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segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Promiscuidade sexual entre os homossexuais

Por Matt Slick

1) 28% dos homossexuais tiveram mais de 1000 parceiros sexuais:

Bell e Weinberg registaram evidências de compulsão sexual amplamente difundida entre os homens homossexuais. 83% dos homens homossexuais contactados estimaram terem tido tido relações sexuais com 50 ou mais parceiros durante a sua vida, 43% estimaram terem tido 500 ou mais parceiros sexuais, 28% estimou ter tido 1,000 ou mais parceiros. (Bell and Weinberg p 308.)

2) 79% dos homens homossexuais afirmaram que mais de metade dos parceiros sexuais são pessoas desconhecidas:

A pesquisa mostrou que os 79% dos inquiridos afirmou que mais de metade dos parceiros sexuais eram estranhos. 70% disse que mais de metade dos seus parceiros sexuais eram pessoas com quem tinham tido relações sexuais apenas uma vez. (Bell and Weinberg pp.308-309)

3) O intervalo modal para o número de parceiros homossexuais 101-500:

No seu estudo do perfil sexual de 2,583 homossexuais mais velhos, publicado no Journal of Sex Research, Paul Van de Ven et al. apuraram que 'o intervalo modal para o número de parceiros sexuais [homossexuais] de sempre era 101-500'. Para além disso, entre 10,2% a 15,7% havia tido entre 501 a 1000 parceiros sexuais. Outros 10,2% a 15,7% reportaram terem tido mais de 1000 parceiros sexuais durante toda a sua vida.".
Paul Van de Ven et al., "A Comparative Demographic and Sexual Profile of Older Homosexually Active Men," Journal of Sex Research 34 (1997): 354." 

4) Num estudo de 1978 foi apurado que 78% dos homens homossexuais haviam tido mais de 100 parceiros sexuais, 28% mais de 1000 parceiros sexuais:

Um estudo abrangente relativo aos homens homossexuais levado a cabo em 1978, revelou que 75% dos auto-identificados homens homossexuais brancos haviam tido relações sexuais com 100 homens diferentes durante a sua vida: 15% alegou ter tido entre 100 a 249 parceiros sexuais; 17% alegou ter tido 250-499 parceiros sexuais; 15% alegou ter tido 500-999; e 28% dos homens homossexuais alegou ter tido mais de 1,000 parceiros sexuais durante toda a sua vida.

Por volta de 1984, quando a epidemia da SIDA se firmou, os homens homossexuais estavam a controlar a promiscuidade, mas não tanto assim. Em vez dos 6 parceiros sexuais mensais (em média), o comum homossexual não-monogâmico inquirido proveniente de São Francisco reportou ter cerca de 4 parceiros sexuais por mês, e 1984. (Fonte)

5) Há uma taxa extremamente baixa de fidelidade sexual entre os homens homossexuais quando comparados com os heterossexuais casados.

Enquanto que entre as mulheres casadas havia uma taxa de fidelidade na ordem dos 85%, e entre os homens havia uma taxa de 75,5%, junto dos homens homossexuais que se encontravam num relacionamento havia uma taxa de fidelidade na ordem dos 4,5%.

(Fontes:: Laumann, The Social Organization of Sexuality, 216; McWhirter and Mattison, The Male Couple: How Relationships Develop (1984): 252-253; Wiederman, "Extramarital Sex," 170.  Link )

- https://goo.gl/UCRN6V

domingo, 16 de agosto de 2015

O homossexualismo causa cancro

Por Joseph Sciambra

Num estudo recente, a maioria dos homossexuais masculinos seronegativos acusou positivamente para o HPV:

O ADN da HPV foi encontrado no canal anal de 57% dos participantes. A prevalência da infecção com o HPV não se alterou com a idade ou localização geográfca.

A infecção com o HPV estava independentemente associada com as relações sexuais anais receptivas. (1)

As probabilidades de se contrair o HPV, que causa o cancro anal, aumentavam mal alguém se tornava seropositivo:

Noventa e dos porcento dos MSM [homens que têm sexo com outros homens] seropositivos tinham pelo menos um tipo de HPV anal, 80% tinham pelo menos 1 tipo de HPV oncogênico, e 42% tinham HPV 16. (2)

No entanto, e segundo um estudo Dinamarquês, até aqueles homens homossexuais que se encontravam em relacionamentos "registados" estavam também expostos a um risco acrescido de se contrair cancro anal:

As mulheres em parcerias homossexuais estavam tão expostas aos riscos de cancro como as mulheres Dinamarquesas no geral....

De modo geral, os homens em parcerias homossexuais encontravam-se expostos a um risco maior…O carcinoma escamoso anal também ocorra em excesso. (3)

- http://bit.ly/1Hm6fzW

Referências:
1. "Age-Specific Prevalence of Anal Human Papillomavirus Infection in HIV-Negative Sexually Active Men Who Have Sex with Men: The EXPLORE Study" Peter V. Chin-Hong, Eric Vittinghoff, Ross D. Cranston, Susan Buchbinder, Daniel Cohen, Grant Colfax, Maria Da Costa, Teresa Darragh, Eileen Hess, Franklyn Judson, Beryl Koblin, Maria Madison and Joel M. PalefskyPresented in part: Human Papillomavirus 21st International Conference, Mexico City, Mexico, 20–26 February 2004 (abstract 538).
2. "Risk factors for anal human papillomavirus infection type 16 among HIV-positive men who have sex with men in San Francisco." Hernandez AL1, Efird JT, Holly EA, Berry JM, Jay N, Palefsky JM.J Acquir Immune Defic Syndr. 2013 Aug 1;63(4):532-9. doi: 10.1097/QAI.0b013e3182968f87.
3. "Cancer in a Population-based Cohort of Men and Women in Registered Homosexual Partnerships" Morten Frisch1, Else Smith2, Andrew Grulich3 and Christoffer JohansenOxford Journals Medicine & Health American Journal of Epidemiology Volume 157, Issue 11Pp. 966-972.

terça-feira, 2 de junho de 2015

"...as relações homossexuais são actos onde há uma ausência indispensável e essencial de finalidade."

Por Joseph Sciambra

Actualmente existem pessoas que, baseando nas observações na ordem psicológica, começaram a julgar de forma indulgente, e até a desculpar por completo, as relações homossexuais entre certas pessoas. Eles fazem isto em oposição ao ensino constante do  Magisterium e ao sentido moral do povo Cristão.

É feita uma distinção, e aparentemente com alguma razão, entre os homossexuais cujas tendências são o efeito duma falsa educação, duma falta de um desenvolvimento sexual normal, dos hábitos, dos maus exemplos, ou de outras causas semelhantes, e é transitória ou pelo menos não é incurável; dos homossexuais que são definitivamente assim devido a algum tipo de instinto inato ou constituição patológica tomada como incurável.

Em relação a esta segunda categoria de sujeitos, algumas pessoas concluem que a sua tendência é tão natural que, no seu caso, justifica os seus relacionamentos homossexuais dentro duma sincera comunhão de vida e de amor análoga ao casamento, desde que tais homossexuais  se sintam incapazes de resistir a uma vida de solidão.

No campo pastoral, estes homossexuais certamente que têm que ser tratados com entendimento e mantidos na esperança de superarem não só as suas dificuldades pessoais, como também a sua inabilidade de se ajustarem à sociedade.

A sua culpabilidade será julgada com prudência. Mas nenhum método pastoral pode ser usado que possa dar justificação moral para estes actos com o fundamento que ela seria consonante com a condição de tais pessoas. Porque segundo a ordem moral objectiva, as relações homossexuais são actos onde há uma ausência indispensável e essencial duma finalidade.

Nas Sagradas Escrituras, elas são condenadas como uma depravação séria e até apresentadas como uma consequência triste de se rejeitar a Deus. Este julgamento das Escrituras não nos permite, obviamente, concluir que todas as pessoas que sofrem com esta anomalia são pessoalmente responsáveis por ela, mas ele atesta para o facto dos  actos homossexuais serem intrinsecamente desordenados e em caso algum podem ser aprovados.

O trecho de cima foi retirado da “Persona Humana: Declaration on Certain Questions Concerning Sexual Ethics, Sacred Congregation for the Doctrine of the Faith",  do dia 29 de Dezembro de 1975. Desta secção, a frase que me chama a atenção como a mais profunda é onde se lê, "Porque segundo a ordem moral objectiva, as relações homossexuais são actos onde há uma ausência indispensável e essencial duma finalidade".

Eu sou de opinião de que o que Igreja se está a referir é a "finalidade" realizada nas uniões maritais heterossexuais levadas a cabo através da concepção, o aparecer duma nova vida, e desde logo o propósito maior da união de amor entre o marido e a esposa. Isto é também o que se passa entre aqueles que são mais velhos ou estéreis; logo, os Bíblicos Abraão e Sara, e Zacarias e Isabel.

Nos emparelhamentos homossexuais a possibilidade é totalmente impossível (mesmo em condições miraculosas). Mesmo na maior Maravilha delas todas, o nascimento Virginal do Senhor Jesus Cristo, há ainda a complementaridade entre Deus o Pai, e a Abençoada Mãe.

No homossexualismo, a finalidade é a morte. Nos tempos modernos, isto viu a materialização definitiva com a ascenção da SIDA. Porque o sexo homossexual masculino torna-se um instrumento não de amor, mas de desespero, de medo e de aniquilação final. Por fim, torna-se suicida à medida que te entregas a um acto que te pode deixar totalmente sem vida; efectivamente, a transferência de sémen a ser depositada no recto e não na vagina gera um tipo de zona morta tóxica dentro do corpo. Vejam o artigo “Sexual behaviour and increased anal cancer” http://www.nature.com/icb/journal/v75/n2/abs/icb199725a.html.

E, para além do fisiológico, o sexo homossexual deixa todas as pessoas insatisfeitas visto que o acto torna-se no foco; o princípio, o meio e o fim; mal acaba, a necessidade de recomeçar começa a crescer dentro de nós. Como a Igreja declara, o sexo homossexual nunca gera uma resolução; nada é criado; uma ligação - talvez uma sensação de camaradagem, algo parecido ao amor; mas é forçado e maquinado - essencialmente, falta-lhe a naturalidade e o à vontade da heterossexualidade.

Depois do sexo homossexual há a dor, o inchaço, e o sangue; é um regresso trágico ao infantilismo; a incapacidade de curar; uma constante repetição do trauma infantil. A única forma é parar, é então, em CRISTO, que há a Esperança e a promessa duma felicidade final com Ele..


domingo, 21 de setembro de 2014

Confissões dum homossexual recuperado

Numa das maiores pesquisas levadas a cabo junto dos homossexuais Ingleses, os pesquisadores da Cambridge University apuraram que 12% das lésbicas e quase 19% das mulheres bissexuais reportaram problemas mentais, comparadas com as 6% das mulheres heterossexuais.  Enquanto isso, 11% dos homens homossexuais e 15% dos homens bissexuais reportaram problemas, comparados aos 5% dos homens heterossexuais.

Segundo o estudo que foi publicado no Journal of General Internal Medicine, as lésbicas, os homens homossexuais e os homens e as mulheres bissexuais são 50% mais susceptíveis de reportar experiências negativas junto dos serviços de cuidados primários.

O Professor Martin Roland, director do Cambridge Centre for Health Services Research, e que levou a cabo a pesquisa parcialmente financiada pela NHS juntamente com académicos da Rand Corporation e da Harvard Medical School.

Temos que garantir, ao mesmo tempo, que os médicos reconheçam as necessidades das minorias sexuais, e também que essas minorias tenham a experiência de tratamento que os outros pacientes.

Fonte

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Um homossexual que leu a notícia noutro blogue, comentou com as palavras que se seguem.
....

Vivi como um homem homossexual durante 20 anos. Sim, essa vida é extremamente disfuncional. Deixei a sub-cultura homossexual e deixei de buscar homens porque me apercebi que isso não "ajudava" o meu estado mental, mas só o tornava drasticamente pior. Existe de facto uma desordem subjacente que os homossexuais tentam resolver. Os seus esforços, no entanto, estão condenados ao fracasso.

Colocando as coisas e forma simples. eles nunca chegaram a desenvolver a sua personalidade masculina. A atracção sexual é sempre em direcção a alguém do sexo oposto. Os homens homossexuais têm uma auto-identidade feminina porque eles não conseguiram criar uma divisão com as suas mães. Uma identidade distinta é formada muito provavelmente por volta dos dois anos, e um pai ausente, distante ou indiferente é um pai que não permite que o filho forme uma identidade masculina.

As estatísticas confirmam esta ideia uma vez que houve um aumento considerável do número de homossexuais na Alemanha por volta de 20 anos depois da 2ª Guerra Mundial. Os rapazes criados por lésbicas são muito mais  susceptíveis de se identificaram mais tarde como homossexuais do que os rapazes que crescem em lares tradicionais, ao mesmo tempo que a taxa de homossexualismo em rapazes criados por dois homens homossexuais não é diferente do seu número na população geral.

O que a minha experiência no mundo homossexual me diz é que as pessoas mais saudáveis são aqueles que são novas nesse estilo de vida; o estilo de vida homossexual não produz felicidade e nem o prometido bem-estar.

Quanto mais o homem se encontra nele, ou quanto mais activo ele é, maiores são as probabilidades de ter mais problemas mentais. Esses problemas são o alcoolismo, o uso de substâncias, relacionamentos abusivos, comportamento de risco, depressão e pensamentos suicidas.

A degeneração parece aumentar nas vidas dos homens que entram nesse mundo. Eles rapidamente ficam desapontados e ficam em busca de excitações mais arriscadas e mais degeneradas. Dentro homossexualismo masculino não existem relacionamentos monogâmicos; em vez disso, os "parceiros" são parceiros na busca de outros parceiros sexuais, ou de drogas ou na execução de papéis ["role playing"].

Independentemente do que experimentam, nada parece reparar o que se encontra de errado neles; consequentemente, eles forçam ainda mais os limites. A morte e a violência parecem sempre ser o tema no final do caminho. Se a atracção sexual é a atracção para alguém do sexo oposto, e ela sempre é, então a excitação dessa atracção significa a morte do indivíduo.

A união com alguém do sexo oposto implica uma aniquilação. Os homens homossexuais vêem uma masculinidade superficial nos outros homossexuais, mas quando eles ficam a saber o real objecto da sua atracção, ficam revoltados com a natureza feminina - a verdadeira pessoa que eles não haviam visto previamente.

A vida dos homens homossexuais é uma série de desilusões ou, se eles são aqueles que inicialmente têm uma aparência feminina, uma série de rejeições. A desesperança da sua busca começa a pesar-lhes na alma, e o desespero leva a um aumento de problemas mentais. Contrariamente ao que diz a propaganda dos activistas homossexuais, "sair do armário" é o pior erro que um homem homossexual pode fazer.

Poucos homens homossexuais vivem até uma idade avançada. Aqueles que vivem são aqueles que, como Quentin Crisp, escolhem viver uma vida celibatária e deixam de se identificar como homossexuais. Alguns homens homossexuais não tomam esta decisão de um modo consciente, mas apenas abandonam esse estilo de vida. Alguns, devido às dificuldades da vida, e após descobrirem uma masculinidade interior que eles nunca haviam conhecido, uma forma diferente de lidar com o conflicto, as negociações e as amizades masculinas, desenvolvem uma identidade masculina num ponto mais avançado das suas vidas.

Eles descobrem também que não já não têm as antigas fixações e as antigas compulsões. Eles descobrem que, durante a maior parte das suas vidas, eles estiverem dentro dum tipo de stress pós-traumático. A maior parte dos homens homossexuais são homens que vivem num estado de histeria. Eles estão a tentar uma auto-reparação consumindo a masculinidade dos outros. Eles vivem vidas de profunda solidão.

Poucas palavras são partilhadas com os seus parceiros sexuais visto ser entendido, a um nível subconsciente, que eles não querem a ilusão da masculina dos outros destruída. A experiência já lhes ensinou que eles sentirão repulsa ou serão rejeitados, e como tal, as suas vidas têm que ser sempre fantasias solitárias.

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Médico expulso por falar a verdade sobre o homossexualismo

Ele é pioneiro no âmbito das doenças infecciosas no Caribe, mas agora está a ser alvo de ataques por ter testemunhado que o relações sexuais homossexuais são perigosas para aqueles que a practicam e para a saúde pública geral.

O Professor Brendan Bain, um Cristão devoto que trata pessoas com SIDA, era o director da unidade regional de coordenação da "Caribbean HIV/AIDS Regional Training Network" (CHART) na "University of the West Indies" (Jamaica) até ao dia em que a reacção aos seus comentários mudaram a sua vida. Bain foi despedido no seguimento do seu testemunho feito em favor dum grupo de igrejas que opera na Belize em favor de que as leis contra a sodomia na Belize se mantenham intactas.

As consequências da atitude das pessoas em relação às suas palavras demoraram dois anos a repercutir mas eventualmente a sua posição médica contra a sodomia foi alvo de perseguição por parte de activistas e por parte pessoas simpatizantes com agenda homoerótica.

O testemunho de Bain fundamentou-se nas suas pesquisas levadas a cabo em Belize, que relevaram que o risco relativo de contrair o HIV é significativamente maior entre os homens que têm sexo com outros homens (MSM = Men Sex [With] Men] do que na população geral. A sua pesquisa conclui afirmando que a mesma verdade [em torno dos riscos do sexo anal] também se aplica em muitos outros países onde os dados estão disponíveis, incluindo países que revogaram a lei que criminaliza o sexo anal e países onde a lei ainda se aplica.

A declaração da universidade diz:

A questão surgiu mais ou menos há dois anos num caso mediático em Belize onde um homem homossexual, chamado Caleb Orozco, colocou em causa a constitucionalidade da lei de 1861 que criminaliza os homens que têm sexo com outros homens. O Professor Brendan Bain disponibilizou uma declaração em favor de um grupo de igrejas que buscam a permanência da lei.

Muitas autoridades familiares com a controvérsia acreditam que o testemunho do Professor Bain apoiou os argumentos em favor da retenção da lei, contribuindo desde logo para a contínua criminalização e estigmatização dos MSM. Esta opinião é partilhada pelso grupos gays, lésbicos e outros grupos que são servidos pela CHART.

A maioria dos peritos no combate ao HIV e dos profissionais dedicados à saúde pública acredita que a criminalização dos homens que têm sexo com outros homens, e a discriminação contra eles, viola os seus direitos humanos, coloca-os em ricos maior, reduz o seu acesso aos serviços, força a epidemia HIV para o mundo da clandestinidade, aumentando desde logo o risco do HIV.

Esta é a posição promovida pela ONU, UNAIDS, WHO, PAHO, pelas comunidades internacionais dedicadas aos direitos humanos, e pela PANCAP ("Pan Caribbean Partnership against AIDS"), que é a organização principal no combate regional à epidemia do HIV.

Embora a universidade reconheça o direito do Professor Bain de disponibilizar testemunho de perito da forma como ele a deu, tornou-se claramente evidente que o Professor Bain perdeu a confiança e o apoio dum sector significativo da comunidade que o programa CHART esperar atingir, incluindo a perda do seu status de liderança na PANCAP, e desde logo, fragilizando a habilidade deste programa de disponibilizar de modo eficaz o seu mandato.

É por este motivo que a "University of the West Indies" tomou a decisão de colocar um fim ao contracto com o Professor Bain como Director da
"Regional Coordinating Unit" (RCU) da "Caribbean HIV/Training (CHART) Network".

Modificado a partir do original

* * * * * * *
Note-se que a universidade do Professor Bain não se deu ao trabalho de refutar as alegações médicas e científicas que ele usou no seu testemunho - e esse é o ponto mais importante. Para além disso, ter sexo anal não é um "direito", mas uma escolha pessoal com claras consequências médicas. 

Mais uma vez, um profissional de saúde vê o seu emprego terminado apenas e só por dito uma verdade inconveniente: o comportamento homoerótico tem consequências médicas graves para os practicantes e para a saúde a publica..

Brendan Bain

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Sida atinge gays cada vez mais cedo

Os homens que têm sexo com outros homens são infectados com VIH/Sida cada vez mais cedo.

De acordo com dados divulgados nesta tarde de sexta-feira pela Direcção Geral de Saúde, a idade média da infecção entre os homossexuais e bissexuais ocorria aos 36 anos, em 1990, enquanto que em 2012 a idade baixou para os 32 anos.

No total, 70% das infecções no género masculino, na faixa etária entre os 30 e 34 anos, ocorrem entre homossexuais. Os homens que têm sexo com outros homens são 65% dos casos entre os 25 e 29 anos. E na faixa etária dos 20 aos 24 anos representam 45%.

A transmissão da infecção nos homossexuais aumentou 33% entre 2005 e 2011, revela o relatório sobre a situação do VIH/Sida em Portugal em 2012.

Dados oficiais referem que a transmissão da infecção através das relações sexuais em homens que têm sexo com homens atinge hoje 25% do total de casos notificados.

António Diniz, a propósito dos '30 anos do VIH/SIDA em Portugal' e do Dia Mundial de Luta Contra a Sida, que se assinala domingo, referiu a necessidade de obter respostas com urgência.

“Precisamos saber porque é que estas pessoas se voltaram a infectar e isso implica sabermos que pessoas são, como é que elas encaram a infecção VIH e de que forma é que a adquiriram para podermos traçar estratégias, quer seja de prevenção, quer seja de diagnóstico”, explicou o director do Programa Nacional para a Infecção do VIH/SIDA.

Fonte

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