Mostrar mensagens com a etiqueta Destruição da Família. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Destruição da Família. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

O incesto como um "direito fundamental"

Por Justin Huggler

As leis Alemãs que proíbem o incesto entre irmão e irmã podem ser colocadas de lado depois dum comité de ética governamental ter dito que elas são uma "intrusão inaceitável" para dentro da auto-determinação sexual. Numa declaração, o Concílio de Ética Alemão afirmou:

A lei criminal não é o meio próprio para se preservar um tabu social. O direito fundamental dos irmãos adultos à auto-determinação sexual tem que pesar mais do que as ideias abstractas da protecção da família.

A sua intervenção segue-se a um caso notório onde um irmão e uma irmã viveram como parceiros na Saxónia, onde já tinham 4 filhos. O casal havia sido criado separadamente e só se haviam encontrado mais tarde quando o irmão, Patrick S, a conheceu sendo ele já adulto e a irmã, Susan K tendo apenas 16 anos. Patrick S foi condenado a mais de 3 anos de prisão por incesto e os esforços da dupla ver a sentença anulada por parte do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos têm falhado.

A família foi forçada a viver divida depois dos tribunais terem decidido que havia o dever de proteger as crianças das consequências da sua relação. Duas das crianças são deficientes e acredita-se que o incesto acarreta consigo um risco maior, o que pode resultar em crianças com anomalias genéticas. Mas o Concílio de Ética colocou de lado esse argumento com base na tese de que casais deficientes não se encontram proibidos de ter filhos.

O Concílio disse que a sua recomendação tem como base "pesquisas extensivas" onde foi apurado que várias duplas incestuosas são forçadas a viver em segredo. Num caso, foi apurado que uma mulher estava a ser vítima de chantagem por parte do pai e do ex-namorado, que lhe ameaçaram de cortar o seu acesso aos filhos a menos que ela colocasse um fim ao seu relacionamento com o seu meio-irmão.

No Reino Unido, bem como na maioria dos países Europeus, o incesto ainda é ilegal, embora a França tenha abolido as suas leis do incesto e na Alemanha exista um crescente debate em torno deste tabu. Segundo uma estimativa do Instituto Max Planck, cerca de 4% dos Alemães já tiveram "experiências incestuosas".

Mas uma porta-voz de Angela Merkel indicou que muito dificilmente o governo iria adoptar as recomendações do Concílio de Ética. Elizabeth Winkelmeier-Becker, porta-voz legal do grupo parlamentar do Partido dos Cristãos Democratas (partido de Angela Merkel) afirmou:

A abolição da ofensa do incesto entre irmãos iria enviar a mensagem errada. A eliminação da ameaça de castigo a actos incestuosos que ocorrem dentro das famílias mitigaria contra a protecção do desenvolvimento tranquilo das crianças

Fonte: http://bit.ly/1v856tX

sábado, 30 de novembro de 2013

Como as duplas lésbicas prejudicam o desenvolvimento das crianças


Embora no passado tenha sido conhecimento comum o facto das crianças terem melhores hipóteses de vencer na vida se fossem criados num ambiente estável e com ambos os pais biológicos, um certo número de escritores populares e revistas têm afirmando que as duplas homossexuais são igualmente boas a educar crianças, e no caso das lésbicas, até melhores que os casais. Um estudo recente proveniente do Canadá lança sérias dúvidas a estas alegações.

Segundo Mark Regnerus (professor na University of Texas Austin), de todas organizações domésticas estudadas, as crianças das duplas lésbicas têm os piores resultados:
Embora no US Census as casas de duplas homossexuais tenham quer ser adivinhadas com base no género [sic] e no número reportado de chefes da família, foi perguntado aos jovens adultos do censo Canadiano, “És a criança duma dupla homossexual masculina, feminina ou de um dupla homossexual a viver sob a 'lei comum'?" 
Embora o autor do estudo e economista  Douglas Allen tenha notado que muitas das crianças do Canadá a viver com um parente gay ou homossexual vive, na verdade, com uma mãe solteira - um achado que está de acordo com o que foi detectado em 2012 no New Family Structures Study - ele foi capaz de isolar e analisar centenas de crianças que viviam com uma dupla gay ou lésbica (quer seja casados [sic] ou numa relação "lei comum" semelhante a coabitação).
Portanto, o estudo é capaz de comparar - lado a lado - os jovens adultos provenientes de casas lideradas por duplas homossexuais, os jovens adultos criados por um casal e os jovens criados por qualquer outro tipo de organização doméstica..
Três dados-chave ressaltaram imediatamente a Allen:
- crianças provenientes de famílias com um pai e uma mãe têm uma taxa de licenciamento elevada, quando comparadas com as outras; 
- crianças de famílias lésbicas [sic] têm uma taxa de licenciamento muito baixa, quando comparadas com as outras crianças; 
- e os outros 4 tipos [lei comum, gays (dois homens),  mãe solteira, pai solteiro] são semelhantes umas as outras, encontrando-se entre as crianças de casais (1 pai e uma mãe) e crianças educadas por lésbicas.
Empregando modelos regressivos e uma série de variáveis de controle, Allen concluiu que uma performance substancialmente abaixo do padrão não pode ser atribuída a uma menor frequência escolar ou a uma educação mais modesta dos gays ou das lésbicas. 
Na verdade, os pais [sic] do mesmo sexo eram caracterizados por terem um nível de educação superior e as suas [sic] crianças eram mais susceptíveis de estarem alistados na escola que as crianças dos casais. No entanto, as suas [sic] crianças são notavelmente mais susceptíveis de se atrasarem na finalização dos seus estudos.
O mesmo se passa com os jovens adultos de duplas sob a "lei comum", tal como de mães solteiras, pais solteiros, ressalvando o quão pouco - quando se depende de amostras  de dimensões consideráveis e de qualidade elevada - os dados se alteraram nas últimas décadas. 
As casas onde se encontram o pai biológico e a mãe biológica continuam a ser o padrão dourado para o progresso escolar das crianças. 
O que é surpreendente nos dados Canadianos é a revelação de que as crianças de duplas lésbicas têm resultados piores que as crianças de mães ou pais solteiros.
O facto das crianças educadas por duplas lésbicas obterem resultados piores que as crianças educadas por mães solteiras tem implicações sóbrias. Isto sem dúvida que levanta questões éticas em torno das doações de esperma (gostarias que os teus filhos fossem educados num ambiente lésbico?), mas também demonstra o quão descuidadas as nossas elites culturais têm sido ao perturbarem o modelo familiar com provas dadas. 

Parece que o bem estar das crianças não tem qualquer tipo de importância quando se tenta estabelecer um ponto em torno da"igualdade", por mais prejudicial que ela seja. (...)

* * * * * * *
O autor do texto está errado ao afirmar que a elite cultural tem sido "descuidada" ao perturbar a família natural, visto que a perturbação da família - e a sua consequente destruição - é o propósito dessa mesma elite cultural. Não se pode qualificar de "descuido" aquilo que tem sido o seu plano desde o início.




sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Pavel Astakhov e a maldição

O Procurador Geral para os Direitos das Crianças da Rússia, Pavel Astakhov, declarou que os políticos do país que apoiam os casamentos [sic] homossexuais devem ser amaldiçoados. 

Em entrevista à agência de notícias Interfax, ele afirmou que a chamada liberdade de relacionamentos não concede à mísera minoria o direito de destruir a humanidade.

Descrevendo a contemporaneidade como uma situação em que o entendimento da família é alterado para incluir noções como “qualquer união”, “quaisquer cidadãos” e “qualquer sexo”, Astakhov revelou temer que num futuro próximo os casamentos possam ser realizados também entre “qualquer quantidade” de pessoas.

Encarregado pelo Presidente russo, Vladimir Putin, para defender os direitos das crianças na Rússia, ele destacou que aqueles que apoiam a desestruturação da família devem ser banidos e amaldiçoados pelos séculos como destruidores da raça humana.

Fonte

* * * * * * * *
Sempre bom colocar a guerra entre o lobby homossexualista e a sociedade como uma guerra pela preservação da família e não uma forma de controlar o que as pessoas fazem na sua privacidade.

sábado, 24 de agosto de 2013

O pseudo-casamento homoerótico como arma de desestabilização social

O "casamento" homossexual irá desestabilizar ainda mais o casamento e a vida familiar na Grã-Bretanha, avisou uma socióloga renomeada ao Parlamento Britânico. A Dr Patricia Morgan disse à Casa dos Comuns que o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo reforça a ideia de que o casamento é irrelevante para a paternidade. 

Ela disse ainda que este foi o factor principal que causou um colapso das taxas de casamento entre os heterossexuais em países onde o "casamento" homossexual já foi introduzido - bem como um aumento acentuado da coabitação e do número de crianças geradas fora do casamento.

Segundo Morgan, que fez as suas alegações num documento de 22 páginas submetido ao "Committee Stage of the Marriage (Same Sex Couples) Bill", não há qualquer tipo de evidência que suporte a tese da Coligação Governamental de que o "casamento" homossexual irá fomentar a instituição. O documento continha uma análise detalhada das tendências do casamento na Suécia, Dinamarca, Espanha, Bélgica, Canadá e alguns estados dos EUA onde o "casamento" homossexual foi já legalizado.

A Drª Morgan afirmou:

Segundo aquilo que sabemos das tendências demográficas, é um absurdo alegar que as pessoas irão subitamente abraçar o casamento e abrandar ou reverter o seu declínio apenas e só porque os homossexuais se podem casar [sic]. Podemos ter a certeza de que o casamento [sic] entre pessoas do mesmo sexo não fará nada em favor do encorajamento de casamento estáveis, quer seja para os heterossexuais quer seja para os homossexuais. O casamento na Escandinávia, na Espanha, na Holanda e todo o lugar, encontra-se em declínio acentuado.  O casamento [sic] homossexual é, ao mesmo tempo, um efeito e uma causa da evisceração do casamento - especialmente a separação entre o casamento e a paternidade.

A Drª Morgan explicou que o "casamento" homossexual só se tornou concebível naqueles países onde o casamento natural já se encontrava em crise, devido ao aumento "dos nascimentos fora do casamento e do aumento das taxas de coabitação", e as coisas invariavelmente ficaram piores:

Se o casamento centra-se só nos relacionamentos, e não está intrinsecamente ligado à paternidade, porque não conceder o que resta do casamento aos homossexuais? À medida que o casamento é redefinido de modo a acomodar as duplas homossexuais, isto vai reforçando a irrelevância do casamento para a paternidade.  Em todos os outros sítios, o casamento [sic] homossexual é um instigador da precarização das uniões heterossexuais e da separação do casamento com a paternidade. O casamento [sic] homossexual é muito mais um término do casamento, ou o acto final de dissolução, do que uma força de revitalização da instituição em si.

O Governo de Coligação tem consistentemente alegado que a controversa proposta de lei  do "casamento" homossexual de David Cameron terá o efeito de fortalecer todos os casamentos ao abrir essa instituição às duplas do mesmo sexo. Durante o ano passado, a Ministra da Administração Interna, Teresa May, afirmou ao The Daily Telegraph que "os homossexuais serão missionários para a sociedade e tornarão o casamento mais forte". Mas as pesquisas da Drª Morgan, a respeitada analista das politicas familiares que cunhou a frase "casamento lite" para descrever a coabitação, fornece evidências sólidas de que o mais provável é que ocorra exactamente o contrário.

A Drª Morgan afirmou que na Espanha em particular observou-se uma queda acentuada dos números de todos os casamentos na ordem dos 15,000 nos três primeiros anos que se seguiram à legalização do "casamento" entre pessoas do mesmo sexo por parte do governo socialista (2005). A taxa de declínio foi superior ao dobro quando se verificaram 34,000 menos casamentos todos anos, desde 2008 até 2010.

A Drª Morgan produziu evidências que demonstram como o casamento heterossexual é menos estável nos países onde o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo foi introduzido uma vez que se esperava que eles (os casamentos heterossexuais) se conformassem aos valores das duplas homossexuais cujas uniões são, frequentemente, abertas (e não exclusivas) e muito mais susceptiveis de se desmoronarem. As duplas homossexuais coabitantes eram 12 vezes mais susceptiveis de se separarem que os casais, afirmou Morgan.

A Drª Morgan agoirou também uma victimização generalizada aos indivíduos e às instituições que se atrevessem a resistir à redefinição do casamento.

Algumas pessoas claramente esperam que a compulsão para executar casamentos [sic] homossexuais sirva de arma para separar a Igreja do Estado e empurrar ainda mais o Cristianismo para fora da arena pública e, consequentemente, da consciência. Minadas e estigmatizadas pela sua falta de irracionalidade e preconceito, a autoridade moral das instituições religiosas irá retirar-se ainda mais em favor da limitada ideologia secular, particularmente à medida que os comportamentos sexuais em oposição às normais tradicionais são encorajadas e avançadas.

O Primeiro-Ministro David Cameron sofreu críticas intensas por parte das Igrejas mainstream dentro do seu Partido Conservador por colocar em marcha (através do Parlamento) o "casamento" homossexual quando não havia qualquer tipo de mandato ou exigência em favor dele. (...)


terça-feira, 18 de dezembro de 2012

60 deputados britânicos contra "casamento" homossexual

Quase 60 deputados britânicos assinaram hoje uma carta contra o " casamento" entre homossexuais, na qual criticam o governo de David Cameron por pretender legislar sobre o assunto "sem mandato"

Na carta, publicada pelo jornal conservador The Daily Telegraph, os deputados, de todos os partidos, anunciam o início de uma campanha parlamentar para evitar que o projeto de lei do governo avance.

Segundo os deputados, que incluem 35 conservadores -- do mesmo partido do primeiro-ministro -- o governo de coligação entre conservadores e democratas-liberais "não tem mandato para redefinir o casamento".

"Nas últimas eleições, nenhum dos partidos defendeu a redefinição do casamento", afirmam os signatários, que não se opõem às "relações com amor e compromisso".

A iniciativa do primeiro-ministro, David Cameron, de legalizar os "casamentos" entre casais [sic] do mesmo sexo em 2013 provocou uma grande divisão entre os conservadores e a subida nas sondagens de formações minoritárias como a formação eurocética e de direita UKIP.

O governo anunciou, na semana passada, que submetia a consulta uma nova legislação para legalizar "casamentos" homossexuais e permitir a celebração destes em templos de outras confissões, com excepção da Igreja de Inglaterra.


Fonte



domingo, 22 de julho de 2012

Homossexual quer ser ‘pai solteiro’ com barriga de aluguer

O desejo de um homem que mora em Belo Horizonte, de se tornar pai e mãe ao mesmo tempo, será analisado pela Comissão de Ética Profissional do Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais (CRM-MG).

O caso corre em segredo de Justiça. O morador da capital seria homossexual e, segundo informações preliminares, quer usar o sémen dele para fazer uma fertilização in vitro. Para gerar o bebé, ele pretende contratar uma barriga de aluguer.

Para o presidente do CRM-MG, João Baptista Gomes Soares, trata-se de um “caso muito complexo”. O interessado já teria obtido autorização judicial em uma vara cível do Fórum Lafayette, na capital.

Segundo Soares, a previsão é que na próxima quinta-feira o CRM-MG analise as implicações éticas do caso, encaminhado à instituição por um médico de BH, que foi incumbido de realizar o procedimento. Em seguida, será levado à apreciação do Conselho Federal de Medicina (CRF), para o referendo final.

Soares adianta que o aval da instituição federal é necessário, pois o fato poderá abrir precedentes em todo o país. A demanda chegou ao CRM-MG há duas semanas. Um caso semelhante, segundo o presidente, teria ocorrido em Goiás.

Ele afirma que o maior obstáculo é a contratação de uma barriga de aluguer, uma vez que não pode haver compensação financeira nas inseminações artificiais. Soares revelou que um casal de homossexuais, que mora em Belo Horizonte, estaria pretendendo adoptar o mesmo procedimento. Para ele, ao invés de gerar um bebê por meio da fertilização in vitro, seria mais viável se o homem decidisse adotar uma criança. O fato de ele ser homossexual, ressalta Soares, não interfere em ambas as situações.

Para o advogado Luiz Fernando Valladão Nogueira, o homem deverá encontrar dificuldades para registar a criança. “Sem a mãe presencial, ou seja sem o nome da progenitora, ele certamente não vai conseguir registar esse filho”, avalia.

Para o psicólogo Pedro Mello, o facto de a mãe ser desconhecida não vai causar transtornos à criança. “Muitos pais criam os filhos sozinhos quando as mães morrem ou saem de casa”, diz. O especialista acredita que a Justiça tenha feito uma pesquisa sobre a vida do homem antes de dar a autorização para que ele faça o procedimento.

Fonte

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Califórnia em vias de estabelecer "famílias" multiparentais

A linha da frente da guerra à família natural normalmente encontra-se nas zonas dominadas pelos militantes esquerdistas. Tome-se o exemplo da Califórnia.

As crianças californianas podem vir a ter mais do que dois pais se um projecto a avançar pelos canais legislativos de tornar lei. O projecto de lei, de autoria do senador activista homossexual Mark Leno, permitirá aos juízes reconhecer pais múltiplos em casos onde as crianças "fiquem melhor servidas" com vários relacionamentos paternos.

O homossexual Leno caracterizou a lei como uma "resposta à evolução [= desintegração] das famílias americanas".

De que forma é que seria apropriado uma criança ter, legalmente, mais do que dois pais?

Os apoiantes da lei citaram vários exemplos onde a lei poderia ser aplicada, incluindo o caso duma dupla lésbica que concebeu [sic] a criança com a ajuda dum doador de esperma envolvido na situação como parente, ou o homem que se casou com uma mulher quando ela já se encontrava grávida de outro homem; este último manteve o papel de pai.
Convém corrigir uma coisa muito importante: as lésbicas não conceberam absolutamente nada: uma das lésbicas concebeu com a indispensável ajuda do homem. Duas mulheres não podem conceber crianças, tal como dois homens também não. No caso dos homens, a única coisa que conseguem conceber juntos são doenças sexualmente transmissíveis.

Claro que só os ignorantes é que acreditam que este projecto de lei tem alguma coisa a ver com o bem estar das crianças. Camille Gigglio [California Right to Life Committee] revelou:

Ele [isto é, o homossexual Mark Leno] está a tentar alterar todas as nossas atitudes e todo o nosso entendimento do que constitui uma família.

Família é um pai, uma mãe e as crianças.

Ou seja, a esquerda militante quer destruir os conceitos de casamento e de família pervertendo ambos de modo a que estes [os conceitos] se tornem tão grotescos que percam todo o seu significado. Mal um dos pilares esteja destruído, os arquitectos desta engenharia social irão mais facilmente transformar a sociedade de modo a que esta seja mais facilmente controlável.

Mark Leno: activista homossexual e engenheiro social.

Fonte

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Steve Abrams: "Não nasci nem escolhi ser homossexual"

Testemunho pessoal.

Acho que se pode dizer que sou um homossexual em recuperação. Não estou totalmente recuperado mas acho que identificar-me como homossexual seria incorrecto. Se calhar a melhor descrição do que eu sou é "alguém com tendências homossexuais".

Uma coisa que é preciso entender é que eu não acredito que alguém nasce homossexual. Digo isto com uma dor enorme porque a minha caminhada ou a minha vida não têm sido felizes. Muitas pessoas acreditam que nascem assim e afirmam que são felizes. Podem até ser, mas isso não significa que seja correcto. Muitas pessoas estão felizes com a sua condição mas eu não estou.

Mesmo quando vivia como homossexual na comunidade gay, sempre me senti desconfortável em relação a isso [homossexualismo] mas não poderia expressar isso a outros homossexuais sob pena de ser acusado de traidor e ter cedido à forma de pensar Cristã.

Mas a minha história tem que ser contada porque acredito que, embora estejamos em minoria, outras pessoas com tendências homossexuais estão também infelizes nesse estilo de vida e também estão incapazes de expressar o que sentem.

Eis então a minha história.

Como criança eu era inteligente e inocente mas era também muito fraco. Não tinha uma figura paterna com quem me identificar e como tal, identifiquei-me com as influências mais fortes presentes na minha vida, a minha mãe e outras mulheres. Assumi a sua identidade e perdi a minha identidade masculina. Acredito que há uma identidade espiritual masculina - não de uma forma machista ou pejorativa.

Quando assumi a identidade duma mulher, tornei-me como elas e perdi o contacto com a minha própria identidade. Consequentemente, a minha caminhada para Deus foi perturbada.

Quando era criança não fui abusado sexualmente e como tal, essa não foi a razão que me tornou no que sou hoje - embora eu pense que muitas crianças são abusadas sexualmente e isso pode leva-las ao homossexualismo. Isto depende de muitas coisas, e eu acredito na criança em si.

O meu pai morreu quando eu tinha apenas 5 anos. Devido à forma como foi educada, a minha mãe tinha uma raiva e desconfiança em relação aos homens. Esses sentimentos foram projectados em direcção a uma frágil criança que, posteriormente, identificou-se com os sentimentos da mãe e rejeitou a sua identidade masculina. Acredito que esta é a causa principal do homossexualismo. Há outras causas, mas esta é a principal.

À medida que fui crescendo, por volta dos 10 ou 11 anos, comecei a olhar para os homens de forma sexual. Isto, obviamente, perturbou-me visto que não sabia o que havia acontecido comigo. Causou confusão e conflito e é isso que tenho sentido desde então. Hoje entendo porquê.

Já em idade adulta, e depois de muita dor (sou seropositivo), apercebo-me que tudo o que eu pensava que eu era, e tudo o que me foi dito, foi uma mentira gigantesca.

Li com muito interesse os vários sites em torno dos Illuminati. Faz sentido que pessoas malignas, poderosas e milionárias, queiram controlar tudo e todos. A melhor forma de levar isto a cabo é destruindo a família - particularmente a relação entre as crianças e as figuras paternas.

A sociedade no geral está a aceitar a propaganda e a lavagem cerebral. Mesmo os Conservadores não se apercebem do que se está a passar. Todos encontram-se perdidos. Estranhamente, os Conservadores e os Cristãos parecem mais perdidos porque eles deveriam saber mais do que sabem, mas isso não acontece.

Muitos Cristãos sabem que a homossexualidade está está errada mas não entendem o porquê disso. Geralmente eles dizem coisas como "É uma escolha!" e eu posso falar por experiência própria: não é uma escolha. É uma compulsão gerada por mau desenvolvimento. Depois disto, ela torna-se um vício como o álcool ou as drogas.

Actualmente estou numa parceria civil com um homem e isso tem sido um problema para mim visto que a minha visão do mundo alterou-se. Esta parceria civil foi feita apenas por motivos económicos e nós vivemos como irmãos. Quero com isto dizer que não há qualquer tipo de relacionamento físico. Ele aceita isso.

Curiosamente, ele concorda comigo quando que digo que o casamento é para heterossexuais e que crianças criadas por um pai e uma mãe têm melhores probabilidades de ter uma boa vida. Ele também concorda que há uma excessiva presença do politicamente correcto e que a liberdade de expressão é importante, qualquer que seja a opinião. Portanto, talvez haja esperança para ele também.

Hoje tenho 51 anos e sou um homem que esbanjou a sua vida, com períodos de elevado tormento, e sinto-me perdido num mundo enlouquecido. Mas acordar para a verdade é melhor do que nunca ter acordado!

Fico perturbado quando vejo a forma como a sociedade levou uma lavagem cerebral de modo a aceitar a agenda homossexual. Penso também que nós, como sociedade, somos culpados por abandonar os nossos princípios e aceitar a dita agenda. É tempo da sociedade acordar!

Não sei se há esperança para a minha recuperação e para a vida que Deus tinha planeado para mim, mas sinto que este artigo é um bom primeiro passo.

Fonte
----------
Steve Abrams, de 51 anos, entende as causas do seu homossexualismo e guarda ressentimento contra a sociedade e contra os activistas homossexuais que lhe ocultaram a verdade.

Chegamos a um ponto da sociedade ocidental onde, por motivos puramente políticos, o Estado está a fomentar junto da população um transtorno do desenvolvimento.

Infelizmente, a maior parte da sociedade ocidental, desconhecedora dos verdadeiros propósitos da agenda gay, continua a olhar para as reivindicações dos activistas homossexuais como causas que giram em torno dos "direitos civis" e não como o que essas reivindicações realmente são: manobra política que visa destruir a família natural de modo a que a população seja mais facilmente controlada pela elite governamental.

Outra coisa que convém notar neste testemunho é a falta que uma figura paterna saudável faz na vida dum rapaz. Por melhor que seja a mãe, ela nunca pode ensinar a masculinidade a um rapaz.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

EUA tiram palavras "pai" e "mãe" de passaporte por respeito a gays

As palavras “mãe” e “pai” serão removidas do passaporte norte-americano e substituídas por “filiação 1” e “filiação 2”.

De acordo com o Departamento do Estado dos EUA, as mudanças foram feitas para reconhecer os diferentes tipos de família. Grupos de direitos dos gays aplaudiram a decisão.

Mudar os termos ‘mãe’ e ‘pai’ para ‘filiação’ permite que muitos tipos de famílias sejam capazes de requerer um passaporte para seus filhos sem sentirem que o governo não reconhece a sua família”, afirmou a Fox News Jennifer Chrisler, diretora executiva do Conselho da Igualdade Familiar, um grupo norte-americano que defende o direito das famílias do grupo GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros). O conselho vem tentando há anos essa mudança no passaporte.

Mas alguns conservadores cristãos foram contra a decisão. Robert Jeffress, um pastor de uma igreja Baptista de Dallas afirmou que a alteração sugere que “não é preciso pai e mãe para criar uma criança com sucesso”. “Essa decisão faz com que os casais homossexuais se sintam mais confortáveis ao criar uma criança”, disse ele.

Em contrapartida, Jennifer afirmou que o governo precisa reconhecer que as estruturas familiares estão mudando. “A melhor coisa que podemos fazer é dar suporte às pessoas que estão criando filhos com amor, com famílias estáveis”, disse ela.

Recentemente, na Austrália, outros direitos foram reconhecidos no passaporte. Os australianos ganharam uma terceira opção de género, a categoria “x”. Essa é uma das medidas adoptadas pelo governo contra a discriminação de transgéneros. Os passaportes americanos ainda não têm essa opção, mas os transgéneros já podem optar pelo sexo que mais se identificam.

(Fonte)

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

A família natural

O "Howard Center for Family, Religion, and Society" defende que a família natural é a unidade fundamental da sociedade; é a base de todas as civilizações saudáveis e progressivas.

A definição de família natural vem dum grupo do Congresso Mundial de Famílias, redigido em Maio de 1998 (Roma). A mesma está de acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948) e com as descobertas das ciências sociais.

A definição é:

A família natural é a unidade social fundamental, impressa na natureza humana, centrada da união voluntária de um homem e uma mulher no convénio vitalício do casamento, com os seguintes propósitos:

  • satisfazer os anseios do coração humano de dar e receber amor.
  • receber e garantir o desenvolvimento físico e emocional de crianças.
  • partilhar a casa que serve de centro para a vida social, educacional, económica, e espiritual.
  • construir fortes laços entre as gerações que transmitem o modo de vida que possui um significado transcendental.
  • estender a mão da compaixão a indivíduos e famílias cujas circunstâncias de vida pecam por não serem as ideiais.
O nosso uso da expressão "família natural" é significativo em muitos aspectos.
  • Primeiro, o termo significa uma ordem natural das estruturas familiares que não só é histórica e comum através das culturas, como é sobejamente evidente por si mesmo.
  • Segundo, o termo significa uma expressão perfeitamente defensível. "Natural" não é "nuclear" - o que limitaria o seu alcance - nem é "tradicional" - o que sobrecarregaria a sua utilidade na esfera pública. É o que é, uma expressão evidente em si mesmo.

  • Terceiro, o termo "natural" não só impede construções familiares incompatíveis, como impede também comportamentos incompatíveis entre os seus membros.

  • Quarto, "família natural" é uma expressão positiva. Não exige uma discussão das incompatibilidades negativas para se definir.

domingo, 3 de julho de 2011

A utilidade do homossexualismo para a destruição da família tradicional

Fonte

Segundo um estudo desenvolvido pela economista e doutora em saúde pública, Márcia Pinto, o fumo causa um prejuízo anual de, pelo menos, R$ 338,6 milhões ao SUS.

Conforme esse blog já noticiou, por sua vez, o custo anual do Governo Federal no tratamento de pacientes homossexuais com AIDS é de aproximadamente R$ 280 milhões. Portanto, o homossexualismo causa um prejuízo equiparável ao fumo, no que concerne à saúde pública.

Segundo estudo do Dr.Paul Cameron PHD, no entanto, o homossexualismo é mais nocivo à saúde do que o cigarro, tendo em vista abreviar mais anos de vida de uma pessoa.

Assim, é totalmente contraditório um mesmo governo combater o tabagismo ao mesmo tempo em que faz apologia homossexual, financiando paradas gays e promovendo toda sorte de campanhas contra a homofobia.

Por que reprimir um comportamento deletério à saúde pública e estimular outro? Essa é a verdadeira dialética da contradição. Se as pessoas são pressionadas a abandonar o fumo, por que então também não são pressionadas a abandonar o homossexualismo? São dois comportamentos prejudiciais à saúde pública, conforme já restou provado.

A lei antifumo é corolário do direito à saúde. A única justificativa para se reprimir o fumo em espaços mais reservados é a de preservação da saúde pública.

Então vêm alguns "juristas" e explicam que o homossexualismo é diferente. É um "direito humano"; um "direito de personalidade", ainda que não haja qualquer prova de alguém nasça homossexual. Chegam a inventar um tal de "direito à intimidade sexual" ou "direito à identidade sexual"...

Parece claro que se tais ficções jurídicas podem ser inventadas em benefício do homossexual e às expensas da sociedade, o mesmo poderia ser feito em benefício do fumante. Poderíamos então falar em "direito à autodeterminação pulmonar" ou "direito à identidade tóxica" para defender o fumante, mas isso não é falado porque não está na lógica dos interesses de nossa elite governante.

A única explicação que temos para essa dialética da contradição é que realmente há má-fé no trato dessas questões por parte desta nossa elite. São duas questões análogas - a defesa do direito à saúde - que no entanto merecem tratamento distinto, violando assim o Princípio Constitucional da Isonomia. Deveriam comportar idêntico tratamento, mas não têm. Ora, se o fumo causa prejuízos à saúde pública, o homossexualismo também traz. Então por que reprimir o fumo e fazer apologia homossexual?

Os homossexuais conseguem jungir capitalismo e socialismo sob uma mesma bandeira: a bandeira do movimento gay. Um movimento que não brotou espontaneamente, mas que foi financiado e cresceu sob o patrocínio de grandes organismos e ideologias antifamília e antivida.

O interesse em se beneficiar o homossexualismo é o de combater a natalidade e a familia, ao mesmo tempo em que mina as bases cristãs da sociedade. O homossexualismo é uma modalidade de pansexualismo. Sua difusão social enfraquece os laços familiares e o comportamento altruísta do indivíduo.

Por isso, o custo à saúde pública é um custo de oportunidade das elites. Se de um lado eles perdem, do outro "ganham", seja incentivando os povos a não procriar, seja combatendo a família, que persiste sendo o núcleo fundamental de proteção ao cidadão contra a opressão do Estado. O alto custo da sodomia é, pois, um mal necessário.

Está na lógica do socialismo combater a família. A família tradicional é sempre um óbice para que novos valores sejam introduzidos, especialmente entre as novas gerações, os mais jovens, que governarão o mundo de amanhã. Marx sempre defendeu o desmantelamento da família. Abolir a "exploração das crianças pelos pais" e substituir a educação doméstica pela educação social são alguns dos ideais marxistas, como também a comunidade de mulheres. Em outras palavras, isto significa o fim da unidade familiar.

Isto porque as famílias são monarquias naturais. Dissolvendo as famílias, dissolve-se a unidade, e assim facilita-se o trabalho de doutrinação socialista. Assim, as crianças são miradas pelos socialistas, no sentido de que sejam educadas em lares gays, com vistas a lhes inculcar novos valores como o relativismo, niilismo e o igualitarismo.

O passo seguinte do socialismo, ao desintegrar a unidade familiar, é agrupar indivíduos segundo um interesse comum, a fim de que o voto lhes seja uma moeda de troca. Assim, no socialismo, a pessoa passa a ter seu valor na medida em que pertence a um grupo. E apenas assim. É o que frequentemente observamos nos partidos socialistas apoiando ostensivamente a fragmentação social e racial, através de "comunidades de bairros", "comunidades raciais", enfim, uma nova maneira de sovietizar a sociedade.

ShareThis


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...