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sábado, 24 de outubro de 2015

Cristão acusado de "crime de ódio" por encomendar um bolo com mensagem Bíblica

Por Warner Todd Huston

As controvérsias em torno dos bolos continuam a ocorrer, mas desta vez em reverso visto que um pastor Cristão pediu a uma pastelaria "homossexual" que fizesse um bolo com uma mensagem Cristã, mas viu-lhe negado o serviço. Mas em vez da pastelaria ser alvo dum processo legal, parece que o pastor é que pode vir a enfrentar algum tipo de acção legal.

Há alguns dias atrás falamos dum pastor do Arizona chamado Joshua Feuerstein, que gere um popular canal do Youtube. Feuerstein avisou que os Cristãos estão a enfrentar um crescente ataque por parte do Estado, e eles deveriam ter atenção redobrada neste elevado clima anti-Cristão.

Feuerstein fez também um vídeo onde ele fez uma chamada à senhora Sharon Haller, dona da pastelaria com o nome de "Cut the Cake" em Longwood (Flórida) e pediu que ela fizesse um bolo que tivesse sobre ele a frase "Nós Não Apoiamos o Casamento Homossexual".

Ela recusou-se a fazer o bolo mas Feuerstein postou o vídeo da sua recusa no seu canal do YouTube. Mais tarde, Haller exigiu que Feuerstein apagasse o vídeo do canal, o que ele fez. Mas Haller voltou a colocar o vídeo online, e usou-o para atacar Feuerstein. Depois disto, a dona da loja entrou em contacto com o FBI e pediu que eles processam Feuerstein por "crime de ódio".

"Haller queixou-se de telefonemas "desagradáveis" e "gestos negativos". Ela disse que perdeu dinheiro e que estava a analisar as opções legais, salientando que telefonemas gravados são ilegais na Flórida. Segundo a Lifesite, Haller disse que ela havia entrado em contacto com o FBI tendo em vista um possível caso de crime de ódio.

"Tenho medo devido ao tipo de chamadas que temos recebido, e tenho medo que alguém me ataque em casa," disse Haller à News 13. Na internet, a pastelaria pediu ajuda: "Por favor, ajudem-nos a colocar um ponto final em pessoas como Joshua Feuerstein."

Vejamos então: os homossexuais podem causar a que os Cristãos sejam presos e causar a que as suas empresas sejam fechadas devido ao facto destes se recusarem a fazer um bolo com uma mensagem homossexual. Mas os homossexuais podem negar servir os Cristãos sem enfrentar qualquer tipo de consequência.

Torna-se cada vez mais óbvio que o único grupo que não está protegido pela lei, tal como ela é practicada hoje, são os Cristãos.

- http://goo.gl/3Yd2iz

sábado, 10 de janeiro de 2015

Padeiros pró-lgbt recusam-se a fazer bolo em favor do casamento natural

Por Theodore Shoebat

Dizer que "o bestialismo está errado" ou que "a poligamia está errada" não é considerado discurso de ódio, mas se por acaso dissermos que "O 'casamento' homossexual está errado", o mundo inteiro agita-se, chamando à pessoa que disse isso de "racista", "intolerante" ou "odiosa". Isto tornou-se numa norma politicamente correcta, mas independentemente do que se diga, isto é supressão da liberdade de expressão.

Ninguém atacou as padarias pró-homossexualismo mas os activistas homoeróticos atacaram as padarias Cristãs. Uma padaria Cristã recusou-se a colocar a frase "Apoiem o Casamento [sic] Homossexual" num bolo requisitado para um evento em favor da agenda homossexual. No entanto, as padarias Cristãs que se recusam a fazer bolos de "casamento" em favor do homossexualismo estão a ser processedas a torto e a direito; elas são multadas, ameaçadas de morte, e perdem os seus negócios.

A experiência que se segue tem como propósito mostrar como a agenda homossexual tem como propósito suprimir a liberdade de expressão e não dar às pessoas a liberdade de practicar a sua preferência sexual. Como forma de demonstrar o nosso caso, disponibilizamos 3 vídeos, o terceiro deles revelando activistas homossexuais da Irlanda a forçarem padarias Cristãs a fazer bolos com a frase "Apoiem o Casamento [sic] Homossexual" para um evento homoerótico. A padaria recusou-se e isso causou a que ela sofresse uma perda tremenda de clientela. Várias padarias Cristãs foram já processadas nos Estados Unidos, e muitas delas perderam o seu negócio; nós estamos a declarar agora que já chega.

Devido a isso, o site Shoebat.com decidiu telefonar para 13 padarias proeminentes que estão do lado da agenda homossexual. Cada uma destas padarias pró-homossexualismo negou-nos o direito de ter um bolo com a frase "O Casamento Homossexual Está Errado", e uma dessas padarias pró-homossexualistas chegou a vocalizar insultos e obscenidades contra nós. Um dos padeiros disse todo o tipo de profanidades contra os Cristãos, e terminou a conversa afirmando que me iria dar um bolo com um falo sobre ele. Tudo isto foi gravado.

Estes vídeos irão mostrar ao povo Americano o quão militantes e intolerantes os padeiros homossexuais são. Mesmo depois de termos finalizado a nossa experiência, recebemos muitas mensagens dizendo que somos pessoas "odiosas" simplesmente por lhes termos dado um pouco do seu próprio veneno. Eles disseram que o slogan "O Casamento Homossexual Está Errado" não é o mesmo que "Apoiem o Casamento Homossexual", como se o ponto de vista que está em oposição a outro fosse cheia de ódio.

Se isto fosse assim, isto significaria que a maior parte dos Americanos que é contra o "casamento" homossexual é composta por pessoas "cheias de ódio" e "intolerantes". "Apoiem a Poligamia" ou "A Poligamia Está Errada" são pontos de vista, no entanto, sendo o primeiro um que recebe o apoio dos muçulmanos e o segundo um que a maioria dos Americanos iria apoiar, ambas são opiniões protegidas pela liberdade de expressão.


Youtube: 1, 2, 3

O activista homossexual deste terceiro vídeo disse que não se pode escolher a quem servir, como se ele estivesse a assumir uma posição puramente objectiva, mas quando perguntamos pela mensagem oposta, de repente a frase "não se pode escolher a quem servir" já não se aplicava aos Cristãos.

O NOSSO OBJECTIVO

Eis aqui, então, o nosso propósito: um Cristão que faça um bolo que diga "Apoiem o Casamento Homossexual" está agir contra a sua fé, tal como um homossexual que seja forçado a fazer um bolo a dizer "O Casamento Homossexual Está Errado". Obviamente que honramos o seu direito de dizer não, mas o que dizer do direito dos Cristãos dizer que não?

CONCLUSÃO:

A grande farsa da agenda homossexual é esta: eles alegam que estão a militar em favor da igualdade e da tolerância, mas isto falso. Se isto é assim, então qual é o propósito da sua agenda? Lutar contra a intolerência? Muitos dizem que nós somos as pessoas "intolerantes", "fóbicas", "fomentadoras de ódio", e os seus argumentos típicos são:

A frase "Apoiem o Casamento Homossexual" não prejudica a ninguém e não envergonha ninguém. No entanto, dizer "O Casamento Homossexual Está Erradoo" ou qualquer outro tipo de comentário fóbico, ofende e magoas as pessoas.

Pode-se contestar esta declaração aplicando um padrão moral distinto:

A frase "Apoiem o Casamento Polígamo" não prejudica ninguém, e não envergonha ninguém. No entanto, dizer "O Casamento Polígamo Está Errado", ou outro tipo de comentário polígamo-fóbico, ofende e magoa os muçulmanos e os mórmons que acreditam na poligamia. De facto, a última posição não é um tópico em torno duma preferência sexual mas uma crença religiosa.

O que seria bom para o homossexual, também seria bom para o polígamo. Quais são os limites?

Um homossexual que alegou ser professor duma universidade Católica chegou a comentar no nosso blogue com a seguinte frase:

Vocês sabiam que os homossexuais têm cérebros maiores, funções cognitivas, memória espacial e capacidades verbais superiores? Isto nada mais é que um facto biológico da realidade.

Mas este ponto de vista é o ponto de vista das tiranias. Os Nazis e outros acreditavam em coisas assim sem sentido. As tiranias usam-se da pseudo-ciência e todas elas têm um complexo de superioridade. Isto acontece com todas as seitas depravadas e com todos os movimentos tirânicos.

Qual é o propósito de atacar as padarias Cristãs? Tal visão não é diferente do que Christoph Meiners promoveu; após estudar a "anatomia do Negro", Meiners chegou à conclusão de que "os Negros têm dentes e mandíbulas maiores que todas as outras raças, visto que os Negros são carnívoros". Meiners alegou que o crânio do Negro era maior mas que o "cérebro do Negro era menor que o das outras raças". Meiners alegou que o Negro "era a raça menos saudável da Terra devido à sua dieta pobre e devido ao seu estilo de vida vazio de moral".

A agenda homossexual alega que os heterossexuais têm um cérebro menor. Logo, todas estas pessoas que nos chamam de "odiosas" e "homofóbicas" e afins, são pessoas que deveriam aplicar estes termos a elas mesmas. A nossa resposta às pessoas que nos atacam é:

Muitos homens e mulheres morreram pelo vosso direito de nos chamar "intolerantes" e "fóbicos", e "fomentadores de ódio", mas essas mesmas pessoas que morreram pelo vosso direito de nos chamar esses nomes, também morreram pelo nosso direito de sermos livres e não nos importarmos com esses nomes.

Aqui, no nosso site Shoebat.com somos frequentemente atacados porque, segundo muitos, o Senhor Jesus Cristo ensina-nos que devemos amar os homossexuais, e que promover a ideia de que o "casamento homossexual está errado" faz de nós "homofóbicos". A esta acusação nós perguntamos: Deus ama os homossexuais mas odeia só os homofóbicos? Ou será que o ponto de vista que rejeita uma agenda [a agenda homossexual] é sempre qualificada como "odiosa" e "fóbica", e por isso mesmo é que somos caracterizados como "islamofóbicos" e "homofóbicos"?

O mundo preenchido pelas pessoas que são contra os "rótulos" é aquele onde são inventados os rótulos que têm como propósito coagir os indivíduos a conformarem-se a uma certa forma de pensar. Na verdade, as pessoas que nos acusam de "ódio", para além de serem mentirosas, são culpadas daquilo que nos acusam. E uma vez que o "ódio" é sempre usado em argumentos em favor da tese de que Deus ensinou-nos que não devemos odiar, Deus tem uma resposta para eles. Eis as coisas que Ele odeia:

Estas seis coisas aborrece o Senhor, e a sétima a Sua Alma abomina:
Olhos altivos, língua mentirosa, e mãos que derramam sangue inocente;
Coração que maquina pensamentos viciosos; pés que se apressam a correr para o mal;
Testemunha falsa que profere mentiras; e o que semeia contendas entre irmãos. (Provérbios 6:16-19)

Quando se fala em tais agendas, o ponto principal não é a liberdade, a tolerância, o amor, o ódio ou a igualdade, mas sempre qual é o lado que vence. Ponto final. Esta é a situação com as agendas, quer seja a Cristã, a Nazi, a Homossexual, a Comunista ou a Islâmica.

Ninguém consegue parar o que está por vir através da canalização do mal, mas alegrem-se; os Nazis vieram para destruir a Igreja, tal como o vieram os Comunistas, mas estas tiranias vieram e foram, e no final, a Igreja encontrava-se vitoriosa. Nós estamos do lado dos vencedores porque Deus estabeleceu as normas e construiu os padrões lógicos para a vida. Se Ele diz "Não temas", porque é que as pessoas estão com medo de enfrentar esta tirania emergente?

A vida Cristã centra-se para lutar e nunca desistir até que vençamos; e nós vamos vencer. Se alguém duvida da vitória, perguntem aos Nazis, aos Comunistas, aos Gregos e aos Romanos, visto que os seus impérios sempre caíram ao mesmo tempo que Cristo reina Vitorioso.

Mas por enquanto, fiquem com esta certeza: todas as agendas anti-Cristãs começam com a inserção de fermento que, com o passar do tempo, destrói o lote inteiro. Começa com "Don't Ask Don't Tell", e termina com a imposição da agenda homossexual dentro das forças militares, com os direitos das padarias a serem colocados de lado, e pouco a pouco, estamos no meio duma tirania.

As tiranias começam com um bocado de fermento, e foi isso que o Senhor Jesus ensinou. Não sei o porquê da Igreja se encontrar com medo de confrontar a agenda homossexual a menos que a mesma Igreja tenha sido infiltrada pelo fermento. Temos que ser nós a remover o fermento.

E não é "amor pelos homossexuais" declarar-lhes os perigos do seu estilo de vida? Quais são as consequências do sexo homoerótico? Morte e doenças acompanhadas por  um estilo de vida promíscuo e actividade sexual anti-higiénico.

Entre 70% a 78% dos homossexuais reportou ter tido uma DST [doença sexualmente transmissível]. As taxas de homossexuais com parasitas intestinais (minhocas, vermes, ameba) variava de 25% a 39%. Por volta de 1992, 83% de toda a SIDA entre os brancos Americanos havia ocorrido entre os homens homossexuais. O estudo de diário sexual de Seattle reportou que os homens homossexuais haviam, em média anual,

1. Feito sexo oral a 108 homens, e engolido o sémen de 48;

2. Trocado saliva com 96 homens;

3. Experimentado 68 penetrações do anûs.

e

4. Ingerido material fecal de 19 homens.

Não admira que 10% deles tenha obtido hepatite B e 7% deles tenha contraído hepatite A durante o estudo com a duração de 6 meses.

Os obituários de 6,516 homens homossexuais provenientes de 16 revistas homossexuais Americanas durante os últimos 12 anos foram comparados com uma amostra alargada de obituários de jornais regulares. Os obituários revistos eram semelhantes às médias Americanas no que toca à longevidade; a idade média de morte dos homens casados era 75 anos, e 80% deles morreram de velhice (com 65 ou mais anos).

Para os homens solteiros ou divorciados a idade média de morte eram os 57, e 32% deles morreu na velhice. As mulheres casadas morreram, em média, com 79 anos; 85% delas morreu na velhice. As mulheres solteiras ou divorciadas morreram, em média, com 71 anos, e 61% delas morreu na velhice.

A idade média de morte para os homossexuais era, no entanto, virtualmente idêntica a nível nacional - e, de modo geral, menos de 2% dos homens homossexuais chegou à velhice. Se a SIDA era a causa de morte, a idade média de morte era 39 anos. Para 829 homens homossexuais que morreram por motivos outros que a SIDA, a idade média de morte era 42 anos, e 9% deles chegou à velhice. As 163 lésbicas estudadas tinham uma idade média de morte de 44, e 20% morreu na velhice.

2,8% dos homens homossexuais morreu de morte violenta. Eles eram 116 mais susceptíveis de serem assassinados, 24 vezes mais susceptíveis de cometer suicídio, e tinham uma taxa de acidente de viação 18 mais elevada que os homens com idades semelhantes. Os ataques do coração, cancro e falhas no fígado eram coisas excepcionalmente comuns.

Vinte porcento das lésbicas morreram por assassinato, suicídio ou acidente - uma taxa 478 vezes mais elevada que a taxa existente entre as mulheres brancas com idades compreendidas entre os 25 aos 44. A distribuição etária das amostras de homossexuais analisadas pela literatura cientifica entre 1989 e 1992 sugerem as mesmas durações de vida encurtadas.(...)

- http://goo.gl/J2QYvy.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Fazer sexo em escolas públicas não é motivo para se perder o emprego de professor.....

....desde que se faça parte de um dos "grupos protegidos" da esquerda militante.

Um painel de apelação composto por 5 membros (2 homens e 3 mulheres) determinou que é permitido aos professores terem relações sexuais nas salas de aulas sem que percam o seu emprego. Os professores têm é que ser homossexuais.

Os juízes da "Manhattan Appellate Division" ordenaram a "James Madison High School" que voltasse a aceitar as professoras lésbicas que foram despedidas depois do porteiro as ter encontrado em actividade sexual numa das salas de aulas enquanto lá fora decorria um evento escolar.

A professora de Francês Cindy Mauro, de 38 anos, e a professora de Espanhol Alini Brito, 34 anos, foram a um bar depois de terem estado na escola, e regressaram mais tarde para presenciarem a competição de voz que decorreu em Janeiro de 2011. Elas abandonaram o evento e foram para a sala 337 onde foram encontradas pelo porteiro envolvidas numa actividade sexual. Ambas estavam nuas da cintura para cima.

A escola despediu as duas, mas ambas tinham "tenure". As professoras negaram algum tipo de transgressão (afirmando que Alini precisava de algo para comer como forma de estabilizar o açucar no sangu) e processaram a escola.

Na Quinta-Feira o painel determinou que, "a penalização de término do seu emprego é chocantemente desproporcional à sua má conduta". Eles acrescentaram ainda que as professoras havia ido mais além do que as exigências da sua profissão ao tomarem parte do evento escolar, algo que "não era exigido a elas". O advogado Michael Valentine disse que, "Ambas são boas no que fazem".

A decisão legal foi assinado pelos juízes Richard Andrias, Leland DeGrasse, Helen Freedman, Judith Gische, e Angela Mazzarelli.

Bill Donohue, da Liga Católica, disse que a falta de cobertua mediática em relação a esta história com 3 anos revelou um óbvio padrão duplo:

Se dois padres tivessem sido encontrados envolvidos em actividade sexual numa sala de aula, e tivessem recebido "luz verde" por parte das autoridades católicas, isso seria a notícia mais mediática do momento, recebendo cobertura nacional. No entanto, esta história quase que nem passa o nível duma história local visto que as mulheres eram lésbicas, professoras numa escola pública, tinham obtido "tenure", condições que representam um "trio".

* * * * * * * *
Ficamos a saber portanto que os homossexualistas (lésbicas e sodomitas) têm permissão para se envolverem em actividade sexual dentro das escolas públicas, mas os heterossexuais não (e nem querem).

Isto demonstra mais uma vez que quando se pertence a um "grupo oprimido", tudo é permitido. Homossexuais, mulheres, minorias étnicas e minorias religiosas têm um estatuto mais valioso dentro da agenda esquerdista, e como tal, as suas más acções têm que ser analisadas à luz dos "anos de opressão histórica". Para um esquerdista o certo e o errado tem que ser analisados à luz da sua utilidade pragmática para o avanço da sua ideologia.





sexta-feira, 25 de outubro de 2013

A hipocrisia da elite cultural ocidental

Oficial ligado ao governo do Kuwait anunciou que este país, bem como outros estados locais, irão levar a cabo testes médicos para tentar "detectar" homossexuais que tentam entrar nos estados do Golfo Pérsico.

Segundo Yousouf Mindkar, serão introduzidas novas propostas que levarão a cabo monitorizações clínicas de rotina junto dos estrangeiros que tentam entrar nos países que fazem parte do grupo "Gulf Cooperation Countries" (GCC). A entrada de pessoas que sejam identificadas como pertecendo ao grupo lgbt será então recusada. Um comité central encarregado de analisar o estatuto dos expatriados irá levar a cabo uma análise à proposta no dia 11 de Novembro.

Falando para o jornal diário local com o nome de Al Rai, o director da saúde pública da Ministério da Saúde do Kuwait afirmou que, embora os centros médicos já levem a cabo testes para apurar a saúde daqueles que entram no país, eles irão ao mesmo tempo "levar a cabo medidas mais rigorosas que nos ajudarão a detectar os homossexuais, e impedi-los de entrar no Kuwait ou em qualquer outro membro dos estados da GCC.

Mindkar não disse no entanto como é que essa averiguação seria feita.


Actualmente, aqueles que se encontram a viver no Kuwait com idades inferiores a 21 anos, e que sejam apanhados envolvidos em actos homossexuais, enfrentam uma pena de prisão que pode chegar aos 10 anos. Os actos homossexuais são banidos em todos os países-membros da GCC (Arábia Saudita, Omã, e os Emiratos Árabes Unidos).

Há alguns dias atrás, no Omã, o jornal "The Week" foi suspenso alegadamente por ter impresso um artigo considerado simpatético em relação aos homossexuais.

O homossexualismo é ilegal em 78 países do mundo, e é ainda punível com a morte em cinco países, que incluem o Irão, o Iémen e a Arábia Saudita.


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Note-se a hipocrisia das organizações lgbt: quando a Rússia proíbe a propaganda  de "relações sexuais não-tradicionais", eles colocam a hipótese de banir os Jogos de Inverno que se aproxima (bem como deixar de visitar esse país) mas quando os países maometanos consideram impedir a presença (e não a promoção) de homossexuais, esses mesmos grupos lgbt permanecessem num silêncio sepulcral. Isto demonstra de forma cabal que o movimento homossexual em nada está relacionado com os direitos os homossexuais, mas sim com um ataque organizado à civilização Ocidental, e em especial ao Cristianismo e a tudo o que essa ideologia religiosa defende.

Se por acaso tu és homossexual, pergunta aos líderes do movimento homossexual o porquê deles não fazerem manifestações e eventos de condenação aos países islâmicos que executam quem é apanhado em actos homossexuais.

domingo, 1 de setembro de 2013

Lésbicas usam o sistema legal para atacar liberdade religiosa

Há sete anos atrás, a lésbica Vanessa Wilcock pediu à "Elane Photography" em Albuquerque, New Mexico, que fotografasse a cerimónia de compromisso entre ela e a sua parceira sexual lésbica. Elaine Huguenin declinou o pedido afirmando que ela só fotografava casamentos tradicionais e que não fotografava eventos homoeróticos.

A lésbica Wilcock, apesar de encontrar outra empresa mais barata para lhe fotografar a cerimónia, apresentou uma queixa junto da "New Mexico Civil Rights Commission", que determinou que Huguenin havia violado a lei estadual da anti-discriminação. Mais tarde, a decisão foi mantida por um tribunal de apelação.

Há poucos dias atrás, o "New Mexico Supreme Court" decidiu de modo unânime em favor da decisão do tribunal de apelação. Mas mais perturbador que a decisão do tribunal contra a liberdade religiosa de Huguenin é a linha de pensamento empregue para justificar a decisão. Todos os apelos feitos em favor da liberdade religiosa foram colocados de parte como se a frase "livre exercício" não aparecesse em parte alguma da Constituição Americana. Ao vindicar o direito duma minoria - as duplas homoeróticas -  o tribunal esvaziou os direitos de outros, nomeadamente, os direitos daqueles que aderem aos ensinamentos tradicionais em torno da sexualidade.

Segundo o tribunal, a recusa da Elane Photography "violava a lei, da mesma forma que violaria se eles se tivessem recusado a fotografar casamentos entre pessoas duma raça distinta." Portanto, e tal como afirmou Rod Dreher, o tribunal nem levou em conta o facto de "existir uma dimensão moral para o desejo e para a expressão sexual" que não existe quando se fala na raça ou na etnia.

Para além disso, o tribunal não se interessou em levar em conta a distinção (que a Elane Photography fez em todos os seus apelos) entre a objecção a uma acção e objecção a uma pessoa. O problema não era fotografar alguém viciado no homossexualismo, algo que Elane estava disposta a fazer, mas sim dar o seu apoio à união homoerótica fotografando uma cerimónia de compromisso com essa temática.

Mais perturbador ainda foi o parecer favorável do Juiz Richard Bosson quando ele afirmou que, segundo a lei do Novo México, a família Huguenin "é obrigada . . . a colocar de lado as crenças religiosas que servem de inspiração para as suas vidas." Ele afirmou ainda que esta obrigação irá deixar "marcas tangíveis nos Huguenins e nas outras pessoas com posições similares." No entanto, esta acomodação, segundo Bosson, "é o preço da cidadania." Embora os Huguenins sejam livres para acreditar no que eles bem entenderem. fora de casa eles são obrigados a "canalizar a sua conduta, não as suas crenças, de modo a deixar margem de espaço para os outros Americanos que acreditam em coisas distintas."

Bosson qualificou este ajuste como "parte da cola que nos mantém unidos como nação, a tolerância que lubrifica as partes distintas de todos nós, como pessoas."

Existem dois problemas enormes com esta forma de pensar. O primeiro é esta distinção artificial entre crença e conduta. É uma distinção que é especialmente irónica vinda de um tribunal que não pôde encarar a distinção entre levantar objecções a uma orientação sexual, e levantar objecções a actos sexuais específicos.

Se o que os homossexuais fazem é inseparável daquilo que eles são, então porque é que os Cristãos são obrigados a separar a crença das acções? Esta forma de pensar é claramente uma dualidade de critérios gritante.

Igualmente gritante é a suposição não verbalizada de que as únicas pessoas que têm que ajustar a sua forma de pensar são os Cristãos. Quando os Huguenin recusaram o pedido da lésbica Wilcock, ela, e como a sua contribuição para a "cola", poderia ter dito "Bem, encontrei outro fotógrafo," e ter deixado as coisas tal como elas estavam. Mas ela não fez isto, e ninguém lhe deu sermões sobre o "preço da cidadania."


quarta-feira, 12 de junho de 2013

Coitadinhos dos “gayzinhos”!

por Nuno Serras Pereira


Muitas vezes me pergunto como é possível que o desaforo fanaticamente propagandístico dos sectários do “orgulho homossexual” tenha conseguido induzir um tão intenso e profundo complexo de culpa paralisante na população em geral e, em particular, nos católicos. 
 
A sua vitimização sistemática não passa de uma enorme fraude, de uma farsa monstruosa sem, salvo raras excepções, qualquer fundamento histórico substantivo. Pelo contrário, em geral, têm sido eles os autores das mais violentas perseguições, das mais lascivas predações de inocentes, dos mais desumanos atropelos da dignidade e direitos da pessoa humana, das piores tiranias e dos mais graves totalitarismos. 
 
Enquanto nos inchamos de pena dos “tadinhos” (consolando-nos narcisicamente com sentimentos de falsa piedade) e lhes escancaramos as portas, dando-lhes rédea solta para violarem a vida, integridade e inocência das crianças, e espatifarem a família; somos “misericordiosamente” indiferentes aos verdadeiros sofredores, que tanto carecem da nossa atenção e socorro. 
 
Só para dar um exemplo, todos os anos, TODOS, são assassinados violentamente, cem mil cristãos por causa da sua Fé. Onde estão as televisões, os debates, as declarações, as votações? Onde está a nossa solicitude? Onde!?
Uma das mais espantosas manipulações propagandísticas na história da humanidade que certamente provocará grandes espasmos de assombro nos nossos descendentes é a gigantesca mentira das perseguições e do holocausto dos homossexuais por parte dos nazis. Querem eles desse modo equipararem-se aos milhões de judeus que, esses sim foram aniquilados de forma pavorosa, diabólica. 
 
Ora o nazismo que perpetrou essa abominável aniquilação, cujo objectivo era o extermínio do judaísmo como primeira etapa para logo eliminar o cristianismo, foi, desde o início e sempre, um movimento essencialmente homossexual, composto de quadros e chefias homossexuais. E se perseguiu uma minoria de outros homossexuais fê-lo por razões meramente políticas, em virtude de essa pequena porção se opor, meritoriamente, à sua agenda. 
 
 Importa, porém, notar que eles não foram mortos mas sim levados para campos de trabalho forçados. Os nazis tinham dez mil campos concentração, sendo que seis deles eram de extermínio. Nenhum dos homossexuais, presos por razões puramente políticas, embora se invocasse como pretexto para a sua condenação a sua condição sexual, foi levado para os campos de morte. 
 
De modo que os carrascos responsáveis pela singular e brutal hecatombe que se abateu sobre o mundo eram uma corja extremamente organizada de homonazis, ou gaynazis, que mesmo depois de derrotada deixou raízes subterrâneas que estão na origem da actual ideologia “gay”. 
 
Quando os carrascos se fazem passar por vítimas e as multidões ignaras neles acreditam, então defendem-nos e promovem-nos julgando ingenuamente que combatem a discriminação quando na verdade lhes abrem o caminho para a mais dura tirania e para o mais cruel totalitarismo, que, como outrora, se abaterá também sobre pessoas com desejos desordenados por outras do mesmo sexo, mas que não partilham dos delírios fanáticos e das alucinações patológicas dos ideólogos e militantes “gayzis” e “géneronazis”.
O martírio de muitos cristãos às mãos desta gente, ao longo da história da Igreja, arrepia pelos extremos de crueldade a que recorrem para se vingarem da pureza que os repudia. Mas são eles sempre, “tadinhos”, as vítimas, as maiores vítimas, as únicas vítimas!
O seu desmedido descaramento e a desmarcada capacidade de distorcer a verdade dos factos, desviando as atenções das velhacarias que realizam de modo a poderem culpabilizar os outros é aterradora.
Exemplo relativamente recente disso mesmo é o enorme escândalo da “pedofilia na Igreja”. Este é o nome pelo qual são conhecidas as organizadas infiltrações sistemáticas e os abusos que delas resultaram por parte de homossexuais na Igreja Católica, nas últimas décadas. 
 
De facto é espantoso como é que ninguém argúi os homossexuais culpados, enquanto tais, mas acusa e condena a Igreja. A homossexualidade é inocente, é vítima, apesar de ser a causadora, a Igreja é a culpada, não obstante ser, fundamentalmente, vítima.
Se há instituição que nunca tergiversou na condenação doutrinal da homossexualidade, que sempre advogou, em comunhão com a Revelação de Deus, que o acto sexual só é legítimo no casamento (acto conjugal), uno e indissolúvel, entre um homem e uma mulher, essa é sem sombra de dúvida a Igreja Católica. 
 
Esta nunca se limitou somente a ensinar esta verdade mas também se empenhou em conceder os auxílios necessários para a viver, bem como prestou sempre os cuidados e as “medicinas” adequadas aos que enfermavam de dificuldades particulares em viver ordenadamente o amor humano.
Essas coisas infames que sucederam, cada vez mais raramente, na Igreja também aconteceram em maior número, e continuam num crescendo, nas demais confissões religiosas e em muitas outras instituições tais como escolas, equipas desportivas, etc. 
 
Mas disso não se fala, pois não convém e aos predadores homossexuais e aos seus objectivos não só de continuarem os abusos como de tentarem destruir a Igreja Católica, uma vez que é a única força capaz de se opor aos seus objectivos. 
E enquanto andamos assim distraídos com as culpas muito graves de membros da Igreja, eles que são os autores e os acusadores dessas mesmas faltas intensificam a sua violenta predação, na adopção, nas escolas e na comunicação social incutindo as ideologias “gay” e do “género”.
Os católicos vão a debates televisivos combater, de corda ao pescoço, como quem se reconhece culpado e indigno, elogiando o inimigo, pedindo perdões por ofensas imaginárias, favorecendo a propaganda maléfica. Isto parece-me totalmente insensato. 
 
Tão absurdo como as televisões quererem organizar disputas entre nazis e judeus; tão bizarro e desvairado como se houvesse algum judeu que aceitasse prestar-se a essa manipulação.
..

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Casamento como forma de validação

Toda a gente sabe que o casamento sempre foi uma ferramenta masculina feita com o expresso propósito de forçar as mulheres a gerar filhos e comprar o detergente Tide.

Mas esta instituição rapidamente se transforma numa pulseira de seda desejada se o "casamento" é gay, lésbico, ou bi-cross ou transgénero.

Também os bebés deixam de ser os tumores destruidores de sonhos, problema que se resolve ainda no útero, para troféus dourados de validação e expressão de amor genuíno e perfeito, algo que, infelizmente, os heterossexuais nunca irão saber.




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