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terça-feira, 15 de outubro de 2013

Caixas "especiais" nas florestas da Noruega

Um grupo de caridade centrado da saúde dos homossexuais pregou caixas cheias de preservativos nas árvores da Floresta Ekberg (Oslo). Segundo fontes locais, esta floresta é usada com frequência pelos homossexuais para os seus encontros sexuais ao ar livre.

As caixas, cujo conteúdo é renovado todas as semanas (!), contém também pacotes de lubrificantes e informação sobre os testes de HIV. Martin Angeltvedt, do grupo de caridade com o nome "Gay and Lesbian Health" afirmou o seguinte ao Aftenposten:

Isto encontra-se localizado no caminho de quem se dirige para o campo. O buraco da caixa está feito de maneira a que nenhuma ave consiga lá entrar, e por fora está construído um pequeno pénis de madeira de maneira que seja facilmente reconhecido.

Os homens que vão em "cruzeiro", buscando sexo anónimo com estranhos em locais públicos, encontram-se sob riscos maiores de contrair DST,  afirmou Angeltvedt:

Se existe demasiada vergonha associada à sua própria sexualidade, tu podes correr maiores riscos ou tratares os outros e a ti mesmo de maneira pior.


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O motivo que leva a que os homossexuais busquem sexo casual com desconhecidos em plena floresta não se prende com a "vergonha" mas com o desejo que eles têm de ter . . . sexo casual com desconhecidos em plena floresta.

Analisando o passado recente, e vendo a dinâmica do movimento homossexual, pode-se fazer uma previsão e dizer que, mais cedo ou mais tarde, estas caixas vão começar  a aparecer um pouco por todo lado, dentro da cidade. Afinal, não é descriminação que os homossexuais tenham que fazer sexo ao livre nas florestas quando podem fazer no meio da cidade, à vista de tudo e todos?

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Os grupos de risco


Os resultados do estudo comportamental levado a cabo no início deste ano foram apresentados num fórum, na Cidade de Belize. O estudo em questão revela que o uso do  preservativo entre os homens que tem sexo com outros homens (HSH) e pessoas com o HIV é inferior a 70%. Ou seja, por cada 100 HSH/seropositivo que tem relações sexuais, menos de 70 usa "protecção".

O programa nacional de HIV do ministério de saúde de Belize, que faz parte duma iniciativa mais alargada levada a cabo pela "Central American Behavioral" como forma de aumentar a monitorização do HIV, levou a cabo a sondagem entre os identificados grupos de risco, incluindo HSH, prostitutas e pessoas com o HIV.

O objectivo era o de documentar o comportamento de risco associado ao HIV nas três populações mencionadas, e determinar o predomínio do HIV e DST [Doenças Sexualmente Transmitidas] nos vários grupos.

Entre as "funcionárias do sexo" o uso de preservativo era de 81%. O mesmo estudo mostrou também que apenas 33% das prostitutas inquiridas sabia como o HIV era transmitido, ao mesmo tempo que 57% dos HSH sabia. Curiosamente, o estudo mostrou também o predomínio de HIV entre os HSH testados era mais elevado, com 13.8%, ao mesmo tempo que as "operárias do sexo" mostravam uma ocorrência na ordem dos 0,9%.

Ou seja, entre estes dois grupos, aquele que tem uma maior percepção da forma como o HIV é transmitido, não só é o grupo que menos usa "protecção", como é o grupo mais fustigado com o HIV.

Portanto, eles sabem que podem contrair o HIV, mas escolhem não usar protecção.

O Dr. Marvin Manzanero diz:

Preliminarmente, acho que com as pessoas seropositivas, que é o que já apresentamos até agora, estamos a apurar que há um reduzido uso do preservativo. Existe uma quantidade suficiente de conhecimento por parte das pessoas, mas parece que o conhecimento não está a ser traduzido para uma alteração comportamental.

Para as operárias do sexo apuramos uma inferior prevalência de HIV do que aquela que está a ser reportada noutros países da América Central: é inferior a 1%. Mas elas possuem um predomínio mais elevado de IST [Infecções Sexualmente Transmitidas] e um inferior uso consistente do preservativo.

No grupo dos HSHs temos um predomínio que parece mais elevado do que nos outros países centro-americanos, e também um baixo uso consistente do preservativo.

De modo geral, esta é a imagem instantânea do que fizemos com os dados preliminar.

Entre Janeiro e Julho de 2012, um total de 252 pessoas com HIV foram recrutadas para o estudo - um total de 107 homens e 145 mulheres. Perto de 55% das pessoas com HIV tinham mais de 35 anos de idade.

Esta é a primeira vez que fazemos um estudo desta envergadura. Historicamente, nada disso tinha sido feito em Belize: este é o primeiro grande estudo.  . . . Supostamente esta informação é para ser usada para o desenvolvimento de políticas, planeamento e outro tipo de modificações que teremos que fazer à nossa estratégia actual usada para lidar com o HIV.(...)

O estudo comportamental mostrou que a maioria das pessoas a viver com o HIV são de estratos sociais mais baixos.

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A política mais eficaz para combater o HIV é aquela que envolve a promoção de comportamentos sexuais saudáveis, a defesa da família, e a defesa dos valores morais conducivos para a propagação da espécie e da educação de crianças. Mas nada disso vai ser feito porque isso seria "estigmatizar" um "grupo oprimido".

Entretanto, vamos continuar a assumir que uma virgem de 24 anos é tão capaz de contrair o HIV como o homossexual de 24 anos, quando todos nós sabemos que isso é estatisticamente falso.



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