terça-feira, 19 de abril de 2011

Previsivelmente, as DST aumentam entre os sodomitas portugueses

O Diário de Notícias informa-nos que:
O número de novos casos de infecção VIH está a aumentar entre os homens portugueses, colocando Portugal em terceiro lugar a nível europeu. Ontem foi inaugurado em Lisboa um espaço que realiza testes gratuitos de despiste rápido.
Como sempre, os esquerdistas lidam com os sintomas e não com a doença. Ninguém parou para pesquisar sobre os motivos que levam a que os sodomitas tenham uma desproporcional presença nas listas de homens com os vírus da SIDA.
Perto do Príncipe Real, a loja do costureiro José Carlos, que faleceu vítima de VIH/SIDA, transformou-se no Check Point Lx, um espaço onde se realizam testes rápidos, anónimos e gratuitos de HIV a homens que têm sexo com homens (HSH).
Um grupo de risco.
Ali, os utentes podem ter aconselhamento psicológico e ser encaminhados para o Serviço Nacional de Saúde.
Podem ter "acompanhamento psicológico" que esteja de acordo com o que os esquerdistas querem. Aconselhamento psicológico por parte de profissionais com taxas de sucesso em ajudar pessoas com atracção homossexual indesejada não são bem vindos.
Quem os recebe não discrimina quem tem opções sexuais diferentes da maioria ou quem está doente, porque quem atende também é homossexual ou está infectado.
Estas palavras são uma forma indirecta de dizer que quem é contra a sodomia está a "descriminar".
“Este é um espaço da responsabilidade de uma organização não governamental, envolvendo pessoas que, ou são portadoras de VIH ou são homens que fazem sexo com homens, ou seja, há um acompanhamento feito entre pares com apoio de profissionais de saúde.
Mas se é um "espaço de responsabilidade", não deveria tentar fazer ver aos HSH que a sodomia é uma práctica sexual auto-destrutiva, e que o estilo de vida homossexual não é saudável? Aparentemente a definição de "responsabilidade" varia.
Este é um passo de gigante porque a sociedade foi capaz de se organizar e ir buscar os apoios que necessitava para dar uma resposta mais sólida”, saudou a ministra da saúde, Ana Jorge, que presidiu à inauguração do Check Point Lx.
Mas, tal como foi dito em cima, estes pontos de análise, embora bem vindos no sentido do sodomita ficar a saber se está ou não contaminado, é lidar com sintomas. A verdadeira ajuda seria a sociedade fazer ver aos sodomitas que o seu estilo de vida não é saudável, e que é possível abandoná-la. E, não, não é "descriminação" querer ajudar pessoas que queiram sair da vida homossexual, ou informar as consequências de tal vida. Pelo contrário, é uma enorme demonstração de preocupação avisar os outros quando estes estão a prosseguir num caminho que os está a destruir física e emocionalmente, e que vai, por fim, conduzi-los a separação eterna (inferno).
O Check Point Lx pretende ser uma ajuda para tentar inverter uma tendência que se começou a revelar com o virar do século: “Em 2000, começou a aumentar o número de casos de infecção entre HSH”, resumiu Luís Mendão, presidente do Grupo Português de Ativistas sobre Tratamentos de VIH/Sida (GAT), organismo responsável pelo gabinete hoje inaugurado.
E porque é que isso aconteceu?
“Neste momento, Portugal é o terceiro país dos 27 da Europa com o maior número de novos casos diagnosticados entre os HSH”, lembrou Luís Mendão em declarações à Lusa, acrescentando que este aumento começou a notar-se mais a partir de 2005. Os dados mais recentes dizem respeito a 2008, ano em que se registaram 365 novos casos em Portugal.

“À nossa frente só temos a Inglaterra e a Holanda”, lamentou o presidente do GAT, sublinhando que “se a infecção for diagnosticada cedo e a pessoa se tratar há uma enorme diminuição das transmissões do VIH”.

No entanto, a maioria não realiza testes de despistagem, segundo um estudo apresentado pela médica Maria José Campos.

E é por isso que o sangue de homossexuais activos (ou de qualquer outro grupo de risco, como as prostitutas ou os tóxico-dependentes) nunca deve ser aceite pelos bancos de sangue.
Um inquérito online realizado no ano passado a 180 mil homens em toda a Europa, dos quais cinco mil viviam em Portugal, revelou que apenas 45,9 por cento dos portugueses tinha realizado um teste VIH no último ano. "São números preocupantes", desabafou em declarações à Lusa Maria José Campos.

O coordenador Nacional VIH-SIDA, Henrique Barros, destacou o papel do centro Check Point Lx, lembrando que esta população dos HSH “viveu sempre muito escondida e oculta em Portugal”.

O facto dos sodomitas ter vivido vidas "escondidas" e "ocultas" não explica a sua desproporcional presença entre os contagiados pelo vírus. Aliás, esta informação é irrelevante.
“Estamos a trazê-la à luz do dia, combatendo discriminações e estigmas e garantindo que tem acesso em tempo à prevenção e ao diagnóstico para evitar que haja um aumento incontrolável da infecção”, defendeu em declarações à Lusa, aplaudindo o trabalho que agora começa a ser realizado pelas equipas do Chek Point Lx.
Qual "descriminação"? Qual "estigma"?

Se o Henrique Barros está determinado em "evitar que haja um aumento incontrolável da infecção" talvez não seria má ideia fazer ver aos sodomitas que a promiscuidade inerente à vida de HSH é o grande motivo que leva a qual eles se encontrem a fazer testes. Afinal, que outro grupo social tem que ter "centros de despiste" no que toca ao vírus? Não são os grupos com vidas sexuais pouco saudáveis, ou pessoas que usem drogas?

Em ambos os casos, o melhor conselho é dizer-lhes para abandonar essa vida, mas no que toca à homossexualidade, por alguma razão já é "descriminação" dizer o óbvio: a sodomia não é saudável.

Mas a Medicina não se deixa controlar por movimentos revolucionários.


Por mais centros que sejam abertos em Lisboa, e por mais bonitas palavras sejam ditas por representantes estatais, a Medicina claramente diz que o estilo de vida homossexual não é saudável.

(Obrigado ao Firehead pela imagem no início do post e ao Hugo Monteiro Dantas pela notícia)

Genocídio contra homossexuais?

Don Hank
Há alguma ameaça de que os gays nos países ocidentais logo sejam exterminados por bandos de homófobos perigosos?
Pergunta muito ridícula, né?
Não, os gays gozam privilégios especiais aqui no Ocidente. Em San Francisco eles têm liberdade de vagar pelados pelas ruas durante a parada do orgulho gay na Folsom Street, praticando reais atos sexuais em público sob a total vista de desafortunados espectadores, inclusive crianças, que tiveram o azar de topar com esse cenário. (Não vou dar os links das fotos dessa perversão, mas se você quiser confirmação, basta buscar no Google usando as palavras chaves: folsom street gay pride ou coisas semelhantes).
Entretanto, muitos governos ocidentais estão aflitos com a “condição horrível” dos gays, ao mesmo tempo em que cristãos no mundo inteiro estão perdendo o direito de dar testemunho sobre a cura e o poder redentor de Deus por meio de Jesus Cristo. A agenda desses tiranos que nos governam mediante furtivas manobras fabianas sem nosso consentimento é evidente para todos os que têm pelo menos metade de um cérebro: Eles estão ansiosos para acabar com a cultura cristã tradicional — aliás, qualquer cultura minimamente decente que inclua o casamento tradicional, a lei e a ordem.
Enquanto isso, os novos governos “democráticos” no Oriente Médio massacram suas populações cristãs, enquanto gozam apoio total de quase toda a classe dominante — essa oligarquia que maneja um poder cada vez mais ditatorial através dos grandes meios de comunicação, universidades, sistema “educacional” e a vasta maioria das classes profissionais, e nossa própria classe dominante finge se importar profundamente com a perseguição aos gays.
Logo depois que o governo americano invadiu o Iraque, as igrejas cristãs assírias começaram a ser queimadas e suas congregações perseguidas, assassinadas e dispersas. Muitos agora vivem na Suécia. O governo americano não disse nada, fingindo que o único inimigo era o “terrorismo”, não o fanatismo islâmico. Os cristãos coptas no Egito estão neste momento sofrendo destino semelhante, graças em grande parte à colaboração do Ocidente. As forças armadas do novo governo “democrático” egípcio apoiado por Obama e pelos líderes da Europa atacaram um monastério copta logo depois que Mubarak foi derrubado da presidência, baleando e matando vários monges. A Irmandade Muçulmana, apoiada por Barack Obama, está por trás da matança e perseguição. A imprensa ocidental está de boca totalmente fechada.
Mas os meios de comunicação e a oligarquia nos dizem que são os gays que estão sendo perseguidos e estão em necessidade extrema de nossa proteção. É mentira. Os gays não estão sofrendo nem mesmo a fração de um por cento da perseguição que os cristãos estão sofrendo no mundo inteiro. No entanto, eles são a nova classe protegida, e governos como o do Brasil estão correndo para ajudá-los como se eles tivessem sido vítimas de um tsunami, terremoto e desastre nuclear.
Na maioria dos países, ninguém ousa mencionar que o estilo de vida deles provoca doenças como a AIDS ou outras DSTs. Ninguém pode nem mesmo dar um conselho e assistência para ex-gays ou pessoas com atrações indesejadas de mesmo sexo. Meu amigo brasileiro Julio Severo foi forçado a deixar sua pátria porque aconselhava os homens a vencer a homossexualidade e viver vidas seguras, saudáveis e morais.
Ele estava lhes oferecendo valiosa assistência.
Mas a liderança de extrema esquerda do Brasil, começando com o ex-presidente Lula e agora continuando com Dilma Rousseff (que é mais venenosamente anticristã e é uma ex-terrorista envolvida no assassinato de várias pessoas, inclusive um americano), diz que é ilegal ajudar os homossexuais a vencerem seu estilo de vida.
Qualquer pessoa que está nesse estilo de vida está praticamente enjaulada, por lei, pelo resto da vida.
Qualquer homem que deseja abandonar o sexo anal, por motivos de segurança, fé ou moralidade, ou quaisquer que sejam as razões, é aconselhado a deixar o Brasil.
Não há espaço para a decência no Brasil, que vem passando por um perfeito bombardeio de malignidade ultra-marxista e não tem como sair desse rumo. O resto do Ocidente está seguindo a mesma tendência.
E a maioria dos americanos (e europeus) não está atenta à tragédia moral que está se revelando no Brasil.
É hora de despertarmos e procurarmos conhecer as pessoas que vivem no mesmo hemisfério que nós. É hora de aprendermos uma nova palavra no vocabulário: Não.
Não conosco. Não com meu país.

Mais detalhes sobre Julio:

Julio Severo provocou um “terremoto” quando alertou as igrejas e a sociedade do Brasil sobre a agenda gay e sobre a reversibilidade do imoral estilo de vida gay.
Ele é o autor do livro “O Movimento Homossexual”, publicado em 1998 pela Editora Betânia. Seu livro foi o primeiro livro em português a desmascarar as intenções do movimento gay.
Em 2007, quando ele ajudou a conscientizar o público sobre o PLC 122, o projeto de lei “anti-homofobia”, os ativistas gays começaram a ameaçar a Editora Betânia, que abandonou o livro sob essa pressão. Os ativistas também entraram com ações contra Severo. Desde então, o MPF vem tentando amordaçá-lo e bloquear seus artigos.
Provavelmente, eles nada podem fazer contra ele agora, pois ele está longe do Brasil. Mesmo assim, a maior organização gay do Brasil, que recebeu apoio de Hillary Clinton para ter credenciamento oficial na ONU em 2010, está buscando achar sua localização. Essa mesma organização, a ABGLT, também entrou com ação contra ele.
Blog Julio Severo:

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Incentivo à aceitação da depravação sodomita

(Fonte)
Mais uma ideia aberrante, noticiada no

A associação que representa pais de filhos homossexuais (Associação de Mães e Pais pela Liberdade de Orientação Sexual (AMPLOS)) defende que as figuras públicas com peso em Portugal devem assumir a sua homossexualidade para "ajudar a sociedade a tornar natural esta orientação sexual".

Os vícios privados não se podem tornar pecados públicos. O vício praticado dentro de quatro paredes é mau, mas só os praticantes de tal vício terão de prestar contas do seu pecado. A nós, compete-nos repetir-lhes a Doutrina Moral da Santa Igreja e rezar pela sua conversão.

Escusado será dar escândalo em público, tentando enganar os mais ignorantes, defendendo que uma coisa IMORAL e ANTI-NATURAL (a prática de actos homossexuais) se trata de uma normal e natural orientação sexual. Já há exemplos claros e recentes de como a natureza se revolta e bem! E os atentados à ecologia são o menos...

A orientação sexual só existe num sentido: em direcção ao sexo oposto.

O que passa disso não é orientação sexual nenhuma, mas perversão sexual.


[Meu comentário]: Obviamente que a parte que diz "Liberdade" no nome desta organização é uma mentira. Eles não são a favor da liberdade em ser homossexual (que já existe) mas sim contra a liberdade de quem não considere o ânus um órgão sexual.

Segundo esta organização, a forma de destruir a natural aversão que as pessoas tem ao comportamento homossexual é tornar as figuras públicas homossexuais o mais visível possível.

Só que a visibilidade tem um preço. Perguntem a qualquer pessoa que se tornou famosa e ela confirmará. Se estes pais querem que os homossexuais se tornem ainda mais visíveis, eles tem que se mentalizar que com a visibilidade vem a possibilidade de ser alvo de mais críticas. Isto é certinho direitinho.

Mas, claro, isto esta associação de pais já não quer. O que eles querem é visibilidade e impunidade na promoção dum comportamento que a Medicina qualifica de auto-destrutivo (vêr aqui e aqui).

Percebe-se que como pais e mães de pessoas que sentem prazer com certas prácticas sexuais pouco saudáveis eles queiram proteger os seus filhos de críticas, mas isso não vai ser conseguido tornado este tipo de gostos o mais visível possível e tentado colocá-lo livre de criticismo. Isto só vai ter os resultados opostos.

Além disso, duvido muito que a maioria dos homossexuais se sinta confortável com a noção de ver o seu gosto sexual "protegido pelo Estado".

sábado, 16 de abril de 2011

Pesquisa de Hábitos Sexuais dos Homossexuais (Gay Report)

(Fonte)

Em 1979, os pesquisadores homossexuais Karla Jay e Allen Young publicaram The Gay Report, um livro de mais de 800 páginas descrevendo os hábitos e atitudes sexuais dos homossexuais.

O livro é baseado em 1,900 respostas de pesquisa sexual de homossexuais masculinos, 1,000 de homossexuais femininas, e 2,500 de questionários da revista Blueboy. (Blueboy era um jornal homossexual de Miami.)

O Gay Report é um livro obsceno, mas fornece uma precisa visão geral “dos próprios homossexuais” dos depravados estilos de vida que eles levam.

Nesse sumário de citações do The Gay Report, nós evitamos citar muitos dos comentários obscenos feitos pelos homossexuais a respeito de seus hábitos de sexo.

Hábitos Sexuais de Homossexuais Masculinos

Capítulo 13, “Variações Eróticas de Alguns Homens Gays”, listou estatísticas de centenas de homossexuais que responderam à pesquisa de Jay & Young sobre hábitos sexuais. Na página 555, os autores listam 13 diferentes actividades sexuais.

Homossexuais admitiram que “de certa forma frequentemente” engajaram-se nas seguintes actividades: sado-masoquismo, 6%, escravidão e disciplina, 4%, urina, 10%, humilhação, 3%, enemas, 1%.

Homossexuais masculinos admitiram muito mais frequentemente se engajar em atcos sexuais a três.—5%; 10% “de certa forma frequentemente” e 20%, “de certa forma não frequentemente. Homossexuais admitiram se engajar em orgias ou sexo grupal: 4% “muito frequentemente,” 6% “de certa forma frequentemente,” 16% “de certa forma não frequentemente.” (P. 587).

Promiscuidade: Homossexuais Masculinos que responderam à pesquisa de Jay & Young indicaram que eles são altamente promíscuos. No Capítulo 7, “Homens Gays: Alcançando Exteriormente, Olhando Interiormente,” Jay & Young publicaram estatísticas sobre quantos parceiros sexuais homossexuais têm em uma semana, um mês, um ano, e a vida toda.

As estatísticas sobre parceiros a vida toda revelaram que 15% tiveram de 1-10 parceiros; 17% tiveram de 11-25; 20% indicaram 26-50 parceiros; 6% tiveram 51-75; 7% tiveram 76-100; 8% tiveram 101-200; 4% tiveram 201-300; 6% tiveram 301-1,000; 17% tiveram milhares ou “muitos.” (pgs 248-249).

Um respondente dessa parte da pesquisa sexual registou:

“A promiscuidade é um conceito heterossexual que é usado para nos atacar…. Eu acho isso desumano, sexista e, no final das contas, danoso à psique. Se você fala em termos de ‘liberdade sexual’ e divide experiência sensual, pode ser uma coisa magnífica. Eu suponho que tudo dependa dos motivos.”
Monogamia: Homossexuais também têm uma diferente definição do que a monogamia significa em um relacionamento. No Capítulo 9, “Homens Gays: Pares, Solteiros, e a Questão Mulher Masculinizada/Fêmea,” homossexuais masculinos foram solicitados a descrever como eles vêem fidelidade, monogamia e inveja.

Eis aqui várias respostas:

  • “Monogamia é uma forma de insegurança expressada principalmente por agarrar à força alguém, e agarrar à força mais frequentemente conduz ao estrangulamento.”
  • “Nós éramos estritamente monógamos pelos primeiros três anos, mas incluí três outros amigos no ano passado.”
  • “Quando eu começo a ficar emocionalmente envolvido com alguém, eu descubro que não é uma boa ideia para mim ter sexo com outras pessoas, assim eu não me torno obcecado.”
  • “Monogamia significa ter um parceiro em um tempo, e o que os gays usualmente pensam é o caso de ter um amante e ter sexo com outros. Isso é mais apropriadamente rotulado de exclusividade ou não-exclusividade sexual.”
  • “Eu não poderia ser verdadeiro em um acordo monógamo com um outro gay masculino. Homossexualismo e promiscuidade andam de mãos dadas, em minha opinião.” (pgs 358-359)

Hábitos Sexuais de Homossexuais Femininos

No Capítulo 12, “Os Especializados Gostos de umas Poucas Lésbicas,” homossexuais femininas responderam que elas “muito frequentemente” engajavam-se nas seguintes actividades: sadomasoquismo, 0%; escravidão e disciplina, 1%; humilhação, 1%; fisting, 1%. Seis por cento admitiram ter sexo com animais—mas não frequentemente. (pgs. 512-521.)

Trinta e oito por cento das homossexuais femininas admitiram engajar-se em actos sexuais com três pessoas; 16% envolveram-se em orgias sexuais.

No Capítulo 8, “Relacionamentos Lésbicos e Interpretação de Papéis,” homossexuais femininas responderam a questões sobre promiscuidade e relacionamentos monógamos.

Promiscuidade: Homossexuais femininas tiveram os seguintes parceiros sexuais por toda a vida: 62% tiveram 1-10 parceiros sexuais; 24% tiveram 11-25; 11% tiveram 26-50; 1% tiveram 50-300; e 2% indicaram “centenas” por toda a vida. (pg. 324)

Monogamia: Eis aqui várias respostas à questão da monogamia:

  • "Eu tenho sexo fora do relacionamento, e nós falamos disso abertamente. Até aqui houve um efeito positivo."
  • “Eu tenho sexo com a mulher que eu moro e com outra amante.”
  • “Umas noites tudo bem para cada um de nós se nada melhor aparecer.”
  • “Nós temos sexo fora do nosso relacionamento. Nós nos sentimos enriquecidas com nosso sexo juntas e nossa própria sexualidade.” (pgs. 326-327)

Visões sobre o Assim-Chamado Casamento Gay.

No Capítulo 9, homossexuais expressam suas visões sobre o assim-chamado “casamento gay.” Eis algumas de suas respostas:

  • “Casamento é um fingimento. Significa para o público atrapalhar relacionamentos privados. Não legalizar casamento gay —declara fora da lei casamento heterossexual!”
  • “Casamento deveria ser reestruturado e abolido pelo estado.”
  • “Casamento deveria ser abolido.” (pgs. 363-364)

Hábitos Sexuais Permanecem Essencialmente os Mesmos Hoje

Embora esse livro tenha sido publicado em 1979, o fato é que homossexuais continuam a se engajar hoje nas mesmas actividades sexuais— mesmo que a AIDS continua a se difundir entre homossexuais.

O relato TVC, “Comportamento Homossexual Abastece a AIDS e epidemias de DST’s,” cita um relatório do CDC de Novembro de 2003, documentando o crescimento do HIV entre homossexuais em 29 estados em 2002. O relatório também cita Dr. John Diggs, que publicou “Os Riscos à Saúde do Sexo Gay” para o Corporate Resource Council.

Diggs registra que homossexuais tipicamente se engajam em sexo oral e anal, coroar (boca em contato com o ânus), fisting (inserção do punho e braço no interior do ânus), chuveiros dourados (urina), sadomasoquismo, e a inserção de tais objectos como garrafas, lanternas e até mesmo roedores no interior do reto.

Em acréscimo, muitos homossexuais estão se engajando em festas de “barebacking”, que são orgias de sexo incluindo vários indivíduos que estão infectados pelo HIV. Alguns homossexuais são “perseguidores de vírus,” que deliberadamente procuram ser infectados. A revista Rolling Stone (Janeiro de 2003) detalhou essa prática entre muitos homossexuais.

Homossexuais continuam a infectar uns aos outros e se engajar em comportamentos que podem matá-los.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Ricky Martin usa visibilidade para promover promiscuidade

Um cardeal Católico pede a Ricky Martin que pare de promover o estilo de "vida" homossexual durante a sua tournée que tem o nome de Musica Alma Sexo or “MAS”.

Durante uma entrevista à publicação espanhola Primera Hora, o Cardeal Luis Aponte Martinez, o arcebispo de San Juan, no Porto Rico, não só pediu ao Ricky Martin para promover valores que são partilhados por todos, como disse também que "fomentar a homossexualidade e a promiscuidade sexual entre os jovens é sem dúvida imoral, independentemente donde venha".

Ricky Martin, que se assumiu como sodomita recentemente (depois de anos a identificar-se como heterossexual), anunciou que o seu novo musical vai incluir "jogos sexuais" que, segundo afirma o próprio, "fazem parte do seu estilo de vida".

Que a promiscuidade é uma característica da homossexualidade é algo que nem é preciso procurar muito para confirmar. É impressionante que ainda haja pessoas que ainda se deixem levar pela conversa dos activistas sodomitas.

O Cardeal disse ainda:

Eu pessoalmente admiro o Ricky pelos dotes artísticos que o Senhor lhe deu, mas peço, por amor aos seus filhos, a quem eu acho que ele deseje tudo de bom, que tente dar exemplo para os nossos jovens dos enormes valores que todos partilhamos, com a excepção do sexo. . . . [A igreja Católica] não rejeita o homossexual mas sim as acções e as condutas que são contra a moralidade.
No bom espírito marxista cultural, o sodomita Ricky Martin rejeitou os pedidos do Cardeal e numa entrevista posterior disse:
Vamos fazer o espectáculo sem medo. Sim, os espectáculos irão ter o seu momento sensual e sexual, mas com classe, uma vez que muitas pessoas gostam de se divertir . . . . Não sou uma moeda de ouro que sempre é bem recebida pelo mundo. Eu estou focado no amor e na afeição que recebo noite após noite nestes espectáculos.

Que queda vertiginosa para um rapaz que chegou a ser rapaz de altar. Enquanto criança servia a Deus mas agora quer promover um estilo de vida que demonstram o quão firme é a sua devoção ao príncipe das trevas.

Que sejas muito "feliz" no que te resta da tua vida, Ricky, porque depois de morto, a tua eternidade não vai ser muito feliz.

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