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quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

A verdade, as mentiras e o homossexualismo

Por Bill Muehlenberg

Para além da Bíblia ser clara como cristal em torno da condição pecaminosa e anormal do homossexualismo, ela diz-nos também o porquê das pessoas que se encontram dentro deste estilo de vida se rodearem de mentiras e de decepções. Os estilos de vida iníquos e rebeldes resultam numa rejeição da verdade e este ponto generalizador encontra-se bem expresso em Hebreus 3:13 onde lemos sobre "o engano do pecado". Para além disso, Romanos 1 claramente salienta este ponto, deixando-nos sem qualquer dúvida em relação ao porquê do pecado e da mentira encontrarem-se tão fortemente associadas. Em Romanos 1:18 lemos o seguinte:

Portanto, a ira de Deus é revelada dos céus contra toda impiedade e injustiça dos homens que suprimem a verdade pela injustiça.

Nos versículos 24-27 o Apóstolo Paulo dá-nos o seu exemplo primário disto mesmo - o pecado do homossexualismo - e no versículo 25, Paulo declara que eles "Trocaram a verdade de Deus pela mentira". Mais uma vez observamos uma ligação clara entre a imoralidade e a supressão da verdade. É por isso que sempre que lidamos com pessoas que fazem publicidade do seus estilos de vida pecaminosos no geral - o homossexualismo em particular - ficamos a saber que as mentiras e a decepção caracterizam o que eles dizem.

Eles odeiam a verdade, suprimem a verdade, e trocam a verdade de Deus pelas mentiras do inimigo. Os ataques selvagens e pervertidos aos meus dois últimos livros (dos três que escrevi em torno deste assunto) são um exemplo claro disso mesmo.

Esses dois volumes têm mais de 1200 referências, e muitas centenas deles são citações directas presentes em livros, revistas e outras fontes homossexuais. No entanto, os activistas [homossexuais] ainda assim rejeitam tudo o que por lá se encontra. Ou seja, eu cito os próprios homossexuais, eles perdem a cabeça e tentam atacar-me. Isto ocorre não só devido ao facto deles terem sido endurecidos contra a verdade, mas também porque eles preferem viver uma mentira, envolvendo-se mais ainda no seu estilo de vida imoral.

Devido a isto, quando um deles aparece em público, e tenta ser mais honesto, eles ficam loucos. Um artigo recente escrito por um homossexual Americano prova isto mesmo. No artigo "O Porquê de Já Não Querer Ser Homossexual", Luis Pabon atreve-se a dizer as coisas tal como elas são, e devido a isso, os seus amigos [homossexuais] voltaram-se contra ele. Deixem-me partilhar partes do seu texto:

Já não quero ser homossexual. Sei que superficialmente esta declaração tresanda a negação, auto-aversão, e homofobia internalizada, coisas tipicamente associadas à aceitação e à integração da sua própria homossexualidade, mas a verdade é que eu já não quero ser homossexual. Este estilo de vida durou para além do seu prazo de utilidade. Vivi todos os aspectos dessa vida e posso afirmar com segurança que ela já não está de acordo com a pessoa que sou ou quero vir a ser.

Nem sempre me senti assim. Inicialmente vim para esta comunidade em busca de amor, intimidade, e irmandade. Em vez disso, obtive trevas, infidelidade, solidão e desunião. A auto-aversão que existe dentro da comunidade homossexual leva-nos a encontrar uma série de homens emocionalmente desequilibrados que são auto-destrutivos, nocivos, cruéis e vingativos uns para com os outros.

Lutei para modificar o meu código moral de modo a que se ajustasse aos comportamentos concomitantes inerentes ao estilo de vida, mas parece que esse estilo de vida está a forçar-me para longe de tudo o que amo e valorizo. Por mais que eu tente purgar a minha percepção das suas crenças estabelecidas e preconceitos distorcidos, os mesmos estereótipos clássicos dos homens homossexuais continuam a aparecer na minha mente.

O sexo indiscriminado, a superficialidade, os relacionamentos instáveis, o auto-ódio, o síndrome Peter-Pan, as uniões ocultas, o preconceito com a idade ["ageism"], os momentos sombrios, a solidão, a preocupação com o sexo, o preconceito, e a aversão à intimidade são coisas que parecem surgir do chão onde eu pensava que elas estavam enterradas.

Parece que os homens homossexuais têm dificuldade em transcender os estereótipos e os clichés associados ao seu estilo de vida, e isso está tornar-se desanimador.
(...)
Sou demasiado novo para ter saudades dos bons dias do passado, mas esta vida faz com que tenhas saudades do que significava ser homossexual. Faz com que tenhas saudades dos tempos em que um homem te saudaria e te ofereceria uma bebida, em oposição a ele dizer-te o tamanho do seu pénis e as suas estatísticas sexuais. O meio termo da cortesia foi eliminado e em seu lugar foi colocado um diabo imoral que diariamente te assiste na tua destruição.

Embora eu reconheça a minha atracção por homens, escolho não mais me associar com uma vida que existe fora da moralidade e da bondade. O estilo de vida homossexual é como o amor dum bad boy cuja atenção e amor tu inicialmente buscas, mas eventualmente avanças para além desse estado. Já não é aí que eu me revejo.

Este é um testemunho importante, e tudo o que temos que fazer é ler os comentários odiosos e totalmente diabólicos presentes na secção de comentários desse artigo para termos uma ideia do que eu estava a falar. Ele cometeu uma heresia gigantesca: ele admitiu que o estilo de vida homossexual é sórdido, perverso, e decadente.

As pessoas que os militantes homossexuais mais odeiam são aqueles que abandonaram por completo o estilo de vida homossexual. Um ex-homossexual desse tipo é Andrew Comiskey, que não só teve a sua vida totalmente voltada do avesso por parte do Senhor Jesus Cristo, mas que também se encontra preocupado com a mentira e com a decepção - até aquelas que se encontram dentro das igrejas actuais. No seu artigo com o título de “The Lie of ‘Gay’ Love” ele diz:
Nos dias de hoje o cidadão Ocidental é considerado "culto" se aceitar a noção de que o homossexualismo é inato e imutável, e que a sua expressão é digna de todos os privilégios atribuídos ao casamento e à família. Por defender o casamento e discordar com o bem ético da práctica "gay", o mesmo cidadão é considerado, na melhor da hipóteses, como um ignorante, e na pior das hipóteses, como uma pessoa intolerante, intimidadora, e cheia de "ódio" 
Acusações criminosas podem ser feitas contra ele; quem quer que se encontre fora da carruagem "gay", perderá a sua reputação, chegando até a poder perder o seu negócio se por acaso se recusar a cooperar com casamentos [sic] "gay". 
Buscando relevância, a Igreja foi reduzida ao silêncio e depois do silêncio, à lenta concessão do que é uma feroz mas bem camuflada "agenda gay". (Eu mesmo testemunhei esta "agenda" visto que eu saí do homossexualismo no final dos anos 70, e mesmo por essa altura era aparente que os abastados políticos homossexuais tinham como objectivo o anel dourado do "casamento gay"). 
A táctica é bem simples e ela procede desta forma: 'As pessoas "gays" são amorosas e encontram-se feridas. Porque é que nós os haveríamos de ferir mais ainda recusando-lhes aquilo que eles pedem? Afinal de contas, nós acreditamos na busca pela felicidade, certo?' Tentando ser "amorosa", a Igreja verga-se a tais questões superficiais com respostas superficiais.
Ele conclui:
O mais novo inimigo da Igreja no entendimento claro da sexualidade humana é "agradável". Sem dúvida que muitas pessoas com atracção homossexual (eu não uso a palavra "gay" visto que a mesma é uma identificação socio-política que impede as pessoas de resolver a atracção) são simpáticas, amorosas e capazes de compromissos sérios. 
Não é essa não é a questão.  
A questão é: qual é o propósito da sexualidade humana? Se nós como Cristãos não formos claros em afirmar que o propósito do eu, que se encontra em perigo, é amadurecer de forma suficiente para sermos dádivas para outros, de modo a que possamos, juntos, criar nova vida, então já perdemos o nosso rumo. Não fazemos favores a ninguém quando alteramos as linhas divisórias de modo a que elas aceitem amizades sexualizadas entre pessoas do mesmo sexo, da mesma forma que fizemos uma desserviço ao acomodar o sexo fora do casamento com base no argumento de que "os Cristãos também o fazem". 
Os nosso jovens estagiários e eu estudamos recentemente o livro ‘The Bible and Homosexual Practice’ (Abingdon Press, Dr. Robert Gagnon), o melhor e a mais sábia abordagem ao assunto. Sem sombra de dúvida que, do princípio até ao final, as Escrituras proíbem todos os actos homossexuais com base na tese de que a "discomplementaridade" sexual é um acto de traição contra Deus e contra o nosso próximo. Ponto final. 
Os nossos corações "amorosos" enganam-nos. A "agenda" enganou-nos. Um inimigo comum enganou-nos. Pode ser demasiado tarde para a nossa nação trazer de volta o casamento das garras dessa agenda, mas o Próprio Senhor Jesus não deixará que a Sua noiva seja enganada. Temos que acordar e arrepender-mo-nos. Ainda não é tarde para colocarmos de parte as nossa concessões "simpáticas" em favor "dum inimigo que veio para roubar, matar e destruir" as nossas vidas (João 10:10). 
Conjuntamente com Aquele que veio ao mundo de modo a que "todas possam ter vida e vida em abundância" (João 10:10), que nós possamos abrir de forma escancarada as portas dos nossos corações e das nossas igrejas e disponibilizar um seio misericordioso onde todos se podem arrepender da decepção que os está a destruir.
Temos aqui, portanto, dois indivíduos, um atrevendo-se a ser honesto relativamente ao seu estilo de vida, e outro sendo corajoso e confrontando as mentiras que existem dentro das nossas igrejas. Em ambos os casos, a verdade é suprema, e é essa verdade que tem que ser promovida se por acaso queremos ajudar as pessoas.

O Senhor Jesus deixou as coisas bem claras quando disse:

E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” ( João 8:32)

Independentemente do assunto ser o homossexualismo ou outra coisa qualquer, nós estamos desesperadamente necessitados de ouvir a verdade.

- http://ow.ly/ER4sA

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

O HIV e a loucura do politicamente correcto.


Quando o jogo político e o politicamente correcto superam a medicina, a segurança e a saúde pública, todos nós sofremos com isso. Nós vemos isso a acontecer demasiadas vezes mas actualmente tornou-se procedimento padrão quando se fala do homossexualismo e do mortífero HIV. Por todo o mundo ocidental as elites governantes, os políticos, e até comunidades médicas politizaram o HIV/ SIDA e, consequentemente, colocaram vidas em risco. O deus do homossexualismo não pode nunca ser desafiado, questionado ou colocado em causa. Tudo tem que dar lugar a este estilo de vida perigoso e de elevado risco.

O governo Victoriano [ed: Austrália] é um exemplo perfeito do quanto que líderes descuidados e irresponsáveis dobraram o joelho em favor da religião homossexualista, colocando de lado o senso comum e o bem comunitário. O governo de Hon Denis Napthine está actualmente a distanciar-se da conferência pró-família que brevemente se irá realizar lá, qualificando-a de "homofóbica". Ao mesmo tempo. o Ministro da Saúde veio ao público afirmar que atacar aqueles que deliberadamente propagam o HIV está errado. Sim, ouviram-me correctamente. Eis o que uma agência noticiosa diz:
A única lei Australiana que criminaliza a transmissão intencional do vírus do HIV será alvo de uma reforma, afirmou o ministro da Saúde de Victória, David Davis, anúncio que foi alvo duma ovação por parte de pesquisadores do HIV . . . durante um evento satélite do "Aids 2014 Symposium" em Melbourne. (...) 
Actualmente, a lei diz que "causar intencionalmente uma doença séria" é uma ofensa criminosa em Victoria - com "doença séria" definida com o entendimento exclusivo de infecção por via do HIV. 
Davis declara ainda que, "Comprometemo-nos, juntamente com as comunidades médicas, de pesquisa e de apoio relativas ao HIV, a rever e reformar esta secção como forma de garantir que ela é não-discriminatória."
Que conversa sem sentido é esta de ser "não-discriminatória"? Nós já sabemos o que os factos revelam: a esmagadora maioria dos casos de HIV devem-se ao sexo entre homens, ou às drogas intravenosas. Se nós sabemos de modo preciso quais são os principais grupos de risco, então naturalmente que devemos colocar em foco esses mesmos grupos. E enquanto os governos fazem estas coisas, um pouco por todo o mundo as pessoas continuam a contrair o HIV devido às políticas medrosas, ao poder dos demolidores homossexuais, e também devido ao furioso politicamente correcto.

Pelo menos em alguns sítios este comportamento ainda é considerado perigoso e, consequentemente, ilegal. Levemos em consideração um caso que ocorreu no Missouri (EUA) onde um homem foi judicialmente acusado de propagar o HIV:

Magnum enfrenta agora acusações de exposição imprudente à infecção do HIV depois da polícia declarar que ele admitiu ter tido mais de 300 parceiros sexuais (..).

Como consequência do politicamente correcto entorpecedor mental e moralmente irresponsável, o HIV continua a ser uma problema enorme na Austrália. Um notícia revela:
O número de pessoas com o HIV na Austrália permanece em máximos de 20 anos. Dados anuais divulgados por parte do "Kirby Institute" revela que 1,235 novos casos foram diagnosticados no ano passado. Estes números foram divulgados antes da conferência global da SIDA que ocorrerá no próximo mês. Os dados mostram que as taxas de HIV têm estado a subir de modo consistente na Austrália desde 1999 e mais de 26,000 pessoas vivem actualmente com esse vírus. Os pesquisadores afirmam que estão preocupados com a complacência e com o facto do sexo desprotegido levado a cabo por parceiros casuais masculinos poder ser o contribuidor principal por trás do aumento.
Levemos também em consideração o que se segue, acabadinho de chegar dos EUA:
Novo relatório do "U.S. Centers for Disease Control and Prevention" declara que embora a taxa anual do diagnóstico de HIV tenha baixado em um terço na população geral, a percentagem está a aumentar entre os jovens bissexuais e homossexuais masculinos. O HIV, o virus que causa a SIDA, tem estado em queda junto dos heterossexuais, dos consumidores de drogas, e entre as mulheres, mas a taxa entre os jovens homossexuais e bissexuais aumentou em 100%.
No meu livro "Strained Relations" falo muito deste assunto, e como tal, permitam-me que finalize com algum do material do livro:

Uma vez que os procedimentos normais associados às doenças infectuosas não foram usados no caso da SIDA - devido ao medo do protestos homossexuais - é bastante claro, como já foi dito por alguns, que a SIDA tornou-se na primeira doença politicamente protegida da nação. Mas a SIDA tem que ser tratada como um assunto médico e não um tópico político. A SIDA é uma epidemia de saúde, que precisa de medidas rigorosas.

Estas medidas têm que incluir os métodos normais de prevenção de transmissão: os Departamentos de Saúde Pública devem ser capazes de saber quem tem a doença (através de monitorização de casos e rastreamento); testes de rotina têm que ser levados a cabo; a notificação dos portadores tem que ser obrigatória. Tal como disse um autor, "Temos que parar de romantizar a SIDA". Como o co-fudador da "Children’s AIDS Fund in America" colocou as coisas:

Nunca na história da medicina fizemos com que a responsabilidade pelo término duma epidemia recaísse no indivíduo portador duma doença infectuosa ou contagiosa. Durante os primeiros 15 anos da epidemia HIV/SIDA as comunidades médicas e de saúde pública retiraram-se do papel interventivo, através de diagnósticos agressivos e relatórios consistentes com a sua abordagem a doenças semelhantes.

É precisamente porque nos recusamos a tratar do HIV/SIDA como qualquer outro risco de saúde pública que actualmente pagamos um preço terrível. Um médico coloca as coisas desta forma:

Se uma nação estrangeira atacasse as nossas costas e matasse 10,000 Americanos, isso seria considerado um acto de guerra. No entanto, milhões de Americanos foram já desnecessariamente infectados por esta epidemia e irão quase de certeza morrer. A tragédia é que isto nunca deveria ter acontecido.

Basicamente, a SIDA não é primariamente um assunto de saúde mas sim um tópico que se centra num comportamento. Se o comportamento for parado (actividade homossexual, uso de drogas através de agulhas, etc), é bem possível que a doença seja parada. E isto não são os pensamentos de direitistas intolerantes, visto que uma lésbica coloca as coisas desta forma:

Vamos ser honestos. Há uma forma de parar a propagação da SIDA - chama-se abster-se do sexo. Ao contrário da doença do Alzheimer, da doença de Parkinson, ou das diabetes, pode-se tomar a decisão de não contrair a SIDA (com algumas excepções infelizes tais como a criança infectada pela mãe ou a vítima uma transfusão de sangue contaminado). Levando em conta a sua evitabilidade, não há desculpas para que a SIDA seja a maior crise de saúde que as pessoas enfrentam.

Outro homossexual, escrevendo para uma importante revista homossexual Americana, The Advocate, diz que os jovens homossexuais "encontram-se ignorantes duma doença que já está entre nós há mais de 20 ano. E se eles são homossexuais e homens, então eles são duplamente merecedores. Nós já vimos em primeira mão o que a SIDA pode fazer, mas escolhemos permanecer ignorantes em favor dos nossos desejos carnais."

Felizmente, alguma sanidade está a entrar no debate. Um importante grupo homossexual da Califórnia decidiu sair do armário - isto é, decidiu voltar para a verdade em torno da SIDA. O grupo "L.A. Gay and Lesbian Center" está a tentar atingir os homens homossexuais que se  tornaram complacentes em relação ao HIV e à SIDA. Este mesmo grupo deu início a uma enorme campanha publicitária com uma admissão franca:

O HIV é uma doença homossexual.


* * * * * * *
O motivo pelo qual o HIV não foi tratado como outra epidemia qualquer centra-se na utilidade ideológica do comportamento homossexual. Seria muito difícil para os terroristas culturais dar legitimidade ao comportamento homossexual (como forma de destruir o casamento natural) ao mesmo tempo que a comunidade médica frontalmente tenta acabar com uma das muitas consequências médicas desse mesmo comportamento.

Logo, em vez de tentar acabar com o perigo do HIV, o que teria que ser associado à propaganda contra o homossexualismo, a elite cultural do ocidente propositadamente deixou a ameaça propagar-se, evitando assim ter que se defender da sua posição pró-homossexualista.

Ou seja, as pessoas que nada fizeram para controlar o HIV são essencialmente as mesmas pessoas que defendem a normalidade do homossexualismo.

Para além disso, não é fora do contexto levar em conta os planos de "controle populacional" por parte da mesma elite que defende o homossexualismo. Segundo algumas fontes, algumas famílias globalistas usam o homossexualismo para reduzir a população do mundo (especialmente em África).

segunda-feira, 21 de julho de 2014

O verdadeiro propósito do "casamento" homossexual

Por Bill Muehlenberg

Muitos homossexuais - talvez a maioria - não estão interessados no "casamento" e como tal, é importante perguntar o porquê de alguns homossexuais insistirem tanto nos "direitos" matrimoniais. O que causa este impulso para "casar" tão forte por (pelo menos) parte de alguns membros da comunidade homossexual?

Tal como muitos homossexuais admitem, um dos grandes motivos que leva a que eles queiram "casar" não é para serem iguais aos heterossexuais, nem é porque eles querem abandonar o seu estilo de vida livre e promiscuo, mas sim devido ao valor simbólico. O "casamento" dar-lhes-á reconhecimento público, aprovação e aceitação, e este tem sido o propósito final do lobby homossexual: aprovação e avalização pública e social, total e completa. Logo, ao obterem os "direitos" matrimoniais, e por sua vez, todos os direitos de adopção - o último obstáculo para os homossexuais - eles irão atingir o seu grande objectivo: a legitimação do estilo de vida homossexual.

Tal como a revista Time admitiu num artigo relativo ao "casamento" homossexual, o verdadeiro propósito é a aceitação social total e a validação do estilo de vida homossexual:

Claro que por fim, a batalha em torno do casamento [sic] homossexual tem sido muito mais do que apenas obter o desconto de segundo motorista no balcão da Avis. De facto, o indivíduo que mais fez pelo casamento [sic] homossexual - um brilhante advogado activista de 43 anos chamado Evan Wolfson - nem se quer tem um namorado. Ele e outros que durante a última década deram entrada a processos legais, não querem nada menos que a igualdade social plena - a validação total e não só o direito de herdar o Cadillac da sogra. Tal como Andrew Sulllivan, a (persistentemente solteira) força intelectual por trás do casamento [sic] homossexual escreveu, "Incluir os homossexuais dentro do casamento seria um meio de conferir a forma mais elevada de aprovação social que se pode imaginar."

Jonathan Rauch, um dos líderes do movimento homossexual americano, que tem também batalhado em favor do "casamento" homossexual, admite que este será um dos efeitos importantes do "casamento" homossexual:

Isso ["casamento" homossexual] irá dar nobreza e dignidade ao amor e ao sexo homossexual, tal como o fez para o amor e para o sexo heterossexual.

Exactamente; mas tal ameaça à saúde e à segurança pública não deveria ser enobrecida e dignificada, muito menos por parte de governos que têm o dever e a responsabilidade de promover a saúde e o bem estar dos cidadãos.

Os activistas homossexuais australianos já admitiram também que a sua tentativa de se juntarem aos heterossexuais no "casamento" centra-se na legitimidade e na aceitação. Tomemos como exemplo as palavras do activista homossexual de longa data Rodney Croome:

Isto não se centra no sexo mas sim no simbolismo. Apesar do, ou se calhar por causa do, um aumento dos relações de facto e dos divórcios, muitos australianos ainda têm o casamento em elevada consideração. Para o bem ou para o mal, o casamento confere ao relacionamento o selo de aprovação social por excelência. É por isso que os conservadores sociais desprezam profundamente a igualdade matrimonial e, como herdeiros dum estigma milenar, é por isso que muitas duplas homossexuais anseiam por ela.

É isto que Rodney Croome e muitos como ele querem: aprovação social. É precisamente por isso que existe um esforço enorme por parte do lobby homossexual tendo em vista a redefinição do casamento. De facto, a base de todo o activismo homossexual é essencialmente esse: aprovação e aceitação social completa. Tal como Kirk e Madsen afirmaram em 1989,

Obter a tolerância e aceitação por parte dos heterossexuais não é só um propósito legítimo do activismo homossexual; ele tem que ser o objectivo principal.

Muitos outros activistas homossexuais admitiram precisamente isto. Por exemplo, Arthur Leonard, defensor do "casamento" homossexual", coloca as coisas desta forma:

O reconhecimento legal das duplas homossexuais teria o efeito de "normalizar" tais relacionamentos. . . . . Aquelas pessoas que alegam que o movimento dos direitos dos homossexuais tenciona transformar a sociedade fazendo com que as pessoas olhem para os homossexuais como "normais" estão totalmente correctos.

Exactamente. Os activistas sabem que a maioria das pessoas não irá aceitar a "normalidade" do estilo de vida homossexual, e como tal, eles recorrem à táctica de passar por cima da vontade pública e do processo legislativo, usando em seu lugar o contundente instrumento do activismo judicial. São os tribunais activistas que estão a forçar o estilo de vida homossexual no resto da sociedade, quer a sociedade queira ou não. Tal como o Afro-Americano Shelby Steele ressalva num artigo onde ele demonstra como o "casamento" homossexual não é um assunto que se centra nos direitos civis,

Dentro do movimento em favor do "casamento" homossexual, o casamento é mais um meio do que um fim, uma arma contra um estigma. O facto do movimento homossexual falar muito pouco da instituição do casamento em si sugere que esse movimento encontra-se mais motivado por um desejo de normalizar a homossexualidade do que algum desejo que esteja relacionado com o casamento em si.

Stanley Kurtz coloca as coisas desta forma:

Por fim, até pode ser que o que se encontra por trás da exigência pelo "casamento" homossexual - quer seja apresentado duma forma conservadora ou como assunto dos "direitos civis" - seja uma tentativa de apagar por completo o estigma associado à homossexualidade. Esta tentava é utópica; tal como os homossexuais radicais como Michael Bronski reconhecem, o estigma nasce da separação fundamental entre a homossexualidade e a reprodução, que é uma forma de dizer que o mundo é, na sua esmagadora maioria, heterossexual. Mesmo assim, na sua busca por este fim utópico, é-nos pedido que transformemos - sem levar em conta os desconhecidos custos que isso pode ter para nós e para as gerações futuras - a instituição central da nossa sociedade.

Ou tal como disse o pesquisador familiar Peter Sprigg:

A resposta mais lógica parece ser que esta campanha não tem nada a ver com o casamento, mas sim com o desesperado desejo que os homossexuais têm que a sociedade como um todo afirme que a homossexualidade (não só os homossexuais como pessoas mas também os actos homossexuais em si) é, de todas as formas - moralmente, socialmente e legalmente -  um equivalente pleno da heterossexualidade.

É precisamente isto. O movimento homossexual nada mais é que uma campanha gigantesca de convulsão social, criada para alinhar a relutante sociedade com as exigências dum pequeno - mas bastante vocal - grupo activista. Toda esta engenharia social centra-se em forçar o resto da comunidade a aceitar por inteiro a agenda homossexual e o estilo de vida homossexual, quer a sociedade queira ou não.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

As principais vítimas dos militantes homossexuais

Por Bill Muehlenberg

Que os militantes homossexuais são peritos na propagação de ódio e de palavras ofensivas contra quem quer que não se alinhe com a sua opinião é algo sobejamente conhecido, amplamente documentado por diversas vezes. Mas o foco maior do seu ódio é contra aqueles que se atrevem a abandonar o estilo de vida homoerótico. Para os activistas homossexuais, este é o grande tabu.

Eles odeiam quando um homossexual é liberto deste estilo de vida mortífero e sem saída, e o motivo é claramente óbvio: o homossexual que é liberto do homossexualismo refuta a falsa premissa de que esse comportamento é inato e imutável. O facto de tantas pessoas terem abandonado por completo esse estilo de vida destrói o mito de que os homossexuais não podem mudar. Eu conheço muitas destas pessoas pessoalmente; elas estavam bem imersas no estilo de vida homossexual mas foram gloriosamente libertas deste estilo de vida pouco saudável e arriscado.

Muito provavelmente só existem mais duas áreas onde o abandono é considerado hediondo. No islamismo o "pecado" da apostasia é lidado de uma forma: a execução. E  quando um ateu se atreve a abandonar o mundo do ateísmo ideológico, todo o inferno se abate sobre ele, tal como ocorreu com Anthony Flew. Todas as ideologias rígidas e destrutivas odeiam quando alguém se atreve a sair delas visto que isso é um pecado imperdoável que tem que ser denunciado com ferocidade.

No passado, nós enfrentamos tais tipos de guerra. Durante o auge da Guerra Fria existiam muitas pessoas que valorizavam a liberdade, o Estado de direito e a democracia, e sabiam que o Comunismo era totalmente incompatível com estas coisas. Mas muitas pessoas não gostavam destas pessoas, e como tal, passamos a ter um fenómeno com o nome de anti-anti-Comunismo.

Aparentemente, é isso que temos nos dias de hoje: a realidade dos anti-anti-homossexualismo. Ou, melhor dizendo, anti-ex-homossexualismo. Os militantes declararam uma guerra própria e qualquer pessoa que tenha a coragem e a sensatez de abandonar este estilo de vida perigoso é catalogado de traidor, e caluniado de um modo horrível. Exemplos que confirmam isto encontram-se um pouco por todo o lado. Eu sei dos ataques demoníacos que os meus amigos ex-homossexuais sofrem por parte da brigada do ódio, e não é nada bonito de se ver.

Seguem-se algumas histórias de alguns ex-homossexuais - aquelas pessoas que supostamente não existem. Tal como acontecia no passado com os negros, os ex-homossexuais são actualmente "invisíveis".

Consideremos o caso do auto-intitulado "Drag Queen Satânico" Trace McNutt. Ele recebeu o "First Annual Courage Award for Former Homosexuals" como parte do "Ex-Gay Awareness Dinner" de 2013, em Washington. A "Parents and Friends of Ex-Gays and Gays" (PFOX), uma organização sem fins lucrativos que advoga e apoia os ex-homossexuais e as suas famílias, hospedou o evento.


Tal como disse Christopher Doyle, Co-Fundador e Presidente da organização "Voice of the Voiceless" (VoV),

Quando os homossexuais saem do armário são bem recebidos, mas os antigos homossexuais são forçados a permanecer ocultos devido à difamação de extremistas anti-ex-gay, e devido à marginalização que ocorre na sociedade Americana. É preciso muita coragem para que os ex-homossexuais como Trace McNutt revelem a sua história, especialmente se levarmos em conta que fazer isso traz sobre eles desprezo e punição, tal como ocorreu com o vencedor de Grammy e cantor gospel Donnie McClurklin, que tinha sido convidado para ser cabeça de cartaz das celebrações em torno do 50º Aniversário da Marcha em Washington, mas que viu o seu convite rescindido porque ele é um ex-homossexual.

Os indivíduos que abandonam o homossexualismo superam muito mais que o seu desejo sexual indesejado por pessoas do mesmo sexo. Trace McNutt foi rejeitado pela família, foi vítima de bullying por parte dos colegas de escola, e foi vitimizado pela comunidade homossexual (que o usou como fonte de entretenimento e, posteriormente, o rejeitou quando ele se tornou viciado em drogas e contraiu o HIV).

As coisas chegaram a um ponto em que Trace estava tão doente e tão destituído que se tornou num sem-abrigo e foi forçado a viver numa lixeira na rua. A mesma comunidade drag queen que o recebeu de braços abertos, lançou-o fora como se ele fosse o lixo do dia anterior mal ele passou a ser incapaz de representar. (Podem ver a história de Trace clicando aqui).

Só depois dele abandonar o homossexualismo, tornar-se num Cristão, e deixar de representar sob o título de "Drag Queen Satânico" (com o nome de "Coma") é que a sua antiga comunidade passou a prestar atenção a ele. Ele recebeu difamação, correio cheio de ódio, e ameaças de morte por parte da assim conhecida comunidade homossexual "tolerante". A experiência de Trace é a evidência de que, quando os ex-homossexuais abandonam o homossexualismo, eles são atacados e enfrentam uma quantidade incrível de hostilidade.

No clima anti-ex-homossexual actual, falar abertamente sobre abandonar o homossexualismo é realmente um acto de coragem. O Trace McNutt é um verdadeiro herói.

Existe outro ex-homossexual que se encontra preocupado com a forma como os outros estão a tentar arrastar de volta para a escravidão estas pessoas. Ele refere-se especialmente a Alan Chambers da Exodus, grupo que ele efectivamente destruiu ao deixar-se "vender" para o outro lado. Escrevi sobre isso aqui.

Mattie Walk diz o seguinte:

Hoje em dia  estou um bocado preocupado. Estou ciente da veracidade da história em torno do meu abandono do homossexualismo, e celebro a liberdade que encontrei no Senhor Jesus Cristo. Mas mesmo assim, estou preocupado porque muitos ainda estão a ser enganados pelos ecos assombradores do discurso de abertura de Alan Chamber durante a "38th Annual Exodus Conference."

Como resultado dessas palavras, e como nunca dantes, dou por mim a ter que defender as minhas crenças e o meu testemunho perante um segmento demográfico maior. Nunca imaginaria debater com Cristãos, ou pessoas que se qualificam de "Cristãos", sobre a aceitação do homossexualismo nas igrejas.

Eu estava lá nessa noite fatídica. Só posso dizer que aprecio a distância que o tempo me deu. A organização Exodus, tal como o Titanic, foi grandiosa, mas de repente, a sua estabilidade foi colocada em causa e ela afundou-se. Aqueles que entre nós se encontravam no proverbial barco-salva-vidas, ou pior, na água, fomos deixados para sucumbir perante os elementos, ou libertos à deriva à medida que Chambers e os seus colegas avançaram para dar início a um novo ministério. O que é espantoso, visto que o próprio Chambers disse, "acreditamos que a Exodus tem que deixar de existir de modo a que a igreja possa fazer o seu trabalho. E isto deixará um vazio, um que espero que seja preenchido com nada mais que a igreja". Ele disse que o seu novo ministério irá ajudar a igreja alcançar a nova geração.

Deixa-me ver se entendi: foi melhor fechar uma organização já estabelecida que actuava lado a lado com as igrejas há 37 anos, de modo a que a igreja possa fazer o seu trabalho. E o vazio não deve ser preenchido com nada mais que a igreja, a menos que seja preenchido pelo novo ministério dirigido pela antiga equipa executiva da Exodus que planeia trabalhar lado a lado com a igreja para a ajudar ministrar as pessoas.

Mas não era isso que a Exodus estava a fazer?

Ele conclui:

Obviamente que eu não escrevo neste blogue para obter popularidade. De maneira nenhuma estou a tentar fazer com que as pessoas se decidam entre a Equipa Alan e a Equipa Matthew. No entanto, eu honestamente penso que é extremamente necessário falar a verdade sempre que o mal levanta a sua cabeça feia. Alan pode estar a descansar de modo confortável como líder da sua nova, e por mais desnecessária que ela seja, organização; mas ele deixou mil pontas soltas e muitos corações quebrados no acordar do seu reinado,segundo a sua percepção, bem sucedido.

Por mais que aquele discurso seja referenciado, partilharei a minha "Verdadeira História" do que foi estar lá. Foi como acordar no meio duma batalha, rodeado de corpos mortos e numa guerra que nem sabíamos que estava a ser combatida. Para alguns, essa foi a primeira vez que entraram em contacto com a Exodus, mas para outros foi como testemunhar a morte dum amigo de longa data.

Onde quer que tu te enquadres nesta história, por favor lembra-te que o Alan Chambers é só um homem, e eu sou só um homem. As opiniões em cada um dos lados não se comparam com a Palavra de Deus, que foi o catalisador da mudança poderosa na minha vida. A mudança é de facto possível.

Não construam o fundamento para a vossa eternidade nas opiniões dos homens. Busquem as vossas respostas através da oração, na Bíblia e através do Poder do Espírito Santo.

Sim, eu sei tudo sobre esses "Cristãos" que traíram o Senhor e traíram muitos homossexuais corajosos. Mas é assim que as coisas são. Temos que continuar a lutar pelo que está certo, e ignorar as pessoas odiosas e os enganadoras. O Senhor Jesus enfrentou muito mais, e como tal, nós também devemos.

Fontes: Voice of the VoicelessMattiewalkCulture Watch

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