * *

A rejeição popular do gayzismo por parte dos russos demonstra de certa forma o porquê do lobby gayzista evitar consultas e referendos populares a medidas que eles tentam impôr à sociedade. A gaystapo está bem ciente que o seu comportamento sexual é repulsivo para a maioria da população, e como tal, eles circum-navegam à volta do que a população quer para si e para os seus filhos, e fazem lobby político junto da elite - elite esta que está sempre desejosa de alargar o seu poder sobre as massas.

É esta união entre a elite ocidental e os activistas homossexuais - e não a maior aceitação da sodomia por parte da população ocidental - que explica o avanço do gayzismo no mundo ocidental.

Um exemplo ilustrativo deste ponto é a resistência que o lobby gayzista inglês (unidos ao "conservador" Cameron) está a ter em artificialmente colocar a sodomia e o lesbianismo como prácticas sexuais idênticas à heterossexualidade; o chamado "casamento" homossexual está a ser rejeitado pela maioria da população inglesa - isto num país onde as leis punem um casal cristão, que por ser cristão, não pode adoptar uma criança, mas onde as duplas homossexuais já podem.

Outra coisa que convém ressalvar é que se a elite russa visse utilidade do gayzismo, eles fariam o mesmo que os políticos ocidentais; no entanto, como eles (os políticos) já controlam o povo com uma semi-ditadura, o gayzismo é-lhes totalmente desnecessário.

O mesmo vai acontecer no ocidente: enquanto não estivermos a viver sob um tipo de "política" análoga à russa (ou norte-coreana), os políticos darão todo o seu apoio ao gayzismo e às leis da "igualdade" ou "identidade sexual". Quando os políticos tiverem por fim um controle ditatorial sobre a população, os planos dos activistas homossexuais serão colocados em segundo plano - ou mesmo censurados como o são na Rússia.

Resumindo:

O gayzismo nada mais é que manobra política esquerdista e não algo que tenha a ver com genuína preocupação com a comunidade LGBT. Isto é feito notório pelo facto dos grandes gayzistas ocidentais estarem totalmente silenciosos perante a genuína homofobia que existe nos países islâmicos - onde os homossexuais são publicamente enforcados por serem homossexuais.

terça-feira, 13 de março de 2012

Igreja Ortodoxa russa pede proibição de propaganda homossexual


A Igreja Ortodoxa Russa (IOR) pediu nesta segunda-feira a ampliação para todo o país da lei que proíbe a propaganda homossexual entre os menores de idade e que foi já aprovada em São Petersburgo, segunda maior cidade russa.

"A obstinação das minorias sexuais e seus planos para manifestar-se de novo na frente de centros infantis demonstra como foi oportuna a aprovação da lei regional", disse Dmitry Pershin, chefe do comité de juventude da IOR, citado pela agência oficial RIA Novosti.

Pershin, que também é membro da comissão parlamentar para a família e os assuntos infantis, afirmou que "a lei deve receber um status federal o mais rápido possível, um trabalho que compete aos deputados" da Duma (Câmara Baixa do Parlamento).

O representante da IOR foi um dos analistas que participou da redação da lei aprovada na semana passada pelo governador da região de Leningrado, onde passou a ser proibida por lei a propagação de informação sobre a homossexualidade, bissexualidade, transsexualidade e a pedofilia. A lei prevê uma pena com multas administrativas que variam entre US$ 170 e US$ 17 mil.

As organizações homossexuais criticaram a lei por considerá-la uma violação da liberdade de expressão e que servirá de pretexto para continuar proibindo as manifestações de orgulho gay.

Leis similares foram aprovadas nos últimos meses nas regiões de Astrajan, Kostroma e Ryazan. A última tentativa de realizar uma passeata de orgulho gay em maio de 2011 na capital russa terminou em confrontos violentos entre activistas homossexuais e ultranacionalistas, além da detenção de dezenas de pessoas.

O Tribunal Europeu de Direitos Humanos ditou uma sentença que considera que a proibição de manifestações de orgulho gay em Moscovo em 2006, 2007 e 2008 "contradiz a Convenção Europeia de Defesa dos Direitos Humanos e das Liberdades Fundamentais".

Até 27 de maio de 1993 não havia sido abolido o artigo 121 do código penal da Rússia, que sancionava com penas de prisão as práticas homossexuais. Nesse mesmo ano também se deixou de considerar as relações entre pessoas do mesmo sexo como uma doença mental.

Fonte

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

São Petersburgo aprova lei que multa promoção do homossexualismo


O corpo legislativo da cidade de São Petersburgo (Rússia) aprovou uma lei que impõe multas até aos 16,700 dólares para quem promover o homossexualismo.

Em Novembro último os legisladores da cidade adiaram o debate em torno da lei devido a "definições legais" e devido a questões relativas ao valor das multas.

Segundo o site noticioso lenta.ru, vários activistas homossexuais forma detidos quando tentavam levar a cabo um protesto nas imediações do edifício parlamentar.

Em termos gerais, esta lei proíbe qualquer tipo de evento "orgulho gay". Paralelamente, a lei permite às autoridades que imponham multas até aos 500,000 rublos ($16,700) a "manifestações públicas de homossexualidade (sodomia e lesbianismo), bissexualismo e identidade de género" bem como a pedofilia entre menores.

As multas são 10 vezes mais elevadas do que os valores inicialmente conversados quando a lei foi trazida à legislatura da cidade (Novembro passado).

As autoridades insistem que a proibição é necessária como forma de salvaguardar "a moral e o desenvolvimento dos menores" mas os grupos homossexuais "avisaram" que este tipo de medidas é uma forma de legitimar o "fascismo".

Infelizmente, estes grupos não explicam como é que impedir as crianças de ver isto [ATENÇÃO: Muito gráfico] é de alguma forma "fascismo".

O grupo LGBT local "Coming Out" disse que a lei é "homofóbica" e que a mesma era uma manobra de diversão que tencionava desviar a atenção dos russos dos "reais problemas políticos e sociais".

O homossexualismo, que era ilegal durante o tempo da União Soviética, foi descriminalizado em 1993 por Boris Yeltsin mas o sentimento "anti-gay" (= aversão ao comportamento homossexual) está bastante propagado.

Fonte

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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Rússia considera homossexualidade perversão e proíbe sua divulgação

Homoerotismo é considerado perversão por governo russo.

Em várias ocasiões, o parlamento russo proibiu passeatas gays no país. Uma longa disputa política envolvendo associações diversas evitaram qualquer manifestação pública de minorias sexuais.

O Primeiro-ministro Vladimir Putin proibiu todo tipo de propaganda homossexual nas grandes cidades da Rússia. As primeiras devem ser São Petersburgo e a capital, Moscovo, onde gays, lésbicas, bissexuais e transgéneros foram impedidos legalmente de demonstrar e transmitir suas mensagens, pois são considerados “uma perversão”.

Algum tempo atrás, o agora ex-prefeito de Moscovo considerou esse tipo de manifestações “satânicas”. Isso causou controvérsia em todo o país, mas teve o apoio da Igreja Ortodoxa Russa.

A Assembleia Legislativa de São Petersburgo anunciou que iria discutir a proposta do partido de Vladimir Putin de proibir a proibição da “propaganda de sodomia, lesbianismo, bissexualidade, transgénero e pedofilia” que poderiam influenciar menores de idade.

O projecto do Rússia Unida, principal partido político no país, busca atrair eleitores mais conservadores nas eleições de Dezembro e proibir a difusão de qualquer informação que defenda a prática homossexual.

As autoridades da região de São Petersburgo devem adoptar em breve um projecto de lei que visa impedir a visibilidade e a obtenção de direitos das chamadas minorias sexuais. O projecto foi aprovado na primeira votação, mas foi pedido que se interrompa o processo para reformar algumas sanções individuais e colectivas.

O All Out, um movimento internacional dedicado à luta pelos direitos das pessoas LGBT, está colectando assinaturas para que pessoas de todo o mundo exijam que a comunidade internacional pressione a Rússia a parar de fazer manobras políticas contra os homossexuais.

Fonte

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Boa sorte com essa "ajuda" da "comunidade internacional" em "pressionar" a Rússia.

domingo, 27 de novembro de 2011

Esquerdistas americanos atacam russos por estes proibirem promoção da sodomia entre os jovens de São Petersburgo

Na passada 4-Feira a administração do marxista Obama denunciou uma lei russa que impõe multas a quem promover a propaganda homossexual entre menores na cidade de São Petersburgo. A administração esquerdista defende que "os direitos gay são direitos humanos os direitos humanos são direitos gay".

Nenhum membro da administração esquerdista americana foi no entanto capaz de identificar um único documento em torno dos direitos humanos que envolva preferências sexuais (um comportamento humano e não um "direito" humano).

Apelamos aos oficiais russos que garantam estas liberdades e promovam um ambiente que promova o respeito pelos direitos de todos os cidadãos.
Nenhum direito é violado quando se impede a promoção da sodomia entre jovens e crianças. Dado que a sodomia é um comportamento quase tão (ou mais) auto-destrutivo que fumar, é perfeitamente normal que uma cidade responsável não queira que os seus jovens sejam mal influenciados e caiam nesse vício terrível.

A declaração americana afirma que eles (os esquerdistas que actualmente controlam o governo americano) estão "profundamente preocupados" pela lei proposta pela facção "United Russia" (Rússia Unida). O texto contido foi aprovada na primeira leitura realizada na semana passada no parlamento da cidade e precisa de ser aprovada em mais duas leituras antes de se tornar em lei.

Segundo esta lei, qualquer pessoa que comete "actos públicos" em promoção da homossexualidade, bissexualidade ou identidade transgénera entre menores, poderá pagar até 3,000 rublos (cerca de 71,77 euros). Ao mesmo tempo, qualquer organização que o faça pode pagar entre 10,000 a 50,000 rublos.

A lei não define o que é um "acto público" e isto leva a que os activistas homossexuais afirmem que isto pode ser usado para impedir os eventos de "orgulho" sodomita, que são (felizmente) regularmente banidos na Rússia.

Ao mesmo tempo, a lei impõe as mesmas multas a quem promova a pedofilia, tacitamente equivalendo a pedofilia com a homossexualidade. Esta última foi descriminalizada em 1993 durante a presidência de Boris Yeltsin.

De facto, é "estranho" que as pessoas frequentemente associem a pedofilia à homossexualidade. O facto dos homossexuais estarem desproporcionalmente representados nos casos de abuso de menores certamente que nada teve a ver.

Os esquerdistas americanos dizem ainda que:

Os [esquerdistas dos] EUA colocam grande importância no combate à descriminação contra os membros da comunidade LGBT e todos os grupos minoritários.
Excepto se esses grupos forem Cristãos, ou se o país que criminalize a sodomia seja um país islâmico. Nestes casos, os marxistas culturais não vêem "grande importância no comabte à descriminação".

Curioso também que a Hillary Clinton fale com tanta arrogância em defesa de tais "direitos humanos" quando está no ocidente, mas se esqueça dos mesmos quando está de visita a países não-Cristãos. Mas quem disse que os esquerdistas têm alguma aliança com a lógica e a coerência?

Escusado será dizer que os russos não ligam nenhuma ao que Obama diz. Aliás, pelo que se soube em tempos recentes, Obama não é muito popular na Rússia.

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