terça-feira, 5 de julho de 2011

Fascismo Sodomita Anti-Cristão

VIENA, Áustria, 13 de maio de 2011 (C-FAM/Notícias Pró-Família) — Nem mesmo a profissional experiente em guerra cultural estava preparada para as intimidações que recebeu num encontro oficial de direitos humanos da União Europeia. Ela também não estava preparada para presenciar o que viu: ativistas homossexuais dando vivas por condutas violentas contra os cristãos.
Dra. Gudrun Kugler
A Dra. Gudrun Kugler dirige uma organização de direitos humanos com sede em Viena chamada Observatório da Intolerância e Discriminação contra os Cristãos na Europa, a qual monitora e registra o que alguns chamam de “cristianofobia”.

O professor Joseph Weiler da Escola de Direito da Universidade de Nova Iorque inventou o termo depois que Rocco Buttiglione foi rejeitado em 2004 para um cargo de elevada posição na Comissão Europeia por suas convicções cristãs acerca da homossexualidade.

A discriminação contra os cristãos por suas convicções está crescendo no mundo inteiro, inclusive no que alguns consideram ser a Europa tolerante. Alguns meses atrás, um casal cristão foi informado de que não mais poderia trabalhar como pais adotivos pelo fato de que tinham a opinião cristã sobre a homossexualidade. Um eletricista governamental do Reino Unido recentemente enfrentou demissão por mostrar um crucifixo no painel de instrumentos da van de sua empresa. Uma multidão em Bruxelas deu vivas quando um arcebispo foi atacado com tortas de creme.
No ano passado, Kugler foi aceita na comissão consultiva da Plataforma de Direitos Fundamentais da Agência de Direitos Fundamentais, uma convenção de organizações não governamentais preocupadas com direitos humanos.

A aceitação dela não ocorreu sem polêmica. Kugler é conhecida por se opor a adoções de crianças por duplas gays. Ela foi investigada por um funcionário da Agência por três meses para garantir que a “oposição dela à adoção de crianças por duplas gays não seja uma violação de direitos fundamentais”.

O que Kugler sabe é que boa parte da discriminação contra os cristãos na Europa vem dos grupos homossexuais de pressão política e legal e que muitas vezes a agenda homossexual triunfa sobre a liberdade de religião em áreas oficiais.
No mês passado Kugler apresentou um documento elaborado por sua organização, o Relatório de Cinco Anos de Intolerância contra os Cristãos na Europa, na conferência sobre sociedade civil da Agência. Num informe no site MercatorNet.com Kugler disse que “estava consciente de que minha audiência não seria favorável, já que o combate à homofobia é sempre a principal preocupação desses encontros”.
Apesar disso, Kugler sugeriu para a organização que a realização de um “beijaço” na Catedral de Notre Dame em Paris não era algo que demonstrava respeito aos cristãos. Ela disse que imagens anticristãs em paradas homossexuais, inclusive deboches do crucifixo, eram demonstrações semelhantes de falta de respeito.
Kugler sugeriu: “Ninguém deveria ser mandado para a cadeia por declarar de forma respeitosa uma opinião que não defende o uso de violência”. A multidão de direitos humanos gritou “Não!” Alguns responderam: “As pessoas deveriam ir para a cadeia pelo que dizem, se for um comentário negativo contra um grupo minoritário vulnerável…” [Excepto se o grupo minoritário for um grupo Cristão - Mats] Kugler disse que um funcionário da Agência de Direitos Fundamentais fez com a cabeça sinal de que estava concordando.
Kugler também relatou para o grupo como uma farmácia de Berlim sofreu vandalismo por recusar vender a pílula do dia seguinte, que tem função às vezes micro-abortiva. As janelas da casa do farmacêutico foram quebradas e sua farmácia foi destroçada. Um dos participantes gritou: “Muito justo!”
Kugler escreveu no MercatorNet que ela “ama os direitos humanos, e estou contente com o fato de que os direitos humanos estejam ocupando um lugar tão proeminente na sociedade de hoje. Mas eles são vulneráveis ao fundamentalismo e às ideologias. Enquanto os direitos fundamentais forem usados para promover a agenda de alguns grupos radicais, eles nunca serão plenamente respeitados”.
Publicado com a permissão de C-Fam.org
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segunda-feira, 4 de julho de 2011

Secularista inglês para os religiosos: se não gostam da nossa definição de igualdade podem-se ir embora!

O Rabino-Chefe lorde Sacks afirmou que as tentativas de imposição de um modelo de igualdade "único" sobre as organizações religiosas está a corroer as liberdades religiosas. Ele avisou que tais acções na Grã-Bretanha podem trazer de volta a atmosfera que levou a que muitos ingleses abandonassem o país em busca de liberdade religiosa.

Os comentários de Sacks foram bem recebidos pelos grupos de liberdade religiosa Cristãos, mas atacados pelos representantes dos grupos anti-religiosos.

Preocupação.

O Rabino-Chefe falava perante o Comité Selecto da Casa dos Comuns juntamente com representantes da Igreja de Inglaterra, a Igreja Católica e o líder da Associação Humanista Britânica (militantes ateus).

Sacks disse que partilha da preocupação real dos líderes Cristãos, e concordou que aqueles que tentam impôr o modelo de igualdade e anti-descriminação sobre as organizações religiosas estão a destruir a liberdade religiosa. Ele acrescentou ainda que a Inglaterra caminhava para trás no tempo, para a altura do Mayflower quando muitos abandonaram o país "para encontrarem liberdade religiosa noutros sítios".

Imposição.

Bernard Jenkin MP, que liderou o Comité, avisou também que um "absolutismo humanista" seria "tirânico".

Andrea Minichiello Williams do grupo "Christian Concern" recebeu os comentários do Rabino-Chefe com agrado. Ela disse:

Tem havido uma significativa limitação da liberdade religiosa devido à cultura da "igualdade" e a imposição do politicamente correcto sobre o público.
Ela disse ainda que isto é "uma consequência inevitável do secularismo, que promete uma utopia mas dirige a sociedade para uma tirania" e acrescentou que não só o secularismo não é neutro como pune os dissidentes."

Mas Terry Sanderson, militante ateu e presidente do grupo "National Secular Society" (NSS), disse que as leis da igualdade que Sacks "ataca são uma conquista maravilhosa e algo que a maioria das pessoas - incluindo muitos Judeus - recebem como algo progressivo, justo e fortemente ansiado".

O militante ateu Sanderson acrescentou que o Rabino-Chefe era "egoísta, egocêntrico e politicamente motivado".

Uma das coisas que nós podemos ter a certeza em relação aos esquerdistas é que nós podemos saber o que eles geralmente são (ou tencionar fazer) pelas acusações que eles fazem aos religiosos - em especial aos Cristãos. Os militantes ateus é que geralmente são os "egoístas, egocêntricos e politicamente motivados".

Sanderson continuou com a demonstração do seu totalitarismo ao escrever no site da NSS:

A minha mensagem para o lorde Sacks, Andrea Minichiello Williams, Lord Carey, o Christian Institute e todos os outros choramingas é: se vocês realmente pensam que a vida neste país é intolerável e querem ir para outro sítio onde os vossos preconceito - digo, liberdades religiosas - podem ser expressas sem oposição, deixem-me citar uma canção do filme West Side Story: I know a boat you can get on. Bye-bye.’”

É sempre bom falar com "adultos" que consideram "vai-te embora!" como uma forma válida de argumentação.

Se vocês forem lêr o que o militante ateu escreveu no seu site, sem dúvida que irão observar o tom raivoso que ele usa para classificar as palavras do Rabino-Chefe.

Paralelamente, o militante diz que as leis da "igualdade" (que são uma fabricação monumental uma vez que a homossexualidade não é igual à heterossexualidade) estão feitas de forma a "proteger" os homossexuais. Mas quem é que protege os Cristãos e os Judeus das leis da "igualdade"?

O mentiroso diz ainda que o Rabino se deveria sentir "sortudo" por viver num país secularizado e "tolerante" como a Inglaterra. Isto é totalmente orweliano, especialmente quando sabemos que essas leis da "igualdade" estão a ser usadas PRECISAMENTE para promover a intolerância e remover os verdadeiros direitos humanos dos Judeus e dos Cristãos religiosos.

Quem não se lembra da psicóloga Cristã que pode perder a sua carteira profissional por ter oferecido ajuda REQUISITADA a um homossexual, depois deste ter mentido e dito que precisava de ajuda para abandonar o seu estilo de vida auto-destrutivo?

Quem não se lembra do casal inglês, Peter and Hazelmary Bull, vítimas das leis da "igualdade" por se recusarem a violar os seus preceitos religiosos acomodando 2 homens no mesmo quarto, quando o seu estabelecimento só reconhece como "casal" um homem e uma mulher?

Portanto, as palavras do Sanderson são pura mentira. Ele sabe bem que as leis da igualdade tem como propósito acabar com a liberdade religiosa, e é precisamente por isso que os secularistas as fomentam com tanto vigor.

Se não fosse o aspecto anti-Cristão das leis da "igualdade", os humanistas não veriam nelas qualquer tipo de utilidade.

Símbolo Tolerante e Secular

domingo, 3 de julho de 2011

Franceses dizem "non!" ao gaysamento


A definição de casamento foi mantida pelo parlamento francês.

A lei francesa foi previamente desafiada por uma dupla de lésbicas que apelava pelo gaysamento como forma de obterem direitos de herança e de custódia que estão reservados ao casamento natural.

O mais alto tribunal francês, no entanto, decidiu em favor da definição tradicional de casamento e disse as lésbicas para irem brincar lá fora.

Casamento

O tribunal disse que era a função do parlamento decidir se se iria ou não alterar a lei, mas os membros da câmara inferior votaram 293 contra 222 em favor da definição tradicional de casamento.

Fonte


Curioso como um dos países mais cristofóbicos da Europa ainda mantenha a sanidade no que toca ao casamento. Portugal, supostamente um país Cristão, foi traído por uma classe política socialista, e viu o gaysamento a ser-lhe imposto. A população poderia ter feito mais.

A utilidade do homossexualismo para a destruição da família tradicional

Fonte

Segundo um estudo desenvolvido pela economista e doutora em saúde pública, Márcia Pinto, o fumo causa um prejuízo anual de, pelo menos, R$ 338,6 milhões ao SUS.

Conforme esse blog já noticiou, por sua vez, o custo anual do Governo Federal no tratamento de pacientes homossexuais com AIDS é de aproximadamente R$ 280 milhões. Portanto, o homossexualismo causa um prejuízo equiparável ao fumo, no que concerne à saúde pública.

Segundo estudo do Dr.Paul Cameron PHD, no entanto, o homossexualismo é mais nocivo à saúde do que o cigarro, tendo em vista abreviar mais anos de vida de uma pessoa.

Assim, é totalmente contraditório um mesmo governo combater o tabagismo ao mesmo tempo em que faz apologia homossexual, financiando paradas gays e promovendo toda sorte de campanhas contra a homofobia.

Por que reprimir um comportamento deletério à saúde pública e estimular outro? Essa é a verdadeira dialética da contradição. Se as pessoas são pressionadas a abandonar o fumo, por que então também não são pressionadas a abandonar o homossexualismo? São dois comportamentos prejudiciais à saúde pública, conforme já restou provado.

A lei antifumo é corolário do direito à saúde. A única justificativa para se reprimir o fumo em espaços mais reservados é a de preservação da saúde pública.

Então vêm alguns "juristas" e explicam que o homossexualismo é diferente. É um "direito humano"; um "direito de personalidade", ainda que não haja qualquer prova de alguém nasça homossexual. Chegam a inventar um tal de "direito à intimidade sexual" ou "direito à identidade sexual"...

Parece claro que se tais ficções jurídicas podem ser inventadas em benefício do homossexual e às expensas da sociedade, o mesmo poderia ser feito em benefício do fumante. Poderíamos então falar em "direito à autodeterminação pulmonar" ou "direito à identidade tóxica" para defender o fumante, mas isso não é falado porque não está na lógica dos interesses de nossa elite governante.

A única explicação que temos para essa dialética da contradição é que realmente há má-fé no trato dessas questões por parte desta nossa elite. São duas questões análogas - a defesa do direito à saúde - que no entanto merecem tratamento distinto, violando assim o Princípio Constitucional da Isonomia. Deveriam comportar idêntico tratamento, mas não têm. Ora, se o fumo causa prejuízos à saúde pública, o homossexualismo também traz. Então por que reprimir o fumo e fazer apologia homossexual?

Os homossexuais conseguem jungir capitalismo e socialismo sob uma mesma bandeira: a bandeira do movimento gay. Um movimento que não brotou espontaneamente, mas que foi financiado e cresceu sob o patrocínio de grandes organismos e ideologias antifamília e antivida.

O interesse em se beneficiar o homossexualismo é o de combater a natalidade e a familia, ao mesmo tempo em que mina as bases cristãs da sociedade. O homossexualismo é uma modalidade de pansexualismo. Sua difusão social enfraquece os laços familiares e o comportamento altruísta do indivíduo.

Por isso, o custo à saúde pública é um custo de oportunidade das elites. Se de um lado eles perdem, do outro "ganham", seja incentivando os povos a não procriar, seja combatendo a família, que persiste sendo o núcleo fundamental de proteção ao cidadão contra a opressão do Estado. O alto custo da sodomia é, pois, um mal necessário.

Está na lógica do socialismo combater a família. A família tradicional é sempre um óbice para que novos valores sejam introduzidos, especialmente entre as novas gerações, os mais jovens, que governarão o mundo de amanhã. Marx sempre defendeu o desmantelamento da família. Abolir a "exploração das crianças pelos pais" e substituir a educação doméstica pela educação social são alguns dos ideais marxistas, como também a comunidade de mulheres. Em outras palavras, isto significa o fim da unidade familiar.

Isto porque as famílias são monarquias naturais. Dissolvendo as famílias, dissolve-se a unidade, e assim facilita-se o trabalho de doutrinação socialista. Assim, as crianças são miradas pelos socialistas, no sentido de que sejam educadas em lares gays, com vistas a lhes inculcar novos valores como o relativismo, niilismo e o igualitarismo.

O passo seguinte do socialismo, ao desintegrar a unidade familiar, é agrupar indivíduos segundo um interesse comum, a fim de que o voto lhes seja uma moeda de troca. Assim, no socialismo, a pessoa passa a ter seu valor na medida em que pertence a um grupo. E apenas assim. É o que frequentemente observamos nos partidos socialistas apoiando ostensivamente a fragmentação social e racial, através de "comunidades de bairros", "comunidades raciais", enfim, uma nova maneira de sovietizar a sociedade.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Homocéptico

por Orlando Braga

O médico inglês P. J. Saunders, recorrendo ao Urban Dictionary, faz a distinção entre “homofobia” e “homocepticismo”.


Segundo o Urban Dictionary, “um homocéptico é alguém que não odeia homossexuais, mas que não concorda com o princípio da homossexualidade em termos morais e/ou éticos”.

Esta é a definição de “homocéptico”, ou seja, é a sua noção.

Saunders elabora o conceito de “homocepticismo” a partir da noção extraída do Urban Dictionary, acrescentando-lhe algumas características secundárias, a ver:

  • A homossexualidade não é determinada geneticamente;

  • A tendência homossexual não é imutável;

  • A tendência sexual não é uma característica biológica — como são características biológicas a raça, o sexo, e a cor da pele ou a cor dos olhos, etc.;

  • A atracção homossexual não deve ser incentivada pelo sistema de ensino; pelo contrário, deve ser contrariada com apoio médico especializado.

Quando alguém te chamar “homófobo”, responde-lhe que és “homocéptico”. Para além de eventualmente poderes baralhar o teu interlocutor, ele vai ser obrigado a dizer que “homofobia” é a mesma coisa que “homocepticismo” — e aí poderás invocar, como toda a legitimidade, o argumento segundo o qual o gayzismo é uma ideologia política totalitária.

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