Mostrar mensagens com a etiqueta Auto-Destrutivo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Auto-Destrutivo. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 2 de junho de 2015

"...as relações homossexuais são actos onde há uma ausência indispensável e essencial de finalidade."

Por Joseph Sciambra

Actualmente existem pessoas que, baseando nas observações na ordem psicológica, começaram a julgar de forma indulgente, e até a desculpar por completo, as relações homossexuais entre certas pessoas. Eles fazem isto em oposição ao ensino constante do  Magisterium e ao sentido moral do povo Cristão.

É feita uma distinção, e aparentemente com alguma razão, entre os homossexuais cujas tendências são o efeito duma falsa educação, duma falta de um desenvolvimento sexual normal, dos hábitos, dos maus exemplos, ou de outras causas semelhantes, e é transitória ou pelo menos não é incurável; dos homossexuais que são definitivamente assim devido a algum tipo de instinto inato ou constituição patológica tomada como incurável.

Em relação a esta segunda categoria de sujeitos, algumas pessoas concluem que a sua tendência é tão natural que, no seu caso, justifica os seus relacionamentos homossexuais dentro duma sincera comunhão de vida e de amor análoga ao casamento, desde que tais homossexuais  se sintam incapazes de resistir a uma vida de solidão.

No campo pastoral, estes homossexuais certamente que têm que ser tratados com entendimento e mantidos na esperança de superarem não só as suas dificuldades pessoais, como também a sua inabilidade de se ajustarem à sociedade.

A sua culpabilidade será julgada com prudência. Mas nenhum método pastoral pode ser usado que possa dar justificação moral para estes actos com o fundamento que ela seria consonante com a condição de tais pessoas. Porque segundo a ordem moral objectiva, as relações homossexuais são actos onde há uma ausência indispensável e essencial duma finalidade.

Nas Sagradas Escrituras, elas são condenadas como uma depravação séria e até apresentadas como uma consequência triste de se rejeitar a Deus. Este julgamento das Escrituras não nos permite, obviamente, concluir que todas as pessoas que sofrem com esta anomalia são pessoalmente responsáveis por ela, mas ele atesta para o facto dos  actos homossexuais serem intrinsecamente desordenados e em caso algum podem ser aprovados.

O trecho de cima foi retirado da “Persona Humana: Declaration on Certain Questions Concerning Sexual Ethics, Sacred Congregation for the Doctrine of the Faith",  do dia 29 de Dezembro de 1975. Desta secção, a frase que me chama a atenção como a mais profunda é onde se lê, "Porque segundo a ordem moral objectiva, as relações homossexuais são actos onde há uma ausência indispensável e essencial duma finalidade".

Eu sou de opinião de que o que Igreja se está a referir é a "finalidade" realizada nas uniões maritais heterossexuais levadas a cabo através da concepção, o aparecer duma nova vida, e desde logo o propósito maior da união de amor entre o marido e a esposa. Isto é também o que se passa entre aqueles que são mais velhos ou estéreis; logo, os Bíblicos Abraão e Sara, e Zacarias e Isabel.

Nos emparelhamentos homossexuais a possibilidade é totalmente impossível (mesmo em condições miraculosas). Mesmo na maior Maravilha delas todas, o nascimento Virginal do Senhor Jesus Cristo, há ainda a complementaridade entre Deus o Pai, e a Abençoada Mãe.

No homossexualismo, a finalidade é a morte. Nos tempos modernos, isto viu a materialização definitiva com a ascenção da SIDA. Porque o sexo homossexual masculino torna-se um instrumento não de amor, mas de desespero, de medo e de aniquilação final. Por fim, torna-se suicida à medida que te entregas a um acto que te pode deixar totalmente sem vida; efectivamente, a transferência de sémen a ser depositada no recto e não na vagina gera um tipo de zona morta tóxica dentro do corpo. Vejam o artigo “Sexual behaviour and increased anal cancer” http://www.nature.com/icb/journal/v75/n2/abs/icb199725a.html.

E, para além do fisiológico, o sexo homossexual deixa todas as pessoas insatisfeitas visto que o acto torna-se no foco; o princípio, o meio e o fim; mal acaba, a necessidade de recomeçar começa a crescer dentro de nós. Como a Igreja declara, o sexo homossexual nunca gera uma resolução; nada é criado; uma ligação - talvez uma sensação de camaradagem, algo parecido ao amor; mas é forçado e maquinado - essencialmente, falta-lhe a naturalidade e o à vontade da heterossexualidade.

Depois do sexo homossexual há a dor, o inchaço, e o sangue; é um regresso trágico ao infantilismo; a incapacidade de curar; uma constante repetição do trauma infantil. A única forma é parar, é então, em CRISTO, que há a Esperança e a promessa duma felicidade final com Ele..


sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Crianças educadas por duplas homoeróticas mais susceptíveis de se envolverem no homossexualismo

Trayce Hansen, Ph.D.

Pesquisas feitas por cientistas sociais, embora não definitivas, sugerem que crianças educadas por "pais" abertamente homossexuais são muito mais susceptíveis de se envolverem no comportamento homossexual do que as crianças educadas por famílias naturais. 

Estudos feitos até agora apuraram que entre 8% a 21% das crianças educadas por duplas homoeróticas identificam-se como não-heterossexuais. Comparativamente, aproximadamente 2% da população geral é não-heterossexual. Devido a isto, se estas percentagens se mantiverem como verdadeiras, as crianças educadas por homossexuais são entre 4 a 10 vezes mais susceptíveis de desenvolverem uma preferência não-heterossexual do que as crianças educadas por um pai e uma mãe.

Alguns dos pesquisadores que apuraram as preferências sexuais entre crianças criadas por heterossexuais e as crianças criadas por homossexuais afirmaram mesmo assim (nas suas pesquisas) que não foram encontradas diferenças algumas. Muitos são de opinião de que eles escondem os seus achados como forma de não prejudicar a sua própria agenda sócio-política pró-homossexualista.

Todos os cientistas que tomaram parte nesta pesquisa emocionalmente carregada têm os seus preconceitos pessoais e isso é um facto. Mas se os autores da pesquisa querem ser qualificados como cientistas, e não activistas, eles têm que colocar de lado os seus preconceitos e apresentar os resultados de forma clara e directa.

Apesar disso, ninguém deveria ficar surpreendido com o facto das duplas homossexuais serem mais susceptíveis de criar crianças que mais tarde enveredam pelo homossexualismo. Tal como um dos poucos proponentes pró-homossexualismo afirmou, "Mas é claro que as nossas crianças serão diferentes." De facto, muitos acreditam que estas percentagens de crianças não-heterossexuais presentes nestes estudos seriam ainda maiores se as crianças tivessem sido criadas de nascença por duplas homossexuais. O que se passa é que a maioria destas crianças nasceu e foi criada por um pai e uma mãe até que um deles "saiu do armário" e os pais se divorciaram.

Os melhores e o mais recentes estudos envolvendo gémeos apuraram que o homossexualismo, ao contrário da cor dos olhos, não é geneticamente causado. No entanto, existem vários mecanismos não-genéticos através dos quais o homossexualismo pode ser transmitido duma geração para a outra. Esses mecanismos envolvem exemplos de pessoas que as crianças confiam, aprendizagem social e reforço diferencial, bem como o encorajamento pró-homossexualista feito pelos pais ou por outros.

Ninguém sabe ao certo através de que tipo de mecanismos complexos os pais homossexuais criam filhos que mais tarde se identificam como não-heterossexuais. Mas mesmo assim, parece que é isso mesmo que eles fazem. O público precisa de saber das conclusões destes estudos de modo a que, quando os tribunais adjudicarem e os cidadãos votarem em assuntos relacionados ao homossexualismo, eles estejam plenamente informados em relação às possíveis consequências que as suas decisões podem ter nas crianças.


©2008 Drª. Trayce Hansen.

* * * * * * *
A importância disto é que o estilo de vida homoerótico é clinicamente, psicologicamente e emocionalmente mais frágil do que o estilo de vida biologicamente natural. Dito de outra forma, como as pessoas que estão envolvidas no homoerotismo são mais susceptíveis de ter problemas médicos, psicológicos e emocionais, é do interesse geral evitar que as crianças cresçam em ambientes que lhes podem tornar mais susceptíveis de enveredar por um estilo de vida sexualmente auto-destrutivo.

.

ShareThis


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...