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sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Crianças educadas por duplas homoeróticas mais susceptíveis de se envolverem no homossexualismo

Trayce Hansen, Ph.D.

Pesquisas feitas por cientistas sociais, embora não definitivas, sugerem que crianças educadas por "pais" abertamente homossexuais são muito mais susceptíveis de se envolverem no comportamento homossexual do que as crianças educadas por famílias naturais. 

Estudos feitos até agora apuraram que entre 8% a 21% das crianças educadas por duplas homoeróticas identificam-se como não-heterossexuais. Comparativamente, aproximadamente 2% da população geral é não-heterossexual. Devido a isto, se estas percentagens se mantiverem como verdadeiras, as crianças educadas por homossexuais são entre 4 a 10 vezes mais susceptíveis de desenvolverem uma preferência não-heterossexual do que as crianças educadas por um pai e uma mãe.

Alguns dos pesquisadores que apuraram as preferências sexuais entre crianças criadas por heterossexuais e as crianças criadas por homossexuais afirmaram mesmo assim (nas suas pesquisas) que não foram encontradas diferenças algumas. Muitos são de opinião de que eles escondem os seus achados como forma de não prejudicar a sua própria agenda sócio-política pró-homossexualista.

Todos os cientistas que tomaram parte nesta pesquisa emocionalmente carregada têm os seus preconceitos pessoais e isso é um facto. Mas se os autores da pesquisa querem ser qualificados como cientistas, e não activistas, eles têm que colocar de lado os seus preconceitos e apresentar os resultados de forma clara e directa.

Apesar disso, ninguém deveria ficar surpreendido com o facto das duplas homossexuais serem mais susceptíveis de criar crianças que mais tarde enveredam pelo homossexualismo. Tal como um dos poucos proponentes pró-homossexualismo afirmou, "Mas é claro que as nossas crianças serão diferentes." De facto, muitos acreditam que estas percentagens de crianças não-heterossexuais presentes nestes estudos seriam ainda maiores se as crianças tivessem sido criadas de nascença por duplas homossexuais. O que se passa é que a maioria destas crianças nasceu e foi criada por um pai e uma mãe até que um deles "saiu do armário" e os pais se divorciaram.

Os melhores e o mais recentes estudos envolvendo gémeos apuraram que o homossexualismo, ao contrário da cor dos olhos, não é geneticamente causado. No entanto, existem vários mecanismos não-genéticos através dos quais o homossexualismo pode ser transmitido duma geração para a outra. Esses mecanismos envolvem exemplos de pessoas que as crianças confiam, aprendizagem social e reforço diferencial, bem como o encorajamento pró-homossexualista feito pelos pais ou por outros.

Ninguém sabe ao certo através de que tipo de mecanismos complexos os pais homossexuais criam filhos que mais tarde se identificam como não-heterossexuais. Mas mesmo assim, parece que é isso mesmo que eles fazem. O público precisa de saber das conclusões destes estudos de modo a que, quando os tribunais adjudicarem e os cidadãos votarem em assuntos relacionados ao homossexualismo, eles estejam plenamente informados em relação às possíveis consequências que as suas decisões podem ter nas crianças.


©2008 Drª. Trayce Hansen.

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A importância disto é que o estilo de vida homoerótico é clinicamente, psicologicamente e emocionalmente mais frágil do que o estilo de vida biologicamente natural. Dito de outra forma, como as pessoas que estão envolvidas no homoerotismo são mais susceptíveis de ter problemas médicos, psicológicos e emocionais, é do interesse geral evitar que as crianças cresçam em ambientes que lhes podem tornar mais susceptíveis de enveredar por um estilo de vida sexualmente auto-destrutivo.

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domingo, 18 de agosto de 2013

O imperialismo homocultural do Ocidente

Por Timothy Bancroft-Hinchey

Sem surpresa alguma, alguns segmentos do mundo ocidental sugerem que se faça um boicote aos Jogos Olímpicos de Inverno (que se vão realizar na Rússia) como retaliação contra o que eles entendem ser uma política injusta por parte das autoridades Russas contra a comunidade LGBT. Onde estavam eles quando a NATO estava a metralhar alvos civis na Líbia? E não são as leis Russas feitas para os Russos?

O primeiro ponto da questão é levar em conta o enquadramento legal que cobre todos os Russos. A idade do consentimento na Rússia é de 16 anos, independentemente da orientação sexual; os transsexuais e os transgéneros têm a permissão para modificar o seu género legal; segundo a lei Russa, a homossexualidade não é considerada uma doença mental e não é uma ofensa criminosa; os solteiros podem adoptar crianças, independentemente da sua orientação sexual, e os homossexuais podem servir no exército sem qualquer tipo de restrição.

Segundo: examinemos a lei que foi recentemente aprovada com 436 votos a favor e zero contra pela DUMA Russa (ou parlamento); esta lei proíbe a propagação de actividades sexuais não-tradicionais junto dos menores. Dito de outra forma, é uma lei que proíbe a distribuição ou disseminação de actos homossexuais junto das crianças. Portanto, todos aqueles que estão a levantar um alvoroço em torno dos Jogos Olímpicos de Inverno, e fazem planos de boicotar, perguntem o seguinte: o que é que vocês sentiriam se alguém exibisse imagens eróticas gráficas de duas ou mais pessoas do mesmo sexo? Será que eles dariam um passo atrás e bateriam palmas?

O terceiro ponto da questão aqui são os valores culturais e o respeito pelos mesmos. A sociedade Russa actual encontra-se de modo sólido do lado dos valores familiares tradicionais, e regra geral, os Russos não entendem, ou apoiam, o "casamento" entre pessoas do mesmo sexo. Ponto final. Não é competência do Ocidente se queixar em relação a isso, do mesmo modo que não é competência do Russo comum lançar uma campanha contra Londres apenas e só porque ainda é ilegal correr ou cantar no "Burlingdon Arcade" entre "Piccadilly" e a "Cork Street".

Se uma mulher afegã deseja usar a burqa de modo a que ela só se revela para o seu marido, isso é uma questão cultural - do mesmo modo que é uma questão cultural o facto das mulheres ocidentais não se vestirem com mini-saias ou calças reveladoras e invadirem as mesquitas da Arábia Saudita. Semelhantemente, é algo aceite de modo geral na Catedrais italianas que as mulheres se cubram mais do que o normal.

Se um homem ou uma mulher entram numa sinagoga, é suposto eles cobrirem as suas cabeças em sinal de respeito. Numa mesa de jantar no ocidente ninguém arrota de modo ruidoso ou diz "shabash" (alegra-te) como forma de mostrar que a rejeição era do seu agrado, mas quando isto é feito no Norte da Índia, o acto é tomado como um elogio ao chefe. Muitas sociedades Africanas não aceitam bispos Anglicanos homossexuais mas isto é considerado aceitável em algumas comunidades no Reino Unido e na América do Norte.

Depois de 500 anos de intrusão, colonialismo e imperialismo, depois de enfiar o seu nariz nos assuntos de sociedades alheias, depois espalhar a sua moral e a sua moralidade por todo o globo, impondo-o do topo para a base, depois duma atitude arrogante, assassina, recheada de massacres, será que Ocidente não pode deixar a vida alheia e dedicar-se à sua própria, aceitando que as coisas não têm que ser todas iguais em todo o mundo?

Portanto, independentemente da posição pessoal em relação a comunidade LGBT, independentemente do que as pessoas pensam dos transgéneros, das lésbicas, dos gays ou dos bissexuais dentro duma sociedade, e quer a pessoa tenha ou não algum tipo de interacção pessoal com estas pessoas na vida social, ou se se relaciona com outros tendo em vista a defesa dos seus direitos, o facto a reter é que a comunidade LGBT não é discriminada segundo a lei federal Russa. Esta lei não só reflecte a posição da sociedade Russa ao não reconhecer as uniões homoeróticas, como reflecte os esforços dos Russos de prevenir os menores de serem expostos a imagens desnecessárias em tão tenra idade.

(...)

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Os marxistas culturais do ocidente encontram-se frustrados com o amplo apoio da lei federal Russa porque temem que isso se possa espalhar para outros países da Europa (especialmente para o Ocidente).

Uma coisa que é preciso reter é que os Russos não são mais morais que o resto da Europa; o que se passa é que na Rússia o Politicamente Correcto (PC) não parece ter muito poder. Devido a isso, os Russos são livres para dizer o que realmente pensam da promoção do homossexualismo junto de crianças, e agir em conformidade.

Se o PC fosse removido da Europa Ocidental, os activistas homossexualistas descobririam, horrorizados, que, para além da elite esquerdista, muito poucas pessoas estão interessadas na sua sexualidade, e menos ainda em deixar que eles manifestem essa "sexualidade" junto de crianças impressionáveis.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Agentes da CIA

A agência de segurança norte-americana vai organizar a sua primeira reunião de recrutamento de pessoal homossexual, transsexual e bissexual e decidiu fazê-lo em Miami Beach, no Estado da Florida, noticia a agência EFE.

A reunião foi convocada, para esta Quarta-feira, no Centro de Visitantes LGBT [Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgénero] de Miami Beach, com a pergunta: "Alguma vez pensaste fazer carreira na Agência Central de Informações?".

Durante o encontro vão ser apresentados diversos postos de trabalho nos serviços de espionagem norte-americanos.

Na reunião, cuja entrada é gratuita e oferecerá aperitivos e cocktails, vão estar presentes dirigentes de várias áreas da CIA, que está a procurar mudar de imagem e a alargar o perfil dos seus empregados.

Entre os dirigentes esperados estão confirmados o chefe do grupo de desenvolvimento industrial, Bill French, o oficial de informação técnica e responsável pelo grupo LBGT nos erviços de Recursos Humanos, Tracey Ballard, e o gestor do grupo de contacto com a comunidade LBGT, Michael Barber.

A reunião teve a colaboração da Câmara de Comércio de Gays e Lésbicas de Miami e é a primeira deste tipo organizada pela CIA, que foi acusada em 1989 de marginalizar sistematicamente este colectivo. A próxima vai ser na Quinta-Feira em Orlando, no centro da Florida.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

A homossexualidade falsa vista por quem trabalha com ela

Na caixa de comentários do blogue "Estado Sentido" Abel Matos Santos diz:

Como profissional de saúde que trabalha, também, com adolescentes, posso afirmar categoricamente que assistimos a um fenómeno absolutamente assustador, onde muitos adolescentes e jovens adultos que não são homossexuais se envolvem em práticas homossexuais pela pressão dos pares, por estar na moda e pela pressão social, tendo muitos desenvolvido problemas emocionais graves que os leva, entre outras coisas, a automutilações, depressões e suicídio.

JAS tem toda a razão no seu artigo! Venham as ILGAS e os arautos dos homossexuais contestar, mas a realidade impõe-se sempre a ideologia.

* * * * * * * *

Quem se envolve no homossexualismo de livre e espontânea vontade tem que ser qualificado como homossexual. A pressão dos pares é pressão social e não força física exercida contra os jovens. Curioso, portanto, que Abel Matos diga que eles "não são homossexuais".

Mas de qualquer forma, pode-se dizer que o homossexualismo suga muitos jovens mentalmente instáveis para esse estilo de vida, tornando-os mais tarde viciadas e dependentes. Como todas as outras dependências a que o ser humano sucumbe, esta também pode ser abandonada.

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