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sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Os grupos de risco


Os resultados do estudo comportamental levado a cabo no início deste ano foram apresentados num fórum, na Cidade de Belize. O estudo em questão revela que o uso do  preservativo entre os homens que tem sexo com outros homens (HSH) e pessoas com o HIV é inferior a 70%. Ou seja, por cada 100 HSH/seropositivo que tem relações sexuais, menos de 70 usa "protecção".

O programa nacional de HIV do ministério de saúde de Belize, que faz parte duma iniciativa mais alargada levada a cabo pela "Central American Behavioral" como forma de aumentar a monitorização do HIV, levou a cabo a sondagem entre os identificados grupos de risco, incluindo HSH, prostitutas e pessoas com o HIV.

O objectivo era o de documentar o comportamento de risco associado ao HIV nas três populações mencionadas, e determinar o predomínio do HIV e DST [Doenças Sexualmente Transmitidas] nos vários grupos.

Entre as "funcionárias do sexo" o uso de preservativo era de 81%. O mesmo estudo mostrou também que apenas 33% das prostitutas inquiridas sabia como o HIV era transmitido, ao mesmo tempo que 57% dos HSH sabia. Curiosamente, o estudo mostrou também o predomínio de HIV entre os HSH testados era mais elevado, com 13.8%, ao mesmo tempo que as "operárias do sexo" mostravam uma ocorrência na ordem dos 0,9%.

Ou seja, entre estes dois grupos, aquele que tem uma maior percepção da forma como o HIV é transmitido, não só é o grupo que menos usa "protecção", como é o grupo mais fustigado com o HIV.

Portanto, eles sabem que podem contrair o HIV, mas escolhem não usar protecção.

O Dr. Marvin Manzanero diz:

Preliminarmente, acho que com as pessoas seropositivas, que é o que já apresentamos até agora, estamos a apurar que há um reduzido uso do preservativo. Existe uma quantidade suficiente de conhecimento por parte das pessoas, mas parece que o conhecimento não está a ser traduzido para uma alteração comportamental.

Para as operárias do sexo apuramos uma inferior prevalência de HIV do que aquela que está a ser reportada noutros países da América Central: é inferior a 1%. Mas elas possuem um predomínio mais elevado de IST [Infecções Sexualmente Transmitidas] e um inferior uso consistente do preservativo.

No grupo dos HSHs temos um predomínio que parece mais elevado do que nos outros países centro-americanos, e também um baixo uso consistente do preservativo.

De modo geral, esta é a imagem instantânea do que fizemos com os dados preliminar.

Entre Janeiro e Julho de 2012, um total de 252 pessoas com HIV foram recrutadas para o estudo - um total de 107 homens e 145 mulheres. Perto de 55% das pessoas com HIV tinham mais de 35 anos de idade.

Esta é a primeira vez que fazemos um estudo desta envergadura. Historicamente, nada disso tinha sido feito em Belize: este é o primeiro grande estudo.  . . . Supostamente esta informação é para ser usada para o desenvolvimento de políticas, planeamento e outro tipo de modificações que teremos que fazer à nossa estratégia actual usada para lidar com o HIV.(...)

O estudo comportamental mostrou que a maioria das pessoas a viver com o HIV são de estratos sociais mais baixos.

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A política mais eficaz para combater o HIV é aquela que envolve a promoção de comportamentos sexuais saudáveis, a defesa da família, e a defesa dos valores morais conducivos para a propagação da espécie e da educação de crianças. Mas nada disso vai ser feito porque isso seria "estigmatizar" um "grupo oprimido".

Entretanto, vamos continuar a assumir que uma virgem de 24 anos é tão capaz de contrair o HIV como o homossexual de 24 anos, quando todos nós sabemos que isso é estatisticamente falso.



domingo, 25 de março de 2012

Homossexual é morto na esquina onde se prostituía

Um homossexual foi assassinado com três tiros na madrugada deste sábado (24) em Fortaleza. O crime ocorreu no cruzamento das ruas Oscar Araripe com Maria Júlia, no bairro Bom Jardim. A vítima foi Samuel Ferreira do Nascimento, de 22 anos.

De acordo com informação de populares, ele era travesti e se prostituía na esquina em que foi morto. Até o momento, a polícia não tem conhecimento de nenhum suspeito, nem das motivações do homicídio.

O caso será investigado pela Divisão de Homicídios e Protecção à Pessoa (DHPP).

Fonte.

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Muitas das pessoas cuja morte é usada para avançar com medidas criadas para "acabar com a homofobia" (seja lá qual for a definição de "homofobia" usada esta semana) são mortas não por serem homossexuais mas por se encontrarem em locais onde qualquer outra pessoa seria também morta. As mortes que são causadas exclusivamente por motivos de ódio aos homossexuais são uma ínfima minoria das mortes anuais.

Como diz o filósofo Católico Olavo de Carvalho, não faz sentido nenhum destruir as normas sociais - em vigência desde o aparecimento do Homem na Terra - como forma de dar término à algo tão ínfimo como o assassinato de pessoas por motivos de escolha sexual.

Não quer isto dizer que não se deve lutar para acabar com a morte de pessoas por motivos de orientação sexual. Isto quer dizer, sim, que as medidas que estão a ser tomadas tendo em vista tal fim não são as correctas.

Há algum tipo de estudo que confirme a tese de que o ódio aos homossexuais - que é algo infinitesimal no ocidente, repito - pode ser terminado com a introdução de kits gays ou indoutrinação homossexual nas escolas públicas?

Se é preciso legislação estatal com o propósito de indoutrinar crianças alheias com material "didáctico" preparado por pessoas politicamente interessadas no avanço da agenda sexual do lobby gay, como forma de acabar a violência contra os homossexuais, que tipo de material "didáctico" vai ser disseminado entre a comunidade homossexual como forma de dar término a desproporcional violência que ocorre entre os mesmos? (Alguma dessa violência entre homossexuais é verdadeiramente perturbadora.)

Mais grave ainda é o facto dos activistas homossexuais concentrarem os seus esforços de "combate a homofobia" no Ocidente, tradicionalmente mais tolerante, e não nos países islâmicos onde os homossexuais são enforcados publicamente.

Isto demonstra de forma clara que os activistas homossexuais não se preocupam com a vida dos homossexuais, mas sim usam-nos para avançar com a sua política sexual e social.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Homossexual Roubou 1.3 Milhão de Dólares da Paróquia Para Pagar Acompanhantes Masculinos

São sempre os membros do mesmo grupo sexual que traz mau nome à instituição, mas quando se trata de atacar os católicos, os esquerdistas "esquecem-se" de identificar a orientação sexual de quem comete os crimes. "Não é relevante" dizem eles. Claro que não. Só seria relevante se o propósito fosse reportar a verdade.
Patrick B. Craine
WATERBURY, Connecticut, EUA, 7 de julho de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um padre católico romano de Connecticut roubou mais de um milhão de dólares de sua paróquia para pagar por várias extravagâncias e atividades ilícitas, inclusive acompanhantes masculinos, informa a polícia de Waterbury.
O Pe. Kevin Gray, de 64 anos, ex-padre da paróquia Sagrado Coração em Waterbury, foi acusado de apropriação indébita de primeiro grau após roubar 1.3 milhão de fundos da paróquia para pagar acompanhantes, hotéis, almoços e jantares fora e roupas.
Ele levava cartões de crédito para dois homens em sua conta — um a quem ele conheceu num clube de strip-tease, o outro de um serviço de acompanhante. Ele pagou a matrícula de Harvard para outro homem que ele conheceu no Central Park.
“Até essa investigação ele tinha uma reputação excelente”, Christopher Corbett, capitão da polícia, disse para a Fox News. “A vida que ele estava levando na Cidade de Nova Iorque era muito diferente da vida que ele estava levando em Waterbury como padre. Ele é certamente um exemplo de alguém que estava levando uma vida dupla”.
O padre começou a pegar dinheiro quando foi transferido para o Sagrado Coração em 2003. Ele disse para a polícia que “desenvolveu um ódio de ser padre” e “sentia que a igreja estava em dívida com ele”.
Ele odiava o Catolicismo mas pelos vistos não odiava o dinheiro que os católicos lhe davam.
Este ódio a tudo o que se identifica com a Bíblia é bem comum entre os homossexuais.
As discrepâncias financeiras foram denunciadas pela arquidiocese em 27 de maio depois que o Pe. Gray ficou de licença médica em abril e desapareceu. Ele se entregou para a polícia na terça-feira, e foi incriminado com uma fiança estipulada em 750.000 dólares.
O depoimento policial juramentado diz que o Pe. Gray disse para a polícia que ele é homossexual e que ele tem objeções ao ensino da Igreja Católica sobre a homossexualidade.
Mas não tinha objecções em usar o dinheiro da igreja? Se ele não gostava do que a igreja ensinava, porque é que ele não abandonou o sacerdócio?

Ah, espera. Mas depois como é que ele sustentaria o seu comportamento homossexual, certo? Esqueci-me dessa parte.

Numa instrução de 2005, o Vaticano proibiu a admissão de homossexuais nos seminários, e avisou que “não se deve de forma alguma ignorar as consequências negativas que podem derivar da ordenação de pessoas com tendências homossexuais profundamente enraizadas”.
A ordem oficial foi ignorada em muitas dioceses, e recebeu até oposição direta de alguns bispos e ordens religiosas.
Ou seja, as instituições com autoridade dizem para não aceitar pessoas que adiram ao comportamento homossexual, mas as dioceses ignoram a ordem. No entanto, quando esses mesmos homossexuais são mais tarde acusados de abusar de meninos, é a liderança católica que tem que responder pelos actos. Portanto, os católicos tem que responder por crimes contra os quais eles estão a lutar enquanto que os homossexuais são mantidos como as "vítimas" neste processo todo.
Alguns comentaristas sugeriram que a instrução não tinha o objetivo de barrar homens com tendências homossexuais, mas meramente aqueles com uma sexualidade imatura.
Mas o Cardeal Tarcisio Bertone, secretário de Estado do Vaticano, reafirmou o ensino em 2008, numa carta aos bispos do mundo, insistindo em que a proibição na admissão em seminários de homens com tendências homossexuais se aplica universalmente.
E com toda a razão.
Veja a cobertura relacionada de LifeSiteNews:
Homosexuals Not Permitted in Any Seminaries, Reaffirms Vatican
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/may/08052009.html
Vatican Officially Releases Document on Homosexuality and the Priesthood
Extracts From Official Release of Vatican Document on Homosexuality and the Priesthood
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10070705

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Funcionários Homossexuais do Vaticano removidos depois de revelações de rede de prostituição

Como acontece com frequência, são quase sempre os mesmos a dar mau nome a organizações Cristãs. O Deus da Bíblia condena a sodomia e a fornicação, mas quando pessoas que pensam que são Cristãs são apanhadas nesse vício, a grande média esquerdista trata de associar o Cristianismo com tais pecados, como se a Igreja Católica estivesse de acordo.

A infiltração da Igreja Católica por parte de homossexuais é algo que se deve analisar com mais pormenor. Será isto algo que faça parte de uma acção organizada?

Hilary White
ROMA, Itália, 8 de março de 2010 (Notícias Pró-Família) — Dois funcionários do Vaticano foram removidos depois de revelações de que eles estavam envolvidos numa rede de prostituição homossexual.
Angelo Balducci, um Papal Gentiluomini (“chefe de cerimônia” que ajuda a saudar os dignitários), e Thomas Chinedu Ehiem, um nigeriano de 29 anos que era corista profissional no Coro Giulia, que canta na Basílica de São Pedro, estavam trabalhando juntos para fornecer ao sr. Balducci prostitutos homossexuais.
A descoberta foi feita por escutas telefônicas da polícia italiana durante uma investigação sobre o envolvimento de Balducci em corrupção política por causa de contratos de obras públicas. Essa corrupção foi noticiada no jornal italiano La Repubblica na quinta-feira. O programa Panorama da BBC citou Ehiem dizendo: “Ele [Balducci] me perguntava se eu podia conseguir outros homens para ele. Ele me disse que era casado e que eu tinha de fazer tudo com muita discrição”.
“Ele pedia e eu fazia. Ele costumava me dar 50 ou 100 euros, nunca mais do que 1.000 ou 1.500 euros por ano”, disse Ehiem.
O jornal Guardian obteve cópias escritas das conversas entre Ehiem e Balducci que revelam que pelo menos um dos prostitutos homossexuais era um seminarista, além de um ex-modelo masculino e jogador de futebol americano. As cópias escritas revelam que durante um período de cinco ou seis meses em 2008, Ehiem conseguiu para Balducci pelo menos 10 contatos com homens, coletados do site “Pianeta Escort” (Planeta Acompanhante).
O papel do Papal Gentiluomini é em grande parte cerimonial e a principal ocupação de Balducci é como engenheiro e membro da diretoria do Ministério de Obras Públicas da Itália.
A polícia italiana, investigando em favor de promotores de Florença, declarou: “A fim de organizar encontros casuais de natureza sexual, ele fazia uso da intermediação de dois indivíduos que podem formar parte de uma rede organizada, ativa especialmente em [Roma], de exploradores ou pelo menos facilitadores de prostituição de homens”.
Ehiem foi despedido do Coro Giulia e Balducci, que também trabalha como consultor sênior da Congregação para a Evangelização dos Povos do Vaticano, está preso.
Thomas Williams, padre americano e frequente comentarista nos meios de comunicação, disse para o noticiário da TV CBS: “Estamos apenas arranhando a superfície aqui. Não há a menor dúvida de que mais coisas virão”.
“Só estamos sabendo desses dois homens conectados ao Vaticano de alguma forma, mas obviamente, estamos falando de uma rede, e uma rede sem dúvida significa que há mais pessoas envolvidas”.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/mar/10030801.html

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