quinta-feira, 16 de junho de 2011

Pais não podem excluir filhos de aulas pró-homossexualismo

Em mais um ataque coordenado da gaystapo canadiana, (e um ataque à autoridade paterna sobre os seus próprios filhos) a Comissão de Directores do Distrito de Toronto (CDDT) está a proibir os pais de retirar os seus filhos de aulas que abordam a sodomia.

("Abordam" até nem é um termo correcto uma vez que o que estas "aulas" fazem é promover a homossexualidade e não só "abordar" a homossexualidade.)

A sua política sugere que as crianças sejam forçadas a tomar parte no curriculum compreensivo "anti-homofobia" dos directores, o mesmo que promove a marcha de "orgulho gay" de Toronto entre as crianças de jardins infantis, e procure transformar as crianças em activistas sociais quando estas chegarem ao fim da escola secundária.

O curriculum escolar promovido pela comissão de directores tendo em vista a "equidade" para os homossexuais, chamado de ‘Challenging Homophobia and Heterosexism’, diz que os pais não podem apelar às suas crenças religiosas como forma de retirar os seus filhos das aulas de "educação em torno dos direitos humanos".

O documento diz:

Se um pai pede permissão para que o seu filho ou filha seja dispensado das discussões em torno dos assuntos familiares da LGBTQ por motivos religiosos, este pedido não pode ser aceite porque viola a política dos Direitos Humanos.
O artigo não só defende que a liberdade religiosa "não é absoluta" como também que a acomodação religiosa, segundo a administração escolar, "é levada a cabo dentro dum contexto mais abrangente do sistema de educação secular".

Repararam no fascismo homossexual? As convicções religiosas dos pais que não achem normal que um homem insira o seu pénis no ânus de outro homem de nada servem se estas convicções chocarem com a definição de "normal" que os activistas homossexuais e os seus aliados esquerdistas subscrevam.

Por outras palavras, os direitos que os Cristãos tem (tinham?) de educar os seus filhos dentro do Cristianismo estão a ser retirados pela gaystapo. Como diz um blogueiro português, qualquer dia vai ser obrigatório ser homossexual.

Para se vêr que o propósito destas medidas é o ataque ao Cristianismo, o documento diz que os professores não estão autorizados a evitar a abordagem de assuntos controversos que possam violar crenças religiosas.

Os professores que se recusarem a criar nas salas de aula um ambiente inclusivo, seguro e apoiante para todos os estudantes estariam a criar um ambiente de aprendizagem envenenado.
Traduzido: se não se indoutrinarem crianças em favor do auto-destrutivo comportamento homossexual, as salas de aula não serão seguras, apoiantes e "inclusivas".

Acresce-se ainda que, segundo estes administração escolar, as escolas não podem enviar notas de permissão aos pais da criança antes de se abordarem "assuntos LGBTQ" uma vez que tratar a orientação sexual de uma forma diferente poderia ser considerada "discriminatória".

As actividades para os jovens no fim do jardim de infância até à terceira classe incluem discussões que tem em vista convencer os estudantes da importância de participar na parada anual de "orgulho" gay. Embora seja catalogada de "amiga da família", o evento já foi identificado como "a parada do sexo" uma vez que é normal ela conter pessoas semi-nuas ou totalmente nuas, e homossexuais a levarem a cabo actividades sexuais em público.

Entre o 4º e o 6º ano is alunos são encorajados a trazer o grosseiro jornal homossexual Xtra!. O mesmo é conhecido por dispôr publicidade contendo homens nus.

Fonte


Notícias como esta encerram em si os perigos de se conferirem "direitos humanos" a vícios sexuais. Segundo esta nova ideologia, se um pai disser que não quer que o seu filho seja alvo de engenharia social em favor dum comportamento sexual claramente destrutivo, a elite esquerdista que controla o Canadá acha por bem retirar o direito humano que os pais possuem de educarem os seus filhos segundo as suas crenças religiosas.

Para estes activistas, as escolas públicas não são suficientemente inclusivas se não oprimirem a liberdade dos Cristãos. É por estas e por outras que os esquerdistas são grandes proponentes das escolas públicas: é nelas que são preparadas as novas gerações de futuros votantes de esquerda.

Reparem como estas instituições escondem a promoção da sodomia por trás dos "direitos humanos". Hoje em dia, oposição à sodomia é uma "ataque aos direitos humanos" - pese embora seja normal a sociedade criticar todos os outros comportamentos sociais. Só a sodomia está protegida.

Se és um esquerdista e dás apoio à agenda dos sodomitas, então prepara-te porque mais cedo ou mais tarde os teus filhos vão ser enlistados no movimento homossexual, sejam eles homossexuais ou não.


quarta-feira, 15 de junho de 2011

Demonstração Católica atacada por militante pró-sodomia

No dia 2 de Junho de 2011, em Fairport, New York, voluntários da "American Society for the Defense of Tradition, Family, and Property" (TFP) foram atacados enquanto se demonstravam de forma pacífica em suporte do casamento.

Eis o vídeo do ataque .

O grupo Católico encontrava-se a manifestar estandartes de apoio ao casamento e distribuindo boletins de propaganda com o título de "10 Reasons Why Homosexual ‘Marriage’ Is Harmful and Must Be Opposed." O panfleto apela aos nova-iorquinos para resistirem com firmeza e pacificamente a agenda dos activistas homossexuais.

Os jovens Católicos foram alvo de ataques por parte de um homem pró-sodomia que derrubou e rasgou um dos estandartes que dizia "Casamento de Deus: 1 Homem & 1 Mulher". Quase imediatamente o homem ameaçou destruir a câmara que o grupo trazia. "Vou dar cabo da vossa câmara!" disse ele.

A seguir, o homem aproximou-se de outro Católico que exibia um estandarte onde se lia "Buzine se for a favor do casamento tradicional" e disse:

Vais-me dar o teu sinal vai ser preciso eu rasgá-lo também?

Durante a mesma demonstração Católica, um homem, de dentro dum veículo que passava pela rua, atirou uma garrafa de cerveja que atingiu o voluntário Michael Shibler. A garrafa atingiu-o na testa causando um inchaço e sangue. A polícia local está a investigar ambos os incidentes.O voluntário Shibler disse:

Estas tácticas de intimidação não vão de forma alguma desencorajar a minha determinação em promover a verdade àcerca do casamento e da caridade. A nossa causa é nobre e nós vamos vencer.

Alguns dizem que o "casamento" homossexual não prejudicam nem afectam ninguém. Bem, a pancada na minha testa é um exemplo em como prejudica os outros.

Os proponentes anti-família gostariam de silenciar por completo o meu direito à liberdade de expressão (manifesto na 1ª Emenda). Enquanto eles exigem tolerância por aquilo que eles chamam de "diversidade", eles são totalmente intolerantes de pontos de vista que contradigam os seus.

A TFP é uma organização Católica fundamentada na missão de combater o que eles chamam de "A Guerra Cultural". Eles colocam-se nas nas linhas da frente a partir de defesas pacíficas de valores como a tradição, a família e a propriedade privada - tudo coisas que os esquerdistas querem destruir como forma de concentrar o poder político nas suas mãos.

Fonte

terça-feira, 14 de junho de 2011

Ex-lésbica Janet Boynes conta comovente testemunho de conversão.

A ex-lésbica Janet Boynes diz que sua homossexualidade começou como começa para muitas mulheres: como reação a abuso sexual e psicológico que ela sofreu como menina.


A ex-lésbica Janet Boynes diz que sua homossexualidade começou como começa para muitas mulheres: como reação a abuso sexual e psicológico que ela sofreu como menina.
Ela foi criada por um dos namorados de sua mãe, um alcoólatra que abusava de sua mãe, que por sua vez mostrava pouca afeição por Boynes. Aos 12 anos ela foi abusada sexualmente por um parente, que era então coroinha na igreja dela. Ela começou a sofrer aversão a homens, e descobriu que seu próprio sexo era mais atraente. Ela também começou a usar drogas.
“Eu estava começando a me sentir mais atraída às mulheres”, Boynes disse para a rede de televisão evangélica CBN [do Rev. Pat Robertson] numa entrevista recente. “Tantos homens haviam me magoado que essas mulheres, pensava eu, eram muito mais iguais a mim”.
Sua dor estava acobertada numa falsa masculinidade que a transformou numa valentona de escola, diz ela, e já na escola as pessoas começaram a perguntar se ela era lésbica — uma ideia que ela evitou até os 20 anos de idade, quando sua solidão a levou a seu primeiro encontro sexual com uma mulher.
Embora tivesse experimentado uma conversão ao Cristianismo, Boynes diz que suas experiências lésbicas a levaram a rejeitar sua fé e entrar no estilo de vida homossexual, com todas as suas turbulências e sofrimento. Ela mudava de um relacionamento para outro, ficou mais viciada em cocaína e desenvolveu bulimia, diz ela.
“Minha vida era miserável. Estava começando a ficar literalmente em apuros”, diz Boynes. “Mas eu estava recusando voltar a Deus”.
No entanto, sua vida começou a mudar quando ela foi convidada a visitar uma igreja local que ela muitas vezes havia visto em seu caminho ao trabalho.
“E eu, não pensando no meu perfeito juízo, disse, ‘Certamente, Irei’ e fui vestindo calça de esporte, com aparência encardida, não sabendo o que esperar”, Boynes disse para CBN. “Estou numa sala com outras nove mulheres, mulheres simplesmente belas, femininas, e pensei, ‘no que foi que me meti?’ Estou sentada ali com a cabeça baixa, me sentindo muito envergonhada, achando que essas mulheres são tão cruéis que vão me repreender e me expulsar”.
“Todas se apresentaram, e quando olharam para mim, me perguntaram meu nome, e eu disse, ‘meu nome é Janet’ e disse, ‘estou vivendo uma vida homossexual. Mas se vocês me ajudarem, eu viverei minha vida para o Senhor’”.
Boynes diz que lhe mostraram compaixão e compreensão, e os membros da igreja lhe deram apoio na luta dela para se libertar de seu estilo de vida viciante. Um casal acabou se oferecendo para abrigá-la em seu lar, onde ela viveu durante um ano e recebeu o amor que ela jamais havia experimentado como menina. Ela abandonou o lesbianismo permanentemente, e recuperou sua identidade heterossexual.
“Quero que todas as outras pessoas que estão vivendo a vida homossexual que não tiveram uma grande mãe ou que não tiveram um grande pai experimentem que Deus é pai para os que não têm pai ou mãe”, diz Boynes. “É isso o que ele fez por mim; ele fará por eles também”.
Onze anos mais tarde, Boynes dirige um ministério que oferece ajuda para aqueles que estão tentando escapar do estilo de vida homossexual. Ela recentemente testificou na comissão judiciária do Senado de Minnesota contra a criação do “casamento” homossexual.
Comentando que ela e uma de suas parceiras lésbicas queriam “se casar” e adotar crianças, ela disse para a comissão: “Estou tão grata que não prosseguimos com o plano e que não perpetuamos outra família disfuncional. Crianças precisam de uma mãe e de um pai”.
Ela também comentou que “ao legalizar o casamento homossexual você está apoiando e incentivando conduta que as evidências científicas mostram adoece as pessoas, muitas vezes de forma incurável e fatal. Vi isso confirmado nas vidas de muitos dos meus amigos enquanto eu estava vivendo o estilo de vida lésbico”.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Militantes homossexuais iniciam a sua infiltração nos escuteiros

Se homossexuais a abusarem de crianças Católicas permitiu aos esquerdistas a possibilidade de atacar todo o Cristianismo, imaginem só a diversão que eles irão ter quando conseguirem impor monitores homossexuais nos odiados escuteiros americanos. Os mesmos têm conseguido resistir à infiltração mas a Grã-Bretanha parece sucumbir à agenda sodomita:

A "Scout Association" revelou planos de aumentar o seu número de membros e líderes homossexuais.
Mas este gesto foi criticado por "afastar a organização" dos seus princípios Cristãos originários.

Estes princípios Cristão são o motivo que leva a que a esquerdalha tenha como prioridade infiltrar as associações de escuteiros.

Panfletos foram postos a circular informando as crianças que "não há nada de errado em ser gay e ser escuteiro."

Num parágrafo com o título de Adultos Gay nos Escuteiros, um segundo panfleto diz aos prováveis líderes e voluntários: "Não há problemas em ser um adulto nos escuteiros e ser gay!"
Patrick Harvie, do partido dos Verdes escocês, saudou o gesto e apelou aos escuteiros para irem mais além.

Para se ter uma ideia do que o "ir mais além" significa, vejam este vídeo que explica a VERDADEIRA motivação por trás do escândalo dos abusos dentro das instituições Cristãs.

Gay-Scoutmaster.jpg
Monitores homossexuais a levar rapazinhos para a floresta. Qual é o problema com isso?
Fonte

Mais um homossexual que defende a pedofilia

Até hoje, ainda não vi um grupo não-homossexual que tente normalizar a pedofilia. Todos os grupos mundiais que visam baixar consideravelmente (ou remover por completo) a idade de consentimento, são grupos homossexuais. Porque será?

DUBLIN, Irlanda, 9 de junho de 2011 (Notícias Pró-Família) — David Norris, candidato homossexual à presidência da Irlanda, está lutando para manter sua candidatura em meio a mais revelações ainda de que ele apoia a “pedofilia clássica” e se opõe a todas as leis que especificam uma idade determinada para consentimento sexual.
Candidato presidencial irlandês David Norris
Na sua primeira página ontem, o jornal irlandês Irish Daily Mail deu como manchete “Não creio numa idade de consentimento”, e disse que Norris havia dado uma entrevista no ano passado em que disse (nas palavras do jornal) que “a prostituição e todas as drogas têm de ser legalizadas” e “ele era pró-aborto e defendida a pederastia”.
“E na entrevista chocantemente franca que levanta sérias perguntas sobre a idoneidade dele para a presidência”, o jornal continua, “ele disse: não creio numa idade de consentimento”.
Norris respondeu numa carta, pedindo a seus apoiadores que não o julgassem de acordo com “umas duas manchetes sensacionalistas”, e dizendo que detesta abuso de crianças e que todos os criminosos deveriam enfrentar “a totalidade dos rigores da lei”. Na carta, porém, ele confirmou que não apoia nenhuma idade legal para consentimento.
Norris também negou ser “pró-aborto”, mas acrescentou: “Com certeza, acredito firmemente que o acesso a informações é o melhor jeito de se reduzir a incidência de aborto”.
Norris era o candidato que tinha mais chances de vencer a corrida presidencial da Irlanda até a semana passada, quando uma entrevista de dez anos atrás foi revelada nos meios de comunicação em que ele fez comentários de apoio à pederastia, chamando-a “pedofilia clássica”.
Norris disse para a revista Magill: “Há muitas besteiras sendo ditas sobre a pedofilia”. “Acho que existe uma histeria total e absoluta acerca desse assunto”, disse ele, insistindo em que as crianças têm a capacidade de ter informações suficientes para dar consentimento para fazer sexo, dizendo: “A lei tem de levar em consideração não a idade, mas o consentimento”.
Ele também disse que as crianças vítimas de abuso sexual são mais prejudicadas quando se condena o abuso, e disse que o incesto deveria ser proibido apenas em casos em que a vítima poderia ser engravidada.
Em sua recente carta, sobre o assunto de pederastia (relações sexuais entre um homem mais velho e um rapaz adolescente) Norris confirmou que apoia a prática, dizendo que falando de sua própria experiência como jovem gay em Dublin, ele teria preferido ter se envolvido em tal relacionamento como sua “introdução à sexualidade”.
Citando a obra de Platão O Banquete, ele escreveu: “O maior filósofo que já houve argumentou que o amor físico é a porta de entrada para o amor espiritual. Essa obra finaliza, de forma muito comovente, com Alcibíades, o belíssimo jovem de Atenas, confessando que se ofereceu sexualmente para Sócrates em troca de ter parte na sabedoria de Sócrates. Esse texto foi preservado em toda a Idade Média. Eu vi essa atitude e experiência iluminadora como uma introdução muito mais interessante e preferível à sexualidade do que minha própria experiência. Essa é a minha opinião pessoal”.
Artigos relacionados:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

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