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sábado, 31 de outubro de 2015

Crianças Suecas forçadas a tomar parte num evento de "Orgulho Gay"

Cerca de 120 crianças foram forçadas a assistir a uma parada homossexual organizada pelo lobby HBT Sueco na cidade de Gotemburgo. A parada levada a cabo pela creche foi organizada pela segunda vez em dois anos como parte do evento sexual com o nome de West Pride - evento onde adultos pertencentes a vários tipos de minorias sexuais desfilam, normalmente semi-nus, pelas estradas de Gotemburgo.

Foi dito às crianças que repetissem o slogan “who are you allowed to love – whoever you want”. Quando foi perguntado à professora Sara Ghazi o porquê de crianças da creche terem tomado parte do evento, ela disse:

Todos os dias falamos da igualdade humana, e que não interessa a sexualidade ou a cor da pessoa.

Este evento nada mais é do que lavagem cerebral a crianças inocentes, e o facto do estado Sueco permitir a manipulação das crianças por parte degenerados nada mais é que o estado a permitir o abuso de menores.

Crianças quem nem são suficientemente maduras para saber ler e nem escrever são forçadas e pensar que o desvio da normalidade é aceitável a todo o custo. Isto é a destruição duma geração levada a cabo pela sociedade Sueca.

Infelizmente, isto não é uma questão de "Se" mas de "Quando" é que estas práctics nojentas serão propagadas para o resto da Europa. Cabe-nos a nós lutar para que as crianças tenham uma infância que não esteja preenchida por pervertidos e degenerados visto que mais ninguém parece interessado em salvar a sua inocência.

Nós pura e simplesmente não podemos assistir impávidos e deixar que isto aconteça. Temos que fazer tudo o que está ao nosso alcance e levar a cabo manifestações nas ruas, unindo forças organizações locais que estão dispostas a fazer com que as suas vozes sejam ouvidas.

O tempo de ter medo de perder o emprego ou perder uma amizade acabou. Chegou a altura de cada um de nós tomar uma posição e fazer algo. Quando a inocência das crianças está a ser alvo de ataque, isso é um ataque frontal ao futuro dos nossos países.

Estas crianças irão crescer e passarão a ser adultas, e algumas podem até vir a ter poder político. Imaginem o que um líder que tenha sido alvo duma lavagem cerebral fará no futuro, e vejam como é urgente impedir que este tipo de coisas continue.
-  http://goo.gl/QB3TY8

domingo, 23 de novembro de 2014

Empresa Cristã forçada a imprimir t-shirts para evento homoerótico

Na Quarta-Feira a Christian News reportou que um examinador da Comissão dos Direitos Humanos de Kentucky havia ordenado uma serigrafia Cristã a imprimir t-shirts pró-homossexualismo e a se submeter a um "treino de diversidade" devido ao facto de, há dois anos atrás, ela se ter recusado a fazer t-shirts para uma celebração de "orgulho gay".

No ano de 2012, a "Gay and Lesbian Services Organization of Lexington" (GLSO) apresentou uma queixa junto da Lexington-Fayette Urban County Human Rights Comission (HRC) depois do gerente da Hands On Originals, Blaine Adamson, se ter recusado a imprimir t-shirts para o Festival de Orgulho Gay de Lexington devido às suas convicções religiosas. Na Terça-Feira, o examinador do HRC determinou que a recusa de Blaine Adamson de violar as suas convicções religiosas violavam o Lexington Fairness Ordinance, determinando que Adamson havia "discrimanado contra a GLO devido à orientação [sic] actual ou imputada dos seus membros".

Quando a queixa legal foi inicialmente feita, Adamson citou as suas convicções Bíblicas que afirmam que o homem não pode tomar parte nos pecados de outro homem (1 Timóteo 5:22, Efésios 5:7), e rejeitou a noção de que ele havia discriminado contra alguém:
Não se dá o caso de eu ter uma sinal à porta onde se lê "Não é permitida a entrada a homossexuais" Nós trabalhamos com qualquer pessoa, mas se existe uma mensagem específica que entra em rota de colisão com as minhas convicções religiosas, então eu não a posso promover.
Aaron Baker, representante da GLSO, reconheceu que a decisão legal significava de modo eficaz que empresas com donos homossexuais teriam que imprimir t-shirts para organizações como a Westboro Baptist Church, conhecida pelas suas mensagens anti-homossexualismo, consequência que Baker aceitou [ed: porque sabe que dificilmente isso irá acontecer]:
Acredito que qualquer empresa de impressão cujos donos sejam homossexuais teria que imprimir t-shirts para a Westboro Baptist Church, e se os membros da mesma dissessem algo do tipo, "Vejam uma coisa: nós somos uma igreja e estamos a promover os valores da nossa igreja ao imprimir os nossos nomes na t-shirt", não vejo de que forma é que isso poderia ser negado.
A Alliance Defending Freedom (ADF), o grupo legal Cristão que está  a prestar assistência à empresa Hands On Originals, discorda de modo firme com as conclusões de Bajer, e Jim Campbell  - assessor jurídico sénior - escreveu que os cidadãos não deveriam ser forçados a promover algo com a qual não concordam:
Ninguém deveria ser forçado pelo governo - ou por qualquer outro cidadão - a endossar ou promover ideias com as quais eles não concordam. Blaine recusou-se a imprimir as t-shirts não devido a uma característica das pessoas que fizerem esse pedido, mas sim devido à mensagem que tais t-shirts iriam comunicar.
Na sua decisão, Munson determinou que a Hands On Originals tem que aceitar pedidos para imprimir t-shirts ou outros produtos que tenham uma mensagem que promove o homossexualismo; para além disso, ele determinou que a empresa deve tomar parte dum "treino de diversidade".
O respondente [réu] está permanentemente proibido de discriminar contra indivíduos devido à sua orientação sexual [sic] actual ou imputada, ou devido à sua identidade de género. O respondente está ordenado a participar em treino de diversidade, levado a cabo pela Lexington-Fayette Urban County Human Rights Commission, no espaço de 12 meses após a emissão desta ordem.


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A prova de que a recusa de Blaine não está relacionada com as pessoas que fizeram a encomenda mas sim com a mensagem da mesma, é que se um grupo de homens  heterossexuais fizesse o mesmo pedido, o mesmo seria igualmente recusado. Os Cristãos não podem ser obrigados por lei a promover pontos de vista com o qual não concordam. Se os activistas homossexuais e os seus aliados dentro do governo e do sistema legal acham que sim, então eles consideram os Cristãos como pessoas merecedoras de menos direitos que o resto da sociedade - posição claramente discriminatória e ilegal.

Qualquer pessoa vê que o sistema legal está a ser usado para atacar o Cristianismo - e não para defender os homossexuais - e qualquer pessoa tem que levar em conta que este tipo de coisas irá acontecer em todos os lugares onde a agenda homoerótica for ganhando uma maior aceitação pública...

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Activistas homossexuais agridem Cristão durante uma marcha homoerótica

Um pregador de rua foi repetidamente esmurrado na cabeça e pontapeado no corpo por dois homens durante a "Seattle’s Pridefest" neste Domingo que passou - e todo o confronto foi gravado.

No vídeo perturbador que se encontra no youtube e reportado pela "Seattle’s KOMO news", dois pregadores de rua Cristãos podem ser vistos sobre a relva. Um dos pregadores tem um placard onde se lê "Jesus Salva e Cura" e "Arrependam-se", enquanto o outro tem na sua mão uma Bíblia.

No princípio do vídeo um homem corpulento aproxima-se raivosamente dos dois pregadores, ao mesmo tempo que uma das mulheres empurra de forma repetida o homem que tem a Bíblia e exige que ele se vá embora.

A situação continua a escalar até ao ponto onde um certo número de pessoas tenta tirar o placard das mãos do Cristão. Quando um dos homens consegue por fim retirar o sinal das mãos do Cristão, uma luta corpo a corpo ocorre e o homem corpulento visto no princípio do vídeo corre e esmurrra várias vezes a cabeça dum dos pregadores ao mesmo tempo que outro homem o pontapeia repetidamente. Outros tentam acabar com a luta.

A polícia prendeu Jason Queree (36 anos) que se crê ter sido o atacante principal. Alegadamente, Jason tem uma longa história de prisões e condenações por uma variedade de comportamento criminoso. Um segundo suspeito foi também preso.

AVISO: O vídeo contém profanidades e violência perturbadora por partes dos activistas homossexuais. A violência levada a cabo pelos activistas gays pode ser vista a partir do minuto 2:35.


Este incidente é parecido com outro que ocorreu na parada de "orgulho" gay de Toronto do ano passado (também grava em vídeo) onde um pregador Cristão foi rodeado por uma turba enraivecida de homossexuais. No entanto, nesse caso, a polícia tomou o lado dos participantes da marcha homossexual e disse ao pregador que "Vocês estão a promover o ódio." Por fim, a polícia forçou David Lynn e a sua equipa do ministério com o nome "Christ’s Forgiveness Ministries" a abandonar a área e a acabar com a pregação.

O ataque levado a cabo em Seattle é mais um exemplo da crescente onda de violência levada a cabo pelos activistas homossexuais. Em Agosto último um activista homossexual quase que foi bem sucedido na sua tentativa de matar funcionários da "Family Research Council"; o que impediu o sucesso dos seus propósitos anti-Cristãos foi o gesto heróico de um dos guardas.

Em Janeiro deste ano um grupo de Católicos brasileiros que se organizou e se manifestou publicamente ara marchar contra o aborto e contra a normalização do homossexualismo, foi vítima de ataques por parte de activistas homossexuais. Os Católicos foram cuspidos, assediados, e agredidos fisicamente pela turba de gays,  lésbicas e simpatizantes com a agenda homossexual.

Em Abril deste ano o líder da Igreja Católica na Bélgica, o arcebispo Andre-Joseph Leonard, permaneceu calmo e sentado, com os olhos fechados e em oração, à medida que 4 activistas lésbicas o atacavam com gritos e profanidades, e atiravam água contra ele.

No ano passado, um grupo homossexual auto-intitulado “Angry Queers” assumiu a responsabilidade por ter atirado pedras do tamnho duma bola de basebal para 9 janelas da  "Portland’s Mars Hill Churc", conhecida por ser a favor do casamento natural.


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Não há forma alguma de existir algum tipo de paz ou acordo entre os defensores do homoerotismo e os Cristãos. A guerra aproxima-se e ela vai deixar marcas e casualidades em ambos os lados.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

sábado, 27 de outubro de 2012

Os Sérvios e a parada da vergonha

Parada gay que estava agendada para o dia 6 de Outubro em Belgrado (Sérvia) foi cancelada depois de ultra-nacionalistas terem ameaçado a marcha, e após a condenação da Igreja Ortodoxa. Em palavras registas pela AFP, o Primeiro Ministro Ivica Dacic afirmou:

Tendo como base as estimativas e as recomendações de segurança, em prol da segurança dos cidadãos, o ministro do interior tomou a decisão de banir todos os ajuntamentos anunciados para o dia 6 de Outubro, incluindo a marcha de orgulho.

Dacic acrescentou ainda que "Isto não implica uma capitulação ou recuo", insistindo que a administração não está a dar relevância às palavras dos ultra-nacionalistas que ameaçaram atacar a parada.
No entanto, estima-se que, no presente momento, a ordem pública poderia ser seriamente colocada em risco, o que poderia colocar em perigo os interesses dos cidadãos e do estado.

Poucas horas antes do anuncio oficial, o Patriarca da Igreja Ortodoxa Irinej havia já apelado a Dacic que banisse a marcha, não por motivos de segurança, mas sim por ele qualificar a parada gay de "a parada da vergonha" - a Igreja Ortodoxa qualifica o homossexualismo de pecado, e já falou previamente contra eventos locais pró-homossexualismo.

Esta é a segunda parada gay seguida que é banida na Sérvia, depois de protestos violentos terem ameaçado o evento do ano passado. Por toda a internet  circularam mensagens ameaçadoras e avisos intimidatórios foram pintados com spray por toda a cidade. A primeira e única parada gay na Sérvia realizou-se em 2010, e resultou em confrontos que causaram cerca de 150 feridos.

Não só o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo é ilegal na Sérvia, como não existe qualquer tipo de providência legal que reconheça as uniões homossexualistas. Para além disso, com frequência os conservadores atacam as tentativas que visam levar a cabo eventos com temática homossexualista.

A AFP notou que a escolha de Dacic - de banir a parada gay - pode não ser bem recebida pelos outros representantes Europeus, especialmente depois da Ministra Sueca dos Assuntos Europeus - Birgitta Ohlsson - ter sido colocada como uma das oradoras principais do evento, afirmando que seria um "gesto de solidariedade". A Sérvia só se candidatou à União Europeia em Fevereiro último.

Os organizadores do evento criticaram o governo, afirmando que a decisão de banir o evento foi um gesto que o colocou ao lado dos ultra-conservadores. Goran Mileti, um dos organizadores, afirmou
Se o estado capitulou este ano, isto é uma coligação aberta com os hooligans, considerando que os representantes do braço executivo do governo adoptaram por completo os argumentos das organizações extremistas, e até as suas exigências.

Fonte: Christian Post

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Como é normal no "Christian" Post, a maneira como eles colocam a questão parece sugerir que ser contra o homossexualismo é algo que a Igreja Ortodoxa inventou, e não algo que é ensinado pela Bíblia. Mas isso já é normal nestas organizações "Cristãs".

Paralelamente a isto, o "Christian" Post, ao contrário de outras organizações genuinamente Cristãs, continua a usar o termo "casamento" sem aspas quando se refere ao "casamento" entre pessoas do mesmo sexo (que não é casamento nenhum mas uma paródia do mesmo).

Em relação ao evento em si, ou à proibição do mesmo, não parece que haja muito a dizer: uma minoria de sérvios queria levar a cabo eventos de temática homossexual que são ofensivos para a esmagadora maioria dos habitantes de Belgrado. O Estado, como servo da população, seguiu os desejos da maioria.


sábado, 30 de junho de 2012

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