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quarta-feira, 19 de março de 2014

10 respostas que refutam a agenda gayzista

1. “Somos iguais perante a lei, e como tal, vamo-nos casar."

É verdade que somos todos iguais perante a lei, mas esta igualdade, que é jurídica e não biológica, não anula - e nem pode alunar - as distinções anatómicas, fisiológicas e psicológicas entre os sexos - diferenças essas que geram as condições para o casamento e são o seu fundamento natural.

Em relação ao casamento, e igualdade jurídica significa que todos aqueles com a capacidade natural para casar, têm o direito de o fazer. Esta igualdade jurídica não cria as condições biológicas necessárias para o casamento. O acto conjugal está intrinsecamente ligado ao casamento, e a natureza requer dois indivíduos do sexo oposto para esta performance. Este requerimento natural esta totalmente ausente entre duas pessoa do mesmo sexo que planeiam casar, e como tal, o princípio da igualdade perante a lei não se aplica.

2. “Os homossexuais nascem dessa forma.”

O argumento de que os homossexuais "nascem assim" levou à busca do assim chamado gene homossexual. Três projectos de pesquisa têm sido normalmente mal-interpretados como forma de apoiar essa conclusão - nomeadamente, os projectos de pesquisa do Dr. Simon LeVay, dos Drs. J. Michael Bailey e Richard C. Pillard, e do Dr. Dean Hamer. A Associação Médica Católica sumariza estes factos no seu artigo "Homossexualismo e Esperança":

Os média têm promovido a ideia de que o "gene homossexual" já foi descoberto... mas apesar de várias tentativas, nenhum dos estudos amplamente publicitados foram cientificamente replicados. Um certo número de autores fez uma revisão cuidadosa a estes estudos e apurou que não só estes estudos não provam a base genética para a atracção homossexual, como nem sequer chegam a fazer tal alegação.

Se a atracção homossexual fosse geneticamente programada, então seria de esperar que os gémeos idênticos fossem idênticos na sua atracção sexual. No entanto, existem várias reportagens em torno de gémeos idênticos que não são idênticos na sua atracção sexual.

3. “Actos homossexuais entre adultos com consentimento não te afectam.”

O consentimento nem sempre significa a legitimização dum acto. A moralidade dum acto não depende apenas da intenção e do consentimento das pessoas que o levam a cabo; o acto em si tem que se conformar à lei moral. Logo, o consentimento mútuo entre parceiros homossexuais nunca pode legitimar os actos homossexuais, que são desvios anti-naturais do verdadeiro e natural propósito do acto sexual.

Para além disso, os actos homossexuais consentidos podem de facto afectar o resto da sociedade. A propagação do homossexualismo fragiliza a moralidade publica e a família natural e desde logo, fragiliza o bem comum da sociedade e a perpetuação da raça humana.

Nós somos seres sociais. John Donne correctamente declarou que nenhum homem é uma ilha. Como seres sociais, não nos podemos desassociar da sociedade e da sua decadência. Se nós não batalharmos em favor do casamento tradicional hoje, quando os sinos da morte ecoarem sobre a nossa sociedade dissoluta, ninguém irá perguntar para quem os sinos tocam visto que tocarão para nós.

4. “O que nós fazemos em privado não é da conta de ninguém.”

Sem dúvida que a privacidade da casa é sagrada, mas ela não é absoluta. Quando um acto maligno é levado a cabo em público, a escândalo consequente agrava a sua  intrínseca natureza maligna. No entanto, um acto maligno não se torna aceitável quando o mesmo é feito em privado; a sua natureza maligna permanece inalterável.

Embora os actos homossexuais sejam mais graves se forem levados a cabo em público, eles continuam a ser "intrinsecamente malignos" quando são levados a cabo em privado. De igual modo, a inviolabilidade do lar não protege os actos imorais e socialmente destrutivos tais como a prostituição infantil, a poligamia e o incesto.

5. “A moralidade não é competência do governo.”

Segundo a lei natural, o Estado tem o dever de preservar a moralidade pública. Isto não significa que o Estado tem que forçar a prática de todas as virtudes e banir a práctica de todos os actos imorais, tal como é tentado pelos ayatollahs actuais. Pelo contrário, o que isto significa é que sempre que legisla sobre assuntos morais, o governo tem que decidir se algo afecta directamente o bem comum, e então legislar de modo a favorecer a virtude e a obstruir a imoralidade.

Uma vez que o homossexualismo, o adultério, a prostituição e a pornografia fragilizam os fundamentos da família (a base da sociedade), o Estado tem o dever de usar o seu poder coercivo para os banir ou limitá-los em nome dos interesses do bem comum.

6. “'O casamento' homossexual não ameaça o casamento tradicional. Ambos podem coexistir lado a lado.”

O "casamento" entre pessoas do mesmo sexo destrói a integridade do casamento genuíno ao transformar o casamento tradicional numa sub-espécie dentro do género de casamentos. O alargado género do casamento supostamente iria englobar o casamento tradicional, as uniões homossexuais ou heterossexuais, e qualquer outra nova relação que entretanto surgisse. Este novo género de "casamento" não é, no entanto, casamento.

O casamento é o laço permanente e sagrado que une o homem e a mulher que tenham planos de constituir uma família e enfrentar as tribulações da vida juntos. O casamento envolve a dedicação altruísta, devoção e sacrifício. O casamento e a família são instituições sagradas que fomentam o bem comum da sociedade. A legalização do "casamento" homossexual e a sua colocação ao mesmo nível que o casamento tradicional destrói o bem comum da sociedade.

Quando a autoridade pública e a sociedade no geral negam a singularidade e a insubstituível contribuição para o bem comum do casamento tradicional, e os indivíduos podem encontrar incentivos e regalias legais mais facilmente nas imitações, então o casamento verdadeiro está a caminho da extinção. [ed: Esse o objectivo da agenda homossexual: destruir o casamento natural]

7. “O 'casamento' homossexual é um assunto centrado nos direitos civis e não na moralidade.”

Isto é o mesmo que dizer que os direitos civis não têm nada a ver com a moralidade, o que não é verdade. Embora muitos hoje em dia façam uma separação entre os "direitos civis" e a moralidade, a realidade dos factos é que não existem "direitos civis" sem um fundamento moral. Os actos humanos têm que estar de acordo com a razão e com a lei natural. "Nada mais insensato pode ser dito ou concebido do que a noção de que, uma vez que o homem é, por natureza, livre, ele encontra-se, portanto, livre da lei".

A moralidade é mais alargada que a lei. A lei precisa de ser justificada com a moralidade. Leis que não se encontram enraízadas na moralidade não têm qualquer propósito visto que as leis existem para o bem maior da sociedade. No seu famoso tratado em torno da lei natural, o Padre Taparelli D’Azeglio afirmou:

A ordem moral é a base para a sociedade visto que todos os deveres fundamentam-se na ordem moral que resulta da ordem natural. A ordem é a regra natural para o intelecto. No intelecto, a ordem simplesmente é a verdade, e desde que esta lidera a vontade, a ordem é bondade.

8. “A igreja permite o casamento de pessoas estéreis, e como tal, ela tem que permitir o "casamento" homossexual"”

Este argumento é frequentemente usado por activistas homossexuais "Católicos", mas não há comparação possível entre a esterilidade natural dum casal e a esterilidade anormal da união homossexual.

No primeiro caso, o acto conjugal levado a cabo pelo marido e pela mulher têm a possibilidade de gerar nova vida. A concepção pode não acontecer devido a alguma disfunção orgânica quer no marido ou como consequência dos naturais períodos de infertilidade da esposa. Esta falta de concepção resulta de razões ou circunstâncias acidentais. Logo, em casos de esterilidade acidental ou não desejada no casal, nada é feito para frustrar o propósito do acto conjugal.

Nos actos homossexuais, no entanto. a esterilidade não é acidental, mas sim consequência da fisiologia do acto, que é infértil por natureza. Tal como um documento de 2004 do Vaticano declara:

Tais uniões [homossexuais] não são capazes de contribuir de uma forma própria para a procriação e sobrevivência da raça humana. A possibilidade de se usarem métodos recentemente descobertos para a reprodução artificial, para além de envolverem uma grave falta de respeito pela dignidade humana, nada alteram a esta inadequação.


9. “Proibir os "casamentos" homossexuais é discriminação.”

Não é descriminação. "A negação do estatuto legal e social do casamento para formas de coabitação que não são e nem podem ser ser maritais não se opõe à justiça; pelo contrário, a justiça exige isso mesmo”

10. “É injusto não permitir que os homossexuais se casem uns com os outros, forçando-os a uma castidade não desejada.”

Tal como diz São Paulo, quem não é casto, não entrará no Reino dos Céus. Todos estão obrigados a practicar a castidade segundo o seu estado de vida. Esta obrigação procede da ética natural e da moralidade revelada que a Igreja não pode alterar. Os casados têm que viver de uma forma casta observando a fidelidade matrimonial, e os solteiros têm que viver de forma casta, abstendo-se de todo o contacto sexual.

Se a pessoa não tem condições físicas, psicológicas ou qualquer outra condição, para contrair o matrimónio, ela tem que practicar a castidade perfeita no celibato. Não só há glória em escolher o celibato por amor ao Reino dos Céus, como há também o mérito de se aceitar a castidade que as circunstâncias exigem como forma de alguém se sujeitar à Santa vontade de Deus.

Fonte

segunda-feira, 12 de março de 2012

Irritar as pessoas certas é bom sinal

Esta mensagem foi dirigida ao blogue pela mesma pessoa que afirma ser "bom" quando lésbicas lhe dizem que ela é "bonita".

* * * *

Entretanto, ficamos a saber o que ela realmente pensa dos Cristãos...


Portanto, ser contra a adopção gay é "ignorância" e "machismo". Chamar os Cristãos de animais é, por outro lado, sinal de elevação moral e respeito pela opinião alheia.

Pode-se ver o comentário aqui.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Dizer a verdade = "ódio"

O Anderson Elias, um homem que aparentemente gosta de usar o aparelho digestivo como fonte de prazer, deixou um comentário neste post onde diz que recebe visitações nocturnas sobrenaturais de um espírito que lhe diz que não há problemas nenhuns em inserir o seu pénis num orifício criado para expelir excremento e gases intestinais.

Ele começa dizendo:

Sou homem e meu Deus diz pra mim toda noite que não há problemas em eu amar e namorar um outro homem.
Eu não sei se é boa ideia tu colocares o teu futuro eterno nas mãos de espíritos enganadores que se materializam à tua frente pela calada da noite. O que tu tens que perguntar é: porque é que 20% dos homossexuais americanos estão infectados com o HIV? Porque é que achas que isso acontece?
O seu Deus parece dizer o contrário.
Não "parece"; Ele diz mesmo o contrário:
Não erreis: nem os devassos, nem os idolatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores, herdarão o reino de Deus.
1 Cor 6:10
O espírito que fala contigo todas as noites diz exactamente o contrário do que o Criador diz.
Eu acredito que existe só um Deus, e ele aceita os amores homossexuais.
Não existem "amores homossexuais". Amor é algo puro que vem do Verdadeiro Deus. "Amor homossexual" não vem de Deus e desde logo nunca pode ser verdadeiro amor.
Você também acredita que há só um Deus, e ele não aceita os homossexuais.
Não aceita a homossexualidade e não os homossexuais. Uma coisa é a pessoa outra é o comportamento.
E agora? Como resolver esse dilema?
Tu sabes qual é a definição de "dilema"? Tu próprio disseste que tens o "teu deus" e eu tenho o Meu Deus (apesar de acreditares que só há Um). Como estamos a falar de entidades diferentes, não há "dilema" alguma.
Você sinceramente sente Deus tocando em seu coração quando escreves um texto desses?
Estás-me a perguntar se eu "sinto Deus" quando escrevo que 20% dos homossexuais americanos estão contaminados com o HIV? Mesmo que eu não "sentisse Deus", isto ou é verdade ou é mentira. Se é verdade, tu tens que ponderar sobre isso e perguntar se queres continuar a viver esse estilo de vida claramente inferior.
Pra mim o teu texto parece estar repleto de ódio, de ira, de raiva, de intolerância...
Faz um esforço e diz lá onde está o "ódio", a "ira", a "raiva", e a "intolerância" no texto.

Enquanto tu não mostras isso, eu vou-te qualificar de mentiroso e ignorante. Se fores capaz de mostrar no post onde eu dirigi ódio à tua pessoa ou aos homossexuais, eu peço desculpa em público.

Fico à espera

Por que te preocupas tanto com o casamento?
Porque é a instituição social mais importante da sociedade. A destruição do casamento leva a deterioração das estruturas sociais. Como eu quero que os meus filhos vivam numa sociedade funcional, defender
o casamento natural é a coisa mais normal do mundo.
Por que te irritas com as coisas que acontecem neste mundo se o verdadeiro mundo é o mundo de Jesus?
Para já, não sabes se eu me "irrito" com o que o post mostra. Segundo, é por demais óbvio que o facto dos homossexuais activos serem portadores de uma taxa de HIV tão alta entre si é motivo alarmante, especialmente quando os nossos líderes nos dizem que é "ódio" dizer que esse estilo de vida é um estilo "normal".

Semelhantemente, como os activistas tentam normalizar a sodomia, é importante mostrar que, de acordo com a Medicina, essa práctica não é normal e aconselhável.

Por que acusas e destilas veneno se aquele que é o mais perfeito de todos - Jesus- nunca acusou ninguém?
Ai não? Tu deverias estudar melhor a Bíblia antes de dares ouvido ao espírito que se manifesta a ti todas as noites (ele não tem outros homossexuais a quem visitar?).

Em relação ao casamento, o Criador, o Senhor Jesus Cristo (Aquele que instituiu o sacramento do casamento) disse:

Ele [Senhor Jesus], porém, respondendo, disse-lhes: "Não tendes lido que aquele que os fez, no princípio, macho e fêmea os fez, E disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, e serão dois numa só carne?" - Mateus 19:4-5
Claro que tu não te preocupas minimamente o que o Senhor diz, uma vez que se te preocupasses, não serias homossexual.
Antes de você escrever um texto irmão. ore antes, converse com Deus,
O Meu ou o teu?
lembre-se que é preciso amar os teus inimigos...
Amar os inimigos não implica concordar com os seus erros. Além disso, dizer a verdade sobre o auto-destrutivo comportamento homossexual é uma forma de mostrar o nosso amor por Deus.

Eu não te conheço, não sei o que passa em seu coração.
Curioso. Primeiro dizes que eu sou "cheio de ódio" e "ira", mas agora dizes que não conheces o meu coração.
Em quê é que ficamos?
Mas de qualquer forma esta noite eu orarei por ti meu irmão.
Antes ou depois do espírito que te visita todas as noites aparecer e te disser que não há problemas em continuares com um estilo de vida que causa tantos problemas físicos e emocionais a quem nele está preso?

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