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domingo, 3 de janeiro de 2016

A história de Moira Greyland e a pedofilia dentro da comunidade homossexual

Por Moira Greyland

Eu nasci dentro duma família de famosos homossexuais pagãos no final dos anos 60. A minha mãe era a Marion Zimmer Bradley, e o meu pai era o Walter Breen. Entre os dois, eles devem ter escrito mais de 100 livros: a minha mãe escreveu livros sobre a ficção científica e sobre a fantasia (Mists of Avalon), e o meu pai escreveu livros sobre a  numismática: ele era um perito em moedas.

O que eles fizeram comigo é um assunto infelizmente público: é suficiente dizer que ambos os meus pais queriam que eu fosse homossexual, e estavam horrorizados com o facto de eu ser fêmea. A minha abusou de mim desde os meus 3 aos 12 anos. A primeira vez que eu me lembro do meu pai me fazer algo de violento, eu tinha cinco anos. Sim, ele violou-me. Eu não gosto de pensar nestas coisas. Se querem saber mais sobre as suas maldades com as meninas pequenas, e se por acaso têm um estômago forte, googlem por  "Breendoggle", que foi o escândalo que QUASE o afastou para fora do mundo da ficção científica.

Mais profunda era a sua aversão pelo meu género, apesar dos seus muitos relacionamentos com mulheres e com as vítimas femininas. Ele disse-me sem rodeios que nenhum homem me haveria de querer porque todos os homens eram secretamente homossexuais, mas que ainda não tinham aceite a sua homossexualidade natural. Devido a isso, aprendi a agir duma forma bem masculina e com a cintura bem fixa.

Vocês ainda podem observar traços da minha indoutrinação em favor da rejeição da minha feminilidade na minha recusa absoluta em ceder, e na minha franqueza, e na minha escolha de ser directora teatral durante a maior parte da minha vida. Mas uma parte boa da minha franqueza é a minha recusa em aceitar a noção de que "no fundo, no fundo, eu devo ser um rapaz que nasceu no corpo duma rapariga".

Não sou. Sou uma rapariga que foi atacada por ser uma rapariga, e alguém que tentou muito ser o "rapaz" que eles queriam que eu fosse.

Basta dizer que eu não fui a única vítima de qualquer dos géneros. Cresci a ver o meu pai a ter "romances" (na sua imaginação) com rapazes, algo que era uma fonte de frustração para ele porque eles queriam sempre dinheiro e comida como resultado do sexo a que eram sujeitos, mas não o queriam a ele (OBVIAMENTE!).

Comecei a tentar fugir de casa quando tinha 10 anos, depois da minha primeira tentativa de suicídio, e comecei  intervir quando tinha 13 anos, quando disse à minha mãe e à sua companheira que o meu pai estava a dormir com rapazes. Em vez de chamarem a polícia, algo que qualquer ser humano decente faria, elas pura e simplesmente mudaram-no para o apartamento delas, que eu dei o nome de "O Ninho de Amor", e elas voltaram a viver na nossa casa familiar.

Claro que isso apenas piorou as coisas. Há já algum tempo que eu surfava nos sofás dos meus directores da Renaissance Faire, mas ninguém poderia ficar comigo o tempo todo. Tal como pode ser imaginado, onde quer que o meu pai estivesse, lá estavam rapazes adolescentes, drogas, e não havia muita comida (embora eu não passasse fome durante a minha adolescência visto que os livros da minha mãe haviam começado a vender bem). Durante a minha adolescência vivi em todo o tipo de lugar, embora tenha voltado a viver com o meu pai quando comecei a universidade.

Houve um dia em que ele trouxe um rapaz de 11 anos para ficar connosco durante uma semana e com a permissão da sua mãe, algo que me deixou horrorizada. Garanti que ele tivesse um quarto e uma cama onde dormir. Quando vi o meu pai a pegá-lo de pernas para o ar, e a beijá-lo por todo o lado, e quando vi os livros de pornografia de fora, chamei o meu conselheiro, que já havia concordado em chamar a polícia se por acaso visse alguma coisa a acontecer, e o meu pai foi preso.

Por aquela ofensa, ele recebeu pena suspensa de três anos. No entanto, a notícia espalhou-se e um homem que lhe havia dado um lugar para ficar em Los Angeles apercebeu-se que o seu filho tinha idade para ser um alvo, e começou a fazer perguntas. Isto resultou na prisão do meu pai devido a 13 acusações PC 288 A, B, C, e D. (Basta dizer que isto são vários tipos de ofensas sexuais forçadas que nunca deveriam ser cometidas a alguém, muito menos a uma criança!)

Ele morreu na prisão em 1993, depois das minhas informações iniciais de 1989. Deve ser notado que, longe de ser um transgressor iniciante, a sua primeira prisão havia ocorrido em 1948, quando ele tinha 18 anos.

Tal como pode ser imaginado, embora a minha mãe estivesse perfeitamente ciente dos crimes do meu pai, e também o estivesse a minha "madrasta", ninguém acreditou em mim até ao momento em que ele foi condenado; fui ignorada e qualificada de "histérica". Mais uma vez, tudo isto é público: a fria indiferença da minha mãe e a pretensão de total ausência de responsabilidade por parte da minha madrasta são doentias nelas mesmas. As palavras dela deveriam ser suficientes; ela sabia o que ele queria fazer.

Em altura algum tentei fazer justiça com as minhas mãos; devido à minha estrutura moral, eu era a protectora dos outros, e eu amava muito o meu pai. Portanto, embora eu tivesse pensado que poderia perdoar o meu pai pelo que ele me fez, de maneira nenhuma cheguei a pensar que era responsabilidade minha perdoar o que ele havia feito a outras pessoas - e a sua última vítima não havia sido uma prostituta, mas uma criança que havia ficado gravemente ferida.

De qualquer das formas, da mesma forma que a minha família se havia fechado em redor do meu pai para o proteger, mais recentemente eles voltaram-se a fechar em redor dum meu parente masculino, que está a ser acusado de abusar os filhos do seu ex-namorado, que ele vê como seus "netos" visto que ele "adoptou" o seu pai como seu "filho". Sim, eu sei que tudo isto é doentio de se ler, e eu peço perdão.

Mais uma vez, eu fui marginalizada e chamada de "maluca", e "histérica" porque, afinal de contas, porque é que uma pessoa com um longa historial de abuso de menores continuaria a fazer isso? Tal como eu fiz quando acusei o meu pai, mudei de casa. Fiz um relatório policial, tal como o fizeram os meus estudantes, que estavam horrorizados com o que ele havia dito dos seus "netos".

Deve ser levado em conta que os amantes de rapazes não olham para o que fazem como um "abuso". Para eles, é sexo, e eles olham para esse sexo como "consensual", e qualquer objecção será certamente varrida pelos orgasmos que certamente serão produzidos; é uma pena que estes orgasmos calem a boca destes rapazes-vítimas e os convençam de que eles "devem" ser homossexuais (independentemente dos casamentos heterossexuais posteriores e dos filhos resultantes).

Aparentemente, 33 acusações de pedofilia feitas contra o meu parente sem nome não é suficiente e ele irá apostar tudo nisso. Nada disto é da minha conta; fiz o que pude, e é fácil entrar em contacto comigo se por acaso quiserem que eu testemunhe.

Perdoem-me o meu fatalismo, mas os agressores sexuais não param e é bem provável que haja mais vítimas. Ou alguém se chega à frente, ou ele irá violar outra vez, ou talvez, visto que ele é bem velho, ele irá morrer antes de sofrer as consequências.

Entre o tempo das denúncias relativas às prevaricações do meu pai e o tempo das prevaricações do meu parente masculino sem nome, tirei um curso Bacharelato em Performance Musical, e tinha uma carreira como harpista de casamento e como cantora; depois casei-me e tive filhos; depois tirei um Mestrado em Performance Musical; e desde 2007 que só tenho ensinado canto e harpa, e dirigido óperas em duas companhias de ópera que fundei: uma no sul da Califórnia, e outra no norte. Também fiz um álbum de música Celta. No entanto, sempre me senti insatisfeita com a minha carreira; os artistas precisam de contar a sua história, e a minha era razoavelmente feia para ser contada.

Mas estupidamente regressei para o Norte da Califórnia. A minha amada esposa do meu primo estava a morrer de cancro e eu queria fazer parte duma família, pensado que depois da morte do meu pai, o seu mal tinha morrido com ele.

Enganei-me.

Em Junho último, uma blogueira com o nome de Deirdre Saoirse Moen perguntou-se se havia alguma verdade nos rumores em torno dos meus pais, e eu disse que sim, que ambos me haviam abusado, tal como haviam abusado o meu irmão, tal como haviam abusado uma VASTA gama de outras crianças. E eu enviei-lhe dois poemas que eu havia escrito relativos a este assunto, numa altura em que eu não havia ventilado em público o que eles me haviam feito.

Ela colocou os meus emails e os meus poemas no seu blogue, o que rapidamente alcançou 92 países do mundo, para minha grande surpresa. Fui inundada com cartas de sobreviventes de abuso sexual, e tentei responder a todas elas com simpatia e com calor humano (o que, de certa forma, me abalou emocionalmente duma forma que não consigo descrever).

Todas as pessoas queriam enviar dinheiro, mas eu pedi-lhes que o enviasse para a RAINN (Rape Abuse Incest National Network), e houve até autores antológicos associados à minha mãe que pegaram todo o dinheiro dos seus direitos autorais e deram para à obras de caridade. Houve pessoas que queimaram cópias do seu livro porque não eram capazes de os vender e lucrar com o mal gerado por ela. Houve outras pessoas ainda que apagaram as suas obras dos seus Kindles e dos seus iPads.

O motivo que dei, e que ainda defendo, para não ter falado disto é: sei que muitas pessoas valorizam os livros da minha mãe, e eu não os queria prejudicar ou perturbar as suas vidas. Daí o meu choque e embaraço pela forma como a história se propagou. Ironicamente, os sobreviventes que beneficiaram dos seus livros encontraram mais força em lutar contra o abuso do que ficar do seu lado, e como tal, a minha admiração por eles perdura!

Naturalmente, há um debate enorme em relação a ela e em relação ao meu pai. Todas as vezes que surgia alguém a duvidar da minha história, outras 100 surgiam para silenciar os que me colocavam em dúvida. Os arrepiantes activistas da "idade de maioridade" também apareceram, e foram igualmente silenciados. Para minha grande surpresa, as pessoas acreditaram em mim.

Depois de ver o que havia acontecido com a filha de Woody Allen, eu não tinha qualquer outro tipo de expectativa que não uma execução virtual pública se por acaso eu me atrevesse a falar. Mas de certa forma, a minha mãe "protegeu-me" com as SUAS PALAVRAS. Ela havia testemunhado, maliciosamente, no momento que foi acusada de me ter abusado, que "as crianças não têm zonas erógenas", e nem se preocupou em negar que me havia amarrado a uma cadeira, e de me ter atacado com um alicate, alegando que me iria tirar os dentes. Com a sua admissão fria, ninguém poderia deixar de lado NADA.

De qualquer das formas, desde que a verdade veio ao de cima, os temas pedofílicos dos seus livros tornaram-se óbvios para as pessoas que haviam, no passado, olhado para eles como história ou como licença artística conferida a um autor de ficção. Com a ajuda editorial da minha mãe, o meu pai havia escrito um livro apologético do sexo entre adultos e menores com o título de "Amor Grego" sob o pseudónimo “J.Z. Eglinton.” De repente, ninguém poderia questionar o que sempre havia sido óbvio para mim.

O homossexualismo

Então, o que foi que mudou desde Junho último? Desde que falei (juntamente com outras pessoas) sobre o meu familiar sem nome em Novembro último, e depois da minha decisão de não entrar em contacto com a minha família devido à sua resposta, comecei-me a aperceber que se calhar o homossexualismo dos meus pais ERA o assunto em cima da mesa.

Sem surpresa alguma, eu havia sido educada para ser totalmente tolerante. Há alguns anos atrás li Satinover, que acreditava que os homossexuais eram, em larga escala, "pansexuais", isto é, que preferiam ter sexo com TODAS as pessoas de QUALQUER idade e de QUALQUER género, e a não se limitarem a uma só pessoa; ele olhava para isso como um problema moral e ético, e não como uma "orientação" sexual.

Vocês nem sabe o número de lésbicas que simplesmente odeiam os homens, ou que foram violadas por um, e não podem sequer pensar em sexo com um homem devido a isso. Para mim, a pesquisa em torno do homossexualismo era quase como um segredo culpado: eu a pensar no impensável. Afinal de contas, o homossexualismo sempre me havia sido apresentado como um estado natural: Eu estava "agarrada" e era uma "puritana" porque, apesar dos pedidos da minha mãe para "experimentar de outra formas", e "como é que eu poderia saber que eu era heterossexual?", eu pura e simplesmente não conseguia fazer de mim uma lésbica.

As minhas observações em relação às crenças do meu pai e da minha mãe são estas: visto que todas as pessoas são naturalmente homossexuais, é o establishment heterossexual que prende as pessoas e, desde logo, as limita. A actividade sexual levada a cabo em tenra idade facilitará a que essa pessoa tenha vontade de ter actividade sexual com qualquer pessoa, o que irá, ao mesmo tempo, instalar a utopia, eliminar a homofobia e ajudar as pessoas a tornarem-se na pessoa que "realmente são".

Isso irá também destruir a odiada família nuclear, com o seu paternalismo, sexismo, ageism (sim, para os pedófilos, isto é um assunto sério) e todos os outros "ismos". Se um número suficiente de crianças for sexualizada enquanto é suficientemente jovem, então imediatamente o homossexualismo tornar-se-á "normal" e aceite por todas as pessoas, e as antiquadas noções de fidelidade irão desaparecer

Visto que o sexo é integrado como parte natural de todas os relacionamentos, as barreiras entre as pessoas irão desaparecer e, à medida que a "cultura heterossexual" segue os caminho dos dinossauros, a utopia irá aparecer. Tal como a minha mãe dizia, "As crianças são levadas a acreditar que não querem sexo."

Sim, eu sei que a estupidez desta tese particular não tem limites, e as consequências reais são a existência de pessoas com 40 anos a receber terapia devido ao abuso sexual, muitos, muitos mas muitos suicídios, e vidas arruinadas para TODAS as pessoas. Mas alguém tinha que o dizer. Será que alguém vai ouvir?

Havia seis desconhecidos durante o julgamento do meu pai, que não testemunharam, e duas vítimas, que testemunharam. Eu ainda estou em contacto com uma das vítimas. Há alguns anos atrás ele foi silenciado de forma tão feroz pelos fãs da minha mãe, que até hoje ele ainda não é totalmente capaz de falar abertamente sobre isto. Não sei do destino de todos os seis desconhecidos, mas sei que um deles morreu aos 40 anos com desordem alimentar, nunca tendo sido capaz de falar sobre o que lhe aconteceu.

Sei também que pelo menos uma das pessoas que se encontrava na lista dos 22 nomes que dei à polícia, como potenciais vítimas, suicidou-se no ano passado. Sei também dum certo número de vítimas do meu pai que não testemunharam porque o amam. Como nota pessoal, eu posso entender o porquê: entre os meus dois pais, ele era, de longe, o mais gentil. Afinal de contas, ele apenas era um violador em série. A minha mãe era um gélido monstro violento cuja voz contorcia o meu estômago.

A madrasta e Katy Faust

Uma nota breve em relação à minha "madrasta": depois de passar 22 anos com a minha mãe, hoje em dia ela nega que alguma vez tinha sido homossexual. Então ela nasceu o quê? Será que ela nasceu homossexual e agora vive em "negação" da sua "verdadeira natureza", como diriam os homossexuais, ou será que ela apenas estava enfatuada pela minha mãe, que fez o que as pessoas famosas fazem, e aproveitou-se da sua inocência e da sua infantilidade emocional?

Ela tinha 26 anos quando se envolveu com a minha mãe, mas disse-me que sentia como se tivesse sido "abusada" por ela. Eu não posso usar essa palavra para ela porque ela tinha 26 anos. Mas ela REALMENTE chamava a minha mãe de "mãezinha" e a maior parte do conteúdo do seu relacionamento era uma tentativa dela provar que ela era "uma filha melhor" que eu.

Esta era uma competição que, para mim, estava morta desde o início: eu sou filha biológica da minha mãe. Isto é uma realidade biológica. Dar orgasmos a minha mãe não faz da minha madrasta uma filha melhor, mas sim faz dela uma pessoa néscia. E tal como pode ser visto agora, ela DEVE ser a "melhor filha" porque eu pus a boca no trombone. Hoje em dia, eu não falo com ela.

No mês de Março deste ano conheci a Katy Faust, uma das "filhas de homossexuais" que deu entrada a um relatório amicus ao Supremo Tribunal em oposição ao "casamento" homossexual. Nós trocamos correspondência, e eu deixei a Califórnia. Ainda estou zonza com a morte das últimas partes da minha negação. O homossexualismo É o problema. A crença de que ter sexo com todas pessoas irá, de alguma forma, curar os problemas e não criá-los, É o problema.

Devido a isto, comecei a falar contra o "casamento" homossexual, e ao fazê-lo, alienei até os meus mais fortes apoiantes. Afinal de contas, eles precisam de olhar para os meus pais como criminosos sexuais malucos, e não homossexuais que estão a seguir as suas fortes convicções éticas e a tentar criar a utopia segundo a sua fantasia totalmente ridícula. Eles não têm a vontade de aceitar que, se calhar, o homossexualismo pode resultar na destruição das crianças e até dos adultos que insistem em ficar no seu encalço.

Para todas as pessoas bem-intencionadas que acreditam que estou a extrapolar a partir da minha experiência para toda a comunidade homossexual, gostaria de explicar o porquê disto ser assim: Tendo como base o tempo que passei dentro da comunidade homossexual, os valores que eles têm são totalmente distintos; a sua pressuposição é de que TODAS as pessoas são homossexuais e que elas apenas estão "dentro do armário", e que experiências sexuais em tenra idade irão impedir a criança homossexual de ficar no armário, e isso causará a que toda a gente fique feliz.

Se por acaso duvidam de mim, pesquisam "idade de consentimento", twinks", "ageism", e os escritos de NUMEROSOS autores da Esquerda que acreditam que a sexualidade precoce é, de alguma forma, "benéfico" para as crianças.

Devido à minha longa experiência com a comunidade BDSM ("bondage/discipline", Sado-Masoquismo) a minha crença é de que o homossexualismo é uma questão de GRAVAÇÃO (inglês: "impriting"), da mesma forma que as fantasias BDSM o são. Para o practicante do BDSM, a práctica contínua é sexualmente excitante, e naturalmente que o mesmo acontece com o homossexual.

No entanto, daquilo que tenho visto, nem uma nem a outra produzem algum tipo de cura. A minha mãe tornou-se lésbica porque foi abusada pelo pai dela. O meu pai foi violado por um padre, e olhava para isso como o único amor que ele alguma vez experimentou. Existem muito poucas pessoas que são exclusivamente homossexuais, mas muito mais pessoas que têm relacionamentos com pessoas de AMBOS os sexos, tal como aconteceu com os meus pais e outras pessoas da minha família.

O que distingue a cultura homossexual da cultura heterossexual é a crença de que o sexo em tenra idade é bom, e a firme certeza (e não pensem por um segundo que eles NÃO sabem disto) de que a única forma de criar outro homossexual é levar a que o rapaz tenha experiências homossexuais ANTES dele ser "arruinado" pela atracção por uma rapariga.

Se por acaso vocês não vêem problemas com isto, e pode ser que isso aconteça, isto é algo que têm que levar em consideração. Se por acaso acham que estou errada, então isso é privilégio vosso, mas tomem atenção para o VASTO número de histórias de abuso sexual E de transgenerismo que aparecerão destes "casamentos" homossexuais. As estatísticas em torno do abuso sexual que ocorre junto das crianças criadas por homossexuais já são astronomicamente elevadas quando comparadas com o que acontece com as crianças criadas por heterossexuais.

Obviamente que a minha perspectiva é desconfortável para as pessoas esquerdistas junto das quais fui criada: eu "tenho permissão" para ser vítima de abuso por parte de ambos os pais, "tenho permissão" para ser vítima de violência hedionda. Mas eu NÃO TENHO PERMISSÃO para culpar o seu homossexualismo pela sua disposição  em aceitar o sexo com todas as pessoas de qualquer idade.

Mas nada disso me irá atrasar. Vou continuar a falar publicamente sobre isto. Há já muito tempo que tenho ficada calada. O "casamento" homossexual nada mais é que uma forma de gerar crianças à imagem dos seus "pais", e dentro de 10 a 30 anos, os sobreviventes irão falar.

Até lá, eu vou falando.

Moira Greyland

-  http://wp.me/p2ENJm-qv

* * * * * * * * *

Sem dúvida que nenhum membro da comunidade homossexual terá forças para a intimidar, especialmente se levarmos em contra tudo o que dois membros dessa mesma comunidade já lhe fizeram (a mãe lésbica e feminista Marion Zimmer Bradley e o pai homossexual condenado por pedofilia Walter Breen). O que ela nos diz neste texto revela de forma cabal o porquê dos casos de abuso de menores serem proporcionalmente e estatisticamente mais elevados junto dos practicantes do homoerotismo.

Tenho a leve suspeição de que a revolta contra os homofascistas no Ocidente fará com que até o Estado Islâmico pareça misericordioso. Lembrem-se duma coisa: o pêndulo histórico volta SEMPRE para o seu lugar inicial. Quando se tornar claro que a aceitação do homossexualismo necessariamente exige a aceitação do abuso sexual amplamente disseminado de crianças, não haverá misericórdia.

Existe um motivo bem sólido do porquê o homossexualismo ter sido historicamente categorizado dentro do "Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais"; é uma desordem mental que tipicamente emana de algum tipo abuso infantil.

Isto não significa que todos os homossexuais são pessoas malignas ou pessoas inclinadas a abusar de crianças. O que a senhorita Greyland está a dizer é que eles são, de facto, vítimas inocentes, independentemente do quão orgulhosos eles possam estar da sua vitimização passada. Mas o facto permanece de que existe uma conexão clara entre o abuso infantil e a desordem mental, e se por acaso não concordam com isto, podem sempre falar com Moira Greyland, e dizer que ela nada sabe do que fala.

Isto disponibiliza também uma resposta óbvia para todos aqueles que perguntam "Porque é que tu és contra o casamento homossexual?" Porque sou contra o abuso sexual de crianças. Se banir o "casamento" homossexual salvar UMA SÓ criança de ser vítima de abuso sexual, então isso é um imperativo moral.

terça-feira, 28 de julho de 2015

A "desordem" do estilo de vida homossexual: uma defesa do Catolicismo

Por Joseph Sciambra

A maior consternação relativa aos ensinamentos da Igreja em relação ao homossexualismo, até mesmo entre aqueles que abandonaram o estilo de vida homoerótico e estão a abraçar a castidade, centra-se em torno do uso do termo "desordem" no Catecismo da Igreja Católica. Um padre Jesuíta disse o seguinte:

Nos meus mais de 20 anos de ministério lgbt Católico, não houve nada que tivesse gerado mais raiva, e mais dúvida e mais confusão, que o uso do Vaticano dos termos "intrinsecamente desordenados" ou "objectivamente desordenada" para descrever, respectivamente, os actos homossexuais e a orientação homossexual. Estes são termos que não são facilmente entendidos, e, mesmo quando são, eles causam muito dano pastoral e mais má-informação.

Mas a ligação de "desordenada" com o homossexualismo vai mais além dentro da História da Igreja que apenas o Catecismo.

No ano de 1975, a "Sacred Congregation for the Doctrine of the Faith" publicou “Persona Humana: Declaration on Certain Questions Concerning Sexual Ethics,” que incluia a declaração: "....os actos homossexuais são intrinsicamente desordenados e não podem de maneira alguma ser aprovados." Só que esta não é apenas uma construção moderna visto que São Tomás de Aquinas escreveu o seguinte na "Summa Theologica:"

O homem, tal como qualquer outro ser, tem um apetite natural pelo bem; e como tal, se o seu apetite se inclina para o mal, isto deve-se à corrupção ou à desordem de alguns dos princípios do homem: porque é assim que o pecado ocorre na acção das coisas naturais
.
Ele continua:

Quando as potências inferiores são movidas de forma poderosa rumo aos seus objectos, o resultado é que as potências superiores são impedidas e desordenadas nos seus actos. O efeito de tal defeito da vontade é que o apetite inferior, nomeadamente, o concupiscível, fica de modo mais firme focado no seu objecto, a saber, o objecto do seu prazer, segundo a veemência do prazer. Consequentemente, os poderes superiores, nomeadamente, a razão e a vontade, são gravemente desordenados pela luxúria.

No entanto, existe um exemplo ainda mais antigo, de Santo Agostinho, nos seus Sermões em torno do Novo Testamento:

Portanto, também o olho do coração, quando é desordenado e ferido, vira-se para longe da luz da justiça e não se atreve e não pode contemplá-la.

E aqui, com a sabedora de Santo Agostinho, é revelado o motivo por trás de tais dificuldades em torno da palavra "desordem": porque nós fomos feridos, nós estamos desordenados; e é a ferida com a qual ninguém quer lidar.

Como apurou Agostinho, quando estamos feridos e confusos, a resposta instintiva é afastar; é parte medo, parte vergonha: vergonha pelo que aconteceu connosco; nos homens, esta é uma reacção arquetípica visto que a masculinidade, especialmente junto daqueles que nunca foram totalmente ou adequadamente formado em homens, é falsamente baseada na noção de força e solidez inexpugnáveis..

É por isso que os homossexuais são sempre atraídos para fantasia do ideal hiper-masculino: forte, sexualmente potente, mas ilusório; um padrão altamente errático de busca do macho e depois recuando para os encontros de uma noite e promiscuidade alimentada pelas doenças; um anseio indescritível pela masculinidade mas um medo de chegar a atingi-la.

Devido a isto, os homens homossexuais estão encurralados num ciclo interminável de imprudência sexual e purga emocional; eles estão literalmente e metaforicamente em busca da next big thing.

Eventualmente, isto fica triste e desesperante; e, então, a desordem verdadeiramente domina sobre tudo. Eu vi isto em primeira mão à medida que rapazes tímidos e reservados provenientes de zonas remotas da América chegavam à zona homossexual de São Francisco, e no espaço de alguns meses descendiam para a  degeneração sexual.

A obsessão actual pelo "casamento" homossexual - conceito que foi de modo firme desconsiderado como uma mediocridade Victoriana, mesmo no ponto mais alto da crise da SIDA - é um último esforço de tentar fazer algum sentido dum estilo de vida que se tem tornado cada vez mais sem sentido.

Só que, e mais uma vez, este acto nega a causa da infelicidade: a falta de vontade de curar, ou de admitir a necessidade de cura; é a negação da desordem presente nas nossas vidas. No entanto, fingir que tudo está bem, não muda as coisas. A defesa do auto-esquecimento só prova o quão confusos nós realmente nos temos tornado

 - http://bit.ly/1KdSHxi.

domingo, 18 de janeiro de 2015

Robin Teresa Beck: Não existe um estilo de vida homossexual 'saudável'

Por Pete Baklinski

Robin Teresa Beck, de 59 anos, não tem medo de dizer aos outros, até ao Papa Francisco, que o homossexualismo transformou a sua vida num inferno diário de sofrimento, escuridão, sonhos desfeitos, e arrependimento duradouro. Depois de 35 anos de comportamento homossexual e 12 relacionamentos, Robin sabe exactamente do que está a falar:

Segundo a minha experiência, é impossível ter uma vida homossexual saudável visto que ela está em oposição à forma como Deus nos criou.

Robin qualificou de "cruel" o facto de haver líderes religiosos que olham de forma favorável para tais relacionamentos.

Foi só há 5 anos atrás que tudo mudou para Robin, que era um Protestante fervorosa que perverteu as Escrituras como forma dela se adaptar ao seu estilo de vida, quando um dia - seguindo uma vontade repentina - ele tomou a decisão de entrar uma Igreja Católica como forma de receber cinzas durante o culto de Cinzas da Quaresma. Ela só veio para as cinzas mas Deus tinha outros planos.

Robin conta a história dramática da sua vida no seu livro de 2012 com o título de I just came for Ashes. Ela cresceu num lar desunido onde ambos os pais eram alcoólicos. O seu pai era fisicamente abusivo para com a sua mãe, para além de ter problemas com o seu temperamento raivoso. 

Enquanto ainda era jovem, Robin testemunhou a forma como o seu pai batia, empurrava e "fazia coisas degradantes" à sua mãe. Ela lembra-se de estar por perto e observar a sua mãe a chorar enquanto sofria abuso. Robin vivia com medo do pai, acreditando que ele poderia matá-la à mínima provocação. 

Ela só tem uma memória de ternura por parte da sua mãe. Tinha ela cerca de 3 anos quando a sua mãe, de forma inesperada, pegou nela e confortou-a nos seus braços. Essa foi a única altura durante toda a vida infantil de Robin que ela se sentiu "segura e feliz".

A religião era uma via escapatória para Robin; ir aos cultos com a sua irmã mais velha passou a ser a sua vida. Ela ansiava que Deus a viesse salvar do abuso verbal, emocional e físico diário que ela sofria em casa. Robin ficará para sempre assombrada com o dia em que ela ficou a saber que o seu pai havia saído de casa de vez; tinha ela 7 anos. Ela lembra-se de sair de casa, olhar para o céu e gritar:

Porquê, Deus?!! Com tantas crianças no mundo, porque é que deixaste que isto acontecesse com a minha família?

Desesperada por Amor

Robin encontrava-se agora na escola secundária; o seu pai estava fisicamente ausente e a sua mãe batalhava contra uma doença debilitante. Olhando para trás no tempo, Robin entende agora que não só sentia um enorme vazio no seu coração, como encontrava-se desesperada que alguém - quem quer que fosse - lhe amasse.

Um professor de música da escola secundária reconheceu nela um dom para cantar. Ele começou a tratá-la como a filha que ele nunca havia tido. Ela deliciava-se com a atenção dele, chegando a passar muitos momentos felizes com a família dele, saboreando uma vida de amor e riso que era tão ausente na sua vida, mas que era ao mesmo tempo refrescante e tonificante. Mas depois dela acabar o ensino secundário, o relacionamento esfumou-se e Robin sentiu-se traída. Ela determinou-se a nunca mais deixar que um homem entrasse no seu coração.

Quando ela se encontrava na universidade, Robin conheceu uma mulher que a convidou para um encontro de oração carismático, onde ela sentiu o derramamento do amor de Deus e passou a estar totalmente incendiada pela fé Cristã. Robin foi ficando mais próxima da sua nova amiga. Uma relação íntima teve início, e esta rapidamente se tornou sexual. Esta relação durou sete meses, e Robin ficou devastada e de coração partido quando ela acabou.

Robin tentou fugir dos seus problemas trocando para uma universidade Bíblica. Ela ficou furiosa por descobrir um dia que a sua antiga parceira havia começado a namorar com um homem. Ela buscou aconselhamento junto das suas professoras, só para dar início a uma amizade que se tornou íntima e depois sexual no espaço de alguns meses. Robin lembra-se de estar "totalmente desorientada" durante esse período, e ter concluído que havia "algo terrivelmente errado comigo".

A relação homossexual das duas mulheres eventualmente chegou aos ouvidos da administração da universidade, que queriam despedir a professora e mandar embora Robin; no entanto, eles permitiram que ela terminasse o semestre.

Robin e a professora viveram juntas um certo número de anos, e começaram a tomar parte numa congregação onde os homossexuais congregam. Logo cedo, elas decidiram colocar um ponto final na sua actividade homossexual. Robin tinha a esperança que o relacionamento durasse para sempre, mas não durou. Robin acredita que as suas batalhas coma raiva, insegurança, possessibilidade e inveja, eventualmente afastaram a mulher de si.

"Em busca da mãe que nunca tive"

A vida de Robin continua numa espiral descendente. Na igreja homossexual [sic] que ela frequentava, Robin conheceu outra mulher que lhe convenceu que ela era verdadeiramente e realmente lésbica, mas esta relação também não durou. Mulher após mulher, relação após relação, Robin buscou desesperadamente amor que durasse, amor que realmente lhe preenchesse o desejo do seu coração.

As coisas começavam bem, e eu estava sempre segura que desta vez eu havia encontrado a parceira certa. Mas em menos de um ano, eu sentia-me miserável, questionando o que é que eu estava a fazer, a abandonar a relação.

Ela saltou de um relacionamento lésbico para outro, frequentemente sobrepondo-os, assegurando-se que ele nunca passasse um momento onde ela se encontrasse sozinha e mal-amada. Olhando em retrospectiva, Robin apercebe-se agora que ela continuamente escolheu parceiras que, como ela, tinham problemas psicológicos.

Eu tinha a esperança de encontrar uma mulher estável, amorosa e carinhosa que curasse o meu coração (ou seja, eu estava em busca da mãe que nunca tive).

Robin disse à LifeSiteNews que hoje ela acredita que "a maior parte das lésbicas que anseiam ter um relacionamento com outras mulheres têm uma deficiência no seu relacionamento com as suas mães". 

Sei que isto é verdade para mim. Eu nunca obtive o carinho que precisava da parte da minha mãe. Eu tinha estas feridas com a minha mãe, e tentei curá-las voltando-me para outras mulheres, pedindo-lhes que me dessem o que a minha mãe foi incapaz.

Robin tinha agora 46 anos e estava no seu décimo-primeiro relacionamento com uma mulher casada e com filhos.

Eu deveria ter fugido dali o mais rapidamente possível, mas eu, pessoa lamentável e com pouca força de vontade, cedi às minhas necessidades emocionais e envolvi-me com ela.

Uma doença séria levou-a ao hospital durante duas semanas. Ela recuperou parcialmente a sua saúde apenas para descobrir que a sua parceira já havia tomado a decisão de acabar com o relacionamento.

Foi um dos dias mais dolorosos e de cortar o coração da minha vida.

O desgosto deu à Robin a oportunidade de examinar a sua vida.

Analisei os 11 relacionamentos conturbados e soube que Deus queria que eu organizasse os destroços, mas durante a maior parte dos dias eu não conseguia lidar com isso. Eu deitava-me n chão, com a cara para baixo, e clamava "Oh, Deus, por favor, diz-me que isto não é a minha vida!" Eu mantinha a esperança de que iria acordar e que tudo isto mais não era que um pesadelo. Mas isto era a minha vida, e eu tinha que a assumir por completo.

‘Arrependam-se e acreditem no Evangelho’

Foi por volta desta altura que, seguindo um capricho, ela entrou numa Igreja Católica numa Quarta-Feira de Cinzas, e foi à frente para receber as cinzas abençoadas. Estas cinzas foram traçadas na sua testa segundo o sinal da cruz e com as palavras: "Arrependam-se e acreditem no Evangelho." Robin sentiu que Deus estava a agitar o seu coração.

Ela fez-se presente na Missa do Domingo seguinte, e sentiu-se inexplicavelmente atraída à hóstia branca que o sacerdote deu o nome de o "Corpo de Cristo". Ela continuou a participar nas missas de Domingo.

Mas Robin não se convenceu de que o homossexualismo estava errado, continuando a acreditar que o seu problema era que ela não sabia como estabelecer "um relacionamento homossexual saudável". Outra mulher entrou na sua vida, mas desta vez Robin avançou devagar, esperando que a amizade se desenvolvesse num relacionamento para a vida toda.

As más e tristes notícias é que aquilo que havia começado como uma amizade surpreendente, que havida demorado 2 anos a ser construída, acabou em ruínas quando começamos a atravessar os limites e a avançar para áreas sobre as quais Deus havia dito "Não Avancem Mais!" E tal como havia sido a realidade com os 11 relacionamentos anteriores, este também se tornou doido e disfuncional literalmente do dia para a noite. Todas as esperanças duma união abençoada evaporaram-se (ou, melhor ainda, explodiram na minha cara).

Robin havia agora batido no fundo da sua vida, aceitando que "nunca poderia existir um relacionamento 'certo' com outra mulher". Durante a sua angustia e o seu quebrantamento, ela clamou a Deus para que Ele a ajudasse. Ele recebeu ajuda para entregar a sua sexualidade a Deus, comprometendo-se a seguir a Sua Palavra daí para a frente, independentemente das consequências. Isto aconteceu há cinco anos atrás, no fim de semana do seu 54º aniversário.

Por mais doloroso que o fim de semana do meu aniversário tenha sido, estou imensamente grata que ele tenha sido suficientemente doloroso para me acordar, e me devolver a sanidade (para além de me colocar de joelhos). Abandonei o meu estilo de vida homossexual e nem por um momento voltei a pensar em regressar.

Robin começou a receber instrução na fé Católica Romana, e recebida pela Igreja Católica durante a Páscoa de 2010. Ela acaba de celebrar o que ela chama de "caminhar em vitória". Ela acredita que este é um "milagre enorme".

E o milagre é que durante os últimos cinco anos eu tenho estado muito bem, sabendo que eu sou "alguém" especial para Deus. Tenho estado BEM com o facto de acordar por mim mesma e acordar alegrando-me com o facto de ter o relacionamento certo com Deus. É a sua graça espantosa que me sustém devido ao facto de estar sozinha. Isto é um milagre.

Se alguém lhe perguntar, Robin dirá que os últimos cinco anos da sua vida apanharam-lhe de surpresa. Ela conclui o seu livro dizendo:

Vocês têm que acreditar no que vos digo: eu nunca planeei nada disto. Fui apanhada totalmente despreparada, tomada de surpresa, ludibriada, e emboscada pela misericórdia Soberana. Estou a falar a sério! É a verdade - eu renasci das cinzas.


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Para os activistas homoeróticos, pessoas com força de vontade suficiente para abandonar o seu auto-destrutivo "estilo de vida" homossexual não existem visto que se elas existirem, ficamos a saber que ser homossexual é uma escolha e um gosto - e não algo genético.

Claramente, o homossexualismo é uma escolha, e uma escolha clinicamente auto-destrutiva. A melhor coisa que se pode dizer a um homossexual é que, se ele ou ela quiser, ela ou ela pode abandonar esse "estilo de vida", e encontrar liberdade e plenitude nos Braços de Deus.



segunda-feira, 7 de abril de 2014

Polícia do Uganda ataca projecto que prepara jovens para a homossexualidade


A polícia do Uganda entrou nos escritórios de uma organização norte-americana que presta auxílio a homossexuais infectados com o vírus HIV, na primeira acção pública das autoridades para fazerem cumprir a lei anti-gay aprovada há duas semanas.

A operação tinha sido negada por um porta-voz da polícia ugandesa, Patrick Onyango, mas foi depois confirmada por um responsável do Governo, Ofwono Opondo.

Onyango disse que as autoridades estavam à procura de um homem que se fez passar por polícia eque ameaçou os funcionários do Projecto Walter Reed, uma organização localizada na Universidade Makerere, em Kampala.

Mais tarde, um porta-voz do Governo, Ofwono Opondo, confirmou a acção policial através da sua conta na rede social Twitter: "A polícia entrou no Projecto Walter Reed na Universidade Makerere, que prepara jovens para a homossexualidade."

O mesmo responsável escreveu que "um diplomata de topo" é suspeito de "pagar 100.000 shillings ugandeses [cerca de três cêntimos de euro] por cada masturbação".

Os responsáveis pela organização anunciaram o "encerramento temporário das actividades", depois de a polícia ter "detido um cidadão ugandês nas instalações do projecto em Kampala". "O indivíduo foi libertado sem qualquer acusação no mesmo dia. Estamos a trabalhar com a polícia para perceber as circunstâncias em que esta pessoa foi detida. Até termos uma ideia mais clara sobre a base legal desta acção policial, o programa está temporariamente suspenso para garantir a sua integridade e a segurança dos funcionários", lê-se num comunicado publicado no site da organização.

Os responsáveis do Projecto Walter Reed dizem também que estão a "trabalhar directamente com os pacientes para garantir que o seu tratamento não é interrompido".

Um dos mais destacados activistas dos direitos LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros) no Uganda, Frank Mugisha, destacou a importância do Projecto Walter Reed, que é resultado de uma parceria entre a Universidade Makerere e o Programa de Investigação de HIV das forças armadas norte-americanas. "Muitas pessoas LGBT iam lá receber o seu tratamento anti-retroviral", disse à agência Associated Press Frank Mugisha, distinguido com o Prémio de Direitos Humanos Robert F. Kennedy em 2011.

O Presidente do Uganda, Yoweri Museveni, promulgou no dia 24 de Março uma lei que torna a homossexualidade um crime punível com prisão perpétua. Aprovada em Dezembro de 2013 no Parlamento por uma larga maioria, a nova lei considera igualmente crime a promoção da homossexualidade e a ausência de denúncia.

A assinatura da lei foi acompanhada de fortes aplausos de funcionários governamentais. "Há uma tentativa de imperialismo social, de impor valores sociais. Lamentamos ver que vocês [o Ocidente] vivem da maneira como vivem, mas mantemos silêncio sobre o assunto", disse Museveni.

Os doadores internacionais ameaçaram cortar o auxílio se a lei entrasse em vigor e o Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse que a nova legislação – que descreveu como "um passo atrás para os ugandeses" – complicaria as relações entre os dois países.

Poucos dias depois da aprovação da lei, o Banco Mundial anunciou o adiamento de um empréstimo de 90 milhões de dólares (mais de 67 milhões de euros) ao Uganda, mas o país pode beneficiar do facto de ser um importante aliado dos países ocidentais na luta contra o extremismo islâmico na Somália, onde os seus militares constituem o núcleo essencial da força de paz da União Africana.


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Isto tem toda a aparência de ser mais um caso dos EUA a usar o "combate à SIDA" como forma de promover o homossexualismo.

quarta-feira, 19 de março de 2014

10 respostas que refutam a agenda gayzista

1. “Somos iguais perante a lei, e como tal, vamo-nos casar."

É verdade que somos todos iguais perante a lei, mas esta igualdade, que é jurídica e não biológica, não anula - e nem pode alunar - as distinções anatómicas, fisiológicas e psicológicas entre os sexos - diferenças essas que geram as condições para o casamento e são o seu fundamento natural.

Em relação ao casamento, e igualdade jurídica significa que todos aqueles com a capacidade natural para casar, têm o direito de o fazer. Esta igualdade jurídica não cria as condições biológicas necessárias para o casamento. O acto conjugal está intrinsecamente ligado ao casamento, e a natureza requer dois indivíduos do sexo oposto para esta performance. Este requerimento natural esta totalmente ausente entre duas pessoa do mesmo sexo que planeiam casar, e como tal, o princípio da igualdade perante a lei não se aplica.

2. “Os homossexuais nascem dessa forma.”

O argumento de que os homossexuais "nascem assim" levou à busca do assim chamado gene homossexual. Três projectos de pesquisa têm sido normalmente mal-interpretados como forma de apoiar essa conclusão - nomeadamente, os projectos de pesquisa do Dr. Simon LeVay, dos Drs. J. Michael Bailey e Richard C. Pillard, e do Dr. Dean Hamer. A Associação Médica Católica sumariza estes factos no seu artigo "Homossexualismo e Esperança":

Os média têm promovido a ideia de que o "gene homossexual" já foi descoberto... mas apesar de várias tentativas, nenhum dos estudos amplamente publicitados foram cientificamente replicados. Um certo número de autores fez uma revisão cuidadosa a estes estudos e apurou que não só estes estudos não provam a base genética para a atracção homossexual, como nem sequer chegam a fazer tal alegação.

Se a atracção homossexual fosse geneticamente programada, então seria de esperar que os gémeos idênticos fossem idênticos na sua atracção sexual. No entanto, existem várias reportagens em torno de gémeos idênticos que não são idênticos na sua atracção sexual.

3. “Actos homossexuais entre adultos com consentimento não te afectam.”

O consentimento nem sempre significa a legitimização dum acto. A moralidade dum acto não depende apenas da intenção e do consentimento das pessoas que o levam a cabo; o acto em si tem que se conformar à lei moral. Logo, o consentimento mútuo entre parceiros homossexuais nunca pode legitimar os actos homossexuais, que são desvios anti-naturais do verdadeiro e natural propósito do acto sexual.

Para além disso, os actos homossexuais consentidos podem de facto afectar o resto da sociedade. A propagação do homossexualismo fragiliza a moralidade publica e a família natural e desde logo, fragiliza o bem comum da sociedade e a perpetuação da raça humana.

Nós somos seres sociais. John Donne correctamente declarou que nenhum homem é uma ilha. Como seres sociais, não nos podemos desassociar da sociedade e da sua decadência. Se nós não batalharmos em favor do casamento tradicional hoje, quando os sinos da morte ecoarem sobre a nossa sociedade dissoluta, ninguém irá perguntar para quem os sinos tocam visto que tocarão para nós.

4. “O que nós fazemos em privado não é da conta de ninguém.”

Sem dúvida que a privacidade da casa é sagrada, mas ela não é absoluta. Quando um acto maligno é levado a cabo em público, a escândalo consequente agrava a sua  intrínseca natureza maligna. No entanto, um acto maligno não se torna aceitável quando o mesmo é feito em privado; a sua natureza maligna permanece inalterável.

Embora os actos homossexuais sejam mais graves se forem levados a cabo em público, eles continuam a ser "intrinsecamente malignos" quando são levados a cabo em privado. De igual modo, a inviolabilidade do lar não protege os actos imorais e socialmente destrutivos tais como a prostituição infantil, a poligamia e o incesto.

5. “A moralidade não é competência do governo.”

Segundo a lei natural, o Estado tem o dever de preservar a moralidade pública. Isto não significa que o Estado tem que forçar a prática de todas as virtudes e banir a práctica de todos os actos imorais, tal como é tentado pelos ayatollahs actuais. Pelo contrário, o que isto significa é que sempre que legisla sobre assuntos morais, o governo tem que decidir se algo afecta directamente o bem comum, e então legislar de modo a favorecer a virtude e a obstruir a imoralidade.

Uma vez que o homossexualismo, o adultério, a prostituição e a pornografia fragilizam os fundamentos da família (a base da sociedade), o Estado tem o dever de usar o seu poder coercivo para os banir ou limitá-los em nome dos interesses do bem comum.

6. “'O casamento' homossexual não ameaça o casamento tradicional. Ambos podem coexistir lado a lado.”

O "casamento" entre pessoas do mesmo sexo destrói a integridade do casamento genuíno ao transformar o casamento tradicional numa sub-espécie dentro do género de casamentos. O alargado género do casamento supostamente iria englobar o casamento tradicional, as uniões homossexuais ou heterossexuais, e qualquer outra nova relação que entretanto surgisse. Este novo género de "casamento" não é, no entanto, casamento.

O casamento é o laço permanente e sagrado que une o homem e a mulher que tenham planos de constituir uma família e enfrentar as tribulações da vida juntos. O casamento envolve a dedicação altruísta, devoção e sacrifício. O casamento e a família são instituições sagradas que fomentam o bem comum da sociedade. A legalização do "casamento" homossexual e a sua colocação ao mesmo nível que o casamento tradicional destrói o bem comum da sociedade.

Quando a autoridade pública e a sociedade no geral negam a singularidade e a insubstituível contribuição para o bem comum do casamento tradicional, e os indivíduos podem encontrar incentivos e regalias legais mais facilmente nas imitações, então o casamento verdadeiro está a caminho da extinção. [ed: Esse o objectivo da agenda homossexual: destruir o casamento natural]

7. “O 'casamento' homossexual é um assunto centrado nos direitos civis e não na moralidade.”

Isto é o mesmo que dizer que os direitos civis não têm nada a ver com a moralidade, o que não é verdade. Embora muitos hoje em dia façam uma separação entre os "direitos civis" e a moralidade, a realidade dos factos é que não existem "direitos civis" sem um fundamento moral. Os actos humanos têm que estar de acordo com a razão e com a lei natural. "Nada mais insensato pode ser dito ou concebido do que a noção de que, uma vez que o homem é, por natureza, livre, ele encontra-se, portanto, livre da lei".

A moralidade é mais alargada que a lei. A lei precisa de ser justificada com a moralidade. Leis que não se encontram enraízadas na moralidade não têm qualquer propósito visto que as leis existem para o bem maior da sociedade. No seu famoso tratado em torno da lei natural, o Padre Taparelli D’Azeglio afirmou:

A ordem moral é a base para a sociedade visto que todos os deveres fundamentam-se na ordem moral que resulta da ordem natural. A ordem é a regra natural para o intelecto. No intelecto, a ordem simplesmente é a verdade, e desde que esta lidera a vontade, a ordem é bondade.

8. “A igreja permite o casamento de pessoas estéreis, e como tal, ela tem que permitir o "casamento" homossexual"”

Este argumento é frequentemente usado por activistas homossexuais "Católicos", mas não há comparação possível entre a esterilidade natural dum casal e a esterilidade anormal da união homossexual.

No primeiro caso, o acto conjugal levado a cabo pelo marido e pela mulher têm a possibilidade de gerar nova vida. A concepção pode não acontecer devido a alguma disfunção orgânica quer no marido ou como consequência dos naturais períodos de infertilidade da esposa. Esta falta de concepção resulta de razões ou circunstâncias acidentais. Logo, em casos de esterilidade acidental ou não desejada no casal, nada é feito para frustrar o propósito do acto conjugal.

Nos actos homossexuais, no entanto. a esterilidade não é acidental, mas sim consequência da fisiologia do acto, que é infértil por natureza. Tal como um documento de 2004 do Vaticano declara:

Tais uniões [homossexuais] não são capazes de contribuir de uma forma própria para a procriação e sobrevivência da raça humana. A possibilidade de se usarem métodos recentemente descobertos para a reprodução artificial, para além de envolverem uma grave falta de respeito pela dignidade humana, nada alteram a esta inadequação.


9. “Proibir os "casamentos" homossexuais é discriminação.”

Não é descriminação. "A negação do estatuto legal e social do casamento para formas de coabitação que não são e nem podem ser ser maritais não se opõe à justiça; pelo contrário, a justiça exige isso mesmo”

10. “É injusto não permitir que os homossexuais se casem uns com os outros, forçando-os a uma castidade não desejada.”

Tal como diz São Paulo, quem não é casto, não entrará no Reino dos Céus. Todos estão obrigados a practicar a castidade segundo o seu estado de vida. Esta obrigação procede da ética natural e da moralidade revelada que a Igreja não pode alterar. Os casados têm que viver de uma forma casta observando a fidelidade matrimonial, e os solteiros têm que viver de forma casta, abstendo-se de todo o contacto sexual.

Se a pessoa não tem condições físicas, psicológicas ou qualquer outra condição, para contrair o matrimónio, ela tem que practicar a castidade perfeita no celibato. Não só há glória em escolher o celibato por amor ao Reino dos Céus, como há também o mérito de se aceitar a castidade que as circunstâncias exigem como forma de alguém se sujeitar à Santa vontade de Deus.

Fonte

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