sábado, 23 de julho de 2011
A decadência do homossexualismo
Globo e SBT orientam autores a "baixar bola" de personagens gays
Um ajudante de novelista da Globo, que pede para não ser identificado, disse em entrevista que recebeu "aviso verbal" do autor para que não perdesse tempo elaborando personagens e cenas gays --sejam entre homens ou mulheres--, pois seriam cortadas [heheh - Mats].
Cerca de três semanas atrás a Globo interveio em "Insensato Coração", vetando ousada cena gay em motel, entre o casal Hugo e Eduardo (Marcos Damigo e Rodrigo Andrade). Também o autor Aguinaldo Silva foi informado há três meses pela emissora de que deveria evitar polemizar com o assunto (gay) em "Fina Estampa", sua próxima novela, que estreia em agosto. Silva, porém, vai incluir um personagem gay "estiloso" na história, interpretado por Marcelo Serrado. Mas não haverá cenas eróticas com ele.
Questionado sobre isso, Silva usou as mesmas palavras que já usara anos atrás, decepcionado com mais um veto da Globo a uma cena homoafetiva: "Beijo gay, só lá em casa".
Não se trata de um comportamento novo. Desde 2008, a Globo já deixou "escapar" ao menos quatro vezes que exibiria uma cena gay, mas acabou desistindo sempre no último momento. Em abril do ano passado, um episódio de "Os Simpsons" teria sido cortado por conter um beijo gay entre Homer e o barman Moe.
Já no caso do SBT a ordem é explícita. Depois de exibir o primeiro beijo lésbico numa novela, entre as atrizes Luciana Vendramini e Giselle Tigre, em "Amor & Revolução", a emissora agora mudou de opinião e a ordem é baixar a bola do tema.
Tiago Santiago, o autor, teve ao menos mais duas longas cenas gays cortadas de sua história. A última deveria ter sido exibida no último dia 7, entre os personagens Jeová (Lui Mendes) e Chico (Carlos Artur Thiré). O novelista do SBT disse que acataria a decisão, mesmo tendo prometido o beijo, além de um outro, entre Vendramini e Tigre.
Na Record, a orientação é implícita e parece ecoar os princípios da Igreja Universal do Reino de Deus, que não considera a homossexualidade algo natural e corriqueiro. Nenhuma trama da emissora até hoje deu destaque a casais ou personagens gays.
○Fonte○
Convém ressalvar que, se os próprios esquerdistas estão a ficar saturados de tanto homossexualismo nos seus "órgãos de informação", imaginem o que nós, conservadores Cristãos, pensamos disso.
Mas este recuo aparenta ser um retrocesso táctico até que a sociedade esteja "transformada" para aceitar a versão esquerdista de "normalidade sexual".
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Família Católica vítima de perseguição por parte da gaystapo
A Wildflower Inn pertence a uma "família Católica devota e praticante que acredita na santidade do casamento entre um homem e uma mulher", segundo diz a sua página no Facebook.
Nós nunca recusamos jantares ou estadia a alguém por ser gays ou lésbicas.A ACLU diz que a "Vermont Human Rights Law" proíbe os edifícios de acomodação públicos - hotéis ou pousadas inclusivé - de descriminar com base na orientação sexual, e este é o ponto fulcral do processo legal:
Este caso centra-se apenas e só na descriminação. Quando uma companhia aberta ao público se recusa a servir pessoas apenas e só porque elas são um casal do mesmo sexo, isto não é diferente de restaurantes a não servirem pessoas por serem negras, ou empresas a não permitirem a admissão de mulheres ou Judeus. Isto é descriminação e é ilegal.Claro que isto é pura mentira. O próprio facebook da família Católica diz claramente que "nunca recusamos jantares ou estadia a alguém por serem gays ou lésbicas". Que parte de "nunca" é que a ACLU não entende?
Segundo, o que está em causa não é o que as pessoas são mas sim o que elas querem fazer - ou seja, a família Católica é contra UM COMPORTAMENTO e não contra AS PESSOAS.
A ACLU (e todas as organizações esquerdistas) podem gritar o mais alto que puderem, mas isso não vai alterar os factos: ser contra um comportamento não é o mesmo que ser contra um negro por ser negro ou contra um Judeu por ser Judeu. Descriminar condutas e comportamentos não implica negar direitos humanos à pessoa que os pratica.
Toda a sociedade é baseada na descriminação de condutas: quem fuma não pode entrar em certos sítios a fumar. Mas se apagar o cigarro, já pode entrar. O seu comportamento foi descriminado mas mal ele abandonou o comportamento, a sua pessoa foi tratada com os mesmos direitos que o resto da sociedade.
O mesmo se passa com esta pousada: as lésbicas podem ficar na pousada o tempo que quiserem e com os mesmos direitos que o resto dos ocupantes. Mas se elas se determinam a levar a cabo UM COMPORTAMENTO MORAL que não está de acordo com a filosofia de vida dos donos, elas não o podem fazer. Os donos têm todo o direito de censurar comportamentos com os quais eles não concordem, mas a ACLU, como esquerdistas que são, não podem aceitar que haja pessoas que não concordem com a homossexualidade.

A importância do casamento
A razão principal que levou a que virtualmente todas as civilizações desde o início da história do homem tenham reconhecido e promovido o casamento entre o homem e a mulher é por esta ser a única união natural capaz de produzir crianças. Sim, o casamento existe muito por causa da procriação e todas as civilizações precisam de produzir crianças para sobreviver. Sem as crianças - que só podem ser geradas na união sexual entre um homem e uma mulher - todas as nações, estados ou civilizações morrem. É, portanto, muito importante proteger e promover a instituição do casamento.
Mas há mais razões. Em adição à procriação, o casamento entre o homem e a mulher é o melhor ambiente para educar crianças. Sempre foi e sempre dá-de ser. A Biologia não pode ser ignorada. As crianças tem que ser criadas e famílias com pai e mãe são o melhor meio através dos qual elas melhor podem ser educadas.
Portanto, é do interesse do estado promover o casamento como a melhor forma de se tomar conta das crianças e educá-las de modo a que se tornem membros produtivos da sociedade.
Acresce-se que o casamento civiliza o homem. Os homens casados são mais produtivos e melhor comportados. Os solteiros são mais problemáticos para a sociedade, e como tal, o casamento é uma excelente forma de se "domesticar" o homem.
Paralelamente, o casamento protege as mulheres. As mulheres que são casadas são menos susceptíveis de experimentar violência de qualquer tipo do que as solteiras. Elas estão também protegidas financeiramente se criam as crianças e deixam de lado a carreira profissional devido a presença dum marido responsável e providenciador.
Estas razões não só têm o suporte da sabedoria popular e do senso comum, mas têm do seu lado as pesquisas empíricas.
Quer se goste ou não, os casamentos tradicionais são os alicerces de qualquer sociedade. Portanto é muito importante pensar-se seriamente antes de se redefinir o conceito de "casamento" como forma de satisfazer uma minoria ideologicamente motivada.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
É por isto que os esquerdistas avançam com a agenda homossexual
Jane MacConnell, moderadora da "igreja" disse:
Chegamos a um ponto da nossa história onde nos apercebemos que já não conseguiríamos seguir em frente. O motivo maior é o aspecto financeiro.Vamos vêr se os normais sinais duma igreja que caminha para a extinção estão presentes:
- Uma mulher como "pastora"? Sim. A "Reverenda" Jennifer Paty e a "Reverenda" Darlene Young..
- Homofilia? Presente:
"A Safe Harbour foi a primeira igreja na HRM a aceitar lésbicas, gays, bissexuais e pessoas transgéneros."É importante perguntar se o senhor que se segue se apercebe da ironia das suas palavras:
Desde 1993 que Tim Doufar tem sido membro da Safe Harbour, no entanto vê a dissolução da igreja [sic] como um passo em frente para os homossexuais..... "Agora (os gays) são aceites na igreja da minha zona, a igreja Anglicana."Aqui convém dizer uma coisa importante: as verdadeiras igrejas Cristãs aceitam todas as pessoas desde que elas estejam em busca do Senhor e se comprometam a abandonar a sua vida de pecado. Portanto o sr Doufar passa ao lado do ponto.Doufar disse que é apenas uma questão de tempo até todas as igrejas aceitarem homossexuais.
O que as igrejas Cristãs não aceitam são pessoas que vivem no pecado da homossexualidade sem condenaram esse comportamento como pecaminoso e errado, e sem fazerem o mínimo esforço de o abandonarem. Pior, uma verdadeira igreja Cristã nunca nomearia um homossexual assumido como "reverendo" ou "pastor".
Para além disso - e isto pode chocar alguns evangélicos mais "modernaços" - a Bíblia diz de forma bem clara que os líderes das congregações tem que ser homens. Quando igrejas começam a nomear "pastoras" e "reverendas", podemos começar o temporizador e esperar pela morte espiritual dessa "igreja".
Paralelamente, nunca vai chegar o tempo em que todas as igrejas aceitem a homossexualidade como um comportamento normal. Eventualmente, mesmo os "Cristãos" mais tolerantes vão notar que, mal uma igreja começa a abandonar os claros ensinamentos Bíblicos, ela salta para o mesma espiral de morte que matou a Safe Harbor - e está agora no processo de atirar a igreja Anglicana no caixote de lixo da História.
Finalmente: precisamente pelo facto da aceitação da homossexualidade matar ou tornar irrelevante os ensinamentos Bíblicos é que os esquerdistas forçam esse comportamento um pouco por todo o lado. Eles - os esquerdistas - não se podem assumir publicamente como os anti-Cristãos e Cristofóbicos que são e como tal usam os homossexuais como "proxy" do seu ódio. Mas só se deixa enganar quem quiser.
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