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segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Os meus momentos de "monogamia" como homem homossexual e a impossibilidade dum mundo sem mulheres.

Por Joseph Sciambra

Embora eu não o soubesse na altura, a minha primeira e genuína relação "homossexual" foi também a minha primeira incursão para dentro da "monogamia" homossexual. 

Por essa altura, eu não estava conscientemente em busca de algo a longo prazo mas uma vez que eu estava tão sozinho, amedrontado e desesperadamente carente, eu teria ido para casa com qualquer pessoa que me esse a mínima atenção.

Quando alguém me deu atenção, e como normalmente acontece, ele era um homem mais velho e mais experiente, uma incrível sensação de aceitação, afirmação e segurança varreram-me como a droga mais poderosa da Terra; eu não conseguia estar satisfeito e queria ficar nesse estado semi-dormente para sempre.

Durante algum tempo, o facto de nós os dois estarmos junto era o suficiente para gerar uma quantidade incrível d calor, e esse fogo era o que me levava a voltar como forma de sentir o amor. Quase imediatamente, paramos de sair - quer fosse individualmente ou como casal [sic]. Ficávamos em casa muitas vezes, e só ocasionalmente é que socializávamos com duplas igualmente emparelhadas. Mas, e de modo rápido, comecei a perceber que ele estava a ficar farto. Olhando para trás, posso dizer que eu precisava mais dele do que ele de mim.

Numa noite, enquanto estávamos com outro assim-chamada dupla "monogâmica", o meu namorado sugeriu que os quatro fôssemos para o quarto. Eu não estava de maneira alguma chocado visto que, embora eu fosse relativamente novo na cena homossexual, eu já sabia como era que as coisas funcionavam. E, mais ainda, eu faria de tudo para agradar alguém que eu pensava que se preocupava comigo e que me amava.

Esta situação prosseguiu durante algumas semanas até que todos nós avançamos a festa para os bares e para os clubes de dança na Castor [distrito homossexual de São Francisco]; não muito lentamente, o nosso círculo de parceiros sexuais casuais expandiu-se e então nós tornamo-nos numa daquelas duplas que fingia ser um casal; inicialmente, eu pensei que fazia o que fazia para o manter feliz, mas apercebi-me mais tarde que estava a ficar mais e mais atraído a outros homens.

Eu reparava que este homem era mais masculino que o meu namorado, ou que aquele outro era mais agressivo, ou que outro ainda tinha uma voz mais grossa ou braços mais longos ou mãos maiores. Na minha mente, eu estava a criar e a procurar por um tipo de ícone homossexual masculino - um ídolo perfeito da masculinidade que me poderia salvar. Era uma fixação incessante derivada da minha infância passada com uma obsessão pela pornografia, e período durante o qual o corpo masculino se havia transformado num super-homem, e depois monstruoso nas suas proporções exageradas e foco compulsivo no tamanho.

Depois disto, a minha primeira relação homossexual "monogâmica" acabou calmamente: numa visita particular a um dos antros homossexuais da Castro,  e dentro dum dos jogos mutuamente aceites, eu pura e simplesmente sai com outro homem.

Com cerca de 25 anos, e no meio da minha carreira dentro da vida homossexual, voltei-me a juntar com outro homem, mas com alguém com uma idade mais próxima da minha. Desta vez, no entanto, em vez de ser o rapaz fracote em busca de orientação e segurança, senti-me como alguém no mesmo nível e queria ter esta união dentro das minhas regras.

Mas o que realmente me levou a buscar um tipo de abrigo no relacionamento um-com-um foi o meu medo crescente da morte e a minha frustração total com um estilo de vida que matou cada um dos amigos que eu havia feito quando tinha 18 anos. Agora, a meio dos meus anos 20, estava a pressentir uma solidão crescente que me fazia sentir como se eu tivesse voltado a ser um rapaz.

Eu não sabia o que fazer, e como tal, tomei a decisão de viver na periferia do homossexualismo; voltar para casa todas as noites com o mesmo homem, mas mantendo ainda a minha aliança com tudo: tomando parte das paradas, festivais e comícios como um pleno homem homossexual.

No entanto, este auto-exílio só durou alguns meses visto que, tal como tinha acontecido com o meu namorado de há 8 anos atrás, comecei gradualmente a ficar aborrecido e inquieto. Igualmente, o meu parceiro estava a sentir o mesmo e devido a isso, abrimos as coisas um bocado e convidamos um terceiro homem, e depois um quarto, e depois um quinto. Finalmente, dentro do nosso grupo de amigos, nós havíamos criado a nossa pequena sauna gay.

Mais uma vez, eu avancei, e à medida que o círculo de parceiros homossexuais continuou a expandir, ele eventualmente consumiu qualquer sentido de relacionamento e nós passamos a ser o que muitos dão o nome de "f##kbuddies".

Alguns anos mais tarde, eu voltei a tentar tudo outra vez, só que desta vez eu estava perto dos meus 30 anos, e o meu parceiro tinha 40 e qualquer coisa. Uma vez que eu já estava dentro do estilo de vida homossexual há mais de 10 anos, já havia tentado quase tudo, ficado desiludido vez após vez, e ainda estava mesmo assim decidido e ainda em busca, as coisas tornaram-se particularmente doentias para mim.

Quase todas as semanas o meu novo parceiro trazia para casa um homem jovem pateticamente inexperiente e normalmente demasiado drogado. As coisas tornaram-se canibalescas; havia sempre este sensação sombria de conquistar e submeter: o impulso era avançado através duma fome insaciável que nunca permitia ficar de barriga cheia; era um certo tipo de bulimia: o devorar e a satisfação temporária seguida duma auto-purga e depois então o regresso imediato do desejo sobrepujante de voltar a ser satisfeito.

A psique pervasiva de todos envolvidos é o desconhecimento avassalador da nossa imperfeição; logo, a nossa existência centra-se em obter algum tipo de inteireza.

Depois de duas décadas a experimentar todas estas fúrias e estes devaneios, cheguei a uma conclusão: um mundo sem mulheres é impossível. Parece simples, mas para mim foi uma revelação. Porque, havendo crescido durante o "poder feminino" dos anos 70, do ERA, e dos anúncios publicitários da Charlie, sempre pensei que a única diferença que existia entre os homens e as mulheres resumia-se a algo entre as pernas.

Inicialmente, a realidade das distinções entre os sexos tornou-se totalmente óbvia quando me envolvi pela primeira vez com uma mulher prostituta, e, para choque e desalento  meu, ela revelou-se um bocado puritana. Vejam: até aquele momento, todas as minhas experiências sexuais haviam sido com homens homossexuais. Estupidamente, eu pensei que as mulheres se comportavam da mesma maneira - pelo menos as mulheres mais promiscuas.

Só que não era verdade.

Em Berkeley, durante uma prolongada fase bissexual, namorei outra estudante, uma rapariga hippie sem qualquer tipo de inibição que, apesar da sua forma livre de pensar, precisava de ser romanceada constantemente antes que pudesse ocorrer algo físico. Como alguém habituado a usar outros homens como escape sexual, rapidamente descobri que as mulheres eram demasiado exigentes e faziam com que eu perdesse muito tempo.

No distrito de Castro, eu nem precisava de falar com um potencial parceiro; um contacto visual através da discoteca cheia era o suficiente - tu simplesmente ias para a casa de banho e esperavas. 

Nenhuma mulher, nem mesmo a mulher de rua (a menos que seja mentalmente doente), irá seguir um homem desconhecido para uma casa de banho (sem porta) e terá relações sexuais com ele perto dum banheiro público sujo. No entanto, os homens "gays" fazem isto todos os dias.

Os excessos sexuais do mundo homossexual masculino são indisputáveis, só que, ao contrário de muitos que promovem uma nova imagem higienizada, livre de doenças, do homem homossexual moderno, esta perversidade é inevitável - até mesmo entre os assim-chamados "casados" e "monogâmicos". Isto prende-se principalmente com o simples facto de que uma sociedade totalmente masculina entrará em colapso porque a testosterona dos homens nunca é moderada com o estrogénio das mulheres.

Na verdade, o domínio não controlado dos hormonas masculinos gera o síndrome sexual da China, onde os homens, e especificamente os homens homossexuais que cresceram alienados e desesperados por afeição masculina, congregam-se juntos, encontram um fornecimento infindável de outros homens igualmente magoados dispostos a ter sexo. Então, e sem malícia, e através dos seus excessos, eles dão início a uma cascata de morte.

Depois do movimento de emancipação homossexual dos anos 70, este desastre tomou a forma da SIDA; hoje, embora a ciência tenha aperfeiçoado novas formas de manter os homens homossexuais vivos, o colapso continua com um sempre crescente número de infecções sexualmente transmitidas resistentes a anti-bióticos que só parecem surgir dentro das entranhas dos homens homossexuais.

O inevitável destino parece ser sempre a doença e a morte, até mesmo entre aqueles que tentam escapar a este horror fazendo uma parceria e abraçando alguma forma estranha de "monogamia homossexual" - quando mais de metade das infecções com o HIV entre os homens homossexuais ocorrem quando estes estão num relacionamento.

A inquietação generalizada e a necessidade de idolatrar a masculinidade sempre mostra a sua cara feia; em termos de homens e mulheres, há uma diferença incrível entre o fascínio que os homens têm com a pornografia, com a muito menor percentagem das mulheres que assistem a pornografia; "os homens são 543% mais susceptíveis de assistir a pornografia que as mulheres."

Logo, os homens que têm atracção um pelos outros formam uma cultura sem mulheres, e as forças sexuais dentro do masculino são libertadas sem que haja a moderação das mulheres: o corpo é objectificado até a um ponto que se torna doentio; o sexo é constante e desenfreado, e a única coisa que pára a perversidade é a doença.

O todo-feminino mundo das lésbicas, embora tenha taxas muito baixas de DST, também têm os seus problemas.

Sem a testosterona, o excesso de estrogénio gera um universo de emocionalismo excessivo que tende para drama excessivo a roçar a violência.
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The evidence:
“Almost half of the participants (48.7%) were monogamous, slightly fewer (42.1%) reported non-monogamous sexual agreements with some conditions or restrictions, and a relatively small number (9.2%) reported sexual agreements with absolutely no restrictions on sex with outside partners. A third of the participants (32.4%) reported breaking their agreement in the preceding 12 months and 14.8% reported having UAI in the preceding 3 months with an outside partner of discordant or unknown serostatus.”
“Development and Validation of the Sexual Agreement Investment Scale”
Torsten B. Neilands, PhD, et al.
J Sex Res. 2010 Jan; 47(1): 24–37.

“Ninety nine percent of couples reported having an agreement. Specifically, 45% had monogamous agreements, 47% had open agreements, and 8% reported discrepant agreements.”
Relationship Characteristics and Motivations behind Agreements among Gay Male Couples: Differences by Agreement Type and Couple Serostatus
Colleen C. Hoff, PhD, et al.
AIDS Care. 2010 Jul; 22(7): 827–835.

“Nearly 70% of HIV+ MSM (men who have sex with men) are estimated to have contracted HIV from a main partner…Our data suggest that reported monogamy may sometimes reflect intent or a non-traditional definition of monogamy rather than engagement in sex with only one partner. Nearly a quarter of men who indicated that they had only had sex with their partner for the duration of their relationship also reported engagement in anal sex with at least one non-main partner in the past 90 days. This supports previous research showing “monogamy” to be an ambiguous term…”
“Open, Closed, or In Between: Relationship Configuration and Condom Use among Men Who Use the Internet to Seek Sex with Men”
Sonya S. Brady, et al.
AIDS Behav. 2013 May; 17(4): 1499–1514.

“The Monopoly data indicate that while a majority of gay and bisexual men report having a ‘regular partner’, a very substantial proportion of these, probably more than half, may be ‘f##kbuddy’‐style arrangements rather than the ‘boyfriend’‐style ‘relationships’ that is often implied by the use of the term ‘regular partner.’”
“Monopoly A study of gay men’s relationships 2014”
Garrett Prestage, et al.
The Kirby Institute, University of New South Wales. 2015.

“Sixty-eight percent of HIV transmissions were from main sex partners…”
Estimating the proportion of HIV transmissions from main sex partners among men who have sex with men in five US cities.
Sullivan PS, et al.
AIDS. 2009 Jun 1;23(9):1153-62.

“78% of lesbians report that they have either defended themselves or fought back against an abusive partner.”
“Domestic Violence and Lesbian, Gay, Bisexual and Transgender Relationships”
The Public Policy Office of the National Coalition Against Domestic Violence
http://www.uncfsp.org/projects/userfiles/file/dce-stop_now/ncadv_lgbt_fact_sheet.pdf.

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Será que os homens homossexuais fomentam a masculinização das mulheres?

Por Colm O'Hehir

Os Cristãos tradicionalistas frequentemente condenam a revolução sexual homossexual - e estão certo nisso - mas recentemente comecei a ficar intrigado com o papel que os homens homossexuais têm em moldar a revolução sexual HETEROSSEXUAL (isto é, a cultura da promiscuidade do sexo casual que é hoje em dia a norma nas nações ocidentais). Será que a predominância de homens homossexuais nos média e na indústria da moda alterou de modo subtil a forma como os heterossexuais olham para os dois sexos? Eu acho que é plausível sugerir que sim.

Li recentemente uma coluna escrita por uma jornalista Britânica para o Daily Telegraph onde ela dizia que as mulheres "atraentes" dos anos 80 (tais como as meninas do programa de Benny Hill ou a modelo glamour Samantha Fox) tinham "corpos macios", totalmente diferentes das celebridades femininas actuais. Foi um comentário bastante descartável, mas ele fez-me ponderar se a ascensão do ideal feminino de mulheres com corpos "duros" não foi causada pela prevalência de homens homossexuais na indústria da moda e na publicação de revistas. Afinal, os homens homossexuais gostam da aparência magra, forte e musculada nos homens, e como tal, é perfeitamente lógico que eles também gostem dele nas mulheres. Até os seios duros e com a aparência de jogador de futebol de muitas das celebridades modernas têm uma inflexível qualidade estranhamente masculina.

Será que o ideal homossexual da beleza feminina é hoje em dia, e de forma paradoxal, a norma? E será que toda a glorificação das mulheres dominantes, competitivas, assumidamente promiscuas é, de alguma forma, um ideal homossexual?

Os homens modernos buscam mulheres masculinas

Descobri há muitos anos atrás que um amigo próximo era secretamente bissexual. Este homem era um perseguidor de saias obsessivo e também estava de acordo com a noção comum do homen alfa visto que gostava de carros desportivos, e era um homem de negócios com fomentado pela sua intensidade. No entanto, e apesar disto tudo, não fiquei surpreso quando descobri que ele tinha tendências homossexuais. E porquê? Um dos motivos era o facto das mulheres por quem ele se sentia atraído tenderem a ser extremamente personalizadas, dominantes, e competitivas - e ele sempre deixou bem claro que ele gostava delas precisamente por causa destas qualidades, e não apesar delas.

Ele acabou por casar com uma mulher que se enquadrava neste tipo - uma mulher atleta - de quem ele eventualmente se separou. Eu não diria que ele admirava a promiscuidade crescente nas mulheres, mas isso não o perturbava muito. Neste ponto acho que ele era diferente da maior parte dos homens. O Dr. Johnson disse uma vez que os homens preocupam-se mais com a virtude das mulheres do que com a sua, e acho que isso é uma grande verdade.

No fundo, no fundo, a maior parte dos homens heterossexuais idealiza demasiado as mulheres para algum dia ficarem felizes ao vê-las a adoptar um mau comportamento. No entanto, hoje em dia as mulheres recebem uma lavagem cerebral e são levadas a acreditar que o "homem de verdade" é um mulherengo compulsivo. Em termos puramente fisiológicos, isto é um absurdo, visto que nada diminui a potência dum homem de forma mais rápida que a actividade sexual obsessiva de qualquer tipo - tal como qualquer treinador de boxe ou treinador de futebol confirmará.

No entanto, desde pelo menos os anos 1950 tem sido a sabedoria transmitida o "facto" dos homens serem naturalmente promíscuos incorrigíveis. Será mesmo coincidência que o grande apóstolo moderno desta doutrina de promiscuidade intrínseca seja um homem que admite livremente que é bissexual - Hugh Hefner? Ou será coincidência que  a maior parte das séries e das novelas que glorificam a promiscuidade feminina, tais como Sex and the City, sejam escritas por homens homossexuais? Ou que as mulheres de aparência masculina tenham sido inicialmente promovidas por Yves Saint Laurent?

É importante ressalvar também que os homens homossexuais nunca poderão entender o enorme e perigoso poder da forma feminina para os homens normais, e como tal, serão menos susceptíveis de ver mal algum na imodéstia, na nudez, na pornografia, etc. Uma vez ouvi um programa de rádio que falava das mulheres que trabalhavam na indústria da construção, onde um homem do mesmo ramo dizia que não gostava de mulheres no local de trabalho em dias de muito calor uma vez que as partes do corpo à mostra eram uma distracção. 

Um homem homossexual não está na posição de entender as objecções feitas à imodéstia feminina nas roupas e no comportamento. Os homens homossexuais parecem estar naturalmente atraídos para a moda e para as profissões dentro dos média, mas a sua ubiquidade nestas áreas levou à transformação dos ideais e dos comportamentos heterossexuais.



quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Professora é espancada por travestis após 'esbarrão' dentro de Rodoviária

Uma professora universitária foi espancada, dentro da Rodoviária de Santos, no litoral de São Paulo, após esbarrar em dois travestis que estavam no local. Júlia Fernandes estava acompanhada do pai, de 63 anos, quando ambos foram atacados pela dupla no momento em que aguardavam um ônibus que iria para a cidade de São Paulo. Ninguém foi preso.

Segundo Júlia, ela e o pai tinham acabado de fazer um saque em um dos caixas eletrônicos da rodoviária de Santos e buscavam uma cadeira para aguardar o ônibus. “Estávamos aguardando o ônibus, já que estávamos uns 20 minutos adiantados. Fizemos um saque e fomos procurar um banco para sentarmos”, conta.

Quando procurava um lugar para sentar, dois travestis trombaram nela e no pai. “Ambos passaram pela gente dando um esbarrão. Logo em seguida eu perguntei se eles não enxergavam. Isso foi suficiente para um deles partir para cima de mim e do meu pai”, explica.

Após as agressões, Júlia conta que não teve ajuda dos seguranças da rodoviária. Segundo ela, não houve nenhum movimento para separar a briga. “Após caírmos no chão e nos levantarmos, os dois ainda estavam no local. Eu pedi para os seguranças não deixarem eles fugir. Não nos estenderam nem o braço para nos ajudar a sair do chão. Nossos pertences ficaram espalhados pela rodoviária”, conta.

A professora registrou boletim de ocorrência contra os travestis e fez o exame de corpo de delito em São Paulo, cidade onde mora. Ela diz que entrará na Justiça contra a rodoviária de Santos e também fará uma queixa na ouvidoria da cidade.

A Prefeitura de Santos afirmou, por meio de nota, que a vigilância na rodoviária de Santos é feita por uma empresa contratada pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), que é responsável pela administração do serviço e que, conforme o relatório da empresa, um dos vigilantes percebeu o desentendimento e agiu de imediato para separar os envolvidos.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

EUA: Infecções com o HIV aumentam dentro da comunidade homossexual


O "Centers for Disease Control and Prevention" apurou que entre 2008 e 2010 o número de novas infecção com o HIV aumentou em 22% junto da comunidade composta por jovens homossexuais e bissexuais.

De modo global, o número de novas infecções por todo o paáis (EUA)  não alterou, mantendo-se entre as 47,500 infecções, reportou a Reuters.

Os homens homossexuais e bissexuais são responsáveis por 66% dos novos casos de contágio, e os homens Afro-Americanos presentes neste grupo têm mais novas infecções que qualquer outro sub-grupo.

Joseph Prejean, chefe da "Behavioral and Clinical Surveillance Branch" da CDC, disse que o aumento das infecções entre os homossexuais pode ser causada pela percepção de que o HIV é uma doença perfeitamente controlável.
Estamos cientes de que muitos homens que têm sexo com outros homens provavelmente minimizam os riscos pessoais e acreditam que os avanços nos tratamentos minimizam a ameaça à sua saúde.
O Director da CDC Thomas Frieden acrescentou que o custo médio do tratamento de alguém com o HIV durante a sua vida é de $400,000.
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Portanto, quando alguém diz que o que as pessoas fazem na sua privacidade não afecta as demais, é materialmente falso. Como se vê pelos números exorbitantes gastos com o tratamento de uma só pessoa, o estilo de vida pessoal pode afectar toda a sociedade onde estamos inseridos.

E uma vez que o estilo de vida homoerótico coloca as pessoas em risco de contrair doenças para as quais ainda não há cura, a promoção deste comportamento sexual como algo "normal" e "saudável" é prejudicial para os próprios homossexuais. Quem se preocupa como os homossexuais, alerta-os para as consequências médicas do seu comportamento.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Problemas no Travequistão OU a transfobia das feministas e das lésbicas.

As feministas e as lésbicas têm ficado chocadas e consternadas pela intrusão do seu "espaço" feito pelos homens transsexuais. Aqueles que promovem a protecção dos transgéneros gostariam de passar a imagem de que, se aqueles que rejeitam o seu sexo natural estivessem legalmente reconhecidos, as suas vidas seriam mais satisfatórias e mais realizadas. Isto é, se as igrejas, os hospitais, as escolas, as clínicas e todas as instalações sanitárias fossem condicionadas (=obrigadas) a proteger aqueles que tentam alterar o seu género (com multas para quem quer que faça um comentário negativo ou crie um "distinção" devido aos travestis), os transgéneros ficariam então contentes.

E daí talvez não. Parece que há um pequeno problema no Travequistão: as lésbicas não consideram os homens transgéneros como mulheres genuínas, e recusam-se a ter qualquer tipo de contacto sexual com eles. As lésbicas levam isto a mal, alegando que os homens transgéneros estão a tentar forçar a sua presença no meio delas. Eles consideram os homens transgéneros como imitadores de mulheres.

Por sua vez, os transgéneros olham para as lésbicas como pessoas que exercem algum tipo de discriminação contra eles devido ao facto deles, em algumas situações, terem mantido os seus órgãos genitais masculinos.

No dia 12 de Março de 2012, a Planned Parenthood de Toronto, sempre disposta a encorajar a actividade sexual em todo o lugar, e com qualquer pessoa, levou a cabo um seminário aberto só aos homens transgéneros. O propósito do seminário era o de ajudar os indivíduos transgéneros a lidar com o problema das lésbicas recusarem-se a ter qualquer tipo de contacto sexual com eles. O seminário tinha o nome de "O Tecto de Algodão", o algodão como referência ao hábito das lésbicas usarem roupa interior de algodão.

Conferência Transfóbica

As feministas estão chocadas e alarmadas com a intrusão do seu espaço por parte dos homens transgénero - quer seja nos bares para lésbicas, nas companhias discográficas, nas estâncias termais ("spas"), nos festivais e nas livrarias. Elas olham para eles como a mais recente form dos homens roubarem poder às mulheres, Consequentemente, no dia 5 de Julho de 2013, um grupo feminista com o nome de Radfem Rise Up!, organizou uma conferência com a duração de 3 dias para "as mulheres que nasceram mulheres" ("womyn-born womyn") onde, segundo os homens transgéneros, estiveram presentes várias palestrantes transfóbicas.

Em resposta, os transgéneros inundaram a conta de Twitter do grupo feminista com comentários adversos e planearam levar a cabo um protesto físico. O protesto foi  frustrado pelo facto da conferência ter mudado de local horas antes do início agendado. Como resposta, os transgéneros queixaram-se à MPP de Toronto Cheri DiNovo cujo projecto de lei, "Toby's Act", se tornou lei  em 2012. Nesse projecto de lei estavam incluídas provisões que visam proteger a "identidade de género" e a "expressão de género", items que foram acrescentados ao Código dos Direitos Humanos de Ontário

Cheri DiNovo declarou que reuniões só para pessoas do mesmo sexo (isto é, só para homens ou só para mulheres) eram ilegais segundo o Toby's Act; ela apelou ainda à Comissão dos Direitos Humanos de Ontário como forma de solidificar a sua posição legalmente. Se ela for bem sucedida, a sua interpretação do Toby's Act significa que reuniões só para mulheres - qualquer que seja o motivo da reunião, desde discussões em torno dos "direitos reprodutivos, reuniões islâmicas, ou grupos de suporte lésbicos - serão proibidos segundo a lei. Obviamente que isto também se aplica a todas as reuniões exclusivamente masculinas.

É difícil não aceitar que isto são consequências inesperadas do Toby's Act.

A resposta da Comissão dos Direitos Humanos de Ontário à queixa da senhora DiNovo foi a de que eles se encontravam a "monitorizar" a situação, mas que a Comissão não tinha actualmente uma posição legal definitiva uma vez que ainda se encontrava no processo de definição da sua política em torno da "identidade de género".

Será que a Comissão se livrará deste problema aplicando o senso comum? É muito pouco provável. Como especialistas em "sentimentos magoados", "stress", "insultos", e "ambientes tóxicos", eles não saberiam como fazer as coisas.

terça-feira, 31 de julho de 2012

Oxford: Homens já podem usar saias nos exames

A Universidade de Oxford alterou as leis que ditavam o uso de roupa definida pelo género sexual, após uma queixa da sociedade "Lesbian, Gay, Bisexual, Trans and Queer".

Conhecida pela sua tradição e regras rígidas que ditam as mais diversas componentes dos seus alunos, a Universidade de Oxford abriu uma exceção que se pode vir a revelar marcante. A instituição autorizou o uso livre de roupas nas provas académicas e ocasiões formais, dando maior espaço a questões de género e de identidade sexual.

Na prática, as novas leis significam que os homens podem utilizar saias e collants, enquanto as mulheres terão a possibilidade de usar fatos e laços.

A alteração surgiu em virtude de uma requerimento apresentado pela organização "Lesbian, Gay, Bisexual, Trans and Queer" para acabar com o que consideravam uma violação da liberdade dos alunos.

"No futuro, não haverá necessidade de estudantes com orientações distintas terem que utilizar roupas com as quais não se sentem confortáveis, para evitarem serem confrontados por vigilantes ou disciplinados durante um exame", afirmou Jess Pumphrey, um dos responsáveis da organização, em declarações reproduzidas pelo "Daily Telegraph".

De acordo com as antigas leis que regem os trajes e roupas que se podem usar em Oxford - conhecidas como "subfusc" - os homens deviam usar um fato escuro com meias, sapatos pretos, um laço branco e uma simples camisa branca, debaixo dos robes pretos. Já as mulheres tinham obrigatoriamente que vestir saias ou calças escuras, uma blusa branca, collants e sapatos pretos, para além de um laço preto ao pescoço.

Agora com a mudança que dá liberdade de acordo com a identidade sexual, há esperança nas implicações positivas da decisão.

"Este é um passo extremamente positivo, que já esperávamos há muito. Sou da opinião que é possível manter os elementos de tradição, ao mesmo tempo que damos oportunidade aos estudantes de usar o traje com os quais se sentem mais confortáveis", confessou Simone Webb, presidente da organização "Lesbian, Gay, Bisexual, Trans and Queer".

As alterações entram em vigor na próxima semana.

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Quando coisas como as que esta notícia revela são noticiadas, fico curioso em saber a opinião daqueles que afirmam que a normalização do homossexualismo "não afectará a vida do resto da sociedade". Será que eles ainda pensam assim?.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

O porquê das mulheres gostarem da companhia dos homens homossexuais

A única explicação em falta do texto "Why Do Women Love Gay Men?" é o que os homens homossexuais sentem pelas mulheres. Eles não as respeitam de forma nenhuma. Os gays sentem nojo das mulheres e é precisamente por isso que as mulheres se sentem atraídos a eles. A sua baixa auto-estima foi tão dizimada pela propaganda moderna que elas se sentem atraídas por pessoas que retornam a elas a sua identidade estilhaçada e o seu auto-ódio.

Na sua maioria os homossexuais tratam muito mal as mulheres. Observem as criações mutantes que eles geraram nas passarelles - um "ideal" que actualmente prejudica a auto-estima da maioria das mulheres modernas.

Os homossexuais é que são responsáveis pela crise na imagem corporal, auto-estima e desordens alimentares que hoje em dia assolam tantas mulheres.

No entanto, são os homens heterossexuais que são identificados como os culpados pela "opressão" que elas sofrem.

No fundo, no fundo, os homossexuais odeiam as mulheres por sentirem inveja delas - eles sabem o quanto os homens que eles desejam por sua vez desejam mulheres (quase todos os homens homossexuais preferem homens heterossexuais).

Esta inveja amarga - inconscientemente ou não - leva a que eles (os homens homossexuais) tentem destruir as mulheres transformando-as em mulheres promiscuas, masculinizadas e com aparência de rapazes adolescentes - tornando-as repelentes aos olhos dos homens heterossexuais.

Ao transformar as mulheres nestas criaturas horríveis, os homossexuais destroem o poder que a sua beleza tem sobre os homens, e eliminam a ameaça que eles não conseguem superar: a beleza feminina.

Todos os homossexuais insistem - insistem! - que os homens por quem se sentem atraídos são obviamente homossexuais. Quando estes ganham interesse nas suas amigas, isto deixa os homossexuais a arder de inveja.

ABUSO FÍSICO DAS MULHERES POR PARTE DOS HOMOSSEXUAIS

Para além disto, existe um certo tipo de homossexuais - infelizmente quase todos com idades abaixo dos 40 - que abertamente denigre e rebaixa as mulheres de formas muitos chocantes com apalpanços e beijos. Eu já vi isto acontecer várias vezes nas saídas nocturnas ou durante outro encontro social onde o álcool esteja presente. Os homossexuais abertamente acariciam os seios das mulheres ou dão-lhes beijos apaixonados porque é "irónico". Se a mulher resiste, ela é ridicularizada e gozada - "Por favor, é apenas uma pequena diversão. Até parece que ele está a ser honesto com estes gestos; ele é homossexual!".

Acho que isto é a exibição final do poder homossexual - que as mulheres são tão insignificantes e tão reles, que elas podem ser apalpadas e usadas por pessoas que nem estão atraídos ao seu género.

Se um homem heterossexual tentasse apalpar uma mulher "ironicamente", receberia uma chapada na cara.

Portanto, tudo isto nada mais é que propagar o paradigma "homossexuais-como-deuses, as mulheres como as suas adoradoras e os homens heterossexuais como desprezíveis e malignos" que calmamente está a tomar conta do mundo.

Isto é tão triste e horrível. Eu queria tanto que as pessoas acordassem.

LICENÇA PARA MAU COMPORTAMENTO.

Alguns homossexuais gostam de se intrometer entre os casais. Por exemplo, uma das minhas amigas está em cacos e insegura. Este estado de espírito destruiu todos os seus relacionamentos com os homens - mesmo quando eles a amavam de um modo genuíno. O seu auto-ódio e a sua insegurança repele-os.

Ela encontra-se agora numa situação onde ela vive com "o seu melhor amigo gay". Ele não só a encoraja repetidamente para que ela leve a cabo encontros românticos com a duração de uma noite ("one-night stands"), como motiva-lhe a revelar em público os cada-vez-mais-degradantes actos sexuais nos quais ela já tomou parte.

Quando ela se encontrava num relacionamento de longa duração, ele certificava-se de acariciá-la e beijá-la à frente do namorado dela. Ele, que detestava estes actos e pedia que ela parasse com este tipo de comportamento, era infelizmente demasiado tímido para intervir. Ela ria-se e gozava ao mesmo tempo que dizia "Isto não significa nada para ele. Ele é homossexual!".

Ainda sou amigo do ex dela e, mesmo passados que estão alguns anos, ele não só continua perturbado em relação a isto, como continua a dizer que isto deixava-o com sentimentos de impotência e falta de valor.

Este amigo homossexual dela "ataca" todas as visitas que ela recebe e exige que eles falem de modo gráfico àcerca de sexo. Se eles se recusam, ele não hesita em deixar vincado que não tem tempo para eles e considera-os sem valor.

Recuso-me a visitar a sua casa outra vez devido ao modo como ele trata as pessoas e devido ao facto dele (o amigo homossexual) considerar a sexualidade o único traço da personalidade com algum valor.

TRANSSEXUAIS.

Aqui na Grã-Bretanha estamos a ser bombardeados com propaganda pró-transsexualismo. Eles estão frequentemente nas notícias e na televisão. Há algum tempo atrás havia um programa com o nome de 'My Transsexual Summer' que girava em torno de um grupo de transsexuais em fases distintas da tua transição a viver em comunhão durante o Verão. O programa mostrava o quão maravilhosos, nobres e surpreendentes eles eram.

Houve também um documentário que exibia duas lésbicas que planeavam passar a ser "homens" - o que conseguiram e tornaram-se num "casal" homossexual. Nem tinham ainda saído da adolescência.

Há uma enorme atenção dos média dirigida aos transsexuais quando eles são, sei lá, 0,1% da população?

Tal como já disseste no passado, tudo isto aponta para os Illuminati e para os seus planos de nos transformar em objectos amorfos e sem identificação - nem macho, nem fêmea, nem heterossexuais e nem homossexuais, sem cultura, sem família ou qualquer tipo de identidade humana de sobra.

Fonte


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