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terça-feira, 30 de maio de 2017

Lobby LGBT põe de joelhos Judiciário do Mato Grosso do Sul

Jornalista condenado por possível complô político

Recentemente, as mídias LGBT divulgaram festivamente a condenação do Jornalista Roberto Flávio Cavalcanti na cifra de R$ 15 mil reais numa Ação Civil Pública movida pela Promotoria de Direitos Humanos do Mato Grosso do Sul, cujos pedidos foram acatados pelo Juiz David de Oliveira Gomes Filho, onde se pedia uma indenização pelos “danos morais” causados a travestis e transexuais locais.

A ação teve como móvel uma publicação de 2007 em que o blogue do Jornalista criticava uma enquete da Câmara Municipal de Campo Grande, capital do Estado, endereçando ao público pergunta se devia ser aprovado ou não o repasse de verbas públicas à Associação de Travestis e Transexuais do Mato Grosso do Sul (ATMS).

Eis a íntegra dos comentários impugnados como ofensivos pela Promotoria de Direitos Humanos:

“É o cúmulo da patifaria cogitar distribuição de recursos provenientes de nossos impostos para os próprios e principais hospedeiros de doenças infecto-contagiosas como AIDS e Sífilis. Note que a verborragia da apologia homossexual sempre inclui palavras de toque gentil como ‘tolerância’ e ‘fim ao preconceito e combate à discriminação.’

Se o cidadão de Campo Grande não concorda com isso, poderá manifestar sua opinião numa enquete no sítio eletrônico da Câmara Municipal de Campo Grande, indagando se a pessoa é a favor ou contra a que a Associação das Travestis seja declarada de utilidade pública — título que permitirá à referida associação ser subsidiada pelo poder público.

Obviamente, existem em Campo Grande aplicações mais prioritárias e morais para o dinheiro público do que o subsídio a uma associação de travecos. Daqui a pouco poderão propor recursos públicos a pedófilos. Se você também é contra que o Estado financie o homossexualismo e a baitolagem, entre no sítio e vote NÃO.”

Fatos estranhos cercam a condenação do Jornalista em Primeira Instância

Em meados de 2014, foi criada a 67ª Promotoria de Justiça dos Direitos Humanos titulada pela Promotoria de Justiça Jaceguara Dantas da Silva Passos[1], autora da “ação-piloto” daquela promotoria, distribuída em dezembro daquele ano contra o Jornalista Roberto Flávio Cavalcanti.

Nesta ação, a Promotora buscava emplacar “tese de mestrado”, segundo a qual as manifestações homofóbicas (e também transfóbicas), deveriam ensejar a mesma proteção do Estado outorgada aos crimes de racismo, não obstante inexistir no Brasil qualquer lei penal neste sentido, no intuito de condenar o Jornalista por “danos morais” a travestis neste papel social.

O Jornalista alegava, em síntese, que o Ministério Público do Mato Grosso do Sul não podia substituir-se à Associação de Travestis e Transexuais do Mato Grosso do Sul (ATMS) como titular de uma ação coletiva; que não havia lei alguma punindo “discriminação por transfobia”; que os travestis neste exato papel social não poderiam desfrutar de honra alguma a ser zelada e, conseqüentemente, reparada; e que a ação já estava absolutamente prescrita, haja vista o fato de a publicação datar de setembro de 2007 e o Jornalista ter contestado espontaneamente a ação no início de 2015, prazo bastante superior aos 5 (cinco) anos que a jurisprudência fixa como limite para intentar ações desta natureza.

Todas essas alegações foram rechaçadas de forma telegráfica pelo juiz da causa, David de Oliveira Gomes Filho, que, coincidentemente, sempre elogiou publicamente medidas em amparo às pretensões jurídicas do movimento gay, inclusive em telejornais locais da Rede Globo[2], sendo a toda evidência um juiz suspeito para julgar o caso.

Juiz David de Oliveira Gomes Filho

A Promotora Jaceguara Dantas da Silva Passos, promovida em setembro de 2015[3], era pessoa mais suspeita ainda para acusar o Jornalista.  Tentava emplacar sua tese de mestrado na sua Ação Civil Pública intitulada “Mandados de Criminalização decorrentes de Tratados de Direitos Humanos”, escolhendo o Jornalista como alvo para sua “experiência laboratorial”.

Importante que se diga que a promotora em questão conserva fortes laços ideológicos com a agenda LGBT, como se comprova, a título de exemplo, nesta reportagem institucional do MPMS:

"A Procuradora de Justiça Jaceguara Dantas da Silva Passos, Coordenadora do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça dos Direitos Constitucionais do Cidadão e dos Direitos Humanos (CAO dos Direitos Humanos), e o Promotor de Justiça Luciano Furtado Loubet, da 67ª Promotoria de Justiça de Direitos Humanos de Campo Grande, vão palestrar nesta sexta-feira (11/3/2016), a partir das 16h30min, durante o XXI ENTLAIDS (Encontro Nacional de Travestis e Transexuais que Atuam na Prevenção e Luta contra a AIDS), filiado à ANTRA (Articulação Nacional de Travestis e Transexuais), que acontece de 10 a 13 de março no Hotel Internacional, situado no centro de Campo Grande/MS."[4]

O Jornalista acabou sendo condenado em primeira instância pelo Juiz David de Oliveira Gomes Filho por “danos morais” a travestis e transexuais no importe de R$ 15 mil reais, e decidiu apelar ao tribunal para reverter sua condenação.

Fatos ainda mais estranhos em instância superior

Em segunda instância, uma Apelação é distribuída por sorteio àquele que se chama “Relator”, que presidirá o julgamento de uma turma composta por 3 (três) julgadores.  Dificilmente o voto de um relator é revertido pelos seus colegas de turma por uma questão de política da boa vizinhança.

Por uma destas incríveis “coincidências”, num colégio composto de 35 desembargadores do Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul, a Apelação acabou sendo distribuída para a Desembargadora Tânia Garcia de Freitas Borges, e, portanto, Relatora da Apelação, apesar de uma probabilidade inferior a 3% para que tal fato se sucedesse.

Tânia Garcia de Freitas Borges é a única mulher a compor o colégio e feminista declarada[5]:

“Temos números mínimos de vagas para as mulheres nas disputas de eleições nos partidos mas que não são preenchidos. Creio que os partidos não devem ser punidos mas que sim, devemos promover ações pedagógicas para que mais mulheres ingressem na carreira política”.

A Desembargadora Tânia Garcia de Freitas Borges e a Promotora Jaceguara Dantas da Silva Passos palestraram conjuntamente em prol dos “direitos das mulheres”:

“No dia 9, às 19 horas, acontecerá um seminário sobre a Lei Maria da Penha com a desembargadora Tânia Garcia de Freitas Borges e a procuradora Jaceguara Dantas da Silva Passos.”[6]

Desembargadora Tânia Garcia de Freitas Borges

Outra reportagem nos conta que a Desembargadora Tânia Garcia de Freitas Borges é egressa do MPMS e, portanto, foi colega da Promotora Jaceguara Dantas da Silva Passos:

“Tânia foi promovida ao cargo de Procuradora de Justiça no ano 2000, quando também compôs o Conselho Superior do Ministério Público e foi Coordenadora do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça Cíveis.” [7]

Como Corregedora Geral da Justiça do Tribunal do Mato Grosso do Sul, Tânia Garcia de Freitas Borges baixou o Provimento nº 80/2013, cuidando da conversão das “uniões homoafetivas” em “casamento homossexual”.  A respeito do fato, assim destacou reportagem de 2013 de diário local: "MS é o primeiro estado no Centro-Oeste a regulamentar casamento homoafetivo"[8].

Mas a coincidência mais marcante e que dá evidência insofismável das correntes ligações do lobby LGBT ao Judiciário local, é que tanto a Promotora Jaceguara Dantas da Silva Passos quanto a Desembargadora Tânia Garcia de Freitas Borges tomaram parte de um mesmo evento, sendo agraciadas com o “Troféu Apolo Amigos da Causa”, da Rede Apolo/Rede de Homens Gays e Bissexuais de Mato Grosso do Sul, honraria concedida a “personalidades de segmentos e setores sociais, dentre autoridades dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, Ministério Público, jornalistas, comunicadores, educadores, juristas, ativistas, escritores, religiosos e mídias.”[9]


Procuradora Jaceguara Dantas da Silva Passos

Por tudo isso, podemos observar o quão notável é a influência do lobby LGBT sobre o Judiciário e o Ministério Público locais, tornando o julgamento do Jornalista Roberto Flávio Cavalcanti um possível jogo de cartas marcadas.  A condenação do Jornalista, ao que tudo indica, tornou-se uma questão de honra de um Judiciário e um Ministério Público bastante comprometidos com a agenda LGBT!


[1]        Disponível em <http://www.asmmp.org.br/leitura.php?id=2359> Último Acesso em 17/05/2017
[2]        Disponível em <https://www.youtube.com/watch?v=9wgQ9imr9yM> Último Acesso em 17/05/2017
Disponível em <https://www.youtube.com/watch?v=qv1JJC8CEuw> Último Acesso em 17/05/2017
Disponível em <https://www.campograndenews.com.br/cidades/decisao-do-tj-tira-casais-gays-da-informalidade-diz-juiz-da-vara-de-familia> Último Acesso em 17/05/2017
[6]        Disponível em <http://www.oabms.org.br/noticias.php?id=17755> Último Acesso em 17/05/2017
[8] Disponível em <http://diarionline.com.br/index.php?s=noticia&id=56556> Último Acesso em 17/05/2017

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Estúdio de fotografia Cristão considerado "culpado" de "discriminação" por não querer fotografar eventos homossexuais

Um estúdio de fotografia Cristão foi determinado como culpado de discriminação por se ter recusado a fotografar uma cerimónia homossexual. A decisão contra a Elane Photography manteve a decisão dum tribunal inferior que considerou o estúdio um local de acomodação pública, semelhante a um restaurante ou loja.

O caso remota a 2008 quando a "New Mexico Human Rights Commission" decidiu que o caso violava os direitos humanos das intervenientes uma vez que discriminava contra Vanessa Willock devido à sua "orientação" sexual. A Elane Photography Studio respondeu afirmando que a decisão simplesmente reflectia as crenças morais e religiosas do proprietário.

http://devilbloggger.files.wordpress.com/2012/06/elaine_huguenin-240x289.jpg

Jordan Lorence do grupo legal Cristão Alliance Defense Fund (ADF) afirmou:

Os Cristãos, tal como todos os outros, não podem ser penalizados apenas e só por agirem de acordo com as suas crenças. O governo não pode forçar as pessoas a escolher entre a sua fé e a sua sobrevivência. Será que o governo forçaria um videofotógrafo vegetariano a criar um comercial para um novo talho local?
A ADF, que representa o estúdio, planeia recorrer da última decisão legal.

Fonte

* * * * * * *

Isto é o que acontece quando as preferências sexuais duma pessoa são colocadas ao mesmo nível da cor da pele ou o sexo dum indivíduo. De repente, não querer tomar parte em eventos homossexuais é "discriminação", e as leis que foram criadas como forma de "impedir a discriminação" são elas mesmas usadas como arma de discriminação contra as pessoas que não querem celebrar o homossexualismo.

Outra coisa que convém ressalvar é que o estúdio não tinha problemas nenhuns com as pessoas envolvidas mas sim com as práticas associadas ao evento. Se as mesmas lésbicas viessem ao mesmo estúdio e requisitassem os seus serviços de fotografia para um evento social não relacionado com o homossexualismo (baptismos, etc), elas veriam o seu pedido satisfeito. Isto demonstra que não houve discriminação de pessoas mas sim de um comportamento.

Pode-se supor que estas leis estão a ir demasiado longe no seu propósito, mas a verdade dos factos é que elas foram feitas precisamente para limitar a liberdade de quem não se alinha com o politicamente correcto (marxismo cultural). O Cristianismo, sendo o maior inimigo do esquerdismo, vai, assim, ser vítima de ataques discriminatórios por parte de pessoas que usam as leis contra a "discriminação" como forma de avançar a sua agenda sexual e política.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Rússia rejeita planos gayzistas do grupo G8

O membro do governo russo Sergei Ryabkov afirmou que o seu país distanciou-se das palavras que emergiram duma declaração do G8 onde os homossexuais eram destacados como um grupo distinto cujos direitos deveriam ser protegidos.

Ryabkov disse o seguinte aos jornalistas:

Já afirmamos repetidamente que a Federação Russa condena qualquer tipo ou manifestação de descriminação. Nós prosseguimos com a crença de que uma censura da descriminação no actos legais internacionais em torno dos direitos humanos são abrangentes e afectam todos sem excepção.

Estas normas são mais do que suficientes. Todos os estados deveriam observá-los de forma integral.

Ao mesmo tempo, a leis internacionais não possuem normas distintas que regulam a protecção de pessoas tendo em conta a sua orientação sexual ou a chamada "identidade de género".

Com esta conexão, não podemos concordar com tentativas artificiais de destacar esta categoria de pessoas como um grupo independente alegando que os seus interesses e direitos devem ser protegidos de forma especial.

Ryabkov atacou também as manobras que tentam impor a visão homossexual na sociedade:
Acreditamos que a promoção agressiva de certos comportamentos e sistemas de valores, que podem ser um insulto para os sentimentos duma considerável porção da sociedade sob o pretexto de proteger os representantes das minorias sexuais, é inadmissível.

Devido a isto, nós dissociamo-nos das porções escritas relevantes da declaração (...) .

As palavras da Declaração do Encontro dos Ministros dos Negócios Estrangeiros diz:
Os ministros reafirmam que os direitos humanos e as liberdades fundamentais são direitos de nascença de todos os indivíduos, macho e fêmea, incluindo lésbicas, gays, bissexuais ou indivíduos transgénero.

Em muitos países do mundo estes indivíduos frequentemente enfrentam a morte, a violência e a descriminação devido à sua orientação sexual.

O ponto de vista russo é reflectido numa frase distinta debaixo duma nota de rodapé:
A Federação Russa desassocia-se da linguagem fornecida dada a ausência de qualquer definição explícita ou provisão relacionada com tal grupo ou tais pessoas como possuidores de direitos distintos segundo as leis internacionais em torno dos direitos humanos.

Fonte

* * * * * * *

O grupo mundial que mais sofre perseguição são os Cristãos mas os políticos europeus e americanos estão mais preocupados com os "direitos" de quem gosta de inserir o seu apêndice no ânus de outro homem - ou os direitos de quem num dia se acha uma mulher mas no dia seguinte já é um homem - e não nos direitos de quem apenas quer ser deixado em paz e adorar o Senhor Jesus Cristo.

Como diz o representante russo, não há necessidade de destacar a comunidade LGBT acima do resto da população. Se são direitos humanos os que têm que ser protegidos, então a comunidade LGBT - que é composta exclusivamente por seres humanos - já os tem protegidos. Pelo menos no ocidente.

Mas, claro, os gayzistas fazem isso por motivos puramente ideológicos - e não por genuína preocupação pela condição dos homossexuais. Nós sabemos disso porque os seus esforços de "defesa" dos "direitos" homossexuais são practicamente inexistentes nos países onde os homossexuais são executados em praça pública: os países islâmicos.


terça-feira, 13 de março de 2012

Igreja Ortodoxa russa pede proibição de propaganda homossexual


A Igreja Ortodoxa Russa (IOR) pediu nesta segunda-feira a ampliação para todo o país da lei que proíbe a propaganda homossexual entre os menores de idade e que foi já aprovada em São Petersburgo, segunda maior cidade russa.

"A obstinação das minorias sexuais e seus planos para manifestar-se de novo na frente de centros infantis demonstra como foi oportuna a aprovação da lei regional", disse Dmitry Pershin, chefe do comité de juventude da IOR, citado pela agência oficial RIA Novosti.

Pershin, que também é membro da comissão parlamentar para a família e os assuntos infantis, afirmou que "a lei deve receber um status federal o mais rápido possível, um trabalho que compete aos deputados" da Duma (Câmara Baixa do Parlamento).

O representante da IOR foi um dos analistas que participou da redação da lei aprovada na semana passada pelo governador da região de Leningrado, onde passou a ser proibida por lei a propagação de informação sobre a homossexualidade, bissexualidade, transsexualidade e a pedofilia. A lei prevê uma pena com multas administrativas que variam entre US$ 170 e US$ 17 mil.

As organizações homossexuais criticaram a lei por considerá-la uma violação da liberdade de expressão e que servirá de pretexto para continuar proibindo as manifestações de orgulho gay.

Leis similares foram aprovadas nos últimos meses nas regiões de Astrajan, Kostroma e Ryazan. A última tentativa de realizar uma passeata de orgulho gay em maio de 2011 na capital russa terminou em confrontos violentos entre activistas homossexuais e ultranacionalistas, além da detenção de dezenas de pessoas.

O Tribunal Europeu de Direitos Humanos ditou uma sentença que considera que a proibição de manifestações de orgulho gay em Moscovo em 2006, 2007 e 2008 "contradiz a Convenção Europeia de Defesa dos Direitos Humanos e das Liberdades Fundamentais".

Até 27 de maio de 1993 não havia sido abolido o artigo 121 do código penal da Rússia, que sancionava com penas de prisão as práticas homossexuais. Nesse mesmo ano também se deixou de considerar as relações entre pessoas do mesmo sexo como uma doença mental.

Fonte

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Parlamento da UE nega que homossexualidade seja doença

O Parlamento europeu aprovou nesta Quarta-Feira uma resolução que defende o respeito dos direitos dos gays, lésbicas, bissexuais e transgénero e argumentou que a Organização Mundial da Saúde (OMS) deveria deixar de considerar a homossexualidade como uma doença mental.

"O Parlamento pede para que a OMS tire os transtornos de identidade sexual da sua lista de transtornos mentais e de comportamento", afirmou o texto, aprovado com ampla maioria.

Os eurodeputados condenaram o fato de a homossexualidade, bissexualidade e transsexualidade sejam consideradas como doenças mentais que necessitam tratamento psiquiátrico em alguns países, inclusive membros da UE.

A resolução também indica que países da União Europeia devem oferecer asilo aos cidadãos de outros países que são vítimas de perseguições por causa da sua orientação sexual.

-Fonte-


Sem sombra de dúvida que a homossexualidade é um desvio da normalidade sexual. Agora, de que ordem é esse desvio, isso é mais complexo.

Do ponto de vista da preservação da espécie, a homossexualidade não é um comportamento que uma sociedade normal deve promover uma vez que quanto maior for a propagação da homossexualidade, menos pessoas há dispostas a gerar nova vida através do normal acto sexual.

Para além disso, seria importante saber que novas evidências é que o Parlamento da UE descobriu que lhe conferem o direito de exigir que outros países deixem de prestar ajuda psicológica a quem voluntariamente a buscar. Este parece ser mais uma jogada política tendo em vista a satisfação dos propósitos da gaystapo.

Por fim, o que são os "direitos dos gays, lésbicas, bissexuais e transgénero" ?

terça-feira, 5 de julho de 2011

Fascismo Sodomita Anti-Cristão

VIENA, Áustria, 13 de maio de 2011 (C-FAM/Notícias Pró-Família) — Nem mesmo a profissional experiente em guerra cultural estava preparada para as intimidações que recebeu num encontro oficial de direitos humanos da União Europeia. Ela também não estava preparada para presenciar o que viu: ativistas homossexuais dando vivas por condutas violentas contra os cristãos.
Dra. Gudrun Kugler
A Dra. Gudrun Kugler dirige uma organização de direitos humanos com sede em Viena chamada Observatório da Intolerância e Discriminação contra os Cristãos na Europa, a qual monitora e registra o que alguns chamam de “cristianofobia”.

O professor Joseph Weiler da Escola de Direito da Universidade de Nova Iorque inventou o termo depois que Rocco Buttiglione foi rejeitado em 2004 para um cargo de elevada posição na Comissão Europeia por suas convicções cristãs acerca da homossexualidade.

A discriminação contra os cristãos por suas convicções está crescendo no mundo inteiro, inclusive no que alguns consideram ser a Europa tolerante. Alguns meses atrás, um casal cristão foi informado de que não mais poderia trabalhar como pais adotivos pelo fato de que tinham a opinião cristã sobre a homossexualidade. Um eletricista governamental do Reino Unido recentemente enfrentou demissão por mostrar um crucifixo no painel de instrumentos da van de sua empresa. Uma multidão em Bruxelas deu vivas quando um arcebispo foi atacado com tortas de creme.
No ano passado, Kugler foi aceita na comissão consultiva da Plataforma de Direitos Fundamentais da Agência de Direitos Fundamentais, uma convenção de organizações não governamentais preocupadas com direitos humanos.

A aceitação dela não ocorreu sem polêmica. Kugler é conhecida por se opor a adoções de crianças por duplas gays. Ela foi investigada por um funcionário da Agência por três meses para garantir que a “oposição dela à adoção de crianças por duplas gays não seja uma violação de direitos fundamentais”.

O que Kugler sabe é que boa parte da discriminação contra os cristãos na Europa vem dos grupos homossexuais de pressão política e legal e que muitas vezes a agenda homossexual triunfa sobre a liberdade de religião em áreas oficiais.
No mês passado Kugler apresentou um documento elaborado por sua organização, o Relatório de Cinco Anos de Intolerância contra os Cristãos na Europa, na conferência sobre sociedade civil da Agência. Num informe no site MercatorNet.com Kugler disse que “estava consciente de que minha audiência não seria favorável, já que o combate à homofobia é sempre a principal preocupação desses encontros”.
Apesar disso, Kugler sugeriu para a organização que a realização de um “beijaço” na Catedral de Notre Dame em Paris não era algo que demonstrava respeito aos cristãos. Ela disse que imagens anticristãs em paradas homossexuais, inclusive deboches do crucifixo, eram demonstrações semelhantes de falta de respeito.
Kugler sugeriu: “Ninguém deveria ser mandado para a cadeia por declarar de forma respeitosa uma opinião que não defende o uso de violência”. A multidão de direitos humanos gritou “Não!” Alguns responderam: “As pessoas deveriam ir para a cadeia pelo que dizem, se for um comentário negativo contra um grupo minoritário vulnerável…” [Excepto se o grupo minoritário for um grupo Cristão - Mats] Kugler disse que um funcionário da Agência de Direitos Fundamentais fez com a cabeça sinal de que estava concordando.
Kugler também relatou para o grupo como uma farmácia de Berlim sofreu vandalismo por recusar vender a pílula do dia seguinte, que tem função às vezes micro-abortiva. As janelas da casa do farmacêutico foram quebradas e sua farmácia foi destroçada. Um dos participantes gritou: “Muito justo!”
Kugler escreveu no MercatorNet que ela “ama os direitos humanos, e estou contente com o fato de que os direitos humanos estejam ocupando um lugar tão proeminente na sociedade de hoje. Mas eles são vulneráveis ao fundamentalismo e às ideologias. Enquanto os direitos fundamentais forem usados para promover a agenda de alguns grupos radicais, eles nunca serão plenamente respeitados”.
Publicado com a permissão de C-Fam.org
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sábado, 18 de junho de 2011

A parada homossexual lisboeta

Mais um artigo jornalístico que a volta falar na mitológica "igualdade", e, tendo isso como pano de fundo, exige tratamento igual entre a heterossexualidade e a homossexualidade.
A Marcha do Orgulho Gay regressa hoje às ruas de Lisboa em defesa dos direitos das pessoas lésbicas, gay, bissexuais e transgénero (LGBT), sendo que, este ano, pretende também alertar para as questões da parentalidade.
Os sodomitas e as lésbicas já tem os mesmos direitos que os heterossexuais. Chama-se a isso "direitos humanos". Agora, as prácticas sexuais que cada grupo decide levar a cabo não são fonte de "direitos".
O objectivo da marcha, que vai na 12.ª edição, é “dar mais passos na luta contra a discriminação em função da orientação sexual e identidade de género.
Não, não é. Alguns dos objectivos das paradas homossexuais são

1. Dessensibilizar a maioria em relação às auto-destrutivas prácticas homossexuais;
2. Exibição de força em relação aos adeptos da normal sexualidade humana.

Sobre a parentalidade, o responsável referiu que as famílias LGBT são uma realidade
Tal como a pedofilia é uma realidade. O facto de algo ser real não o torna moralmente (ou socialmente, ou clinicamente) aceitável.

A questão não é se existem homossexuais que conseguiram trazer crianças para a sua confusão sexual, mas sim se isso alguma vez deveria ocorrer. Os "relacionamentos" homossexuais são em média de curta duração, portanto convém perguntar a sabedoria de se deixarem crianças inocentes no meio de duas pessoas sexualmente desviadas (e a prazo).

Mas mesmo que fossem de duração eterna, o problema não é só que são (em média) de curta duração, mas sim que isso é uma violência contra as crianças. Qualquer profissional não alinhado com o marxismo cultural dirá que a criança tem maiores probabilidade de ter um crescimento mental saudável se tiver um pai e uma mãe, do que se tiver dois "pais" ou duas "mães", ou se só tiver um pai ou só uma mãe.

O conceito da homossexualidade como comportamento capaz de gerar um ambiente saudável para o desenvolvimento da criança está errado. Quem defende o contrário não está a pensar no bem estar das crianças mas sim em formas de promover uma determinada ideologia política ou agenda sexual (ou ambas).

e que as crianças que estão no seio dessas famílias “exigem exactamente a mesma protecção que é dada às demais”
As crianças que foram infelizmente engolidas para o seio dessas uniões não "exigem" nada. Quem exige isso são os sodomitas e as lésbicas que lançaram mãos sobre elas.
O presidente da ILGA Portugal disse também que a Marcha do Orgulho Gay é feita para “celebrar” a igualdade, a liberdade e a solidariedade
Só faltou a "fraternidade" para termos um dos slogans da violenta e anti-Católica revolução francesa.

Mas pondo isso de lado, porque é que a homossexualidade deveria ter os mesmos direitos que a heterossexualidade? A última é uma necessidade básica do homem tendo em vista a sua continuidade e preservação, mas a primeira é um gosto/vício sexual auto-destrutivo. Porque é que deveríamos tratar ambas como equivalentes se elas evidentemente não o são?

Todo o argumento em favor da "igualdade" assente numa crença falsa, nomeadamente, que a heterossexualidade e a homossexualidade deveriam ter os mesmos direitos. Isto é falso e enganador.

A iniciativa é aberta a todas as pessoas que “se revêem naqueles valores, valores que são comuns a todos e que é fundamental promover”
Para já, os "valores" que o lobby sodomita visa inventar não são "comuns a todos". Eis aqui alguns dos "valores" defendidos pelo sodomitas.

Segundo, não é "fundamental" defender os "valores" que os activistas homossexuais visam defender. Aliás, há homossexuais que não vêem valor nenhum nestas paradas (para além de serem uma provocação):

Será que sou a única lésbica que desaprova o "gay pride"? Parece-me que sim e acho que isso poderia causar problemas na minha já-de-si trémula relação com a minha namorada - e já estou com ela há 3 anos.

Acho isso tão desnecessário e provocativo. Porque é que nós não aceitamos a forma como somos e tentamos viver a nossa vida o melhor que podemos sem irritar a maioria das pessoas?

Será que temos que provar alguma coisa com o "gay pride"? Pois, eu não.

Como esta lésbica temos também o homossexual Justin Raymondo que consegue vêr que os activistas homossexuais estão a agir de modo destrutivo.
[U]m movimento político baseado em orientação sexual é uma aberração grotesca.

Em uma sociedade livre, não existem direitos gays, apenas direitos individuais.

Homossexuais são e sempre serão uma raridade, uma pequena minoria necessariamente distante da família tradicional. O “viés” heterossexual das instituições sociais não é algo que precisa ser imposto em uma sociedade relutante por um estado opressivo, mas uma predilecção que surge de forma natural e inevitável. Se isto é “homofobia”, então a natureza é intolerante.

Se os gays usam o poder do estado para corrigir esta “injustiça” histórica, eles estão envolvidos em um ato de hostilidade que irá ser encarado justamente como um desafio à primazia da família tradicional.

É tempo de desafiar a ficção de que o movimento de “direitos gays” fala por todos ou mesmo pela maioria dos gays. Eles não falam.

Esperar aprovação ou sanção oficial para uma matéria tão pessoal como sexualidade é um sinal de caráter fraco.

Conclusão:

As marchas e paradas gay não tem nada a ver com o combate ao preconceito ou à mitológica igualdade. As paradas são só demonstrações de força que visam intimidar quem ainda defenda que o homem foi feito para a mulher, e a mulher para o homem.

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