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terça-feira, 2 de junho de 2015

"...as relações homossexuais são actos onde há uma ausência indispensável e essencial de finalidade."

Por Joseph Sciambra

Actualmente existem pessoas que, baseando nas observações na ordem psicológica, começaram a julgar de forma indulgente, e até a desculpar por completo, as relações homossexuais entre certas pessoas. Eles fazem isto em oposição ao ensino constante do  Magisterium e ao sentido moral do povo Cristão.

É feita uma distinção, e aparentemente com alguma razão, entre os homossexuais cujas tendências são o efeito duma falsa educação, duma falta de um desenvolvimento sexual normal, dos hábitos, dos maus exemplos, ou de outras causas semelhantes, e é transitória ou pelo menos não é incurável; dos homossexuais que são definitivamente assim devido a algum tipo de instinto inato ou constituição patológica tomada como incurável.

Em relação a esta segunda categoria de sujeitos, algumas pessoas concluem que a sua tendência é tão natural que, no seu caso, justifica os seus relacionamentos homossexuais dentro duma sincera comunhão de vida e de amor análoga ao casamento, desde que tais homossexuais  se sintam incapazes de resistir a uma vida de solidão.

No campo pastoral, estes homossexuais certamente que têm que ser tratados com entendimento e mantidos na esperança de superarem não só as suas dificuldades pessoais, como também a sua inabilidade de se ajustarem à sociedade.

A sua culpabilidade será julgada com prudência. Mas nenhum método pastoral pode ser usado que possa dar justificação moral para estes actos com o fundamento que ela seria consonante com a condição de tais pessoas. Porque segundo a ordem moral objectiva, as relações homossexuais são actos onde há uma ausência indispensável e essencial duma finalidade.

Nas Sagradas Escrituras, elas são condenadas como uma depravação séria e até apresentadas como uma consequência triste de se rejeitar a Deus. Este julgamento das Escrituras não nos permite, obviamente, concluir que todas as pessoas que sofrem com esta anomalia são pessoalmente responsáveis por ela, mas ele atesta para o facto dos  actos homossexuais serem intrinsecamente desordenados e em caso algum podem ser aprovados.

O trecho de cima foi retirado da “Persona Humana: Declaration on Certain Questions Concerning Sexual Ethics, Sacred Congregation for the Doctrine of the Faith",  do dia 29 de Dezembro de 1975. Desta secção, a frase que me chama a atenção como a mais profunda é onde se lê, "Porque segundo a ordem moral objectiva, as relações homossexuais são actos onde há uma ausência indispensável e essencial duma finalidade".

Eu sou de opinião de que o que Igreja se está a referir é a "finalidade" realizada nas uniões maritais heterossexuais levadas a cabo através da concepção, o aparecer duma nova vida, e desde logo o propósito maior da união de amor entre o marido e a esposa. Isto é também o que se passa entre aqueles que são mais velhos ou estéreis; logo, os Bíblicos Abraão e Sara, e Zacarias e Isabel.

Nos emparelhamentos homossexuais a possibilidade é totalmente impossível (mesmo em condições miraculosas). Mesmo na maior Maravilha delas todas, o nascimento Virginal do Senhor Jesus Cristo, há ainda a complementaridade entre Deus o Pai, e a Abençoada Mãe.

No homossexualismo, a finalidade é a morte. Nos tempos modernos, isto viu a materialização definitiva com a ascenção da SIDA. Porque o sexo homossexual masculino torna-se um instrumento não de amor, mas de desespero, de medo e de aniquilação final. Por fim, torna-se suicida à medida que te entregas a um acto que te pode deixar totalmente sem vida; efectivamente, a transferência de sémen a ser depositada no recto e não na vagina gera um tipo de zona morta tóxica dentro do corpo. Vejam o artigo “Sexual behaviour and increased anal cancer” http://www.nature.com/icb/journal/v75/n2/abs/icb199725a.html.

E, para além do fisiológico, o sexo homossexual deixa todas as pessoas insatisfeitas visto que o acto torna-se no foco; o princípio, o meio e o fim; mal acaba, a necessidade de recomeçar começa a crescer dentro de nós. Como a Igreja declara, o sexo homossexual nunca gera uma resolução; nada é criado; uma ligação - talvez uma sensação de camaradagem, algo parecido ao amor; mas é forçado e maquinado - essencialmente, falta-lhe a naturalidade e o à vontade da heterossexualidade.

Depois do sexo homossexual há a dor, o inchaço, e o sangue; é um regresso trágico ao infantilismo; a incapacidade de curar; uma constante repetição do trauma infantil. A única forma é parar, é então, em CRISTO, que há a Esperança e a promessa duma felicidade final com Ele..


quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Qual é o propósito do acto sexual?

No seu mais recente livro, Making Gay Okay: How Rationalizing Homosexual Behavior Is Changing Everything, Robert Reilly colocar a questão: "É a sodomia razoável?"  Ele defende que esta pergunta só pode ser respondida fazendo uma averiguação à Natureza do actos sexuais. Ele enquadra o seu argumento rejeitando o comportamento homossexual, não as pessoas, e o "casamento" homossexual em termos da razão, da Natureza e da teleologia do sexo.

A tese de Reilly defende que existem "duas visões da realidade fundamentais." Uma dessas visões olha para as coisas como tendo uma Natureza que é teleológica ou organizada para "fins inerentes à sua essência e que os fazem da forma que são", e na posse dum "propósito embutido".

A outra visão olha para as coisas como não tendo uma Natureza ou um fim nelas mesmas, "mas só o que nós queremos que elas sejam, segundo os nossos desejos e as nossas vontades." 

A primeira visão leva à "primazia da razão" enquanto que a outra leva-nos à "primazia da vontade" que nos permite fazer tudo.

É sobre isto que se centra o debate em torno do "casamento" homossexual. Uma vez que o significa das nossas vidas depende da realidade da Natureza, também isso está em jogo.

Robert Reilly, que trabalhou na Defesa dentro da Casa Branca, foi director da Voice of America e crítico musical ao mesmo tempo. Ele é também o autor do livro The Closing of the Muslim Mind: How Intellectual Suicide Created the Modern Islamist Crisis (2010) onde ele cita o abandono da razão como a causa primária das muitas distorções que se encontram actualmente em tantos ramos islâmicos. No seu novo livro, ele revisita este tópico no contexto da confusão Ocidental em torno do propósito da sexualidade humana.

Para Reilly, um Aristotélico assumido,

O movimento homossexual partilha da racionalização generalizada proveniente da revolução sexual e está determinado na sua propagação. A aceitação de cada variação do comportamento sexual reforça a aceitação das outras variações.

O desejo de racionalizar estes comportamentos torna-se no motor da mudança revolucionária por toda a sociedade.

Como acto moral, a sodomia deveria ser normativa. Se é normativa, deveria ser ensinada nas escolas como um padrão. Se é um padrão, ela deve ser imposta.

Franklin Kameny, um líder "gay" . . .  que foi honrado pelo Presidente Obama na Casa Branca em 2009. acredita que

.... a moralidade é uma questão de opinião pessoal e a crença pessoal sobre a qual qualquer cidadão Americano pode ter o ponto de vista que ele bem entender, e sobre o qual o governo não tem poder ou autoridade para ter um ponto de vista.... A homossexualidade não só não é imoral, como é afirmativamente moral.

Antes da sua visita à Casa Branca Kameny havia publicado uma carta onde ele dizia:

Se o bestialismo com animais que consentem providenciar felicidade a algumas pessoas, então deixem-nas buscara sua felicidade. Isto é o Americanismo em acção. 

Negando o propósito

Portanto, alega Reilly, qualquer propósito racional pré-existente é uma limitação da liberdade humana e implica a negação daquele propósito que efectivamente é inerente nas coisas. "Coisas sem propósito próprio só têm o propósito que nós escolhemos que eles tenham". Dar um nome errado às coisas leva à desordem moral e política, e isto é assim porque, com a negação da Natureza,  a justiça é reduzida o que quer que é desejado e não o que é razoável.

Aqueles que tencionam fundamentar a sua liberdade na suposta falta de propósito das coisas, que é consequência da negação da Natureza, devem enfrentar as consequências deste ponto de vista. O que parece ser liberdade plena, é de facto, o fundamento para a tirania.

A racionalização do comportamento homossexual estende-se para a campanha contra a SIDA -  uma causa justa no seu próprio mérito. É frequentemente passada a mensagem de que "todos estão em risco".  Embora isto esteja literalmente correcto, tal como nota Reilly, o acto homossexual é o maior factor individual de risco no que toca  a probabilidade de contrair a doença. Citando o Centers for Disease Control and Prevention, Riley escreve que 94,9 porcento dos diagnósticos de HIV entre os adolescentes com idades entre os 13 e 19 estava associado ao sexo entre homens; 94.1 porcento dos casos entre os homens jovens com idades entre os 29 e 24 provinham do sexo "gay".

Reilly invoca Aristóteles para a proposição de que "Os homens dão início a mudanças revolucionárias devido a motivos associados à sua vida privada." A necessidade de auto-justificação "requer a cumplicidade de toda a cultura, redutos de resistência não podem ser tolerados porque eles são repreensões potenciais... Estes últimos são classificados de homofóbicos, embora sejam eles que se tornam objecto de ódio." Consideremos os abusos que os variados fotógrafos e donos de pastelarias têm sofrido por não aceitarem tomar parte de "casamento" homossexuais.

O livro Making Gay Okay disponibiliza uma discussão extensa sobre estas posições filosóficas opostas, Aristóteles e Jean-Jacques Rousseau, este último a justificar o comportamento libertino mas dependência absoluta do Estado. Para Aristóteles, o estatuto e o significado da Natureza é decisivo, inteligível e um guia para a ordenação do comportamento humano. Para Rousseau, o homem não é um animal político racional, e a sociedade, independentemente da forma, é estranha e alienante. Rousseau olha para ela como algo artificial e escravizante.

Aristóteles olha para a felicidade como "uma actividade da alma que está de acordo com a virtude". Rousseau é profundamente anti-teleológico e acredita que o indivíduo "basta-se a si mesmo, tal como Deus". Reillly acredita que estas duas filosofias encorparam em si o antigo debate da natureza da Natureza, dos seres humanos e da sua sexualidade.

Reilly refuta o ponto de vista de que os antigos Gregos aceitavam por completo os relacionamentos homossexuais entre adultos maduros. Ele era practicado, especialmente no contexto de certos relacionamentos orientadores (uso esse termo cautelosamente) entre homens adultos e adolescentes masculinos da classe superior. No entanto, mesmo nestes casos, esperava-se que os jovens homens se casassem e dessem início às suas famílias mal atingissem a idade adulta. Nunca foi sancionado algo remotamente parecido com o "casamento" homossexual.

"Sócrates e Platão eram claros na sua condenação dos actos homossexuais como actos anti-naturais"; declara Reilly, citando várias passagens do seus trabalhos. Mais ainda, Aristóteles descreveu o "sexo entre machos adultos" como uma das "coisas doentias" mencionadas no seu  "Ética a Nicômaco". A família, instituição pré-política, é o centro da política; e a castidade é um princípio político crucial necessário para a sua preservação.

A extensão da injustiça da redefinição do casamento é feito notória no seu impacto junto das crianças. "O que se deve às crianças por direito ou por Natureza torna-se opcional por convenção," escreve Robert Reiilly. Efectivamente, os "casamentos" homossexuais resultam em casamentos propositadamente destruídos, especialmente nos casos onde as crianças são geradas com a assistência externa de outra pessoa de outro sexo para o benefício dos "pais" do mesmo sexo.

Em relação aos efeitos físicos do "comportamento sodomita" (coito anal), Reilly apresenta evidências clínicas sobrepujantes. Ele disponibiliza também um anexo bastante útil com o nome de “Disease and Mortality.” Ele acredita que a ignorância ou a negação das evidências "é um dos barómetros mais notáveis da força da racionalização que insiste que este comportamento é normal ou normativo."

Não é só o acto isolado da sodomia que é problemático, mas também a sua frequência. Tais episódios são 13 vezes mais frequentes entre os homossexuais em comparação com os heterossexuais, e com 12 vezes mais parceiros. Um estudo levado a cabo em 1987 junto de quase 5,000 homens homossexuais apurou que "uma significativa maioria destes homens - entre 69 a 83 porcento - reportaram terem tido 50 ou mais parceiros sexuais no decurso das suas vidas, e mais de 80 destes homens envolveram-se em coito anal com pelo menos alguns dos parceiros nos dois anos anteriores."

Um estudo apresentado ao National Institutes of Health (NIH) em 2000 indiciou um aumento de 37 vezes na incidência de cancro anal entre os homossexuais com HIV quando comparados com a população geral. Acresce-se à lista o prolapso rectal, várias e diversas doenças sexualmente transmitidas, uso de drogas e expectativa de vida substancialmente mais reduzida para os homossexuais activos.

Embora seja verdade que a taxa de morte do HIV era nove vezes maior em 1990 do que em 2010, o coito anal ainda acarreta um risco de transmissão mais elevado do que as outras actividades sexuais. Mais recentemente, dados do US Centers for Disease Control and Prevention (CDC) confirmou que os homossexuais, os bissexuais e os outros homens que fazem sexo com homens são 44 vezes mais susceptíveis de contrair o HIV do que os outros homens, e 40 vezes mais susceptíveis de contrair o HIV que as mulheres. Eles são também 46 porcento mais susceptíveis de contrair sífilis que os homens heterossexuais, e 71 porcento mais susceptíveis que as mulheres.

Reilly questiona-se se algum tipo de "casamento" homossexual, ou parceria, pode ser genuinamente esponsal e não promíscuo. Ele teme que o seu reconhecimento, legal e moral, transforme o conceito de casamento para longe da monogamia e da fidelidade para algo tâo flexível que chega a ser irreconhecível.

"Qual é o propósito de insistir no casamento [sic] homossexual quando a promiscuidade é dominante?" Reilly responde à sua própria pergunta:

Para completar a racionalização do seu mão comportamento, eles têm que sacramentalizá-lo.

Making Gay Okay disponibiliza também um relato da lenta  devolução do sistema legal Americano dum orientado pela lei natural e por Blackstone, para um orientado pelo irracionalismo secular. Do aborto ao "casamento" homossexual, e até um caso recente dando permissão a poligamia no Utah, os tribunais levaram a cabo a mudança decisiva de Aristóteles e da Natureza para a pós-moderna desconstrução de tudo que envolva a moral pública.

A "ironia suprema" é que este abandono da Natureza, da razão e da moralidade sexual objectiva, contradiz as "Leis da Natureza e a Natureza de Deus," aquelas verdades auto-evidentes estabelecidas na Declaração de Independência. Tudo isto, alega Reilly, leva-nos à "perda da realidade objectiva - uma perda que está a transformar o direito à vida na morte (aborto), a liberdade em permissão, e a busca pela liberdade em hedonismo."

Espalhar a palavra.

A segunda parte do livro de Reilly analisa o avanço da ideologia homossexual nas instituições Americanas - psiquiatria, escola primária e escola secundária - as forças militares, os Escuteiros, e, pasme-se, a diplomacia e a política externa. A maior parte dos Americanos podem até nem se aperceber que as suas embaixadas espalhadas pelo mundo são postos avançados do neo-colonialismo onde é pregado o "evangelho" dos "direitos dos homossexuais" às grandes massas plebeias das terras muçulmanas e para além. No Paquistão, no Quénia, em EL Salvador e em outros locais, as populações locais expressaram ultraje na presunção Americana de atropelar o que têm sido as normas sociais universalmente reconhecidas pelas religiões mais importantes.

"Se nos queremos tornar não só irrelevantes, mas também alvos de escárnio no mundo islâmico e em outras partes do globo, tudo o que temos que fazer é promover abertamente a racionalização do comportamento homossexual, que é explicitamente ensinado como imoral dentro do islão, e, de facto, por todas as religiões minoritárias em países com maioria muçulmana, incluindo o Cristianismo e o Judaísmo", afirma o antigo director da  Voice of America. “Se queremos fazer disto parte integral da diplomacia Americana pública, tal como temos estado a fazer, podemos deixar de lado a ideia de que os Estados Unidos estão a promover a democracia nesses países, visto que eles jã estão a responder, 'Se isto é a democracia, então muito obrigado, mas não queremos. Preferimos manter a nossa fé e o nosso código moral'

Robert Reilly escreveu um livro esclarecedor, um ataque frontal à opinão da elite que espera ditar os resultados sociais ao povo Americano, deixando de lado a Constituição, a cultura, e as sensibiilidades morais. Ele destilou os tópicos fundamentais que se encontram no centro do actual debate em torno da moralidade sexual.

Fonte: http://bit.ly/ZYLexS

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sábado, 11 de outubro de 2014

12 citações que revelam o verdadeiro propósito do "casamento" homoerótico

Morte do casamento = "Progresso"
1. "Evitar por completo o casamento irá disponibilizar um caminho mais rápido para o progresso visto que só a morte do casamento pode materializar a aurora da igualdade para todos." -- Dr. Meagan Tyler, - Palestrante de Sociologia na Universidade Victoria

Quem é que precisa do casamento?
2. "A verdadeira questão que deveria ser debatida não é se o casamento homossexual [sic] deveria ser legalizado, mas, será que ainda precisamos do casamento?" -- David Vakalis

Redefinir a instituição
3. "Um meio termo pode ser o combate em favor do casamento homossexual [sic] e todos os seus benefícios, e mal isso tenha sid conquistado, redefinir por completo a instituição do casamento, exigir o direito para casar não como uma forma de se aderir aos códigos morais da sociedade, mas sim como forma de desacreditar o mito e alterar radicalmente uma instituição arcaica. [Legalizar o "casamento" homossexual ] é também uma oportunidade de transformar por completo a definição de família na cultura Americana..” - Michelangelo Signorile, OUT magazine, December/January 1994

Estamos a defender uma destruição
4.  "E, afinal de contas, nós estamos a defender a destruição da centralidade do casamento e da unidade da família nuclear...." -- Ryan Conrad

Próximo passo: Abolição
5.  "Mas muito provavelmente o próximo passo não é, mais uma vez, expandir a definição restrita de casamento mas abolir por completo a falsa distinção entre as famílias casadas e as outras parcerias também válidas mas ainda sem reconhecimento ." - Sally Kohn,  Prop 8: Let’s Get Rid of Marriage Instead!

A morte do casamento
6. "Não seria a morte do casamento como instituição estatal, inclusive para os heterossexuais, a melhor solução? ... Apaguem o registo civil; não façam qualquer tipo de distinção entre os cidadãos casados e os não-casados." - Alex Gabriel, Politics.co.uk

Aticem as chamas
7. "O casamento é o proverbial edifício em chamas. Em vez de bater na porta como forma de tentar entrar, os queers deveriam estar a atiçar as chamas!" - National Conference on Organized Resistance

O casamento corrói a "liberdade"
8. "O casamento não deveria ser o objectivo mas sim uma escolha. Uma escolha disponível entre as muitas reconhecidas como válidas pela sociedade. Mas não é. Actualmente, no que toca a sociedade, tu ou estás casado ou não estás. E à medida que a noção vai ficando cada vez mais codificada, a nossa liberdade de fazer outras escolhas vai-se corroendo gradualmente." - David McGee

Revolução moral
9. "O movimento gay, quer isso seja reconhecido por nós ou não, não é um movimento que luta em favor dos direitos civis, e nem mesmo um movimento de emancipação sexual, mas sim uma revolução moral que tem como propósito alterar a forma como as pessoas olham para a homossexualidade." - Paul Varnell, Chicago Free Press

bolindo a família
10. "Temos que ter como propósito a abolição da família de modo a que o sistema supremacista masculino e sexista não possa ser fomentado dentro dela." - Gay Liberation Front: Manifesto, Londres 1971, revisto em 1978

Transformar a sociedade
11. “Ser queer significa forçar os parâmetros do sexo e da família, e durante o processo, transformar a sociedade. .. Temos que manter os nossos olhos fixos no nosso objectivo ... de reordenar radicalmente a visão social da realidade." [source] -- Paula Ettelbrick, National Gay and Lesbian Task Force

O casamento não deveria existir
12. "... lutar pelo casamento homossexual [sic] normalmente significa que se tenha que mentir sobre o que queremos fazer com o casamento mal nós cheguemos lá - porque nós mentimos quando afirmamos que a instituição do casamento não irá mudar. A instituição do casamento irá mudar, e ele tem que mudar. E eu acho que ela nem deveria existir." - Masha Gessen, journalists - Durante um painel de discussão na Austrália

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Estas citações, combinadas com o nosso popular post com o nome de 10 razões pelas quais o “casamento” homossexual é prejudicial e deve ser combatido, irão disponibilizar informação ampla que nos irão permitir defender de um modo mais corajoso a instituição do casamento.

Pelo futuro do casamento e da família, partilhem e tuitem estas citações o mais que puderem



sábado, 7 de junho de 2014

O verdadeiro propósito do movimento homossexual

Porque é que nas últimas décadas os esquerdistas que controlam os meios de informação governamentais (isto é, os maiores) estão constantemente a avançar com o homossexualismo e até com o transsexualismo para a arena pública? O que é que eles ganham com isso? Uma pergunta mais fácil de responder é: O que é que os esquerdistas ganham com a supressão do Cristianismo, que durante os momentos mais sombrios do século 20 se distinguiu por ser um baluarte contra a tirania colectivista por toda a Europa?

O que existe de mais censurável por parte dos esquerdistas é a noção Cristã que considera todas as almas como um ser único e individual (e não como um dispositivo intercambiável definido por algum atributo superficial), bem como o facto dos Cristãos responderem a Uma Autoridade Moral acima dos burocratas e acima dos média esquerdistas de maiores dimensões.

Respondendo à segunda pergunta obtemos a resposta para a primeira. A perversão sexual foitransformada num "direito civil" não só para avançar com a estratégia marxista "divide-e-conquista", mas também para atacar a religião Cristã. A campanha contra a Trinity Western University (TWU) Canadiana é bem ilustrativa:
No dia 24 de Abril, a sociedade legal da maior província do Canadá votou contra a admissão de graduados da Trinity Western University, pelo motivo único da aliança comunitária da escola, que os alunos (e os professores) voluntariamente assinam quando são admitidos ou contratados, reservar a intimidade sexual para o casamento heterossexual [ed: o único casamento que existe]. Nova Scotia seguiu o mesmo caminho, vocalizando a sua rejeição sob a condição da TWU alterar a sua aliança comunitária ou permitir que os alunos tenham escolha de não assiná-la. Em British Columbia, que é onde a escola se encontra sediada, a sociedade legal votou no dia 11 de Abril de modo a permitir a admissão de graduados da TWU, mas está-se a gerar um ímpeto de modo a forçar a sociedade a reverter a sua decisão no encontro especial que ocorrerá no dia 10 de Junho.
Forçar a TWU a renunciar o seu pacto sob pressão seria o mesmo que ela renunciar a fé sobre a qual a escola se baseia, o que seria um suicídio moral. É precisamente por isso que os esquerdistas estão a forçar para que isso aconteça. É bem provável que a TWU seja destruída - quer como instituição Cristã ou como universidade.
Com a legalização do casamento [sic] homossexual, o debate público está fortemente voltado contra os Cristãos que acreditam no casamento tradicional [isto é, todos os Cristãos genuínos], e eles enfrentam agora um escalar de intolerância irracional. Durante o debate do dia 11 de Abril por parte da sociedade legal (leiam a  transcrição online), alguns advogados qualificaram o pacto da TWU de discriminatório porque ele exige que os estudantes homossexuais se abstenham de intimidade "mesmo dentro dum casamento [sic] legal," e porque impede os estudantes homossexuais "de se casarem [sic] pelo Estado, um direito pelo qual se batalhou muito e se obteve uma vitória suada".
Nada poderia ser mais quintessencialmente esquerdista que o uso hipócrita das palavras "discriminatório" e "tolerância" como forma de justificar a discriminação intolerante feita aos Cristãos.
À medida que os direitos iguais [isto é, privilégios homoeróticos] têm avançado, a liberdade religiosa [dos Cristãos] tem estado em retirada. Muitos advogados alegam que até as escolas privadas tais como a TWU não deveriam receber permissão para "discriminar" através das suas políticas de contratação ao escolherem professores que vivam segundo os seus princípios morais, ou ao esperarem que os alunos conformem o seu comportamento com as crenças que a escola defende.
De modo ameaçador, o caso segue para o Tribunal Supremo do Canadá, onde os esquerdistas esperam obter uma vitória significativa contra o Cristianismo.
Se o Tribunal Supremo decidir contra a TWU, então certamente que outros ramos profissionais seguirão o exemplo de Ontário e Nova Scotia ao rejeitarem os graduados da TWU. Em 2001 os professores tentaram fazer isso, e encorajados pela nova decisão, certamente que tentarão de novo. Enfermeiras, dentistas, contabilistas, e outros profissionais se seguirão. 
As outras escolas Cristãs têm que se preparar para o efeito dominó. Existem várias escolas religiosas independentes no Canadá, e muitas delas têm pactos.
O que isto significa é que a vitória da agenda homoerótica levará a que um diploma obtido numa instituição Cristã perca todo o seu valor - um passo gigantesco para a marginalização oficial do Cristianismo. Estaline e Hitler tentaram marginalizar directamente o Cristianismo, mas sem sucesso; os novos tiranos estão a tentar fazer isso de outra forma.

O propósito final de Estaline, Hitler e dos Novos Esquerdistas é o mesmo; por mais que os esquerdistas tenham um gosto imenso em reverenciar o homoerotismo, de maneira nenhuma a motivação dos esquerdistas está relacionado com os homossexuais, mas sim com o Cristianismo. O que os move não é compaixão para com os homossexuais, algo notório pelo silêncio universal dos esquerdistas perante o tratamento que os homossexuais islâmicos recebem, mas ódio ao Cristianismo e a tudo o que essa fé religiosa representa (liberdade, singularidade e dignidade humana, Deus acima do Estado, etc).

Quem quer escravizar a humanidade tem primeiro que destruir a fé no Deus da Bíblia, porque enquanto houver pessoas que tenham essa fé, o grito pela liberdade sempre se fará soar.

Modificado a partir do original.

O símbolo que melhor descreve o esquerdismo

sábado, 22 de junho de 2013

Activistas homossexuais recomendam o uso de papel celofane como preservativo . . .

. . . às crianças


Distrito escolar de Maine pediu desculpas depois de estudantes do ensino médio terem aprendido jogos sexuais preliminares de cariz homossexual durante aquilo que deveria ser uma apresentação celebrando "O Dia da Diversidade". “Não quero que a minha criança aprenda os preliminares heterossexuais, e muito menos os homossexuais," afirmou a enraivecida mãe Kristy Howard.

O director da "Gorham Middle School" enviou uma carta aos pais pedindo desculpas pela natureza gráfica da apresentação levada a cabo pela PRYSM, Proud Rainbow Youth of Southern Maine. Numa carta obtida pelo The American Journal, Robert Riley afirma:

Eles [os activistas homossexuais] foram mais além daquelas que eram as nossas intenções, discutindo tópicos que nós não consideramos apropriados para a nossa escola secundária . . .  Não temos planos de os expor a ideias que não se encontrem dentro do âmbito do ensino por nós mantido em torno da cidadania responsável, e que nem se encontrem dentro do nosso código de conduta.

O incidente, que ocorreu duas semanas antes do estado levar a votos a questão do pseudo-casamento homoerótico, envolveu 25 alunos do 8º ano.  O filho de 13 anos de Kristy Howard foi um dos que voltou para casa chocado com a natureza gráfica da apresentação. Falando para a Fox News, Kristy afirmou:

Eles falaram de sexo e afirmaram que, se não tivessem na sua posse um preservativo, poderiam usar papel celofane no lugar do dique de borracha [usado pelos dentistas]  . . . Tudo isto é novidade para mim.

Kristy Howard disse ainda que os palestrantes da PRYSM usaram de calão vulgar e questionaram se as crianças haviam alguma vez recebido informação em torno de actos homossexuais seguros. James Hagen, o presidente do comité escolar, disse ao The American Journal que os professores sentiram-se pouco à vontade com a apresentação e reportaram o sucedido ao director. “Os professores ficaram chocados,” disse ele ao jornal. “Todos eles ficaram congelados.

O director Riley defendeu a forma como os professores lidaram com a situação - notando que a conversa em torno dos preliminares homossexuais ocorreram perto do final da apresentação. Ele disse à Fox News que, "Se isso tivesse ocorrido durante mais tempo, eles teriam intervido". Riley disse ainda que a escola está a tomar medidas de modo a impedir que isto não volte a acontecer.

Este dia particular não tinha nada a ver com o sexo [ed: que pena que ninguém avisou isso aos activistas homossexuais], mas sim com a tolerância, a bondade e a tentativa de se erradicar das nossas instalações a ideia de que é perfeitamente aceitável agir-se de um modo mesquinho com o próximo.

Kristy Howard disse que o facto dos professores não terem intervido na altura foi perturbador
Era um aula em torno da diversidade homossexual durante a qual era suposto ser ensinado a tolerância. Quando ela passou dos limites, alguém deveria ter colocado um fim a apresentação.
Bob Emrich, do grupo "Protect Marriage Maine", afirmou que não estar surpreendido com o conteúdo da assim chamada aula de "diversidade":
Os activistas homossexuais raramente publicitam que têm planos de indoutrinar as crianças com o seu ponto de vista. . . Tudo é feito às escondidas, através das obrigatórias lições em torno da "diversidade, do anti-bullying e da tolerância".
Se existiam dúvidas de que o "casamento" homossexual será ensinado às crianças das escolas de Maine, tal como o é em Massachusetts e no Canadá, essas dúvidas têm que ser colocadas de lado. Se eles estão dispostos a ensinar aos nossos filhos o tipo de actividades que estão envolvidas nos preliminares homossexuais, acham mesmo que eles não forçarão o ensino do "casamento" homossexual mal ele se torne legal?

Como consequência deste actos dos activistas homossexuais, os pais foram forçados a ter conversas pouco usuais com os seus filhos. Diz Kristy Howard:

Este incidente gerou um tipo de conversa na nossa casa que normalmente nós não deveríamos ter.  . . .  O meu filho sabe a sua identidade.

Ela informou também ao filho que, contrariamente ao que os activistas homossexuais do grupo PRYSM afirmaram, o papel celofane só deve ser usado para proteger comida.

Tive que lhe dizer que, aconteça o que acontecer, a minha sugestão não é o celofane. A minha sugestão é a abstenção.

Sem surpresa alguma, a abstinência não foi mencionada durante a apresentação.

Kristy, que tenciona vocalizar a sua preocupação na próxima reunião do comité escolar, acrescentou:

O tempo em que se ensinava a leitura, a escrita e matemática terminou. Hoje em dia temos crianças a acabar o secundário sem saber ler correctamente.

Mas pelo menos em Gorham eles sabem o que fazer com o papel celofane.

* * * * * * *
Ficamos a saber (mais uma vez) que o verdadeiro propósito das lições em torno do "anti-bullying" mais não é que o ensino e a normalização do comportamento homossexual, e não a defesa da integridade física de quem se encontra viciado no homossexualismo.

Se os activistas homossexuais não sentem qualquer tipo de objecção moral no ensino do sexo anal a crianças de 13 anos, que mais têm eles em mente para os nosso filhos?

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