Mostrar mensagens com a etiqueta Bolo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Bolo. Mostrar todas as mensagens

sábado, 24 de outubro de 2015

Cristão acusado de "crime de ódio" por encomendar um bolo com mensagem Bíblica

Por Warner Todd Huston

As controvérsias em torno dos bolos continuam a ocorrer, mas desta vez em reverso visto que um pastor Cristão pediu a uma pastelaria "homossexual" que fizesse um bolo com uma mensagem Cristã, mas viu-lhe negado o serviço. Mas em vez da pastelaria ser alvo dum processo legal, parece que o pastor é que pode vir a enfrentar algum tipo de acção legal.

Há alguns dias atrás falamos dum pastor do Arizona chamado Joshua Feuerstein, que gere um popular canal do Youtube. Feuerstein avisou que os Cristãos estão a enfrentar um crescente ataque por parte do Estado, e eles deveriam ter atenção redobrada neste elevado clima anti-Cristão.

Feuerstein fez também um vídeo onde ele fez uma chamada à senhora Sharon Haller, dona da pastelaria com o nome de "Cut the Cake" em Longwood (Flórida) e pediu que ela fizesse um bolo que tivesse sobre ele a frase "Nós Não Apoiamos o Casamento Homossexual".

Ela recusou-se a fazer o bolo mas Feuerstein postou o vídeo da sua recusa no seu canal do YouTube. Mais tarde, Haller exigiu que Feuerstein apagasse o vídeo do canal, o que ele fez. Mas Haller voltou a colocar o vídeo online, e usou-o para atacar Feuerstein. Depois disto, a dona da loja entrou em contacto com o FBI e pediu que eles processam Feuerstein por "crime de ódio".

"Haller queixou-se de telefonemas "desagradáveis" e "gestos negativos". Ela disse que perdeu dinheiro e que estava a analisar as opções legais, salientando que telefonemas gravados são ilegais na Flórida. Segundo a Lifesite, Haller disse que ela havia entrado em contacto com o FBI tendo em vista um possível caso de crime de ódio.

"Tenho medo devido ao tipo de chamadas que temos recebido, e tenho medo que alguém me ataque em casa," disse Haller à News 13. Na internet, a pastelaria pediu ajuda: "Por favor, ajudem-nos a colocar um ponto final em pessoas como Joshua Feuerstein."

Vejamos então: os homossexuais podem causar a que os Cristãos sejam presos e causar a que as suas empresas sejam fechadas devido ao facto destes se recusarem a fazer um bolo com uma mensagem homossexual. Mas os homossexuais podem negar servir os Cristãos sem enfrentar qualquer tipo de consequência.

Torna-se cada vez mais óbvio que o único grupo que não está protegido pela lei, tal como ela é practicada hoje, são os Cristãos.

- http://goo.gl/3Yd2iz

sábado, 10 de janeiro de 2015

Padeiros pró-lgbt recusam-se a fazer bolo em favor do casamento natural

Por Theodore Shoebat

Dizer que "o bestialismo está errado" ou que "a poligamia está errada" não é considerado discurso de ódio, mas se por acaso dissermos que "O 'casamento' homossexual está errado", o mundo inteiro agita-se, chamando à pessoa que disse isso de "racista", "intolerante" ou "odiosa". Isto tornou-se numa norma politicamente correcta, mas independentemente do que se diga, isto é supressão da liberdade de expressão.

Ninguém atacou as padarias pró-homossexualismo mas os activistas homoeróticos atacaram as padarias Cristãs. Uma padaria Cristã recusou-se a colocar a frase "Apoiem o Casamento [sic] Homossexual" num bolo requisitado para um evento em favor da agenda homossexual. No entanto, as padarias Cristãs que se recusam a fazer bolos de "casamento" em favor do homossexualismo estão a ser processedas a torto e a direito; elas são multadas, ameaçadas de morte, e perdem os seus negócios.

A experiência que se segue tem como propósito mostrar como a agenda homossexual tem como propósito suprimir a liberdade de expressão e não dar às pessoas a liberdade de practicar a sua preferência sexual. Como forma de demonstrar o nosso caso, disponibilizamos 3 vídeos, o terceiro deles revelando activistas homossexuais da Irlanda a forçarem padarias Cristãs a fazer bolos com a frase "Apoiem o Casamento [sic] Homossexual" para um evento homoerótico. A padaria recusou-se e isso causou a que ela sofresse uma perda tremenda de clientela. Várias padarias Cristãs foram já processadas nos Estados Unidos, e muitas delas perderam o seu negócio; nós estamos a declarar agora que já chega.

Devido a isso, o site Shoebat.com decidiu telefonar para 13 padarias proeminentes que estão do lado da agenda homossexual. Cada uma destas padarias pró-homossexualismo negou-nos o direito de ter um bolo com a frase "O Casamento Homossexual Está Errado", e uma dessas padarias pró-homossexualistas chegou a vocalizar insultos e obscenidades contra nós. Um dos padeiros disse todo o tipo de profanidades contra os Cristãos, e terminou a conversa afirmando que me iria dar um bolo com um falo sobre ele. Tudo isto foi gravado.

Estes vídeos irão mostrar ao povo Americano o quão militantes e intolerantes os padeiros homossexuais são. Mesmo depois de termos finalizado a nossa experiência, recebemos muitas mensagens dizendo que somos pessoas "odiosas" simplesmente por lhes termos dado um pouco do seu próprio veneno. Eles disseram que o slogan "O Casamento Homossexual Está Errado" não é o mesmo que "Apoiem o Casamento Homossexual", como se o ponto de vista que está em oposição a outro fosse cheia de ódio.

Se isto fosse assim, isto significaria que a maior parte dos Americanos que é contra o "casamento" homossexual é composta por pessoas "cheias de ódio" e "intolerantes". "Apoiem a Poligamia" ou "A Poligamia Está Errada" são pontos de vista, no entanto, sendo o primeiro um que recebe o apoio dos muçulmanos e o segundo um que a maioria dos Americanos iria apoiar, ambas são opiniões protegidas pela liberdade de expressão.


Youtube: 1, 2, 3

O activista homossexual deste terceiro vídeo disse que não se pode escolher a quem servir, como se ele estivesse a assumir uma posição puramente objectiva, mas quando perguntamos pela mensagem oposta, de repente a frase "não se pode escolher a quem servir" já não se aplicava aos Cristãos.

O NOSSO OBJECTIVO

Eis aqui, então, o nosso propósito: um Cristão que faça um bolo que diga "Apoiem o Casamento Homossexual" está agir contra a sua fé, tal como um homossexual que seja forçado a fazer um bolo a dizer "O Casamento Homossexual Está Errado". Obviamente que honramos o seu direito de dizer não, mas o que dizer do direito dos Cristãos dizer que não?

CONCLUSÃO:

A grande farsa da agenda homossexual é esta: eles alegam que estão a militar em favor da igualdade e da tolerância, mas isto falso. Se isto é assim, então qual é o propósito da sua agenda? Lutar contra a intolerência? Muitos dizem que nós somos as pessoas "intolerantes", "fóbicas", "fomentadoras de ódio", e os seus argumentos típicos são:

A frase "Apoiem o Casamento Homossexual" não prejudica a ninguém e não envergonha ninguém. No entanto, dizer "O Casamento Homossexual Está Erradoo" ou qualquer outro tipo de comentário fóbico, ofende e magoas as pessoas.

Pode-se contestar esta declaração aplicando um padrão moral distinto:

A frase "Apoiem o Casamento Polígamo" não prejudica ninguém, e não envergonha ninguém. No entanto, dizer "O Casamento Polígamo Está Errado", ou outro tipo de comentário polígamo-fóbico, ofende e magoa os muçulmanos e os mórmons que acreditam na poligamia. De facto, a última posição não é um tópico em torno duma preferência sexual mas uma crença religiosa.

O que seria bom para o homossexual, também seria bom para o polígamo. Quais são os limites?

Um homossexual que alegou ser professor duma universidade Católica chegou a comentar no nosso blogue com a seguinte frase:

Vocês sabiam que os homossexuais têm cérebros maiores, funções cognitivas, memória espacial e capacidades verbais superiores? Isto nada mais é que um facto biológico da realidade.

Mas este ponto de vista é o ponto de vista das tiranias. Os Nazis e outros acreditavam em coisas assim sem sentido. As tiranias usam-se da pseudo-ciência e todas elas têm um complexo de superioridade. Isto acontece com todas as seitas depravadas e com todos os movimentos tirânicos.

Qual é o propósito de atacar as padarias Cristãs? Tal visão não é diferente do que Christoph Meiners promoveu; após estudar a "anatomia do Negro", Meiners chegou à conclusão de que "os Negros têm dentes e mandíbulas maiores que todas as outras raças, visto que os Negros são carnívoros". Meiners alegou que o crânio do Negro era maior mas que o "cérebro do Negro era menor que o das outras raças". Meiners alegou que o Negro "era a raça menos saudável da Terra devido à sua dieta pobre e devido ao seu estilo de vida vazio de moral".

A agenda homossexual alega que os heterossexuais têm um cérebro menor. Logo, todas estas pessoas que nos chamam de "odiosas" e "homofóbicas" e afins, são pessoas que deveriam aplicar estes termos a elas mesmas. A nossa resposta às pessoas que nos atacam é:

Muitos homens e mulheres morreram pelo vosso direito de nos chamar "intolerantes" e "fóbicos", e "fomentadores de ódio", mas essas mesmas pessoas que morreram pelo vosso direito de nos chamar esses nomes, também morreram pelo nosso direito de sermos livres e não nos importarmos com esses nomes.

Aqui, no nosso site Shoebat.com somos frequentemente atacados porque, segundo muitos, o Senhor Jesus Cristo ensina-nos que devemos amar os homossexuais, e que promover a ideia de que o "casamento homossexual está errado" faz de nós "homofóbicos". A esta acusação nós perguntamos: Deus ama os homossexuais mas odeia só os homofóbicos? Ou será que o ponto de vista que rejeita uma agenda [a agenda homossexual] é sempre qualificada como "odiosa" e "fóbica", e por isso mesmo é que somos caracterizados como "islamofóbicos" e "homofóbicos"?

O mundo preenchido pelas pessoas que são contra os "rótulos" é aquele onde são inventados os rótulos que têm como propósito coagir os indivíduos a conformarem-se a uma certa forma de pensar. Na verdade, as pessoas que nos acusam de "ódio", para além de serem mentirosas, são culpadas daquilo que nos acusam. E uma vez que o "ódio" é sempre usado em argumentos em favor da tese de que Deus ensinou-nos que não devemos odiar, Deus tem uma resposta para eles. Eis as coisas que Ele odeia:

Estas seis coisas aborrece o Senhor, e a sétima a Sua Alma abomina:
Olhos altivos, língua mentirosa, e mãos que derramam sangue inocente;
Coração que maquina pensamentos viciosos; pés que se apressam a correr para o mal;
Testemunha falsa que profere mentiras; e o que semeia contendas entre irmãos. (Provérbios 6:16-19)

Quando se fala em tais agendas, o ponto principal não é a liberdade, a tolerância, o amor, o ódio ou a igualdade, mas sempre qual é o lado que vence. Ponto final. Esta é a situação com as agendas, quer seja a Cristã, a Nazi, a Homossexual, a Comunista ou a Islâmica.

Ninguém consegue parar o que está por vir através da canalização do mal, mas alegrem-se; os Nazis vieram para destruir a Igreja, tal como o vieram os Comunistas, mas estas tiranias vieram e foram, e no final, a Igreja encontrava-se vitoriosa. Nós estamos do lado dos vencedores porque Deus estabeleceu as normas e construiu os padrões lógicos para a vida. Se Ele diz "Não temas", porque é que as pessoas estão com medo de enfrentar esta tirania emergente?

A vida Cristã centra-se para lutar e nunca desistir até que vençamos; e nós vamos vencer. Se alguém duvida da vitória, perguntem aos Nazis, aos Comunistas, aos Gregos e aos Romanos, visto que os seus impérios sempre caíram ao mesmo tempo que Cristo reina Vitorioso.

Mas por enquanto, fiquem com esta certeza: todas as agendas anti-Cristãs começam com a inserção de fermento que, com o passar do tempo, destrói o lote inteiro. Começa com "Don't Ask Don't Tell", e termina com a imposição da agenda homossexual dentro das forças militares, com os direitos das padarias a serem colocados de lado, e pouco a pouco, estamos no meio duma tirania.

As tiranias começam com um bocado de fermento, e foi isso que o Senhor Jesus ensinou. Não sei o porquê da Igreja se encontrar com medo de confrontar a agenda homossexual a menos que a mesma Igreja tenha sido infiltrada pelo fermento. Temos que ser nós a remover o fermento.

E não é "amor pelos homossexuais" declarar-lhes os perigos do seu estilo de vida? Quais são as consequências do sexo homoerótico? Morte e doenças acompanhadas por  um estilo de vida promíscuo e actividade sexual anti-higiénico.

Entre 70% a 78% dos homossexuais reportou ter tido uma DST [doença sexualmente transmissível]. As taxas de homossexuais com parasitas intestinais (minhocas, vermes, ameba) variava de 25% a 39%. Por volta de 1992, 83% de toda a SIDA entre os brancos Americanos havia ocorrido entre os homens homossexuais. O estudo de diário sexual de Seattle reportou que os homens homossexuais haviam, em média anual,

1. Feito sexo oral a 108 homens, e engolido o sémen de 48;

2. Trocado saliva com 96 homens;

3. Experimentado 68 penetrações do anûs.

e

4. Ingerido material fecal de 19 homens.

Não admira que 10% deles tenha obtido hepatite B e 7% deles tenha contraído hepatite A durante o estudo com a duração de 6 meses.

Os obituários de 6,516 homens homossexuais provenientes de 16 revistas homossexuais Americanas durante os últimos 12 anos foram comparados com uma amostra alargada de obituários de jornais regulares. Os obituários revistos eram semelhantes às médias Americanas no que toca à longevidade; a idade média de morte dos homens casados era 75 anos, e 80% deles morreram de velhice (com 65 ou mais anos).

Para os homens solteiros ou divorciados a idade média de morte eram os 57, e 32% deles morreu na velhice. As mulheres casadas morreram, em média, com 79 anos; 85% delas morreu na velhice. As mulheres solteiras ou divorciadas morreram, em média, com 71 anos, e 61% delas morreu na velhice.

A idade média de morte para os homossexuais era, no entanto, virtualmente idêntica a nível nacional - e, de modo geral, menos de 2% dos homens homossexuais chegou à velhice. Se a SIDA era a causa de morte, a idade média de morte era 39 anos. Para 829 homens homossexuais que morreram por motivos outros que a SIDA, a idade média de morte era 42 anos, e 9% deles chegou à velhice. As 163 lésbicas estudadas tinham uma idade média de morte de 44, e 20% morreu na velhice.

2,8% dos homens homossexuais morreu de morte violenta. Eles eram 116 mais susceptíveis de serem assassinados, 24 vezes mais susceptíveis de cometer suicídio, e tinham uma taxa de acidente de viação 18 mais elevada que os homens com idades semelhantes. Os ataques do coração, cancro e falhas no fígado eram coisas excepcionalmente comuns.

Vinte porcento das lésbicas morreram por assassinato, suicídio ou acidente - uma taxa 478 vezes mais elevada que a taxa existente entre as mulheres brancas com idades compreendidas entre os 25 aos 44. A distribuição etária das amostras de homossexuais analisadas pela literatura cientifica entre 1989 e 1992 sugerem as mesmas durações de vida encurtadas.(...)

- http://goo.gl/J2QYvy.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

“Direitos” homossexuais v. Liberdade Religiosa: casos concretos

Por Filipe d'Avillez

Num artigo recente expliquei que parte da minha oposição à adopção e co-adopção por homossexuais radica na preocupação pelos efeitos que isso poderá vir a ter sobre a liberdade religiosa, o respeito pela liberdade de consciência de cristãos e outros que se oponham a estes casos de engenharia social e um gradual afastamento destas vozes da praça pública.

Alguns comentadores criticaram-me, dizendo que estava a falar de “potenciais possíveis marginalizações e restrições de liberdade de expressão e pensamento que poderão vir a acontecer num futuro mítico, mas que nunca aconteceram nem noutros países nem em temas semelhantes em Portugal”.

Este artigo destina-se a comprovar que esses casos têm, de facto, acontecido noutros países, daí a minha preocupação ser perfeitamente fundada. Neste texto não apresento um único caso que não esteja devidamente fundado através de links para artigos comprovativos da sua veracidade. 

Agências católicas fechadas 

A adopção por homossexuais foi legalizada no Reino Unido em 2002. Nessa altura operavam em Inglaterra, País de Gales e Escócia pelo menos 12 agências de adopção ligadas à Igreja Católica.

Em 2007 foi declarado que as agências católicas discriminavam contra homossexuais ao dar exclusividade ou preferência a casais legalmente casados. As agências contestaram mas em vão. Nesta altura não existia ainda o “casamento” entre homossexuais.

Das 12 agências católicas de adopção que existiam nessa altura, actualmente apenas duas ainda existem. A agência Catholic Care, de Leeds, continua a combater a legislação em tribunal, até agora perdeu todos os recursos. A St. Margaret's Children and Family Care Society, na Escócia, está na mesma situação. 

Todas as outras agências católicas ou fecharam portas, ou dissociaram-se da Igreja para poderem continuar a trabalhar no ramo da adopção, comprovando que o Cristianismo não é bem-vindo nesta área de acção social, apesar de ter sido pioneiro no cuidado pelos órfãos e crianças necessitadas. É perfeitamente expectável que dentro de poucos anos a Igreja tenha sido completamente banida deste sector, em nome da igualdade.

Em 2010 um casal britânico, com longos anos de experiência como casal de acolhimento para crianças necessitadas, foi informado de que não poderiam continuar a prestar esse serviço. Os Owen, que são cristãos, tinham dito a um funcionário da segurança social que os entrevistou que não poderiam dizer a uma criança que o estilo de vida homossexual é aceitável. Note-se que não disseram que fariam questão de dizer às crianças o que achavam da homossexualidade ou da sua prática, mas simplesmente que, se questionados sobre a aceitabilidade desse estilo de vida (e não orientação), não poderiam concordar.

Os Owen, que em anos de acolher crianças nunca tinham tido qualquer problema, recorreram mas perderam. Pode-se concluir, portanto, que no Reino Unido quem defende uma visão sobre a sexualidade humana em linha com a do Cristianismo não é considerada aceitável para acolher crianças necessitadas. Esta é uma informação particularmente interessante à luz das afirmações dos defensores da adopção por parte de homossexuais é crucial para poder tirar mais crianças de instituições. Note-se, ainda, que os Owen não são católicos, mas protestantes.

Ainda no Reino Unido há vários outros casos em que os “direitos” dos homossexuais triunfaram sobre o direito à liberdade de consciência de outros cidadãos. Num desses casos a funcionária do registo Lillian Ladelle foi despedida por dizer que se recusaria a oficiar em uniões de facto de homossexuais. Já Gary McFarlane, funcionário público especializado em aconselhamento sexual, disse que preferia não prestar esse aconselhamento a homossexuais, tendo sido também despedido. Tanto Ladelle como McFarlane recorreram até ao Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, que decidiu contra eles. 

Temos também o caso do casal Bull, donos de um turismo de habitação, que em 2008 se recusaram a alugar um quarto com cama de casal a um par de homossexuais, baseando a sua decisão nas suas convicções religiosas. Levados a tribunal perderam e foram obrigados a pagar uma indemnização de 3,600 euros. Note-se que num turismo de habitação estamos a falar de um negócio comercial, sim, mas que é ao mesmo tempo a casa do casal que o gere, pelo que não se pode comparar com um hotel, por exemplo.

Por fim, um caso perturbador que teve lugar na Escócia e que mostra até que ponto as autoridades poderão estar dispostas a ir para mostrar a sua tolerância, que todavia tem quase sempre só um sentido.

Uma mulher de 26 anos, toxicodependente em recuperação, perdeu os seus dois filhos que foram colocados à guarda dos seus pais, avós das crianças, pela segurança social. Contudo, e apesar de os avós terem 46 e 59 anos, a segurança social veio mais tarde a retirar-lhes a guarda das crianças e deu-as em adopção a um “casal” homossexual. 

A mãe protestou dizendo que queria pelo menos que os seus filhos ficassem com uma mãe e um pai, mas de nada lhe valeu. Os avós tentaram travar a adopção em tribunal, mas rapidamente perceberam que o processo judicial os levaria à falência muito antes de chegar ao fim, pelo que se viram forçados a desistir.Há ainda outro caso interessante que se passou em Londres em 2012.

Depois de um grupo activista pelos direitos dos homossexuais ter feito uma campanha de publicidade nos autocarros de Londres a dizer "Some people are gay. Get over it" [Algumas pessoas são homossexuais. Habitua-te], uma organização cristã organizou uma contra-campanha com anúncios a dizer: "Not Gay! Ex-Gay, Post-Gay and Proud. Get over it!" [Não gay! Ex-gay, Pós-Gay e Orgulhosos. Habitua-te]. 


A questão, a meu ver, não é de saber se o anúncio é interessante ou não, ou se de facto é possível ser "ex, ou pós-gay". O que é interessante é que qualquer médium de meia-tigela pode publicitar os seus serviços, qualquer terapia new age pode publicitar o seu serviço, uma associação de homossexuais pode meter um cartaz nos transportes públicos a dizer "get over it", mas uma associação cristã já não pode. 

França e Suécia 

Em França o “casamento” entre homossexuais foi aprovado em 2013, no meio de grandes protestos e manifestações. França apresenta um caso interessante, uma vez que lá os presidentes de câmara podem oficiar nos casamentos.

Logo surgiram casos de autarcas que se recusaram a cumprir a lei, mas neste caso também não existe qualquer possibilidade de objecção de consciência, pelo que os casos vão parar aos tribunais e podem, eventualmente, levar a penas efectivas para as pessoas em causa.

Os presidentes de câmara que se opõem a esta legislação estimam representar cerca de 15 mil autarcas cuja liberdade de consciência está a ser violada pelo Estado e já existem pelo menos alguns casos de processos contra objectores.

Há ainda outros casos preocupantes na Europa. Na Suécia é conhecida a história de um pastor pentecostal que foi preso e condenado em primeira instância por ter proferido, dentro da sua própria igreja, uma homilia em que disse que a prática homossexual é pecado. Ake Green acabou por ilibado pelo supremo tribunal. Mas o tribunal não concluiu que Green não tenha violado a lei, simplesmente considerou que a condenação que Green merecia à luz da lei sueca, não resistiria a um recurso ao Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, pelo que o deixou sair em liberdade.


Na América é mais bolos
Nos Estados Unidos o choque entre “direitos” dos homossexuais e o direito à liberdade de consciência também tem sido duro. Vários Estados permitem o “casamento” gay e a adopção por pares de homossexuais.

Tal como no Reino Unido, pelo menos três agências de adopção católicas foram forçadas a fechar as portas por se recusarem a colocar crianças com homossexuais. Uma quarta, em Washington D.C., foi informada pelas autoridades que deixaria de poder receber financiamento enquanto se recusar a aceitar colocar crianças com homossexuais.

Alguns casos nos Estados Unidos são perfeitamente caricatos. No Estado do Colorado um “casal” homossexual processou Jack Phillips, o dono da Masterpiece Cakeshop, por este se ter recusado a fazer-lhes um bolo de casamento. O juiz não obrigou ao pagamento de qualquer indemnização mas disse que no futuro a empresa não poderia recusar-se casos desses. O dono já disse que preferia fechar a empresa do que violar a sua consciência.

No Estado de Oregon, onde o casamento entre homossexuais não é sequer legal, outra loja de bolos teve de mudar de local depois de ter recusado fazer um bolo de casamento para duas lésbicas. A Sweet Cakes by Melissa foi condenada por uma comissão do trabalho por descriminação, foi inundada de correio e telefonemas agressivos e acabou por ter de fechar portas e mudar de localização. 


Um caso semelhante aconteceu no Novo México, mas com uma fotógrafa que se recusou, por objecção de consciência, a fotografar uma cerimónia de união de facto homossexual. Elane Huguenin foi condenada e obrigada a pagar uma indemnização de 7 mil dólares. Ambos os casos devem acabar por chegar ao Supremo Tribunal, que tem um registo impressionante de defender a liberdade religiosa, mas independentemente do veredicto final, mostram uma tendência preocupante.

Tweets polémicos
 
A censura do politicamente correcto não se fica pelos EUA. Em Maio de 2011 um comentador canadiano de hóquei no gelo foi despedido depois de ter publicado um tweet da sua conta pessoal em que criticava o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo.
 
 
Frank Turek, formador e autor de palestras motivacionais e de teambuilding colaborava regularmente com a Bank of America e com a Cisco Corporation. Mas quando as empresas souberam que ele tinha escrito um livro em que explicava porque é que o "casamento" homossexual era uma coisa má para a sociedade, foi despedido. Mais tarde, contudo, ambas as empresas voltaram atrás e confirmaram que não iriam despedir funcionários por defenderem posições conservadoras.
 
Quando Larry Grard, jornalista há 39 anos e há 18 com o Morning Sentinel recebeu um e-mail de um grupo pró-homossexual a acusar todos os que se opunham ao "casamento" entre pessoas do mesmo sexo como sendo movidos por ódio, respondeu da sua conta pessoal, afirmando que considerava o termo ofensivo e que quem estava a ser movido por ódio eram os promotores da campanha. O activista que recebeu o seu e-mail procurou o seu nome no Google e quando percebeu que era jornalista queixou-se ao editor. Grard foi chamado e sumariamente despedido.
 
Há ainda uma outra frente nos EUA que vai dar certamente muito que falar. Com a legalização do “casamento” homossexual em vários estados tem havido uns quantos casos de professores e funcionários despedidos das escolas, universidades e outras instituições religiosas por se terem “casado” com os seus respectivos parceiros homossexuais.
 
À primeira vista isto poderia parecer um caso contrário aos outros apresentados aqui, em que o discriminado é o homossexual, contudo, existe uma diferença muito importante. É que enquanto nestes casos os funcionários trabalham para uma instituição privada, religiosa, com uma posição bem conhecida sobre este assunto, nos outros casos trata-se de o Estado a tomar partido contra os cristãos.
 
Ora o Estado tem uma obrigação de neutralidade que a Igreja não tem e, mais, esses funcionários, pelo menos nos EUA, costumam assinar um documento em que se comprometem a não violar os princípios da instituição em que trabalham. Um caso verdadeiramente semelhante seria uma associação de promoção dos direitos dos homossexuais despedir um funcionário que se opõe, aberta e publicamente, aos seus princípios.
 
A questão aqui não é tanto legal, uma vez que poucos contestam o direito das instituições, mas sim da pressão da opinião pública que se intensifica contra elas, como demonstra este artigo, que enumera vários desses casos.
 
Num outro caso, surgido já depois da publicação inicial deste texto, um homem recebeu uma oferta de emprego para ser o responsável pela alimentação numa escola católica. Mas a oferta foi retirada quando se soube que ele é "casado" com outro homem. Matthew Barrett diz que não tinha assinado qualquer documento no sentido de não violar os princípios da Igreja. Contudo, tendo sido informado que devia respeitar a doutrina católica pensou tratar-se de "participar nas orações". Barrett, com o apoio de uma associação gay, vai processar a escola.
 
Agradeço quaisquer outros comentários e eventuais links para histórias que me tenham escapado. 
 
Filipe d’Avillez
 
Artigo actualizado a 10 de Fevereiro com as histórias de pessoas despedidas por fazer comentários e tweets contra o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo. 
 
Artigo actualizado a 3 de Fevereiro de 2014, com a notícia da "Sweet Cakes by Melissa", no Oregon e da campanha nos autocarros de Londres.

domingo, 11 de março de 2012

Empresário homossexual encontrado morto depois de "jogo sexual" que terminou mal

No dia 2 de Março um homossexual foi encontrado morto na sua casa em Nova York no que parece ter sido um caso dum jogo sexual que terminou mal. O empresário tinha os pés e as mãos amarradas e tinha a boca tapada com fita.

John Laubach, com 57 anos, conhecido na sua vizinhança por andar com o seu papagaio Bolo no seu ombro, foi amarrado a uma cama com uma corda eléctrica e teve a sua casa assaltada embora a polícia não tenha descoberto qualquer evidência de entrada forçada.

Fontes próximas afirmam que John regularmente mantinha encontros sexuais com homens jovens. A foto debaixo é dum dos homens que foi visto a entrar no seu apartamento na última vez que John foi visto com vida em público.

Quando foi encontrado, John Laubach, que mantinha o seu negócio em torno do design floral desde 2000, usava apenas uma camisa interior branca e tinha a cara tapada com uma toalha.

Uma amiga sua havia ido ao seu apartamento depois do mesmo não ter respondido a diversas chamadas telefónicas. A dita amiga chamou então o 911 pouco antes das 20:00 e depois de fazer a descoberta chocante.

Um dos vizinhos afirmou:

Eu via-o a andar por todo o lado com o papagaio no ombro. Ele parecia o Mel Gibson - mas com melhor aspecto.

O seu papagaio foi ouvido a fazer barulho por várias horas antes da descoberta do corpo.

Fonte

* * * * * * * * * * *

Não se sabe bem porquê, mas se formos a ler o artigo original, a palavra "homossexual" não aparece nem uma única vez - embora o artigo se esforce por dizer que ele "ia à igreja".

Sim, porque como toda a gente sabe, é nas igrejas que nós aprendemos a fazer jogos sexuais sado-masoquistas que podem resultar em morte. Não tem nada a ver com o homossexualismo em si. É culpa da igreja.

Isto é o que passa por "jornalismo" estes dias.

ShareThis


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...